Ficha Corrida

22/08/2016

Por que há mais empresários que políticos presos na Lava Jato?

Simples. Porque são especialistas em jogar o dinheiro público na privada. Não é por acaso que tão logo um golpista usurpa o cargo, a primeira cagada é falar em privatização. Quantos parafusos a Gerdau faria sem incentivo ou sonegação? O que seria da RBS e da Rede Globo sem os financiamentos dos bancos estatais? BNDES, Banco do Brasil e Banrisul são especialistas em salvar estas privadas da descarga eterna.

Não existiria o Tiririca da Serra sem o apoio ostensivo da RBS. Não existiria cleptocracia sem o papel decisivo da plutocracia que a finanCIA! Não existiria golpe de estado sem apoio despudorado da Rede Globo e suas filiais. Hoje, as tvs são sinônimo de golpe. Não pode haver democracia onde as cinco irmãs (Abril, Estadão, Folha, Globo & RBS) mandam. O golpe delas não é um ato, é um modo de vida, construído paulatinamente, diariamente, enquanto existam.

Basta comparar o número de empresários com o de políticos presos na Lava Jato. A plutocracia leva medalha de ouro. É por isso que todo corrupto vilipendia as políticas públicas e endeusam as privadas.

Golpistas, tiriricas e chifradas, por Wilson Ramos Filho

Golpistas, tiriricas e chifradas, por Wilson Ramos Filho

dom, 21/08/2016 – 15:20

Atualizado em 21/08/2016 – 15:40

Sugerido por Carol Proner

Jornal GGN – O artigo a seguir, do professor da UFPR, Wilson Ramos Filho, é inédito e sairá na edição imprensa do livro “Classe Trabalhadora e Resistencia ao Golpe de 2016”. O docente faz uma interessante, e irônica comparação, entre os fatos que antecederam e sucederam o golpe de Estado no Brasil.

Golpistas, tiriricas e chifradas

Wilson Ramos Filho

Na Espanha há aficcionados por touradas que sabem histórias, narram corridas antológicas, veneram toureiros e admiram touros valientes, os que lutam bastante antes do golpe final.

Durante o período de "instrução" da farsa do impeachment no Senado brasileiro, no início de julho de 2016, um toureiro desconhecido entrou para a história: ao invés de matar, morreu em Teruel, Aragon. Levou uma violenta cornada no peito e verteu sangue na areia tantas vezes lambuzada, há séculos, pelo viscoso e rubro sangue de miúras. O touro de Teruel, anônimo até então, também entrou para a história.

Muito provavelmente ninguém de fora de Teruel, ainda que fã da tauromaquia, saberia quem era o tal Victor Barrio que entrou para a história da pior maneira possível para um toureiro: foi corneado e estrebuchou na arena à vista de todos, de quem estava ao sol e dos que, à sombra, ensaiavam olés e bravos um pouco melhor acomodados.

Muitos dos que são contra touradas festejaram a morte de Victor Barrio; quem o conhecia passou a admirá-lo (mais pela morte que pela pouca vida de touradas medíocres, é verdade), pois também na Espanha defuntos costumam ser indultados pelos defeitos reais ou presumidos que lhes são atribuídos.

O certo é que o valente miúra que, morto, provavelmente teria suas duas orelhas oferecidas à autoridade presente, foi sacrificado nas cocheiras, como reza a tradição, sem qualquer pompa. Quem confiaria em quem mete chifres, corneia, usurpa o protagonismo que não lhe cabe? Passado o momento do aplauso, vem a sentença, inequívoca e severa: morrerá como uma vaca, suas orelhas não serão disputadas como troféu, nenhum taxidermista empalhará sua cabeça, ninguém reivindicará seu robusto rabo para guisar a tradicional cola de toro, tão mais saborosa quanto mais brigador for o touro. A dele foi uma morte sem glamour, sem memorização, uma expiração, nada mais, virou carcaça.

A morte do toureiro que entrou para a história como não pretendia, na conjuntura brasileira em que se desenvolve um Golpe de Estado, convida à reflexão. O Brasil tem uma elite econômica medíocre. Os políticos financiados por essa gente não são menos desprezíveis. Financiadores e financiados são como tiriricas, nome de uma praga que infesta plantações com raízes profundas que dificultam sua erradicação. Empresários corruptos e corruptores tramaram o Golpe de Estado por intermédio de um fraudulento processo de impeachment conduzido pela pior composição que o Parlamento brasileiro já teve.

Um palhaço, por profissão, chamado Tiririca, foi eleito Deputado Federal na atual legislatura. As elites econômicas e uma significativa parcela do estrato síntese da nova pequena-burguesia barnabé meritocrata, que sempre ridicularizaram o Deputado Tiririca por seu suposto analfabetismo, o aplaudiram quando – ao contrário do que havia anteriormente anunciado – resolveu apoiar o Golpe Parlamentar. Ignorante, Tiririca pensa que agora sim, agora será finalmente aceito por seus pares e pelas classes médias que até a semana passada dele desdenhavam. Barnabés incautos, espelhando-se no empresariado que tanto admiram, como Tiririca, baliram "fora Dilma" pensando que "agora sim" com o golpista entronado teriam seus holerites fornidos.

Sempre achei que Tiririca não destoava na Câmara dos Deputados. Conheço alguns deputados de raciocínio tão primário quanto o dele. Devo confessar, contudo, que nem nos meus piores pesadelos imaginaria a quantidade de tiriricas que infestou o Congresso Nacional nas últimas eleições. A falta de compostura daqueles tiriricas, acabrunhado admito, envergonhou-me quando tive acesso aos melhores jornais internacionais depois daquela memorável tarde de domingo, em que mais de trezentos corruptos autorizaram a abertura do processo de cassação da vontade popular.

Os empresários presos na “Operação Lava Jato”, de igual modo, não destoam da maioria do empresariado brasileiro. São aquilo: querem benefícios do Estado e defendem o livre mercado, consideram "normal" sonegar impostos e direitos aos seus empregados. Esses tiriricas que conspiraram para que sua ideologia chegasse ao governo, com o Golpe, desde há muito infestam a história de nosso país e nos envergonham.

O Brasil, por culpa desses tiriricas, foi ridicularizado mundialmente. E não por conta do Deputado Tiririca, nem sabem que ele existe. A imprensa de vários países preferiu destacar os votos criminosos dos irmãos Bolsonaro fazendo apologia da tortura, daqueles desqualificados da "bancada cristã", invocando um deus tão venal quanto eles (promete o paraíso e a salvação a quem pagar adiantado com sua fé e com seu dízimo), dos hipócritas que votaram "pela família", além de outras bizarrices que foram citadas com cruel ironia. Um vexame de proporções globalizadas. O mundo capitalista reconheceu o triste episódio em que o Brasil, por seus tiriricas, igualou-se a uma republiqueta: a bolsa de valores despencou e o dólar subiu. Os bregas que adoram "maiame" ficaram decepcionados, pois não vai dar para "toda hora comprar ternos", mal cortados, na meca dos medíocres.

As empresas viram despencar seus ganhos depois que o usurpador assumiu o governo temporário. Os barnabés que bateram panelas e desfilaram com a camiseta da CBF, apesar de seus déficits cognitivos decorrentes da ideologia meritocrata, já começam a desconfiar que militaram contra seus próprios mesquinhos interesses. Esses e outros tiriricas que conspiraram para o Golpe que, ao final, só beneficiou o capital financeiro e as grandes indústrias, como Victor Barrio, foram corneados.

Não nos enganemos, todavia, não são todos tiriricas. Entre os golpistas há ainda os traidores mau-caráter (entre os quais os que até ontem detinham cargos no governo à custa de chantagens diversas) e há aqueles, muito piores, ideológicos, que conduziram os tiriricas à efêmera fama no teatro de horrores do dia 17 de abril e que passaram a ser os principais agraciados em um "novo" governo, muito parecido com os que tivemos até 2002. Estes são a minoria que conduz os tiriricas. Com tristeza reconheço que a imensa maioria dos deputados e deputadas que envergonharam o Brasil não é diferente do estrato social a quem eles representam.

Há milhares de tiriricas que, mesmo sabendo que estariam elegendo um mau-caráter traidor que teria por "vice" um escroque, estufaram o peito para gritar "fora PT" com um ódio irracional, digamos, típico do PSTU, mesmo sabendo que o oposto da socialdemocracia (petista) seria o neoliberalismo que reduz gastos públicos, que reduz a massa salarial, a quantidade de dinheiro que circula na economia. Foram centenas de milhares os que desfraldaram as bandeiras que a brisa do Brasil beija e balança, tangidos por uma onda fascista que objetivou acabar com as políticas públicas para pobres, para coletivos vulneráveis de populações campesinas, LGTB, indígenas, negros e deserdados de um modo geral.

Esse ódio é de classe, bem verdade, mas é também transversal: milhares de gays, de negros, de pobres, de funcionários públicos, de bolsistas do PROUNI e do FIES, de marginalizados historicamente pelo capitalismo brasileiro, contaminados pelo ódio difuso, no dia seguinte do afastamento da Presidenta festejaram a "vitória" contra o "governo do PT". Conheço vários que teriam todos os motivos racionais para serem contra o rompimento da ordem institucional e que se aliaram aos golpistas. São todos tiriricas. Nas eleições passadas vários candidatos se apresentaram como "renovação" empunhando causas específicas como a "do povo cristão contra a degradação dos costumes", a do "190 km/h é crime", a dos deficientes, a dos ciclistas, a dos "corretores de seguro", a "do povo assembleísta", entre outras.

Alguns foram eleitos e no espetáculo televisionado prestaram homenagem aos tiriricas que votaram neles. Muita gente inteligente que por motivos diversos havia votado naqueles deputados tiriricas se remoeu de raiva, de remorso. Esses não são tiriricas, só entraram na "moda pós-moderna" dos "reconhecimentos" de identidades quase tribais, sempre parciais e de grupos e estamentos. Doravante, antes de votar para deputado ou para vereador, se perguntarão a que classe social pretende servir o candidato. Aprenderam da maneira mais difícil. O slogan de campanha do Deputado que sintetiza o padrão intelectual e ético da atual composição do parlamento brasileiro era "vote em Tiririca, pior que tá não fica" e com ele teve uma votação assombrosa. Pois é. Ficou. O slogan "não vou pagar o pato" do grande empresariado paulista vingou. Com o Golpe e com a ideologia que o sustenta já aumentou a concentração de renda, o desemprego e a miséria. Para isso deram o Golpe.

Os demais, os pequenos empresários que dependem da renda dos trabalhadores para vender seus serviços ou produtos, os funcionários públicos, os profissionais liberais, todos perderam. Alguns já se deram conta disso. Outros, leitores da Veja, mais lentos, tardarão um pouco mais. Os intelectuais a soldo e os ultravaidosos que imaginavam ficar famosos aderindo aos golpistas, os que rasgaram suas biografias deixando de se contrapor frontalmente ao Golpe, como Victor Barrio, entraram para a história, mas não como pretendiam. Haverá quem festeje quando forem passados por inevitáveis chifres (quem confiaria em trânsfugas?), outros tentarão sem sucesso perdoar-lhes o golpismo, conclamando à temperança e à concórdia.

O Brasil passa uma enorme vergonha internacional por causa dos tiriricas que ainda estão comemorando, avoados, o prenúncio do que – se não houvesse a resistência – poderia ser um desastre para os Direitos Sociais, para as políticas públicas para pobres e para os Direitos dos Trabalhadores. O governo do Usurpador e as cúpulas dos partidos que representam a maioria tiririca dos deputados já descartaram o Tiririca e o escroque que presidiu a abertura do processo de impeachment. O empresariado delinquente que conduziu o Golpe descartará parte dos tiriricas que infestam o Congresso. Como o touro que corneou o medíocre toureiro em Aragon, estes e outros tiriricas, inclusive o camisa preta que por enquanto ainda é incensado, serão oportunamente sacrificados, sem honras. Os golpistas não terão tanta sorte.

Sobreviverão para escutar, pelo resto de suas vidas, que são golpistas e serão responsabilizados pelos retrocessos sociais que não conseguirmos evitar. Entraram para a história como o toureiro de Teruel, da pior maneira possível.

*Wilson Ramos Filho, doutor, professor de Direito do Trabalho na UFPR (Curitiba) e no Doctorado en Derechos Humanos, Interculturalidad y Desarrollo na UPO (Sevilha), advogado de sindicatos e movimentos sociais.

Golpistas, tiriricas e chifradas, por Wilson Ramos Filho | GGN

25/07/2016

Plebiscito separatista é para poderem comemorar mais uma derrota

O hino rio-grandense é a única música para muitos gaúchos. Mas, de tão embotados, sequer se dão conta, ou quiçá por isso, do que cantam: “povo que não tem virtude acaba por ser escravo”, e “sirvam nossas façanhas de modelo a toda terra”. Tudo isso vem sendo cuidadosamente cevado, por anos a fio, pela RBS. Os negros e índios viraram escravos porque “não tem virtude”?! Que façanha deve ser vista por toda terra além do Manpituba? A derrota dos farroupilhas?!

Pois é, então vamos buscar algumas razões para separar do Brasil os três estados do sul:

A Ponte da Amizade com o Paraguai, por onde um dos heróis da república separatista fazia escambo, Newton Ishii?!

Álvaro Dias como nosso embaixador no Paraguai?!

Beto Richa e Yeda Crusius, com Fernando Francischini, de executivo, seriam exemplos para a educação do novo país?!

Lírio Parisotto para a Secretaria das Mulheres?!

Se Paulo Odone fosse o Presidente do novo país, a OAS construiria todas as sedes. O primeiro decreto seria para financiar a compra da Arena pelo Grêmio só para depois poder vender o Grêmio e a Arena juntos para a empreiteira do Piffero;

Luis Carlos Heinze cuidaria da nossa Funai e da igualdade racial?!

Luis Carlos Prates seria responsável pelo trânsito?!

A família Germano ocuparia, além da distribuição de Biscoitos Zezé, também dos assuntos da famiglia?!

O Gerdau cuidaria, além da fábrica de parafusos financiada pelo FUNDOPEN, também dos julgamentos do CARF?!

Augusto Nardes seria o Presidente do nosso tCU?!

Nosso banco central seria comandado pelos donos ou pelos correntistas do Portocred?!

PP gaúcho cuidaria do braço gaúcho da Petrobrás ou daria origem ao ramo da Família Real!?

O presidente do parlamento seria Jardel?!

Se não temos mais a CRT o que o PMDB terá de entregar à RBS?!

Sem IBOPE ou DataFalha, a CEPA terá exclusividade para abastecer a RBS com pesquisas?

Olívio Dutra seria conduzido coercitivamente para qual presídio, de Charqueadas, Presídio Central ou Ilha do Presídio?!

Políbio Braga seria o porta-voz?

O Tiririca da Serra seria Ministro das Obras da Tumeleiro?!

Rodin seria considerado herói da nova pátria?

Só tenho uma certeza: a vitória dos separatistas garantiria a continuidade das comemorações pela perda da Revolução Farroupilha, mas logo esqueceriam a vitória plebiscitária.

Grupo organiza plebiscito informal para separar o Sul do resto do Brasil

Edu Andrade – 22.jul.2016/Folhapress

Os separatistas Gilberto Miranda, Edison Estivalete Bilhalva, Anidria Rocha e Liziney Barreiro

Os separatistas Gilberto Miranda, Edison Estivalete Bilhalva, Anidria Rocha e Liziney Barreiro

PAULA SPERB
DE COLABORAÇÃO PARA A FOLHA, EM PORTO ALEGRE

25/07/2016 00h58

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A gaúcha Anidria Rocha, 46, administra 20 grupos de Whatsapp e acompanha centenas de outros. O requisito para fazer parte é simpatizar com a causa "O Sul é Meu País", que deseja separar Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul do Brasil.

Moradora de São Jerônimo (a 70 km de Porto Alegre), a empresária lidera o movimento que organiza um plebiscito informal marcado para outubro, com 4.000 "urnas" nos três Estados.

A votação ocorrerá no dia 2 de outubro, simultaneamente às eleições municipais, das 8h às 17h. As urnas estarão a pelo menos cem metros dos colégios eleitorais.

A cédula fará a pergunta: "Você quer que o Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul formem um país independente?".

A meta é alcançar 1 milhão de pessoas, o equivalente a 5% dos eleitores do Sul. Voluntários irão bancar custos de urnas e cédulas.

Segundo o promotor gaúcho Rodrigo Zilio, do gabinete eleitoral, a votação não tem legalidade, mas é permitida. Para ter algum valor, o plebiscito deveria seguir a lei 9.709, o que exigiria que fosse aprovado pelo Congresso e sob regulação da Justiça Eleitoral.

PELO MUNDO

O grupo argumenta que movimentos separatistas são comuns. "Falam em 400 movimentos por independência no mundo. A cada ano, três ou quatro países se separam", diz Anidria.

O último país a se tornar independente foi o Sudão do Sul, em 2011. Além deste, ela cita Namíbia, Timor-Leste, Eritreia e Palau como frutos de processos de separação.

