Ficha Corrida

28/06/2015

O fascismo tem endereço, nome, sobrenome e concessão pública

Até que enfim alguém põe o pingo nos iss. Cadê a SIP, a ANJ, o Instituto Millenium que não defende a liberdade de expressão? Simples, estão todos tramando contra a liberdade de expressão. O fascismo abriu a boca, lincha em praça pública pois é embalado por quem detém concessão pública.

Cadê os partidos de esquerda, Dilma, Lula, PT que não põe o dedo na moleira do fascismo mafiomidiático?!

Por que a mídia não defendeu Jô Soares dos ataques fascistas?

28 de junho de 2015 | 14:12 Autor: Miguel do Rosário

Jo190615

Ontem conversei com um professor do Iesp (Instituto de Estudos Sociais e Políticos, um dos mais importantes da América Latina, vinculado à UERJ), que me contou sobre um seminário ocorrido na instituição, na semana passada, para discutir as “jornadas de junho” de 2013.

Um dos professores fez uma abordagem mais crítica, e identificou o embrião, naquelas manifestações, de um novo tipo de fascismo, o qual, desde então, só vem crescendo, com apoio de importantes forças políticas, em especial a mídia.

Espero voltar a este assunto, inclusive entrevistando o professor, mas por enquanto fiquemos apenas nesta menção.

Recentemente, a rua onde mora o apresentador Jô Soares foi pichada com uma ameaça de morte:

“JÔ SOARES, MORRA”.

A razão: Jô Soares entrevistou a presidenta da república, eleita em outubro passado com 54 milhões de votos.

Vou falar de novo: um apresentador foi ameaçado, publicamente, no lugar onde mora, porque entrevistou a presidenta da república de um país democrático.

Por mais que o apresentador tente fingir que não dá bola para isso, e leve na esportiva, é claro que ele deve ter ficado profundamente abalado, assim como todos os apresentadores de tv do país.

É um recado do Brasil fascista ao Brasil democrático: “não insista, nós, fascistas, temos a mídia, temos o dinheiro e queremos o poder!”

Jô Soares, apesar de ser um apresentador da Globo, não foi defendido pela Globo.

Não vimos nenhum editorial, nenhuma reportagem, nenhuma cobertura decidida da Globo contra os ataques fascistas a um de seus apresentadores mais tradicionais.

Ao contrário, a Globo empurrou Jô Soares para o horário mais vazio da madrugada. A própria entrevista com Dilma não foi sequer aproveitada devidamente nos telejornais da emissora.

Por que a Globo nem nenhum outro canal, nenhum jornalão, fez uma defesa decidida de Jô Soares contra os ataques fascistas que recebeu, os quais, aliás, não se limitaram a pichação de sua rua, mas também ofensas e amaeças em massa nas redes sociais?

Porque a nossa mídia não iniciou imediatamente uma campanha contra essa escalada fascista que atinge profundamente a liberdade de expressão no país?

Afinal, que apresentador de TV terá coragem de entrevistar a presidenta Dilma, uma presidenta eleita duas vezes consecutivas pelo povo brasileiro?

Simples.

A mídia não defendeu Jô, porque ela é a matriz do novo fascismo brasileiro.

É duro dizer isso, mas é a pura verdade.

A criação da figura de um juiz-justiceiro, idolatrado pela classe média, ovacionado nos saguões dos aeroportos, e que não respeita direitos de defesa, e que prende ricos e poderosos, integra uma narrativa clássica do fascismo.

O fascismo, para se consolidar perante a opinião pública, precisa de figuras e narrativas que galvanizem a massa.

E como o fascismo esconde, no fundo, uma ideologia profundamente elitista, antissocial e antidemocrática, a única maneira de ganhar apoio das massas é sacrificando cordeiros cordos no altar do populismo penal.

Os fascistas de outrora faziam isso com judeus ricos.

As massas aplaudiam, entusiasmadas, a repressão a toda uma classe de ricos burgueses de ascendência judaica.

Os fascistas de hoje querem fazer o mesmo com empreiteiros que financiaram a ascensão do PT.

Não importa que os mesmos empreiteiros também financiaram, até em maior escala, a oposição.

É preciso promover um circo para o populacho.

Enquanto o populacho segue distraído pelo espetáculo, os representantes do capital fazem avançar sua pauta no congresso, destruindo leis trabalhistas e vendendo o patrimônio público para interesses estrangeiros. É o que fazem Eduardo Cunha e José Serra, faturando em cima do fato da esquerda estar sendo encurralada pelas agressões crescentes de movimentos fascistas.

O capital sempre usou o fascismo para promover seus interesses, como quem solta uma fera em cima de seus adversários.

De que outro nome chamar a pichação contra Jô Soares?

De que outro nome chamar essa onda ultrarreacionária e ultraviolenta que corre o Brasil, culpando menores de idade pela violência urbana, mesmo que as pesquisas apontem que estes respondem por menos de 0,3% dos crimes contra a vida?

