Ficha Corrida

24/01/2015

Pior ano petista(2014) foi melhor que o melhor ano do PSDB (2002)

DesempregooPara constatar isso bastaria saber fazer comparação.  Segundo dados do CAGED (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), divulgados ontem, foram criados 396.993 postos de trabalho formais em 2014. Mesmo tendo sido o pior ano, criou. E se levarmos em conta que ainda assim vivemos com taxa de pleno emprego (4,6% de desemprego), mesmo que não crie mais nenhum, a estabilidade projetada para 6% continua sendo a mais baixa taxa de desemprego da história.

Considerando a crise que assola dos demais países, notadamente da zona do Euro, não há do que reclamar. Na Espanha, mesmo com a melhora em 2014, o desemprego continua em torno de 26%.

Não há como não notar que a situações do desemprego cresce em São Paulo em virtude do fechamento de empresas por falta d’água. Neste caso não há tom pejorativo. A migração de empresas de São Paulo para outros locais tem grande participação no baixo crescimento.

Há um parâmetro para se ler a ênfase no “pior” da Folha. Se pegarmos um litro e completarmos de 600 ml para 900 ml (de 2002 a 2013) verifica-se que colocar apenas 1 ml é pouco, “pior”, mais ainda será 901 ml. Muito distante dos 600 ml…

Segundo dados obtidos via RAIS, nos anos de 1994/2002 foram criados 5 milhões, já nos anos 2003/2013 foram criados 20,4 milhões de empregos.

Para bom entendedor, os subtítulos da matéria da Folha são suficientemente claros: as contas externas por pior que tenha sido também foi melhor que melhor ano de FHC, em 2001. Da mesma forma o desemprego, o pior ano de Dilma foi melhor que o melhor ano de FHC, em 2002.

O tom negativista, o torcidômetro dos fracassomaníacos é autoexplicativo.

 

Geração de empregos em
2014 foi a pior dos anos PT

Governo também registrou o maior deficit nas contas externas desde 2001

Criação de vaga formal é a menor na era PT

Com demissões da indústria e na construção, mercado de trabalho tem pior ano de geração de emprego desde 2002

Economia não tem mais fôlego para manter um ritmo aquecido de geração de emprego, diz ministro do Trabalho

DE BRASÍLIA

O mercado de trabalho brasileiro teve em 2014 o pior ano de criação de vagas formais nos anos de PT no comando do Palácio do Planalto, iniciado em 2003 com a posse de Luiz Inácio Lula de Silva.

Refletindo a desaceleração da economia, as contratações de trabalhadores com carteira assinada superaram as demissões em 396,9 mil vagas, um terço do dado de 2013 e o pior resultado desde 2002, o início da atual série histórica.

Os dados são do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados).

As demissões na indústria e na construção civil foram as principais responsáveis pelo fraco desempenho do mercado de trabalho em 2014.

Em sua última previsão, em meados de dezembro, o governo esperava fechar 2014 com 700 mil vagas de trabalho criadas no ano.

No entanto, as demissões do último mês de 2014, que tradicionalmente é marcado pelo fechamento de postos criados para atender a demanda de fim de ano, excederam o esperado –foram 555,5 mil vagas fechados.

Foi o pior dezembro desde 2008, quando foram fechadas 654,9 mil vagas extintas.

O ministro Manoel Dias (Trabalho) afirmou que o mercado de trabalho, com índice de desemprego baixo, não tem mais fôlego para manter um ritmo aquecido de geração de emprego.

Com as incertezas da economia no ano passado, com Copa do Mundo, eleição e a Operação Lava Jato, muita gente adiou investimentos, o que teve impacto na geração de empregos, afirmou.

Dias não fez previsões para 2015. Afirmou que será preciso acompanhar os impactos dos ajustes fiscais que estão sendo adotados pelo governo para arrumar as contas públicas. Mesmo assim, ele afirma que haverá aumento no emprego formal neste ano.

SETORES

Os setores que sustentaram a criação de vagas em 2014 foram os de serviços (476,1 mil postos) e comércio (108,8 mil postos).

Na indústria, 163,8 mil vagas foram fechadas em 2014. No ano anterior, a indústria havia ampliado em 122,8 mil vagas força de trabalho.

O setor de material de transporte, afetado pela crise global e pela retração na demanda de importantes compradores, como Argentina, registrou a maior perda, com 41,4 mil postos fechados.

As indústrias metalúrgica e mecânica, que compõem a cadeia automobilística, demitiram 29,9 mil e 18,5 mil trabalhadores, respectivamente.

A indústria automotiva teve queda de 15% na produção em 2014, consequência dos problemas da economia brasileira, com aperto do crédito, e da crise argentina.

TAXA DE DESEMPREGO

Apesar da menor geração de vagas no ano, a taxa de desemprego de novembro (dado mais recente de seis regiões metropolitanas) permaneceu baixa: 4,8%.

A expectativa de analistas, porém, é que ela suba neste ano, chegando a 6%, refletindo o PIB fraco.

    05/01/2015

    Por que as ONGs norte-americanas só querem a Amazônia?!

    bandeira eua idiotas-paulistaNão visitam São Paulo para protestar contra o racionamento d’água.  Não visitam o nordeste para combater a pobreza e a seca. Não visitam as favelas para propor melhorias.

    Por que não fazem ONGs para combater o Ébola? Quem devastou florestas e assassinou índios vem querer nos ensinar como conserva florestas e índios. Quem foi que, além de dizimar índios, inventou um estilo de cinema para se vangloriar disso? O faroeste é o que senão a segunda morte dos índios, que é a construção cultural para justificar o crime?!

    Por que não há nenhuma ONG norte-americana cuidando para não aumentar o deserto do Alegrete?

    Os gringos ocupam até Marte, as calotas polares para fincarem a bandeira deles. Em todos os filmes da máquina de propaganda de Hollywood, as cenas de maior emoção são sempre assoCIAdas à bandeira. De alguma forma ela aparece, mesmo que no formato de cortina. Nas guerras, a bandeira é símbolo da dominação. No Brasil dos entreguistas já se vende um amor à bandeira norte-americana maior do que à nossa.

    Simples. Porque no Brasil a opinião pública é privada. Privada de sentidos! Nossos vira-latas são conduzidos como manada pela velha mídia, por isso combatem nossa bandeira sob a bandeira ianque!

    Belo Monte: ocupar a Amazônia para não entregar!

    A Amazônia deveria ser possuída por hidrelétricas

    A respeito do post “China sabe: o que eles querem é o petróleo“, o amigo navegante Gilson Leite nos enviou o seguinte comentário:
    “O nacionalismo despertado pelo vibrante artigo de PHA, da última semana me fez lembrar do artigo que escrevi há algum tempo sobre a usina de Belo Monte. Continuo achando que devemos ocupar a Amazônia com a construção de mais hidroelétricas. As ongs estrangeiras principalmente as americanas não gostam de índio. Gostam mesmo é do território que eles habitam. Esses senhores eliminaram seus índios de pele vermelha imagine os nossos de pele marrom. De olho Neles!!!”
    O Conversa Afiada solicitou e o Gilson nos enviou o artigo:

