Ficha Corrida

19/09/2015

Para entender quem foi FHC

FHC DepedenteQuando as pessoas de bem descobrirem que foi FHC e o triste papel desempenhado pelo amante de Miriam Dutra para o atraso do Brasil, sentirão vergonha alheia de si mesmos… Quem não viveu a suruba dos tempos do PROER, da compra da reeleição, da captura de seu governo pelo patrão da amante, não vai entender porque sua popularidade crescia como rabo de burro, para baixo.

Não bastasse isso, a quebra do Brasil, ainda deixou espalhado por alguns órgãos métodos que hoje seus parceiros atribuem ao governo atual. Quando Ricardo Semler, tucano de quatro costados, declarou que nunca se roubou tão pouco como agora, ele falava, por linhas tortas, do tanto que se roubava no governo de FHC.

FHC só não apanhou mais graças à Miriam Dutra. Tendo capturado FHC, Carlos Monforte e Rubens Ricúpero montaram a estratégia de como os assoCIAdos do Instituto Millenium fariam para preservarem a estrutura de poder. O caráter do governo FHC pode ser medido pelo caráter de Gilmar Mendes, escolhido a dedo para ser o advogado de porta de cadeia de quem lá, na cadeia, deveria estar.

Se nosso velho coronelismo eletrônico tinha por missão esconder todas as notícias ruins a FHC, como ficou revelado no Escândalo da Parabólica, e mostrar só as boas, não é de admirar que ainda hoje tem espaço cativo nos grupos mafiomidiáticos. Mas sabemos que agia no “limite da responsabilidade”, com vistas a entregar nosso patrimônio a compradores internacionais, e tudo financiado pelo BNDES.

E ainda não sabemos da missa a metade…

 

O FHC desenhado por Palast, por Ana Cláudia Dantas

sab, 19/09/2015 – 03:00 – Atualizado em 19/09/2015 – 03:00

Por Ana Claudia Dantas, especial para o GGN

Um artigo meu, publicado pela GGN, acabou por causar desconforto para os administradores do veículo e, pensando bem, é compreensível, já que se trata de uma espécie de resenha do trecho de um livro de Greg Palast, um jornalista investigativo norte americano, dado a descobrir e levar a conhecer escândalos financeiros que, na publicação em pauta, um livro de mais de 400 páginas, dedicou quatro páginas para falar de um episódio da história do Brasil, que considera escandaloso, cujo personagem central é o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.

Palast está longe de ser um escritor suave, ao contrário, ele começa o parágrafo em que introduz a passagem brasileira, na página 347, dizendo: “arrastei você [o leitor] para a América Latina e para minhas células da memória confundidas pela pinga.” Em seguida ele fala: “O Brasil como a Grécia, abriu seus bancos para a felicidade de Nova York, de Londres e dos financistas suíços. No momento em que isso aconteceu, o dinheiro fluiu para comprar os ativos de um país rapidamente e por um preço barato”, e depois compara o governo de FHC a uma festa, como alguém que vende a sua casa e dá uma festa, mas quando acaba, não há mais casa para se abrigar.

A linguagem e as analogias de Greg Palast são responsáveis pelo tom enfático do escritor, mas no livro há fotos comprobatórias daquilo que ele escreve, e mais documentos ele mantém expostos no seu site para que não reste dúvida da veracidade do que está falando, mesmo com uma memória confundida pela pinga.

Ele conta que, já tendo prejudicado o Brasil nessa dimensão, FHC pediu mais empréstimo para o FMI para ser usado na sua reeleição. “Robert Rubin não samba, mas o secretário do Tesouro dos EUA conhecia a dança brasileira e era mais eficaz do que Mendelson. Ele e seu sucessor, Summers, arrumaram um empréstimo de $41 bilhões para o Brasil […] FHC derrotou Lula, e então, apenas 15 dias após as eleições, o Tesouro dos EUA deixou a moeda brasileira despencar, as taxas de juros subiram novamente e a economia foi para o inferno” disse Palast, ilustrando seu texto com uma fotografia do documento confidencial que comprova a transação.