Apesar de o primeiro artigo da Constituição definir que a república brasileira é "formada pela união indissolúvel dos Estados", o grupo pretende pleitear a ideia junto a órgãos internacionais.

Além da ONU, o resultado será levado para a Unpo, organização internacional que defende minorias não reconhecidas e seus territórios.

Os militantes comparam a iniciativa com o desejo separatista da Catalunha, na Espanha. Um jornal catalão publicou em março matéria com o título "El sur de Brasil sigue los pasos de Catalunya".

O movimento sulista, porém, é mais jovem. Foi fundado há 23 anos, em um congresso em Laguna (SC), com o liderança de Adílcio Cadorin, ex-prefeito da cidade.

‘XENOFOBIA’

O historiador Tau Golin, da UPF (Universidade de Passo Fundo), define o ato como "xenófobo". "É um movimento antibrasileiro que mostra a dificuldade certos grupos têm de se integrar à nação".

Os separatistas, diz, "não admitem a ideia de pluralidade" e consideram descendentes de italianos e alemães, comuns no Sul, como "especiais" ou "raça superior".

O atrito ecoa no MTG (Movimento Tradicionalista Gaúcho). Para o autor de músicas típicas gaúchas Daniel Brasil, 54, o MTG não defende abertamente o separatismo.

"Os caras comemoram uma coisa que ninguém ganhou nada", diz o artista sobre a Revolução Farroupilha, que queria criar a República Rio-Grandense e declarar independência do Império.

A disputa foi perdida, mas é intensamente comemorada em setembro pelos gaúchos. "Quando conseguirmos separar o Sul, eu mudo meu sobrenome", brinca Brasil.

23/07/2016

Há dois tipos de corrupção: a boa e a ruim

Dizem que, para os esquimós, há vários tipos de neve. E não há porque duvidar. No Brasil, diferentemente da maiores dos países, há dois tipos de corrupção. Uma boa e outra ruim. Boa é aquela praticada pela plutocracia. Por exemplo, alguém consegue explicar porque 450 kg de cocaína não é investigado e sequer causa indignação, mas alguns baseados dá prisão?

Agora, por exemplo, vimos a cunhada do Vaccari ser presa, mas a mulher e filha do Eduardo CUnha continuam soltas. Se o Aécio Neves, o “primeiro a ser comido”, não pode ser preso por ter foro especial, o que impede que os membros de sua famiglia que lavam em Liechtenstein o sejam?

De repente se descobre, pela Operação Zelotes, uma verdadeira usina de assalto aos cofres públicos.  Os envolvidos nas falcatruas do CARF seriam nossos Robin Hoods. Seriam se o dinheiro surrupiado fosse distribuído aos pobres, mas no país onde a Rede Globo arrecada com o  Criança Esperança e fica com o dinheiro e as crianças com a esperança, os bons ladrões ficam também com o dinheiro.

Os acordos políticos que a plutocracia admite são aqueles para golpear a democracia e assaltar ao Estado. Por isso Rodrigo Maia anuncia o fim da CPI do CARF como quem olha pro céu e anuncia que pode chover. É, aos olhos da repercussão midiática, a corrupção boa.

Há uma fórmula simples de verificar se uma corrupção é boa ou ruim. Se os meios de comunicação atacam, é corrupção ruim; se omitem ou tratam como evento da natureza, é boa.

Corrupção boa, por exemplo, é aquela praticada por todos os envolvidos na Lista de Furnas, na Lista Falciani do HSBC, no Panama Papers, na Lista Odebrecht. Corrupção ruim é toda aquela com a qual se pode incriminar, mediante chicanas, os adversários ideológicos, os bandidos que ousam implantar políticas sociais que tiram milhões da pobreza e permite que filho de lavradores e faxineiras frequentem universidades.

Para que a corrupção boa tenha vida longa é fundamental caçar o grande molusco, uma verdadeira à cleptocracia.

Maia admite acordo para enterrar CPI que investiga empresas

Alan Marques – 20.jul.2016/Folhapress

Presidente da Câmara, Rodrigo Maia, conversa com jornalistas no Salão Verde da Casa, em Brasília

Presidente da Câmara, Rodrigo Maia, conversa com jornalistas no Salão Verde da Casa, em Brasília

DANIELA LIMA
AGUIRRE TALENTO
Folha de São Paulo, DE BRASÍLIA

23/07/2016 02h00

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), reconheceu à Folha que decidiu revogar a prorrogação dos trabalhos da CPI do Carf (Conselho Administrativo de Recursos Fiscais) e determinar que a apuração seja encerrada na primeira semana de agosto para cumprir um acordo firmado às vésperas de sua eleição para o cargo, em 15 de julho.

Órgão vinculado ao Ministério da Fazenda, o Carf é responsável por julgar autuações aplicadas pela Receita Federal aos contribuintes. A CPI, portanto, focava na atuação de empresas.

O acerto para encerrar as investigações havia sido fechado na presença de Maia pelo então presidente interino da Câmara, Waldir Maranhão (PP-MA), com integrantes de partidos como o DEM, o PSDB e o PSB. Maranhão depois recuou e acabou dando um prazo extra de 60 dias à CPI.

O presidente recém-eleito, entretanto, decidiu manter o que havia sido acordado e publicou ato revogando a prorrogação da CPI e determinando que os últimos 26 dias de trabalho do colegiado fossem dedicados apenas à votação de seu relatório. Seu ato passou a ser alvo de questionamentos.

Integrantes da CPI ligados ao chamado "centrão" –aglomerado de partidos como o PP, PR e PSD– dizem que a CPI deve, ao menos, usar o resto do prazo para tomar depoimentos de personagens já citados na investigação.

O presidente da CPI, Pedro Fernandes (PTB-MA), esteve com Maia na última terça e pediu que ele autorizasse novos depoimentos. Em outra frente, o PSOL tem dito que a Câmara poderá ser acusada de agir para proteger grandes empresários caso Maia mantenha sua decisão.

POLÊMICA

A diversidade dos questionamentos reflete a pluralidade de interesses afetados pela CPI. A investigação parlamentar nasceu após a Polícia Federal deflagrar a Operação Zelotes, que investiga a venda de sentenças no Carf.

Segundo a PF, conselheiros que atuam no órgão cobravam propina de empresários em troca de abatimento de multas fiscais.

Pesos pesados do empresariado nacional entraram na mira da CPI, como Safra, Gerdau e Bradesco. Ao mesmo tempo, cresceram rumores de que integrantes da CPI estavam pedindo vantagens a investigados para anistiá-los de depoimentos na comissão.

A afirmação de que havia achaque na CPI foi verbalizada por um dos vice-presidentes da comissão, o deputado Hildo Rocha (PMDB-MA), ao jornal "O Globo". A fala fortaleceu corrente liderada pelo PSDB, DEM e PSB que vinha condenando o andamento dos trabalhos na CPI.

"Alguns líderes de partido fizeram uma reunião com Maranhão na qual, preocupados com os rumos da CPI, sugeriram que a prorrogação fosse usada para votar o relatório final. Foi uma decisão coletiva e, se tiver que ser revista, será revista coletivamente também", disse Maia.

Deputados do PSDB e do DEM procurados pela Folha admitiram ter patrocinado os pedidos de encerramento dos trabalhos. José Carlos Aleluia (DEM-BA) afirmou que "ninguém blindou empresa nenhuma" e que integrantes da comissão ficaram preocupados após boatos de que parlamentares estariam achacando empresários. "Colocaram em dúvida a conduta da CPI e não quero ver meu nome ligado a isso", disse Aleluia.

Líder do PSDB, Antônio Imbassahy (BA) disse que os tucanos na CPI "confiam nas investigações que estão sendo feitas pela PF, sem prejuízo da atividade parlamentar".

26/01/2016

Procurando bem, todo mundo tem…

Esse procurador aí não sabe de nada. Bastaria conversar com seus colegas com os delegados da PF, pois todos sabem, o foco sempre foi e será Lula. A caça ao Lula é o prêmio que pode render uma estatueta da Rede Globo comprada com o dinheiro sonegado.

E tudo parece mancomunado para escantear na Zelote  os grandes financiadores ideológicos,  Gerdau & RBS. Não é sem motivo que a RBS esteve no consultório sentimental da Procurada Chefe do RS quando ambos fizeram um estrondoso silêncio sobre a Zelotes. Pelas mesmas razões que a Lista Falciani do HSBC sempre contou com o silêncio concupiscente do trio parada dura PF/MPF/mídia. Veja que que coincidência, ninguém mais fala no Eduardo CUnha. Os 300 mil do Aécio viraram pó. Os U$ 100 mil do FHC na Argentina também vazaram para as Malvinas. Mas Lula, seus filhos, noras e cunhadas do Vaccari não têm sossego.

De tudo isso sobra que a propalada escalada do MPF contra a corrupção é diversionismo. Querem apenas eliminar a concorrência na corrupção. A seletividade, como diria aquela Ministra do STF, é fundamento jurídico que prescinde da teoria do domínio do fato 

Como sabemos, a direita golpista, mídia e seus financiadores ideológicos, são a verdadeira Ciranda da Bailarina dos Saltimbancos:

Procurando bem
Todo mundo tem pereba
Marca de bexiga ou vacina
E tem piriri, tem lombriga, tem ameba
Só a bailarina que não tem

‘Não existe ato de Lula que seja alvo de investigação’

:

Procurador da República Frederico Paiva, que atua na Operação Zelotes, disse não ter entendido o motivo de a Polícia Federal ter ouvido Lula, uma vez que ele não é investigado; "Não entendi o motivo de o delegado ter ouvido o Lula neste caso", disse, no intervalo das audiências que ocorrem nesta segunda; "Ele não consta no rol de investigados. Em nenhum momento existe algum ato praticado por ele que tenha sido objeto [de investigação]"; o representante do Ministério Público ressaltou ainda que "o foco da investigação é o tráfico de influência e corrupção no Carf"; na última semana, o advogado Cristiano Martins, que defende Luis Claudio Lula da Silva no processo da Zelotes, disse que as investigações mudaram o foco para a suposta "compra" de medidas provisórias para atingir o ex-presidente

25 de Janeiro de 2016 às 15:49

247 – O procurador da República Frederico Paiva, que atua na Operação Zelotes, afirmou não ter entendido o motivo de a Polícia Federal ter chamado o ex-presidente Lula para depor no caso, uma vez que ele não está entre os investigados no caso.

"Não entendi o motivo de o delegado ter ouvido o Lula neste caso", disse o procurador, no intervalo das audiências que ocorrem nesta segunda-feira 25 e que devem se estender até quarta 27. "Ele não consta no rol de investigados. Em nenhum momento existe algum ato praticado por ele que tenha sido objeto [de investigação]", acrescentou, segundo reportagem de Letícia Casado, do Valor Econômico.

Questionado sobre o que a PF poderia querer saber sobre Lula, Paiva respondeu: "Tem que perguntar ao delegado, não para mim". Segundo ele, "em nenhum momento, a denúncia relata que houve por parte da Presidência da República, seja lá qual for, uma compra direta [de medidas provisórias]".

O representante do Ministério Público ressaltou ainda que "o foco da investigação é o tráfico de influência e corrupção no Carf (Conselho Administrativo de Recursos Fiscais)". A Operação Zelotes, que começou apurando um esquema que beneficiava empresas com dívidas na Receita Federal, mudou sua linha para a "compra" de MPs.

Na última semana, o advogado Cristiano Martins, que defende o empresário Luis Claudio Lula da Silva, filho de Lula, no processo da Zelotes, disse que as investigações mudaram o foco para atingir o ex-presidente. "Ela nasceu para apurar um suposto desvio de R$ 19 bilhões em fraudes no Carf, mas virou um instrumento de perseguição e de tentativa de incriminar o Luis Cláudio para atingir o Lula", apontou.

‘Não existe ato de Lula que seja alvo de investigação’ | Brasil 24/7

22/09/2015

Zelotes, a operação que uniu os a$$oCIAdos do Instituto Millenium

Zelotes no dos outros e refresco_thumb[1]

Como diria o velho Barão de Itararé, de onde menos de espera de lá mesmo é que não sai nada. Sai, sim, sonegação. Só negam!

Como o volume sonegado é muitas vezes superior fico pensando se o procurador Carlos Fernando Lima não vai pedir conexão com a Lava Jato, para dizer que também foi engendrado na Casa Civil. Eu não duvidaria que Lula seria denunciado pelas vezes que jantou com os envolvidos… Mas neste caso teria de pedir ajuda ao seu colega Rodrigo de Grandis

Como se sabe, o MPF sofre de estrabismo ideológico congênito.

Servidor do Carf pode ter mandato vitalício

PEC altera processo de escolha dos membros do conselho

Os servidores do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf) devem ser aprovados em concurso público e ter mandato vitalício. Essa sugestão, que está causando polêmica no Senado, é uma proposta de emenda à Constituição (PEC) recém apresentada pelo presidente da CPI que investiga irregularidades no Carf. De autoria do senador Ataídes Oliveira (PSDB-TO), a PEC 112/15 modifica o processo de escolha dos integrantes do conselho, órgão do Ministério da Fazenda que é a última instância administrativa decisória para dívidas fiscais com a União e que virou alvo da operação Zelotes, da Polícia Federal (PF).
A Associação Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal do Brasil (Anfip) é contrária à PEC e argumenta que não trará qualquer melhoria. “Na realidade, o parlamentar pretende criar um feudo vitalício para substituir a atual estrutura do tribunal administrativo, que é selecionado, com mandato constantemente avaliado por um comitê integrado por representantes da sociedade”, explica o presidente da instituição, Vilson Romero.
Atualmente, o Carf tem formação paritária, com metade dos 144 conselheiros escolhidos pelo Ministério da Fazenda, e a outra metade por representantes dos contribuintes, indicados por categorias econômicas e centrais sindicais de trabalhadores.
Para o presidente da Anfip, não se pode jogar por terra a atual estrutura do Carf por causa do “esquema criminoso” que se instalou no órgão. Conforme Vilson, a maioria dos conselheiros tem notório conhecimento e foi selecionada por sua especialização em tributos. Hoje, o mandato ordinário de um integrante do Carf é de três anos, mas é possível a recondução por nove anos.
Apresentada em agosto, a PEC 112/15 está na Comissão de Constituição e Justiça e aguarda o parecer do relator, o senador Delcídio do Amaral (PT-MS). Uma enquete feita pelo portal E-Cidadania, do Senado, mostra que a proposta causa polêmica. Até o dia 17, tinha 150 votos favoráveis e 2,3 mil contrários.
De acordo com as investigações da Operação Zelotes, o esquema de fraude no Carf foi montado por alguns conselheiros e grupos interessados em diminuir suas dívidas, por meio de pagamento de propina em troca da elaboração de votos sob encomenda. A Polícia Federal estima que o esquema tenha desviado R$ 19 bilhões públicos.
Como mostrou o Congresso em Foco, um conjunto de 489 grupos empresariais tenta derrubar no Ministério da Fazenda a cobrança de R$ 357 bilhões em dívidas fiscais com a União, distribuídas em 797 processos pendentes de julgamento. Essas empresas, com débitos de, no mínimo, R$ 100 milhões cada, contestam os valores no Carf.
A Operação Zelotes
Deflagrada pela Polícia Federal em março deste ano, a operação investiga um dos maiores esquemas de sonegação fiscal já descobertos no Brasil. As investigações são sobre a atuação de quadrilhas junto ao Conselho Administrativo de Recursos Fiscais da Receita Federal (Carf), revertendo ou anulando multas. O colegiado tem R$ 516 bilhões em processos para julgamento.
Estão sendo analisados 74 julgamentos do conselho realizados entre 2005 e 2013, nos quais, R$ 19,6 bilhões teriam deixado de ser recolhidos aos cofres públicos. Segundo informou o procurador, dos 70 processos sob suspeita, em pelo menos 20 o MPF conseguirá comprovar de maneira sólida que houve atos ilícitos. Este volume representa cerca de R$ 6 bilhões.
As primeiras denúncias da Operação Zelotes, que apura um esquema de propinas e tráfico de influência no Conselho Administrativo de Recursos Fiscal (Carf), devem ser apresentadas ainda este mês. Segundo o procurador do Ministério Público Federal (MPF) Frederico Paiva, que está à frente das investigações, seis empresas devem ser denunciadas nos próximos dias por crime de sonegação de impostos e corrupção no Carf. Uma delas poderá ser gaúcha. Atualmente são 20 empresas investigadas.
O Carf, órgão ligado ao Ministério da Fazenda, composto por 216 conselheiros em turmas de seis membros, julga em segunda instância recursos administrativos fiscais relativos a tributos cobrados pela Receita Federal. De acordo com o MPF, os integrantes do esquema de corrupção escolhiam processos de grande valor que estavam na pauta do órgão, buscando, em seguida, oferecer uma solução conveniente às companhias em troca de dinheiro.
Os operadores atuavam no fluxo dos processos, recorrendo à corrupção de conselheiros. Parte dos conselheiros envolvidos, segundo o MPF, era do Ministério da Fazenda, mas a maioria pertencia ao Sistema S, que compreende entidades voltadas ao treinamento profissional, entre as quais estão Senai, Sesc, Sesi e Senac.
Entre as empresas investigadas na operação estão os grupos gaúchos Gerdau, RBS, Mundial-Eberle e Marcopolo. O Carf tem R$ 516 bilhões em processos para julgamento. Em média um processo leva oito anos para ser julgado.