    QUESTÃO DE SOBERANIA

    bandeira manifestantePrecisamos da energia para o nosso progresso.
    Acontece que construir uma usina do porte de Belo Monte, a segunda do Brasil e terceira do mundo, nos dá a sensação segura de que estamos assumindo e tomando posse definitiva do que sempre foi nosso, com uma atitude concreta e determinada.                                                                                     Como sabemos, qualquer área na Amazônia sempre foi bastante cobiçada por nações alheias aos nossos interesses que de maneira indireta nomeiam ONGs e a própria ONU que só na aparência pretendem representar o pensamento ecológico do planeta.  
    Esse governo paralelo das ONGs, estupidamente custeadas pelos recursos do povo, tenta embargar nossos projetos, mas preferem agir em surdina e continuar camuflados no “escurinho da floresta” torcendo para que nossos governos oficiais fiquem cada vez mais ausentes, principalmente em áreas de dimensões amazônicas. Sabemos de muito tempo que o interesse real se esconde atrás de fatos econômicos.
    Tentam parecer preocupados com o meio ambiente e com o aspecto social, mas essa mesma preocupação não se verifica nem se verificou nas ocupações históricas, dos países por eles explorados no passado, e por isso, hoje despojados de recursos naturais que antes possuíam, bem como da desagregação social que sofreram apesar dos países ditos civilizados chamarem isso de progresso.
    A aparente preocupação social tão apregoada pela ONU e ONGs estrangeiras não se confirma com um rápido exame da realidade, quando constatamos a indiferença do “mundo civilizado” com relação à miséria e a fome.
    É coincidência demais verificarmos tantas ONGs na Amazônia como também coincidência maior a ausência das mesmas no Nordeste brasileiro, tão precisado de soluções sociais, bem como na África com sua história triste de fome, porém, já que justificam seus trabalhos e sua presença aqui entre nós pelo aspecto social e assistencial queria sugerir à tão “caridosas entidades” que os morros e as favelas do nosso lindo Rio de Janeiro os receberiam de braços abertos para nos ajudar a resolver o problema dos nossos drogados.
    Somente inocente não percebe após rápido olhar na história que os países pobres erraram demais ouvindo os seus colonizadores mesmo após a declaração histórica de independência quando se libertaram dos seus carrascos colonizadores.   
    Construir essas usinas em território Amazônico, para nós brasileiros, é um ato de posse, uma questão de soberania e de independência. Se isso acarreta prejuízo social e ambiental queremos lembrar que maior poluidor tem sido o automóvel, mas nem por isso as ONGs sugerem fechar as fábricas de automóveis do TIO SAN implantadas em nosso território. Teríamos que, por motivos até mais fortes fechar a grande quantidade de indústrias de bens supérfluos que só se justificam nesse consumismo incentivado ditado por um capitalismo completamente alheio as consequências ambientais.
    Com os recursos do planeta se exaurindo não tem mais sentido canalizá-los para meia dúzia de exploradores que sempre ditaram as normas da maneira mais egoísta e truculenta possível. O capitalismo sempre soube multiplicar para si, mas nunca aprendeu dividir porque aí envolve “o outro”, o povo.
    Nosso ar piora com os automóveis, mas os economistas do grande capital juram de pés juntos que o mundo não existiria sem ele e até justificam pela grande mão de obra gerada. No entanto, há contrassenso maior continuar colocando automóvel nas ruas de São Paulo quando já se provou que até de bicicleta se chega mais rápido ao destino?
    Quanto a mim prefiro admitir que o mundo realmente não existiria era sem “feijão”, o “biocombustível” que realmente movimenta essa nação, observando também que a mão de obra mais socialmente adequada ao nosso momento histórico seria na construção civil e na agricultura. Uma, alimenta e a outra constrói moradia dando dignidade, gerando mais emprego, mais felicidade e movimentando todas as indústrias afins que não são poucas e por consequência, favorecendo o crescimento real do país.
    Pelas mesmas razões ecológicas apontadas pelas famigeradas ONGs, teríamos muito mais razão para interditar a produção das energias provenientes do carvão ou da fissão nuclear, que boa parte da Europa e o mundo dito “civilizado” produzem, mas parece que lá, na terra do Tio Sam e na Europa,…Pode!
    O que nos tem parecido verdade é que se a implantação dessa hidrelétrica de Belo Monte fosse condição para montar grandes indústrias inglesas ou norte-americanas na área, as ONGs alienígenas não estariam nesse “frisson” e aí, logo justificariam a construção da referida hidrelétrica com todos os argumentos marotos que já conhecemos e até já cansamos de ouvir.
    Em um mundo onde já não confiamos mais em muitos dos que se dizem cientistas e onde até Al Gore gaiatamente se tornou um deles e até recebeu o Oscar, a quem devemos consultar? Frequentemente somos injustos com alguns patriotas que bradam,(Bautista Vidal, Molion, etc…) mas suas vozes apesar de verdadeiras não tem eco nem rende “recursos financeiros” aos grupos que sustentam a mídia, e esses heróis ficam no anonimato ou às vezes até impedidos de publicar suas ideias.
    Na dúvida, consulto aquela velha mestra chamada HITÓRIA e a CAÇULA INTERNET, e logo constato que as pessoas que ditam e ditaram normas ao nosso “progresso” foram as mesmas que no passado provocaram o desastre da fome na Mãe África, mataram seus índios e os índios dos outros e destruíram ao redor do mundo os recursos naturais e minerais que foram carreados para seus cofres em território seguro para eles.
    Acho que, quem não soube fazer o “dever” não pode nos ensinar lição e lembrem-se; Na dúvida, A HISTÓRIA é a MESTRA da vida. Essa MESTRA, nunca poderá ser a GRANDE MÌDIA. Essa é corrompida a preço de ouro e tem o rabo preso.
    A INTERNET é esse posto avançado, veiculando a informação à velocidade da luz, onde com os devidos cuidados podemos aprender e transmitir rápido aquilo que aprendemos.  Só precisamos continuar atentos e continuar de cucas  livres.
    Na HISTÓRIA, o que passou, ficou! Não dá pra voltar no tempo e mudar. Os exploradores do planeta no passado, mesmo muito ricos hoje, não conseguem a magia de escrever a história que já escreveram. Quanto a nós não mais podemos aceitar um colonialismo que agora pretende se manifestar através do “suave” ambientalismo imposto por pretensos ecologistas que apesar de já terem escrito a sua história querem no presente em vão apagá-la mascarando sua verdadeira face.
    Gilson Leite de Moura
    Escrito em 03/04/2010

    Belo Monte: ocupar a Amazônia para não entregar! | Conversa Afiada

    29/12/2014

    Folha: profeta do passado

    aecio never croataPlanejamento existe somente quanto se ganha? O fato de perder elimina qualquer chance de que tenha havido planejamento? Como assim? Então a Seleção Espanhola teve planejamento na Copa anterior e abandou nesta, ao tempo em que a Alemanha só agora passou a ter planejamento?  Quem pode afirmar que o Brasil teve mais planejamento na Copa de 70 do que nesta de 2014?

    Subliminarmente, a Folha tenta vender a ideia de que o sucesso e o enriquecimento é fruto exclusivamente do planejamento. Pura mistificação. Eike Batista, quanto esteve no auge,  foi elevado pela Veja à categoria de mestre chinês. Quebrado, ninguém lembra do seu planejamento. Por traz dessa ideologia se vende a condenação dos que perdem e a glorificação dos que ganham, como se fossem resultado de uma equação matemática.

    É evidente que o planejamento facilita e dá mais chances de se obter sucesso. Mas não significa que apenas o vencedor, como nos tenta fazer crer a Folha, planejou. Como pode haver um único vencedor por Copa, elimina do planejamento todos os demais.

    Pior fica para os que endeusaram o “planejamento” da Seleção Alemã é o fato de só falarem nele após o sucesso da copa. Se pode ver algo ainda pior nesta constatação. Parece haver uma espécie de triunfalismo às avessas, de quem torcia para que a seleção brasileira perdesse e, com sua derrota, Dilma também perdesse. Aí, sim, houve planejamento. O patrocínio dos reis dos camarotes vips do Itaquerão, Banco Itaú e Multilaser patrocinaram o espetáculo mais deprimente que um povo mal educado mas muito bem planejado, pudesse oferecer ao mundo. Como foi denunciado, o coro patrocinado para xingarem Dilma na abertura da Copa demostra planejamento, mas também o caráter golpista dos financiadores ideológicos do Instituto Millenium.

    No começo da Copa ficou mais do que evidente que Aécio Neves torcia contra o sucesso da Copa, dizendo inclusive que o Brasil tinha Seleção mas não tinha organização/planejamento.

    Na abertura da Copa a própria Folha deu uma capa elucidativa sobre seu conceito de planejamento…

    O charme alemão e a força do planejamento

    FABIO VICTOREDITOR-ADJUNTO DA "ILUSTRADA"

    cp12062014Aos olhos do povo alemão, tinha tudo para dar errado: seu time escolheu como base para a Copa no Brasil um lugar remoto no litoral baiano, com infraestrutura construída do zero e às pressas.

    Questionou-se no país se a vila de Santo André, com 800 habitantes e à qual só se chega de balsa, não seria um tanto selvagem para uma preparação eficaz. Duvidou-se que tudo ficaria pronto a tempo.

    Pior: o time, apesar de comprovada técnica, tampouco inspirava confiança. Chegou aqui aos frangalhos, com cinco jogadores fundamentais –o goleiro Neuer, os volantes Khedira e Schweinsteiger, o meia Özil e o atacante Klose– se recuperando de contusões.

    Não à toa, em maio, a um mês do Mundial, apenas 6% dos alemães diziam acreditar que sua seleção seria campeã mundial em 2014, segundo pesquisa do Forsa para a revista "Stern".

    Enquanto isso, os pentacampeões éramos os favoritos. No dizer de Felipão, tínhamos a obrigação de ganhar a Copa. Para Marin, o caquético presidente da CBF, vencer seria ir ao céu e perder, descer ao inferno.

    Mas não havia base racional para a euforia, sustentada por fiapos: 1) a ilusão de que o Mundial repetiria a Copa das Confederações, conquistada em 2013 pela seleção; 2) o discurso motivacional do nosso técnico; 3) o talento de um único craque, Neymar.

    Eis que, do lado alemão, logo tudo mudou. A base na praia funcionou ao modo germânico, e a Bahia tornou-se a terra da felicidade. De repente Neuer e Schweinsteiger já cantavam o hino do Bahia e aprendiam lepo-lepo, e a equipe toda dançava com os pataxós.

    A comissão técnica recuperou o time no tempo certo, durante a competição. O auge coroava um projeto de desenvolvimento de talentos iniciado pela federação alemã em 2002.

    E foi justo quando estavam tinindo e à vontade que os alemães cruzaram com os donos da casa.

    É dispensável relembrar detalhes do 8 de julho no Mineirão. Basta repetir que os 7 a 1 foram –e continuarão a ser por muito tempo– o maior vexame da história do futebol nacional.

    Ao menos duas lições floresceram do trauma: 1) confiança não vale nada sem planejamento; 2) estereótipos, como "Brasil imbatível" ou "alemães sisudos", só sobrevivem até serem atropelados pelos fatos.

    13/11/2014

    Entornou o café com leite

    Filed under: Aécio Neves,Café-com-leite,FHC,Fracassomaníacos,Geraldo Alckmin,PSDB — Gilmar Crestani @ 8:49 am
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    Tuc AnusO pior inimigo do PSDB é o próprio PSDB. Numa gangue, a tiro virá sempre do parceiro. Aécio abraçou FHC e naufragou. Como mau perdedor, acha que caiu pra cima. Pior, perdeu exatamente nos dois Estados que melhor o conhecem: Minas e Rio de Janeiro. Triste coincidência, fez mais votos nos Estados mais racistas e preconceituosos. Ao contrário do que afirma Aécio, todas as principais denúncias contra ele não partiram do PT, mas do PSDB paulista, desde o clássico Pó pará, governador!. Nestas eleições, as principais denúncias contra Aécio (como a do aeroporto de Cláudio com as chaves com o tio Quedo), não foram petistas mas da Folha de São Paulo, que funciona como Secretaria de Comunicações do PSDB paulista.

