Ficha Corrida

30/11/2014

Gilmar Mendes e a operação tapa buraco

AlstomPSDBGilmar Mendes mostrou toda sua destreza jurídica ao emitir dois habeas corpus em menos de 24 horas para soltar banqueiro filmado corrompendo. Também foi veloz para livrar alcoviteiro das falcatruas do PSDB, Rodrigo De Grandis. Difícil está sendo para tirar o traseiro de cima do processo que trata do financiamento público das campanhas, e isso que a votação já está definida: 6 x 1.

Empreiteiras do Lava Jato e o buraco do metrô em São Paulo

29 de novembro de 2014 | 12:29 Autor: Miguel do Rosário

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Os procuradores que foram à Suíça buscar os documentos oferecidos pelo Ministério Público de lá, com informações ligadas ao escândalo da Petrobrás, estão de parabéns.

Merecem o destaque que tiveram na grande mídia.

Nada como termos um Ministério Público atuante, vigilante e corajoso, enfrentando os poderosos.

É de se lamentar, todavia, que, no caso do cartel dos metrôs em São Paulo, conhecido como o trensalão, a postura tenha sido diametralmente oposta.

Ninguém foi à Suíça pegar documentos.

A Suíça enviou documentos ao Brasil, e os mesmos foram “esquecidos” numa gaveta do MP federal de São Paulo.

O procurador que esqueceu os processos numa gaveta acaba de ser perdoado por Gilmar Mendes.

É bom lembrar que o trensalão tem conexões com o escândalo das empreiteiras, porque são elas que abrem os buracos e fazem as obras.

Vocês lembram do escândalo do “buraco do metrô“?

O Consórcio Via Amarela, formado pelas empreiteiras Odebrecht, OAS, Camargo Corrêa, Queiroz Galvão e Andrade Gutierrez, era responsável pelas obras.

Em 12 de janeiro de 2007, um buraco gigante se abre em São Paulo, matando 7 pessoas, ferindo outras tantas e destruindo centenas de casas.

Ninguém foi punido até agora.

E olha que morreu gente, e tratava de um problema ainda maior do que pagar propina a funcionário de estatal.

O problema de usar material de baixa qualidade para fazer as obras.

Neste caso, nem sei se podemos acusar o MP de ter esquecido o processo numa gaveta.

A promotora Eliana Passareli, que assumiu o processo em 2009, explicou que a principal dificuldade está em ouvir as 112 testemunhas de defesa.

Pois é, mas dificuldade por que?

Teria faltado apoio da cúpula do Ministério Público?

O procurador-geral da República não quis dar declarações sobre o episódio?

Ou será porque a justiça, neste caso, não estaria sendo leniente, quase cúmplice?

Nem a mídia jamais fez pressão.

Não interessava, porque não atingia o PT.

Se houvesse investigação séria naquele momento, em 2007, talvez pudéssemos ter evitado alguns dos problemas vividos na Petrobrás.

As empreiteiras que tocavam as obras do metrô eram as mesmas flagradas, pela Operação Lava Jato, pagando propina a diretores ou ex-diretores da Petrobrás.

Seus comandos executivos eram os mesmos.

Possivelmente, o modus operandi na relação com o governo de São Paulo e as estatais era o mesmo.

Empreiteiras do Lava Jato e o buraco do metrô em São Paulo | TIJOLAÇO | “A política, sem polêmica, é a arma das elites.”

05/11/2014

Remake dos 3 patetas: Gilmar Mendes, Bolsonaro & Lobão

Gilmar Mendes em reunião de sua bancada política. Coincidência, todos derrotados nesta eleição. Por aí se explica a perda de rumo de um político sem rumo, mas estacionado dentro do STF como fusca em fundo de lago seco. Dos seus comandados na foto, Simon, Ana Amélia, Aloysio Nunes, Álvaro Dias, et alii, todos derrotados na última eleição. A derrota dos parceiros deixou Gilmar Mendes ainda mais demente, cuspindo preconceito contra a Venezuela e preparando a pauta para a próxima edição da Revista Veja.

Gilmar Mendes não absorve derrotas. Derrotado no TSE, chamou aquela corte de Tribunal Nazista. Perdeu com todos os candidatos do PSDB, atacou Lula e agora Dilma.

A pergunta que não quer calar: quantos amigos de Gilmar Mendes o povo já afastou da política? FHC, Carlinhos Cachoeira, Demóstenes Torres, Agripino Maia, Heráclito Fortes, Jorge Bornhausen, ACM, Luiz Estêvão, José Roberto Arruda… e mais não digo porque a lista é grande, o tempo é curta e a derrota dos correligionários do jagunço de Diamantino é doce…

Gilmar Mendes comanda reunião partidária

Gilmar Mendes, o Lobão do STF, por Laura Capriglione

qua, 05/11/2014 – 08:16

do Yahoo

Gilmar Mendes, o Lobão do STF

Laura Capriglione

Por mais uma dessas descomposturas a que o país parece estar se acostumando, agora é o ministro Gilmar Mendes quem vem apresentar seu soco inglês no corredor polonês pós-eleitoral. Em vez da contenção e do aprumo que esperaria quem não o conhecesse, “avisou e denunciou” que o STF(Supremo Tribunal Federal) corre o risco de se tornar uma “corte bolivariana" com a possibilidade de governos do PT nomearem 10 de seus 11 membros a partir de 2016.

Trata-se de uma aleivosia. Irresponsabilidade sem fim.

Quando os 2.500 nostálgicos da Ditadura saíram em passeata por São Paulo, clamando pelo impeachment da presidente Dilma Rousseff, legitimamente eleita pela maioria dos brasileiros, de Gilmar Mendes não saiu um só arrufo em defesa da democracia. Em vez disso, ele agora surge para ajudar a agitar o espantalho de um tal “bolivarianismo”, como se o Brasil estivesse prestes a se converter em uma ditadura de esquerda.

Está em companhia de gente como Lobão e Eduardo Bolsonaro, deputado federal eleito por São Paulo (PSC), que em discurso disse que se seu pai, o deputado federal Jair Bolsonaro (PP-RJ), fosse candidato a presidente, ele teria “fuzilado” a presidente. Preparado para isso o filho já mostrou que está: compareceu ao ato com uma pistola enfiada no cinto, como se no faroeste vivesse.