Correio do Povo | Notícias | Servidor do Carf pode ter mandato vitalício

14/09/2015

Entenda porque o RS está quebrado

OBScena: midiotas portando atestado de imbecilidade

sonegacao nao eh corrupcao marcha de ontemAo invés de mandar os gaúchos resolverem seus problemas na Tumeleiro, Sartori poderia começar mandando policiais prenderem os sonegadores. Claro, os midiotas, sofrendo de toda lavagem cerebral dos maiores corruptos deste estado, ainda portam cartazes de que sonegação não é crime. Não só é crime, como também tem servido para dar atestado de imbecilidade a quem defende a sonegação.

Os assoCIAdos do Instituto Millenium usam do expediente de atacar para se defenderem. O método foi copiado pelos coxinhas na marcha dos zumbis, atando a corrupção dos outros para justificar a deles.

Banco Santander 2 – R$ 3,34 bilhões
Bradesco – R$ 2,75 bilhões
Ford – R$ 1,78 bilhões
Gerdau – R$ 1,22 bilhões
Boston Negócios – R$ 841,26 milhões
Safra – R$ 767,56 milhões
Huawei – R$ 733,18 milhões
RBS – R$ 671,52 milhões
Camargo Correa – R$ 668,77 milhões
MMC-Mitsubishi – R$ 505,33 milhões
Carlos Alberto Mansur – R$ 436,84 milhões
Copesul – R$ 405,69 milhões
Liderprime – R$ 280,43 milhões
Avipal/Granoleo – R$ 272,28 milhões
Marcopolo – R$ 261,19 milhões
Banco Brascan – R$ 220,8 milhões
Pandurata – R$ 162,71 milhões
Coimex/MMC – R$ 131,45 milhões
Via Dragados – R$ 126,53 milhões
Cimento Penha – R$ 109,16 milhões
Newton Cardoso – R$ 106,93 milhões
Bank Boston banco múltiplo – R$ 106,51 milhões
Café Irmãos Júlio – R$ 67,99 milhões
Copersucar – R$ 62,1 milhões
Petrobras – R$ 53,21 milhões
JG Rodrigues – R$ 49,41 milhões
Evora – R$ 48,46 milhões
Boston Comercial e Participações – R$ 43,61 milhões
Boston Admin. e Empreendimentos – R$ 37,46 milhões
Firist – R$ 31,11 milhões
Vicinvest – R$ 22,41 milhões
James Marcos de Oliveira – R$ 16,58 milhões
Mário Augusto Frering – R$ 13,55 milhões
Embraer – R$ 12,07 milhões
Dispet – R$ 10,94 milhões
Partido Progressista – R$ 10,74 milhões
Viação Vale do Ribeira – R$ 10,63 milhões
Nardini Agroindustrial – R$ 9,64 milhões
Eldorado – R$ 9,36 milhões
Carmona – R$ 9,13 milhões
CF Prestadora de Serviços – R$ 9,09 milhões
Via Concessões – R$ 3,72 milhões
Leão e Leão – R$ 3,69 milhões
Copersucar 2 – R$ 2,63 milhões
Construtora Celi – R$ 2,35 milhões
Nicea Canário da Silva – R$ 1,89 milhão
Mundial – Zivi Cutelaria – Hércules – Eberle – Não Disponível
Banco UBS Pactual SA N/D
Bradesco Saúde N/D
BRF N/D
BRF Eleva N/D
Caenge N/D
Cerces N/D
Cervejaria Petrópolis N/D
CMT Engenharia N/D
Dama Participações N/D
Dascan N/D
Frigo  N/D
Hidroservice N/D
Holdenn N/D
Irmãos Júlio N/D
Kanebo Silk N/D
Light N/D
Mineração Rio Novo N/D
Nacional Gás butano N/D
Nova Empreendimentos N/D
Ometo N/D
Refrescos Bandeirantes N/D
Sudestefarma/Comprofar N/D
TIM N/D
Tov N/D
Urubupungá N/D
WEG N/D
Total – R$ 19,77 bilhões

Operação Zelotes: duas máfias operavam no CARF

Dep Stela Farias (PT) e o deputado federal Paulo Pimenta (PT) / Fotos Marcelo Bertani / ALRSDep Stela Farias (PT) e o deputado federal Paulo Pimenta (PT) / Fotos Marcelo Bertani / ALRS

Elmar Bones

Cerca de 300 pessoas lotaram o pequeno espaço do plenarinho da Assembléia Legislativa do Rio Grande do Sul para ouvir os esclarecimentos sobre as fraudes que estão sob investigação do Ministério Público Federal e Polícia Federal na Operação Zelotes, deflagrada em março deste ano.

O primeiro a falar foi o deputado federal Paulo Pimenta (PT), vice-presidente da CPI da Câmara Federal sobre as fraudes cometidas no âmbito do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais – CARF e que resultaram na Zelotes.

Pimenta arrancou risadas do público ao detalhar o funcionamento do CARF, órgão que tem mais de um século e cuja existência era desconhecida dos brasileiros até as denúncias daquela Operação.

“Eu mesmo não tinha a menor ideia de como funcionava esse conselho, que decide sobre bilhões de reais em processos de sonegação fiscal”, disse Pimenta.

As primeiras risadas surgiram quando ele explicou que os julgamentos do Conselho são terminativos (não há mais recurso possível) quando a União perde, mas quando ela ganha o contribuinte (empresa privada) ainda pode recorrer. E para isso havia uma verdadeira rede de consultores e advogados para resolver o assunto. “Havia duas máfias operando nesses processos”, disse o deputado.

Os processos em julgamento no CARF envolvem R$ 565 bilhões. O órgão tem 216 conselheiros para esse trabalho: 108 auditores da Receita Federal, geralmente em fim de carreira e que disputam acirradamente esse cargo, que não tem qualquer remuneração (risos da platéia). Outros 108 são “representantes da sociedade”.

Segundo o deputado, os 74 processos nos quais foram encontrados indícios de fraude  somam mais de R$ 21 bilhões (mais da metade do déficit previsto no orçamento federal em 2016). Há também casos de processos que prescreveram sem julgamento e até desaparecimento de processos. “Uma Vara em Brasilia é conhecida como cemitério”, disse Pimenta.

Ele lembrou que, quando foi desencadeada a Zelotes, o MPF pediu a prisão preventiva de 26 pessoas e nove auditores. A Justiça negou os pedidos, assim como negou várias diligências da Polícia Federal. Também foi negada a quebra de sigilo na Operação Zelotes. “Tudo aquilo que o Judiciário diz a respeito da Operação Lava Jato, da necessidade de transparência, divulgação por interesse público, na Zelotes é o contrário”, disse Pimenta.

Uma nova fase, segundo ele,  começou há duas semanas, quando uma nova juíza assumiu o processo. As investigações feitas no Rio de Janeiro, São Paulo, Brasilia e Santo Ângelo já são resultado dessa nova orientação. Pimenta disse ter informações seguras de que ainda em setembro serão denunciadas as primeiras seis empresas envolvidas em fraude, e cujos processos somam R$ 5,7 bilhões.

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Operação Zelotes: duas máfias operavam no CARF – Jornal Já | Porto Alegre

Para Ajuris, “sonegação é uma forma de corrupção, sim”

Audiência na AL / Fotos Marcelo Bertani / Agência ALRSAudiência na AL / Fotos Marcelo Bertani / Agência ALRS

Felipe Uhr

O juiz Mauro Caum Gonçalves, da Associação dos Juízes do Rio Grande do Sul (Ajuris), afirmou na audiência pública realizada hoje na Assembleia Legislativa que a Operação Zelotes revela uma relação promíscua do empresariado com alguns setores da administração pública.

“Estranhamente a maioria dessa grande mídia está silenciosa. É compreensível. Uma das seis grandes famílias que dominam a mídia no Brasil, que é aqui do Rio Grande do Sul, é alvo dessa investigação. E os deputados, os senhores que têm imunidade parlamentar, podem denunciar esses crimes. A sonegação é crime, é uma forma de corrupção, sim”, afirmou.

O presidente do Tribunal Administrativo de Recursos Fiscais, o TARF, aqui no Rio Grande do Sul, Renato José Calsing, falou sobre o funcionamento do órgão, que atua de forma similar a do Carf a nível de tributos estaduais. Ele defendeu a participação da sociedade e da representação da Assembleia Legislativa se acharem que o funcionamento do Carf não está adequado. Também comparou o tamanho do TARF em relação da união. “Nós julgamos em 2014 R$ 3 bilhões, enquanto o Carf está julgando mais de 500 bilhões”

Ao final da audiência, o deputado Paulo Pimenta (PT), relator da sub-comissão que acompanha a CPI do Carf, disse que a CPI do CARF tem até um caráter quase que pedagógico, pois explica a complexidade de um órgão que tem um estoque pra julgar de 585 bilhões de reais” declarou.

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Zelotes, a operação que não ousa dizer seu nome… na RBS

RBS_FIM

Este é um assunto que deixa os pitt bulls da RBS com o rabo entre as pernas. Eles, sempre babando de ódio contra movimentos sociais e a esquerda em geral, com o dedo sempre em riste para acusar seus adversários ideológicos, tem agora o nome gravado na Agenda 2020.

Nem Gerdau, outro que tem sempre uma dica para o bom funcionamento do serviço público, aparecerá desta vez para palpitar.

E ainda eles tem o prato indigesto do Tiririca da Serra para enfiar goela abaixo dos midiotas gaúchos. Nem mesmo seus dois senadores, Lasier Martins e Ana Amélia Lemos, poderá defende-los.

O que fica, mais uma vez provado: os que mais acusam os outros de corrupção não contra corrupção. São contra concorrentes na corrupção. Querem corromper sozinhos. Como disse o Gregório Duvivier, querem limpar o chão com merda.

Operação Zelotes em Porto Alegre

Postado por Juremir em 14 de setembro de 2015

Hoje tem audiência pública sobre a Operação Zelotes na capital gaúcha. É a investigação, sob a responsabilidade do procurador Frederico Paiva, que trata do pagamento de propinas por empresas para economizar com a Receita Federal. Na lista estão empresas gaúchas: RBS, Gerdau e Marcopolo. A RBS teria pago R$ 15 milhões por fora para não ter de entregar R$ 150 milhões ao fisco. O rombo apurado pela Zelotes bota o da Lava-Jato no chinelo: mais de R$ 600 bilhões. Tenho acompanhado de perto, como jornalista, a Zelotes. Já fizemos entrevista no Esfera Pública, da Rádio Guaíba, com o procurador Paiva.

Eu fui o primeiro a informar, no twitter, que um gaúcho seria citado na rede da Zelotes. Sabia que era Augusto Nardes, ministro do Tribunal de Contas da União, o homem que quer pedalar Dilma Rousseff da presidência da República para alegria da oposição. Eu soube disso logo depois das diligências feitas na pacata cidade de Santo Ângelo.Por prudência jornalística, dei as pistas, mas não o nome, em seguida citado pela revista CartaCapital, pelo blogue Cafezinho e depois noticiado pelos jornais O Estado de S. Paulo e Folha de S. Paulo. A mídia tentou, mas não conseguiu guardar a notícia no cofre.

A Zelotes mexe num pulgueiro. Muita gente boa acha que sonegar não é crime. Nas manifestações verde-amarelas contra Dilma, em março, abril e agosto, havia cartazes defendendo que sonegar é ato de legítima defesa. O assunto dificilmente chega às manchetes dos telejornais globais. Mesmos os parlamentares não se ocupam dele. A grande exceção é deputado gaúcho Paulo Pimenta (PT).

Felizmente o juiz Ricardo Augusto Soares Leite – que sentava em cima de todas as demandas do Ministério Público, como o pedido de prisão de 26 suspeitos – foi substituído. O procurador Frederico Paiva não estava com a “sorte” de contar com um juiz Sérgio Moro. Por que será?

Terá a ver com o fato de investigar poderosas empresas de comunicação?

Seis empresas integram a lista das favoritas para constar na relação das primeiras denunciadas pelo Ministério Público. A RBS e a Gerdau estão entre elas. Os céticos garantem que nenhum grã-fino conhecerá um par de algemas nem as instalações de uma prisão ao estilo paranaense. O buraco seria mais embaixo ou muito mais acima. O Brasil tornou-se um país tragicômico. Chora-se e ri ao mesmo tempo. Convulsivamente. Investigadores são investigados. Moralistas não têm moral. Controladores de contas passam a ser controlados pela análise do que passaram ou apagaram. Ninguém parece escapar. O olhar da mídia, contudo, é bastante seletivo. O bacana seria juntar a Zelotes e a Lava-Jato numa purificação total da nação. Os que se entusiasmam com a Lava-Jato tendem, contudo, a não sentir tesão pela Zelotes.

A Lava-Jato detonou a relação dos políticos com as empreiteiras. A Zelotes traz à tona as nada republicanas relações de empresas de ramos variados com intermediários para sangrar o tesouro nacional pela burla à Receita Federal. Sem políticos na jogada, a mídia perde um pouco do interesse pela novela. Com mídia na parada, o resto do interesse vai pelo ralo. Sonegar é como estupro. Cadeia.

Chegará o tempo utópico de ver atrás das grades os que sonegam impostos?

Juremir Machado da Silva – Blogs – Correio do Povo | O portal de notícias dos gaúchos

12/09/2015

Dossiê Operação Zelotes

A maior e melhor cobertura a Operação Zelotes, no Rio Grande do Sul, tem sido feita pela mídia alternativa, Jornal Já e Sul21. O Correio do Povo, agora pertencente ao Grupo Record tem feito uma cobertura tímida, caudatária dos vazamentos, sem dar a mesma ênfase aos vazamentos da Lava Jato.

Para ler tudo o que o Sul21 publicou sobre a Zelotes, clique AQUI. Se quiseres ler somente o que o Jornal Já publicou, clique AQUI. Se tiveres preferência pelo Brasil247, clique AQUI.

Abaixo, a reunião de tudo o que já foi publicado. Como se pode ver, não há link para nenhuma das cinco irmãs (Veja, Globo, Folha, Estadão & RBS). Claro, elas são as principais envolvidas na sonegação milionária. Coincidentemente, os midiotas da Marcha dos Zumbis levavam cartazes com uma mentira do tamanho destes grupos de mídia: Sonegação não é crime. Agem como se o a escrita em cartazes fosse o suficiente para apagar o que está na lei. Infelizmente, não deixam de ter razão, não pelo fato, mas pelas versões. No Brasil, em se tratando da aplicação legal, pau que dá em chico não dá em francisco. A todo momento temos prova disso.

Por tanto, ninguém está botando o Brasil a limpo. E quem melhor definiu isto foi o humorista do canal Porta do Fundos, Gregório Duvivier, em entrevista ao canal 24 Horas: "Eduardo Cunha, Aécio Neves e Renan Calheiros querem tirar a Dilma por causa da corrupção? Até parece. É querer limpar o chão com bosta".

A diferença de tratamento se faz ainda mais gritante se observado o volume de dinheiro envolvido. Os desvios, via CARF, só não superam aqueles da Lista Falciani do HSBC. Superam em alguns milhões os da Lava Jato. Por incrível que pareça, em que pese o volume superior ao orçamento de muitos Estados Brasileiros, o juiz que estava encarregado dava uma de Rodrigo de Grandis, uma espécie de filho temporão do Geraldo Brindeiro. Precisou denúncia e  interferência do CNJ para o trabalho andasse. Ainda assim, não há nenhuma prisão preventiva, nem delação premiada, nem vazamento às sextas-feiras para serem publicados na Época ou Veja.

Claro, envolvendo os principais financiadores ideológicos da demonização do PT, a Zelotes também tem a honra de ter pescado o principal artífice no TCU do golpismo, Augusto Nardes.

O ódio ao PT, Lula e Dilma é porque não há, como nos tempos de FHC, um Engavetador Geral. Mesmo com toda parcialidade de segmentos da Polícia Federal, MPF e Poder Judiciário, a internet não deixa que o assunto morra. A verdade é que Dilma tirou a sujeira que estava escondida embaixo do tapete. Como já disse o tucano Ricardo Semler, “nunca se roubou tão pouco”. Simples, porque nunca se investigou tanto, nunca de deu tanta estrutura e liberdade de atuação como agora. Se os corruptos que inventaram o impostômetro passagem seus impostos, não precisaria inventar mais impostos. Todo dinheiro sonegado é remédio retirado dos hospitais, merenda das creches e escolas, segurança das ruas. E pior do que esta turma de sonegadores são os assoCIAdos do Instituto Millenium, que acobertam os criminosos.

Hoje não há  nada mais nocivo e que mais atenta contra o avanço das nossas instituições do que os grupos mafiomidiáticos. Marcola, diante dos donos da velha mídia, é um anjo. Até porque o produto do Marcola não entra nas nossas casas, já o produto da RBS, Globo estão todos os dias, por falta de alternativa, chegando.

ESSE É O VERDEIRO MOTIVO DO ÓDIO AO PT, LULA  E DILMA.