    Agora, enquanto Aécio pinga no Senado seu café amargo, Geraldo Alckmin contorna o alambrado e descanta o verso golpista do seu correligionário. Alckmin se recusa a pingar o leite no café indigesto do mau perdedor. Aécio abraçou o despeito de FHC e vende um Brasil mais amargurado que seus cafés, Geraldo Alckimin vai se cacifando para ser o candidato do PSDB para 2018. Só não sei se vai ter água para lavar toda sujeira acumulada pelo PSDB nestes 20 anos. Até o Poder Judiciário está deixando de ser braço Direito do PSDB e está se renovando. Os golpistas estão saindo pendurados na bengala.

    "Às vezes na imprensa, como na economia e na política, há muita ansiedade. Então às vezes nós vamos para os extremos. O Brasil de alguns anos atrás era a bola da vez. E não era bem assim, havia um conjunto de desafios que não estavam vencidos", afirmou. "Agora é o contrário. Vai tudo mal, um pessimismo total. E isso também não é verdade." Geraldo Alckmin

    Alckmin critica pessimismo na economia

    ‘Passamos do Brasil mania para o Brasil fobia’, disse governador, que defendeu a realização de uma reforma política

    Em discurso para empresários em Nova York, tucano pregou enfrentamento rápido da questão fiscal

    GIULIANA VALLONEDE NOVA YORK

    O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), criticou nesta quarta-feira (12) o pessimismo exagerado sobre o Brasil e afirmou que a presidente Dilma Rousseff deve fazer as reformas necessárias no país já no início do novo mandato, dando prioridade à reforma política.

    "Passamos do Brasil mania para o Brasil fobia", disse, em visita a Nova York.

    "Às vezes na imprensa, como na economia e na política, há muita ansiedade. Então às vezes nós vamos para os extremos. O Brasil de alguns anos atrás era a bola da vez. E não era bem assim, havia um conjunto de desafios que não estavam vencidos", afirmou. "Agora é o contrário. Vai tudo mal, um pessimismo total. E isso também não é verdade."

    O governador ressaltou, no entanto, que há desafios que precisam ser enfrentados já no início de 2015. "Eu destacaria a reforma política. Nós temos hoje no Brasil 32 partidos que disputaram a eleição. Três já obtiveram registro no tribunal e 26 estão pegando assinaturas. Poderemos chegar a 61, é inacreditável."

    "A fragmentação enfraquece os partidos, exacerba o personalismo, dificulta a governabilidade."

    Em discurso para empresários e advogados em evento da Câmara de Comércio Brasil-EUA, Alckmin afirmou também que é preciso enfrentar rapidamente a questão fiscal para voltar "ao bom caminho do desenvolvimento". "O país é vocacionado para crescer, mas precisa competir. O Brasil ficou caro antes de ficar rico", disse.

    Para fazer as reformas, segundo ele, Dilma deve usar a força política conquistada após a eleição. "A presidente Dilma e o Aécio [Neves, candidato pelo PSDB] tiveram juntos 110 milhões de votos. Isso dá uma legitimidade que a presidente tem de aproveitar para fazer as reformas no comecinho do mandato", disse.

    "E fazer reformas com 28 partidos no Congresso é uma tarefa hercúlea. Por isso, a primeira delas tem que ser a reforma política, para poder ter um ambiente de trabalho mais adequado."

    Perguntado sobre a disputa travada entre PT e PSDB pelo Palácio do Planalto, Alckmin afirmou que, no mundo moderno, as diferenças ideológicas diminuem.

    "Hoje, eu diria que a principal diferença talvez seja entre o populismo e a responsabilidade fiscal. Cabe a nós permanentemente mostrar para as pessoas como isso poder melhorar suas vidas", afirmou.

    22/09/2014

    Eu bebo, sim, afinal tem gente que bebe e também cheira!

    Aecio_Bebado_presoElena Landau é do tempo em que apagão não era ficção. Ela deve estar saudosa da velha parceria entre os três patetas latinos: FHC, Carlos Menem e Alberto Fujimori. Os outros dois estão presos, e o representante brasileiro só não foi preso, com a compra da reeleição, porque a Globo, via Miriam Dutra, o protegeu. Logo ela que participou da corrida do pires ao FMI querer vir dar lição de economia. FHC liberou tudo, principalmente os cofres, e de que adiantou? Quebrou o Brasil três vezes!

    Quem anda de Landau não pode dar lição de modernidade! Por que ela não fala do racionamento d’água em São Paulo? Não admira que o candidato dela esteja atrás até de Marina na própria terra natal. É que a indigência mental é crônica no PSDB.

    Escrever tanta bobagem para tentar eleger um bêbado, acenando até com vodca, é para deixar tonto até abstêmio. Xô, fracassomaníaca!

    Vê se te enxerga, bagulho!

    ELENA LANDAU

    Orloff

    Cristina Kirchner acaba de aprovar uma lei que dá ao Executivo o poder de fixar preços, determinar estoques e regular produção. Deveria se chamar "Lei do Desabastecimento" porque é lá que vai chegar. Esse filme a gente já viu. Não termina bem.

    O governo brasileiro vem fazendo o mesmo no setor de energia. Segurou os ajustes de derivados de petróleo e interveio no setor elétrico. Impôs sua política tanto pelo voto do controlador nas empresas estatais, como por lei, com a MP 579. O resultado é conhecido: as empresas perderam valor e a produção estagnou.

    A MP foi uma política populista no melhor estilo. A receita é simples. O governo segura preços e tarifas, reduz a rentabilidade e endivida as empresas. Dá ao consumidor a ilusão de que sua vida melhorou. É tentador, mas não funciona. Afasta investidores, reduz a credibilidade do país e a inflação volta com força. Resta de herança um setor debilitado.

    O setor elétrico registra desajuste econômico-financeiro superior a R$ 100 bilhões. A conta vai acabar no colo do Tesouro e vai virar mais inflação e/ou mais imposto. Mesmo assim, a campanha do PT em Minas insiste no erro ao acenar com o controle das tarifas da Cemig. Melhor pensar duas vezes. Lá os dividendos pagos pela empresa complementam o Orçamento do Estado e, ao contrário das estatais federais, não há Tesouro para fechar a conta.

    Vão fazer com a empresa mineira o que já fizeram com Eletrobras e Petrobras. A Petrobras é hoje a empresa não financeira mais endividada do mundo e a Eletrobras virou metade do que era.

    Toda essa alquimia não impediu que as tarifas subissem. Previsível, mas o populismo gosta de desafiar as leis básicas de economia: ao mesmo tempo que reduziu artificialmente os preços, o governo estimulou ainda mais a demanda. Qual a graça do populismo se o povo não puder abusar do consumo subsidiado?

    O planejamento falho esqueceu de cuidar da oferta de energia. Os erros são evidentes: linhas de transmissão não chegam a tempo de escoar energia, 80% das obras estão atrasadas e mais um leilão acaba de ser adiado. Para tentar dar conta desse desequilíbrio, térmicas estão operando sem descanso, independentemente de custo ou impacto ambiental. Transformaram em normalidade o que seria exceção.

    O silêncio do governo sobre o uso eficiente de energia beira a irresponsabilidade. Instituições que deveriam preservar o setor do uso político foram cooptadas com facilidade e só observam os reservatórios se esvaziarem perigosamente.

    Apesar de todas as evidências que esse modelo intervencionista não funciona, e para nenhum setor da economia, Guido Mantega diz que ele vai continuar. Espero que não.

    Não quero ser a Argentina amanhã.

    ELENA LANDAU escreve às segundas-feiras nesta coluna.

    03/09/2014

    Brasil cresce mais do que Alemanha

    Quando sai o resultado do PIB, duvido que a velha mídia alemã faça como os grupos mafiomidiáticos daqui. A nossa torcida pelo fracasso é tão grande que mesmo num período de recessão mundial em que o Brasil tem mantido pleno emprego sem redução dos salários, a velha mídia preferiu ficar o tempo todo torcendo contra o Brasil.

    Tivéssemos uma mídia decente, e menos empresários com Complexo de Vira-lata e certamente estaríamos melhor. A luta dos governos Lula e Dilma não foi apenas para melhorar a vida do povo brasileiro, principalmente dos mais necessitados, mas para melhorar a nossa autoestima. Conseguiu uma, mas perdeu a outra batalha. A velha mídia conseguiu a mesma proeza da Igreja Católica. Infelizmente, a Religião Católica conseguiu incutir mais medo do Inferno do que desejo de chegar ao Céu. A direita brasileira conseguiu demonizar a esquerda, sem nos convencer de algo melhor para colocar lá. Contra o PT, qualquer coisa. É isso que vejo em pessoas bem próximas que vivem condenado o PT sem nunca se exporem em defenderem algo. É a mesma ideologia da igreja católica, destruir pelo medo sem nos convencer de que têm algo melhor a oferecer.

    O fundamentalismo que vem com o pentecostalismo também é culpa da Igreja Católica. Não há diferença entre o fundamentalismo religioso da Igreja Universal e o ódio de classe da manada que segue a velha mídia. Ambos têm origem na incapacidade de usar o cérebro. Pagar o dízimo para um Pastor ou abrir mão de ter um país melhor só para derrotar o PT são fruto de uma mesma árvore, a ignorância.