Isso pode?

Entre outras delicadezas, a turma implorou pela “intervenção militar”, mandou “Dilma para a Cuba que a pariu”, ameaçou petistas que encontrou pelo caminho. Nem o CQC, a Rede Globo, a “Folha de S.Paulo” ou “Estadão” escaparam. E, sempre muito bem educadinha, a malta carregou faixa com os dizeres: “Pé na bunda dela. O Brasil não é a Venezuela.” Ela, no caso, é a presidente, uma senhora de 66 anos, diga-se.

Maus perdedores existem no gamão, no futebol, no bingo. E nas eleições.

Contê-los é tarefa de quem tem interesse em ver o jogo –no caso, o democrático—prosseguir.

Eis por que é simplesmente repugnante ver um ministro da mais alta corte do Brasil repetir palavras-de-ordem que são um chamamento à ruptura do Estado Democrático e de Direito.

Como o ministro Gilmar Mendes sugere que se evite “a possibilidade de governos do PT nomearem 10 dos 11 membros” do STF? Cassando o direito de a presidente fazê-lo é uma das respostas. Cassando a própria presidente é outra. Estendendo a idade-limite para a aposentadoria dos ministros, dos atuais 70 anos para 75 anos, é outra.

Em todos os casos, o que se pretende é ganhar no tapetão a eleição que se perdeu nas urnas.

O descalabro da entrevista que o ministro Gilmar Mendes deu à “Folha de S.Paulo” e publicada na segunda-feira (03/11) não fica nisso. Ofendeu os demais membros do STF ao falar sobre os riscos de a mais alta instância do Judiciário se transformar em uma “corte bolivariana”, sugerindo que todos se curvariam mansamente aos ditames do Executivo.

Convenientemente, ele esqueceu-se de que no julgamento do mensalão foi um tribunal formado em sua maioria por ministros indicados por petistas o que condenou a antiga cúpula do PT…

Não há nada, contudo, que demova o agitador. Para demonstrar sua tese, Gilmar Mendes sacou a história do ex-diretor do Banco do Brasil Henrique Pizzolato, condenado no Brasil a 12 anos e 7 meses de prisão por corrupção, peculato e lavagem de dinheiro no processo do mensalão. Pizzolato, como se sabe, ante a condenação, simplesmente fugiu para a Itália, onde por fim foi capturado.

Segundo Gilmar Mendes, exemplificando o risco do tal “bolivarianismo”, “já tivemos situações constrangedoras. Acabamos de vivenciar esta realidade triste deste caso do Pizzolato” [refere-se ao fato de a Justiça italiana ter negado a extradição dele para cumprir pena no Brasil pela condenação no mensalão].

Em seu afã de defender o indefensável, o ministro também atacou a Justiça italiana, ao acusá-la de tomar suas decisões movida por interesses alheios ao estrito cumprimento da lei. Seria “bolivariana” também a Justiça de lá? Nem Bolsonaro ousou tanto.

Se fosse pouco, Gilmar Mendes ainda se deu ao desfrute de comentar um caso que se encontra em fase de investigação, atropelando todos os ritos processuais. “Enquanto estávamos julgando o mensalão já estava em pleno desenvolvimento algo semelhante, talvez até mais intenso e denso, isso que vocês estão chamando de Petrolão. É interessante, se de fato isso ocorreu, o tamanho da coragem, da ousadia.”

Um apresentador de programa sensacionalista não faria diferente.

Por fim, como nunca poderia se tivesse o mínimo de apreço pela liturgia do cargo que ocupa, Mendes partiu para o bate-boca mais baixo, acusando o ex-presidente Lula de não ser um abstêmio: Será que ele “passaria no teste do bafômetro?”, indagou. Lula, para quem não sabe, não concorreu a nenhum cargo eletivo, não atropelou ninguém e nem sequer dirige automóveis.

Convenhamos, o Brasil merecia bem mais do que um ministro Lobão no STF.

Gilmar Mendes, o Lobão do STF, por Laura Capriglione | GGN

07/09/2014

Contra uns, tudo; a favor dos corruptores, Gilmar Mendes & Instituo Millenium

 

A hipocrisia das denúncias políticas e a blindagem dos grandes grupos

sab, 06/09/2014 – 14:26

Atualizado em 07/09/2014 – 08:05

Luis Nassif

Algumas considerações sobre a delação premiada do ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa.

Costa traz indícios daquele que provavelmente é o mais amplo caso de corrupção política sistêmica do país. A desenvoltura com que atuou na Petrobras comprova que dispunha de uma carta em branco. Há pelo menos seis anos rumores sobre sua atuação corriam mercado. É evidente tratar-se de uma peça da real politik de governo.

A data escolhida para a divulgação – 7 de setembro, aliás mesma data da eclosão do escândalo Erenice – e as informações divulgadas até agora sugerem muito mais uma chantagem, com elementos políticos, do que elementos concretos para condenar os acusados: políticos e empresas. Uma denúncia exige dados concretos, datas, documentos, comprovação de pagamentos. Costa traz relatos. É como se avisasse: se me deixarem na mão apresento as provas. Ou então é possível que Veja tenha feito um cozidão atribuindo-o a Costa.

A denuncia significará um corte no atual modo de fazer política? Evidente que não, porque dificilmente os subornadores serão punidos. E porque uma apuração ampla dos desvios políticos não poupará nenhum partido.

Além disso, até hoje nenhuma investigação envolvendo grandes grupos prosperou na Justiça.

O "mensalão" só foi adiante depois que o Procurador Geral da República inicial, Antonio Fernando de Souza, o sucessor Roberto Gurgel e o relator Joaquim Barbosa tiraram o Opportunity da jogada

A Satiagraha parou assim como a operação da Polícia Federal que levantou subornos da Camargo Correia – apanhando com a boca na botija o então chefe da Casa Civil do governo Alckmin Arnaldo Madeira (que a campanha de Aécio cometeu a imprudência de colocar na coordenação paulista). Nos dois casos, alegou-se escutas ilegais, álibis formais para justificar a blindagem desses grupos.