Este Dossiê é uma forma de servir à memória, para que não se perca nos escaninhos dos locupletamentos mafiomidiáticos.

 

Zelotes: Suspeitos de favorecer RBS silenciam na CPI do CARF

Senadores Ataídes Oliveira e Vanessa Grazziotin, presidente e relatora da CPI / Marcos Oliveira/Ag Senado

Com informações da Agência Brasil Dois dos quatro convocados para depor hoje pela manhã na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), que investiga denúncias de irregularidades no Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf), apresentaram justificativas e não compareceram à comissão. Os outros dois optaram por não responder às perguntas dos membros da CPI. Entre eles, estão o…

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Operação Zelotes: PF fez batida no Banco Safra | Brasil 24/7

26 mar. 2015 A batida foi parte da Operação Zelotes, da Polícia Federal, que apura fraudes contra a Receita Federal. Os desvios, estimados em R$ 19 …

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Contra o silêncio que cerca a Operação Zelotes – Tereza Cruvinel

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Contra o silêncio que cerca a Operação Zelotes – Tereza Cruvinel

28 abr. 2015 Tentando romper o muro de silêncio que se vai construindo em torno da Operação Zelotes, o deputado Paulo Pimenta (PT-RS), relator da …

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Janot cria força-tarefa para apurar Operação Zelotes | Brasil 24/7

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Janot cria força-tarefa para apurar Operação Zelotes | Brasil 24/7

7 abr. 2015 Janot cria força-tarefa para apurar Operação Zelotes. : O Conselho Superior do Ministério Público Federal (MPF) aprovou a criação de uma …

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Zelotes: Gerdau pode ser condenado em R$ 5 bi | Brasil 24/7

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Zelotes: Gerdau pode ser condenado em R$ 5 bi | Brasil 24/7

16 maio 2015 O empresário Jorge Gerdau pode receber a maior punição na Operação Zelotes, que apura fraudes e esquemas de sonegação fiscal; nada …

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Lava Jato e Zelotes têm diferenças gritantes | Brasil 24/7

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Lava Jato e Zelotes têm diferenças gritantes | Brasil 24/7

2 maio 2015 No Congresso, duas ações correm paralelas tentando quebrar as barreiras em torno da Operação Zelotes, montadas pelo Judiciário.

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CNJ acolhe denúncia contra juízes da Zelotes | Brasil 24/7

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CNJ acolhe denúncia contra juízes da Zelotes | Brasil 24/7

3 ago. 2015 … à Receita na Operação Zelotes; ao contrário do juiz Sergio Moro, que prende e arrebenta quem deseja’, lembra a jornalista Tereza Cruvinel, …

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Operação Zelotes será desmembrada, dizem delegados | Brasil 24/7

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Operação Zelotes será desmembrada, dizem delegados | Brasil 24/7

20 maio 2015 Pedro Peduzzi, da Agência Brasil – A Operação Zelotes será desmembrada, de forma a facilitar as investigações e as instruções processuais …

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Ao contrário das empreiteiras, “zelotes” são protegidos pelo sigilo

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Ao contrário das empreiteiras, “zelotes” são protegidos pelo sigilo

30 mar. 2015 por Tereza Cruvinel. A Polícia Federal e os procuradores vêm tendo, na Operação Zelotes, cuidados que não tiveram na Operação Lava Jato …

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Zelotes faz buscas em escritórios de contabilidade | Brasil 24/7

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Zelotes faz buscas em escritórios de contabilidade | Brasil 24/7

3 set. 2015 A Operação Zelotes foi deflagrada no dia 26 de março deste ano. Ao todo, 180 policiais federais e 55 fiscais da Receita Federal cumpriram 41 …

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Esquecida, Zelotes já deu perdas iguais à Lava Jato | Brasil 24/7

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Esquecida, Zelotes já deu perdas iguais à Lava Jato | Brasil 24/7

24 abr. 2015 Entretanto, a Operação Zelotes, que investiga o esquema do CARF, vem sendo esquecida pela mídia, pelo Congresso e pelos udenistas de …

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Procurador quer fim de sigilo da Operação Zelotes | Brasil 24/7

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Procurador quer fim de sigilo da Operação Zelotes | Brasil 24/7

28 mar. 2015 Procurador quer fim de sigilo da Operação Zelotes. : O procurador do Ministério Público Federal (MPF) Frederico Paiva, deverá pedir ao juiz …

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Caoa nega ser alvo da Operação Zelotes | Brasil 24/7

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Caoa nega ser alvo da Operação Zelotes | Brasil 24/7

28 mar. 2015 Em nota, o grupo Caoa, um dos principais revendedores Ford e Hyundai do País , informou não ter relação com a Operação Zelotes; grupo foi …

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Gerdau pode ter pago a maior propina da Zelotes | Brasil 24/7

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Gerdau pode ter pago a maior propina da Zelotes | Brasil 24/7

3 abr. 2015 … Gerdau Johannpeter, foi apontado pela Polícia Federal como o responsável pela maior propina descoberta na Operação Zelotes, ação que …

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HSBC e Zelotes atingem coração da direita no País | Brasil 24/7

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HSBC e Zelotes atingem coração da direita no País | Brasil 24/7

3 abr. 2015 A Operação Zelotes fisgou uma quadrilha especializada em vender facilidades no Conselho Administrativo de Recursos Fiscais, o Carf, …

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Renan anuncia criação da CPI da Operação Zelotes | Brasil 24/7

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Renan anuncia criação da CPI da Operação Zelotes | Brasil 24/7

29 abr. 2015 Renan anuncia criação da CPI da Operação Zelotes. Jane de Araújo/Agência Senado: Presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL) …

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CPI e MPF vão trabalhar juntos na Operação Zelotes | Brasil 24/7

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CPI e MPF vão trabalhar juntos na Operação Zelotes | Brasil 24/7

26 maio 2015 Procurador federal Frederico Paiva, responsável pelas investigações da Operação Zelotes, disse que a CPI instalada na semana passada no …

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Paulo Pimenta: Folha ataca quem investiga Zelotes | Brasil 24/7

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Paulo Pimenta: Folha ataca quem investiga Zelotes | Brasil 24/7

21 maio 2015 O deputado federal Paulo Pimenta (PT-RS) respondeu à crítica do jornal Folha de S. Paulo, que o acusa de "inflar" a operação Zelotes, para …

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Sobrinho de Nardes era ponte entre RBS e principal acusado da

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Sobrinho de Nardes era ponte entre RBS e principal acusado da

2 dias atrás De acordo com documentos obtidos pelo Cafezinho, a operação Zelotes descobriu quem era o advogado que fazia a intermediação entre a …

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Operação Zelotes também investiga participação de Cerveró | Brasil

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Operação Zelotes também investiga participação de Cerveró | Brasil

28 mar. 2015 A Operação Zelotes, que apura casos de corrupção junto ao Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf), responsável por julgar …

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Polícia Federal começa segunda fase da Operação Zelotes | Brasil

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Polícia Federal começa segunda fase da Operação Zelotes | Brasil

Polícia Federal começa segunda fase da Operação Zelotes. FELIPE L. GONCALVES, 4 de Setembro de 2015 às 07:59 …

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Economist: Zelotes pode ser maior que Lava Jato | Brasil 24/7

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Economist: Zelotes pode ser maior que Lava Jato | Brasil 24/7

2 abr. 2015 De acordo com a publicação, crimes de evasão fiscal no Brasil já são "um esporte nacional", fazendo menção à Operação Zelotes, deflagrada …

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Pai de líder do PP é alvo da Operação Zelotes da PF | Brasil 24/7

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Pai de líder do PP é alvo da Operação Zelotes da PF | Brasil 24/7

26 mar. 2015 A Operação Zelotes, deflagrada nesta quinta-feira (26) pela Polícia Federal e Ministério Público com o objetivo de investigar um escândalos …

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Safra, Gerdau e ex-chefe da Receita caem na Zelotes | Brasil 24/7

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Safra, Gerdau e ex-chefe da Receita caem na Zelotes | Brasil 24/7

27 mar. 2015 247 – Além do Banco Safra, de Joseph Safra, a operação Zelotes, da Polícia Federal, que apura fraudes contra a Receita Federal estimada …

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Senado vai apurar Zelotes; CPI do HSBC expõe figurões | Brasil 24/7

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Senado vai apurar Zelotes; CPI do HSBC expõe figurões | Brasil 24/7

10 abr. 2015 Deve ser instalada na próxima semana a CPI que investigará a Operação Zelotes, este que "poderia mesmo ser chamado de ‘o maior …

Construtora Celi aparece na lista da Zelotes | Brasil 24/7

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Construtora Celi aparece na lista da Zelotes | Brasil 24/7

6 abr. 2015 O esquema é alvo da Operação Zelotes, da Polícia Federal. Os investigadores apuram indícios de irregularidades em 74 processos.

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Uma CPI para os Zelotes? – Tereza Cruvinel

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Uma CPI para os Zelotes? – Tereza Cruvinel

1 abr. 2015 O que explica o baixo interesse da mídia e da oposição pela Operação Zelotes, que identificou um mega-esquema de corrupção na Receita …

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PF abre inquérito contra Banco Safra na Zelotes | Brasil 24/7

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PF abre inquérito contra Banco Safra na Zelotes | Brasil 24/7

21 maio 2015 Novo desdobramento da operação Zelotes: a Polícia Federal abriu um inquérito para investigar o Banco Safra, de Joseph Safra, sob a …

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Pimenta lança ofensiva contra silêncio da Zelotes | Brasil 24/7

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Pimenta lança ofensiva contra silêncio da Zelotes | Brasil 24/7

28 abr. 2015 Tentando romper o muro de silêncio que se vai construindo em torno da Operação Zelotes, o deputado Paulo Pimenta (PT-RS), relator da …

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Zelotes, Lavaram e enxugaram a jato! | Brasil 24/7

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Zelotes, Lavaram e enxugaram a jato! | Brasil 24/7

16 maio 2015 Impressiona a forma dissimulada como o PIG trata a operação Zelotes, o bilionário e maior escândalo de sonegação fiscal da história. “Para o …

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CPI, PF e MP formam “aliança poderosa” contra o Carf | Brasil 24/7

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CPI, PF e MP formam “aliança poderosa” contra o Carf | Brasil 24/7

28 maio 2015 Na relação das empresas listadas na Operação Zelotes também constam Petrobrás, Camargo Corrêa e a Ligth, distribuidora de energia do …

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Zelotes:delação premiada pode complicar Gerdau | Brasil 24/7

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Zelotes:delação premiada pode complicar Gerdau | Brasil 24/7

7 abr. 2015 A Operação Zelotes fisgou uma quadrilha especializada em vender facilidades no Carf, causando um prejuízo estimado em R$ 19 bilhões.

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Zelotes será acompanhada por subcomissão da Câmara – Tereza

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Zelotes será acompanhada por subcomissão da Câmara – Tereza

8 abr. 2015 A Operação Zelotes foi deflagrada no dia 26 de março, por diversos órgãos federais para apurar um esquema de pagamento de propina por …

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Zelotes: Marcopolo pode ter pago propina de R$ 1 mi | Brasil 24/7

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Zelotes: Marcopolo pode ter pago propina de R$ 1 mi | Brasil 24/7

2 abr. 2015 247 – A Polícia Federal, na operação Zelotes, identificou suposto acerto feito pela empresa Marcopolo de R$ 1 milhão para resolver processo …

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Por que a oposição não pede CPI da Zelotes? | Brasil 24/7

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Por que a oposição não pede CPI da Zelotes? | Brasil 24/7

4 abr. 2015 Além de Gerdau, outros nomes ligados à oposição foram desnudados pela Operação Zelotes. A RBS, afiliada da Globo na Região

Levy: acusados da Zelotes responderão a processo | Brasil 24/7

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Levy: acusados da Zelotes responderão a processo | Brasil 24/7

29 abr. 2015 Ministro da Fazenda lembrou nesta quarta-feira, 29, durante audiência na Câmara, que as investigações da Operação Zelotes se originaram …

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Senadores da CPI do Carf receberam inquéritos da Operação Zelotes

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Senadores da CPI do Carf receberam inquéritos da Operação Zelotes

Senadores da CPI do Carf receberam inquéritos da Operação Zelotes. FELIPE L. GONCALVES, 3 de Junho de 2015 às 05:54 …

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MPF: Zelotes terminará praticamente sem punição | Brasil 24/7

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MPF: Zelotes terminará praticamente sem punição | Brasil 24/7

13 maio 2015 O procurador da República Frederico Paiva, responsável pela condução da Operação Zelotes no MPF, afirmou nesta quarta-feira, 13, em …

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Zelotes: CPI pode pedir quebra de sigilos do presidente da Mitsubishi

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Zelotes: CPI pode pedir quebra de sigilos do presidente da Mitsubishi

9 jul. 2015 O primeiro depoimento de um executivo de empresa investigada na Operação Zelotes "não ajudou muito", segundo presidente da CPI do …

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Câmara instala subcomissão para acompanhar Zelotes | Brasil 24/7

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Câmara instala subcomissão para acompanhar Zelotes | Brasil 24/7

24 abr. 2015 247 – Foi instalada nessa semana a subcomissão da Câmara dos Deputados para acompanhar a Operação Zelotes da Polícia Federal.

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Primeiras denúncias da Zelotes serão feitas em agosto | Brasil 24/7

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Primeiras denúncias da Zelotes serão feitas em agosto | Brasil 24/7

22 jul. 2015 247 – A juíza Mariana Boré, da 10ª Vara Criminal de Brasília, autorizou a quebra do sigilo bancário de vários envolvidos na Operação Zelotes, …

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Zelotes: Propina chegava a R$ 300 milhões | Brasil 24/7

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Zelotes: Propina chegava a R$ 300 milhões | Brasil 24/7

27 mar. 2015 247 – O esquema bilionário de fraudes na Receita Federal descoberto pela Polícia Federal as investigações da Operação Zelotes indicam …

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Dornelles pode estar na mira da Zelotes | Brasil 24/7

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Dornelles pode estar na mira da Zelotes | Brasil 24/7

12 abr. 2015 No fim de março, Gruginski, a consultoria SGR e seu sócio José Ricardo se tornaram os principais alvos da Operação Zelotes. A ação …

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Polícia Federal deflagra Operação Zelotes, que constatou fraudes

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Polícia Federal deflagra Operação Zelotes, que constatou fraudes

27 mar. 2015 Polícia Federal deflagra Operação Zelotes, que constatou fraudes de até 6 bilhões de reais. FELIPE L. GONCALVES, 27 de Março de 2015 às …

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Zelotes investiga empresa que pertenceu a Nardes | Brasil 24/7

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3 dias atrás A Operação Zelotes, que apura o esquema de corrupção na cobrança de tributos federais, esbarrou no ministro do Tribunal de Contas

Denúncias inicias da Zelotes devem atingir 30 pessoas | Brasil 24/7

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23 jul. 2015 247 – A juíza Mariana Boré, da 10ª Vara Criminal de Brasília, autorizou a quebra do sigilo bancário de vários envolvidos na Operação Zelotes, …

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Light é citada na Zelotes por processos de quase R$ 1 bi | Brasil 24/7

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Light é citada na Zelotes por processos de quase R$ 1 bi | Brasil 24/7

13 abr. 2015 247 – A companhia Light, distribuidora de energia elétrica no estado do Rio de Janeiro, foi citada na Operação Zelotes, da Policia Federal, …

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Zelotes: R$ 565 bi em impostos são contestados junto ao Carf

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Zelotes: R$ 565 bi em impostos são contestados junto ao Carf

6 maio 2015 O recurso em tramitação até o estouro da Operação Zelotes, contestando o maior volume de impostos, é do Banco Santander, que queria se …

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Requerimento de criação da CPI da Zelotes é lido no Senado

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Requerimento de criação da CPI da Zelotes é lido no Senado

28 abr. 2015 A chamada CPI do Carf, ou CPI da Operação Zelotes – em alusão à operação da Polícia Federal que investigou as irregularidades – recebeu …

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Safra ofereceu R$ 28 mi para quitar R$ 793 milhões | Brasil 24/7

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Safra ofereceu R$ 28 mi para quitar R$ 793 milhões | Brasil 24/7

1 abr. 2015 Investigadores da Operação Zelotes acusam um conselheiro do Banco Safra, de Joseph Safra, de oferecer ao Carf R$ 28 milhões para se …

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Perdas da Receita equivalem às da Petrobrás – Tereza Cruvinel

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Perdas da Receita equivalem às da Petrobrás – Tereza Cruvinel

24 abr. 2015 Entretanto, a Operação Zelotes, que investiga o esquema do CARF, vem sendo esquecida pela mídia, pelo Congresso e pelos udenistas de …

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Investigados na Zelotes movimentaram R$ 1,2 bilhão | Brasil 24/7

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Investigados na Zelotes movimentaram R$ 1,2 bilhão | Brasil 24/7

5 abr. 2015 Brasília 247 – Conselheiros do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais ( Carf), lobistas e advogados investigados na Operação Zelotes

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Zelotes: Qual o limite do nosso abestalhamento? | Brasil 24/7