Para pagar o empréstimo FHC teve de fazer uma privatização “em queima de estoque”. “Os banqueiros tentaram aplicar o mesmo golpe em 2002, quando Lula enfrentou José Serra. Desta vez foi oferecida outra linha de crédito do FMI: O Brasil teria de entregar seus bancos estatais para os financistas privados” contou o jornalista afirmando que o acordo confidencial contem 60 e poucas páginas e está assinado por FHC. Mas Lula ganhou as eleições e “mandou o FMI enfiar os acordos”, disse Palast, “ao invés de implorar por restos para os financistas internacionais, ele abriu os cofres do banco estatal e emprestou mais de meio trilhão de dólares para fábricas, fazendas infraestrutura — mas nenhum real para derivativos, aquisições hostis ou CDOs”.

Imagino que, de fato, este artigo seja motivo de mal estar, afinal a publicação de Greg Palast, da qual estou falando, data de 2014, o que significa que nós, brasileiros, levamos mais de quinze anos sem saber dessa história.

O FHC desenhado por Palast, por Ana Cláudia Dantas | GGN

23/08/2015

A saída totalitária

Divulgação, via parabólica, da Lei Rubens Ricúpero

Samuel Pessoa se insurge contra Antonio Prata simplesmente porque este não se sujeita à unanimidade dos funcionários dos grupos mafiomidiáticos. Por outro lado, confirma o compadrio da imprensa com a parcela golpista.

O Poder Judiciário virou, para elementos como Samuel Pessoa, avalista da honestidade do PSDB. Claro, Samuel Pessoa nunca ouviu falar do Ricardo Semler, articulista temporão também da Folha de São Paulo, que disse que nunca se roubou tão pouco. E neste mar de esquecimentos, Samuel esquece-se de outras pessoas que ajudaram a tornar o PSDB inimputável: Geraldo Brindeiro, acaso também conhecido por Engavetador Geral, e Rubens Ricúpero, que tornou pública uma lei que regula este tipo de comportamento: mostrar o que é bom para o PSDB, e esconder o que é ruim.

Será que se o Samuel Pessoa conhecesse o deputado do PSDB gaúcho, Jorge Pozzobom, ele manteria esta flatulência em forma de texto sem alterações?

Aliás, Samuel Pessoa, como todos os vira-bostas, quer ser mais realista que o rei. Recentemente a Folha de São Paulo publicou um editorial com o título “Justiça tarda e falha” uma denúncia acachapante sobre as muitas formas de compadrio com o PSDB.

Diante de tudo isso só posso acreditar que Samuel Pessoa não foi escolhido por ser inteligente, mas por dizer o que agrada ao PSDB.

As panelas de Antonio Prata

SAMUEL PESSÔA

Será que Prata acredita que só tucanos conseguem ser aprovados na PF ou no Ministério Público?

No caderno "Cotidiano" desta Folha do domingo passado, o cronista Antonio Prata argumentou que é ótimo batermos panela contra mensalão e petrolão. Mas estranha que não batamos panelas para a compra de votos da emenda constitucional da reeleição, nem contra o "trensalão" do metrô de São Paulo ou ainda o mensalão tucano de Minas Gerais.

Prata assume posição simpática e supostamente neutra. É contra os malfeitos de ambos os lados. Mas a aparente neutralidade de Prata revela desonestidade intelectual.

O caso do mensalão foi transitado em julgado. No petrolão, há farto conjunto probatório: dezenas de prisões provisórias, delações, julgamentos de primeira instância com prisões já decretadas, centenas de milhões de reais recuperados, dezenas de bilhões de reais de prejuízo já lançados em balanço na Petrobras. Compará-lo com a compra de votos para emenda da reeleição ou ao mensalão mineiro e ao trensalão paulista é truque retórico inaceitável em um debate aberto e franco sobre esses temas.

O Ministério Público e a Polícia Federal são instituições do Estado brasileiro que gozam de independência funcional, com corpo de servidores públicos recrutados por meio de concursos competitivos.

Será que Antonio Prata acredita que somente candidatos tucanos conseguem ser aprovados nos concursos públicos para o Ministério Público ou a Polícia Federal?

Se Antonio Prata acredita que há conspiração do Ministério Público e da Polícia Federal contra o Partido dos Trabalhadores, a atitude honesta é elaborar os motivos desse tratamento assimétrico e quais são as evidências dessa conspiração.

Lembremos que recentemente a Procuradoria-Geral da União pediu o arquivamento do inquérito que apura o envolvimento do senador pelo PSDB de Minas Gerais Antonio Anastasia pelo suposto recebimento de valores quando era governador daquele Estado. Nada foi encontrado pela Polícia Federal contra o senador.