    PIBINHOnApós 5 quedas, indústria sobe 0,7% em julho

    Apesar do desempenho positivo, ano apresenta perda acumulada de 2,8% e analistas não esperam retomada

    Alta atingiu 20 dos 24 setores pesquisados; informática e eletrônicos tiveram maior crescimento

    PEDRO SOARESDO RIO

    Passados cinco meses de queda, a indústria do país esboçou uma retomada e cresceu 0,7% em julho, em relação a junho –mês em que a produção caiu 1,4%–, segundo dados divulgados nesta terça-feira (2) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

    Embora positivo, o número de julho não compensa a perda acumulada neste ano (2,8%), e os sinais à frente também não são alentadores, na avaliação de economistas.

    Para André Macedo, gerente do IBGE, os resultados de julho foram turbinados por uma recuperação "natural" após cinco meses de fraca produção. Não se sabe ainda, diz, se haverá retomada.

    "O que vemos é um quadro de espalhamento do crescimento da indústria, que ocorre após um longo período de baixa. Outro fato é que tivemos um julho mais gordo’, com mais horas destinadas à produção."

    Parte significativa do crescimento da atividade em julho veio do maior número de dias úteis naquele mês, em relação ao mês anterior. Embora a Copa do Mundo tenha ocorrido nos dois meses, em junho o efeito do torneio sobre a produção foi maior, porque houve mais feriados.

    Na visão de analistas, a indústria deverá manter um ritmo fraco de atividade até o final deste ano, já que não há mudança do cenário atual da economia brasileira à vista.

    Macedo afirma também que a indústria ainda sofre com a maior concorrência de importados, crédito em condições menos favoráveis, juros maiores e consumo em desaceleração.

    Para Thaís Marzolla Zara, da Rosenberg & Associados, a leve alta de julho não "altera o quadro ruim" da indústria. "A única boa notícia", pondera, é houve uma redução de estoques tanto em junho quanto em julho. Isso aponta "para um segundo semestre um pouco melhor".

    SETORES

    A discreta retomada em julho decorreu especialmente do bom desempenho dos chamados bens duráveis, com alta de 20,3%, a maior desde janeiro de 2009.

    A categoria foi impulsionada pelo aumento da produção de veículos –após meses de fraco dinamismo, demissões e férias coletivas em montadoras.

    Também ajudou no desempenho do mês a retomada da produção de bens de capital (máquinas e equipamentos na produção de bens, na infraestrutura e na oferta de serviços, como transporte).

    A categoria apresentou alta de 16,7%, o melhor resultado desde janeiro deste ano.

    Pelos dados do IBGE, a alta em julho foi generalizada: 20 dos 24 setores pesquisados produziram mais do que em junho.

    De um mês para outro, os destaques positivos ficaram com informática e eletrônicos (44,1%), veículos (8,5%) e outros equipamentos de transporte (31,3%) –os dois últimos foram puxados por automóveis e motos, respectivamente.

    Já as quedas mais expressivas foram registradas por alimentos (6,3%) e refino de petróleo e álcool (2,6%) –esse sob impacto da parada de refinarias da Petrobras por causa de acidentes e para a realização de operações de manutenção.

    01/09/2014

    Pau queimado

    Filed under: Fracassomaníacos,Marina Mala Faia,Marina Silva — Gilmar Crestani @ 9:23 am
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    O FRACASSO DE MARINA NO DESMATAMENTO

    marina minc isabela

    31 de agosto de 2014

    por Paulo Moreira Leite

    Dados comparativos questionam discurso de candidata no terreno ambiental


    Confesso que não gostei quando Marina Silva insinuou que o Brasil não precisa de “gerentes” mas “estrategistas.” É óbvio que ela queria se colocar na posição de “estrategista”, supostamente mais elevada e relevante, colocando Dilma Rousseff na condição de “gerente.”

    Achei esnobismo. Falta de humildade. O motivo você pode ver na comparação que mostra os números consolidados do desmatamento no Brasil. Olha o desempenho da “estrategista.”

    Olhando ano a ano, você vai perceber o tempo de Fernando Henrique Cardoso (1995-2002), o tempo que Marina passou no Ministério do Meio Ambiente (2003-2007), o período de seu substituto Carlos Minc (2009-2010) e os anos de Izabela Teixeira, já no governo Dilma (1011-2013).

    Os dados consolidados são estes.

    A estrategista do meio ambiente Marina administrou, em média, 18 000 quilômetros quadrados de desmatamento. Com Carlos Minc, a média caiu para menos da metade: 7000. Com Izabela, encontra-se em 5560, menos de um terço do desempenho de Marina.

    Sabe aquela conversa de que o adversário não “está preparado” para governar o país? Pensa “pequeno?” Olha “baixo”? Pois é.

    Marina tenta alvejar Dilma com o mesmo preconceito que já foi jogado contra Lula — e também era usado contra ela, no tempo em que não recebia R$ 50 000 mensais por palestras, não era amiga de Neca Setúbal nem fazia “nova política” a bordo de jatinho sem dono conhecido nem prestação de contas.

    Vamos combinar: você pode lembrar que Marina Silva criou inúmeros obstáculos à construção das usinas de Santo Antonio, Jirau e Belo Monte — e hoje adora dizer que precisamos de mais energia. Chegou a alegar — erradamente — que as obras poderiam ameaçar uma espécie de bagre do rio Madeira. Também pode lembrar que ela combateu a soja transgênica.

    É claro que, para criar a fantasia da “nova política”, Marina precisa passar uma borracha no passado e tenta inventar uma novíssima candidata — que é a favor de energia elétrica e disse no Jornal Nacional que “nunca” foi contra transgênicos.

    A menos que em sua fase “novíssima” ela decida revelar que “nunca” foi contra desmatamentos, este é um bom termômetro de avaliação, vamos combinar. Mesmo em seu terreno ela demonstrou mais blá-blá-blá do que competência.

    Que falta faz um gerente, não?

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    Paulo Moreira Leite

    Paulo Moreira Leite é diretor do 247 em Brasília. É também autor do livro "A Outra História do Mensalão". Foi correspondente em Paris e Washington e ocupou postos de direção na VEJA, IstoÉ e Época. Também escreveu "A Mulher que Era o General da Casa".

    O FRACASSO DE MARINA NO DESMATAMENTO | Paulo Moreira Leite

    10/08/2014

    O boom do jornalismo desqualificado e fracassomaníaco

    O inacreditável jornalismo da Folha desqualifica emprego de quem não teve o privilégio de se qualificar. Quanta maldade, ou seria despeito, dar publicidade ao fato de que obteve emprego  ate quem não teve condições de se qualificar!

    Será que a Folha torce para que continuassem desempregados? A Folha,  mesmo escalando quatro jornalistas, não viu na desqualificação dos trabalhadores empregados de hoje origem na proibição de que investisse em ensino técnico?!

    Tivesse FHC investido em educação, como fizeram Lula e Dilma, talvez os trabalhadores de hoje fossem melhores qualificados. Mas FHC, além de proibir a criação de escolas técnicas, não criou nenhum universidade e, pior, inventou o famigerado PDV, que pôs no olho da rua um monte de professores qualificados. Não bastasse isso, ao mexer com o tempo de aposentadoria dos professores universitários públicos, retirou do mercado de trabalho, numa tacada, os mais antigos, que resolveram se aposentar logo, no auge da produtividade, sob pena de perderem o direito de se aposentarem. Fui, como muitos outros estudantes, da brusca mudança do perfil de professores universitários. Lembrem-se, FHC também tentou privatizar todo o ensino público. Como um país pode crescer sem investimento pesado em educação de qualidade e gratuita.

    Nesta questão da educação, a grande diferença entre FHC e Lula é que enquanto aquele via como gasto, Lula e Dilma veem como investimento.

    Lula criou o PROUNI que colocou mais de dois milhões de estudantes carentes em cursos de nível superior. Ao contrário de FHC, que não só não criou como proibiu, Lula criou 214 escolas federais de nível técnico, além 14 novas universidades e 126 campi.

    Se voltar contra a criação de trabalhadores de “chão de fábrica”, é também ser contra fábrica, porque sem aqueles está não existiria. A alegada diminuição de supervisores administrativos é facilmente explicável pelo efeito tecnológico. Hoje, com a automação, aspones estão em vias de extinção. Teria sido melhor explicar onde foram parar os supervisores, mais bem preparados que os operários de chão de fábrica. Pelo viés dado pela Folha, até parece que os mais qualificados perderam o emprego. Seria porque não haveria emprego para eles?

    Pelo menos reconhece que houve mais formalização do mercado de trabalho e que “O aumento da renda da classe média alimentou a demanda por serviços e comércio.” Ué, então como fica aquela acusação de que Lula e Dilma haviam acabado com a renda da classe média?! Se aumentou a renda da classe média, e, com isso a demanda por serviços e comércio, não teria aumentado a demanda por produtos no comércio? E de onde vem o produto do comércio que atende às novas demandas? De Marte, de onde também caiu, por obra e graça do acaso, o “bom de empregos no país”.

    Que tal uma comparaçãozinha com a situação das economias mais antigas como a espanhola, francesa, italiana ou norte-americana neste período?!

    Que dificuldade em admitir que o Brasil cresceu, com inflação controlada, com aumento da renda da classe média e com emprego formal para quem antes frequentavam as estatísticas do desemprego?!

    cp10082014O BRASIL QUE TRABALHA

    Expansão na base reduz abismo social mas limita economia

    Mudanças no mercado afetam produtividade e refletem falta de profissional preparado em setores que crescem

    Nos últimos cinco anos, país contratou serventes, auxiliares, vigias e recepcionistas e eliminou postos médios

    ÉRICA FRAGA, MARIANA CARNEIRO, INGRID FAGUNDEZ, DE SÃO PAULO

    Dez profissões de pouca qualificação e salário baixo foram responsáveis por metade dos 9,4 milhões de empregos formais criados no país entre 2007 e 2013.