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Zelotes: Qual o limite do nosso abestalhamento? | Brasil 24/7

30 abr. 2015 Enquanto os olhos e dedos dos grandes veículos centram fogo nisso, turva-se a operação Zelotes. Deflagrada em 26 março deste ano, essa …

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MP não aceita derrota e abre processo contra juiz | Brasil 24/7

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26 maio 2015 Juiz Ricardo Augusto Soares Leite será investigado a pedido do MPF por conta de suas ações à frente da Operação Zelotes; as queixas …

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PF: empresas da Zelotes também cometeram crime | Brasil 24/7

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15 abr. 2015 247 – No relatório encaminhado à Justiça sobre a operação Zelotes, o delegado Marlon Cajado afirma que as empresas que recorreram

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Líder do PSDB se diz contra CPI da sonegação | Brasil 24/7

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31 mar. 2015 … mais uma; nesse contexto, segundo o colunista Ilimar Franco, o tucano diz que propor a criação desta CPI sobre a operação Zelotes “é jogar …

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Grupo RBS terceiriza culpa por fraude fiscal | Brasil 24/7

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2 abr. 2015 Afiliada da Globo no RS e em SC é a primeira das 12 grandes empresas na mira da Operação Zelotes, acusadas de subornar conselheiros da …

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Depois da Zelotes, chega ao fim a farra do Carf | Brasil 24/7

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31 mar. 2015 … a Corregedoria do Ministério da Fazenda, Receita Federal e Policia Federal deflagraram a Operação Zelotes com o objetivo de desarticular …

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CPI do Carf quer convocar presidente do HSBC | Brasil 24/7

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14 jul. 2015 Investigado pela Operação Zelotes, deflagrada em março pela Polícia Federal, o Carf julga recursos de multas impostas a contribuintes pelo …

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Pimenta sobre Zelotes: ‘é preciso investigação dentro da

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Pimenta sobre Zelotes: ‘é preciso investigação dentro da

21 maio 2015 O relator da subcomissão da Câmara que acompanha a Operação Zelotes, o deputado Paulo Pimenta (PT-RS), disse temer que haja uma …

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Lições de domingo | Paulo Moreira Leite

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Lições de domingo | Paulo Moreira Leite

13 abr. 2015 A entrada em cena da operação Zelotes e agora também o HSBC levou os ratos para o porão. Infelizmente para os cidadãos trabalhadores …

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CPI do Carf vai apurar prejuízos de R$ 6 bilhões | Brasil 24/7

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CPI do Carf vai apurar prejuízos de R$ 6 bilhões | Brasil 24/7

16 maio 2015 O pedido para criação do colegiado foi feito pelo senador Ataídes Oliveira ( PSDB-TO), a partir da Operação Zelotes, da Polícia Federal.

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Gaspari avisa: acabou a festa do Carf | Brasil 24/7

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Gaspari avisa: acabou a festa do Carf | Brasil 24/7

29 mar. 2015 Agora, com a Operação Zelotes, da Polícia Federal, tudo pode mudar. "A operação da PF poderá transformar a Lava Jato num trocado.

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CPI, PF e MPF: aliança poderosa contra o CARF – Tereza Cruvinel

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CPI, PF e MPF: aliança poderosa contra o CARF – Tereza Cruvinel

28 maio 2015 … Paulo Riscado, outro provável aliado; o procurador da República Frederico Paiva, responsável pelas investigações da Operação Zelotes; …

05/09/2015

Agenda 2020 da RBS

zelotesLasier Martins é o projeto da RBS para o Piratini em 2020. À moda Cosa Nostra, a RBS utilizou o braço da Rádio Gaúcha para levar o pitt bull a pastorear sua manada de bovinos pelo interior do RS. Não bastava ter uma Ana Amélia Lemos no PP gaúcho, a RBS também precisa de uma sigla de aluguel. Foi Vieira da Cunha que entregou a barriga de aluguel para que a RBS pudesse parir outro senador. Assim, a RBS é o único grupo de comunicação que não precisa de intermediários, já tem só pra si dois senadores. Por pouco não conseguiu emplacar a Miss Lagoa Vermelha no Piratini. Não funcionou, então montou o plano B e emplacou o Tiririca da Serra. A estratégia foi criminalizar o PT e Tarso Genro. Poderia ser qualquer um menos alguém do PT. Por quê a RBS tem tanto medo do PT? Claro, o sonho da RBS é ter alguém que lhe entregue, seja em marketing ou facilidades públicas aos finanCIAdores ideológicos, uma CRT a cada quatro anos.

A parceria da RBS com prefeituras do interior, mediante o finanCIAmento de parceiros ideológicos, explica porque o RS está muito atrás de Santa Catarina. Outra explicação está na presença do latifúndio no RS. Em Santa Catarina impera a pequena propriedade.

O atraso gaúcho atende pela união do lumpempresariado  com o lumpenjornalismo. Em que outro estado um grupo de jornalismo criminalizaria um governo que “ousasse” criar uma Universidade Estadual? Olívio Dutra foi diabolizado pela RBS.

Claro, contou com meninos de aluguel, que se venderam pois dois minutos de presença, ao vivo, no Jornal Nacional. Vieira da CUnha, que pelo sobrenome não se perca, alugou seu PDT em troca do acobertamento da RBS. Hoje é Secretário, da cota da RBS,  de Educação. Não é sem motivos que a RBS faz vistas grossas ao abandono de Porto Alegre por José Fortunati. Assim, a RBS mediante seus muitos braços mafiomidiáticos detém dois senadores (Ana Amélia & Lasier), um ventríloquo no governo do Estado, um estafeta na Secretaria de Educação, e um palerma de Prefeito de Porto Alegre.

Só os midiotas não entendem. Para entender bastaria ver quem são os que estão na Lista Falciani do HSBC, no CARF, na Operação Zelotes, Operação Rodin, Operação Pavlova. Por que, vira e mexe, o Gerdau é figura presente para ditar o que é bom ou ruim para o Estado? Será porque o Gerdau, como a RBS, tem interesse no CARF?! Por que eles não param de lorotas, deixem de sonegação e paguem em dia os impostos?!

E ainda há quem não entenda porque o RS está tão mal.

Um relato sobre a misteriosa Agenda 2020

Postado por Juremir em 24 de agosto de 2015

Há nomes que surgem do nada e começam a ter grande influência nos bastidores da administração pública formulando sugestões de políticas que vão se fixando como entidades misteriosas. Por toda parte, ouve-se falar na tal Agenda 2020. De onde surgiu? O que é? Em princípio, é a plataforma de um grupo de empresários que busca implementar Estado mínimo, apostar em políticas de incentivos fiscais para empresas e fazer lobby para os seus amplos interesses. Recebi um interessante e-mail de sobre a Agenda 2020 de uma fonte que não pode ter o seu nome divulgado por medo de sofrer represálias muito óbvias.

Uma fonte entranhada.

“Existe uma empresa que é onde funciona a Agenda 2020, a Polo RS, coordenada por Ronald Krumenauer, e os projetos dela são mantidos por colaboração dos voluntários da Agenda, voluntários esses todos empresários de alta classe do Estado. O que sempre me chamou atenção foi o fato de que a Agenda não tinha nenhuma atividade específica. Mesmo assim eles mantém um corpo de funcionários até pequeno, mesmo assim nunca vi um lugar onde o dinheiro saia de forma tão fácil. A atividade principal deles foram os Debates RS, onde visitavam diversas cidades a apresentaram sua agenda junto com o senador Lasier Martins a equipe da Rádio Gaúcha. Outro fato interessante se refere à sugestão de uma pauta sobre sonegação de impostos, já que sempre escutei discursos indignados contra os impostos no Brasil. A resposta foi bastante clara de porque aquela pauta não deveria ser levantada: ‘Tu queres pegar mais da metade do conselho da Polo’. O presidente da Agenda 2020 é uma figura meramente figurativa, quase nunca aparece no local e nas poucas vezes que vai fica menos de 10 minutos no local em conversa reservada com Ronald. Bom há outras questões sobre a Agenda que podemos levantar, especialmente de onde vem o dinheiro que sustenta aquela estrutura, já que o escritório está localizado em uma região muito cara da cidade, sem contar os gastos com pessoal, viagens e etc”.

A Agenda 2020 é parceira da RBS.

Nada de irregular. Só desconhecido do público mais amplo. O time da Polo é pesado.

Esta notícia, recuperada na Internet, dá uma ideia da densidade econômica do pessoal e da sua capacidade de influência: “Conselheiros e associados da Polo RS – Agência de Desenvolvimento, reunidos nesta segunda-feira, dia 19 de agosto, em Porto Alegre, elegeram o empresário Humberto César Busnello como o novo presidente do Conselho de Administração da entidade, período 2013/2015. O encontro foi liderado por Bolivar Baldisserotto Moura, presidente do conselho da Polo RS entre 2007 e 2013. A reunião contou com os conselheiros Jorge Gerdau Johannpeter (Gerdau), Heitor Müller (Fiergs), Zildo De Marchi (Fecomércio), Ricardo Russowsky (Federasul), Paulo Vanzetto Garcia (Sinduscon), José Eduardo Cidade (Walmart) e Vagner Calvetti (Ipiranga), Anton Karl Biedermann e as presenças de Renato Gasparetto e Luiz Carlos Bohn”. Tropa de choque.

Eleito, Busnello declarou: “Vamos intensificar nosso relacionamento com o Executivo, com Legislativo e o Judiciário. Temos estudos e propostas sobre o futuro do Rio Grande do Sul que precisamos apresentar a todos os gaúchos”.

Apresentou-as a Sartori.

Será que o máximo de gaúchos quer o Estado mínimo?

Juremir Machado da Silva – Blogs – página 3 – Correio do Povo | O portal de notícias dos gaúchos

24/08/2015

Zelotes, o patinho feio das operações

zelotes rbs zhEstá aí a diferença. Quando uma operação atinge os bastões usados para vergastar a esquerda o eufemismo campeia solto. Evita-se inclusive nominar quais são as empresas envolvidas, mas sempre sobra espaço para mencionar JD Consultoria e André Vargas…  O engraçado é que nos outros países em que se investigou a lavagem de dinheiro no HSBC houve agilidade e enfoque nos corruptores.

De certa forma, o discurso do coordenador-geral de investigação se coaduna com os cartazes da marcha dos zumbis de que se trata do crime sonegação, mas corrupção dos agentes públicos. Não é por acaso que impostores do impostômetro estejam todos no sonegômetro.

E assim, volta-se ao passado para continuar jogando a culpa no corrompido para aliviar a culpa do corruptor. Aliás, esta é a grande diferença da Operação Lava Jato.

Na Lava Jato estão sendo incriminados as duas pontas, o cartel dos corruptores e os corrompidos. Ou pelo menos os corrompidos que se quer condenar. Parece claro, na Lava Jato, que há uma seletividade nos vazamentos. E os vazamentos só fazem sentido na medida que forma uma parceria da mídia com o que se busca na Lava Jato.

Mas como construir uma parceria entre investigadores, mediante o uso de vazamento seletivo, se as empresas de comunicação estão entre os principais investigados?! Este é o ponto que difere as duas operações. É por isso também que não se vê manchetes escandalosas a respeito dos envolvidos e do volume de dinheiro movimentado.

Tanto a Operação Zelotes como a Lista Falciani do HSBC não envolvem políticos de esquerda, mas pegam por cheiro seus algozes. Eis aí a razão que sugere a grande diferença entre Lava Jato e Zelotes. Pode-se brigar com os fatos, pois se eles não estão de acordo com as versões, pior para eles.

Entrevista. Gerson Schaan

Investigação se refere a processos de dívidas tributárias, e não se pode esperar que dinheiro será recuperado rapidamente

‘Operação Zelotes não vai ajudar no ajuste fiscal

Andreza Matais

24 Agosto 2015 | 05h 00

O coordenador-geral de investigação da Receita Federal, o auditor fiscal Gerson Schaan, afirmou ao Estado que a Operação Zelotes conseguiu confirmar ilegalidades envolvendo 20 grandes empresas que questionaram dívidas tributárias no Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf), mas alertou que o governo não deve contar com o resultado da investigação para fazer caixa e aliviar as contas públicas. “Trata-se de um caso de corrupção, e não de sonegação fiscal”, explicou.

Schaan quebrou o silêncio que envolve seu cargo e criticou a Polícia Federal, que chegou a comparar a Zelotes à Lava Jato, criando uma expectativa de que R$ 19 bilhões poderiam retornar ao cofres públicos em decorrência das investigações. “São casos completamente diferentes.”

Na Receita, o coordenador geral de investigação montou e comanda três equipes de auditores fiscais que se dedicam exclusivamente às investigações sobre a Zelotes, a Lava Jato e o HSBC. “A Lava Jato é sem dúvida a maior investigação que já fizemos.” O caso HSBC não fica muito atrás. No ano passado, a equipe de Schaan produziu cem investigações. Apenas os relatórios referentes ao HSBC envolvem 8 mil contas.

Leia os principais trechos da conversa de Schaan com o Estado:

A Zelotes será maior do que a Lava Jato?

A comparação com a Lava Jato nunca foi oportuna por conta do tipo de esquema. Não posso comparar milhões que foram superfaturados numa obra com autos de infração que estão sendo julgados no Carf. Existem casos em que o julgamento em si não teve problema, mas a tramitação do processo. Temos julgamentos que foram manipulados de forma a cair numa turma que tenha o voto que a quadrilha quer, a favor do contribuinte. Se fosse em outra turma, o voto seria a favor da Fazenda. A questão não envolve sonegação, mas corrupção.

Mas não se pagou para anular multas que chegavam a R$ 19 bilhões?

Deu-se uma falsa impressão de que é uma fraude, de que se poderia buscar aí o ajuste fiscal, não é isso. Tem alguns “bi” desse montante que, se fosse de novo a julgamento, a Fazenda iria perder outra vez porque a fraude não está no voto, mas na tramitação. Não é porque eu estou julgando auto de infração que há crime de sonegação. Se eu manipulo o processo de forma a só julgar quando for bom para mim, eu estou fraudando o sistema. Por isso, achar que esses valores que vão ser arrecadados irão ajudar o ajuste fiscal, não dá.

Pode dar um exemplo?

Nos casos analisados na investigação que envolvem ágio interno, por exemplo, os contribuintes têm uma interpretação a respeito e a usam para diminuir o valor do imposto a pagar. A Receita entende de outra forma e multa. No Carf tinha decisões dos dois lados. O que a quadrilha fazia era direcionar o julgamento para uma turma que já tinha esse entendimento a favor do contribuinte. Isso não é sonegação, você está interpretando a lei de outra forma. É diferente de usar nota fria, conta de laranja. Isso é caso de sonegação. O cara sabe que tem de pagar aquele imposto, mas ele usa artifícios para não pagar e o conselheiro vota a favor dele. E aí na Zelotes tem de tudo.

Em que fase está a investigação agora?

No momento, o Ministério Público trabalha algumas denuncias e nós estamos trabalhando para dar seguimento a outros processos que ensejam novas quebras de sigilo bancário, fiscal. Não vejo horizonte para terminar. Neste momento são 20 empresas que já têm substância mais forte. Não posso citar, mas são 20 e poucas empresas diferentes. Os conselheiros se repetem.

Há queixas relativas ao primeiro juiz do caso, que não autorizou a continuidade das escutas. Isso prejudicou as investigações?

Isso de fato atrasou algumas decisões, inviabilizou determinada linha de investigação.

A Receita já havia iniciado a investigação quando a PF entrou no caso. Como foi o trabalho?

Já participei de investigações mais harmônicas. Causa prejuízo porque algumas coisas poderiam ter produzido resultados mais cedo e eventualmente mais robustos.

Existe um limite para as investigações?

A investigação é pautada por onde as provas nos levam.

Quando as investigações do caso HSBC serão concluídas?

É um trabalho de longo prazo. No ano passado fizemos cem investigações e, neste caso, são 8 mil. Já identificamos quem tem irregularidade tributária e agora analisamos os casos mais relevantes. Encontramos procuradores e advogados que controlam várias contas bancárias.

Quantas pessoas da sua equipe trabalham só na Lava Jato?

É o maior trabalho que já fizemos sem dúvida alguma. Temos 242 procedimentos de fiscalização abertos e uma equipe de 55 auditores fiscais, mais 15 alocados no apoio a investigação criminal.

O que sua equipe identificou?

Quando o Paulo Roberto Costa foi solto pelo STF, nós demonstramos que ele tinha dinheiro não declarado na Suíça (o ex-diretor da Petrobrás voltou a ser preso por causa dessa informação). O esquema de lavagem de dinheiro do André Vargas fomos nós que identificamos. Também fomos nós que identificamos pagamentos das empreiteiras para a JD Consultoria (empresa de José Dirceu). Na fase Radioatividade, identificamos o caminho do dinheiro até chegar à empresa do real beneficiário, o diretor preso.

22/08/2015

Operação Zelotes: um parto a fórceps

Cunha corruptoPara um certo público, esta é  a corrupção do  bem. A corrupção do bem é uma das vertentes do crime do bem. Não tem nada a ver com Robin Hood. Tem a ver, por exemplo, com a cooptação dos sobreviventes nazistas pela CIA. No documentário Inimigo do meu inimigo fica bem claro que para golpistas os fins justificam os meios empregados.

