Ficha Corrida

12/09/2016

Araponga se revela pantera cor-de-rosa

Filed under: Arapongas,Espionagem,Exército — Gilmar Crestani @ 7:44 am
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O impagável Inspetor Clouseau reencarnou no Brasil na pele de um Botelho. Numa rápida análise semiológica o nome e o codinome facilitam por demais as trapalhadas do agente de burrice. Botelho, como todo portuga, escolhe outro nome de Trás-os-Montes, Baltazar Nunes. Não, não é piada de português, é piada de uma instituição que protege os interesses externos contra o interesse dos brasileiros, nosso glorioso exército nacional. Como diria o anti-militar convicto, Barão de Itararé, de onde menos se espera de lá mesmo é que não sai nada.

O exército gasta nossa grana para mandar estas antas caçarem jovens que protestam contra os que praticam crimes de lesa-pátria? Claro, o glorioso exército nacional precisa mostrar que é capacitado. Só venceu a guerra contra o Paraguai porque contou com a colaboração da Argentina e da Inglaterra, a quem esteve a serviço. Como não vence guerra externas, cria inimigos internos para treinar tiro ao alvo. Foi assim na ditadura, está assim de novo. Esse sujeito aí encarna o que Dionísio da Silva romanceou no seu livro Avante, soldados; para trás

E não é que na República das Bananas tucano vira ave de rapina e araponga, toupeira?!

Exército promete apurar ação de agente secreto entre jovens

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Denúncias de que o capitão de inteligência do Exército Willian Pina Botelho tentava se aproximar de manifestantes e movimentos sociais com uma identidade falsa pelo aplicativo de paquera Tinder e pelas redes sociais serão investigadas pelo Exército; no domingo passado (4), quando ele foi preso com 21 jovens pela Polícia Militar em São Paulo antes de um ato contra Temer, sua identidade foi revelada na internet; no Tinder, o agente aparece com o nome Baltazar Nunes, o Balta; a controversa prisão do grupo de manifestantes, considerada ilegal pela Justiça 24 horas depois, foi motivada por uma denúncia anônima; “Com relação aos fatos questionados, as circunstâncias estão sendo apuradas”, informou o Exército

11 de Setembro de 2016 às 07:14 // Receba o 247 no Telegram

SP 247 – O Exército informou que irá apurar as circunstâncias da provável infiltração de um capitão da inteligência em movimentos sociais e grupos de manifestantes de esquerda, revelada nesta semana após a prisão controversa de um grupo de 21 jovens pela Polícia Militar em São Paulo antes de um ato contra Temer no domingo passado.

O site ‘Ponte Jornalismo’, especializado em direitos humanos, Justiça e segurança pública, divulgou inicialmente a suspeita em relação a um homem que se identificava no aplicativo de paquera Tinder e nas redes sociais como Baltazar Nunes, o Balta, de 37 anos. A identidade dele foi revelada após confirmação de pessoas diferentes: era o capitão de inteligência do Exército Willian Pina Botelho.

No último domingo 4, quando ele foi preso com os jovens manifestantes, em uma ação considerada ilegal pela Justiça de São Paulo 24 horas depois, quando o grupo foi solto, o agente levantou suspeitas dos manifestantes. Ao Jornal Nacional, um dos manifestantes, que não quis ser identificado, disse que os jovens foram encaminhados para uma delegacia, mas que Balta não foi levado como eles.

“A gente foi enviado direto para o Deic, e quando a gente entrou no camburão, o Balta não foi junto. E aí, no chat que a gente tinha ali no Whatsapp, ele falou que o estavam mandando para tal DP porque estava com documento falso, que não sei o quê… Meio que morreu o contato. Ele insistiu um pouco na ideia e a gente achou suspeito. Como assim só ele vai para outro DP porque estava com documento falso?”, contou.

O nome do capitão do Exército não está no Boletim de Ocorrência da prisão, que foi motivada por uma denúncia anônima, como consta no documento. À TV Globo, o Exército informou em nota: “(…) O Centro de Comunicação Social do Exército informa que o Cap William Pina Botelho é oficial do Exército Brasileiro, lotado no Comando Militar do Sudeste. Com relação aos fatos questionados, as circunstâncias estão sendo apuradas”.

A Secretaria de Segurança Pública de São Paulo diz que desconhece qualquer ação de inteligência que tenha sido realizada por qualquer outro órgão de segurança.

“O Comando da Polícia Militar de São Paulo nega a existência de uma operação conjunta na ocasião citada pela reportagem. A PM desconhece qualquer ação de inteligência que tenha sido realizada por outro órgão de segurança. A instituição também não conhece o homem apontado pela reportagem como um suposto oficial das Forças Armadas. O Deic desconhece a existência de um oficial infiltrado e garante que todos os detidos apresentados no departamento foram qualificados no boletim de ocorrência”, informou em nota.

Exército promete apurar ação de agente secreto entre jovens | Brasil 24/7

16/08/2015

Operação Valquíria

A narrativa dos envolvidos na midiática “Lava Jato” vem sendo construída no sentido de que os indiciados até agora são apenas degraus de uma escada que leva ao cume de impedir a candidatura Lula-la em 2018. Primeiro, comecemos falando do atentado ao bom uso do português. Quem batizou a operação talvez estivesse pensando pegar quem lavou aquele jato sem dono, que caiu em Santos, e matou Eduardo Campos. Ah, sim, como não havia petistas ou como, por meio dele os atalhos para chegar a Lula ficam difíceis, resta descartado o jato, aquele veículo movido à propulsão. Então, sobrou o lava rápido de carros. Se a intenção era esta, o correto é “lava a jato”, sem crase.

Quando vi pela primeira vez a performance midiática de circo associada à expressão corrupta do bom português, me perguntei se não seria uma homenagem ao Premê. Só poderia ser brincadeira, pensei, mais uma a$$oCIAção entre o MPF & Rede Globo.

Lava Rápido

Foi pensando nesse povo
Que trabalha o dia todo
E chega a noite
Sai correndo e vai estudar
Não tem tempo de jantar
Não dá pra tomar banho
E nessas bandas geralmente faz calor
Foi que eu resolvi montar
Com qualidade
Um lava rápido de gente
Lá no centro da cidade
E funcionou, funcionou, funcionou
E funcionou mais do que você imagina
E quando vem a tarde
O povo se aglutina
Por volta das dezoito
Forma fila até a esquina
E lava um japonês
E lava um siciliano
E vem uma libanesa
E agora tem pernambucano
A máquina é moderna, sistema americano
De um lado tem escovas
Do outro um grande pano
Enquanto um lado esfrega
O outro vai enxugando
E funcionou…
E o bom desse sistema
É o clima que ele cria
Se o nego chega murcho
Sai pleno de alegria
Se a moça chega triste
Sai pronta pr’outro dia

Na versão que tenho, o Wandi Doratiotto encerra a música falando: “é, D. Ruth, tem de tirar a roupa”… Uma espécie de homenagem à falecida esposa da múmia ventríloqua dos EUA que comprou a reeleição sem que ninguém o molestasse.

A matéria de ontem no Estadão, abaixo, demonstra que há prisão de ventre nos intestinos da Operação Lava Jato. E o cheiro não é nada bom…

MPF denuncia por calúnia policiais federais ‘dissidentes’ na Lava Jato

Redação

15 agosto 2015 | 17:00

Orgão de controle externo policial da Procuradoria acusa delegado e agente que apontaram ‘coação’ e ‘escutas ilegais’ na cela de Youssef envolvendo cúpula da PF em Curitiba

Dalmey Werlan durante depoimento na CPI da Petrobrás em 2 de julho. Foto: Dida Sampaio/Estadão

Dalmey Werlang durante depoimento na CPI da Petrobrás em 2 de julho. Foto: Dida Sampaio/Estadão

Por Ricardo Brandt, Fausto Macedo e Julia Affonso

O Ministério Público Federal denunciou na última semana formalmente por calúnia o delegado e o agente da Polícia Federal que acusaram irregularidades e coação envolvendo a cúpula de delegados da Operação Lava Jato, em Curitiba (PR) – onde estão concentradas as apurações de corrupção e cartel na Petrobrás.

A acusação entregue à Justiça Federal no dia 11 é a primeira ofensiva contra suposta tática de contrainteligência que investigadores da Lava Jato identificaram, a partir do final de 2014. A estratégia seria desestabilizar as apurações e tentar algum tipo de nulidade legal na condução do caso, que atingiu a partir de novembro do ano passado as maiores empreiteiras do País e seu papel e conluio com os dois principais partidos do governo federal, PT e PMDB. Um rombo de pelo menos R$ 19 bilhões nos cofres públicos até aqui.

+ Procuradores alertam para ‘falsas nulidades’ na Lava Jato

O delegado Mário Renato Castanheira Fanton e o agente federal Dalmey Fernando Werlang foram denunciados criminalmente à Justiça Federal pelo procurador Daniel Holzmann Coimbra, do Grupo de Controle Externo da Atividade Policial da Procuradoria.

denuncia

Trecho da denúncia do MPF contra dois federais que teriam caluniado delegados do comando da Lava Jato / Fotos: Reprodução

Eles são acusados de se associarem “para ofender a honra dos colegas”, apontando grampos ilegais na cela do doleiro Alberto Youssef – peça central da Lava Jato, e cujo fato teria poder de anular provas da investigação – e vícios na sindicância aberta para conduzir o caso.

A Procuradoria pede abertura de ação penal por calúnia,  que prevê pena de seis meses a dois anos de prisão e multa,  aumentada em um terço da pena por envolver vítima agente público no exercício da função.

Vítimas. As supostas vítimas dos dois federais são seis delegados da Lava Jato, alguns deles que integram a cúpula da Polícia Federal, em Curitiba, como Rosalvo Ferreira Franco, superintendente regional no Paraná, e Igor Romário de Paula, delegado regional de combate ao crime organizado. Além do delegado Mauricio Moscardi Grillo, responsável pela apuração interna sobre o suposto grampo clandestino na cela do doleiro.

Narra a denúncia que em março de 2015, o delegado Fanton, lotado na delegacia da PF em Bauru (SP), de Polícia Federal, desembarcou em Curitiba – sede das investigações da Lava Jato, envolvendo alvos sem direito a foro especial – para cumprir “missão” de “conteúdo sigiloso” na Superintendência da Polícia Federal no Paraná.

“Antes da conclusão do apuratório, no dia 30 de abril de 2015, não foi dada continuidade à missão, pelo que Fanton deveria retornar à delegacia de origem”, registra o procurador da República Daniel Holzmann Coimbra.

Nesse período, o agente Werlang cumpria função no Núcleo de Inteligência da PF (NIP), em Curitiba, comandado pela delegada Daniele Rodrigues – também alvo das supostas calúnias. Os dois federais denunciados teriam se encontrado entre os dias 2 e 3 de maio, “imediatamente após o afastamento de Fanton”.

O assunto seria o afastamento do delegado. “Após esses encontros, associaram-se para ofender a honra dos colegas que entendiam ser os responsáveis pelo afastamento”, registra a denúncia.

A partir de então, os dois passaram a apontar que a escuta encontrada em abril e a sindicância que apurou o caso. Para isso, teriam se envolvido em suposto plano que incluiu um depoimento colhido de forma ilegal do agente Dalmey, um depoimento à Corregedoria da PF em que Fanton comunicou falsa coação a um terceiro agente envolvido no episódio da escuta na cela de Youssef.