O próprio episódio do buraco do Metrô resultou em um acordo nebuloso entre o governo José Serra, o MInistério Público Estadual e as empresas, pelo qual as diretorias foram poupadas e as empresas tiveram a liberdade de indicar um funcionário para o cadafalso.

Em ambos os casos, os grupos de mídia não manifestaram indignação. O que comprova que denúncias e indignação são armas políticas ou de chantagem, não instrumentos de melhoria institucional.

Não há velha e nova política.

Há a mesma política velha atingindo todos os grupos. O envolvimento direto do ex-governador Eduardo Campos com o esquema Costa tira a aura de pureza da candidatura Marina. Não fosse o envolvimento direto de grandes grupos econômicos blindados na Justiça, o episódio Paulo Roberto Costa seria mais agudo que o "mensalão".

O PSDB tem os escândalos do Metrô.

Mais uma vez, o episódio será utilizado como elemento político de lado a lado. Mas a mãe de todos os crimes – o financiamento privado de campanha – continuará graças a atuação do ínclito Ministro Gilmar Mendes.

A hipocrisia das denúncias políticas e a blindagem dos grandes grupos | GGN

07/02/2014

Cadê os três patetas: Gilmar Mendes, Joaquim Barbosa e Roberto Gurgel?!

JB e GM dormindoÉ o que se chama de “silêncio eloquente”. A tríade que empunha o tridente de caça ao PPPP (petista, pobre, preto e puta) nestas horas revela todo seu estrabismo ideológico. Ninguém está pedindo perdão nem liberdade a quem não merece, só o princípio básico de justiça: julgar igualmente os iguais e desigualmente os desiguais.

Enquanto as cortes alemã, suíça e canadense condenam os vociferantes do STF, se fazendo de leitão para mamar deitado nas tetas dos parceiros ideológicos, continuam “dormindo de fato”.

Aliás, movem montanhas de proteção aos seus correligionários. Aos demais, às favas com os escrúpulos. E o impoluto Ministério Público aparece na foto como um verdadeiro monstro do Lago Ness, um mistério púbico…

As penas de aluguem silenCIAm diante das orelhas que aparecem acima da pele de cordeiro de seus sequazes. Os grupos mafiomidiáticos põem a trabalhar suas lupas para condenarem os PPPP e os tapumes para esconderem as falcatruas que resultam em polpudas verbas para seus cofres. A Folha consegue fazer uma matéria asséptica semelhante aos milagres bíblicos. Consegue, assim, fazer um trem passar pelo buraco de um agulha, sem Ky, mas tranca as canetas do Haddad no túnel do Maluf.

Ao cabo os 197 milhões se resolverão igual ao helicóptero com 450 kg de pó! Cheirados!

 

Propina do cartel pode chegar a R$ 197 mi

Em depoimento sigiloso à PF, delator do esquema afirma que suborno variava de 5% a 9% do valor dos contratos

Acusado de receber dinheiro, secretário de Alckmin nega acusação e afirma que relato de conversa é mentiroso

FLÁVIO FERREIRAMARIO CESAR CARVALHODE SÃO PAULO

A propina paga pelo cartel de empresas acusado de fraudar licitações do Metrô e da CPTM pode chegar a R$ 197 milhões, segundo depoimento sigiloso da testemunha-chave da investigação, o ex-diretor da multinacional Siemens Everton Rheinheimer.

A Folha obteve a íntegra do depoimento que o executivo deu à Polícia Federal, em que ele aponta três secretários do governo Geraldo Alckmin (PSDB) como destinatários de propina e detalha percentuais pagos pelo cartel.

Segundo ele, a Siemens e seus parceiros pagaram 9% para fornecer trens à linha 5 do Metrô em 2000, um contrato de R$ 1,57 bilhão, em valores atualizados. Se o percentual estiver correto, a propina paga só nesse caso teria alcançado R$ 141 milhões.

O executivo disse à PF que informou esses percentuais na época ao então deputado estadual Rodrigo Garcia (DEM), presidente da Comissão de Transportes da Assembleia Legislativa do Estado, e concluiu que ele, "por lógica, também recebia valores oriundos da propina paga".

Garcia, hoje secretário do Desenvolvimento Econômico em São Paulo, nega ter mantido a conversa narrada por Rheinheimer (leia ao lado).

O executivo depôs no ano passado após um acordo com o Ministério Público Federal, em que se comprometeu a colaborar com as investigações e revelar o que sabe sobre a prática de corrupção por fornecedores do Metrô e da CPTM. Em troca, ele poderá sair do processo sem punição.

O caso foi encaminhado no ano passado ao STF por causa das acusações a Garcia e outros dois auxiliares de Alckmin, o chefe da Casa Civil, Edson Aparecido, e o secretário de Energia, José Aníbal. Eles são deputados federais e por isso só podem ser investigados com autorização do STF.

Ao encaminhar o caso ao Supremo, o juiz federal Marcelo Cavali classificou como frágeis os indícios de que eles receberam propina. No atual estágio das investigações, a única coisa que existe contra os três é o depoimento de Rheinheimer. O STF espera um parecer da Procuradoria-Geral da República para decidir o que fazer com o caso.

‘PONTO DE CONTATO’

Segundo o executivo da Siemens, o encontro com Garcia foi agendado pelo consultor Arthur Teixeira, suspeito de intermediar o pagamento de propina das empresas para políticos do PSDB e funcionários do Metrô e da CPTM.

O delator disse à PF que procurou Teixeira porque um assessor da CPTM, Ricardo Ota, lhe avisou que o consultor repassava aos políticos só 5% do valor da propina e ficava com o resto do dinheiro.

O executivo disse à polícia que pediu a Teixeira para falar "com o político, o cara que resolvia, o ponto de contato, porque queria conhecer o cliente final". Teixeira então marcou o encontro com Garcia, segundo o depoimento.

Rheinheimer afirmou à PF que contou a Garcia que o suborno seria de 5% sobre o valor de um contrato de manutenção de trens da CPTM, de 8% no caso de um programa de manutenção da CPTM e de 7% nos contratos para a extensão da linha 2 do Metrô.