Vale lembrar também do caso de Eduardo Jorge Caldas Pereira, secretário-geral da Presidência da República de Fernando Henrique Cardoso, que foi ao longo de anos minuciosamente investigado pelo diligente procurador do Ministério Público Luiz Francisco de Sousa, em razão da aquisição de um apartamento na orla marítima da cidade do Rio de Janeiro, teoricamente incompatível com sua renda.

Nada foi encontrado contra Eduardo Jorge. Absolvição em todas as instâncias.

Não sei qual é a narrativa de Antonio Prata para o caso de Eduardo Jorge. Talvez Luiz Francisco seja tucano e não tenha feito seu trabalho corretamente.

Tratar os desiguais como iguais, escondendo a enorme distância que há entre o conjunto probatório dos casos petistas e os supostos escândalos tucanos, é enorme desonestidade intelectual. A coisa transborda quando Antonio Prata se nega a explorar a consequência lógica de suas premissas e esconde do texto as razões e as evidências que sustentam a suposta conspiração.

Adicionalmente, dois motivos justificam maior pressão da opinião pública sobre o PT. Primeiro o fato de o partido estar à frente do Executivo nacional por quase 13 anos. Enormes responsabilidades, principalmente em nosso presidencialismo com presidente forte.

Segundo, por ter feito toda a sua trajetória oposicionista com um discurso violento, intolerante, tendo como uma de suas principais bandeiras a ética na política, a famosa "UDN de macacão" de Brizola.

SAMUEL PESSÔA, formado em física e doutor em economia pela USP, é pesquisador do Instituto Brasileiro de Economia da FGV. Escreve aos domingos nesta coluna.

24/05/2015

Quando presidente não lidera, Congresso vende voto a 200 paus

fhc-valoriza-deputadosCom a mesma flacidez moral da bunda do Kim Kataguiri, FHC é onipresente nos grupos mafiomidiáticos. Hoje sai do esgoto para lecionar mais uma de suas formulações acacianas. O Conselheiro Acácio deveria seguir o conselho do Lula e explicar como foi que ele liderou a compra da reeleição.

FHC lidera tanto que até sua ex-amante, Miriam Dutra, lhe confiou a paternidade de filho de outro. Se há algo de bom no tico-tico é que ele choca o ovo e alimenta o filho do chupim.

Para alguém que se arvora em sociólogo e cientista político, que já foi presidente, é difícil acreditar que ele nunca tenha lido Montesquieu. Será que ele não nunca ouviu falar em separação dos poderes? Não é de admirar que com esta inteligência tenha levado guampa até da amante.

O ódio despeitado de FHC a Lula e Dilma é que ele não consegue entender que um bom governo não precisa ser ventríloquo da Globo nem capacho dos EUA. A moral do governo FHC vazou por inteiro pelo Escândalo da Parabólica.

Rubens Ricúpero resumiu muito bem as relações entre FHC & Rede Globo: “o que é bom a gente mostra, o que é ruim a gente esconde”. Se o Kim Kataguiri soubesse da lei Rubens Ricúpero não teria mostrado a bunda…

A sorte de FHC é que este pessoal do MBL não tinha nascido quando ele quebrou o Brasil. Seu azar é que a internet não o deixa mentir impunemente. E é mais fácil mostrar sua obscena pequenez política que passar a mão na bunda flácida do Kim Kataguiri.

Taí ó, se há algo que combina com a bunda do Kataguiri são as bochechas de FHC, pois ambas produzem a mesma coisa.

Quando presidente não lidera, Congresso ocupa espaço, diz FHC

Para tucano, Dilma está "pagando pecados" por erros de gestão

FLÁVIA FOREQUE, DE BRASÍLIA, para  a FOLHA

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso fez neste sábado (23) uma crítica a Dilma Rousseff ao dizer que há carência de liderança no país.

"Ninguém faz ou muda nada sem liderança e o Congresso percebe isso, quem lidera e quem não lidera", disse.

Ao afirmar que hoje a relação entre congressistas e Executivo tem como foco obter "um pedaço do Orçamento", o ex-presidente disse ainda que, "quando o presidente não lidera, o Congresso ocupa espaço".