Temos fingido não ver a ascensão do fascismo no Brasil, como quem se recusa a acreditar no horror, mas é exatamente isso que está acontecendo. Não é mais um movimento marginal, periférico, insignificante, de grupos radicais nas redes sociais.

Não, é um movimento de massa, que bota milhões de pessoas nas ruas.

As manifestações de 15 de março e 12 de abril foram positivamente fascistas. Qual a solução apontada para elas para a crise política?

Intervenção militar.

Derrubada do governo eleito.

Essas bandeiras não eram “minoritárias”. A maioria das pessoas nessas manifestações apoiaria uma intervenção militar.

O repórter do Telesur que entrevistou pessoas numa dessas marchas, em Copacabana, me contou que 9 entre 10 pessoas com que falou defendiam a intervenção militar.

Viam-se faixas pedindo intervenção militar do início ao fim das manifestações. Os grupos que defendiam intervenção militar tinham carros de som que ocupavam as partes centrais dos protestos.

Outra característica das manifestações fascistas é a mitificação da figura do juiz-justiceiro, modelo máximo da falsa meritocracia fascista. O líder não-eleito, o representante histórico da classe dominante.

E sempre se nota, em toda parte, uma carga de preconceito muito pesada contra o voto popular.

Tenta-se fazer o povo se envergonhar de seu próprio voto.

Olha só o comentário de um internauta lá no Cafezinho:

NÃO É CERTO ESCREVER O TEXTO E NÃO ASSINAR. O COMUNISTA ASQUEROSO Q ESCREVEU O TEXTO DO BLOG TEM Q ASSINAR PARA SABERMOS SEU NOME. ASSIM ELE TBM PODERÁ SER PERSEGUIDO E PRESO QUANDO OS MILITARES TOMAREM O PODER.”

O meu texto tinha assinatura, sim, o fascistinha é que, de tão nervoso, não viu. Esse tipo de manifestação tem crescido de maneira avassaladora, e agora ocupa as ruas.

Com apoio da mídia.

A imprensa democrática teria a obrigação moral e política de iniciar uma grande campanha contra o avanço do fascismo político na sociedade.

Mas não o faz, porque ela, a imprensa, não é democrática. A imprensa comercial brasileira tem o DNA da ditadura e do fascismo. Os atuais jornalões consolidaram seu poder durante a ditadura.

Beneficiaram-se da ditadura.

A ditadura matou seus concorrentes. Matou economicamente, politicamente e até mesmo fisicamente.

O Brasil que emerge no pós-ditadura era um sombrio deserto jornalístico, onde meia dúzia de oligarcas nacionais, coligados a algumas dezenas de oligarcas regionais, estabelecem um domínio absoluto sobre o mercado de opinião pública.

A democracia brasileira está órfã na imprensa comercial, que rasgou a sua pose democrática que adotou durante o final da ditadura e os anos de redemocratização.

Hoje ela voltou a ser o que é: uma imprensa fascista, golpista, a serviço da preservação dos velhos privilégios de sempre, além de submissa aos interesses do imperialismo americano.

Com Lula e Dilma, a esquerda conseguiu vencer a batalha do estômago. A fome foi vencida no país. Agora vem a batalha mais difícil: a dos corações e mentes, que é onde a direita tem mais poder, por seu domínio sobre os meios de comunicação.

Mais uma vez, é uma batalha de David contra Golias.

Os setores sociais que escaparam da lobotomização midiática, que engoliram a pílula vermelha e decidiram ver a realidade como ela é: uma paisagem sombria e devastada, repleta de conspirações diárias, na qual praticamente todos, absolutamente todos, os fatos jornalísticos são distorcidos com finalidades golpistas, estes setores são minoritários.

Somos poucos diante da manipulação midiática.

Mas estamos aumentando. Enquanto a grande mídia perde audiência rapidamente – e talvez exatamente por isso ela se arrisca mais pela via fascista – a audiência dos blogs e das redes sociais críticas à mídia, cresce.

O crescimento da audiência da blogosfera e das redes sociais críticas à mídia cresce na mesma proporção em que declina a audiência da grande mídia.

Por isso o desespero.

Por isso querem dar um golpe rápido!

Em 2005, éramos alguns gatos pingados. Hoje somos um grupo bem maior.

Quantos somos?

200 mil? 500 mil? 1 milhão? 10 milhões?

A luta política não se dá entre todos os 140 milhões de eleitores. Ela se dá antes num universo bem maior, quiçá um terço disso, ou ainda menos, algo entre 10 a 50 milhões de cidadãos que acompanham a política um pouco mais de perto.

Por isso a grande mídia tem tanto medo dos blogs, e por isso ela faz de tudo para criminalizá-los ou asfixiá-los financeiramente.

As campanhas para que nenhuma estatal, órgão público ou empresa privada anuncie nos blogs é outra vertente do fascismo midiático.

É como se a mídia repetisse o gesto dos pichadores da rua de Jô Soares: BLOGS, MORRAM!

Aliás, não é isso que repetem, em coro, todos os coxinhas, quando comentam nos blogs? .