“Na segunda-feira (04 de maio), no hotel em que Fanton estava hospedado, e sem nenhum procedimento formalmente instaurado, ele tomou depoimento de Dalmey, o qual relatou supostos vícios na sindicância 04/2014, sindicância esta acerca da escuta ambiental localizada por Alberto Youssef no forro da cela que ocupava”, registra a Procuradoria.

trecho da denuncia sobre encontro

No mesmo dia, o delegado Fanton levou ao Ministério Público Federal acusação de que três delegados das investigações da Lava Jato, Igor, Daniele e Moscardi, “coação no curso do processo”. “Fui coagido a manipular provas no inquérito pelo dpf Igor, sua esposa dpf Daniele, dpf (delegado da Polícia Federal) Moscardi e ate do escrivão do feito”, escreveu ele em mensagem eletrônica encaminhada à Procuradoria.

Na Corregedoria-Geral da Polícia Federal, dois dias depois, Fanton também disse que agente federal conhecido como “Bolacha” sofreu algum tipo de pressão para não indicar eventuais culpados “no decorrer da sindicância” realizada em 2004.

“Bolacha” é o agente Paulo Romildo Rossa Filho. Responsável pela carceragem da PF, ele havia prestado depoimento na sindicância 04/2014 conduzida pelo delegado Moscardi e concluída em setembro de 2014, após localização de aparelho de captação de áudio na cela em abril, informa a denúncia contra os dois federais. A conclusão foi que não houve irregularidades e que o equipamento era inativo.

“Ao contrário do que insistem os acusados em dizer, não houve nenhuma espécie de coação sobre o agente Romildo no que diz respeito ao seu depoimento perante a sindicância realizada no ano de 2014″, sustenta o procurador do Grupo de Controle Externo da Atividade Policial do MPF.

“Tampouco existiu a afirmada coação a Fanton por parte dos delegados Igor, Daniele e Moscardi.”

O procurador encerra a denúncia com a afirmação de que “Fanton e Dalmey tinham plena ciência, a todo tempo, de que essa coação não existiu”. No pedido de abertura de ação penal por calúnia, Coimbra arrolou como testemunha de acusação o agente Rossa Filho, conhecido como Bolacha. O procurador não integra a força-tarefa da Lava Jato.

trecho da denuncia sobre calunia

Dissidentes. A denúncia do órgão, externo à Lava Jato, reforça as suspeitas dos investigadores de que o episódio pode ter relação com suposta tática adotada por empreiteiras do cartel para tentar anular a Lava Jato.

Em maio, investigadores descobriram que assessorias de imprensa contratadas por empreiteiras do cartel, entre elas a da construtora Norberto Odebrecht, ajudaram a “difundir” para os jornais, rádios e TVs o conteúdo dos depoimentos dos dois federais denunciados.

No dia 2 de julho, os dois policiais federais foram convocados pela Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Petrobrás, após essa divulgação dos depoimentos dos dois acusados, onde confirmaram a existência das supostas escutas ilegais.

No relatório que pediu seu indiciamento, a PF aponta como figura central desse suposto plano o presidente da empreiteira, Marcelo Bahia Odebrecht – preso desde o início de julho.

Trecho de relatório de indiciamento de presidente e executivos da Odebrecht

Trecho de relatório de indiciamento de presidente e executivos da Odebrecht que cita ‘dissidentes’ da PF

O delegado Eduardo Mauat da Silva chama a atenção para as anotações do empresário feitas após sua prisão, que registram “trabalhar para anular (dissidentes PF…)”.

“Uma referência clara à Polícia Federal, ou pelo menos a alguns de seus servidores”, informa o delegado. “Marcelo teria a intenção de usar os ‘dissidentes’ para de alguma forma atrapalhar o andamento das investigações, e, se levarmos em consideração as matérias (grampo na cela, descoberta de escuta, vazamento de gás, dossiês) veiculadas nos vários meios de comunicação, nos últimos meses, que versam sobre uma possível crise dentro do Departamento de Polícia Federal, poder-se-ia, hipoteticamente, concluir que tal plano já estaria em andamento.”

Os policiais federais Fanton e Werlang não foram localizados pela reportagem para comentar o caso. A Odebrecht nega que tenha adotado medidas para atrapalhar as apurações da Lava Jato.

16/08/2014

Alemanha copio o pior dos EUA

Filed under: Alemanha,BND,Espionagem,Turquia — Gilmar Crestani @ 1:04 pm
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Turquía, diana del espionaje alemán

El servicio de inteligencia de Berlín utiliza los mismos criticados métodos que EE UU

Enrique Müller Berlín 16 AGO 2014 – 14:04 CEST11

La canciller alemana, Angela Merkel, y el primer ministro turco, Recep Tayyip Erdogan. / reuters

El servicio Federal de Inteligencia alemán (BND) recibió la orden del gobierno alemán de espiar sistemáticamente a Turquía, un miembro de la OTAN y, por lo tanto, un aliado estratégico de Alemania. La orden fue incluida en el llamado “perfil de orden del gobierno federal (APB en sus siglas en alemán)”, que se actualiza cada cuatro años y que está vigente desde 2009.

El trabajo secreto del BND en Turquía fue revelado este sábado por la revista Der Spiegel, que también señala que el servicio de inteligencia interceptó y grabó al menos una llamada telefónica realizada por el secretario de Estado, John Kerry, en 2013. La llamada de Kerry fue captada por una red de escuchas que posee el BND en Oriente Medio.

Según Der Spiegel, la red de escuchas del BND también captó en 2012, una conversación telefónica que sostuvo Hillary Clinton con el ex secretario general de Naciones Unidas, Koffi Annan. Las conversaciones interceptadas por el BND, según la revista, fueron captadas de casualidad y ambas fueron realizadas en el marco de una operación destinada a vigilar organizaciones terroristas en Oriente Medio.

Las escuchas ilegales realizadas por el BND, que aún tiene su sede en la localidad bávara de Pullach, y el espionaje que lleva a cabo en Turquía, además de provocar un revuelo diplomático en Berlín, deja al desnudo que el controvertido Servicio Federal de Inteligencia alemán utiliza los mismos métodos de la Agencia Nacional de Seguridad (NSA), que llevó a cabo desde la embajada de Estados Unidos en Berlín una escucha sistemática del móvil de la canciller, Angela Merkel y posiblemente de toda la familia política alemana.

más información

La “captura” de las conversaciones realizadas por Clinton y Kerry, fueron analizadas en forma discreta por la cúpula del BND que, después de leer las transcripciones, ordenó su destrucción. Pero, en una rara jugarreta del destino que marca el mundo del espionaje, la orden de destruir los documentos recayó en Markus R, un funcionario medio del BND, que trabajaba como agente doble para la CIA. Antes de destruir los documentos, el topo hizo sendas copias que entregó posteriormente a sus contactos de la CIA.

Gracias al trabajo del topo alemán, la CIA también tiene en su poder una copia del “perfil de orden del gobierno federal”, un confidencial “cuaderno de tareas” redactado por los ministerios de Asuntos Exteriores, Interior, Defensa, Economía, Finanzas y Desarrollo, junto con la cancillería, y que resume las informaciones que desea obtener el gobierno en el exterior.

El APB detalla, por ejemplo, metas precisas como someter a vigilancia organizaciones terroristas, producción y utilización de armas de destrucción masivas, Oriente Medio, Rusia y China, pero el documento da luz verde al BND para vigilar las comunicaciones en todos los países donde se sospecha que existen focos de terrorismo, pero supuestamente excluye del monitoreo a los países miembros de la Union Europea y de la OTAN, una faceta del documento que hace honor a la filosofia de la canciller Merkel que señaló que el espionaje entre países amigos era “inaceptable”, durante una conversación telefónica con Barack Obama.

Pero, a causa del escándalo de escuchas realizado por el BND y la revelación de que Turquía está siendo espiada sistemáticamente por la agencia de inteligencia alemana, la protesta de Merkel ha perdido toda su fuerza y validez.

“Las más recientes revelaciones confirman nuestras sospechas que los servicios alemanes también están involucrados en un juego ilegal de contraespionaje”, dijo Konstantin von Notz, un influyente diputado de los Verdes. “La canciller debe aclarar de inmediato desde cuando está al corriente y si las llamadas de Clinton y Kerry fueron sometidas a un análisis de inteligencia”, añadió.

La canciller y el BND, por el momento guardan silencio.

Turquía, diana del espionaje alemán | Internacional | EL PAÍS

06/07/2014

Crescimento de Dilma gera ganho de US$ 4,8 bi ao Brasil

PrivatizarA queda de Dilma, SQN, gera ganho às estatais que o PSDB pretende privatizar. E o Brasil, o que ganha coma privatização da Petrobrás, do Banco do Brasil? Ganha o mesmo que ganhou com a Vale do Rio Doce? Só para lembrar, o leilão dos aeroportos gerou mais lucros ao Brasil do que a entrega da Vale do Rio Doce. E Vale do Rio Doce não retorna ao Governo Federal, mas os aeroportos, depois de 20 anos, voltam a pertencer à União. O fato de ser bom para especuladores é sinal de que o povo corre perigo. Nunca vi um especulador de bolsa preocupado com a melhoria do povo brasileiro.

Um pergunta aos incrédulos de plantão: por que será que a NSA grampeou todos os executivos da Petrobrás? Por que será que o Instituto Millenium, com seus finaCIAdores ideológicos, não foram grampeados pela NSA mas o governo brasileiro e a Petrobrás foram?

Queda de Dilma gera ganho de US$ 4,8 bi

Ações de estatais sobem quando a presidente cai em pesquisa eleitoral

Estudo de economistas do Insper diz que cada ponto na popularidade da petista vale US$ 801 mi em cinco estatais

DAVID FRIEDLANDERMARIANA CARNEIRODE SÃO PAULO

A disputa presidencial mais acirrada dos últimos 12 anos detonou uma onda de especulação com ações de estatais. O mercado aposta que, quanto piores forem as pesquisas eleitorais para a presidente Dilma Rousseff, mais as ações dessas empresas sobem na Bolsa de Valores.

Os investidores têm o pé atrás com a presidente porque avaliam que as intervenções do governo nas estatais prejudicam sua rentabilidade. Na visão do mercado, Brasília sacrifica o ganho dessas empresas para controlar preços e estimular o consumo.

Esse "efeito Dilma" foi medido num levantamento sobre o desempenho dos papéis de cinco estatais nos dias da divulgação das últimas 19 pesquisas Ibope e Datafolha. Segundo o estudo, cada ponto da popularidade da presidente vale US$ 801 milhões (cerca de R$ 1,7 bilhão).

Esse foi o ganho de Petrobras, Banco do Brasil, Eletrobras, Cemig e Cesp a cada ponto de aprovação que Dilma perdeu. A conta foi feita pelos economistas do Insper Sérgio Lazzarini, Bruna Bettinelli Alves e João Manoel Pinho de Mello, também analista da gestora Pacífico.

A cada ponto que a aprovação de Dilma perdeu nas pesquisas, as ações dessas empresas subiram em média 0,5 ponto percentual acima da média do mercado, calculada pelo índice Ibovespa.

Neste ano, somente o "efeito Dilma" produziu um ganho, médio, de US$ 4,8 bilhões (R$ 10,6 bilhões) no valor dessas cinco estatais. Segundo o estudo, isso ocorreu porque de fevereiro a julho, a aprovação da presidente caiu de 41% para 35%.

A ansiedade do mercado com o resultado das eleições não era tão evidente desde 2002, quando Lula despontou como favorito na disputa pela Presidência.

Na época, bancos criaram indicadores para estimar como a vantagem de Lula afetaria aplicações atreladas ao dólar e à taxa de juros. O mais famoso foi o lulômetro, do banco Goldman Sachs.

"Na eleição do Lula, a dúvida era se o sistema econômico seria alterado. Já o governo Dilma foi marcado pelas intervenções pesadas nas empresas estatais. Com a reeleição, o mercado acredita que isso vai continuar", afirma Lazzarini, do Insper.

Essa diferença faz com que a especulação se concentre, desta vez, na Bolsa de Valores. Outro fator que desencoraja apostas com o dólar é que o Banco Central tem reservas muito maiores que em 2002.