O ex-diretor da Siemens diz que, com a eleição de Garcia para a presidência da Assembleia, em 2005, o presidente da CPTM, Mário Bandeira, avisou que "deveria passar a tratar com José Aníbal, deputado estadual que ficou responsável pelos contatos políticos e com os pagamentos de propinas pela empresa".

Aníbal, que nega ter praticado irregularidades, era vereador da cidade de São Paulo nessa época e diz que não conhecia Bandeira e Garcia.

Rheinheimer disse à PF que Aníbal nunca o atendeu, mas mandava que procurasse um auxiliar, Silvio Ranciaro, tucano que foi vice-prefeito de Mairiporã. Aníbal diz que a alegação é mentirosa.

Cadê os três patetas: Gilmar Mendes, Joaquim Barbosa e Roberto Gurgel?!

JB e GM dormindoÉ o que se chama de “silêncio eloquente”. A tríade que empunha o tridente de caça ao PPPP (petista, pobre, preto e puta) nestas horas revela todo seu estrabismo ideológico. Ninguém está pedindo perdão nem liberdade a quem não merece, só o princípio básico de justiça: julgar igualmente os iguais e desigualmente os desiguais.

Enquanto as cortes alemã, suíça e canadense condenam os vociferantes do STF, se fazendo de leitão para mamar deitado nas tetas dos parceiros ideológicos, continuam “dormindo de fato”.

Aliás, movem montanhas de proteção aos seus correligionários. Aos demais, às favas com os escrúpulos. E o impoluto Ministério Público aparece na foto como um verdadeiro monstro do Lago Ness, um mistério púbico…

As penas de aluguem silenCIAm diante das orelhas que aparecem acima da pele de cordeiro de seus sequazes. Os grupos mafiomidiáticos põem a trabalhar suas lupas para condenarem os PPPP e os tapumes para esconderem as falcatruas que resultam em polpudas verbas para seus cofres. A Folha consegue fazer uma matéria asséptica semelhante aos milagres bíblicos. Consegue, assim, fazer um trem passar pelo buraco de um agulha, sem Ky, mas tranca as canetas do Haddad no túnel do Maluf.

Ao cabo os 197 milhões se resolverão igual ao helicóptero com 450 kg de pó! Cheirados!

Propina do cartel pode chegar a R$ 197 mi

Em depoimento sigiloso à PF, delator do esquema afirma que suborno variava de 5% a 9% do valor dos contratos

Acusado de receber dinheiro, secretário de Alckmin nega acusação e afirma que relato de conversa é mentiroso

FLÁVIO FERREIRAMARIO CESAR CARVALHODE SÃO PAULO

A propina paga pelo cartel de empresas acusado de fraudar licitações do Metrô e da CPTM pode chegar a R$ 197 milhões, segundo depoimento sigiloso da testemunha-chave da investigação, o ex-diretor da multinacional Siemens Everton Rheinheimer.

A Folha obteve a íntegra do depoimento que o executivo deu à Polícia Federal, em que ele aponta três secretários do governo Geraldo Alckmin (PSDB) como destinatários de propina e detalha percentuais pagos pelo cartel.

Segundo ele, a Siemens e seus parceiros pagaram 9% para fornecer trens à linha 5 do Metrô em 2000, um contrato de R$ 1,57 bilhão, em valores atualizados. Se o percentual estiver correto, a propina paga só nesse caso teria alcançado R$ 141 milhões.

O executivo disse à PF que informou esses percentuais na época ao então deputado estadual Rodrigo Garcia (DEM), presidente da Comissão de Transportes da Assembleia Legislativa do Estado, e concluiu que ele, "por lógica, também recebia valores oriundos da propina paga".

Garcia, hoje secretário do Desenvolvimento Econômico em São Paulo, nega ter mantido a conversa narrada por Rheinheimer (leia ao lado).

O executivo depôs no ano passado após um acordo com o Ministério Público Federal, em que se comprometeu a colaborar com as investigações e revelar o que sabe sobre a prática de corrupção por fornecedores do Metrô e da CPTM. Em troca, ele poderá sair do processo sem punição.

O caso foi encaminhado no ano passado ao STF por causa das acusações a Garcia e outros dois auxiliares de Alckmin, o chefe da Casa Civil, Edson Aparecido, e o secretário de Energia, José Aníbal. Eles são deputados federais e por isso só podem ser investigados com autorização do STF.

Ao encaminhar o caso ao Supremo, o juiz federal Marcelo Cavali classificou como frágeis os indícios de que eles receberam propina. No atual estágio das investigações, a única coisa que existe contra os três é o depoimento de Rheinheimer. O STF espera um parecer da Procuradoria-Geral da República para decidir o que fazer com o caso.

‘PONTO DE CONTATO’

Segundo o executivo da Siemens, o encontro com Garcia foi agendado pelo consultor Arthur Teixeira, suspeito de intermediar o pagamento de propina das empresas para políticos do PSDB e funcionários do Metrô e da CPTM.

O delator disse à PF que procurou Teixeira porque um assessor da CPTM, Ricardo Ota, lhe avisou que o consultor repassava aos políticos só 5% do valor da propina e ficava com o resto do dinheiro.

O executivo disse à polícia que pediu a Teixeira para falar "com o político, o cara que resolvia, o ponto de contato, porque queria conhecer o cliente final". Teixeira então marcou o encontro com Garcia, segundo o depoimento.

Rheinheimer afirmou à PF que contou a Garcia que o suborno seria de 5% sobre o valor de um contrato de manutenção de trens da CPTM, de 8% no caso de um programa de manutenção da CPTM e de 7% nos contratos para a extensão da linha 2 do Metrô.

O ex-diretor da Siemens diz que, com a eleição de Garcia para a presidência da Assembleia, em 2005, o presidente da CPTM, Mário Bandeira, avisou que "deveria passar a tratar com José Aníbal, deputado estadual que ficou responsável pelos contatos políticos e com os pagamentos de propinas pela empresa".

Aníbal, que nega ter praticado irregularidades, era vereador da cidade de São Paulo nessa época e diz que não conhecia Bandeira e Garcia.