Sempre que festejam suas vitórias políticas, em geral na esteira do avanço das conspirações midiáticos-judiciais, eles comentam nos blogs: “agora vocês ficarão desempregados, perderão seus patrocínios”.

É como se eles não ficassem felizes com suas vitórias sujas, baseadas em delações forjadas e teorias manipuladas da mídia.

Eles apenas ficam felizes apenas com a perspectiva da eliminação do adversário, de preferência numa câmara de gás.

Entretanto, nunca vencerão completamente. Poderão esmagar nossa economia, fazer sofrer o povo, submeter o país novamente aos ditamos de nações estrangeiras.

Mas enquanto restar um fio de consciência, dignidade e independência intelectual no Brasil, haverá sempre resistência.

E dessa resistência resultará nossa vitória.

Porque o fascismo é uma força enorme, terrível, uma doença política que incha rapidamente. Em algum momento, contudo, ele sempre será derrotado.

A história, neste sentido, se repete.

A mídia fascista, portanto, que aproveite bem os seus últimos dias em Paris.

Enquanto vocês festejam os bombardeios diários sobre nossas cidades, a resistência cresce nos subterrâneos.

O nosso dia D ainda vai chegar.

Por que a mídia não defendeu Jô Soares dos ataques fascistas? | TIJOLAÇO | “A política, sem polêmica, é a arma das elites.”

17/03/2015

Marcha dos Zumbis

marcha dos zumbisQue me desculpem os crédulos, mas a marcha dos zumbis não tem nada a ver com corrupção. Trata-se de maus perdedores, despeitados por perderem a quarta eleição seguida.

Fosse contra a corrupção, o povo que vestiu a camiseta da seleção no Brique da Redenção, Seleção esta presidida desde sempre por notórios corruptos, também teria feito algum cartaz contra o PP gaúcho. O PP gaúcho pego inteirinho na Operação Lava Jato não mereceu nenhuma crítica. Ninguém lembrou da candidata do PP ao governo gaúcho, Ana Amélia Lemos ou do Otavio Germano da Operação Rodin. Por que ninguém levou cartaz cobrando de Pedro Simon e José Ivo Sartori a participação do PMDB de Renan Calheiros, José Sarney e Eduardo Cunha em todos os casos de corrupção já investigados?! Simples! Trata-se de uma manada conduzida a cabresto pela RBS & Globo.

Trata-se dos mesmos zumbis que saíram às ruas para dizer “não vai ter Copa”. E, que ódio, teve Copa! Não teve foi seleção que defendesse a camiseta com que saíram à rua…

Por mais que os ventríloquos da Multilaser, da AMBEV e do Banco Itaú, demonstrassem toda a má educação de uma elite branca de olhos azuis, na abertura da Copa do Mundo, no Itaquerão, Dilma se elegeu com mais de 54 milhões de votos. Eis a verdadeira fonte do ódio que alimenta os zumbis. Eles queriam Aécio Neves, o pior senador no ranking da Veja. Da insuspeita Veja, que foi e é, junto com a Rede Globo e suas filiadas, os grandes eleitores dos viciados em pó. Por que ninguém pediu investigação a respeito do sumiço do helicóptero com 450 kg de cocaína? Seria porque também são consumidores?!

Por que não havia nenhum cartaz contra a corrupção praticada sob a bandeira do HSBC? Por que os 210 mil zumbis paulistas não falaram da Alstom, da Siemens, do Robson Marinho, na crise d’água?  A fixação em Lula e Dilma explica o estresse eleitoral. Os zumbis atenderam a um chamado da Rede Globo que não aguenta mais viver sem o duto que FHC, via Miriam Dutra, a abastecia.  Por que será que todo coronelismo eletrônico, os mesmos que se perfilaram à ditadura, também agora clamam pela volta da ditadura. Nada mal para quem a financiou. Quem não foi torturado, estuprado ou morto tem direito a chamar ditadura de ditabranda e apoiar quem sai às ruas pedir a volta da ditadura.

Por que não havia cartazes pedido punição ao Eduardo Cunha? Um notório corrupto, desde muito antes da Lava Jato? Por que ninguém se lembrou de quem comprou a reeleição? Não passa de uma marcha de sociopatas maus perdedores. Eles não suportam que caiam migalhas das políticas sociais para camadas da população que sempre foram alijadas das políticas públicas. Embora sejam políticas tímidas diante do tamanho das necessidades, esta pequenas políticas que botam pessoas pobres nos melhores cursos das universidades públicas e particulares é fonte de todo ódio contra quem ousou redirecionar políticas públicas.

As manifestações, notadamente de uma classe média ventríloqua da Globo, foi apenas uma catarse de perdedores. E fica ainda mais evidente quando a polícia do Geraldo Alckmin viu um milhão de pessoas onde o Datafolha, vinculado a Folha de São Paulo, que de petista não tem nada, encontrou, no pico, 210 mil. Por que as polícias vinculadas aos partidos derrotados por Dilma no âmbito nacional, como no RS, inflaram o número de manifestantes? Por que nenhum gaúcho portou cartazes pedido explicações a respeito da Operação Rodin?