O tucano deu palestra na manhã de sábado em um centro universitário de Brasília.

Ao falar à imprensa, foi perguntado sobre liderança no país: "Falta comando e quem vai exercer comando, os partidos não estão organizados pra constituírem maiorias estáveis no Congresso".

Para FHC, o país vive uma "dúvida híbrida". "Estamos no presidencialismo ou no parlamentarismo?", questionou, citando tarefas delegadas ao vice-presidente Michel Temer (PMDB) e ao ministro da Fazenda, Joaquim Levy.

Cardoso foi questionado ainda sobre o corte de R$ 69,9 bilhões nas contas do Executivo, anunciado na sexta (22). Ele o atribuiu a erros de gestão e disse que o governo "está pagando seus pecados" ao reduzir recursos em áreas como Saúde e Educação.

O tucano ainda comparou o anúncio a uma "operação sem anestesia" –para ele, faltam explicações sobre o que ocorrerá daqui para frente.

"Quando você faz contenção fiscal, tem que explicar o que vem depois. Qual é o horizonte? Só vemos nuvem negra, e aí as pessoas ficam irritadas, não aceitam", disse.

08/03/2015

Os assassinos estão soltos

Por Justiça MIlitar CAPA Nada de novo no front. Continua a louca cavalgada das bestas do Apocalipse. O que Paul Baumer, personagem construído pelo escritor Erich Maria Remaque, viu na Alemanha nazista pode ser visto no Brasil, diariamente, pelas páginas dos jornais da cinco famílias cujo patrimônio foi construído sob tortura, estupro e morte, na ditadura.

O que foi um horror para os brasileiros, para as cinco famílias e seus ventríloquos, a ditadura foi uma benesse. É encima deste cenário que se desenha, literalmente, n’O Globo. Já não se faz editorial para saudar a implantação da ditadura. Desenha-se o assassinato. O exército fundamentalista da Globo prepara corações e mentes para o jihadismo golpista.

Triste coincidência. Na ditadura, os verdugos tapavam a cara não só por falta de hombridade, por falta de vergonha na cara. Na democracia, conquistada graças a lutadores como Dilma, os assassinos continuam tapando a cara, para disfarçar o ódio que nutrem a quem ousa distribuir um pouco de dignidade aos brasileiros mais necessitados.

Por mais que a Globo tenta esconder a cara, é como na fábula da rã e do escorpião, é da natureza da Globo o golpismo com eliminação de quem ousa pensar diferente. Quem não consegue vencer pelo debate de ideias, elimina o adversário. Se nem sempre literal, mas subliminarmente, como na lição da lei Rubens Ricúpero no Escândalo da Parabólica: pelo silêncio ou pela mentira.

Como não poderia deixar de ser, a Globo se alia aos dois principais envolvidos com a corrupção, Renan Calheiros e Eduardo Cunha. Segue o scrip daquele documentário, Inimigo do meu inimigo é meu amigo. A CIA fez isso com o que sobrou dos nazistas. Aliou-se a eles para derrubarem governos latinos-americanos e implantarem ditaduras. Em relação à Globo, a história, como os filhos, se repete como farsa. Muito além do Cidadão Kane

Será que o Globo quer cortar a cabeça de Dilma?

Edição 247/Fotos: Divulgação/ Wilson Dias/Agência Brasil:

Charge principal do jornal dos irmãos José Roberto, Roberto Irineu e João Roberto Marinho mostra a presidente Dilma Rousseff prestes a ser degolada pelo Estados Islâmico; feita pelo cartunista Chico Caruso, a ‘arte’ não parece contextualizada com nenhum fato atual e nem indica quem seria o terrorista que empunha a lâmina; em meio ao clima de radicalização política no País, estimulado por setores da imprensa, fica no ar a dúvida: trata-se de um desejo secreto da família midiática mais rica e poderosa do mundo?

8 de Março de 2015 às 07:00

247 – Ao contrário da torcida e da militância de setores da mídia brasileira, a presidente Dilma Rousseff não foi implicada na Operação Lava Jato. Não teve um caso arquivado, porque não chegou sequer a ser investigada, como lembrou, ontem, o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo.

Neste domingo, no entanto, a charge principal do jornal O Globo, dos irmãos Marinho, a veste de laranja, como os prisioneiros do Estado Islâmico, e a coloca prestes a ser degolada por um terrorista.