Rheinheimer disse à PF que Aníbal nunca o atendeu, mas mandava que procurasse um auxiliar, Silvio Ranciaro, tucano que foi vice-prefeito de Mairiporã. Aníbal diz que a alegação é mentirosa.

06/02/2014

Gilmar Dantas

Filed under: Antonio Mahfuz,Gilmar Dantas,Gilmar Dementes,Gilmar Mendes — Gilmar Crestani @ 8:50 am
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Afinal, o que é mais suspeito: um Ministro do STF, na calada da noite, soltar um páreo de Habeas Corpus em favor de um banqueiro pego no ato de corromper, ou Genoíno  pagar fiança com a ajuda da militância petista? Aliás, o que Gilmar Mendes acha da foto do Joaquim Barbosa confraternizando com o fugitivo da justiça, Antonio Mahfuz. Quando Gilmar Mendes vai se pronunciar a respeito da lista de Furnas, aquela em que aparece o nome dele? Ou a respeito do dinheiro que rolou das contas da Siemens e Alstom para seus correligionários? Quem é mesmo o jagunço de Planaltina?
O mais engraçado nesta dobradinha entre STF e Grupos Mafiomidiáticos é a ideia que o povo não percebe essas manobras coordenadas pelo Instituto Millenium.
Alguém viu, ouviu ou leu alguma preocupação de Gilmar Mendes a respeito dos desvios de milhões da Alstom e Siemens pelo P$DB? Qual é mesmo a opinião de Gilmar Mendes a respeito da sonegação de R$ 650 milhões da Globo? O que ele tem a dizer sobre os 450 kg de cocaína, no valor de R$ 50 milhões apreendidas num helicóptero do Zezé Perrella, cujo piloto é funcionário do Perrella e a Fazenda onde foi deixada a cocaína também era do Perrella, sem contar que a Assembléia Legislativa de Minas Gerais abastecia o helicóptero? Para esclarecer estes fatos, que podem chegar ao seu correligionário, Aécio Neves, ele pediu investigação! Por que ele nunca se manifestou a respeito da parceria da Veja com Carlinhos Cachoeira e Demóstenes Torres?
Com a ajuda do impoluto MP do Gurgel & Demóstenes Torres o STF de Gilmar Mendes e JB ainda vão conseguir provar que o dinheiro da fiança de Genoíno saiu da ALSTOM e Siemens. Tudo não passa de uma calúnia do PT para manchar a imagem imaculada do divino Partido Só De Banqueiros. Ou o Congresso acaba com o proselitismo político do STF ou o STF acabará fechando o Congresso.
Senador Suplicy diz que Gilmar Dantas é um analfabeto jurídico

André Richter, repórter da Agência Brasil

O senador Eduardo Suplicy (PT-SP) criticou hoje (4) as suspeitas levantadas pelo ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), sobre a origem do dinheiro doado por apoiadores do PT para pagar multas dos integrantes do partido condenados na Ação Penal 470, o processo do mensalão.

O senador disse que não há nenhuma irregularidade nas doações feitas aos condenados e que fez doações para ajudar a pagar as multas do ex-deputado federal José Genoino e do ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares. Ele não quis revelar o valor das doações. “Eu fui uma das pessoas que contribuíram. É mais do que legítimo que os cidadãos possam contribuir para algo que consideram adequado. Eu desafio o ministro Gilmar Mendes a mostrar onde é que existe lei que proíba isso. Acho que ele não conhece a lei brasileira”.

27/09/2013

Gilmar Mendes passa recibo: “– A Veja e a inVeja são coisas nossas!”"

 

Gilmar: fomos atacados por "blogs ligados a réus"

:

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, rebateu a crítica do colega Celso de Mello, que acusou a mídia de tentar "subjugar" um juiz; a fala do decano era dirigida especialmente à revista Veja, que ameaçou crucificá-lo caso votasse de maneira distinta de sua linha editorial, e ao Globo, do colunista Merval Pereira; “Muitos dos ministros ficaram sob um ataque fortíssimo de blogs e de órgãos de mídia que são fortemente vinculados a determinados réus. E nem por isso ninguém tem reclamado”, disse Gilmar

Brasil 24/7

19/09/2013

Magoei!

Filed under: Gilmar Dantas,Gilmar Dementes,Gilmar Mendes — Gilmar Crestani @ 12:12 am
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gilmarmendes

25/05/2013

Liberdade de expressão? Só com permi$$ão de Gilmar Dantas,

 

Com conta bloqueada, PHA diz viver como traficante

:

Jornalista da Record e do site Conversa Afiada teve suas contas bancárias bloqueadas em processo movido pelo banqueiro Daniel Dantas; sua condenação soma R$ 450 mil; ele diz que hoje não pode ir ao banco e "vive a dinheiro vivo"; segundo o site Conjur, investigação sobre a Operação Satiagraha, poderá também atingi-lo

25 de Maio de 2013 às 13:27

247 – O jornalista Paulo Henrique Amorim, do blog Conversa Afiada e da Record, comenta hoje a decisão do ministro Dias Toffoli, que acatou pedido da procuradoria-geral da República e mandou investigar a conduta do delegado Protógenes Queiroz durante a Operação Satiagraha. A investigação, segundo o site Consultor Jurídico, poderá atingir o próprio Amorim.

Ao comentar o caso, PHA também revelou que foi condenado a indenizar o banqueiro Daniel Dantas em R$ 450 mil e diz que teve suas contas bloqueadas. Amorim afirma estar condenado a "viver como traficante", impedido de ir ao banco e obrigado a operar "em dinheiro vivo". Leia abaixo o texto do blogueiro:

Nesta semana, também, o imaculado banqueiro conseguiu decisão judicial para interditar as contas bancárias do ansioso blogueiro.

O fato, como sempre, foi imediatamente noticiado por um bajulador jurídico que presta serviços de natureza “Double” ao imaculado banqueiro, fato que se registrou no “Sistema Dantas de Comunicação”.

Na verdade, a Justiça do Rio deu ganho de causa ao imaculado banqueiro para sequestrar das contas do ansioso blogueiro R$ 100 mil duas vezes, e R$ 250 mil uma vez.

No caso dos R$ 250 mil, o excelente advogado Cesar Marcos Klouri obteve histórica decisão do Ministro Celso de Mello, que se inscreve nabatalha pela liberdade de expressão no país.