PESQUISAS E BOATOS

O mercado financeiro é um terreno nervoso por natureza, com profissionais que se dedicam a saltar sobre informações relevantes antes dos outros para ganhar dinheiro. Nesse ambiente, a eleição virou motivo para apostas, movidas a pesquisas eleitorais, consultorias e boatos.

"É especulação pura e da pior qualidade. Ao fazer essa aposta, o investidor busca um ganho de curtíssimo prazo e subestima a capacidade do atual governo de fazer as pazes com o mercado num segundo mandato", afirma Ricardo Lacerda, do banco de investimentos BR Partners.

Na última quarta-feira, a especulação sobre números positivos para Dilma no Datafolha fez a ação da Petrobras cair 1,1% em 45 minutos. "Os preços das ações estão sendo ditados pelas eleições. Os fundamentos econômicos ficaram de lado", diz Daniel Cunha, da XP Investimentos.

O cenário político passou a interferir mais intensamente na Bolsa do começo do ano para cá. Se a corrida pela Presidência continuar disputada, será assim até outubro.

15/07/2013

“El gran hermano” tem parceria com os grupos mafiomidiáticos

Filed under: Arapongagem made in USA,Espionagem,Lei de Médios — Gilmar Crestani @ 9:32 am
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Daniel Paz & Rudy

El caso inglés

Después del escándalo de las escuchas telefónicas y el hackeo de los medios del grupo Murdoch, Gran Bretaña debate varias leyes muy duras –y caras– para regular la prensa. Una charla con un experto para entender los peligros y las ventajas del sistema.

SUBNOTAS

Por Andrew Graham-Yooll

La propuesta de regular los medios en el Reino Unido surgió de la investigación de la Comisión Leveson, un organismo creado en 2011 por el primer ministro conservador David Cameron tras el escándalo de las escuchas del semanario News of the World. Ahora, los tres partidos principales (Conservador, Laborista y Liberal) encaran el proceso de legislar. Aquí, la compleja trama de ese debate explicada por el especialista Padraig Reidy.

–¿Cómo se puede visualizar a mediano plazo el efecto del Informe Leveson? El director de The Independent escribió que había que digerir con cuidado mucho de lo propuesto. El y otros editores decidieron no pedir el derecho a veto de los funcionarios que administren las nuevas reglas, pero sí quedaba en claro el derecho a la independencia de la prensa.

–Hay que tomar las cosas del principio. Hubo una Carta Real (Royal Charter) para la regulación de los medios que se debatió en diferentes círculos hasta publicarse el informe en noviembre de 2012. Después de muchas objeciones, la que menciona usted y muchas más, el gobierno de David Cameron, con el respaldo de los tres partidos principales (Conservador, Laborista y Liberal), propuso un texto. La primera objeción de los principales grupos de medios fue que no fueron consultados en la redacción de la Carta Real.

–La negociación interpartidaria ¿puede decirse que fue dentro de los límites del Parlamento británico?

–Fue negociado por los tres partidos principales, fuera del Parlamento. El gobierno llevó el texto acordado a la Cámara y ahí se votó. Los artículos se incluyeron en varias leyes. Por lo tanto hay una sección que se refiere al pago de “costas ejemplares” que Index on Censorship considera muy controvertida por sus alcances y que fue incorporada muy subrepticiamente a una ley sobre juzgados y acción penal. De esa misma forma hay otras partes del Informe que fueron incorporadas a otras leyes. Eso hace que no haya una sola ley sino muchos artículos a los cuales la autoridad o quien fuere puede recurrir. Pero es a través de esas diversas formas legislativas que tiene que surgir una administración de la Carta Real. Es un recurso muy arcaico, no es una ley en sí misma, es algo que concede el Consejo Privado, el cuerpo que asesora a la reina. Pueden autorizar Cartas que crean cuerpos específicos: las universidades las tienen, como la BBC. En nuestro caso, el gobierno quiere que la nueva Carta Real instale un regulador de los medios. Por ahora, los diarios no son parte de la solución, cosa que molesta. Los periódicos más grandes han hecho objeciones.

–¿El gobierno trató de hacer esto a espaldas de los demás? ¿O los partidos lo decidieron entre ellos? Necesito entender qué ha sucedido desde la creación de la Comisión Leveson hasta ahora…

–En los últimos tiempos, todo el espectro político y también todos los medios estaban a la expectativa de lo que podía resultar. Primero se nombró a los lores Patrick Hodge (de la Corte Suprema) y Guy Black antes director de la Comisión de Quejas Contra la Prensa para que encontraran un nuevo modelo. Se demoró todo porque no actuaron con la celeridad prometida. A partir de ahí el Partido Laborista, de oposición, utilizó el recurso que describí antes, de meter agregados y reformas en otras leyes en la Cámara alta (de los lores), para torcerle el brazo al gobierno. Luego, el gobierno propuso su propia reforma en la Cámara alta (lores) para detener los cambios del laborismo. Esa complicación estuvo a cargo de lord David Puttnam, más conocido como director de cine (Carrozas de fuego, 1981). La zancadilla dejó abierta al gobierno la posibilidad de introducir en la de Ley Antidifamación parte de los requerimientos de Leveson, de protección de la privacidad, cosa que el laborismo no quería. Para nosotros fue un golpe porque hace cuatro años que venimos reclamando la reforma de la ley contra la difamación…

–No sé cómo voy a explicar esto en Buenos Aires. Es una pesadilla de triquiñuelas y operaciones. Esta campaña de Index on Censorship ¿es parte de otra, contra la ley de libelo?

–Así es, logramos abolir parte de la ley contra el libelo, que era un juego legal para que los ricos y famosos ganen plata y los pobres se queden sin nada. La reemplazaron con la ley contra la difamación. Puttnam incorporó los apéndices de Leveson en esta ley. Esto parece un gesto sin fuerza porque los lores no tienen gran fuerza legislativa, pero instalan proyectos que luego se debaten y pueden quedar fijos al pasar por la Cámara baja. Eso amenazaba los cambios por los que el Index había hecho campaña. Parecía que el Partido Laborista iba a seguir en esa línea para demorar o demoler otros proyectos. Por lo tanto el gobierno de Cameron decidió que, si eso seguía, la oposición le iba a demorar o postergar todo su programa. El resultado de estas idas y venidas fue que representantes de los tres partidos principales se reunieron a las 23 horas de un domingo con algunos de los lobbistas que apoyaban la regulación (como ser el grupo HackedOff, que encabeza el actor Hugh Grant, aquel de Cuatro bodas y un funeral). El Partido Laborista llevó a la reunión a varios lobbistas, sin avisar a los conservadores. El resultado fue algo extraño y apurado y concluyó a las tres de la mañana. Al día siguiente se presentó lo acordado en la reunión y en esa tarde del lunes se votó. Al enterarse, los diarios dijeron que no apoyarían. El director de The Guardian, Alan Rusbridger, firmó un editorial pidiendo que bajaran las revoluciones y que la Comisión de Quejas contra los Medios se tomara un año para decidir cómo proceder. Con esto indicó que su diario no participaría. Luego un grupo de periódicos bastante fuertes hicieron una propuesta alternativa, que les daría mayor independencia. Por lo tanto, ahora, junio de 2013, tenemos una Carta Real del gobierno que debió debatirse en mayo por el Consejo Privado, que ha decidido estudiar la propuesta alternativa.

–¿Dónde está parado en todo esto el Consejo Privado? ¿Cómo lo explico?

–Eso no lo sé. Apenas lo comprendo yo y llevo años estudiando el tema…

–Probemos.

–El Consejo Privado es en parte un ente legislativo. Hasta hace poco tiempo era la Corte Suprema, o un supremo paralelo, si bien no estaba integrado por jueces. Hace cinco años que tenemos una Corte Suprema en este país. Antes se apelaba a la Alta Corte, formada en la Cámara de los Lores, y luego al Consejo Privado. Este estaba formado por ex ministros del gabinete, gente de la Justicia. Era un conglomerado del Establishment que actuaba como asesores de la corona. No es un grupo en las sombras ni secreto, ya no, pero tampoco es el Parlamento ni es un ente democrático. Tiene cierto poder en la creación de comisiones y el reconocimiento de autoridades.

–¿Qué significa un ente regulatorio para la prensa? Muchos países lo tienen pero varía de un lugar a otro.

–El modelo que se presenta en este momento es complicado. Hay un ente regulador de la industria, que vendría a ser algo como un Consejo Asesor para el Consumidor, como hay en energía, telefonía, etc. Antes teníamos la autorregulación de la actividad. Primero fue el Press Council (Consejo de la Prensa), luego el ya mencionado comité de quejas. Siempre hubo autorregulación, mediante Códigos de Práctica y cosas parecidas. A lo que se propone llegar ahora es la regulación mediante estatuto, cosa que significa por ley, pero con la participación voluntaria de las empresas. Entonces, lo que la burocracia va a establecer es un ente regulador y por encima de ese otro regulador que regulará al ente regulador. ¿Hasta ahí vamos claro?

–No, pero sigamos, seguramente a los abogados y a los estudiantes que leen les puede interesar.

–La estructura que mencioné es creada por Carta Real o, más bien, por los políticos en la Justicia. Y después se le agrega el Parlamento para advertir que el regulador no puede excederse en su interferencia. A eso hay que agregar la cláusula de “costas excepcionales”, antes mencionada en la ley de crímenes y juzgados, que le puede salir muy caro a una empresa periodística si pierde en un juicio. Como dije antes, la participación en el ente regulador es voluntaria, técnicamente. Pero si la empresa no está asociada al ente y pierde una causa, no tiene protección del consejo asesor del gremio y las “costas ejemplares” pueden ser devastadoras.

–Resumiendo, el ente regulador… si es que se constituye con sus cuerpos superiores y agregados y los agregaditos de legislación que introdujeron los diversos partidos políticos se consideran también además de las provisiones del ente regulador…

–Usted parece empezar a comprender. Entienda, por lo tanto, que el castigo por no integrar la comisión reguladora ya está establecido. Lo que falta es el ente regulador. Si su empresa de medios no es miembro del regulador, que no existe aún, y por ahí le hacen juicio por difamación o por invasión de privacidad, en teoría el no ser miembro del regulador puede ser tomado en su contra. Y eso puede llevar a multas feroces que son las “costas ejemplares”…

–Es una forma de obligar a todos a ser parte del grupo o del consejo y, obvio, ¿se decide en forma colectiva si se castiga o se protege a un miembro de la cofradía?

–Sí. Significa que no es necesario ser miembro, pero si decide no serlo piense en las consecuencias posibles.

–La creación del ente regulador ¿tiene fecha de inicio o razones de disolución, si fuera necesario?

–No. No hay fechas ni limitaciones por ahora, al menos que se emita otra Carta Real. El regulador del regulador va a poder considerar la labor y los procedimientos cada tantos años para saber si se está trabajando correctamente. Si su labor fuera insuficiente, puede ser disuelto, pero eso no conviene porque habría que formar otro ente regulador.

–Qué interesante y complejo, y qué bien refleja el funcionar del establishment.

–Sí.

–Hablemos de privacidad y las posibilidades de informar de la prensa sobre lo que hace otra gente a puertas cerradas. ¿Hay un nuevo concepto de privacidad que va más allá de o es una nueva versión de la antigua ley de libelo y difamación? ¿Cómo se compara Inglaterra con Francia?