Fico perplexo vendo meus próprios colegas expondo uma avareza dantesca. Exatamente aqueles que se manifestam contra a Lula e Dilma, contra a corrupção do PT, são os mesmos que se aproximam buscando algum tipo de vantagem são os mesmos que se revoltam contra o Bolsa Família, o PROUNI e o FIES. São os mesmos que abatem as mensalidades das filhos que estudam em escolas particulares no imposto de renda. Abatem despesas médicas de plano de saúde particular no imposto de renda. São os mesmos que recebem, vejam só, auxílio alimentação de mais de R$ 600,00 reais mensais, que recebem auxílio creche de mais de R$ 500,00 reais, por filho, que recebem Auxílio Saúde no valor de R$ R$ 131,00 (CJF flexibiliza valor de auxílio saúde pago a magistrados e servidores).

Por que estas pessoas ficam indignadas com o Bolsa Família, que é pago condicionado à frequência escolar dos filhos, causa tanto ódio àqueles que recebem auxílio creche mesmo o filho não indo à creche? Que basta provar que seja filho e receberá o valor do zero ao sexto ano.

Isso não é ignorância, porque eles sabem exatamente de tudo isso. É ódio de classe, é também egoísmo.  É a soma de analfabetismo político com demonstração de insensibilidade social sem precedentes. Mau  caratismo somado a uma tremenda cara de pau!

A pergunta que não quer calar: Por que será que a Marcha das Vadias leva para a Avenida Paulista e o Parque da Redenção mais gente que a marcha dos zumbis?

10/03/2015

Até tucanos estão assustados com o ódio de classe dos colegas

Ainda há esperança. Nem toda elite branca e endinheirada é sem educação. Não é todo dia que um tucano sai do ninho para fazer autocrítica. Depois de Cláudio Lembo, Ricardo Semler, Bresser Pereira, agora foi a vez do Juca Kfouri. Espécie rara, em extinção nos grupos mafiomidiáticos, ainda há alguns que se envergonham do déficit civilizatório dos colegas. Uma espécie de vergonha alheira por vezes reaparece em quem ainda não se deixou contaminar pela campanha de ódio de classe contra o PT e seus governos.

Seguindo bovinamente seus patrões, há uma manada de jornalista que pensa aumentar o salário puxando o saco. Estes são escolhidos a dedo para ocuparem espaços nobres e, quiçá, ocuparem o espaço político no lugar do povo. A RBS guindou Ana Amélia Lemos aos píncaros da glória. Tanto mais ela criticava o Governo Lula, mas a RBS lhe dava espaço. Era onipresente em todos os veículos do grupo. Pronto. Virou tábua de salvação de uma manada que a seguiu bovinamente ao cadafalso. Cada falso moralista depositou voto no PP gaúcho, o campeão da moralidade alheia. E não é que o PP gaúcho, todinho, ganhou um banho de Lava Jato. Moralistas, homofóbicos, racistas do PP gaúcho, secundados pela égua madrinha da RBS, estão enfiados até o pescoço nos desvios da Petrobrás. Como a ignorância é mãe  do ódio, ouvem PP mas culpam PT. Como diz o Juca Kfouri, eles não suportam Bolsa Família, FIES, PRONATEC, pois as vagas nas universidades agora devem e são disputadas com gente pobre, preta e até filhos de colonos. Que ódio, ao invés de ficarem na roça, vêm pra cidade roubarem as vagas de nossos filhos, dizem os que sonegam, compram quinquilharias chinesas em Miami e se acham a fina flor do fascio littorio, gênesis do fascismo!

O panelaço da barriga cheia e do ódio

Por Juca Kfouri, em seu blog:

Nós, brasileiros, somos capazes de sonegar meio trilhão de reais de Imposto de Renda só no ano passado.
Como somos capazes de vender e comprar DVDs piratas, cuspir no chão, desrespeitar o sinal vermelho, andar pelo acostamento e, ainda por cima, votar no Collor, no Maluf, no Newtão Cardoso, na Roseana, no Marconi Perillo ou no Palocci.
O panelaço nas varandas gourmet de ontem não foi contra a corrupção.
Foi contra o incômodo que a elite branca sente ao disputar espaço com esta gente diferenciada que anda frequentando aeroportos, congestionando o trânsito e disputando vaga na universidade.
Elite branca que não se assume como tal, embora seja elite e branca.
Como eu sou.
Elite branca, termo criado pelo conservador Cláudio Lembo, que dela faz parte, não nega, mas enxerga.
Como Luís Carlos Bresser Pereira, fundador do PSDB e ex-ministro de FHC, que disse:
“Um fenômeno novo na realidade brasileira é o ódio político, o espírito golpista dos ricos contra os pobres.
O pacto nacional popular articulado pelo PT desmoronou no governo Dilma e a burguesia voltou a se unificar.
Surgiu um fenômeno nunca visto antes no Brasil, um ódio coletivo da classe alta, dos ricos, a um partido e a um presidente.
Não é preocupação ou medo. É ódio.
Decorre do fato de se ter, pela primeira vez, um governo de centro-esquerda que se conservou de esquerda, que fez compromissos, mas não se entregou.
Continuou defendendo os pobres contra os ricos.
O governo revelou uma preferência forte e clara pelos trabalhadores e pelos pobres.
Nos dois últimos anos da Dilma, a luta de classes voltou com força.
Não por parte dos trabalhadores, mas por parte da burguesia insatisfeita.
Quando os liberais e os ricos perderam a eleição não aceitaram isso e, antidemocraticamente, continuaram de armas em punho.
E de repente, voltávamos ao udenismo e ao golpismo.”