(Amigo comum diz que o novo ministro do Supremo, o Dr Barroso, que talvez tenha que responder a algumas perguntas do senador Suplicy na sabatina,também é infatigável defensor da liberdade de expressão.)

A decisão de Celso de Mello, breve, se comunicará com as outras duas e as contas do ansioso blogueiro se reabrirão.

Por ora, ele é obrigado a viver como traficante de cocaína e doleiro: funciona a dinheiro vivo.

Cinquenta e quatro anos de jornalismo profissional e não pode ir ao banco.

Paciência.

Viva o Brasil !

O professor Comparato obteve na Justiça vitória memorável, quando provou que o anistiado Coronel Ustra matou o Merlino.

Por isso, Ustra foi obrigado a indenizar a família de Merlino em R$ 60 mil.

Por dizer que o imaculado banqueiro foi apanhado no ato de passar bola, como demonstra irrefutável reportagem do jornal nacional, o ansioso blogueiro é condenado, no Rio, a pagar R$ 450 mil.

Viva o Brasil !

O ansioso blogueiro só não foi incluído nessa inacreditável decisão do Ministro Toffoli, porque é jornalista.

O juiz Ali Mazloum, que origina a estapafúrdia denuncia que, por acaso, beneficia Dantas, chegou a mencionar o ansioso blogueiro como um dos responsáveis pela Operação Satiagraha.

Sim, porque é isso o que diz o imaculado banqueiro: que, numa conspiração sinistra, o ansioso blogueiro, o delegado Protogenes e o empresario Demarco se reuniam na caverna do Ali Babá (ou do Bin Laden, em Bora Bora) para engendrar uma operação da PF determinada pelo ínclito Dr Paulo Lacerda, e conspurcar a reputação daquele que a Justiça da do Reino Unido considerou um caráter sem jaça.

Em cortês resposta ao Juiz Mazloum, o ansioso blogueiro confessou, sim, que telefonou para o Protogenes e o Demarco.

Assim como, na qualidade de ansioso jornalista, telefonou para o Ligue-Taxi, o Disk-Sushi, o Vaticano, a Casa Branca, o gabinete do (então) senador Heráclito Fortes, o Palácio dos Bandeirantes no Governo Cerra, e para uma anaconda que adormece na selva equatoriana.

A ação continuou e, pelo que diz a Folha, o brindeiro Gurgel (brindeiro com o Aécio, o Randolph, o Demóstenes, a Roseana, a Privataria Tucana, … porque, com os petistas e para comprar tablets ele é lépido) preferiu não abrir o sigilo telefônico e bancário do ansioso blogueiro.

Uma pena.

O ansioso blogueiro gostaria de compartilhar com ele e o Ministro Toffoli algumas informações muito interessantes, encobertas, hoje, provisoriamente, pelo sigilo a que blogueiros sujos do Brasil não tem direito.

Viva o Brasil !

Por essas e outras não deve surpreender que Dantas e Eduardo Cunha tenham sitiado o Governo e a Câmara por conta (sem trocadilho)  da MP dos Portos – clique aqui para ler “Eike não é Dantas”.

E você ainda não viu nada, amigo navegante.

Vem aí o Código das Minas.

Por coincidência, Dantas é minerador.

Entre outras atividades.

Em tempo: como se sabe, um dos princípios morais que regem a carreira do imaculado banqueiro um deles estabelece que vá à Justiça não para obter um direito. Mas, porque a ação judicial é um fim em si mesmo. Clique aqui para ir à aba “: Não me calarão” e comprovar que, ao fim e ao cabo,  o imaculado banqueiro perde na Justiça. Como o Eduardo Cunha perdeu TODAS na Câmara. Mas, nos dois casos, o meio é o fim.

Em tempo2: quando o Presidente Barbosa vai legitimar a Satiagraha ?

Paulo Henrique Amorim

Com conta bloqueada, PHA diz viver como traficante | Brasil 24/7

26/04/2013

STF, cego de raiva, vira instrumento de Corte!

O que está em curso é a preparação de um golpe made in paraguai. Se o Congresso não se antecipa, em 24 horas Gilmar Mendes, aos moldes dos dois habeas corpus concedido a Daniel Dantas em menos de 24 horas, pode mudar o sistema de presidencialista para realeza. E ele já tem seu rei, que não é necessariamente o banqueiro… A agressividade da mídia com Lula e Dilma pode estar indicando que os guris estão gritando porque por traz tem os EUA. Os EUA estiveram, desde sempre, por traz de todos os golpes na América Latina. Estiveram recentemente em Honduras, na Venezuela, no Paraguai, em Honduras… A justiça é cega, mas os EUA não!

Para entender a extrapolação dos limites pelo STF basta pensar em sentido contrário. E se o Congresso se intrometesse na tramitação dos processos no STF? Será que o STF não poderia esperar seu tempo e julgar, caso fosse provocado, eventual ilegalidade ou inconstitucionalidade de um lei. O que não poderia é julgar um processo legislativo, independentemente do mérito. Imagine se toda vez que algum Ministro entender que determinado projeto atente quanto aos ditames da Constituição e resolva, antes de concluída toda tramitação, cancelar todo o processo que envolve as duas casas do povo.  É ou não é intromissão? O que fica bem evidente é a aliança das oposições: Mídia, PSDB, STF.

Estava escrito. E começou lá trás, com Ilmar Galvão dando pitacos em todo e qualquer assunto político. Marco Aurélio Melllo, como mariposa, ocupa diuturnamente holofotes para se imiscuir em assuntos políticos. Gilmar Mendes foi posto lá por FHC menos para ser Ministro do STF mais para ser advogado das falcatruas do PSDB. Joaquim Barbosa, pela sua incapacidade de controlar a própria língua, já dispensa apresentações. E Fux é Fux! E tudo isso não seria nada não fosse o medo atávico que todos têm dos grupos mafiomidiáticos. E a prova de que os Ministros têm atuado como ventríloquos da velha mídia está na festa com que anunciam hoje a intromissão do STF nos processos legislativos: CRISE!