    O cargo de servente de obras foi o campeão de vagas geradas: 921 mil, quase 10% do saldo total entre contratações e demissões no período.

    Trabalhadores de chão de fábrica, faxineiros, vendedores, vigilantes e recepcionistas também tiveram os maiores saldos de postos criados.

    Na outra ponta, entre as carreiras que demitiram muito mais do que contrataram, estão supervisores administrativos, trabalhadores do setor de cana-de-açúcar e operadores de máquinas fixas.

    As informações são parte de um levantamento feito pela Folha nas bases de dados do Ministério do Trabalho e revelam um quadro de intensa mudança estrutural no mercado brasileiro.

    O aumento da renda da classe média alimentou a demanda por serviços e comércio. A expansão salarial e os incentivos ao setor habitacional também explicam o aquecimento da construção civil.

    Essas tendências levaram a uma maior formalização de quem antes trabalhava sem carteira assinada e a um forte aumento nas contratações por parte desses setores.

    Mas a maioria das vagas criadas foi de baixa qualificação, já que os serviços demandados são pouco sofisticados, a oferta de mão de obra educada é limitada, e o setor de construção não se modernizou.

    "O setor de construção civil no Brasil ainda é muito atrasado. Com pouca modernização, a demanda por serventes é alta", afirma o economista Anselmo Luís dos Santos, da Unicamp.

    A intensa contratação de mão de obra pouco qualificada ajuda a explicar a queda do desemprego e da desigualdade. "Ganho muito mais do que muita gente que passou muito tempo estudando", diz o pedreiro Valdionor Santos Silva, 27, que completou apenas o ensino fundamental.

    EFICIÊNCIA

    O aumento do emprego tão concentrado em postos de baixa qualificação explica o lento avanço da eficiência da economia brasileira. E a baixa produtividade limita a capacidade de crescimento.

    As empresas adotaram medidas para melhorar. Um sinal disso foi o forte crescimento nas contratações de profissionais com perfil técnico. O aumento de especialistas é acompanhado por um significativo corte dos cargos intermediários de gestão.

    Também na busca por mais produtividade, máquinas têm substituído empregos no campo e nas empresas.

    Mas a indústria, que poderia dar impulso à contratação de profissionais mais qualificados, está em crise –o que afeta a demanda por mão de obra no próprio setor e por serviços sofisticados que poderiam atendê-lo, como pesquisa e desenvolvimento.

    Outro empecilho ao avanço da produtividade é a falta de mão de obra qualificada nos setores em expansão.

    "Um monte de engenheiro júnior virou sênior. Um monte de encarregado virou mestre. Mestres passaram a ser pagos como nunca. Mas muitos não estavam preparados, e isso causou problemas", diz Antonio Setin, presidente da construtora Setin.

    As tendências do mercado de trabalho são tema de uma série de reportagens da Folha a partir deste domingo.

    Colaborou MARCELO SOARES

    29/06/2014

    Perdeu, mercenário!

    Filed under: Abril,Complexo de Vira-Lata,Fracassomaníacos,Golpistas,Grupo 1º Abril,Veja — Gilmar Crestani @ 10:58 pm
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    Chefão da Abril: "Imprensa pecou feio. É a vida"

    :

    Jornalista José Roberto Guzzo, membro do conselho editorial da Editora Abril e um dos responsáveis pela linha editorial de Veja, que previu estádios prontos apenas em 2038, reconhece a pisada de bola; "É bobagem tentar esconder ou inventar desculpas: muito melhor dizer logo de cara que a imprensa de alcance nacional pecou de novo, e pecou feio, ao prever durante meses seguidos que a Copa de 2014 ia ser um desastre sem limites. O Brasil, coitado, iria se envergonhar até o fim dos tempos com a exibição mundial da inépcia do governo", diz ele; "deu justamente o contrário", lamenta, antes de um conformado "é a vida"; de fato, a Abril perdeu de goleada ao apostar no mau humor

    29 de Junho de 2014 às 05:56

    247 – A revista Veja deste fim de semana traz um mea culpa de um dos homens fortes da Editora Abril, o jornalista José Roberto Guzzo, que já dirigiu Veja e Exame, pertence ao conselho editorial da casa e é um dos responsáveis pelas políticas editoriais do grupo. O texto, chamado "Errando à luz do sul", confirma a tese da presidente Dilma Rousseff, que na sexta-feira, falou que a imprensa nacional errou bastante ao prever um desastre na Copa (leia mais aqui).

    Sem rodeios, Guzzo vai direto ao ponto. "É bobagem tentar esconder ou inventar desculpas: muito melhor dizer logo de cara que a imprensa de alcance nacional pecou de novo, e pecou feito, ao prever durante meses seguidos que a Copa de 2014 ia ser um desastre sem limites. O Brasil, coitado, iria se envergonhar até o fim dos tempos com a exibição mundial da inépcia do governo para executar qualquer projeto desse porte, mesmo tendo sete anos para entregar o serviço", diz ele.

    "Deu justamente o contrário. A Copa de 2014, até agora, foi acima de tudo o triunfo do futebol", diz ele. "Para efeitos práticos, além disso, tudo funcionou: os desatinos da organização não impediram o espetáculo, os 600 000 visitantes estrangeiros acharam o Brasil o máximo e 24 horas depois de encerrado o primeiro jogo ninguém mais se lembrava dos horrores anunciados durante os últimos meses. É a vida", lamenta.

    Guzzo reconhece ainda o risco das apostas erradas, como fez Veja ao prever que os estádios só ficariam prontos em 2038. "A Copa de 2014 é uma boa oportunidade para repetir que a imprensa erra, sim – mas erra em público, à luz do sol, e se errar muito acabará morrendo por falta de leitores, ouvintes e telespectadores. Ao contrário do governo, que jamais reconhece a mínima falha em nada que faça, a imprensa não pode esconder suas responsabilidades".

    Na última linha, porém, ele faz um alerta. "Esperemos, agora, a Olimpíada do Rio de Janeiro". Será que Veja vai liderar o movimento #naovaiterolimpiada?

    Chefão da Abril: "Imprensa pecou feio. É a vida" | Brasil 24/7

    O pior do Brasil é velha mídia

     

    Pesquisa internacional mostra que a mídia brasileira desconhece por completo os brasileiros

    DOIS PAÍSES
    Janio de Freitas

    A imprensa, a TV, as rádios que tocam notícia não deixam que nos enganemos. O nosso desânimo é total, o pessimismo nos imobiliza, o desemprego nos alarma, estamos todos reduzidos a desastres humanos e o país chafurdado na vergonha do seu fracasso. A Confederação Nacional da Indústria, a sádica CNI, ainda tem a perversidade de pagar mais uma sondagem para nos dizer que, nos últimos dias, afundamos mais ainda em nossa humilhação.

    Aí vem uma pesquisa internacional, a Gallup World Cup –diz a informação que feita "em mais de 130 países"– e traz esta conclusão: pela oitava vez consecutiva, o Brasil "está no topo" em satisfação com a vida nos futuros cinco anos. Com a nota 8,8 na média da opinião dos brasileiros, em escala que vai de 0 a 10 para a "felicidade futura".

    Estou tão desanimado, como o país todo, que não tenho disposição para qualquer comentário sobre o conflito das duas visões e, muito menos, sobre sua causa.

    SQN

    28/06/2014

    13 cacetadas na cabeça dos vira-latas

    Filed under: Complexo de Vira-Lata,Copa 2014,Fracassomaníacos,Urubus — Gilmar Crestani @ 10:09 am
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    As 13 previsões mais catastróficas, e furadas, sobre a Copa no Brasil

    É hora de relembrar, com algumas boas gargalhadas, as previsões mais pessimistas e catastróficas feitas por cartomantes de plantão que previram o caos.


    Najla Passos

    Arquivo

    A Copa do Mundo não resolveu e não irá resolver todos os problemas do país. Aliás, nem é esta a função de um evento esportivo privado. Mas que o mundial atrai turismo e investimentos externos, não há mais dúvidas. Como também não há nenhuma de que ele mexe com autoestima de um país incentivado durante séculos a cultivar um inapropriado “complexo de vira-latas”!
    Por isso, agora que o sucesso do evento já é reconhecido em todo o mundo, que o país já provou que pode ser organizar uma bela copa e que os turistas e os investimentos estrangeiros continuam chegando, é hora de dar boas gargalhadas com previsões mais pessimistas  feitas pelas cartomantes de plantão que tanto torceram contra a realização do mundial.
    Das adivinhações às avessas do mago Paulo Coelho à mudança de planos da cineasta que fez sucesso afirmando que não viria ao Brasil, dos prejuízos contabilizados pelo tucanato ao delírio do protesto do chuveiro no “modo quentão”, do mau-humor da imprensa estrangeira à campanha permanente da Veja, confira as 13 previsões mais catastróficas – e furadas – sobre a Copa do Mundo no Brasil!

    1 – O mago Paulo Coelho: “A barra vai pesar na Copa do Mundo”
    Em entrevista à revista Época, publicada em 5/4/2014, o mago, guru e escritor Paulo Coelho, que mora na Suíça, disse que não viria ao Brasil assistir aos jogos da Copa do Mundo nos estádios, apesar de ter sido presenteado com os ingressos pela FIFA. “A barra vai pesar na Copa. A Copa será um foco de manifestações justas por um Brasil melhor. Os protestos vão explodir durante os jogos porque vai haver mais gente fora do que dentro dos estádios”, afirmou.
    O Mago, que “previra” que o Brasil ia ganhar a Copa das Confederações, evita arriscar o resultado para o mundial. E apresenta certezas já desconstruídas pela realidade, como a de que o Brasil deveria disputar a final com a Espanha, eliminada na 1ª fase: “Agora não sei. Certamente o Brasil irá à final com a Alemanha ou a Espanha, duas seleções fortíssimas nesta Copa. A Argentina não. A Suíça vai surpreender. Eu ousaria dizer que a Suíça vai para as quartas. No futebol, você tem que ser otimista, não tem outra escolha. O Brasil tem chances de não ganhar”.