Nada diferente do que pensa o empresário também tucano Ricardo Semler, que ri quando lhe dizem que os escândalos do mensalão e da Petrobras demonstram que jamais se roubou tanto no país.
“Santa hipocrisia”, disse ele. “Já se roubou muito mais, apenas não era publicado, não ia parar nas redes sociais”.
Sejamos francos: tão legítimo como protestar contra o governo é a falta de senso do ridículo de quem bate panelas de barriga cheia, mesmo sob o risco de riscar as de teflon, como bem observou o jornalista Leonardo Sakamoto.
Ou a falta de educação, ao chamar uma mulher de “vaca” em quaisquer dias do ano ou no Dia Internacional da Mulher, repetindo a cafajestagem do jogo de abertura da Copa do Mundo.
Aliás, como bem lembrou o artista plástico Fábio Tremonte: “Nem todo mundo que mora em bairro rico participou do panelaço. Muitos não sabiam onde ficava a cozinha”.
Já na zona leste, em São Paulo, não houve panelaço, nem se ouviu o pronunciamento da presidenta, porque faltava luz na região, como tem faltado água, graças aos bom serviços da Eletropaulo e da Sabesp.
Dilma Rousseff, gostemos ou não, foi democraticamente eleita em outubro passado.
Que as vozes de Bresser Pereira e Semler prevaleçam sobre as dos Bolsonaros é o mínimo que se pode esperar de quem queira, verdadeiramente, um país mais justo e fraterno.
E sem corrupção, é claro!

Altamiro Borges: O panelaço da barriga cheia e do ódio

23/02/2014

A esquerda infantil segue pela coleira na mão da direita madura

Filed under: Ódio de Classe,Fascio littorio,Ku Klux Kan — Gilmar Crestani @ 11:52 am
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peleUma esquerda para a qual destruir paradas de ônibus, depredar bancos públicos e atear fogo na imagem de ídolo negro é ser “contra tudo isso que está aí” é tudo o que a direita, desde sempre, precisa. Além da pureza messiânica, há também o componente de pureza racial, da ku klux kan, e ideológica, dos integralistas.

A esquerda infantil e a crença no caráter inato

dom, 23/02/2014 – 10:22 – Atualizado em 23/02/2014 – 11:01

Francy Lisboa

Um novo jargão surge na boca dos que consideram as críticas ao modo como as chamadas manifestações vem sendo conduzidas como um sinal de governismo, um sinal de petismo, um sinal de peleguismo. “Bloc Governistas”, sim, isso mesmo. Uma tentativa canhestra de elevar ao mesmo patamar as críticas verbais, e na maioria das vezes fundamentadas, às ações de violência contra o patrimônio público e ao sentimento violento que nós remete aos tempos anteriores na caminhada em direção à civilidade.

Também, é interessante notar que não se tem noção de momento político igual no histórico do nosso país. As instituições, incluindo mídia e Judiciário, estão experimentando o mesmo grau de desconfiança fomentado por anos e nos de um direcionamento deliberado para o ódio à prática política.  Esse contexto gera quadros de sinuca de bico, pois, na mentalidade dos da “fé certa” – que jamais assumirão suas derrotas – não há como ficar à vontade tendo a ideia de que estão e/ou foram manipulados para atender a interesses que eles julgam combater. Notem, é realmente uma bela engenharia demagógica conseguir manipular pessoas instruídas (maioria classe média) de modo que eles pensem estar fazendo algo de bom, isso não é para qualquer um e não se faz do dia para a noite.

A cólera é normalmente corrente naqueles que são contra argumentados, e no turbilhão de impropérios difíceis de serem escritos em espaço nobre como desse blog, um dos verbetes mais utilizados para ofender, vejam só, é a denominação “petista”.  Na cabeça dos monocromáticos, da Direita e de todas as esquerdas, não há possibilidade para os sincretismos ideológicos, é preto no branco, são os azuis contra os vermelhos, é o bem contra o mal comunista. Não percebem, principalmente à esquerda calçada no messianismo de Freixo et al, que é perfeitamente possível a utilização de ideias provindas de toda a extensão do espectro político para o bem nacional.