Não foi sem outro propósito que a marcha dos zumbis buscou salvar Eduardo CUnha: “ele é corrupto, mas é nosso corrupto”, dizia um dos cartazes. É parte de uma mesma facção dos golpistas que tentaram vender a ideia de que sonegação não é crime.

Coincidentemente, são os mesmos que aparecem na Lista Falciani do HSBC

Empresas como a GERDAU e a RBS usam o mesmo código penal destes pessoal que quer entronizar o Napoleão das Alterosas. O que eles fazem responde a outros livros, menos à Constituição, ao Código Penal e ao Código Tribubário.

Assim, deveríamos abolir estes diplomas legais e aplicar com eles o Código de Hamurabi e a Pena de Talião: olho por olho, dente por dente. Neste caso, o Instituto Millenium teria de mudar de nome para Instituto dos Caolhos e Banguelas…

21/ago/2015, 8h20min

Zelotes: senadores investigam em CPI empresas que doaram para suas campanhas

Na mesa (da esq. para a dir.), vice-presidente da CPICARF, senador Donizeti Nogueira (PT-TO); relatora da CPICARF, senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM); presidente da CPICARF, senador Ataídes Oliveira (PSDB-TO) | Foto: Waldemir Barreto/Agência Senado

Na mesa (da esq. para a dir.), vice-presidente da CPI, senador Donizeti Nogueira (PT-TO); relatora da CPI, senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM); presidente da CPI, senador Ataídes Oliveira (PSDB-TO) | Foto: Waldemir Barreto/Agência Senado

Lucas Rohan

Quase todos os senadores titulares da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) criada para investigar o esquema de corrupção no Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf) já tiveram campanhas políticas financiadas pelas mesmas empresas investigadas pela Operação Zelotes. Dos 11 titulares da comissão, 10 já receberam algum tipo de ajuda financeira de cinco empresas que estão entre as que foram alvo da investigação.

A reportagem do Sul21 comparou a lista com os nomes de 74 empresas que teriam se beneficiado do esquema divulgada no final de março pelo jornal Folha de São Paulo com as prestações de contas disponíveis no site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) dos integrantes da CPI ou dos titulares do cargo – pois entre os membros da comissão estão os suplentes do senador cassado Demóstenes Torres (GO) e da atual ministra da Agricultura, Kátia Abreu, entre outros que não foram eleitos diretamente.

Há registros de doações da Gerdau, da Cervejaria Petrópolis (dona da cerveja Itaipava), da Construtora Camargo Correa, do Banco Bradesco e da Coopersucar nas duas últimas eleições. Elas são suspeitas de se beneficiarem em esquema de pagamento de propina a fiscais para obter votos favoráveis nos julgamentos do Carf e abater dívidas com o fisco.

Ataídes Oliveira | Foto: Edilson Rodrigues /Agência Senado

Ataídes Oliveira | Foto: Edilson Rodrigues /Agência Senado

Até agora, a CPI não ouviu nenhum representante das empresas que doaram para as campanhas dos senadores. O requerimento de convocação do presidente da Gerdau, por exemplo, foi apresentado pelo senador Ataídes Oliveira e ainda não tem data para ser votado na comissão. Fontes confirmaram ao Sul21 que a companhia de aço gaúcha será denunciada pelo Ministério Público Federal (MPF) no início de setembro junto com outras cinco empresas: Grupo RBS, Companhia Bozano, Banco Safra, Banco Santander e Mitsubishi.

As contribuições das empresas Gerdau, Cervejaria Petrópolis, Camargo Correa, Bradesco e Coopersucar foram feitas para as campanhas de 2010 e 2014 de forma direta (da empresa para o comitê de campanha do candidato), através da divisão dos recursos dos diretórios estaduais e nacionais dos partidos, em troca de serviços como aluguel de carros ou, no caso de três suplentes, para as campanhas dos titulares da vaga. No total, as campanhas de 10 senadores dividiram mais de R$ 5 milhões oriundos de empresas investigadas pela Zelotes.

As doações foram feitas de forma legal e estão registradas nas prestações de contas das campanhas dos respectivos candidatos disponíveis no site do TSE. A Gerdau, a construtora Camargo Correa e o banco Bradesco foram as que mais doaram e as campanhas dos senadores José Pimentel (PT/CE), Humberto Costa (PT/PE) e Otto Alencar (PSD/BA) receberam as maiores quantias.

Três senadores integrantes da CPI receberam doações para suas campanhas do ano passado: Acir Gurgacz (PDT/RO), Simone Tebet (PMDB/MS) e Otto Alencar (PSD/BA). A campanha da hoje ministra da Agricultura, Katia Abreu (PMDB/TO), também recebeu contribuições de empresas investigadas. A vaga dela é ocupada pelo senador Donizeti Nogueira (PT/TO), integrante da CPI.

No caso do presidente da CPI, senador Ataídes Oliveira (PSDB/TO), não há registro de doações de empresas investigadas para a campanha do falecido João Ribeiro, de quem Ataídes era suplente. No entanto, na prestação de contas da campanha do hoje senador para o governo do Tocantins, em 2014, há registros de seis doações do Bradesco Leasing, braço de locação de veículos do banco. Já a campanha da senadora Vanessa Graziotin (PCdoB/AM), relatora da CPI, recebeu R$ 500 mil em setembro de 2014 da construtora Camargo Correa. A empresa, segundo as investigações, é suspeita de se beneficiar em processos que giram em torno de R$ 668 milhões.

Senador José Pimentel | Foto: Agência Senado

Senador José Pimentel | Foto: Agência Senado

Outros dois senadores receberam doações diretas e indiretas para as campanhas de 2010: José Pimentel (PT/CE) e Humberto Costa (PT/PE). As campanhas dos senadores Demóstenes Torres (DEM/GO) e Armando Monteiro (PTB/PE), cujas vagas são ocupadas hoje, respectivamente, por Wilder Morais (DEM/GO) e Douglas Cintra (PTB/PE), também receberam recursos das empresas suspeitas. Os dois suplentes hoje são titulares e integram a CPI do Carf.

A Gerdau, por exemplo, doou R$ 550 mil para as campanhas de três senadores em 2010: o senador Armando Monteiro (PTB/PE) recebeu R$ 300 mil e a vaga dele hoje é ocupada pelo senador Douglas Cintra (PTB/CE), integrante da CPI; o senador José Pimentel (PT/CE) recebeu da companhia de aço R$ 200 mil; a campanha do senador cassado Demóstenes Torres (GO), cuja vaga hoje é do senador Wilder Morais (DEM/GO), recebeu R$ 50 mil; Os mesmos, hoje, investigam se a empresa se beneficiou do esquema de corrupção no Carf em processos que giram em torno de R$ 1,2 bilhão.

Procurada pela reportagem, a empresa diz que não comenta processos em andamento. “Com base em seus preceitos éticos, a Gerdau não concedeu qualquer autorização direta ou indireta para que seu nome fosse utilizado em pretensas negociações ilegais, repelindo veementemente qualquer atitude que tenha ocorrido com esse fim”, diz a nota da empresa.

“Do ponto de vista ético, é condenável que um senador investigue as empresas que financiaram suas campanhas”, afirma o cientista político Rubens Figueiredo, da Fundação Espaço Democrático. No entanto, para ele, além do financiamento de campanhas por empresas privadas ser legal, “as empresas que contribuem, como se diz, ‘por dentro’, são identificadas e vistas com suspeição”. Figueiredo levanta a hipótese de que esse fato acabe gerando “um fato inibidor de qualquer tentativa de deslize” como, por exemplo, uma avaliação mais benevolente dos senadores sobre essas empresas.

Já o cientista político Antonio Lassance acredita que, em qualquer situação, quem investiga e tem relação com o investigado deve se declarar impedido. “Do contrário, é jogo de comadres. Mas isso é apenas uma conduta que se espera, não é uma regra imposta pelo Congresso a seus parlamentares”, afirma. Lassance explica que o Código de Ética impede o parlamentar de relatar matéria de interesse de pessoa física ou jurídica que tenha contribuído para o financiamento de campanha eleitoral do parlamentar. “As CPIs mal têm uma regulamentação específica para impedir que elas sejam usadas de forma inapropriada por parlamentares paus mandados de pessoas ou de empresas diretamente interessada em seus resultados. Deveriam ter. Já passou da hora”, defende.

Com a Operação Lava Jato, o tema do financiamento de campanhas voltou à pauta em Brasília. Antonio Lassance considera “inaceitável” o peso que se dá a investigação da Lava Jato “enquanto a Zelotes, cujo prejuízo aos cofres públicos é extraordinariamente maior, tem sido deixada às traças”. Para ele, a imagem dos partidos e parlamentares financiados por empresas privadas está sob suspeita. “A ideia óbvia de que não existe almoço grátis vale para todos aqueles que acabam aceitando que suas campanhas tenham dinheiro de empresas”, explica. Já o cientista político Rubens Figueiredo acredita que a questão não é se o financiamento é público ou privado. Para ele, é preciso estabelecer mecanismos de vigilância e controle, com punições em casos de transgressão. “A ousadia é irmã siamesa da impunidade. De uma maneira geral, os políticos, no Brasil e em muitos países, são muito mal vistos pela população. E as questões referentes ao financiamento são um elemento a mais a alimentar a má imagem”, argumenta Figueiredo.

Os 11 senadores titulares da CPI foram procurador por e-mail pela reportagem para comentar os dados, mas apenas quatro deles responderam via assessoria de imprensa. O presidente da comissão afirmou que a CPI tem tratado todos os investigados da mesma forma, tenham ou não contribuído para campanhas eleitorais. “A postura de cada membro da CPI demonstra que todos estamos atuando com absoluta isenção”, diz a nota enviada pela assessoria do senador Ataídes Oliveira.

Divulgação

Vanessa Grazziotin | Foto: Divulgação

A relatora da CPI afirma que todas as doações recebidas foram declaradas junto à Justiça Eleitoral e dentro das normas legais vigentes. Para a senadora Vanessa Grazziotin, “não há nenhum empecilho ou constrangimento em investigar quaisquer empresas ou pessoas físicas que possam ter cometido delitos”. “Acima de tudo está nosso compromisso com a verdade e com a elucidação e punição de responsáveis por delitos, sejam eles de onde forem”, defende a senadora.

O senador Otto Alencar afirmou, também via assessoria, que não conhece nenhum dirigente das empresas citadas. Ele também lembra que as doações que recebeu vieram via comitê estadual. “Exatamente por isto, não se sente, de forma alguma, constrangido ou impedido de investigar e votar pela condenação de nenhum dos implicados na sonegação fiscal detectada na Operação Zelotes da Polícia Federal”, afirma o senador baiano.

O senador petista José Pimentel alegou que todas as doações são compatíveis com a lei e “não há constrangimento em investigar quem quer que seja”. Sua assessoria lembra que o senador sempre defendeu o financiamento público porque entende que esta é a melhor forma de baratear o custo das campanhas eleitorais e dar igualdade de condições a todos os candidatos. “Mas, enquanto não houver maioria para promover essa mudança, as doações empresariais continuarão acontecendo para todos os candidatos e partidos políticos”, diz a nota enviada por sua assessoria.

Senador Ataídes Oliveira, presidente da CPI
Recebeu seis contribuições da empresa Bradesco Leasing, braço de locação de veículos do Banco Bradesco, investigado pela Operação Zelotes. As doações foram feitas em outubro de 2014 para a campanha do hoje senador ao governo do Tocantins. No total, o Bradesco doou R$ 135 mil à campanha. Não foram encontrados registros de doações de empresas investigadas à campanha do senador João Ribeiro, que morreu após eleito e do qual Ataídes era suplente.

Senadora Vanessa Grazziotin, relatora da CPI
Recebeu da construtora Camargo Correa doação de R$ 500 mil em duas parcelas para sua campanha ao Senado em 2010. De acordo com a prestação de contas disponível no site do TSE, foram duas parcelas de R$ 250 mil pagas em espécie em setembro de 2010. A construtora é investigada na Operação Zelotes por suspeita de se beneficiar em processos que giram em torno de R$ 668 mil.

Senador Donizeti Nogueira, vice-presidente da CPI
Suplente da senadora Katia Abreu o senador do PT não recebeu doações diretas das empresas investigadas pela Zelotes. No entanto, a campanha da atual ministra da Agricultura recebeu R$ 350 mil de contribuições do Bradesco em agosto e outubro do ano passado. São R$ 150 mil provenientes da Bradesco Capitalização e R$ 200 mil da Bradesco Vida e Previdência. No sistema do TSE, as doações são registradas como oriundas do Comitê Financeiro Único. O banco é suspeito de se beneficiar do esquema instalado no Carf em processos que envolvem R$ 2,7 bilhões.

Senador José Pimentel, titular da CPI
Autor de boa parte dos requerimentos de convocação de testemunhas para depor na comissão, o senador José Pimentel foi eleito em 2010 pelo Ceará. Na campanha daquele ano, recebeu contribuições de duas empresas investigadas pela Operação Zelotes. A construtora Camargo Correa doou R$ 1 milhão em três parcelas entre agosto e setembro de 2010 e a Gerdau doou R$ 200 mil. Segundo a denúncia, a Gerdau é investigada por suspeita de se beneficiar do esquema em processos que totalizam R$ 1,2 bilhão.

Douglas Cintra | Foto: Geraldo Magela/Agência Senado

Douglas Cintra | Foto: Geraldo Magela/Agência Senado

Senador Humberto Costa, titular da CPI
Eleito em 2010 pelo estado de Pernambuco, o senador Humberto Costa recebeu R$ 1 milhão da construtora Camargo Correa como contribuição para sua campanha. Foram quatro parcelas entre agosto e setembro de 2010.

Senador Acir Gurgacz, titular da CPI
Recebeu 25 doações do Bradesco Vida e Previdência S/A identificadas no sistema do TSE como originárias do Diretório Estadual do seu partido, o PDT. Entre as doações, algumas de baixo valor (R$ 412,50 e R$ 313,00 são valores que se repetem várias vezes) e outras maiores, como os R$ 52 mil doados em setembro de 2014. No total, a campanha do senador recebeu do Bradesco aproximadamente R$ 103 mil.

Senadora Simone Tebet, titular da CPI
A campanha da senadora Simone Tebet recebeu uma doação de R$ 50 mil da Copersucar, cooperativa investigada na Operação Zelotes. O depósito em cheque foi feito em setembro de 2014, durante a campanha eleitoral. Consta ainda no sistema do TSE que a campanha de Tebet também recebeu contribuição da Usina Eldorado S/A no valor de R$ 70 mil. Na lista das investigadas, consta a empresa “Eldorado”, sem especificação do ramo de atividade. Assim, não é possível saber, nesse caso, se a empresa investigada é a mesma que doou para a campanha da senadora.

Senador Otto Alencar, titular da CPI
A campanha de Otto Alencar ao Senado, em 2010, recebeu doações de duas empresas suspeitas no esquema do Carf. A Cervejaria Petrópolis e o Bradesco contribuíram de forma indireta com a campanha do senador baiano. De acordo com os dados da prestação de contas disponíveis no site do TSE, a Cervejaria Petrópolis fez 44 doações à campanha de Alencar totalizando mais de R$ 1,2 milhão. Já o Bradesco contribuiu via Bradesco Leasing com cerca de R$ 23 mil divididos em cinco doações. Todas as doações têm como originária a campanha de Rui Costa para o governo da Bahia.

Senador Helio José, titular da CPI
Entre os 11 senadores titulares da CPI do Carf, o suplente do atual governador do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg, é o único que não recebeu doações de empresas investigadas. Não foram encontrados registros na prestação de contas das campanhas de Rollemberg ao Senado, em 2010, e nem na campanha de Helio José para Deputado Distrital, em 2014, quando ele obteve apenas seis votos e gastou, no total, pouco mais de R$ 1 mil.

Senador Wilder Morais, titular da CPI
Wilder Morais é senador desde que o titular de sua chapa, Demóstenes Torres, foi cassado em 2012 acusado de ligação com o bicheiro Carlinhos Cachoeira. Menos de dois dias após Demóstenes perder seu mandato, Wilder foi empossado na presença de apenas quatro senadores. Três empresas hoje investigadas doaram para a campanha do ex-senador cassado: a Camargo Correa doou R$ 200 mil em agosto de 2010, a Gerdau doou R$ 50 mil em setembro e a Copersucar, cooperativa de produtores de cana de açúcar de São Paulo, contribuiu com R$ 100 mil reais também em setembro.

Senador Douglas Cintra, titular da CPI
Senador da República desde julho do ano passado, quando assumiu a vaga deixada pelo senador eleito Armando Monteiro, atual ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Douglas Cintra, assim como os demais suplentes que assumiram a titularidade da cadeira no Senado, também não recebeu contribuições diretas das empresas investigadas. Mas a campanha de Monteiro em 2010 recebeu R$ 300 mil de contribuição da Gerdau, uma das principais investigadas na Zelotes. Foram três doações entre agosto e setembro daquele ano.