Produzida pelo cartunista Chico Caruso, a ‘arte’ não parece contextualizada com nenhum fato atual e deixa no ar a dúvida: será que a família midiática mais rica e poderosa do mundo quer a cabeça da presidente Dilma?

Será que o Globo quer cortar a cabeça de Dilma? | Brasil 24/7

04/01/2015

Rede Globo de Sonegação

MidiaLatuffComo disse o Azenha, a Globo tem direito em informar que Lula teve uma filha fora do casamento; que ele tinha um aparelho de som 3 x 1; que ele comprou, numa cooperativa, cotas de um apartamento.

Pena que não temos  direito de saber de quanto foi a sonegação da Globo na Copa de 2002.

Também não sabemos como foi a negociação que colocou ACM no Ministério das Comunicações, no Governo Sarney, nem como  Roberto Marinho chegou a ABL pelas mãos do Sarney.

Tampouco sabemos onde foram parar os 450 kg de cocaína encontrados naquele helicóptero que também sumiu.

A Globo também nunca informou quem escondeu Miriam Dutra na Espanha,  os motivos do seu ostracismo, nem quem a sustentou. Até que os filhos de D. Ruth Cardoso fizeram um exame de DNA e provaram que o rebento era só filho da mãe.

A pergunta que não quer calar: foi mediante a mancebia com Miriam Dutra que a Globo capturou FHC a ponto de escalar Carlos Monforte para montarem com Rubens Ricúpero o famoso Escândalo da Parabólica?!

Por que sabemos até quando Lula dá um pum mas não tivemos o direito de saber quando o Estadão manteve Pimenta Neves como  Diretor de Redação onde havia assédio moral e sexual a ponto de vir a assassinar, pelas costas, com um tiro na nuca, Sandra Gomide.

A Rede Globo admitiu que foi um erro apoiar a ditadura, com aquele editorial que saudava a chegada dos gorilas. Os mesmos gorilas que transformaram Roberto Marinho, de magarefe de fundo de quintal no homem mais rico, segundo a Revista Forbes, do Brasil.

Se errou, porque a Rede Globo não pede desculpas? Por que a Rede Globo não devolver o produto que acumulou em função do “erro”?