–Francia tiene legislación muy estricta sobre la privacidad. Se guía por el concepto cultural de respeto a los derechos del individuo a mantener en privado su propio comportamiento. Nosotros aquí tenemos una especie de legislación en desarrollo. Tenemos la ley de Derechos Humanos que es básicamente la cooptación de la Convención Europea de Derechos Humanos, reconocemos los artículos de la Convención donde el contexto es, más que un derecho a la privacidad, el derecho a la vida en familia. Sin embargo, en casi todos los países se interpreta como privacidad a secas. No tenemos ninguna disposición constitucional que define qué es privado y qué no. Por eso usé la palabra “desarrollo”. Ha habido en los últimos años muchos casos que están buscando establecer los límites dentro de los qué se puede considerar lo privado y qué no. Ha habido mucha controversia en tiempos recientes acerca de los alcances de las cautelares, cautelares anónimas y supercautelares. En resumen, si un periódico tiene una nota sobre usted, y usted se enteró, puede recurrir a un juez y decir que no quiere que se concrete esa publicación. Esa es la cautelar normal, queda un registro judicial. El próximo paso es la cautelar anónima en donde se informa al juez que uno quiere evitar una publicación del nombre propio, que publiquen la nota pero que atribuyan a fuentes. Y la próxima es la supercautelar que va contra todos los medios para evitar una publicación. Muchas veces todos los medios saben quién interpuso, pero si se trata de una corporación grande, no se desafía. En general se considera que el mecanismo se presta al abuso. Uno de los casos más sonados es de hace unos años y refiere a una empresa petrolera y minera, Trafigura, con base en Suiza, que tiene una filial en Argentina, que metió una supercautelar para que no se diera a conocer un derrame de petróleo frente a la costa de Africa occidental que había afectado la salud de la población. La acción legal finalmente fue descarrilada por un diputado que usó su privilegio parlamentario. Fue la única forma.

–Y así va evolucionando un nuevo concepto de privacidad.

–El tema de privacidad fue en gran medida el objetivo de la Comisión Leveson. Surge de las escuchas telefónicas del News of the World utilizadas por personal de redacción e investigadores privados. El “hackeo” telefónico es técnicamente ilegal desde 2002, algo que cubre toda la gama de tecnología moderna. La evidencia grabada por la policía ha sido ilegal desde mucho antes. Aquí se trataba de “hackeo” de mensajes personales e involucraba un nuevo concepto para responder a la nueva tecnología. No es difícil entrar en cualquier equipo. Mucha gente –me incluyo– no usa la clave para entrar a la computadora. Pero aun si lo hiciera no es difícil descifrar una clave personal. En el caso del News of the World el “hackeo” era parte de la cultura de la redacción. Entraban en todo en todas partes. Cualquier persona pública era un objetivo lícito. Había cientos y cientos de personas cuyos mensajes se intervenían todo el tiempo. Eso no está bien. Y fue eso, en esencia, lo que llevó a la investigación de Leveson y a todas las causas penales que se tramitan.

La privacidad juega una parte importante del informe Leveson. Ahora, sin embargo, estamos camino a otro extremo. Siempre existe un equilibrio entre privacidad y libre expresión. Desde Leveson el péndulo se corre hacia la privacidad. Por ejemplo, uno de los extremos propuestos es que la policía no puede nombrar a un detenido, nunca. Está visto como protección de privacidad. Es problemático para la prensa. Todos podemos entender momentos en que no se debería identificar a alguien, pero trabajar bajo la regla de nunca jamás nombrar se presta al abuso: muchos saben del peligro en la represión cuando se es arrestado y no puede circular el nombre de un detenido cuya vida puede estar en peligro.

–Es extraño, los ingleses son tan reservados en torno de la privacidad que ni siquiera quieren hablar del óxido bajo el coche, y aquí estamos ante un debate mayúsculo en torno de cuánta privacidad se respeta y cuánto no.

–Es un aspecto. Hay otros, espero, que incluyen una saludable sospecha en torno de nuestros superiores, políticos y sociales. Se basa en la desconfianza de que los importantes nos pueden estar engañando o que no sabemos algo de ellos que deberíamos conocer. Espero que no se pierda esa desconfianza hacia todo funcionario o persona que pasa por el poder.

–¿Cuál es la posición tomada por una revista especializada como Index on Censorship?

–Nos preocupa principalmente que la instauración de un ente regulador a través del Parlamento signifique que los políticos puedan maniobrar hasta llegar a una posición por encima de los medios. Tenemos leyes de difamación, de privacidad, de protección de datos, pero se refieren a toda la sociedad, no sólo la prensa. Son universales. Lo que se ha creado aquí con las “costas ejemplares” es un sistema en el que la prensa está en una esquina y todos los demás en otra. Casi vendría a ser una Justicia diferencial. La otra consideración es fascinante y refleja la incoherencia de la legislación. Tiene que ver con que nadie sabe ya cómo definir a la prensa. ¿Qué es? Hubo un momento divertido, cuando se inició todo este proceso, que nos preguntábamos a quién afectaba. Las disposiciones decían que afectaba “a los editores específicos de material relacionado con la noticia”. ¿Qué es una noticia, qué es un editor? Hace veinte o treinta años se requería una imprenta, una redacción, un editor. Ahora hay blogueros. Son editores, ¿no? Cuando se conoció el informe Leveson era evidente que en el apuro por producir una legislación quedaron muchas consideraciones afuera. Cuando se conoció el informe, la editora de un sitio digital enorme, Mumset, leído por millones, llamó al Ministerio de Cultura para saber si estaba incluido su sitio. Le dijeron que no sabían.

La legislación está mal. Hubo mucho apuro. Cuando un primer ministro anuncia que va a introducir la legislación más dura, no la más justa, algo anda mal. No se debe crear un mecanismo en el que el Estado puede influir en la información y la prensa.

Página/12 :: Dialogos :: El caso inglés

17/06/2013

Democracia made in USA

Filed under: Arapongagem made in USA,Espionagem,Terrorismo de Estado — Gilmar Crestani @ 9:20 am
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Ao contrário do que nos querem fazer crer, os EUA não mudaram para pior. Mudaram para melhor. A diferença é que hoje, graças à internet, as informações deixaram de ser controladas, por mais que se tente, pela CIA. A História da Segunda Guerra foi contada pelos EUA, por isso são considerados heróis. E os russos, vilões, mas quem derrotou a Alemanha, em Estalingrado, foram os russos. Quem entrou em Berlim, foram os russos. Os EUA venceram a Segunda Guerra da informação, via cinema. A superioridade ianque se baseia nos vira-latas e vira-bostas que conseguem recrutar ao redor do mundo por trinta dinheiros.

Reino Unido espionou aliados do G20 em 2009, diz ‘Guardian’

Esquema foi revelado pelo delator de monitoramento dos EUA

DAS AGÊNCIAS DE NOTÍCIAS

O Reino Unido espionou governos aliados durante a cúpula do G20 em 2009, em Londres, segundo reportagem publicada na edição de hoje do jornal "Guardian".

O texto mostra como a agência de inteligência britânica GCHQ (sede de comunicações do governo, em inglês) monitorou computadores e interceptou telefonemas de membros das delegações que participaram do encontro.

"Alguns integrantes foram induzidos a usar a internet de cafés que tinham sido adaptados pelas agências de inteligência britânicas para ter acesso aos seus emails", diz a reportagem.

A denúncia foi publicada no dia que tem início o encontro do G8 na Irlanda do Norte, que é parte do Reino Unido. Todos os países presentes no encontro de hoje estavam na reunião do G20 em 2009.

As provas estão em documentos secretos divulgados pelo ex-técnico da CIA (inteligência americana) Edward Snowden, que também denunciou, nos últimos dias, um programa de monitoramento dos EUA a usuários de internet em todo o mundo.

Entre os alvos da espionagem estavam o ministro de Finanças turco e autoridades da África do Sul.Os documentos mostram ainda que o governo americano teria tentado interceptar ligações do então presidente russo, Dmitri Medvedev, na mesma ocasião.

13/06/2013

Putaria made in USA

 

Snowden denuncia el “amplio” ciberespionaje de EE UU a China

"No soy un traidor ni un héroe", dice el exanalista en una entrevista a un diario de Hong Kong

Jose Reinoso Pekín 12 JUN 2013 – 17:52 CET99

Un seguidor de Snowden muestra un cartel de apoyo, en una plaza de Manhattan. / MARIO TAMA (AFP)

Edward Snowden, el joven estadounidense que ha desvelado el programa ultrasecreto de vigilancia masiva de comunicaciones llevado a cabo por Washington, asegura que tiene documentos que prueban que el Gobierno del presidente Barack Obama ha pirateado de forma amplia redes de ordenadores en China continental y Hong Kong desde hace años. Así lo afirma en una amplia entrevista concedida al diario de Hong Kong South China Morning Post (SCMP), publicada este jueves. “No soy un traidor ni un héroe. Soy un americano”, dice el exempleado de la CIA, quien añade que luchará contra cualquier intento de extradición por parte de Estados Unidos.

El SCMP anunció a última hora del miércoles algunos detalles de la entrevista, que fue realizada ese mismo día en “un lugar secreto en Hong Kong”. El periódico –el principal en habla inglesa de la excolonia británica- asegura que el joven estadounidense ha pedido que no se proporcionen detalles de cómo se produjo el encuentro, que duró una hora.

Las revelaciones suponen un fuerte golpe para Obama y sus continuas quejas a Pekín de que empresas y organismos de Estados Unidos son objeto de ciberataques por parte de China, ya que pierde con ellas credibilidad y autoridad moral para realizar exigencias a Pekín. Además, de ser ciertas dan respaldo a la posición de China, que suele responder que ella misma es objeto de ciberataques cuando es acusada de ciberespionaje.

Snowden afirma que Washington ha pirateado redes de ordenadores en China continental y Hong Kong desde hace años

Snowden trabajaba para un contratista de la Agencia de Seguridad Nacional (NSA, en sus siglas en inglés) de Estados Unidos cuando decidió viajar a Hong Kong el 20 de mayo. Desde allí filtró a los diarios británico The Guardian y estadounidense The Washington Post el extenso programa estadounidense de espionaje a llamadas telefónicas y transmisiones por Internet en grandes compañías como Google, Microsoft, Facebook y Skype.

Según documentos que Snowden tiene en su poder -vistos por SCMP, pero no verificados por el diario-, la NSA ha espiado ordenadores en China y Hong Kong desde 2009. Entre sus objetivos en la excolonia, se encuentran la Universidad de Hong Kong, funcionarios del Gobierno, empresarios y estudiantes.

La entrevista no entra en detalles sobre los ciberataques en el continente. Pero, según el joven, ninguno de los documentos revela información sobre los sistemas militares chinos.

El exespía cree que la NSA llevó a cabo más 61.000 operaciones de pirateo en todo el mundo, cientos de ellas en China y Hong Kong. “Pirateamos las redes troncales que nos dan acceso a las comunicaciones de cientos de miles de ordenadores sin tener que piratear cada uno de ellos”, afirma. “La semana pasada, el Gobierno americano operaba alegremente en la sombra sin respeto por el consentimiento de los gobernados, pero ya no. Cada capa de la sociedad está pidiendo responsabilidades y supervisión”.

Snowden afirma que ha filtrado la información para demostrar “la hipocresía del Gobierno de Estados Unidos cuando asegura que, a diferencia de sus adversarios, no tiene como objetivo infraestructuras civiles”. “No solo lo hace, sino que tiene tanto miedo de que se sepa que está dispuesto a utilizar cualquier medio, como la intimidación diplomática, para evitar que esta información se haga pública”. Dice que se siente orgulloso de ser estadounidense y que cree “en la libertad de expresión”. “Actué de buena fe, pero es correcto que la gente se forme su propia opinión”.

El exespía cree que la NSA llevó a cabo más 61.000 operaciones de pirateo en todo el mundo

Snowden cuenta que siente temor por su seguridad y no ha contactado con su familia. “Nunca me sentiré seguro. Las cosas son muy difíciles para mí en todos los aspectos, pero decir la verdad al poder nunca ha estado exento de riesgos. Ha sido difícil, pero me ha alegrado ver a la gente en todo el mundo hablar contra estos actos de violación sistémica de la privacidad. Lo único que puedo hacer es confiar en mi formación y esperar que los Gobiernos del mundo rechacen ser acosados por Estados Unidos para perseguir a gente que busca refugio político”.