Mas está se tornando perigoso, eu diria perigoso assumir-se petista depois que o PT na figura de Dilma, principalmente, passou a entender mais essa ideia de sincretismo e se desprender de dogmas. Isso foi a traição, a configuração do adultério petista aos seus antigos ideais segundo a esquerda infante. Bem, entendo que talvez os que afirmam que o PT se vendeu achassem que o partido fosse uma pedra resistente às intempéries do tempo e por isso não deveria mudar um pouco. Eles têm essa mesma fé em Freixo, a da pedra inalterável, recalcitrante. Pobres cabeças.

A esquerda infantil e a crença no caráter inato | GGN

07/11/2013

O que as a$$oCIAções médicas brasileiras têm em comum com Berlusconi?

Filed under: Fascio littorio,Fascismo,Mais Médicos,Nazismo,Silvio Berlusconi — Gilmar Crestani @ 9:24 am
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A novidade já havia aparecido por estas bandas. Alguém, muito próximo ideológica de Berlusconi, entendeu que política de trazer médicos estrangeiros para atuarem onde os brasileiros não queriam ir como sendo uma atitude nazista, que Dilma estaria fazendo com os médicos o mesmo que os nazistas fizeram com os judeus. Ou não conhecem o que foi o holocausto, ou pensam que todos somos burros como eles. Um velho ditado latino diz que a melhor defesa é o ataque… Atacam para se defender da própria mesquinhez.

“Tenemos a todo el mundo encima”, dijo el ex premier italiano en una entrevista

Polémica comparación de Il Cavaliere

No sólo reaccionó la comunidad judía, también lo hicieron los políticos de izquierda que calificaron las palabras de Berlusconi como una osadía extrema y una falta de respeto. El ex premier italiano espera un indulto del presidente.

Por Elena Llorente

Desde Roma

Silvio Berlusconi, que en el fondo de su corazón espera el indulto para su condena de parte del presidente de la República, dado que su expulsión como senador se discutirá finalmente el 27 de noviembre en el Parlamento, no quiere dejar de ocupar la tapa de los diarios de ninguna manera. El papa Francisco le ha hecho mucha sombra últimamente, ocupando el espacio que la prensa antes, tal vez, habría destinado a las declaraciones y osadías de Il Cavaliere. En las anticipaciones difundidas ayer de una entrevista televisiva concedida al conductor del programa Porta a Porta y amigo suyo, Bruno Vespa, Berlusconi contó que sus hijos “se sienten como las familias judías en Alemania durante el régimen de Hitler. Tenemos a todo el mundo encima”, dijo.

Y la frasecita desencadenó un infierno. No sólo reaccionó la comunidad judía, sino los políticos de izquierda que calificaron las palabras de Berlusconi como una osadía extrema y una falta de respeto. Es “una comparación no sólo inapropiada e incomprensible, sino ofensiva para la memoria de quien fue privado de todo derecho, y después de atroces tormentos, de la misma vida”, comentó el presidente de la Unión de Comunidades Judías italianas, Reno Gattegna. “Italia republicana es un país democrático. La Alemania nazi era una dictadura despiadada, gobernada por criminales que teorizaban y cometían los más graves delitos contra la humanidad”, añadió.

“Es espeluznante que se pueda banalizar de esta manera la Shoá”, dijo en un tweet el líder de Izquierda, Ecología y Libertad, Nichi Vendola. “Nadie que tenga un mínimo de responsabilidad puede hacer una comparación de este tipo”, comentó por su parte el diputado del Partido Democrático (PD, centro izquierda) Edoardo Patriarca. Después de estas declaraciones, “Berlusconi tiene que pedir disculpas y esconderse por la vergüenza”, añadió por su parte Roberto Capelli, diputado del PD.

Y como siempre ocurre, no importa lo que diga o lo que haga, los berlusconianos lo defienden. “La reacción que ha habido frente a un simple estado de ánimo del presidente Berlusconi no sólo es exagerada sino instrumental y confirma el ensañamiento de la izquierda contra él, porque les basta una sola palabra para hacer un escándalo”, dijo el parlamentario del Pueblo de la Libertad (PDL, centroderecha) Luca D’Alessandro.

Condenado por la Corte Suprema de Italia el 1º de agosto pasado a cuatro años de prisión por fraude fiscal en el caso Mediaset (reducido a un año por una serie de indultos precedentes) –y a tres años de inhabilitación pública, según la Corte de Apelaciones, pero esto no es definitivo–, Berlusconi ha dicho que cumpliría su condena haciendo un servicio social, cosa que permite la ley, en vez de cumplirla en arresto domiciliario dada su edad.

El Senado italiano, después de interminables discusiones en una de sus comisiones y de pretextos presentados por los defensores del Cavaliere, finalmente ha decidido votar el 27 de noviembre la expulsión de Berlusconi de la Cámara alta, expulsión que, según la ley, corresponde a toda persona que ha recibido una condena definitiva como él. El voto será, excepcionalmente, cantado y no secreto, jugada que le han hecho sus opositores para que no intente, como ha hecho en otras oportunidades, comprarse descaradamente algunos senadores por algunos millones de euros.