Azenha ocupa o “triplex” do Lula

O três em um do Lula em Guarujá, 25 anos depois


Se você falar num “três em um” numa rodinha de jovens muitos vão fazer cara de paisagem. É o mesmo que falar em óleo de fígado de bacalhau, DKV ou Olivetti.
Em 1989 ter um “três em um” em casa era símbolo de status. Especialmente aqueles que vinham acompanhados de grandes caixas de som. Vitrola, toca-fitas e rádio, tudo num mesmo aparelho!
Eu morava, então, em Nova York. Era correspondente da TV Manchete.
Testemunhei um momento histórico, via satélite. A Globo colocou ao vivo o sinal do debate presidencial entre Lula e Fernando Collor para ser visto na cidade. Se não me engano, foi num restaurante da rua 46, então a rua dos brasileiros em Manhattan, hoje tomada por comerciantes coreanos.
Durante o debate, Collor “acusou” Lula de um pecado imperdoável para um operário “igualzinho a você” — era o slogan utilizado pela campanha de Lula: ter um “três em um” sofisticado.
O simbolismo era inescapável: o dirigente sindical teria dirigido as grandes greves do ABC em busca de vantagens pessoais. Era um aproveitador. Nos bastidores, dizia-se também que Lula tinha abandonado a cachaça e aderido ao uísque importado, como se isso fosse um crime lesa-Pátria.
Na época, ninguém perguntou se Collor também tinha “três em um” em casa. Logo ele, filhinho de papai da oligarquia alagoana! Era o máximo da desfaçatez.
Lembrei-me do episódio ao receber, por e-mail, os links de várias reportagens de O Globo e da Folha sobre o triplex do Lula em Guarujá.
O ex-presidente declarou pagamentos feitos à cooperativa responsável pelo imóvel em 2006. Disse ao imposto de renda ter pago R$ 47.695,38 até então. O valor total foi quitado em 2010.
Em nota, o instituto Lula falou em “suposto apartamento”, já que o ex-presidente nunca ocupou o imóvel e nem assumiu oficialmente a propriedade. Esclareceu que a primeira dama Marisa Letícia comprou uma cota do prédio em 2005, da Bancoop, paga em prestações. O casal não decidiu ainda se fica com o imóvel.
Para turbinar a notícia, a Folha cita corretores não identificados que avaliaram o apartamento em R$ 1,5 milhão. Minha sugestão é que o Otavinho compre o imóvel por este preço. Dinheiro certamente não é problema para o dono da Folha. Nem para os bilionários irmãos Marinho, tão interessados no caso.
Independentemente da “avaliação” da Folha estar ou não correta, é óbvio que o imóvel é compatível com a renda de um presidente que cumpriu oito anos de mandato, pagou em prestações e hoje viaja o mundo dando palestras.
A questão aqui é outra: por que sabemos tudo sobre o apartamento de Lula e absolutamente nada sobre os imóveis de Fernando Henrique Cardoso, Geraldo Alckmin e Aécio Neves? Em nome de quem está o apartamento que Aécio ocupa em Belo Horizonte, por exemplo? FHC tem mesmo um apartamento na avenue Foch, em Paris?
A explicação é simples e repetitiva: dois pesos, duas medidas.
Vinte e cinco anos depois, com a perspectiva de Lula se candidatar em 2018, o “três em um” se tornou “triplex”.
É bala na agulha para enredar o ex-presidente com uma das acusadas na Operação Lava Jato, a empreiteira OAS, que concluiu as obras do edifício em Guarujá.
O ex-presidente deve estar acostumado.
Em 1989, na reta final da campanha, a ex-namorada de Lula, Miriam Cordeiro, apareceu no Jornal Nacional e na campanha de TV de Fernando Collor acusando Lula de ter sugerido a ela que abortasse a filha Lurian, além de falar mal dos negros.
O jornal O Globo chegou a produzir um editorial justificando a baixaria, intitulado O Direito de Saber. Trecho:
Até que anteontem à noite surgiu nas telas, no horário do PRN, a figura da ex-mulher de Lula, Miriam Cordeiro, acusando o candidato de ter tentado induzi-la a abortar uma criança filha de ambos, para isso oferecendo-lhe dinheiro, e também de alimentar preconceitos contra a raça negra.
A primeira reação do público terá sido de choque, a segunda é a discussão do direito de trazer-se a público o que, quase por toda parte, se classificava imediatamente de ‘baixaria’.
É chocante mesmo, lamentável que o confronto desça a esse nível, mas nem por isso deve-se deixar de perguntar se é verdadeiro. E se for verdadeiro, cabe indagar se o eleitor deve ou não receber um testemunho que concorre para aprofundar o seu conhecimento sobre aquela personalidade que lhe pede o voto para eleger-se Presidente da República, o mais alto posto da Nação.
Que ironia!
As mesmas Organizações Globo nunca acreditaram que o eleitor brasileiro tinha o direito de saber que Fernando Henrique Cardoso teve um caso com uma repórter da emissora, ANTES de ser candidato pela primeira vez ao Planalto.
Do caso teria nascido uma criança.
Ambos, mãe e filho, viveram “exilados” na Europa, uma notícia que só foi dada pela revista Caros Amigos no ano 2000! O filho, revelou muito mais tarde um exame de DNA, afinal não era, mas sempre foi tratado como herdeiro.
O brasileiro nunca teve — e provavelmente jamais terá — o direito de saber deste logro histórico! Pelo menos não nas páginas dos jornalões e nos telejornais da Globo.

Azenha ocupa o “triplex” do Lula | Conversa Afiada

28/12/2014

A Escolha de Leilane

Diz-se que todos temos nosso dia de burro, quando cometemos algo inapropriado. No narcotráfico de informações, Leilane Neubarth, outra sabuja da Globo, todo dia é dia de mula.  Na Wikipédia está dito que “Mula gosta de andar à borda da estrada”. Já no narcotráfico, Mula, “é o nome que se dá a pessoa usada por traficantes para transportar a droga ilegal por fronteiras policiadas, mediante pagamento ou coação. As mulas usam diversos artifícios para o transporte da droga, podendo ser transportado até mesmo dentro do próprio corpo em cápsulas ingeríveis especiais, o que tem causado diversos acidentes nas últimas décadas”. Leilane é a única mula, por culpa do patrão, que transporta droga no cérebro.

