Ficha Corrida

24/12/2015

Gilberto Dimenstein, o jumento da Folha

Filed under: Chico Buarque,Fascismo,Gilberto Dimenstein,Violência — Gilmar Crestani @ 9:21 am
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E ainda há gente que não descobriu quem chocou a horda fascista. Além dos donos, há penas de aluguel, como esta do Gilberto Dimenstein. Não existisse internet, e todos ficaríamos com as versões das cinco irmãs mafiosas (Folha, Estadão, Veja, Estadão, Globo & RBS). Eles são os verdadeiros chocadores do ovo da serpente.

Como o Dimenstein não é um idiota, só posso concluir que seus fascismo, seu estrabismo ideológico é de caso pensado. Não se trata de alguém manipulado, mas de alguém que, por interesses escusos, manipula. Se fosse um idiota eu perdoaria, como ele tem conhecimento suficiente para discernir, só posso achar que se trata de um fdp, de um mau caráter.

Desde quando é bate boca alguém ser interpelado na rua por quem não conhece e ser cobrado por suas posições políticas? Se isso não fascismo então não sei o que seja fascismo.

Maria Frô perde a paciência com Dimenstein: e se fosse o inverso?

publicado em 23 de dezembro de 2015 às 19:05

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por Conceição Oliveira, a Maria Frô, no Instagram

Não vejo petistas atacando na rua gente como Dimenstein, Noblat e o restante daqueles que perderam a vergonha em defender o golpe.

Petistas não  atacam nas ruas os tucanos envergonhados, desses que se dizem defensores da educação, mas apoiam Serra, Richa, Perillo, Aécio e o fechador de escolas e batedor de alunos: Alckmin.

Se os petistas agissem como esses asnos que tentaram acossar Chico, Dimenstein iria ver a ‘boa medida’ de aprovação dos governos tucanos que ele não cansa de defender.

Que sorte que entre os petistas não tem fascistas, asnos, gente ignara, estúpida e inútil.

PS do Viomundo: Em sua página no Facebook, a blogueira traz informações sobre o Rolezinho do Chico, marcado para o próximo dia 29 no Leblon, além da impagável reprodução abaixo:

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Maria Frô perde a paciência com Dimenstein: e se fosse o inverso? – Viomundo – O que você não vê na mídia

01/11/2011

A dimensão do Dimenstein II

Filed under: Gilberto Dimenstein — Gilmar Crestani @ 8:18 am
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Aqui a parte I

jornalismo_independenteAlguns sobrenomes denunciam a origem. Por certo, Pereira e Oliveira seriam cristão novos. Crestani, filho bastardo ou filhos de Cristo… Dimenstein só pode vir de um demente, de baixa dimensão… O Stein foi acoplado para não deixar dúvidas… Ele poderia começar falando sobre seu patrão e a tal de Ditabranda. Também poderia tecer considerações sobre a censura que seu patrão impôs ao Falha de São Paulo.

Paulo Teixeira: Dimenstein e o sentimento da minoria

por Paulo Teixeira

O jornalista Gilberto Dimenstein quis solidarizar-se com o ex-presidente Lula, mas não conseguiu. Em sua coluna “O câncer de Lula me envergonhou”, publicado pela Folha Online deste domingo (30/10), ele condena o preconceito de uma minoria que, neste momento, diz que Lula deveria se tratar no SUS, o Sistema Único de Saúde.

Em seu texto, Dimenstein faz alguns elogios a Lula e diz que o ex-presidente foi conivente com a corrupção. Baseado em quê?

Lula tomou uma série de providências no combate à corrupção durante o seu governo. Se não, vejamos.

Os procuradores gerais indicados pelo então presidente foram indicados sem o compromisso de aliviar a vida do governo, diferentemente do que ocorreu no governo FHC, quando o procurador geral era chamado de “engavetador geral da república”.

A Polícia Federal atuou com independência e autonomia funcional, prendendo inclusive um irmão do então presidente, que sequer foi indiciado depois.

A Controladoria Geral da República (CGU) foi instalada em todos ministérios, atuando como órgão de controle interno com mãos fortes.

Lula enviou para o Congresso Nacional duas legislações importantes de combate à corrupção: a legislação de acesso aos dados públicos, recentemente aprovada, e que exigirá a máxima transparência do Estado brasileiro; e a outra legislação importante, tramitando na Câmara Federal, pune o corruptor.

O texto do jornalista é paradoxal na medida em que, ao condenar tal minoria, a acompanha nos seus preconceitos.

Paulo Teixeira é Deputado Federal e líder do PT na Câmara

Paulo Teixeira: Dimenstein e o sentimento da minoria | Viomundo – O que você não vê na mídia

31/10/2011

Selvageria contra Lula foi "ensinada" pela imprensa

Enviado por luisnassif, dom, 30/10/2011 – 19:29

Autor: Weden

Não há porque o jornalista Gilberto Dimenstein se espantar com a falta de educação de leitores da Folha em relação à doença de Lula. Nem pode se surpreender quando olhar as caixas de comentários dos portais do Estadão, do Globo e da Veja, por exemplo.

A selvageria, que se esconde muitas vezes sob o manto do anonimato, nada mais é do que a continuidade do primitivismo jornalístico praticado por muitos dos seus próprios colegas de trabalho, seja na Folha, seja nos outros veículos acima citados.

