Ficha Corrida

27/09/2015

Decifrando o cérebro vira-lata

vira-latas tupiniquinsÉ impressionante o tanto que o brasileiro midiota é levado por seus manipuladores a adorar tudo o que norte-americano na mesma proporção do ódio por tudo o que é nosso, brasileiro. A tentativa de usar a solução norte americana para resolver nossos problemas é parcial e denunciadora do vira-latismo dos nossos maus copiadores. Primeiro porque o direito norte-americano é transacional. Lá tudo é medido em dinheiro. Tem para pagar, está livre. Não tem, vai preso. A parcialidade jurídica dos EUA se vê pela forma com que enfrentam a criminalidade, a falta de isonomia no tratamento quando envolve criminosos brancos e quando envolve suspeitos negros. Portanto, os EUA não exemplo para nada de bom.

Segundo, porque a visão parcial esconde outro dado do sistema judicial norte americano. Por lá, os juízes são escolhidos pelo executivo ou por sistema eletivo. A reeleição de George W. Bush em 2000, na Flórida, passa por esta forma de seleção da magistratura. Não são os melhores, os mais bem preparados, mas aqueles que melhor transacionam, seja no voto ou em dinheiro mesmo.

O novo filme de Woody Allen, O Homem Racional, dá a medida do que nossos importadores querem nos impor como modelo de aplicação da justiça. Se o que temos não é suficientemente bom, o que pretendem nos impor é ainda pior. Seria o coroamento dos dois pesos e duas medidas, peso de ouro, medida em dinheiro.

Os filmes sobre corrupção nos EUA mostram que por lá a corrupção não é menor do que por aqui. Um único dado é prova disso: a máfia nos EUA é ainda mais forte do que na Itália. Além disso, consumo de drogas nos EUA é muitas vezes maior do que na Colômbia. Portanto, tem muito mais traficante nos EUA que em todos os países abaixo do Rio Grande.

O que a lavagem cerebral dos filmes de Hollywood fez na cabeça dos nossos vira-latas é algo que embora seja compreensível é inadmissível.

O mimetismo do sistema jurídico ianque está para a apropriação da Petrobrás na mesma proporção e sentido do treinamento da Escola das Américas estava para o domínio do Brasil via tortura na ditadura. Não é mero acaso que a Operação Lava Jato esteja casada com a contínua tentativa (Petrobrax) dos mesmos atores de entregar o pré-sal para a Chevron. Usa-se um fato concreto, a corrupção, para provocar outro, o atendimento dos interesses ianques.

Lei da delação aproxima direito brasileiro da cultura jurídica dos EUA

Apego excessivo ao formalismo e estratégia beligerante de defesa perdem força e dão lugar ao advogados aptos a conduzir negociação

ESTELITA HASS CARAZZAIDE CURITIBA

A imagem é típica de filme americano: um promotor, um advogado e o réu negociam um acordo para diminuir a pena. Rotina na Operação Lava Jato, a cena consolida a aproximação do direito penal brasileiro com o americano.

"Não tem mais volta. O que vai acontecer é filme americano, sem tirar nem pôr", diz o criminalista Marlus Arns de Oliveira, defensor de cinco na operação que desvenda corrupção na Petrobras. A semelhança mais evidente é a delação premiada: a Lava Jato fechou cerca de 30 acordos.

A prática se inspira na tradição do direito dos EUA, que prevê acordo até com homicidas. No Brasil, o instrumento foi regulamentado há dois anos e por ora só é usado em casos de crime organizado.

"Foi essencial. Criou um atalho para nós", diz o procurador Carlos Fernando dos Santos Lima. "Coisas que eu ficaria anos investigando, ou até pegaria caminhos errados, são facilitadas com a palavra do colaborador."

A inspiração americana foi além: a lei que instituiu delação deu direito a policiais de acessar dados de companhias aéreas, bancos e outras empresas sem precisar de ordem judicial. Também criou o agente infiltrado e a ação controlada, em que investigadores podem retardar intervenção em crimes para tentar obter provas mais robustas.

"Na criminalidade moderna, os instrumentos antigos, do tipo Sherlock Holmes, não são suficientes", diz o advogado Alexandre Knopfholz, criminalista e professor de direito penal.