Congresso reage a STF e acirra crise entre Poderes

Cúpula do Legislativo diz que tribunal promove ‘invasão’ e ‘intromissão’ indevidas

Em recurso enviado ao Supremo, Senado afirma que existe o risco de corte exercer ‘um suprapoder’

GABRIELA GUERREIROMÁRCIO FALCÃOERICH DECATDE BRASÍLIA

Integrantes da cúpula do Congresso Nacional acusaram ontem o Supremo Tribunal Federal (STF) de "invasão" e "intromissão" na pauta legislativa e acirraram a crise entre os dois Poderes.

Depois de várias reuniões com líderes partidários, o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), apresentou um recurso para que o tribunal reveja uma decisão que suspendeu a tramitação de um projeto.

No recurso endereçado ao STF, o Senado afirma que o tribunal precisa se limitar a revisar e interpretar atos legislativos, sob o risco de passar a exercer "um suprapoder, desnaturando o pacto constituinte fundado na harmonia e na independência entre os Poderes".

O texto também afirma que a decisão do ministro do Supremo Gilmar Mendes constitui uma "gravíssima violação da ordem constitucional, porque abala o funcionamento da democracia".

Além disso, argumenta que o assunto em questão –criação de novos partidos– é de natureza política e que, portanto, torna "inviável imaginar que a decisão de 11 ministros do Supremo Tribunal Federal (ou que uma decisão monocrática) possa substituir as deliberações amplamente pluralizadas do Parlamento".

A crise entre o Judiciário e o Legislativo começou anteontem pela manhã, quando uma comissão da Câmara aprovou uma proposta que reduz os poderes do tribunal. Ministros do Supremo reagiram e acusaram a Câmara de querer dar respostas a julgamentos como o do mensalão, que condenou, entre outros, quatro deputados federais.

À noite, outra decisão –desta vez do STF– desagradou a deputados e senadores. O ministro Gilmar Mendes suspendeu, em decisão provisória, a tramitação no Senado do projeto que, ao inibir a criação de partidos, prejudica adversários da presidente Dilma Rousseff em 2014.

Ao suspender a tramitação, atendendo a pedido do PSB do governador Eduardo Campos (PE) –eventual rival de Dilma na disputa do ano que vem–, Mendes afirmou que a proposta foi analisada com "extrema velocidade" e representa "tentativa casuística" de alterar regras para a criação de siglas.

INVASÃO

"Da mesma forma que nós nunca influenciamos decisões do Judiciário, nós não aceitamos que o Judiciário influencie nas decisões do Legislativo", afirmou Renan.

Na mesma linha, o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), afirmou que o Congresso não aceita "intromissão" e que a Casa agiu de forma "correta e constitucional" ao aprovar o projeto.

Alves e Renan subiram o tom contra o STF porque foram cobrados por líderes de bancada e porque consideraram que a decisão de Mendes interfere em uma votação ainda em curso –sem a palavra final do Legislativo.

Os dois tiveram sucessivas reuniões ao longo do dia com aliados e consultaram ex-ministros do STF antes de disparar contra a decisão de Gilmar Mendes.

HARMONIA

Durante todo o dia petistas criticaram o Supremo. O senador Humberto Costa (PT-PE) disse que a decisão de Gilmar Mendes "quebra a harmonia entre os poderes".

O senador Aécio Neves (PSDB-MG), possível candidato em 2014, defendeu a liminar. "O preocupante é a visão autoritária dos inquilinos do poder que agem como proprietários do Estado."

19/01/2013

Gilmar Mendes, mentor do golpismo

Filed under: Gilmar Dantas,Gilmar Dementes,Gilmar Mendes,Golpismo — Gilmar Crestani @ 11:33 am

Com um ideólogo como este, a direita coordenada pela Instituto Millenium até pode dobrar os que não têm cérebro, mas não dobra a esquina.

Gilmar sugere tirar o leite das crianças

O Supremo Presidente Supremo já votou no Estadão sobre os recursos legais de que ainda dispõe o Genoíno: cadeia nele !

Na 581ª entrevista ao PiG (*) deste ano de 2013, Gilmar Dantas ressurge na primeira página do Estadão e numa página inteira (A4) para considerar ilegal o repasse de fundo a Estado.
“Em 31 de dezembro de 2012 a lei (de distribuição de recursos do Imposto de Renda, através do FPE – http://www.lrf.com.br/mp_op_fpe.html – PHA) deixou de integrar o ordenamento jurídico (sic). Logo, temos um vácuo.”

Navalha

Como o Congresso não votou a atualização dos critérios do FPE, a presidenta Dilma mandou entregar o dinheiro aos estados e municípios.

E garantir o leite das crianças.

O que ela poderia fazer ?

Suspender a distribuição de leite às crianças, enquanto o Congresso vota o FPE e o Supremo diz, agora, sim !

A entrevista é em cima de ovos.

O Estadão, como se sabe, é o microfone de preferência de Gilmar Dantas (**) para votar fora dos autos.

Quando era o Supremo Presidente Supremo do Supremo, foi aí, no Estadão, que ele pretendeu dar o Golpe do Estado da Direita, que ele chamou de “Estado de Direito”.

Foi quando ele concebeu o Golpe de Estado Espetacularizado do delegado Protógenes – por causa, é claro, da defesa do “ordenamento jurídico” que protegeu o imaculado banqueiro Daniel Dantas.

Neste sábado, Gilmar Dantas (**) “legítima”, com subterfúgios, a tentativa dos Chinco Campos (***) de governar o Legislativo, o Executivo e a Constituição.

Sobre a posse do deputado federal José Genoíno, eleito por 92 mil paulistas – um pouco menos de votos do que o Ministro Fux – , Gilmar Dantas (**) entende que a lei garante a posse de Genoíno.

Mas, …

“Essa questão deve ser analisada no plano político e institucional. Aí, obviamente, a questão se coloca num diálogo entre o parlamento e a sociedade.”

(Seria muito interessante promover, não é, amigo navegante ?, um diálogo entre o Supremo e a sociedade…)

E quem deve cassar o Genoíno: a Câmara ou o Supremo ?