Aunque el PDL anunció que presentará nuevos recursos para aplazar el voto, todo hace prever que esta vez la cuestión llegará a su fin y Berlusconi quedará finalmente sin los privilegios que le concede su cargo de senador. La expulsión debía producirse a mediados de septiembre, pero por los recursos varios que Il Cavaliere y los suyos fueron presentando, fue postergada varias veces. Berlusconi ha presentado un recurso a la Corte Europea de Derechos Humanos y espera que una decisión de aquélla pueda anular la de la Corte Suprema de Italia.

Y ante una pregunta de Vespa sobre si abandonaría el país –como hizo por lo demás un político socialista muy amigo suyo en una situación similar, Bettino Craxi–, Berlusconi dijo: “Soy italiano al ciento por ciento. En Italia tengo mis raíces. En Italia me hice lo que soy. Aquí fui empresario, hombre de deportes, líder político. Este es mi país, el país que amo, el país donde tengo todo: mi familia, mis amigos, las empresas, la casa. No tomo ni siquiera en consideración la posibilidad de irme”. Y hacia el final de la entrevista reconoció lo que espera de corazón: que el presidente de la República, Giorgio Napolitano, todavía estaría a tiempo de concederle el indulto.

Conociendo las jugadas a las que está habituado Il Cavaliere, la pregunta que muchos se hacen ahora es: si el Senado vota la expulsión, ¿Berlusconi provocará la caída del gobierno quitándoles su apoyo a los ministros del PDL que integran el gabinete de Enrico Letta? No sería la primera vez.

Página/12 :: El mundo :: Polémica comparación de Il Cavaliere

03/10/2013

A última flor do fascio, inculta é bélica

Filed under: CIA,Fascio littorio,Fascismo,Golpismo,Terrorismo de Estado — Gilmar Crestani @ 8:49 am
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vira-lataMovimentos espontâneos, todos desconhecidos na língua de Camões, mas em negrito no glossário da CIA/NSA/DEA: White Windows, Change Brazil, Anonymous…..Black Bloc!

E todos sabemos que não há nem nunca houve conspiração. Mesmo as desclassificações de documentos do governo dos EUA provam que existiam conspirações. Eram, a bem da verdade, movimentos espontâneos que a CIA participava como ouvinte ou como figurante. Aliás, a CIA não existe.

Sobre a espontaneidade das manifestações

02/10/2013 – 14:33 – Atualizado em 02/10/2013, Por Pisquila

Pois é… Eu já sabia o que era na prática, mas não conhecia esta determinada ação pelo seu nome de batismo. Vamos então recorrer à Wikipédia:"Astroturfing é um termo utilizado para designar ações políticas ou publicitárias que tentam criar a impressão de que são movimentos espontâneos e populares.O termo em inglês vem de Astro Turf (grama sintética) em oposição ao termo grassroots (que são movimentos espontâneos da comunidade)."  Bem, considerando o exposto, percebe-se também que esse tipo de estratégia aproveita-se do famoso "Maria-vai-com-a-outras" coletivo, para se insuflar. Isso sendo bem explorado, pode levar inúmeros inocentes úteis a aderirem ao plano. Alguns utilizados de forma até covarde.

Que tal darmos alguns exemplos com  imagens? Elas valem mais do que mil palavras! Agora, a pergunta que não quer calar: quem está por trás do plano e qual o seu objetivo? Este plano ainda continua,que não duvidem os incautos.

Por fim, que cada um tire as suas próprias conclusões.

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Manifestações

Sobre a espontaneidade das manifestações | GGN

03/09/2013

Goebbels da Ditabranda enche Auschwitz de médicos

Filed under: Auschwitz,Fascio littorio,Fascismo,Luiz Felipe Pondé — Gilmar Crestani @ 10:40 pm
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O fascismo do PT contra os médicos

luiz felipe pondé

O PT está usando uma tática de difamação contra os médicos brasileiros igual à usada pelos nazistas contra os judeus: colando neles a imagem de interesseiros e insensíveis ao sofrimento do povo e, com isso, fazendo com que as pessoas acreditem que a reação dos médicos brasileiros é fruto de reserva de mercado. Os médicos brasileiros viraram os "judeus do PT".

Uma pergunta que não quer calar é por que justamente agora o governo "descobriu" que existem áreas do Brasil que precisam de médicos? Seria porque o governo quer aproveitar a instabilidade das manifestações para criar um bode expiatório? Pura retórica fascista e comunista.

E por que os médicos brasileiros "não querem ir"?

A resposta é outra pergunta: por que o governo do PT não investiu numa medicina no interior do país com sustentação técnica e de pessoal necessária, à semelhança do investimento no poder jurídico (mais barato)?

O PT não está nem aí para quem morre de dor de barriga, só quer ganhar eleição. E, para isso, quer "contrapor" os bons cidadãos médicos comunistas (como a gente do PT) que não querem dinheiro (risadas?) aos médicos brasileiros playboys. Difamação descarada de uma classe inteira.