    2 – Arnaldo Jabor: “A Copa vai revelar ao mundo a nossa incompetência”
    No dia 6/6/2014, às vésperas da abertura da Copa, o cineasta Arnaldo Jabour, em comentário para a Rádio CBN, ainda insistia no pessimismo em relação à Copa, com o objetivo claro de influir no processo eleitoral de outubro. “Nós estamos jogando fora a imensa sorte que temos, por causa de dogmas vergonhosos que não existem mais. Estamos antes do Muro de Berlim e a Copa do Mundo vai revelar ao mundo a nossa incompetência”, afirmou.

    3 – Veja: “Por critérios matemáticos, os estádios da Copa não ficarão prontos a tempo”
    Em 25/5/2011, a Veja previu o fracasso da Copa do Mundo no Brasil. E com a ajuda da matemática, uma ciência que se diz exata desde tempos imemoriais. Na capa, a data da logo do mundial era substituída por 2038. O intertítulo explicava: “Por critérios matemáticos, os estádios da Copa não ficarão prontos a tempo”.
    De lá para cá, foram muitas outras matérias, reportagens e artigos anunciando o fracasso do mundial. E mesmo com o início dos jogos, com estádios prontos e infraestrutura à altura do desafio, a revista estampou, na edição desta semana, uma nova catástrofe iminente: “Só alegria até agora – Um festival de gols no gramado, menos pessimismo nas pesquisas, mais consumo, visitantes em festa e o melhor é aproveitar, pois legado duradouro, esqueça”.
    Melhor mesmo é torcer para que, quem sabe até 2038, a Veja aprenda a fazer jornalismo!

    4 – Cineasta brasileira radicada nos EUA: “Não, eu não vou para a Copa do Mundo”
    Em junho de 2013, a cineasta brasileira Carla Dauden, radicada em Los Angeles, nos Estados Unidos, fez sucesso na internet com o vídeo “No, I’m Not Going to the World Cup” (“Não, eu não vou para a Copa do Mundo”), que alcançou quatro milhões de curtidas. Mas antes mesmo da bola começar a rolar nos gramados brasileiros, a ativista já era vista circulando pelo país.
    No Twitter, ela justificou a abrupta mudança de planos: “Não vim para ver a Copa, vim para falar dela. A Copa nunca vai ser a mesma para os brasileiros. As pessoas não vão se esquecer do que acontecerá por aqui”, diagnosticou, antes da abertura. A frase, de fato, parece fazer sentido. Mas por motivos opostos do que aqueles que a ativista advoga!

    5 – Protesto do chuveiro no “modo quentão” vai causar apagão!
    Até bem pouco tempo antes do início da Copa, eram muitos os setores que insistiam no risco iminente de blackout no país, da oposição à imprensa monopolista. Um grupo de internautas, porém, levou as ameaças infundadas a sério e decidiu criar uma página no Facebook destinada a acelerar o caos: usar os jogos da Copa para provocar um apagão generalizado no Brasil e, assim, boicotar a realização do evento.
    A estratégia definida foi a utilização sincronizada dos chuveiros no “modo quentão”. “Chuveiros devem ser ligados na hora dos hinos nos jogos. A carga elétrica anormal derrubará a energia em bairros, cidades, regiões, estados e o país inteiro, em efeito dominó. Acompanhem os hinos por rádio, para maior garantia de sincronização”, diz a descrição do evento que conquistou pouco mais de 4,5 mil curtidas.
    Dado o fracasso do evento, a página agora é utilizada para a troca de memes contra o PT, a esquerda e as pautas sociais e progressistas!

    6 – Marília Ruiz: “Vai ser um vexame. Um vexame!”
    No dia 26/1/2014, a TerraTV publicou um comentário da jornalista esportiva Marília Ruiz em que ela previa que, se o Brasil conseguisse realizar a Copa, já seria uma grande vitória. A antenada comentarista até admitia que os estádios ficariam prontos. Mas sem qualidade: "Se eu sentaria o meu corpinho numa cadeira recém colocada, com um parafuso a menos? Eu não sei”.
    Do alto de sua experiência em cobertura de outras copas e de um etnocentrismo latente, ela também alertava que, mesmo fazendo sua Copa após a da África, o país passaria vergonha. “Eu achei que a gente ia passar vergonha, que nós, brasileiros, que o país ia passar vergonha. Aí eu pensei, é até um alento porque a Copa do Brasil vai ser depois da Copa da África: ninguém vai lembrar muito como foi na Alemanha. Muito menos as pessoas vão lembrar como foi no Japão e na Coreia. E eu posso dizer porque estive lá. É uma vergonha ao cubo!”
    Confira o comentário completo e saiba quem é que está passando vergonha!

    7 – Álvaro Dias: “O país ficará com mais prejuízo do que lucro”
    De todas as aves de mau agouro que bravatearam contra a realização da Copa no Brasil, o tucano Álvaro Dias, senador pelo PSDB, foi uma das mais barulhentas. Previu que o governo amargaria um prejuízo de mais de R$ 10 bilhões com a realização do evento, que os turistas não apareceriam, que os aeroportos não ficariam prontos e não dariam conta do fluxo de passageiros.

    “O legado da copa do mundo me parece ser um grande fracasso. O país ficará com mais prejuízo do que lucro”, disse ele em entrevista à TV Senado, publicada no Youtube em 7/8/2013. Agora que os turistas chegaram, os investimentos estrangeiros entraram e o país tá fazendo bonito em mobilidade e infraestrutura, o senador desapareceu por completo do noticiário. Não se sabe se está esperando o evento acabar para profetizar outro apocalipse ou aproveitando as férias para curtir os jogos, como fez durante a Copa das Confederações!

    8 – Ex-presidente FHC: “A Copa do Mundo como símbolo de desperdício”
    Em artigo publicado no norte-americano The Wold Post, em 21/1/2014, o ex-presidente tucano Fernando Henrique Cardoso se referiu à Copa como símbolo do desperdício de dinheiro público. Tal como seu companheiro Álvaro Dias, perdeu a chance de ficar calado.  Segundo a Fipe, só a Copa das Confederações rendeu R$ 9,7 bilhões ao PIB brasileiro. A projeção de retorno da Copa é de R$ 30 bilhões. A Apex-Brasil, aproveitando a Copa do Mundo, trouxe ao Brasil mais de 2,3 mil empresários estrangeiros, de 104 países. A agência estima trazer US$ 6 bilhões em negócios para o Brasil.

    9 – Redação Sport TV: do fracasso ao espírito de porco!
    No Programa Redação Sport TV de 22/1/2014, o apresentador deu sonoras gargalhadas ao exibir a foto de um estádio da copa ainda sem gramado e fazer previsões catastróficas sobre o evento. Na edição de 26/6/2014, o tom mudou completamente: um outro apresentador mostrou como a imprensa internacional elogiava o evento e ouviu do entrevistado Ruy Castro: “A nossa imprensa foi rigorosamente espírito de porco antes do evento começar”.
    Confira o vídeo com os dois momentos e os dois humores do Sport TV

    10 – Governo alemão: “O Brasil é um país de alto risco”
    Há seis semanas do início da Copa, o Ministério de Assuntos Exteriores da Alemanha divulgou um relatório pintando uma imagem desoladora do Brasil, descrito como um país onde as leis não são respeitadas e o turista corre o risco de ser roubado, sequestrado e se envolver em conflitos entre policiais e criminosos. O documento listava uma série de cuidados que os gringos deveriam tomar, incluindo atenção redobrada com as prostitutas, apontadas como membros e organizações criminosas, e vigilância contínua com os copos, para não serem vítimas de um “Boa noite, Cinderela”.
    Pelo documento, até mesmo a seleção alemã estaria em perigo em terras tupiniquins. E não apenas dentro de campo. “Arrastões e delitos violentos não estão descartados, lamentavelmente, em nenhuma parte do Brasil. Grandes cidades como Belém, Recife, Salvador, Fortaleza, Rio de Janeiro e São Paulo oferecem altas taxas de criminalidade”, ressaltava.
    O Ministério ainda não divulgou relatórios sobre o número de alemães que vieram ao Brasil e o que estão achando da experiência. Mas quem circula pelas ruas brasileiras, repletas de gringos felizes e sorridentes, já sabe!

    11 – Der Spiegel:  “Justamente no país do futebol, a copa poderá ser um fracasso”
    Um dos principais semanários da Europa, a revista alemã estampou, um mês antes do início da Copa, a manchete “Morte e Jogos”, destacando que, justamente no país do futebol, a Copa poderia ser um fiasco, por causa dos protestos, da violência nas ruas, dos problemas do transporte coletivo, dos aeroportos e dos estádios. Praticamente um alerta vermelho recomendando que os europeus não viessem ao Brasil.
    Mas os turistas vieram e estão adorando. A imprensa estrangeira também: o jornal norte-americano The New York Times, fala em “imenso sucesso”. O francês Le Monde, em “milagre brasileiro”. O espanhol El País diz “não era pra tanto” para as previsões catastróficas.  A revista inglesa The Economist,  remenda que “as expectativas, que eram baixas, foram superadas”. A própria Der Espiegel, na edição desta semana, dá destaque para a animação da torcida e admite que os protestos em massa ainda não aconteceram.