O modo como os blogueiros selvagens da Veja – com especial atenção aos dois leões de chácara  Reinaldo Azevedo e Augusto Nunes – se referem ao ex-presidente, e o ódio que eles encarnam, não é muito diferente do modo como alguns representantes de uma classe média deseducada – felizmente, minoritária – se refere àquele que saiu do poder com 80% de aprovação.

Exercícios de falta de educação e decoro jornalístico podem ser encontrados em editoriais – um espaço que, por definição, deveria representar a voz respeitosa dos veículos – do Globo, da Folha e do Estadão, com xingamentos e referências sem escrúpulos a Luis Ignácio da Silva.

Assim como a repulsa mostrada por comentaristas e parajornalistas contra os eleitores de Lula resultou num clima de xenofobia e preconceito jamais observado publicamente neste país, a voz carregada de nojo e ódio de uma Lucia Hipólito – que  não conseguiu esconder o júbilo pela doença de Lula – ou de um Arnaldo Jabor, ou ainda de um Merval Pereira, produzem seus ecos no comportamento de leitores que não conheceram a civilidade e as regras de comportamento do espaço público.

Autores desqualificados produzem ou pelo menos atraem leitores desqualificados. Antes de se envergonhar dos leitores, Gilberto Dimenstein deveria se envergonhar de alguns nomes que compartilham com ele o mesmo ambiente midiático.

Selvageria contra Lula foi "ensinada" pela imprensa | Brasilianas.Org

11/09/2011

Dimenstein não gosta de petista

Filed under: Gilberto Dimenstein — Gilmar Crestani @ 9:41 am

Dimenstein, o mais rápido na hora de acusar o PT. Por que será? Não o vejo fazendo acusações institucionais ao PSDB. Quando alguém com o qual ele não concorda é do PT, acusa o partido. Quando é do PSDB, ele não lembra.. Já o PSDB, que gosta tanto de São Paulo que chegar a trata-lo como sua Capitania Hereditária, está descarrilhando aquela que já foi a locomotiva da Federação.

Petistas que não gostam de São Paulo

Entre os petistas que não gostam de São Paulo estão, pasmem, petistas paulistas –e, mais, eleitos para defender o Estado.

É a conclusão óbvia da notícia publicada pela Folha, revelando o incômodo de políticos do PT com a proximidade de Dilma Rousseff com Geraldo Alckmin em torno de obras de impacto.

Ocorre que essas duas obras são importantes para a cidade de São Paulo, em particular, o Estado de São Paulo, no geral, e, por consequência, para todo o Brasil. Uma delas é o Ferroanel, capaz de tirar a carga dos trilhos da cidade e liberar espaço para o transporte de passageiros. Sem contar a redução de poluição.

A segunda obra que conta com o apoio da presidente é a parte norte do Rodoanel.

Petistas alegam que, com isso, Alckmin ganha pontos em seus projetos políticos. Verdade.

O problema é que não importa para o cidadão comum. São duas obras que são consensualmente importante para melhorar a qualidade de vida dos paulistanos e reduzir o custo Brasil nos transportes.

É preciso não gostar de São Paulo (e muito) para não perceber essa obviedade. O que Dilma está fazendo é agindo como uma presidente, não como uma chefe de partido.

Gilberto Dimenstein

Gilberto Dimenstein, 54, integra o Conselho Editorial da Folha e vive nos Estados Unidos, onde foi convidado para desenvolver em Harvard projeto de comunicação para a cidadania.

Folha.com – Gilberto Dimenstein – Petistas que não gostam de São Paulo – 10/09/2011

15/08/2011

Covardes e selvagens

Filed under: Gilberto Dimenstein — Gilmar Crestani @ 9:38 am

É, seu Dimenstein, estes “covardes e selvagens”  são os mesmos que não queriam Metrô em Higienópolis… e dão contínuas reeleições à direita paulistana.

15/08/2011-07h36

Mais uma vítima num bairro nobre de São Paulo de atropelamento provocado, segundo testemunhas, pela combinação de alta velocidade e álcool –agora, uma professora da PUC (Maria Angelica Victoria), respeitada no mundo acadêmico. Será que os selvagens vão vencer?

Estou convencido de que, pela primeira vez, está se formando uma consciência sobre o massacre e uma disposição de sair do campo das intenções.

Jovens de classe média fazem mobilizações pelas ruas, motivados pela morte de amigos. A prefeitura de São Paulo iniciou na semana passada uma ofensiva para multar quem desrespeita a faixa de pedestre. A imprensa passou a dar atenção ao assunto.

Meu razoável otimismo está baseado no fato de que, a partir de agora, entre as várias formas de avaliar um prefeito, estará a contabilidade de mortes do trânsito, no geral, e atropelamentos, em particular.

Está em jogo a civilidade de toda uma cidade. Não é apenas selvageria, mas covardia um objeto de uma tonelada, feito de aço, atacar seres humanos desprotegidos

Gilberto Dimenstein

Gilberto Dimenstein, 54, integra o Conselho Editorial da Folha e vive nos Estados Unidos, onde foi convidado para desenvolver em Harvard projeto de comunicação para a cidadania.

Folha.com – Gilberto Dimenstein – Covardes e selvagens – 15/08/2011

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