Tags: Banco Safra, Banco Santander, Bradesco, Camargo Corrêa, Cervejaria Petrópolis, Companhia Bozano, Coopersucar, CPI do Carf, gerdau, Grupo RBS, Mitsubishi, Operação Zelotes

Zelotes: senadores investigam em CPI empresas que doaram para suas campanhas « Sul 21

20/08/2015

Rico não rouba, cleptomaníaco

rico nao roubaSeria apenas uma piada de péssimo gosto não fosse esta uma manifestação típica dos derrotados que querem derrubar a democracia para entronizarem um toxicômano. Não se trata de combater a corrupção, mas de combater a concorrência na corrupção.

No vale tudo, buscam inverter o sentido das coisas.

O crime de sonegação, tipificado no código penal, de repente vira “legítima defesa”. Aliás, José Serra inaugurou este tipo de desfaçatez quando disse que cartelização não é crime.

O RS, “estado mais politizado do Brasil”, é sede das duas maiores envolvidas na Operação Zelotes. Coincidentemente, são as duas maiores empresas deste Estado. Mas, como diz o cartaz das Marcha dos Zumbis II, “país sem corrupção é país onde rico manda, pois quem é rico não precisa roubar”. Lógica cartesiana. Tudo graças à RBS da famiglia Sirotsky.

Coincidentemente, o PP gaúcho foi pego inteirinho na Operação Lava Jato. Mas isso é o de menos. Ficamos em pior estado quando vemos que a RBS tem dois Senadores, Ana Amélia Lemos e Lasier Martins. E eles estão lá na CPI que trata dos crimes de sonegação atuando como advogados da RBS.

GERDAU, que não fabrica um parafuso sem incentivo fiscal ou empréstimo de banco público, é outro que tem espaço para dizer na RBS o que o RS deve ou não deve fazer.

Segundo esta parcela de público que se manifesta no Parcão, rico não rouba, é cleptomaníaco. As manifestações lá na Restinga pensam o contrário. Quem está certo?

A Operação Zelotes – Parte I

Enviado por Adir Tavares ter, 18/08/2015 – Atualizado em 18/08/2015 – 10:04 – do Informação Incorrecta – A Operação Zelotes – Parte I

Começa hoje uma série dedicada a duas investigações em território brasileiro: a Operação Zelotes e a Operação Satiagraha.
Em primeiro lugar, um grande "obrigado!" para Chaplin que forneceu o dossier: material já muito bem organizado e de simples consultação, ao qual acrescentei apenas algumas para os Leitores não do Brasil.
Zelotes e Satiagraha, como afirmado, são duas grandes investigações, agora postas na sombra por causa do Lava-Jato, mas que complementam esta última. Todavia, ao invés de antecipar o conteúdo, melhor iniciar a publicação e deixar eventuais considerações para o fim.
Portanto, eis a primeira, a Operação Zelotes, com dados actualizados em Março deste ano.

A Operação Zelotes

A Polícia Federal já apreendeu mais de R$ 1,3 milhão, em espécie, como parte da Operação, deflagrada na manhã desta segunda-feira no Distrito Federal, em São Paulo e no Ceará, em parceria com a Receita Federal [1], o Ministério Público Federal e a Corregedoria [2] do Ministério da Fazenda [3]. Em apenas um dos 41 locais onde foram cumpridos os mandados de busca e apreensão, foram encontrados R$ 800 mil em espécie.
Como o inquérito está sob segredo de Justiça, não foram revelados os nomes das empresas nem das pessoas envolvidas na fraude. Informou-se apenas que estão sendo investigadas instituições financeiras, como grandes bancos, empresas do ramo automobilístico, da indústria, da siderurgia e da agricultura, além de dez integrantes do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf) – Conselho de Contribuintes da Receita, vinculado ao Ministério da Fazenda – e escritórios de advocacia e de contabilidade.
O Carf é um tribunal administrativo que decide sobre controvérsias fiscais, especialmente em processos sobre sonegação fiscal. Giram mais de dez mil processos que envolvem decisões sobre bilhões de reais. É composto de mais de 200 conselheiros, sendo a metade deles auditores fiscais indicados pelo Ministério da Fazenda e a outra metade representantes de entidades de classe como a Confederação Nacional do Comércio (CNC), ou seja, grandes contribuintes, exercendo forte influência no decorrer dos processos. Cada conselheiro tem mandato de três anos e não recebe remuneração adicional por esse serviço. Suas turmas ou câmaras, normalmente decidem seguindo o chamado voto de qualidade ou condutor, proferido por seus respectivos presidentes, exclusivamente membros fazendários, que acabam gerando acórdãos.
A organização criminosa, valendo-se da proximidade com alguns conselheiros na defesa de seu interesse privado, algumas vezes, precisava de algum pedido de vista para trancar a pauta, segurar um tempo para conseguir alguma outra medida judicial, e vendiam esse pedido de vista. Os valores cobrados pela quadrilha variavam de acordo com a ação em questão. Em um caso específico identificado, estava em torno de R$ 300 mil para fazer o exame de admissibilidade, assim como pagamentos de R$ 30 mil, R$ 50 mil para um pedido de vista.
As investigações, iniciadas em 2013 estima que o esquema criminoso que atuava no Carf tenha tentado fraudar, desde 2005, mais de 70 processos tributários, que podem acarretar prejuízo superior a R$ 19 bilhões aos cofres públicos.
Foram identificados, até o momento, “indícios veementes” da manipulação de cinco julgamentos já finalizados em que o Estado foi lesado em quase R$ 6 bilhões. Esta é uma das maiores, se não a maior, organização especializada em crimes de sonegação do país.
A corregedoria-geral do Ministério da Fazenda, afirma que se comprovada a existência de fraude nos processos já julgados, mesmo que eles tenham caráter definitivo por se tratar da última instância recursal da esfera tributária, poderão ser anulados.
O termo Zelotes baseou-se no falso zelo ou cuidado fingido de alguns conselheiros julgadores do Carf.
As investigações envolvendo a RBS [4] e o Grupo Gerdau [5], apresentam alguns dos indícios mais fortes de irregularidades. A Polícia Federal identificou fortes indícios de que ao menos 12 empresas negociaram ou pagaram propina para reduzir e, em alguns casos, zerar completamente dívidas com a Receita Federal. Os casos com indícios mais consistentes envolvem RBS, Gerdau, Cimento Penha, Boston Negócios, JG.Rodrigues, café Irmãos Júlio, Mundial-Eberle, Ford, Mistubishi, Santander e Safra.
O jornal cita o Ministério Público ao afirmar que “até o momento os casos em que há indícios mais fortes de eventuais irregularidades envolvem a RBS e o grupo Gerdau”. O Grupo Gerdau é investigado pela suposta tentativa de anular débitos que chegariam a R$ 1,2 bilhão. Empresário Jorge Gerdau Johannpeter é um dos criadores do Movimento Brasil Competitivo e um dos ideólogos da tese de que o setor público deve importar do setor privado os seus métodos de gestão; também é um dos financiadores do Instituto Millenium, criado em parceria com a Editora Abril para disseminar teses conservadoras e liberais na imprensa brasileira; em nota, a Gerdau afirma que contrata “escritórios externos” para assessorá-la em questões tributárias e que pagamentos estão condicionados ao êxito dos processos.
O programa PGPQ, difundido por ele, teve participação direta no início do governo de José Ivo Sartori no Rio Grande do Sul. No dia 21/01, técnicos apresentaram, no Palácio Piratini [6], as linhas iniciais do plano de gestão do governo do Estado. Nesta reunião, os técnicos do programa discutiram com os integrantes do governo os principais eixos e diretrizes estratégicas que vão nortear a atuação do Executivo na atual gestão.
O esquema de sonegação seria um dos maiores já investigados no país. Os 74 processos investigados na operação envolvem valores que chegam a R$ 19 bilhões, com prejuízos de cerca de R$ 6 bilhões já comprovados pela Polícia Federal. Entre os crimes investigados, consta advocacia administrativa, tráfico de influência, corrupção, associação criminosa e lavagem de dinheiro. Nota divulgada pelo Ministério da Fazenda, diz que “o esquema envolveria a contratação de empresas de consultoria que, mediante trânsito facilitado junto ao Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf), conseguiam controlar o resultado do julgamento de forma a favorecer o contribuinte autuado.
Constatou-se que muitas dessas consultorias tinham como sócios conselheiros ou ex-conselheiros do Carf”. Segundo a Polícia Federal, o grupo que atuava no Carf fazia um levantamento dos grandes processos em curso no conselho, procurava empresas com altos débitos no Fisco e oferecia facilidades, como a anulação de multas. O Carf é um órgão da Fazenda onde contribuintes podem contestar administrativamente tributos/multas aplicadas pela Receita Federal.
Os investigadores suspeitam que a RBS teria efetuado o pagamento de R$ 15 milhões de reais para fazer desaparecer um débito de mais de R$ 150 milhões de reais. No total, as investigações se concentram em débitos da RBS que chegam a R$ 672 milhões.
O Grupo RBS divulgou nota oficial dizendo desconhecer a investigação e negando qualquer irregularidade em suas relações com a Receita Federal. “A RBS não foi procurada para fornecer qualquer informação sobre a suposta investigação e confia na atuação das instituições responsáveis pela apuração para o devido esclarecimento dos fatos, que, como sempre, seguirão tendo cobertura normal de nossos veículos”, afirma a nota publicada na página institucional do grupo. O Grupo Gerdau também negou qualquer irregularidade no caso.

Duda Sirotsky

Quatro dias depois, em 01/04, Duda Sirotsky, neto do fundador e presidente do grupo, deu um 
upgrade na versão: deixou de negar a existência de suborno e sonegação, mas responsabilizando terceiros. Para conter os danos à imagem do grupo, visitou as filiais da empresa nos dois estados, apresentando a nova posição oficial aos empregados. Em Florianópolis, disse: “Nós apenas contratamos, inadvertidamente, um dos escritórios de advocacia hoje identificado como sendo de lobistas que subornavam conselheiros do Carf”. Diante do silêncio dos empregados, uniu as duas mãos e implorou: “Por favor, acreditem: eu não sabia de nada”.
Pedro Parente havia sido um dos membros mais destacados do governo FHC [7] como ministro-chefe da Casa Civil [8] e depois como comandante do ministério do apagão [9]. Assumiu a vice-presidência executiva da RBS, incumbido de liderar uma ampla mudança na gestão da empresa, incluindo uma complexa reestruturação financeira. Seis anos depois, a RBS divulgou um comunicado informando que, no dia 31/12/09, Pedro Parente deixará a função que exerce atualmente, mantido apenas no Conselho de Administração e, eventualmente, prestará consultoria ao grupo. Foi responsável pela reestruturação financeira do grupo RBS, muito provavelmente exercendo algum tráfico de influência ou mesmo informações privilegiadas trazidas da sua proximidade com o poder central, o que conseguiu sem promover uma enxurrada de demissões.
No ano passado, conduziu as negociações completadas com a venda de 12,64% do controle da RBS para o grupo Gávea, do ex-presidente do Banco Central, Armínio Fraga. Fraga e Parente foram companheiros no governo FHC.
Notas:
[1] A Receita Federal (Secretaria da Receita Federal do Brasil – RFB) é um órgão subordinado ao Ministério da Fazenda, que tem como responsabilidade a administração dos tributos federais e o controle aduaneiro, além de actuar no combate à elisão e evasão fiscal (sonegação), contrabando, descaminho, pirataria e tráfico de drogas e animais.
[2] A Corregedoria é a instituição governamental a quem cabe corrigir os erros e os abusos de autoridades judiciárias e funcionários de justiça. É responsável pela fiscalização do exercício público.
[3] O Ministério da Fazenda (MF) é o órgão que cuida da formulação e execução da política económica nacional por meio da sua Secretaria do Tesouro Nacional, e da administração superior da estrutura fiscal federal, por meio de sua Secretaria da Receita Federal.
[4] O Grupo RBS, fundado em 31 de agosto de 1957 por Maurício Sirotsky Sobrinho,  é uma das maiores empresas de comunicação multimedia do Brasil e a maior empresa afiliada da Rede Globo.
[5] A Gerdau S.A., também referida por Grupo Gerdau, é uma empresa siderúrgica brasileira. Possui operações industriais nas Américas, na Europa e na Ásia. É a maior recicladora da América Latina e, no mundo, transforma anualmente milhões de toneladas de sucata em aço.
[6] O Palácio Piratini é a actual sede do poder executivo do estado brasileiro do Rio Grande do Sul.
[7] Governo de Fernando Henrique Cardoso, 1995 – 2003.
[8] A Casa Civil é o órgão diretamente ligado ao poder executivo: por isso, o chefe da Casa Civil geralmente é considerado o ministro mais importante, podendo ser comparado à figura do primeiro-ministro nos regimes parlamentaristas, embora as funções de primeiro-ministro sejam efetivamente exercidas pelo Presidente da República num regime presidencialista, em que o presidente é ao mesmo tempo chefe de Governo e chefe de Estado.
[9] O ministério do apagão é o termo com o qual é conhecida a Câmara de Gestão da Crise de Energia.
Ipse dixit.
Fontes: na última parte do artigo

– See more at: http://informacaoincorrecta.blogspot.com.br/2015/08/a-operacao-zelotes-p…

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A Operação Zelotes – Parte I | GGN

24/06/2015

Método Folha de proteger capangas

zelotes rbs zhVeja como a Folha faz a manchete quando seus parceiros de Instituto Millenium são chamados a depor em CPI. Se quando um petista é chamado a Folha pão na manchete que é petista, para atingir toda a agremiação, porque a Folha não faz a mesma com seus parceiros. A Folha sabe aplicar ainda melhor que o Poder Judiciário a velha Lei Rubens Ricúpero: mostrar quando beneficia, esconder quando a prejudica.

A lenga lenga da matéria funciona como uma espécie de álibi. Veja, nós também noticiamos quando nossos parceiros estão envolvidos em caridade fiscal… Como os 12% da Folha só leem a manchete, não ficam sabendo da missa a metade. Pelo título pode-se ficar com a impressão tanto que sejam executivos das empreiteiras presos na Operação Lava Jato, como também poderia ser da fábrica de dedos de silicone. O subtítulo é ainda mais revelador: “lista inclui lideranças dos setores automotivos, financeiro e do comércio”. Só faltou dizer: “da Venezuela”. Só lá no meio do segundo parágrafo aparece algo um pouco mais verossímil: Ford, Mitsubishi Motors, Santander, Grupo RBS, CNC e Afávea.

Mas o suprassumo ainda estaria por vir mais adiante no texto: “Desde o fim de março, o órgão é alvo da Operação Zelotes, conduzida pela Polícia Federal, Receita, Corregedoria do Ministério da Fazenda e Ministério Público.” Nesta sentença de pé quebrado o sujeito oculto não são as empresas, mas, vejam só, o CARF. Não é o CARF que está sendo investigado, mas empresas do porte de uma RBS, de uma Gerdau. Fala sério, por que a Folha iria se indispor com seus financiadores ideológicos e parceiros do Instituto Millenium?

É este tipo de putaria que me emputece. Por que esta seletividade na forma de tratar corrupção? Por que se condena previamente sempre que alguém do PT é objeto de investigação, mas quando se trata de parceiros não criminaliza toda ANJ?!

CPI convoca executivos para depor sobre fraudes no Carf

Lista inclui lideranças dos setores automotivo, financeiro e do comércio

Ex-presidente e ex-conselheiros também foram chamados para falar sobre julgamentos de multas da Receita

EDUARDO CUCOLOGABRIELA GUERREIRODE BRASÍLIA

Executivos de grandes empresas que atuam no Brasil estão na lista de convocados para falar na CPI do Carf (Conselho Administrativo de Recursos Fiscais) sobre denúncias de manipulação de julgamentos relativos a multas da Receita Federal.

Nesta terça-feira (23), a comissão aprovou a convocação de 13 pessoas, que serão obrigadas a comparecer para depor. Entre elas estão executivos de Ford, Mitsubishi Motors, Santander, Grupo RBS, Confederação Nacional do Comércio (CNC) e Anfavea (associação das montadoras).

Foram chamados ainda o ex-presidente do Carf Edison Pereira Rodrigues e ex-conselheiros do órgão, além de Lutero Fernandes do Nascimento, assessor de Otacílio Dantas Cartaxo, que também presidiu o conselho. A expectativa da CPI é começar a ouvi-los na próxima semana.

O Carf é a última instância administrativa para se recorrer a uma multa aplicada pela Receita. É formado por representantes da Fazenda e dos contribuintes.

Desde o fim de março, o órgão é alvo da Operação Zelotes, conduzida pela Polícia Federal, Receita, Corregedoria do Ministério da Fazenda e Ministério Público. O grupo investiga um esquema de venda de sentenças para reduzir ou anular multas.

EXECUTIVOS

A convocação cita nominalmente o presidente da Anfavea, Luiz Moan Junior, o vice-presidente-executivo do Santander, Marcos Madureira, o presidente da diretoria-executiva do Grupo RBS, Eduardo Sirotsky Melzer, e o presidente da CNC, Antônio José Domingues de Oliveira Santos.