Os profissionais também apontam mudança em como crimes vêm sendo julgados: diminuiu o apego ao formalismo. "Em prol da eficácia do processo, está havendo uma flexibilização das garantias", diz o criminalista Adriano Bretas, que advoga para o doleiro Alberto Youssef e outros acusados na Lava Jato.

Para alguns, o momento de virada foi o mensalão. Até então, parte dos advogados acreditava numa estratégia beligerante. Na época, defenderam a tese de caixa dois e diziam que o crime estava prescrito. Mas a interpretação dos julgadores foi diferente.

Para alguns, a guinada é contrária à Constituição. "Estão fazendo um ‘gato’ da legislação estrangeira, tentando botar o sapatinho da Cinderela no pé do Shrek", diz o advogado Haroldo Nater, sobre a delação. "É o caminho do abuso de autoridade."

Lima discorda. "Tudo é feito dentro dos limites da lei. Tanto é que ninguém pode ser condenado pela simples palavra de um colaborador."

LITERATURA

Nas universidades, estudantes já veem a delação com mais interesse e menos "ranço", segundo os professores. A bibliografia no país ainda é escassa, e editoras jurídicas estão à caça de autores que falem sobre o tema.

"O pessoal procura e não encontra", diz Imezaque Johnson, gerente da Livraria da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) em três Estados do país.

07/12/2012

Para o mau entendedor, mei pal nã bsta

Filed under: Escolas de Lata,Isto é Privada!,Isto é PSDB! — Gilmar Crestani @ 8:46 am

“A maior parte desses cursos está em instituições privadas.” Os donos dos grupos mafiomidiáticos e seus calunistas estudaram em escolas privadas?! Eis a diferença entre os que criam a UEGRS e os que transforma contêineres em escolas de latas

Ministério promete pena rigorosa a 324 cursos ‘repetentes’

Eles tiveram um desempenho ruim em 2008 e em 2011; uma das medidas analisadas é impedir novos vestibulares

Embora afirme que será mais enérgico, MEC adiou corte de vagas de reprovados em avaliação anterior

DE BRASÍLIA

O Ministério da Educação promete punir 324 cursos universitários que, após quatro anos, continuam com um baixo indicador de qualidade.

Essas graduações tiveram, tanto em 2008 como em 2011, um desempenho insatisfatório no CPC (Conceito Preliminar de Curso).

Numa escala de 1 a 5, esse indicador avalia itens como a infraestrutura do curso e a titulação dos docentes. Parte é analisada anualmente e o restante, a cada três anos (veja quadro ao lado).

Essa é a primeira vez em que um ciclo de avaliação é fechado -o CPC foi criado em 2008.

A pasta não detalhou a lista de cursos e instituições cujo desempenho ruim se repetiu em 2008 e 2011 -a relação total de escolas e suas notas, no entanto, está disponível no portal do ministério.

"Nós seremos muito rigorosos com aqueles que concluíram o ciclo e não melhoraram a qualidade", disse o ministro Aloizio Mercadante.

A Folha apurou que, entre as medidas punitivas, o MEC considera impedir a realização de novos vestibulares. Os alunos já matriculados teriam garantida a emissão do diploma.

A maior parte desses cursos está em instituições privadas.

Hoje, esses cursos já enfrentam restrições do governo, como impedimento para participar do Fies, programa de financiamento estudantil, e do ProUni, que dá bolsas para estudantes de baixa renda.

"Nós queremos dar bolsa para cursos que tenham um padrão de qualidade", disse Mercadante sobre o ProUni.

O ministério analisa a possibilidade de aumentar o corte de vagas e fazer supervisão mais rigorosa nas instituições com cursos de desempenho insatisfatório nos últimos anos.

Mercadante disse que o candidato precisa considerar a nota do curso que pretende pleitear. "Curso nível 1 não é recomendado. E mesmo o nível 2 ele tem de olhar com muito cuidado, muita prudência."

Em 2011, 976 cursos obtiveram nota 1 e 2. Esse número corresponde a 12,88% do total.

Em 2008, eram 1.407 os cursos considerados de baixa qualidade, o que correspondia a 19,2% do total.