El antiguo analista de la CIA asegura que Washington está acosando a Hong Kong para que lo extradite, y a quienes creen que su intención es esconderse contesta: “La gente que piensa que he cometido un error al elegir Hong Kong malinterpreta mis intenciones. No estoy aquí para esconderme de la justicia. Estoy aquí para revelar unos hechos criminales”.

Dice que luchará contra cualquier intento de extradición por parte de Estados Unidos y que se quedará en la región administrativa especial china hasta que le pidan que se vaya. “He tenido muchas oportunidades de huir de Hong Kong, pero prefiero quedarme y luchar contra el Gobierno de Estados Unidos en los tribunales, porque tengo fe en el gobierno de la ley en Hong Kong”. “Mi intención es pedir a los tribunales y al pueblo de Hong Kong que decidan mi destino”. Recuerda que no ha cometido ningún crimen en el territorio y que no tiene motivo para dudar de su sistema legal. Otra opción para él sería solicitar protección en la oficina del Alto Comisionado para los Refugiados de Naciones Unidas en Hong Kong.

El Gobierno de la excolonia ha rechazado, de momento, manifestarse sobre el caso. Aunque el estadounidense ha recibido las simpatías de diputados, expertos legales y activistas locales, otros como la diputada Regina Ip, exresponsable de la seguridad de Hong Kong y cercana al Gobierno de Pekín, le han pedido que se vaya.

Snowden dejó el hotel Mira, situado en el distrito de Kowloon –en la parte continental de Hong Kong-, en el que estaba alojado, el lunes a mediodía, después de que el día anterior The Guardian desvelara con su consentimiento que era la fuente de una de las filtraciones de seguridad más importantes de la historia de Estados Unidos.

La excolonia británica tiene un tratado de extradición con Estados Unidos firmado en 1996, que incluye algunas excepciones, como crímenes considerados políticos, y Snowden podría intentar acogerse a esta posibilidad. Washington ha comenzado el proceso para acusarle de violación de secretos de Estado, pero, de momento, no ha solicitado su detención y envío.

Cualquier negociación sobre su entrega pasará por Pekín. Aunque Hong Kong goza de un alto grado de autonomía desde su devolución a China por Reino Unido en 1997, su legislación recoge que el Gobierno central puede dictar instrucciones para que se conceda o no una extradición en casos en los que los intereses de China “en asuntos relacionados con la defensa o la política exterior se vean afectados de forma significativa”. Los expertos creen que la potencial extradición llevaría bastante tiempo. Snowden ha dicho que una de las razones por las que decidió volar a la excolonia británica es que piensa que en Estados Unidos no tendría un juicio justo.

Hong Kong tiene una larga tradición de protesta callejera en defensa de las libertades, y el próximo sábado hay convocada una marcha en apoyo del joven estadounidense para presionar al Gobierno local con objeto de que le proteja. Los manifestantes, entre los cuales se prevé que haya diputados, se dirigirán en primer lugar al consulado de Estados Unidos y luego a la sede del Gobierno local para pedir que Snowden no sea extraditado en caso de que Estados Unidos lo solicite. “Debemos protegerlo. Pedimos al Gobierno de Hong Kong que defienda la libertad de expresión”, ha afirmado Tom Grundy, portavoz de los convocantes, informa France Presse. “No sabemos qué ley puede haber o no haber violado; pero si Pekín tiene la última palabra, entonces no debe ser extraditado si es un disidente político”.

In-media, una página web que apoya a los periodistas autónomos y ha organizado la manifestación, ha instado a la gente a manifestarse porque Snowden ha sacrificado su seguridad personal y su libertad para defender la libertad de expresión.

Entre los diputados que han afirmado que participarán en la marcha, están Abert Ho Chun-yan, Claudia Mo y Charles Mok, según SCMP. The Civil Human Rights Front, que es responsable de las convocatorias a favor de la democracia que tienen lugar cada año el 1 de julio –aniversario de la devolución de Hong Kong a China- ha confirmado que tomará parte.

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11/06/2013

EUA: zero em honestidade

VLADIMIR SAFATLE

Zero por cento de segurança

"Não é possível ter, ao mesmo tempo, 100% de segurança e 100% de privacidade com inconveniência zero."

Com essa frase, digna do cinismo mais patético, o presidente Barack Obama tentou justificar o fato de seu país ter se transformado em um verdadeiro ciber-Estado policial.

Graças à imprensa, descobrimos que o governo norte-americano usa o dinheiro dos contribuintes para espionar suas próprias vidas, por meio do monitoramento contínuo de ligações telefônicas e atividades na internet. Mas eles podem ficar tranquilo, pois, como disse Barack, "não vemos o conteúdo das ligações, só a duração e os números". Esta é a sua maneira de glosar o slogan preferido de Bill Clinton: "Fumei, mas não traguei".

Julian Assange, o mais conhecido preso político das ditas democracias liberais, já havia advertido: "A internet, nossa maior ferramenta de emancipação, está sendo transformada no mais perigoso facilitador do totalitaris- mo que já vimos".

Com a invenção do fantasma da ameaça terrorista permanente, os Estados democráticos encontraram, enfim, uma justificativa para agirem, de fato, como Estados totalitários, fazendo a Stasi [polícia secreta da antiga Alemanha Oriental], com suas técnicas grosseiras de vigilância, parecer uma brincadeira de criança.

Ninguém precisa grampear seu telefone ou colocar um espião na sua cola quando tudo o que você escreve alegremente no Facebook acaba, necessariamente, nas mãos de um iluminado da Agência de Segurança Nacional (NSA).

Eu mesmo tenho uma ideia: por que não colocar câmeras de observação nas televisões, em vez de só se focar nos telefones e na internet? George Orwell já demonstrou como essa técnica pode ser eficaz.

Mas a boa questão levantada pela frase de Obama é a seguinte: afinal, de onde veio a ideia demente de que precisamos de 100% de segurança?

Nunca nos livraremos de jovens desajustados que montam bombas caseiras ou fanáticos empunhando machadinha. Não há absolutamente nada que possamos fazer para evitar isso. Podemos minorar a letalidade dessas pessoas controlando a circulação de armas, e só.

O verdadeiro problema é termos chegado à situação de todo um país entrar em pânico quando se associa um crime comum à palavra "terrorismo". Pois, ao tentar realizar o sonho dos 100% de segurança, como se nossa utopia social fosse um paraíso de condomínio fechado, acabamos por acordar no pesadelo de um Estado que vira, ele sim, a fonte da pior das inseguranças.

A insegurança da submissão voluntária ao controle contínuo de alguém que reforça sua autoridade alimentando-se de nossos medos. A insegurança do fim da vida privada.

VLADIMIR SAFATLE escreve às terças-feiras nesta coluna.

21/12/2012

Espionagem, um produto made in PSDB

Filed under: Espionagem,Isto é PSDB!,Sistema Guardião — Gilmar Crestani @ 8:35 am

Deu na F. São Paulo

Governo manda investigar supostas escutas ilegais

Policiais civis e jornalistas teriam sido alvo de interceptações telefônicas

Grupo pode ter montado esquema paralelo de escutas; governador diz que não há fato que comprove a denúncia

ROGÉRIO PAGNANAFONSO BENITESDE SÃO PAULOJOSMAR JOZINODO “AGORA”

O delegado-geral da Polícia Civil de São Paulo, Luiz Maurício Blazeck, disse ontem que abrirá um inquérito para investigar se uma central de monitoramento da Polícia Militar realizou escutas irregulares, que teriam atingido pessoas sem ligação com o crime organizado, como policiais civis e jornalistas.

A central funcionava na sede do comando da PM de Presidente Prudente (a 558 km da capital).

A abertura da investigação, segundo ele, terá como base a representação feita pela Associação dos Delegados e, também, um boletim de ocorrência registrado pelo radialista João Alkimin, autor de um blog sobre segurança pública.

A representação da Associação dos Delegados é baseada em reportagens do jornal "Oeste Notícias" e da Folha sobre uma central de escutas montada pelo então secretário de Administração Penitenciária, Antonio Ferreira Pinto, para monitorar presos.

Conforme a Folha revelou, policiais, promotores e juízes dizem que esse grupo acabou se tornando uma espécie de central de espionagem.

A presidente da Associação dos Delegados, Marilda Pinheiro, pediu a abertura de inquérito porque, segundo ela, a realização de escutas irregulares é amplamente conhecida na polícia.

Alkimin registrou um boletim de ocorrência após ser procurado por um policial do Batalhão do Choque.

Esse policial, segundo o radialista, disse que as ligações dele com uma série de pessoas foram monitoradas, entre elas um desembargador, um delegado, um investigador e outro jornalista.

Antes de Alkimin, outro jornalista também diz ter sido vítima de uma escuta ilegal. Sandro Barboza, da TV Bandeirantes, afirmou que foi procurado por um PM que lhe mostrou uma gravação de um telefonema com um desembargador do Tribunal de Justiça de São Paulo.

O delegado-geral informou, porém, que ainda não recebeu oficialmente a acusação, mas poderá investigar a versão apresentada por ele.

Blazeck falou com a Folha durante evento no Palácio dos Bandeirantes.

Momentos antes, a reportagem questionara o governador Geraldo Alckmin (PSDB) sobre o assunto, mas ele não quis comentar. "Não temos nenhum fato que comprove isso", limitou-se a dizer.

O secretário da Segurança, Fernando Grella, disse que se houver algum "fato concreto" sobre caso, ele será apurado. Porém, disse não ter mais informações sobre o assunto.

14/12/2012

Prática comum no PSDB

Filed under: Espionagem,Isto é PSDB! — Gilmar Crestani @ 8:31 am

Alguém ainda lembra do Sistema Guardião, nos tempos da famigerada ex-funcionária da RBS, Yeda Crusius(Casa Militar espionou adversários de Yeda nas eleições de 2008, diz ex-ouvidor)? A Carta Capital publicou emails trocados entre os meliantes dos tempos da cruela.  No governo FHC, Serra também montou uma central de espionagem que resultou no Caso Lunus, contra a concorrente, Roseana Sarney. O PSDB, por ser um partido montado com apoio dos grupos mafiomidiáticos, age como grupo mafiomidiático.

Governo desmonta central de escutas instalada na PM

Entidade de delegados quer investigação por suspeitar de grampos ilegais

Grupo foi criado em 2006 por Antonio Ferreira Pinto, quando ele era o responsável pelos presídios de SP

JOSMAR JOZINODO “AGORA”ROGÉRIO PAGNANAFONSO BENITESDANIELA LIMADE SÃO PAULO

O governo de São Paulo começou a desmontar uma central de escutas telefônicas que funcionava havia seis anos na sede do comando da Polícia Militar de Presidente Prudente (a 558 km da capital).

O grupo, formado por cerca de 40 policiais militares, foi criado em 2006 pelo então secretário da Administração Penitenciária, Antonio Ferreira Pinto. Seu principal objetivo era monitorar presos da facção criminosa PCC.

O órgão funcionava em uma parceira entre a SAP, a Secretaria da Segurança Pública e o Ministério Público.

O coronel da reserva Homero de Almeida Sobrinho, que coordenava o grupo, foi dispensado pelo substituto de Ferreira Pinto na Secretaria da Segurança Pública, Fernando Grella Vieira, no último dia 6.

A saída de Homero ocorreu uma semana após o Tribunal de Justiça de SP arquivar uma investigação sigilosa contra magistrados por suspeita de autorizar uma série de grampos de forma irregular. A apuração havia sido aberta por determinação do CNJ (Conselho Nacional de Justiça).

Apesar do arquivamento, delegados, promotores e juízes disseram à Folha desconfiar que no local funcionava uma central de "espionagem" que teria "grampeado" pessoas sem ligação com o crime organizado, como delegados.