Também foram chamados os atuais presidentes da Ford e da Mitsubishi Motors no Brasil. O requerimento não cita nomes. Os cargos são ocupados pelos executivos Steven Armstrong e Aiichiro Matsunaga, respectivamente.

Foram convocados ainda os ex-conselheiros do Carf Adriana Oliveira e Ribeiro, Jorge Victor Rodrigues, Meigan Sack Rodrigues, Jorge Celso Freire da Silva e Gegliane Maria Bessa Pinto.

A comissão pediu a declaração de Imposto de Renda dos últimos cinco anos do ex-conselheiro do Carf Leonardo Manzan, ouvido pela CPI na semana passada. Ele é genro de Cartaxo e afirmou ter sido incluído por engano nas investigações.

A CPI também solicitou cópia de documentos entregues pelo ex-conselheiro Paulo Roberto Cortez à Coordenação-Geral de Pesquisa e Investigação da Receita em 2013. Na semana passada, a CPI recebeu informação de que Cortez informou ao órgão suspeitas de manipulação de julgamentos do Carf pelo ex-conselheiro José Ricardo Silva.

Paneleira dos Jardins: “- doação da Odebrecht para iFHC é para eu comprar brioches”

Filed under: Brioches,FHC,Gerdau,iFHC,Marcelo Odebrecht,Paneleiro,Pilantropia — Gilmar Crestani @ 9:00 am
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OBScena: FHC, Gerdau e Marcelo Odebrecht, segundo a revista Istoé, ouvindo embevecidos a sabedoria enciclopédica do Aécio Neves

FHC Marcelo Odebrecht GerdauÉ o cúmulo da hiPÓcrisia. A doação para o iFHC não é ligada a política. FHC não é político, claro. É padeiro. Serve o sonho dos golpistas, amassa e entrega a pizza do Tremsalão aos que estão na Lista de Furnas e ainda serve brioches para as Maria Antonieta dos Jardins.

Não se trata de defender corruptos do PT, do PP gaúcho, ou os muitos parceiros do Eduardo CUnha. A questão é porque os assoCIAdos do Instituto Millenium só condenam a corrupção dos adversários. As cinco irmãs (Globo, Folha, Veja, Estadão & RBS) sempre dão um jeito de criminalizar o PT, e aliviam para os demais. Inclusive para eles, pegos na Operação Zelotes e na Lista Falciani do HSBC. O moralismo seletivo do coronelismo eletrônico é apenas forma de eliminar a concorrência. Afinal, eles não têm nenhum problema com a corrupção que os beneficia.

Faz parte deste jogo, como fez a Revista Época, criminalizar Lula pela Brahma, mas nunca criminalizar Aécio pela Coca. Por que a proteção a quem sempre se beneficiou, desde a tenra idade mamando nas tetas do Estado? Aí está FHC usando dos pesos e medidas da Lei Rubens Ricúpero. Quando envolve o PSDB, gaveta, quando puder jogar nas costas do PT, vazam para a Veja, Época, Globo, Folha, Estadão, Zero Hora.

Se isso não for comportamento de bandidos mafiosos então não sei o que seja banditismo. A promiscuidade das velhas mídias com a velha política chega ao cúmulo de condenar Lula por ajudar a internacionalizar as empresas nacionais, como a Odebrecht, e divinizar o papel de José Serra na entrega da Petrobrás à Chevron.  Tem de ser muito mau caráter para não perceber que agir no limite da irresponsabilidade na doação do patrimônio que outros construíram é muito mais nocivo aos interesses do povo brasileiro do que lutar para que nossas empresas cresçam e deem empregos aos brasileiros, no Brasil. E, se derem empregos no exterior, que a lucro venha ao Brasil para aqui ser investido. A Petrobrás é propulsora da economia e da cultura brasileira; a Chevron, dos EUA! SIMPRES ASSIM!

FHC diz que doação a instituto não é ligada a política

PATRÍCIA CAMPOS MELLODE SÃO PAULO

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) afirmou nesta terça (23) que os recursos recebidos por seu instituto, o iFHC, não têm "relação com política e partidos".

Ele admitiu que a entidade pode ter recebido dinheiro de empreiteiras investigadas na Operação Lava Jato, mas disse não ver problema nisso.

Indagado sobre a diferença entre ele receber dinheiro para fazer palestras e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ganhar recursos destas empresas para fazer o mesmo, Fernando Henrique afirmou: "A minha palestra eu dou e vocês assistem".

A Polícia Federal informou que o Instituto Lula recebeu R$ 3 milhões da Camargo Corrêa, uma das empresas sob suspeita. O presidente do Instituto Lula, Paulo Okamotto, foi chamado a explicar as doações na CPI da Petrobras. A convocação irritou Lula.

Na segunda-feira (22), Okamotto afirmou que os recursos recebidos pela entidade são semelhantes às doações feitas a instituições de outros ex­-presidentes.

Segundo a revista "Época", tanto o Instituto Lula como o Instituto FHC receberam recursos da Odebrecht. A bancada do PT quer convocar Sérgio Fausto, superintendente do iFHC, para depor na CPI.

"Muita gente deu recurso [para o instituto], mas aqui é para fazer o que nós estamos fazendo, não tem nenhuma relação com política, partido", disse Fernando Henrique, após seminário no iFHC.

O instituto do ex-presidente nunca divulgou detalhes sobre seus doadores. Segundo Sérgio Fausto, o iFHC foi auditado pela PwC até 2014. Este ano, passa por auditoria da Grant Thornton.

‘ORGULHO’

Em entrevista ao site "Brasil 247" nesta terça, Lula defendeu as viagens que fez com empresários desde quando era presidente, argumentando que ajudaram a promover exportações brasileiras.

"Levei centenas de empresários comigo à China, à Índia, à África, aos quatro cantos do mundo", disse.

16/06/2015

Zelotes, mas pode me chamar de tapera

Tapera é um nome de origem tupi que significa aldeia extinta. E aquilo que não é lembrado, não existe. É com esta lógica que todos os envolvidos na Operação Zelotes trabalha.

Como já escreveu Pedrinho Guareschi, o que não sai na mídia não existe. É a forma científica da fórmula desenvolvida pela dupla Rubens Ricúpero e Carlos Monforte naquele vazamento que ficou conhecido como Escândalo da Parabólica. E, embora desanimador, é um resultado esperado exatamente por envolver os assoCIAdos do Instituto Millenium e seus financiadores ideológicos. RBS, GERDAU e outros salafrários são os mesmos que querem ensinar o Estado a ser honesto. Quando estes grupos pagarem seus imposto deixarei pensar que fazem parte de uma máfia que suga o Estado e, por isso, condena todos que tentam fortalecer o Estado e seus serviços. A máfia detesta a eficiência estatal.

Se algo de bom nesta informação é o fato de que fica evidente que há partes do funcionalismo público que atua somente naquilo que dá IPOBE. Por exemplo, na RBS dá IBOPE atacar o PT. Jamais dará IBOPE na RBS investigando a corrupção da RBS. E a GERDAU, tão ciosa para ensinar eficiência ao setor público, de repente tem uma moral de Fernandinho Beira-Mar.

Réus graúdos levam Zelotes para longe dos holofotes
Ministério Público teme que Operação Zelotes, que investiga fraudes de grandes empresas contra o Fisco, fique parada por atender a interesses de setores da imprensa e do Judiciário

por Hylda Cavalcanti na Rede Brasil Atual

ZELOTES

A investigação de crimes praticados por grandes empresários, detentores de fatia considerável do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro, caminha relegada ao desinteresse por falta de associação a um escândalo que reverta em dividendos ou prejuízos políticos. O tratamento dado por parte do Judiciário e da imprensa à Operação Zelotes é uma amostra disso, se comparado à Lava Jato. Essa tem sido a constatação de parlamentares, representantes do Ministério Público, analistas econômicos e profissionais do meio jurídico, que se debruçam sobre a elucidação de um escândalo que pode chegar R$ 19 bilhões desviados do Tesouro Nacional.

A Operação Zelotes foi deflagrada em 28 de março por diversos órgãos de investigação em conjunto com a Polícia Federal. Resultou na descoberta de uma fraude com a Receita Federal, no período de 2005 a 2013 – grandes empresas subornavam integrantes do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf), ligado à Fazenda, para serem absolvidas do pagamento de impostos ou reduzir de forma significativa o valor a ser pago. Entre as empresas investigadas estão grandes corporações, como RBS (maior afiliada da Rede Globo), Gerdau, Votorantim, Ford, Mitsubishi, BRF (antiga Brasil Foods), Camargo Corrêa, e os bancos Santander, Bradesco, Safra, BankBoston, Pactual, Brascan e Opportunity.

Frederico Paiva

Procurador Paiva debate com senador Paulo Pimenta em audiência da investigações Operação Zelotes

Enquanto em várias operações de caráter semelhante essa fase já teria resultado em prisões preventivas e medidas mais adiantadas, autoridades, Ministério Público e parlamentares alertam para o risco de a investigação não chegar a um resultado efetivo. Segundo o procurador da República Frederico Paiva, “o caso até agora não entusiasmou nem o Poder Judiciário nem a mídia, ao contrário do que acontece com a Operação Lava Jato”. Ele criticou o que chamou de “passividade” por parte dos órgãos envolvidos na investigação e afirmou, durante audiência pública no Congresso Nacional, que os escândalos de corrupção no Brasil só despertam interesse quando há políticos no meio. “Quando atingem o poder econômico, não há a mesma sensibilidade. É preciso que a corrupção seja combatida por todos. Os valores são estratosféricos”, afirmou.
Representações

O MP entrou com representação na Corregedoria do Tribunal Regional Federal (TRF) da 1ª Região contra o juiz responsável pela operação, Ricardo Leite, da 10ª Vara de Brasília. Leite só entregou os documentos referentes ao inquérito em curso à CPI em 1º de junho, e teria tomado decisões que não ajudaram as investigações. Ele só se manifestou pelos autos, negou a prisão temporária de 26 pessoas suspeitas de integrar o esquema e rejeitou o pedido de bloqueio de bens de investigados.

O deputado Paulo Pimenta (PT-RS) divulgou que entrará com medida no Conselho Nacional de Justiça (CNJ) contra o magistrado. Ele acusa Ricardo Leite de ser responsável por processos antigos contra personagens da Zelotes que não foram nem sequer chamados a depor. “A conduta prejudica o combate à corrupção e ao crime do colarinho branco no Brasil”, acusa.

Segundo Frederico Paiva, o MP se prepara para apresentar à Justiça, até julho, denúncias formais por corrupção e lavagem de dinheiro contra investigados na Zelotes. No total, são analisados 74 processos do Carf com suspeita de serem resultado de fraudes. Entre 15 e 20 tratam de valores que chegam a irregularidades da ordem de R$ 5 bilhões. O procurador acha que não será possível reunir provas suficientes para anular a maior parte dos 74 julgamentos suspeitos. “O Ministério Público não vai conseguir, infelizmente, alcançar 10% dos ilícitos que foram praticados no caso”, diz. “É preciso que o Poder Judiciário entenda que provas contra a corrupção só são obtidas com medidas invasivas.”

Delegados envolvidos nas investigações já acenaram que, em mais de 90% dos casos, podem não ser encontrados indícios suficientes para anular as supostas irregularidades, por causa da negativa de várias medidas investigativas que dificultou a obtenção de provas. Eles querem desmembrar as investigações, numa forma de tentar contornar as dificuldades e agilizar os trabalhos. “Muita coisa que foi praticada não terá processo. Alguns vão ficar para trás”, lamenta o procurador.

Problemas estruturais

O escândalo envolvendo o Carf descortina dois problemas estruturais brasileiros. O primeiro é o modo de funcionamento do conselho em si. O segundo, a dificuldade de se apurar e julgar crimes tributários no país. Para o procurador Frederico Paiva, esse atual modelo do órgão, que será reformulado, é propício à corrupção e ao tráfico de influência.

“Para fazer investigações desse tipo dependemos antes, muitas vezes, da atuação da Receita Federal, que precisa atestar a existência do crédito tributário definitivo, decorrente de uma fraude. E isso dificulta nosso trabalho”, afirma o delegado da PF e coordenador-geral de Polícia Fazendária, Hugo de Barros Correia, ao destacar que, por esse motivo, tem diminuído o número de inquéritos na área de direito penal tributário no país – sem falar que a PF só pode investigar casos de sonegação previamente investigados no Carf.

No início de maio, um levantamento feito pelo gabinete do senador Otto Alencar (PSD-BA) constatou que mais de 120 mil processos tramitam no Carf, contestando a cobrança de R$ 565 bilhões em impostos e multas. “Se o governo fizer um Refis, dispensar multas e juros e der um desconto de 30% sobre o valor devido, ainda receberia o suficiente para evitar esse doloroso ajuste fiscal”, avaliou o senador, ao divulgar os dados.

A lista surpreende pelos números: apresenta 780 processos com valores acima de R$ 100 milhões sendo contestados, além de 4.295 ações com valores entre
R$ 10 milhões e 100 milhões e 13.190 referentes a valores entre R$ 100 mil e
R$ 10 milhões. Outros 93.698 processos de empresas com pendências na Receita pedindo a revisão das dívidas têm valores abaixo de R$ 100 mil.

O menor grupo, composto por 780 ações, corresponde ao maior valor em impostos e multas que a União teria a receber de grandes empresas: soma mais de R$ 357 bilhões. “É nesse grupo que estão os grandes clientes, que pagam propinas aos conselheiros para ter os valores anulados ou reduzidos. O Carf foi criado para poupar os grandes conglomerados de pagar impostos”, critica o senador.

Reformulação

O Carf tem atualmente 27 conselheiros (há sete cargos vagos), indicados entre representantes dos contribuintes e do fisco, em igual proporção. As indicações de representantes da iniciativa privada costumam ser feitas pelas confederações nacionais da Indústria (CNI), do Comércio (CNC) e da Agricultura (CNA). Os conselheiros não são remunerados. Pelo que tem sido descoberto, muitos deles, no entanto, trataram de dar um jeito próprio de compensar esse detalhe. Segundo o que foi apurado até agora, foram usadas, inclusive, empresas de fachada para fazer a intermediação com os empresários interessados em pagar pela propina para se dar bem nos julgamentos.

O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, chegou a anunciar que uma reformulação do conselho, depois de todos esses escândalos, “trará clareza para os contribuintes e segurança para o governo”. Levy disse que a proposta definitiva de reforma do regimento do órgão seria publicada até o início deste mês de junho. O texto foi submetido a consulta pública e, conforme explicou o ministro, as sugestões apresentadas pela sociedade estão sendo consolidadas. As mudanças passam por redução do número de turmas e reorganização da câmara superior de julgamentos.

Coêlho, da OAB

Coêlho, da OAB: mudanças no Carf

Levy recebeu do presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Marcus Vinícius Furtado Coêlho, um documento com propostas de reforma. A principal medida, aprovada no último dia 18 de maio pela entidade, é a proibição para que advogados com papel de conselheiros no Carf exerçam a advocacia privada. “A OAB poderia vetar a atuação no Carf apenas a advogados que atuassem em causas contra a Fazenda Nacional. Entendemos que o impedimento cabe em qualquer situação”, explica o presidente da OAB.Como forma de equilibrar a situação dos conselheiros que são advogados, a sugestão da Ordem é que esses profissionais, quando passarem a integrar o Carf, recebam salários entre R$ 11 mil e R$ 22 mil. O projeto já foi enviado ao Congresso Nacional.

Senadora Vanessa

Senadora Vanessa: restituição aos cofres

No Senado, onde foi  instalada uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para apurar o caso, a relatora, Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM), destacou que a comissão quer ter acesso ao máximo de informações. “O resultado que queremos obter não é só punir e prender empresas e culpados, mas trazer para os cofres públicos os recursos que nunca poderiam ter saído”, ressalta. Os senadores querem mais. “O principal objetivo da CPI é investigar as razões da existência do esquema criminoso e, ao mesmo tempo, obter informações para orientar a adoção de medidas que evitem a repetição de tão lamentáveis fatos”, completa o presidente da comissão, senador Ataídes Oliveira (­PSDB-TO).Na Câmara, por sua vez, o deputado Paulo Pimenta, relator de subcomissão da Casa que acompanha as apurações do escândalo, afirmou que já pediu ao juiz Ricardo Leite para ter acesso ao processo, que está sob sigilo de Justiça. Jornalista por formação, Pimenta terminou envolvido em uma polêmica com a mídia após ter sido acusado pelo jornal Folha de S.Paulo de “inflar” a Operação Zelotes com interesses de abafar a Lava Jato.

“A imprensa brasileira trabalha os casos de corrupção não a partir do ato em si, mas a partir de quem praticou a corrupção e quem está envolvido nesses escândalos. Só depois desse filtro, dessa censura prévia, e só depois de verificar se não irá atingir interesses dos grupos econômicos influentes, é que a imprensa decide qual o tamanho da cobertura jornalística que dedicará, ou, então, se irá varrer os acontecimentos para debaixo do tapete, sumindo com esses fatos do noticiário”, rebateu. Para Pimenta, com todos os empecilhos observados até agora, o caminho para o desfecho do caso está apenas começando.

Tabela

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