Nos dois anos, foram avaliados cursos como pedagogia, matemática, letras, história, arquitetura e engenharia.

SEM RIGOR

Apesar da promessa de punição mais rigorosa, o MEC adotou recentemente postura menos incisiva

Um corte de 18,5 mil vagas em cursos de administração e contabilidade, anunciado em 2011 com base no CPC de 2009, foi adiado.

Ao mesmo tempo, a maioria das vagas efetivamente cortadas em cursos da área de saúde em 2011 eram ociosas. Das 31,5 mil vagas extintas em cursos como fisioterapia e enfermagem, 72,8% não estavam sendo usadas pelas faculdades.

(FLÁVIA FOREQUE)

Para o mau entendedor, mei pal nã bsta

Filed under: Escolas de Lata,Isto é Privada!,Isto é PSDB! — Gilmar Crestani @ 8:40 am

“A maior parte desses cursos está em instituições privadas.” Os donos dos grupos mafiomidiáticos e seus calunistas estudaram em escolas privadas?! Eis a diferença entre os que criam a UEGRS e os que transforma contêineres em escolas de latas

Ministério promete pena rigorosa a 324 cursos ‘repetentes’

Eles tiveram um desempenho ruim em 2008 e em 2011; uma das medidas analisadas é impedir novos vestibulares

Embora afirme que será mais enérgico, MEC adiou corte de vagas de reprovados em avaliação anterior

DE BRASÍLIA

O Ministério da Educação promete punir 324 cursos universitários que, após quatro anos, continuam com um baixo indicador de qualidade.

Essas graduações tiveram, tanto em 2008 como em 2011, um desempenho insatisfatório no CPC (Conceito Preliminar de Curso).

Numa escala de 1 a 5, esse indicador avalia itens como a infraestrutura do curso e a titulação dos docentes. Parte é analisada anualmente e o restante, a cada três anos (veja quadro ao lado).

Essa é a primeira vez em que um ciclo de avaliação é fechado -o CPC foi criado em 2008.

A pasta não detalhou a lista de cursos e instituições cujo desempenho ruim se repetiu em 2008 e 2011 -a relação total de escolas e suas notas, no entanto, está disponível no portal do ministério.

"Nós seremos muito rigorosos com aqueles que concluíram o ciclo e não melhoraram a qualidade", disse o ministro Aloizio Mercadante.

A Folha apurou que, entre as medidas punitivas, o MEC considera impedir a realização de novos vestibulares. Os alunos já matriculados teriam garantida a emissão do diploma.

A maior parte desses cursos está em instituições privadas.

Hoje, esses cursos já enfrentam restrições do governo, como impedimento para participar do Fies, programa de financiamento estudantil, e do ProUni, que dá bolsas para estudantes de baixa renda.

"Nós queremos dar bolsa para cursos que tenham um padrão de qualidade", disse Mercadante sobre o ProUni.

O ministério analisa a possibilidade de aumentar o corte de vagas e fazer supervisão mais rigorosa nas instituições com cursos de desempenho insatisfatório nos últimos anos.

Mercadante disse que o candidato precisa considerar a nota do curso que pretende pleitear. "Curso nível 1 não é recomendado. E mesmo o nível 2 ele tem de olhar com muito cuidado, muita prudência."

Em 2011, 976 cursos obtiveram nota 1 e 2. Esse número corresponde a 12,88% do total.

Em 2008, eram 1.407 os cursos considerados de baixa qualidade, o que correspondia a 19,2% do total.

Nos dois anos, foram avaliados cursos como pedagogia, matemática, letras, história, arquitetura e engenharia.

SEM RIGOR

Apesar da promessa de punição mais rigorosa, o MEC adotou recentemente postura menos incisiva

Um corte de 18,5 mil vagas em cursos de administração e contabilidade, anunciado em 2011 com base no CPC de 2009, foi adiado.

Ao mesmo tempo, a maioria das vagas efetivamente cortadas em cursos da área de saúde em 2011 eram ociosas. Das 31,5 mil vagas extintas em cursos como fisioterapia e enfermagem, 72,8% não estavam sendo usadas pelas faculdades.