Autoridades do governo Geraldo Alckmin (PSDB) negam procedimentos ilegais. AFolha não conseguiu localizar Ferreira Pinto ontem.

GRAMPOS ILEGAIS

A presidente da Associação dos Delegados, Marilda Pinheiro, disse que vai pedir hoje a abertura de inquérito policial sobre o caso. Segundo ela, a realização de escutas irregulares é amplamente conhecida na polícia.

Ontem, Secretaria da Segurança Pública e Ministério Público deram informações contraditórias sobre o grupo.

A secretaria diz que a central é coordenada pelo Ministério Público e trabalha com policiais cedidos pelo governo do Estado. A Promotoria, por sua vez, nega qualquer ligação com o grupo.

Procurado, o coronel Homero Sobrinho afirmou que, como não ocupa mais o cargo, não iria se manifestar. Disse que o Comando da Polícia Militar e a secretaria deveriam se pronunciar.

A PM disse que caberia à Secretaria da Segurança Pública dar explicações.

O juiz apontado como o responsável por autorizar escutas disse à Folha que sempre agiu de acordo com os critérios legais. Afirmou ainda que a acusação que motivou a investigação contra ele foi um desespero de criminosos que eram investigados.

"Quem se viu prejudicado por isso, e são vários criminosos, fazem mão do que em regra se faz em um processo penal: ataca o acusador. Esse tipo de distorção ataca o procedimento, ataca as provas."

A Folha não publica o nome do magistrado, a pedido do TJ, por questão de segurança, já que atua em casos ligados ao crime organizado.

O deputado estadual e major da reserva, Olímpio Gomes (PDT), criticou o fechamento da central, já que, para ele, as escutas telefônicas são importantes no combate ao crime organizado.

15/10/2012

Teleguiados

Filed under: Espionagem,Isto é EUA! — Gilmar Crestani @ 10:22 pm

Olha só o que havia publicado aqui na sema passada: Pimenta no dos outros é refresco. E, a respeito da acusação à China, complementava: “Exatamente a mesma coisa que os EUA fazem com a Microsoft, Google, Facebook…

AS TELECOMUNICAÇÕES E A SEGURANÇA DO BRASIL

O Comitê de Inteligência do Congresso dos Estados Unidos divulgou, nos últimos dias,  relatório em que acusa os fabricantes chineses de equipamentos de telecomunicações ZTE e Huawei, de produzirem material passível de ser utilizado em ações de espionagem contra o governo norte-americano.

Os EUA são useiros e vezeiros em espionar a rede e os sistemas de telefonia com programas que captam palavras-chave que imaginam estar ligadas a mensagens supostamente emitidas por organizações “terroristas” ou governos estrangeiros hostis.

As acusações foram prontamente refutadas pelas empresas. De acordo com seus portavozes, o objetivo do relatório é prejudicar o acesso de seus produtos ao mercado norte-americano. O episódio serve para nos mostrar a crescente ligação entre segurança nacional e telecomunicações. Desde a privatização do sistema, temos nos descuidado dessa preocupação com a nossa estratégia nacional de defesa.

Nos anos 1990, a Telebras foi criminosamente esquartejada, vendida e desnacionalizada pelo Governo Fernando Henrique Cardoso. E a sua recuperação parcial está sendo sabotada.

Até mesmo os satélites Brasilsat, por cujos canais passa a comunicação de nossas Forças Armadas, vital em caso de conflito,  foram entregues ao controle estrangeiro, mediante a  Embratel.

O Grupo francês Alcatel-Lucent  acaba de anunciar um contrato com a empresa norte-americana Seaborn Networks, para a instalação de um cabo ótico submarino, de 100 gigabites, entre Nova Iorque e São Paulo, com conexão em Fortaleza.

Curiosamente, o executivo-chefe da Seaborn Networks, Larry Schwartz, é citado, na página principal do site da própria empresa, como um especialista cujos artigos são rotineiramente publicados em páginas ligadas ao “establishment” estratégico-nacional norte-americano, como o Council of Foreign Relations (Conselho de Relações Externas) e o Center for International Security & Arms Control (Centro de Segurança Internacional e de Controle de Armas) da Universidade de Stanford.

Pouco importando o teor dos artigos de Mr. Schwartz, estamos na iminência de ter, nos próximos anos, nosso tráfego de internet, de transmissão de dados e de voz,  com os Estados Unidos e (via EUA) com o resto do mundo, fisicamente controlado, e eventualmente filtrado e monitorado, por uma empresa estrangeira.  Essa empresa, sediada em  país estrangeiro, é comandada por um especialista norte-americano ligado ao universo da “segurança internacional” e da tecnologia da informação. A ANATEL, que teoricamente deve autorizar a instalação do cabo em território brasileiro, tem conhecimento disso? Essa ligação submarina faz parte, por acaso, das quatro que estão previstas para ser instaladas pela Telebrás nos próximos anos? Com a palavra, o nosso Congresso. Não o dos Estados Unidos.

Mauro Santayana

14/05/2012

Tauromaquia

Filed under: Cultura,Espionagem,Tauromaquia — Gilmar Crestani @ 9:04 am

Touradas em Madrid é também tema brasileiro. Na música… Na Espanha o assunto mereceu a atenção do filósofo Ortega y Gasset, que escreveu o belíssimo livro Tauromaquia. Outros autores incursionaram pelo tema. E, não fosse o fato de estarmos no século XXI, o tema é de importância transcendental. Nos tempos atuais, as touradas parecem anacrônicas como a instituição da realeza. Agora, como extrair do âmago de uma cultura que o prazer humano com base no sofrimento dos animais é extemporâneo? Agora a relação feminina com o touro não é novo e tem forte simbologia sexual. A mitologia grega já havia percebido. Foi disfarçado de touro que Zeus conseguiu seduzir Europa. Portanto, a relação, sem duplo sentido, mulher e touro é bem mais antiga que a tauromaquia espanhola…

Una buena chica de Murcia que quiere doctorarse en tauromaquia

Por: Paz Domingo | 14 de mayo de 2012

 tauromaquia
La novillera murciana Conchi Ríos. Fotgrafía de La Verdad.

Se llama Conchi Ríos. Nació hace veintiún años en Murcia. Es novillera. Quiere ser matadora de toros y sueña con poder quedarse “en esto” a largo plazo. Nada extraño, sencillamente porque hoy en día es normal que una mujer tenga aspiraciones toreras. Ella así lo cree, lo explica y lo repite en todas las entrevistas, sin evidenciar el cansancio por tantos tópicos. Pero, Conchi sorprende. Es guapa, de una belleza que las mujeres sabemos reconocer. Es alta, de dejar la boca abierta con su 1,76 de estatura. Es afectuosa, sin recovecos innecesarios. Es elegante, de hablar pausado y suave acento, mitad mediterráneo, mitad sureño. Es una buena chica, de indiscutible compostura, jovial, concienzuda, responsable y delicada, lo que se dice de una aspirante perfecta para el departamento comercial de una empresa exigente. Y, sin embargo, esta joven mujer quiere doctorarse en tauromaquia, lo que significa –como todo el mundo sabe- que debe matar a estoque toros de cinco años y más de quinientos kilos. Muchas abuelas no lo entenderían.

No fue su caso. Su abuela no es como todas las abuelas. Ella fue quien tomó la decisión con arrojo cediendo a las ganas irreprimibles de la niña de quince años con entusiasmo torero. Hizo las maletas y ambas emprendieron el camino de las ganaderías, allá por Cádiz.

…“En Murcia hay poca dedicación a los toros. Mi familia no es nada taurina, salvo mi abuelo que me llevaba a la Feria de Murcia. En La Condomina estoy abonada desde que tengo uso de razón. Ahí empieza todo. Un día en una corrida de toros se produjo un indulto. Cuando vi la plaza llena de pañuelos blancos me emocioné y llorando dije “yo quiero ser como este torero”.

La novillera no cuenta más detalles de esta tarde mágica que le cambió el destino, aunque por las fechas debe tratarse del perdón al toro Espléndido de la ganadería de Fuente Ymbro en 2005, lidiado por Miguel Ángel Perera, o bien, un año después, a un ejemplar de Zalduendo, esta vez a cargo de Enrique Ponce. Conchi Ríos pasó fugazmente por la escuela taurina murciana, apenas cinco meses. Pero su aventura iniciática en el contacto con toros de verdad empezaría en el pueblo gaditano de San Roque, donde la abuela y la nieta alquilan una casa y empiezan a frecuentar las ganaderías de los toreros Ruiz Miguel y Miguelín. “Allí fui labrándome un caminito”.

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Conchi Ríos, durante un momento de esta entrevista.

Viene de una sesión fotográfica y su aspecto es reluciente. En vaqueros, con maquillaje discreto que no oculta el candor de su cutis ni compite con el color caramelo de sus ojos, a juego con su media melena recogida en una coleta. Son casi las dos de la tarde y dentro de otras dos horas debe estar en un tentadero en Extremadura. Pide un vaso de leche, que su representante Antonio Mondéjar coloca sobre la mesa acompañado de un sobre de Cola Cao. Tranquila, a pesar de las prisas, sin despojarse de su abrigo acolchado, es capaz de mantener la concentración durante la charla sin importunarle el ajetreo de la cafetería, las llamadas de los móviles, los suculentos cruasanes que le ofrecen y la cercana conversación de Antonio organizando el apresurado viaje. Con la misma naturalidad asegura “que cuesta mucho realizar los sueños toreros y al mismo tiempo nada”. (¿Nada?) “Soy disciplinada, es un estudio que hago con la misma facilidad como cuando me pongo delante de un libro”.

¿Cómo quiere que le llamen torero o torera? Prefiero torera. Pero, no le doy tanta importancia a una cosa o la otra.

En este mundo complejo ¿se siente en ventaja o desventaja? No creo que el toro me mire de manera diferente y no entendería que el público lo hiciera. Es una cuestión de exigencia y preparación.

Le gusta hablar de su pasión por el deporte, del empeño de su madre por meterla en el Conservatorio de danza –en el que estuvo siete años- y en la práctica del judo. Ahora, su entrenamiento consiste en “cuidarse mucho” y de manera personalizada “porque tengo una lesión crónica en ambos hombros debido a que los tendones son más largos de lo normal y si realizo un ejercicio excesivo con los brazos se inflaman. Así que, en vez de hacer pesas, realizo ejercicios con elásticos, mucho cardio (fondo cardiovascular), aeróbic y correr”. Puntualiza Conchi Ríos que el mejor adiestramiento consiste en torear en el campo -“allí el corazón no late igual”- y en el control mental “para ilusionarte todos días, levantar la cabeza y creer que tienes condiciones”.  Hace un inciso entre risas: “como dice Antonio, a todo el mundo le gusta el marisco, pero no siempre comérselo a las cinco de la tarde”.

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La novillera sale a hombros de la plaza de toros de Madrid el 10 de julio de 2011, convirtiéndose en la primera mujer que corta dos orejas a un mismo animal en este coso. Fotografía: Las Ventas.

Cuándo no torea, ¿qué hace? Me gusta mucho leer. El último libro que he devorado en mi viaje a Arles (Francia) es El hombre que pudo salvar al Titanic (del escritor malagueño Emilio Calle). Me ayuda a evadirme y como tengo mucha fantasía me imagino siendo un personaje.

¿Lee libros de temática taurina? No, no puedo, no me diga por qué. Tengo el libro de Maribel Atiénzar y el del maestro Curro Romero pero…

Conocerá la historia de las mujeres que han sido toreras. Bueno, verdaderamente ver torear no he visto a ninguna, salvo a compañeras mías. Puedo hablarle de lo que significa para mí la figura de Conchita Cintrón. Esa mujer que quería torear a pie aunque no la dejaban y cuando se descuidaban ya estaba abajo. Fue una auténtica pionera, algo muy bonito. Disfrutaba el toreo y le completaba como persona. Todo esto significa mucho para mí en la vida.