A população já é desinformada sobre a vida dos médicos, achando que são todos uns milionários, quando a maioria esmagadora trabalha sob forte pressão e desvalorização salarial. A ideia de que médicos ganham muito é uma mentira. A formação é cara, longa, competitiva, incerta, violenta, difícil, estressante, e a oferta de emprego decente está aquém do investimento na formação.

Ganha-se menos do que a profissão exige em termos de responsabilidade prática e do desgaste que a formação implica, para não falar do desgaste do cotidiano. Os médicos são obrigados a ter vários empregos e a trabalhar correndo para poder pagar suas contas e as das suas famílias.

Trabalha-se muito, sob o olhar duro da população. As pessoas pensam que os médicos são os culpados de a saúde ser um lixo.

Assim como os judeus foram o bode expiatório dos nazistas, os médicos brasileiros estão sendo oferecidos como causa do sofrimento da população. Um escândalo.

É um erro achar que "um médico só faz o verão", como se uma "andorinha só fizesse o verão". Um médico não pode curar dor de barriga quando faltam gaze, equipamento, pessoal capacitado da área médica, como enfermeiras, assistentes de enfermagem, assistentes sociais, ambulâncias, estradas, leitos, remédios.

Só o senso comum que nada entende do cotidiano médico pode pensar que a presença de um médico no meio do nada "salva vidas". Isso é coisa de cinema barato.

E tem mais. Além do fato de os médicos cubanos serem mal formados, aliás, como tudo que é cubano, com exceção dos charutos, esses coitados vão pagar o pato pelo vazio técnico e procedimental em que serão jogados. Sem falar no fato de que não vão ganhar salário e estarão fora dos direitos trabalhistas. Tudo isso porque nosso governo é comunista como o de Cuba. Negócios entre "camaradas". Trabalho escravo a céu aberto e na cara de todo mundo.

Quando um paciente morre numa cadeira porque o médico não tem o que fazer com ele (falta tudo a sua volta para realizar o atendimento prático), a família, a mídia e o poder jurídico não vão cobrar do Ministério da Saúde a morte daquele infeliz.

É o médico (Dr. Fulano, Dra. Sicrana) quem paga o pato. Muitas vezes a solidão do médico é enorme, e o governo nunca esteve nem aí para isso. Agora, "arregaça as mangas" e resolve "salvar o povo".

A difamação vai piorar quando a culpa for jogada nos órgãos profissionais da categoria, dizendo que os médicos brasileiros não querem ir para locais difíceis, mas tampouco aceitam que o governo "salvador da pátria" importe seus escravos cubanos para salvar o povo. Mais uma vez, vemos uma medida retórica tomar o lugar de um problema de infraestrutura nunca enfrentado.

Ninguém é contra médicos estrangeiros, mas por que esses cubanos não devem passar pelas provas de validação dos diplomas como quaisquer outros? Porque vivemos sob um governo autoritário e populista.

12/11/2011

PSDB se irrita com lema de campanha do PT

Filed under: Fascio littorio,Isto é PSDB! — Gilmar Crestani @ 9:36 am
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O fascio littorio.

Uma sugestão desinteressada ao PSDB. É óbvio que o PSDB tem mais eleitores de fala inglesa que portuguesa, mas ainda assim sugiro que mudem de slogan. O inglês é mais clean, mas o italiano é porrada. Então, considerando que o carcamano José Serra é candidato, sugiro: Fascio, logo existo! Explico, a união faz a forza… Os fasci deram origem ao fascismo, algo que o PSDB já pôs na rua na última campanha. Ou então, traduttore traditore, transliterem: “Sim, temos cárie”…

Enviado por luisnassif, sab, 12/11/2011 – 07:24

PSDB sai em defesa do ?Yes, we care?

AE – Agência Estado

O PSDB reagiu hoje às ironias contidas na resolução da Executiva do PT ao lema proposto pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. Para o comando tucano, o PT está "desesperado" e a autoridade da presidente Dilma Rousseff está "em xeque" diante dos casos de corrupção.

Na quinta-feira, a direção petista ironizou a sugestão do ex-presidente para que o PSDB adote como bandeira o lema "Yes, we care" ("Sim, nós nos preocupamos"), numa adaptação de "Yes, we can" ("Sim, nós podemos"), usado na campanha de Barack Obama à Presidência dos EUA, em 2008.

quanto a oposição conservadora macaqueia em seminários um slogan americano, imaginando assim aproximar-se do povo, o governo vem mantendo a iniciativa das ações dando prioridade à garantia de continuidade das conquistas econômicas e sociais do povo brasileiro", disse a resolução da Executiva petista.

O texto afirma, ainda, que foi "igualmente frustrada" a tentativa dos adversários de "gerar crises" no âmbito dos ministérios e na base de sustentação do governo no Congresso.

Em nota divulgada ontem, o presidente do PSDB, deputado Sérgio Guerra, disse que "apesar dos ataques despropositados do PT, o PSDB vai cumprir o seu papel de fazer uma Oposição que o Brasil espera. Não vamos abrir mão de desenvolver abordagens e estudos sobre o quadro atual do País e do mundo."

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