(FLÁVIA FOREQUE)

04/11/2011

Cobrem de Serra que use o metrô que tanto elogiou

Por que a RBS não cobra de Yeda, a cobra, para que ponha seus netos nas “escolas de lata”…

Cobrem de Serra que use o metrô que tanto elogiou

Posted by eduguim on 02/11/11

Apesar de que vários colunistas da grande imprensa tiveram um surto de honestidade como o de Kennedy Alencar – que condenou, na CBN, quem mandou Lula usar o SUS, que o defendeu da acusação de ter promovido maior corrupção e que garantiu que nunca foi rico –, ainda há muitos “jornalistas” da mesma grande imprensa incentivando a cobrança ao ex-presidente enfermo para que se trate no SUS.

O último desses “colunistas” da “grande imprensa” a estimular o preconceito contra Lula foi Elio Gaspari – sobre quem foi o primeiro, dou um chute de que só pode ter sido Reinaldo Azevedo. Tantos os jornalistas que dizem isso quanto todos os outros que vão na mesma linha de pensamento afirmam que Lula teria, sim, que se tratar no SUS só porque, um dia, elogiou um hospital público que inaugurou.

Bem, se é assim, estimo que a coisa vai ficar feia para os políticos que exercerem cargos públicos – e não precisa ser só de presidente, de governador ou de prefeito, mas também de senador, de deputado e de vereador, pois todos influem na qualidade dos serviços públicos.

Portanto, se Lula está obrigado a usar um serviço público que pessoas de melhor poder aquisitivo normalmente não usam, como o serviço público de saúde, por que o ex-governador e ex-prefeito de São Paulo José Serra, por exemplo, não estaria obrigado, por essa ótica enviesada, a usar o transporte público da capital paulista, que geriu e elogiou tantas vezes?

Agora, então, nesse vale-tudo, bastaria resgatar qualquer discurso de qualquer administrador público durante qualquer inauguração que tenha feito de algum serviço público como saúde, educação, transporte ou segurança – e na qual tenha elogiado a obra que estava entregando – e usar esse discurso para cobrar dele – por enquanto, só após deixar o cargo – que use aquilo que elogiou. Lindo, não?

Infelizmente, não vai rolar. Simplesmente porque, como disse o jornalista Kennedy Alencar ontem na CBN, “A imprensa tem uma parcela de culpa” na “crueldade” com o ex-presidente nas “redes sociais” porque, “muitas vezes, a imprensa, que faz um registro muito a quente da história, não vê as coisas em perspectiva, a complexidade que é o Brasil e o conjunto da obra do que foi o governo Lula”.

Abro um parêntese: quem não ouviu esse comentário de Kennedy Alencar, que trabalha na Folha de São Paulo, tem que ouvir de qualquer jeito. Ele diz, como nunca antes neste país, tudo aquilo que este blog vem dizendo há anos, que Lula combateu a corrupção muito mais do que FHC, que Lula não é rico e que está tentando amealhar agora, com suas palestras, o que nunca ganhou enquanto governou ou antes. E disse muito, muito mais. Não perca.

A acusação de Alencar à imprensa, é muito grave. Ele conhece a instituição a fundo por atuar nela, e está dizendo que é a responsável por barbaridades como a do sujeito que em vídeo no You Tube reproduzido abaixo prega a morte de Lula e o acusa de “ladrão”. Dementes como esse extraem essas idéias malucas da “fundamentação do ódio” que fazem “jornalistas” como Reinaldo Azevedo e Elio Gaspari.

Confira, abaixo, a direita sem máscara, em estado bruto, e decida quem é que promove o ódio neste país.

—–

A campanha Respeitem Lula, o Estadista que Ergueu o Brasil continua. Você pode deixar seu comentário de apoio aqui ou pode aderir a ela no Facebook clicando aqui. Será mantida e lembrada por muito tempo, ainda. Quando tiver um bom número de adesões, imprimirei todos os comentários e enviarei ao ex-presidente. Até agora, no Facebook, quase 1.800 pessoas já aderiram. Adira você também e divulgue essa campanha justa e necessária.

Cobrem de Serra que use o metrô que tanto elogiou | Blog da Cidadania

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