¿Sabe quién fue Juanita Cruz? No sé tanto de ella. Si hubiera leído un poco más, sabría contestarte… (Risas).

Esta novillera murciana es la primera mujer en salir por la Puerta Grande de Las Ventas al cortar dos orejas en un mismo toro. Sucedió el 10 de julio de 2011. Cristina Sánchez también consiguió el máximo triunfo en Madrid, aunque la puntualización es que la torera madrileña había conseguido un trofeo en cada una de las dos faenas. Conchi Ríos aún no ha toreado en las plazas americanas y cuando se le pregunta por su proyecto de doctorarse –que se intuye que va a ser próximamente- no oculta su nerviosismo.

Supongo que es ambiciosa y que quiere llegar a tomar la alternativa… (Silencio) ¡Ay!… es que me has dicho esta palabra que odio (ambición) y me he quedado en blanco. Mi objetivo es tomar la alternativa; mi sueño es quedarme “en esto” por mucho tiempo. No quiero dar los pasos precipitados. Hoy en día para que un torero entre en la élite debe contar con marketing y muchas cosas más. Todo hay que hacerlo bien.

Sería la segunda mujer que se doctora en España, puesto que Cristina Sánchez lo hizo en Nimes… No, la tercera. Maripaz Vega lo hizo en Cáceres y Sandra Moscoso, creo (está muy segura de lo que dice, es por no dejar mal a la entrevistadora) en Ubrique (Cádiz). 

Conchi Ríos aún no ha terminado su vaso de leche con Cola Cao. Lo remueve con brío cuando tiene que contestar sobre cuestiones femeninas. “Me gustan los tacones”, dice. (Aunque no le hace falta, acaba de asegurar que mide 1,76 y que ronda los setenta kilos de peso). “Ponérmelos, quiero decir. Me gusta verme guapa”.

¿Tiene novio? (Grandes carcajadas, algo nerviosas) No.

¿Es fetichista? Para los toreros es necesario hacer un ritual y aferrarnos a algo para creer que las cosas pueden ir bien. Es normal porque la mente da muchas vueltas y necesitas ocuparla en la seguridad que te da la rutina.

¿Es también supersticiosa con los colores? Pues no. El amarillo me encanta.

¿Se viste de amarillo? No, porque no creo que me favorezca mucho (risas). Tengo un color que me dio muerte suerte y que ahora me hago un lío porque cada sastre le llama de manera distinta. Es un azul celeste. Un azul tirando a verde -o un verde tirando a azul-, muy suave como el color del mar cuando está en calma. El primer vestido que me hice en mi vida era rosa y, si los toreros se lo ponen, ¿por qué no lo vamos a usar las mujeres?

Más relajada, con la urgencia del viaje al tentadero rondándole la cabeza, aborda con serenidad impecable los problemas actuales de la fiesta de los toros, aunque enumerados también a la carrera. “La crisis está afectando a todos. Mi familia tiene una empresa y sé  los problemas que hay. Yo misma me pienso varias veces lo que necesito y cómo me gasto el dinero. Al mundo de los toros le está afectando porque no se llenan las plazas. Por ejemplo, los novilleros tenemos cada vez menos festejos para torear y es la razón por la que vamos mucho al campo para coger contacto con los animales. No es que la gente no quiera ir a los toros, que se esté despegando por falta de afición. En este tiempo de crisis lo que hay que tener es paciencia porque es una de las profesiones más bellas y cuenta con bastante respaldo”.

En su opinión, ¿el mundo de los toros tiene buena salud o es un espectáculo decadente? Yo, decadente no lo veo. Yo…

¿No cree necesario exigir más calidad? La crisis está haciendo que los ganaderos sean muy selectivos. Ahora, van a dejar aquellos animales que más les gusten y esto le va a dar un toque bueno a la fiesta.

Los novilleros se quejan mucho de la falta de oportunidades. Yo me las he buscao.

Pero, parece que los empresarios elaboran carteles con menos novilladas. A los apoderados les cuesta más llevar a los novilleros. En mi caso es algo más fácil, gracias a Dios, por los triunfos que tuve el año pasado.

(Se insiste en su condición de mujer en los ruedos) Entonces, ¿no cree que al público que le gustan los toros no le chirría ver a una mujer con un traje de luces? Te voy a ser más sincera todavía (risas con excusas). A pesar de que he coincidido toreando con novilleras, me ha pasado que cuando asisto como público y he visto una mujer vestida de torero me ha llamado la atención. Fíjate, ¡como si yo misma no estuviera acostumbrada! Creo que es porque no me veo. Pero, que te suene raro no es un rechazo. A mí me parece que ver a una torera es ver algo bello, y al mismo tiempo delicado e igualmente capaz de dominar a un animal nada más que con sus muñecas. Es algo mágico, y si consigues que fluya la estética es, además, precioso.

Una buena chica de Murcia que quiere doctorarse en tauromaquia >> Primer Aviso >> Toros >> Blogs EL PAÍS

13/03/2012

A engenharia dos serviços secretos

Filed under: Espionagem,Serviço Secreto — Gilmar Crestani @ 6:59 am

 

Le teste di cuoio inglesi e i servizi segreti italiani

La vicenda di Franco Lamolinara e del britannico Chris McManus, rapiti lo scorso maggio, non è nuova. C’era da aspettarsela. Fa parte di una storia antica. I due ingegneri, che lavoravano per la ditta di costruzioni italiana B. Stabilini, stavano bene e addirittura gli stessi familiari di Lamolinara pare che nutrissero forti speranze di avere il loro congiunto a casa prima di Pasqua. Non è stato così. Qualcosa è andato storto. Che cosa? La risposta non è difficile a trovarsi. Non c’è stato coordinamento alcuno tra i servizi di intelligence dei due Paesi in causa e quelli nigeriani. Tra di loro si è fatto il gioco dei tre compari sordi.

Ciò che è accaduto alla fine è stato il risultato di un lungo percorso di negazione di ogni collaborazione, il frutto di un’azione discordante di fronte a una situazione drammatica, come avvenuto in altre occasioni. A cominciare dal caso Moro.

Quella di Lamolinara è anche la storia di come funzionano i nostri servizi segreti, e della loro decennale subalternità rispetto non solo a quelli britannici ma anche a quelli statunitensi e chissà a quanti altri servizi del mondo. C’erano tutte le premesse perché ai due ostaggi di Boko Haram uccisi in Nigeria l’8 marzo, fosse risparmiata la vita. Per Lamolinara era stata perfino pagata una parte del riscatto e pare che le trattative continuassero. Poi all’improvviso un raid dei servizi segreti britannici e nigeriani, specializzati in lotta al terrorismo. Nel nostro caso il gruppo jihadista di Boko Haram, nello stato di Kaduna (fonte:The Guardian).

A scanso di equivoci il premier britannico David Cameron ha chiarito che i due prigionieri sono stati uccisi dai rapitori e che il blitz, al quale hanno partecipato una ventina di soldati britannici, tra cui anche uomini dei Royal Marines, è stato autorizzato da lui in persona.

Ma non tutto è chiaro. Ci pare che poco importa che il presidente del Consiglio Mario Monti sia stato avvisato dell’operazione solo dopo il suo inizio. Non crediamo che sarebbe cambiato molto se fosse stato avvisato due mesi or sono, a parte che è molto strano che in dieci mesi dall’avvenuto sequestro, non ci sia stato un chiarimento tra le intelligence dei due Paesi sulle strategie operative per la risoluzione di casi come quello che da maggio travagliava i due servizi di sicurezza “amici”. Come è strano che – lo ha dichiarato sempre Cameron – i due ostaggi sarebbero stati uccisi prima dell’inizio del blitz.

Anche Giorgio Napolitano dà addosso alla Gran Bretagna e chiede «un chiarimento politico-diplomatico» per non avere né consultato né informato l’Italia. Ribatte il ministro britannico William Hague: l’Italia è stata informata «ad operazione avviata».

Ma tra le righe di quello che dice in politichese il presidente del Copasir, Massimo D’Alema, leggiamo qualcosa che forse resterà sempre inesplicato: «Occorrerà chiarire – dice – il ruolo dei nostri servizi segreti e valutare le iniziative svolte, in questo lungo periodo, fino a ieri». In questo lungo periodo, appunto. Perché da troppo tempo le cose vanno per il verso sbagliato. Un esempio classico è d’obbligo.

Il 16 marzo 1978, alle ore 9.45, con un telegramma riservato, l’ambasciatore britannico a Roma Campbell avvisò Londra che Moro era stato rapito poco più di un’ora prima. Si stava recando in macchina alla Camera dei Deputati dove, quella stessa mattina, sarebbe nato il primo governo della storia della Repubblica a partecipazione indiretta del Pci. Ossia la celebre “non sfiducia”, un primo importante passo verso la realizzazione dell’idea del compromesso storico tra comunisti e cattolici. Nell’attacco al presidente, avvenuto in via Fani, con una tecnica chirurgica da commando militare molto simile a quella utilizzata dalla Delta Force statunitense, questi strani brigatisti, armati di mitragliette Skorpion, riescono in trenta secondi ad uccidere i cinque membri della scorta e a sequestrare, illeso, lo statista pugliese.

Il governo italiano e tutte le forze politiche democratiche entrano in uno stato di smarrimento e confusione. A mobilitarsi è soprattutto il ministero dell’Interno presieduto dall’onorevole Francesco Cossiga. Migliaia di posti di blocco di polizia e carabinieri vengono allestiti a tamburo battente da Bolzano a Trapani, senza alcun piano strategico.

Il 17 marzo, di buon mattino, Squillante convoca Macmillan al Viminale per un colloquio segretissimo con l’ammiraglio Celio, responsabile dei Corpi speciali italiani. Scrive Campbell:

“Celio ha affermato che gli italiani ci sarebbero grati se potessimo fornire immediatamente (cioè oggi) un istruttore delle Sas, [Special Air Service, i commandos inglesi] con particolare esperienza nell’affrontare uno stato di assedio (ossia, nel caso fosse localizzato il nascondiglio di Moro e dei suoi rapitori). Inoltre, gli italiani hanno richiesto una ventina di bombe [stamp bombs], del tipo cioè utilizzato a Mogadiscio.

Il riferimento alla capitale della Somalia non è casuale. Qualche mese prima le teste di cuoio della Repubblica Federale Tedesca hanno liberato con un colpo di mano i passeggeri di un volo Lufthansa sequestrato dalla RAF ("Frazione dell’armata rossa"), il gruppo terroristico più pericoloso in Europa. I commandos tedeschi, prima del blitz, hanno fatto saltare i portelloni dell’aereo con le stamp bombs.

Che fretta hanno Cossiga, Celio e Squillante di convocare ad appena ventiquattro ore dal rapimento, i diplomatici di una potenza straniera? E’ evidente che Cossiga si fida più degli inglesi che dei suoi connazionali e colleghi di partito. In ogni modo anche le pietre sanno che Moro o si salva subito o mai più. I più accorti sono certi inoltre che l’operazione da mettere in campo è di estrema difficoltà e richiede competenze da apparati militari inesistenti in Italia. Corpi abituati ad operare in stato di guerra. E’ pensabile che una mobilitazione di forze speciali di tale livello non sia fondata su informazioni sicure? Moro è forse prigioniero all’interno di un bunker inaccessibile? E’ rinchiuso dentro una struttura a sua volta inclusa in un‘area militare off limits?

L’ammiraglio Celio ha talmente fretta che propone a Macmillan di “inviare immediatamente un aereo italiano a Londra per prelevare l’istruttore e il materiale esplosivo”.