    12 – Ronaldo, o fenômeno: “Da vergonha à constatação de que a Copa é um sonho”
    Na véspera do início do mundial, o ex-atacante Ronaldo se disse envergonhado com os atrasos das obras da Copa. Mas, membro do Comitê Organizador Local da FIFA que é, defendeu a entidade e culpou o governo Dilma por todos os problemas. “É uma pena. Eu me sinto envergonhado porque é o meu país, o país que eu amo. A gente não podia estar passando essa imagem”, disse à Agência Reuters o cabo eleitoral e amigo do senador Aécio Neves, candidato do PSDB à presidência.
    Agora, consolidado o sucesso do evento, tenta mudar o discurso. Em coletiva nesta quinta (26), procurou se justificar. "Não critiquei a organização da Copa, até porque eu faço parte dela. Disse que poderia ser muito melhor se todas as obras de mobilidade urbana tivessem sido entregues”, remendou. ”Vivíamos um clima muito tenso, com a população muito descontente. Começou a Copa, e agora estamos vivendo um sonho", concluiu.

    13 –  O vira vira lobisomem de Ney Matogrosso
    De passagem por Lisboa, em 11/5, Ney Matogrosso resolveu usar a Copa para criticar duramente a política brasileira na TV ATP. Só esqueceu de estudar, primeiro, os argumentos. “Se existia tanto dinheiro disponível para gastar com a Copa, por que não resolver os problemas do nosso país?”, disse ele, desconhecendo que, desde 2010, quando começaram os preparativos para a Copa, o governo já investiu R$ 850 bilhões em saúde e educação, enquanto os investimentos totais no mundial – incluindo federais, locais e privados – atingem R$ 25,6 bilhões.

    Foi ácido quanto à construção dos estádios que, segundo ele, irão virar “elefantes brancos” e não serão usados para mais nada. Embolou dados, números e fatos em vários argumentos. Acabou sustentando uma visão preconceituosa sobre as classes populares. Questionado se há uma maior consciência dos pobres em exigir seus direitos, concordou: “O escândalo é tamanho que até essas pessoas param para refletir”.

    As 13 previsões mais catastróficas, e furadas, sobre a Copa no Brasil – Carta Maior

    Xô, fracassomaníacos: vai ter copa, vai ter lucro

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    Copa do Mundo rende R$ 12 bilhões aos bares em junho

    IDIANA TOMAZELLI, DANIELA AMORIM, MARIANA DURÃO, MÁRIO BRAGA – O ESTADO DE S. PAULO

    27 Junho 2014 | 21h 30

    Torcida lota os estabelecimentos em dias de jogos e surpreende empresários do setor

    Com a bola rolando e sem o registro de grandes manifestações e protestos violentos, os bares comemoram o movimento que a Copa do Mundo levou aos estabelecimentos. Diante da demanda acima das expectativas, o segmento deve faturar R$ 12 bilhões no mês do Mundial de futebol, segundo previsão da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel).

    AgitoEm alguns bares, como nos da Vila Madalena, em SP, movimento chegou a triplicarAmanda Perobelli/Estadão

    No ano passado, a Copa das Confederações já havia incrementado a receita de bares e restaurantes, que ficou entre R$ 8 bilhões e R$ 9 bilhões no período entre junho e julho. “É a primeira vez que estamos vivendo um evento de impacto nacional tão prolongado. Não tínhamos essa expectativa”, diz o presidente da Abrasel, Paulo Solmucci Júnior.

    No balanço da entidade para as primeiras duas semanas do Mundial, o movimento nos bares cresceu em média 70% nos dias de jogos do Brasil – mas alguns locais receberam número de clientes duas ou até três vezes maior que o normal. O tempo de permanência dos clientes também é maior. Em outras Copas, o público aumentava de 50% a 70% nos jogos da seleção, lembra Solmucci Júnior.

    “As pessoas estão assistindo ao máximo de partidas que podem”, diz. Seleções campeãs como Uruguai e Itália e até menos favoritas como Irã têm atraído torcedores. Daqui para frente, com menos jogos na segunda fase da Copa, a animação deve ser menor, mas a expectativa continua alta. “As pessoas devem continuar acompanhando, independentemente de o Brasil continuar na Copa”, prevê Solmucci.

    Fora de casa. Já nos restaurantes, o impacto não tem sido grande. “A Copa não ajuda os restaurantes”, diz o presidente da Associação Nacional dos Restaurantes (ANR), Cristiano Melles. “Pode ser até que tenha queda no faturamento em relação à média.”

    Há algumas razões para as perdas nos restaurantes. Em primeiro lugar, o horário dos jogos (muitos às 13h ou 19h) fez com que muita gente migrasse para o barzinho. Os feriados também reduziram o movimento corporativo, grande público de restaurantes. A exceção é a pequena parcela de estabelecimentos próximos a pontos turísticos.

    A opção por comer em casa também ajuda a explicar a baixa nos restaurantes. A Associação Paulista de Supermercados (Apas) confirma que, na primeira fase da Copa, subiu o consumo de carne, pipoca, salgadinhos, cerveja e refrigerante. Pesquisa da Kantar Worldpanel mostra que 88% dos torcedores comem e bebem enquanto assistem às partidas.

    A estimativa da associação é de que as vendas sejam 5% maiores em junho em relação a um mês comum. “Mesmo quando não é dia de jogo, o consumo na cidade de São Paulo continua aquecido pela presença dos turistas”, diz o gerente de economia e pesquisas da Apas, Rodrigo Mariano.

    Na hotelaria, o dinheiro despejado pelos turistas pode salvar o setor em um ano de provável estagnação ou até queda no faturamento. O evento deve injetar R$ 650 milhões no setor, “Prevemos crescimento de 6% a 7%”, revela o presidente da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis (ABIH) Enrico Fermi.

    Apesar disso, a CVC, maior empresa do setor de viagens, afirma que a vinda de 600 mil estrangeiros estimada inicialmente não deve se concretizar. A menor demanda teria levado, segundo a CVC, hotéis e companhias aéreas a baixarem os preços, barateando os pacotes nacionais. Os descontos chegam a 40%.

    22/06/2014

    EUA: seria resultado da Copa de 1994?

     

    Para os que amam Nova York mas detestam o Brasil

    22 de junho de 2014 | 12:48 Autor: Fernando Brito

    ryanshelley

    Se a nossa elite  mentalmente colonizada tivesse um pingo de lucidez e um grama de compaixão (ou apenas um dos dois) olharia  para o Brasil com um sentimento de paz e esperança, em meio a um mundo que regride à miséria das primeiras décadas do século passado.

    Mas teimam em ver o exterior como um mundo ideal, onde tudo é limpo, lindo e tecnológico.

    O mundo, em todas as partes, é simplesmente feito de pessoas.

    Quando elas vivem reduzidas à condição de bichos, nem a cosmopolita Nova York é civilizada.

    Leiam o trecho que reproduzo desta matéria de hoje em O Globo.

    E a foto que copio acima, de Ryan e Shelley, um casal de moradores de rua.

    Um ex-casal, aliás, porque Ryan, agora, está morto.

    É bom para lembrar o que esquecemos depois que passamos a achar Charlie Chaplin apenas um comediante antigo, não um intérprete de gente sem cuidado e sem esperança.

    E que o drama humano é só existencial e não também pela sobrevivência.

    Talvez com isso os que praguejam contra as nossas alegrias e desprezam os nossos progressos possam entender o quanto caminhamos.

    E, por isso, o quanto acreditamos que temos de continuar a caminhar.

    Mas sempre assobiando, alegres, como Carlitos.

    A Nova York dos excluídos

    Isabel Deluca

    O número de sem-teto em Nova York atingiu, este ano, o maior nível desde a Grande Depressão nos anos 1930. Segundo as últimas estatísticas federais, a população sem moradia aumentou 13% em comparação com o ano passado, apesar da suposta recuperação da economia — e enquanto a média nacional só faz diminuir. A tendência cresce sobretudo entre famílias e virou um dos maiores desafios do prefeito Bill de Blasio, que fez da habitação acessível um dos pontos centrais do seu discurso de campanha, para comandar uma cidade onde os aluguéis não param de subir.

    Os nova-iorquinos que passam a noite em abrigos ou nas ruas chegaram a 64.060, de acordo com o relatório anual do Departamento de Habitação e Desenvolvimento Urbano (HUD, na sigla em inglês), que compila dados de três mil cidades americanas.

    Só Los Angeles teve aumento maior: lá, os desabrigados cresceram 27%, embora o total ainda seja menor que o de Nova York. No resto do país, o número caiu 4% desde 2012: hoje são 610.042.

    — A maior parte dos EUA mudou a tática de reagir ao problema, e está funcionando — explica o professor de Políticas Sociais da Universidade da Pensilvânia Dennis P. Culhane, autor do relatório do HUD. — O foco tem sido no realojamento imediato, muitas vezes na forma de mediação de conflitos, mas também com ajuda financeira. O modelo de botar num abrigo e esperar até que se consiga encontrar uma moradia, ou que o cidadão consiga juntar dinheiro para sair, não é o novo modelo que emerge no país. Mas é o de Nova York.

    Na cidade mais rica do mundo, a crise é resultado sobretudo do aumento no número de famílias que já não podem pagar aluguel. O último censo registrou um declínio no número de apartamentos acessíveis em Nova York, enquanto a renda da classe média baixa só faz cair. Para Culhane, parte do problema ainda pode ser creditado à crise econômica:

    — Há desemprego excessivo, afetando a capacidade de pagar o aluguel. Há mais jovens adultos e suas famílias com pais ou avós. Isso cria um ambiente estressante que pode levar ao despejo. É o que acontece em dois terços dos casos. A razão mais comum que os novos sem-teto reportam é conflito familiar na casa superlotada.