Aí, o Supremo Presidente Supremo, que, segundo Mauricio Dias e Leandro Fortes na Carta Capital, não é Juiz, mas réu, banha-se em argumentos já expostos no colonismo (****) pigal:

“… vamos imaginar a situação de um parlamentar que tem que negociar com o carcereiro para comparecer a uma das casas do Congresso. Isso fala por si só.”

Primeiro, o Supremo Presidente Supremo vota, aí, no Estadão, publicamente sobre os recursos legais de que ainda dispõe o Genoíno: cadeia nele !

E daí: qual é o problema ?

O Genoíno, se condenado a pena de reclusão, sair da cadeia para votar na Câmara ?

Será ótimo !

Mostrar, num diálogo com a sociedade, como age o Supremo, em face da Máxima Soberania: a vontade popular.

E vamos ver, como sugeriu o então Ministro Joaquim Barbosa, se ele Gilmar Dantas (**) pode sair às ruas, sem a proteção de seus jagunços.

Porque o Genoíno pode sair às ruas.

Clique aqui para ler “Dirceu responde a Tarso Genro – esquecer o mensalão, como sugere Genro ? Não !”.
Paulo Henrique Amorim

Gilmar sugere tirar o leite das crianças | Conversa Afiada

10/11/2012

Gilmar: provas são fartas. E contra o Dantas, Mino?

Os estupros do Dr Roger eram fartos ou falsos?

Saiu no Estadão:

‘Há fartura de provas’, afirma Gilmar Mendes sobre mensalão

Para ministro, foi criada ‘lenda urbana’ de que não havia provas suficientes para condenar os réus
SÃO PAULO – O ministro do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes, afirmou nesta sexta-feira, 9, ao ser indagado sobre a dimensão do esquema que ficou conhecido como mensalão, investigado pela Corte, que “o que está submetido ao STF é talvez um pequeno porcentual do que ocorreu”. Na avaliação de Mendes, mesmo assim há “uma fartura de provas, como raramente se tem”, no processo e foi criada uma “lenda urbana” de que não havia provas suficientes para condenar os réus.
Mendes, que participa em São Paulo de um evento da Escola da Advocacia Geral da União (EAGU), admitiu que o julgamento do processo no STF – na fase de dosimetria de penas – não deve terminar antes da aposentadoria do presidente da Corte, Ayres Britto. Ele deixará a casa compulsoriamente no dia 18, após completar 70 anos. “Nós temos só duas sessões e, por milagre, pode ocorrer (o fim do julgamento)”, ironizou. A expectativa de Mendes, contudo, é que o julgamento termine ainda este ano.
Passaportes. Questionado sobre as críticas feitas pelo ex-ministro da Casa Civil José Dirceu, sobre a retenção de passaporte dos condenados no processo, Mendes defendeu a decisão, tomada pelo ministro relator Joaquim Barbosa, e defendeu a cautela adotada pelo colega. “Até porque o juiz que conduz o processo depois fica com a responsabilidade sobre esse tema”, afirmou o ministro.
Mendes citou como exemplo o caso do médico Roger Abdelmassih, a quem ele próprio concedeu uma liminar para que pudesse em recorrer em liberdade da condenação por estupro e atentado violento ao pudor. Abdelmassih fugiu no início de 2011, segue desaparecido e procurado pela Interpol e supõe-se que ele tenha saído do País.
Ainda sobre as manifestações de Dirceu acerca de um possível cerceamento da liberdade de expressão e sobre a realização de um julgamento político do STF, Mendes rebateu: “não há nenhum julgamento político, o julgamento tem sido extremamente cuidadoso. Raramente vai haver um caso examinado com tanto cuidado”, concluiu.


Navalha

Se tem um juíz que entende de “fartura” é Gilmar Dantas(*).

Nem um vídeo do jornal nacional é fartura suficiente.

E os estupros comprovados do Dr Roger ?

Não eram estupros “fartos”?

Cadê o farto áudio do grampo ?

E quando foi “chantageado”, por que o Supremo Ministro não denunciou o chantagista à Polícia ?

Ou as provas não eram fartas ?

Hein, Mino ? (Clique aqui para ler o editorial da Carta desta semana .)

Logo o Ministro Supremo, que o Leandro Fortes e o Mauricio Dias localizaram na farta generosidade do governador tucano Eduardo Azeredo.

O Supremo Presidente Supremo considera que o mensalão (o do PT) é só a ponta do iceberg

Ali embaixo ainda tem muito angu.

Será o “safo” ? Qual dos “safos” ?

O Ministro de fartas provas vai incriminar os tucanodantas ?

Ou não será preciso, como disse o nobre Senador Demóstenes, “mandar subir” ?

Ou ele vai se dar por “impedido”?

( Será que o Ministro Supremo pensa que o amigo navegante é um parvo ?)

Paulo Henrique Amorim

Gilmar: provas são fartas. E contra o Dantas, Mino ? | Conversa Afiada

03/06/2012

O ato falho (reincidente) revelador de Noblat

Filed under: Gilmar Dantas,Gilmar Dementes,Gilmar Mendes,Ricardo Noblat — Gilmar Crestani @ 9:19 am

Por Marco Aurélio Mello, no blog DoLaDoDeLá:
Quem me chamou a atenção foi a Márcia Cunha.

– Você não viu o Noblat chamar o Gilmar Mendes de Gilmar Dantas?

– Como assim?

– Eu até fiz um print da página e mandei para você, abre lá!

Fui ver e não é que para o jornalista Ricardo Noblat, um dos maiores expoentes da mídia grande, Gilmar Mendes e Gilmar Dantas são a mesma pessoa? E eu pensei que essa história do Paulo Henrique Amorim era só uma brincadeira. Lembrei-me até daquele apresentador que num ato falho chamou a colega de merda. Ai ai viu. Tem uns que são traídos pela própria língua, não é mesmo?

Ato falho é um fenômeno descrito na obra do psicanalista Sigmund Freud. É um lapso causado pelo nosso inconsciente. Nosso, não, cara pálida, deles, hehehe.

Curiosamente a página foi reimpressa um minuto depois, mas para não deixarem vestígios tiveram o cuidado de "editar" a hora da postagem no blog que ficou mantida como 16h35m.

Altamiro Borges: O ato falho revelador de Noblat

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