Poche ore dopo, la richiesta italiana viene accolta. La notizia è data da Morland, addetto militare della Marina e dell’Aviazione dell’ambasciata di Sua Maestà, a Roma. Quella stessa notte del 17 marzo, gli inglesi inviano due istruttori e venti cariche esplosive (stun grenades). Il via libera viene dai ministeri britannici della Difesa e dell’Interno e dal premier Jim Callaghan in persona.

Perché l’operazione fallisce? Chi impedisce l’ attuazione del blitz? Questa è la vera questione. Tutto il resto, fino al ritrovamento del cadavere dello statista in via Caetani, non sarà altro che una colossale e snervante messa in scena.

Casa originale di questo articolo

Le teste di cuoio inglesi e i servizi segreti italiani – AgoraVox Italia

17/02/2012

Yeda (ex-RBS) Crusius credo!

Filed under: Espionagem,Perseguição,Yeda Crusius — Gilmar Crestani @ 1:23 pm

“Usuários estranhos” tiveram acesso a informações da área da segurança no governo Yeda

O Tribunal de Contas do Estado do Rio Grande do Sul (TCE) determinou que a Secretaria de Segurança Pública do Estado adote medidas para corrigir “deficiências” no manejo do Sistema de Consultas Integradas e no sistema de interceptações telefônicas autorizadas judicialmente, conhecido como “Guardião”. A recomendação é resultado de uma inspeção especial realizada em 2010, durante o governo de Yeda Crusius (PSDB), quando o titular da Secretaria de Segurança era o general Edson de Oliveira Goularte. O Ministério Público de Canoas encaminhou denúncia ao TCE dando conta que, entre 2009 e 2010, cerca de 10 mil pessoas teriam sido vítimas de escutas telefônicas ilegais e teriam tido seus dados cadastrais violados.

O ex-ouvidor da Secretaria Estadual de Segurança Pública, Adão Paiani, que denunciou irregularidades no uso desses sistemas durante o governo Yeda Crusius, comentou na noite desta quarta-feira que, depois de quase três anos, suas denúncias foram comprovadas no relatório do Tribunal de Contas do Estado que levou dois anos investigando o caso. Segundo Paiani, “o objetivo da espionagem, que tinha a antessala da ex-governadora do Estado como um de seus braços operacionais era, principalmente, neutralizar adversários do grupo político que então governava o Estado”. “Votações e CPI’s na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul foram decididamente alteradas em razão de uma rede de espionagem, chantagem e pressão política, pagas com o dinheiro do contribuinte”, acrescentou o advogado.

O curioso, afirmou ainda Adão Paiani, é que “o relatório do Tribunal de Contas do Estado aponta essas violações, mas omite o nome dos violadores”. Para ele, essa omissão no relatório “deixa o trabalho constrangedoramente incompleto”. “Que interesses estariam sendo defendidos? A quem interessa tal omissão?” – perguntou o ouvidor, que anunciou novas medidas na esfera judicial para tentar trazer a público esses nomes. “Muito embora saiba quem são eles, pretendo ingressar judicialmente – na condição de parte interessada, uma vez que fui um dos espionados – para ter acesso formal aos nomes e poder finalmente mostrar à sociedade rio-grandense uma das facetas mais vergonhosas da recente história gaúcha”.

Usuários estranhos e órgãos indevidos

Em seu relatório, o TCE anuncia que “detectou ausência de nomeação formal do Grupo Gestor de Tecnologia da Informação e de documentação nas etapas de projeto, desenvolvimento e manutenção dos sistemas”. Além disso, registra que “também foi notado que usuários estranhos à Secretaria de Segurança acessam o Sistema de Consultas Integradas sem convênio formalmente estabelecido, além de órgãos externos cuja atividade-fim não tem relação direta com a segurança pública”. O texto não identifica quem seriam esses “usuários estranhos” e tampouco “os órgãos externos cuja atividade-fim não tem relação direta com a segurança pública”. Quando o escândalo veio à tona, em 2010, noticiou-se que inclusive jornalistas teriam acesso a senhas exclusivas do serviço de segurança do Estado. Até hoje esses nomes permanecem em sigilo.

O relatório do conselheiro Algir Lorenzon fala em “falhas e deficiências envolvendo a utilização de sistemas informatizados utilizados pela Secretaria (de Segurança) e órgãos vinculados”. O texto apontou os seguintes problemas no uso dos referidos sistemas:

Item 1 (fl. 40) – Ausência de nomeação formal do Grupo Gestor de Tecnologia da Informação.

Item 2.1 (fl. 41) – Ausência de documentação nas etapas de projeto/desenvolvimento/manutenção do Sistema de Consultas Integradas (SCI).

Item 2.2 (fls. 41/43) – Usuários estranhos à SSP acessando o sistema sem convênio formalmente estabelecido.

Item 2.3 (fls. 43/44) – Acesso ao Sistema por Órgãos externos cuja atividade-fim não tem relação direta com a segurança pública.

Item 3.1 (fls. 44/45) – Os backups do Sistema de Interceptação de Sinais Telefônicos (Sistema Guardião) não estão armazenados em localização remota.

Item 3.2 (fls. 45/46) – Os backups do Sistema de Interceptação de Sinais Telefônicos (Sistema Guardião) estão armazenados sem criptografia.

Algir Lorenzon determinou que “as medidas adotadas pelo TCE-RS sejam comunicadas ao governador do Estado, à Assembleia Legislativa e ao Ministério Público Estadual”.

Denúncia de espionagem política
Em maio de 2011, o juiz Fernando Alberto Corrêa Henning, da 3ª Vara Criminal de Canoas, recebeu a denúncia oferecida pelo Ministério Público contra César Rodrigues de Carvalho (sargento da Brigada Militar), Ricardo Luís Lied (ex-chefe de gabinete da ex-governadora Yeda Crusius) e Frederico Bretschneider Filho (tenente-coronel da reserva e ex-assessor de gabinete da ex-governadora) por acesso ilegal ao Sistema de Consultas Integradas da Secretaria de Segurança Pública. Henning manteve o decreto de sigilo sobre o processo, alegando que os autos contém conversas telefônicas interceptadas e dados bancários e fiscais de um dos acusados, sendo essas informações protegidas por lei.

Segundo as investigações realizadas pelo Ministério Público de Canoas, em pouco mais de um ano, o sargento César teria realizado mais de 96 mil consultas ao Sistema de Consultas Integradas. Segundo o MP, várias delas foram feitas por determinação dos outros dois denunciados “com finalidades não condizentes com as de sugerir medidas de prevenção e proteção à integridade física da Governadora e de seus familiares”. Em março de 2009, cabe lembrar, Adão Paiani denunciou o uso político do aparato de segurança do Estado para espionar adversários políticos do governo. A denúncia feita pelo MP de Canoas revelou que políticos (e parentes, como ocorreu com o filho da deputada Stela Farias), jornalistas e outras autoridades do Estado foram alvo desse esquema ilegal. O relatório do TCE não se manifesta sobre esses fatos.

Marco Weissheimer

12/02/2012

O dono da Fox Sports, Murdoch, é corruptor

Filed under: Corruptores,Espionagem,Fox Sports,Murdoch — Gilmar Crestani @ 9:32 am

Nós brasileiros em geral conhecemos esta prática. Alguns veículos recebem informações privilegiadas em troco de bajulação. O “vazamento” de informações é prática corriqueira. No RS, durante o desgoverno da ex-funcionária da RBS, Yeda Crusius, o Sistema Guardião foi usado por jornalistas para espionar políticos adversários do PRBS.

Murdoch sufre un nuevo golpe con el arresto de la cúpula de ‘The Sun’

La policía acusa a cinco directivos del diario de sobornar a funcionarios para obtener información

Walter Oppenheimer Londres12 FEB 2012 – 01:13 CET1

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Sede del diario ‘The Sun’ en Wapping (Londres). / FACUNDO ARRIZABALAGA (EFE)

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El imperio mediático de Rupert Murdoch en Reino Unido ha sufrido este sábado un golpe de consecuencias imprevisibles con la detención de cinco altos cargos de la redacción del diario The Sun sospechosos de haber sobornado a varios empleados públicos para obtener información. En la operación, que se llevó a cabo entre las seis y las ocho de la mañana, han sido detenidos también un policía de Surrey, un empleado del Ministerio de Defensa y un militar.

Murdoch se dispone a viajar a Londres para pilotar la crisis y asegurar a la redacción que no piensa cerrar el diario pese a los rumores que circulan en sentido contrario. “He tenido la garantía personal de Rupert Murdoch sobre su absoluto compromiso de seguir siendo propietario y seguir publicando el diario The Sun”, ha subrayado Tom Mockridge, consejero delegado de News International —la firma que agrupa las cabeceras británicas de News Corporation—, en un comunicado enviado a la redacción. “The Sun se enorgullece de su historia de entrega a un periodismo rompedor”, enfatiza el alto cargo.

Murdoch sí cerró el dominical News of the World en julio al saberse que había espiado el teléfono de una adolescente desaparecida, Milly Dowler. Pero, aunque el News of the World era una cabecera histórica de la prensa londinense, el Sun emplea a cientos de periodistas y tiene una importancia política y un peso en los negocios de News Corporation muy superior al del dominical.

El caso ha alcanzado proporciones de bomba mediática a pesar de que hace dos semanas ya fueron arrestados otros cuatro periodistas del diario por supuestos sobornos a la policía. La diferencia ahora es que el caso se está extendiendo a las fuerzas armadas y al Ministerio de Defensa y, sobre todo, que afecta directamente a la cúpula actual de la redacción y no a periodistas ya retirados o de menor rango como entonces.

Tras el cierre del dominical ‘News of the World", el futuro del diario está en cuestión

Distintos medios señalan que los periodistas detenidos son el director adjunto Geoff Webster; el responsable de la sección de Fotografía, John Edwards; el reportero jefe John Kay; el corresponsal exterior Nick Parker y el subdirector de noticias, John Sturgis. Mientras el sindicato nacional de periodistas acusó a Murdoch de estar permitiendo “una caza de brujas” para salvar su propia posición empresarial, los medios londinenses aseguran que “la moral de la redacción está por los suelos” y el director del diario, Dominic Mohan, declaró: “Estoy conmocionado como todos por las detenciones, pero tengo la determinación de liderar The Sun en estos tiempos difíciles. Tengo un equipo fenomenal y tenemos la obligación de servir a nuestros lectores y seguiremos haciéndolo. Toda nuestra atención se centra en sacar el diario a la calle el lunes”. Las acusaciones de los sindicatos contra Murdoch se deben a que las detenciones son consecuencia de la colaboración que News Corporation y News International están teniendo con los investigadores, y en particular en el análisis de 300 millones de correos electrónicos del grupo en los últimos siete años.

Aunque las investigaciones empezaron a raíz de las escuchas ilegales practicadas en el News of the World, los problemas que afectan a The Sun no son esas escuchas, sino la supuesta compra de información mediante pagos ilegales, es decir, sobornos, a empleados públicos: policías y, también desde ayer, empleados de Defensa y miembros de las fuerzas armadas. Las detenciones no significan que la policía considere que los afectados son directamente sospechosos: el arresto es una figura legal que da poderes a la policía para registrar e incautar material en los domicilios y lugares de trabajo de los arrestados.

News Corporation hizo público un comunicado confirmando las detenciones y que estas han sido consecuencia de la información facilitada a los investigadores por el Comité de Gestión y Estándares, el organismo al que Murdoch encargó meses atrás una investigación interna sobre las prácticas periodísticas del grupo. La nota subraya la voluntad de seguir colaborando con la policía y ratifica el apoyo de News Corporation al comité interno.

Las detenciones se llevaron a cabo en domicilios en Londres, Kent, Essex y Wilthsire y fueron seguidas de registros en esos lugares y en las oficinas de News International en Wapping, en el este de Londres. Los arrestos se deben a sospechas de corrupción, colaboración y complicidad en conductas éticamente inaceptables en un cargo público y conspiración en relación a ambos delitos.

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