    Em Nova York, as famílias já representam 75% da população dos abrigos. Há menos sem-teto nas ruas do que há uma década, mas a lotação nos dormitórios é recorde — 52 mil, sendo 22 mil crianças. Relatório divulgado em maio pela ONG Coalizão para os Desabrigados aponta outro recorde: o tempo médio que uma família permanece num abrigo atingiu 14,5 meses.

    O Departamento de Serviços para Desabrigados disponibiliza diariamente dados sobre os abrigos. Na última quarta-feira, eram 30.540 adultos e 23.227 crianças. O número de sem-teto que pernoitam em refúgios municipais é, hoje, 73% maior do que em janeiro de 2002, quando o ex-prefeito Michael Bloomberg tomou posse. Ele tentou driblar a questão com uma série de políticas, mas o resultado foi a superlotação dos dormitórios públicos.

    — Prefiro dormir na rua do que num abrigo — relata Elliot, um sem-teto de 52 anos que costuma passar as tardes na esquina da Rua 72 com a Broadway. — A comida é pavorosa. Os banheiros são imundos. Há ratos e baratas por todo canto.

    Para os que amam Nova York mas detestam o Brasil | TIJOLAÇO | “A política, sem polêmica, é a arma das elites.”

    04/06/2014

    Brasil dá péssimo exemplo, dá emprego!

    Filed under: Desemprego,FHC,Fracassomaníacos,PSDB,Torcidômetro — Gilmar Crestani @ 8:19 am
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    desemprego tucanoO emprego é péssimo. Ele eleva a autoestima. E isso é péssimo. Mas péssimo para quem, cara pálida? Para quem estava desempregado ou para quem torce contra o Brasil? Para os que torcem pelo quanto pior melhor?! Se hoje a população, principalmente a mais jovem, pode pedir mais, é porque sabe que AGORA o Brasil pode mais. Ninguém quer voltar atrás, a não ser o PSDB e seus parceiros do Instituto Millenium. Os Grupos MafioMidiáticos estão na torcida contra o Brasil como única forma de viabilizar, pelo mau humor do eleitorado, de colocar quem impediu que chegássemos antes onde estamos hoje. Se não é tudo, é muito mais do que tínhamos, e com perspectiva de melhora.

    RETROCEDER, JAMAIS!

    IBGE mostra mercado de trabalho mais favorável em 2014

    Para economista, pesquisa revela que desaquecimento na geração de empregos está mais concentrado nas regiões Sul e Sudeste

    MARIANA CARNEIRODE SÃO PAULOPEDRO SOARESDO RIO

    "A economia está crescendo em setores que são intensivos em mão de obra e criam empregos, porém são menos produtivos e geram menor valor agregado os empresários estão contratando, é porque estão confiantes. O bem-estar está crescendo mais que o PIB.

    Dados sobre o emprego, divulgados nesta terça-feira (3) pelo IBGE, mostram que o desânimo verificado na atividade econômica, registrado no PIB do primeiro trimestre, não está contaminando o mercado de trabalho.

    A taxa de desemprego do país entre janeiro e março foi de 7,1%, o que representa uma queda em relação à verificada no mesmo período do ano passado (8%).

    Os dados fazem parte da Pnad Contínua, pesquisa sobre o mercado de trabalho em 3.500 cidades do país que o IBGE chegou a suspender, há dois meses, mas voltou atrás depois da repercussão negativa da decisão.

    Entre o início de 2013 e este ano, o número de empregados no país aumentou 2% (mais 1,8 milhão de pessoas).

    O resultado é mais positivo do que o observado na pesquisa restrita às seis maiores regiões metropolitanas do país, em que a ocupação aparece estagnada.

    Segundo o economista Fernando de Holanda Barbosa Filho, da Fundação Getulio Vargas, as informações das duas pesquisas revelam que o desaquecimento do mercado de trabalho parece mais intenso no Sul e Sudeste.

    Nessas regiões, o número de empregados cresceu 0,8% no primeiro trimestre de 2014, ante o mesmo período de 2013. Já no Nordeste, Norte e Centro-Oeste, o crescimento foi de 4,9%, 1,8% e 2,6%.

    Para o ministro Marcelo Neri (Secretaria de Assuntos Especiais), o resultado sugere uma contradição entre a baixa confiança na economia descrita por empresários em sondagens recentes e o nível de emprego.

    "Se os empresários estão contratando, é porque estão confiantes no futuro", disse.

    O IBGE detectou ainda uma saída de pessoas da força de trabalho, ou seja, na procura por emprego ou já ocupados. Esse efeito também ajuda a reduzir a taxa de desemprego.

    O contingente de trabalhadores que deixou o mercado no intervalo de um ano cresceu 1,6%. Deixaram a força de trabalho no país quase 1 milhão de pessoas entre o primeiro trimestre de 2013 e igual período deste ano.

    A tendência já era observada na pesquisa de emprego concentrada nas seis maiores regiões metropolitanas.

    Mas, argumenta Barbosa, a redução da força de trabalho é mais intensa nessas capitais do que o retratado nas demais regiões do país investigados pela Pnad contínua.

    DESAQUECIMENTO

    Apesar do resultado positivo na comparação com o observado nas principais regiões metropolitanas do país, os números do início do ano indicam uma desaceleração mais recente do emprego.

    Na comparação com os últimos três meses de 2013, a taxa de desemprego aumentou de 6,2% para 7,1%. Neste início de ano, o PIB cresceu 0,2% ante o últimos três meses de 2013.

    "A economia está crescendo em setores que são intensivos em mão de obra e criam empregos, porém são menos produtivos e geram menor valor agregado", disse Barbosa.

    02/06/2014

    Estados e Prefeituras? Ué, mas a culpa não era da União?

    Filed under: Copa 2014,Fracassomaníacos,Torcidômetro — Gilmar Crestani @ 8:10 am
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    Copa 2038 Veja beira rio é copa 2014

    A COPA COMO ELA É

    Nos acréscimos

    Estados e prefeituras correm para concluir obras, mas algumas só ficarão prontas depois do Mundial

    DE SÃO PAULO

    A dez dias do início da Copa do Mundo, Estados e prefeituras correm para entregar as obras prometidas para o Mundial, do jeito que der.

    Enquanto as seleções começam a chegar ao Brasil, ainda há 34 ações ou obras incompletas, ou 20% do que o governo federal havia se comprometido a fazer para a realização do Mundial.

    A Folha atualizou, na sexta (30), levantamento publicado em 13 de maio, a 30 dias da Copa. A reportagem se baseou na "matriz de responsabilidades", documento no qual o Brasil relaciona o que fará para a Copa.

    Em 13 de maio, 41% das obras ou ações estavam prontas; agora, são 50%.

    Segundo o Ministério do Esporte, o que não ficar pronto até 12 de junho, data do início da Copa, não comprometerá o evento e ficará como benefício para a população.

    CORRERIA

    Nas cidades-sede, dezenas de obras têm programação de entrega antes do Mundial, mesmo que incompletas.

    Em Natal, por exemplo, operários se apressam para concluir o prolongamento da via Prudente de Morais, que melhorará o trânsito perto da Arena das Dunas –estádio dos jogos– na Copa.

    Segundo a prefeitura, a inauguração será daqui a uma semana, mas um dos viadutos que compõem a obra ficará para o dia 15 –dois dias após a primeira partida ali, entre México e Camarões.

    A obra havia sido planejada inicialmente para melhorar o acesso entre o aeroporto de Parnamirim e o estádio.

    Mas no meio do caminho os planos mudaram: um novo aeroporto foi erguido e aberto no sábado, para ser usado na Copa. O antigo, de Parnamirim, servirá à aviação executiva no torneio.

    Em Cuiabá, também ficará para a semana que vem a finalização dos acessos à Arena Pantanal, o estádio local.

    A pressa para acabar as obras acontece ainda no corredor da Via Mangue, em Recife; o primeiro trecho da via abrirá domingo (8). A intervenção deverá aliviar o trânsito na zona sul de Recife (veja outras obras nesta página).

    AEROPORTOS

    Um dos aeroportos cujas obras estavam mais atrasadas, o de Confins, foi "entregue" no sábado para a Copa, segundo a Infraero, estatal que o administra. O terminal de passageiros foi reformado e ampliado e houve construção de novo acesso viário, entre outras ações.

    Mas, diz a Infraero, "é possível" que operários continuem no local para fazer serviços que serão concluídos depois do torneio e que não afetarão o conforto dos passageiros durante a Copa.

    A BH Airport, concessionária privada que assumirá o aeroporto em agosto, antecipou-se ao início da gestão e fará melhorias em banheiros e sinalização e iluminação até o início da Copa do Mundo.

    A Infraero afirma que todos os aeroportos sob sua administração nas cidades-sede darão conta da demanda.

    No Estado de São Paulo, o novo terminal do aeroporto de Viracopos será a única obra pendente para a Copa.

    Um píer será entregue na sexta; a seleção da Costa do Marfim desembarcará no local. Será o único a funcionar, dos três previstos.

    A Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) anunciou multa ao aeroporto pelo fato de o terminal não ter ficado todo pronto a tempo.

    Não haverá voos comerciais no novo terminal na Copa. A abertura para os passageiros será depois do Mundial. A principal companhia a operar no aeroporto, a Azul, vai se mudar em outubro.

    Colaboraram JULIA BORBA, de Brasília, e MARCO ANTONIO MARTINS, do Rio

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