Para atacar Dilma e o Governo, qualquer magarefe da Globo se acha no direito de se fazer às vezes de voz do patrão. A Globo tem esta capacidade de reinventar seus Rubens Ricúpero

Leilane Neubarth, autora da frase mais absurda de 2014

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"Prêmio" foi entregue pelo portal Poços 10, de Minas Gerais, que disse que a jornalista da Globonews superou Lobão ao dizer que Venina Velosa da Fonseca, ex-gerente da Petrobras, é "uma brasileira digna… que nos enche de orgulho"

27 de Dezembro de 2014 às 08:49

247 – A jornalista Leilane Neubarth, apresentadora da Globonews, apresentou a ex-gerente da Petrobras Venina Velosa da Fonseca, no dia 21 de dezembro, como "uma brasileira digna… que nos enche de orgulho".

A frase foi escolhida a mais absurda do ano pelo portal Poços 10, de Minas Gerais, que disse que a apresentadora superou o cantor Lobão, que se destacou em 2014 por participar – e convocar – protestos que defenderam a volta do regime militar.

Pouco depois de Leilane definir Venina como "uma brasileira digna", foi noticiado que a ex-gerente fechou, sem licitação, contratos que somam R$ 7,8 milhões com a empresa de seu ex-marido pela Petrobras (leia aqui).

Leilane Neubarth, autora da frase mais absurda de 2014 | Brasil 24/7

03/12/2014

Tremsalão começou antes, com apoio da Suíça, mas não anda: não tem petista…

AlstomPSDBDas coisas que justificam um Gilmar Mendes no STF e um Rodrigo de Grandis no Ministério Público: PSDB! O mensalão começou em Minas, no tempo de FHC, mas só recebeu atenção e empenho quando passou a envolver também petistas. No caso do propinoduto tucano, as justiças alemã e suíça já se manifestaram condenando, respectivamente, Siemens e Alstom. No Brasil, como se trata de corrupção no seio do tucanato, some mais rápido que um helicóptero com 450 kg de cocaína. Ninguém viu nem verá uma capa da Veja com as corrupções do PSDB. Claro, há 20 anos o PSDB governa São Paulo e a principal obra foi e continua sendo a distribuição de assinaturas da Veja, Estadão, Folha nas escolas públicas do Estado.

A lei Rubens Ricúpero, revelada no Escândalo da Parabólica, continua vigendo e é a mais aplicada pelos a$$oCIAdos do Instituto Millenium quando se trata do PSDB. Nem a Suíça lava mais banco que Grupos MafioMidiáticos.

Dizer que a Polícia Federal faz buscas é um eufemismo, até porque já estava tudo há muito tempo na gaveta do Rodrigo de Grandis. A Suíça mandou informações, mas em São Paulo, o PSDB sempre joga em casa.

Polícia Federal faz buscas na casa de ex-diretor da CPTM

REDAÇÃO

02 Dezembro 2014 | 23:41

Medida atende pedido de colaboração da Suíça, que reativou investigação sobre conta secreta de João Roberto Zaniboni em banco de Zurique

Fausto Macedo

A Polícia Federal fez buscas nesta terça feira, 2, na residência e no escritório do engenheiro João Roberto Zaniboni, ex-diretor da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM). A missão foi executada a pedido do Ministério Público da Suíça, que reativou investigação sobre a origem do dinheiro (US$ 826 mil) que Zaniboni manteve depositado na conta Milmar, de sua titularidade, em Zurique.

Ele está sob suspeita de ter participado do cartel metroferroviário em São Paulo entre 1998 e 2008 – governos Mário Covas, José Serra e Geraldo Alckmin, todos do PSDB.

Um delegado da PF, dois agentes, um escrivão e um perito, além de um procurador de Brasília, cumpriram as buscas em Campinas, onde mora Zaniboni. A equipe apreendeu documentos, inclusive da época em que ele trabalhou na antiga Ferrovia Paulista S/A (Fepasa), nos anos 1970, e na CPTM.

O ex-diretor já foi indiciado pela PF, no inquérito que investiga o cartel, por corrupção passiva, evasão de divisas, lavagem de dinheiro e organização criminosa. O cartel metroferroviário foi denunciado pela multinacional alemã Siemens em acordo de leniência com o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), firmado em maio de 2013.

A batida desta terça feira da PF não tem relação com esse inquérito do cartel. Ela foi cumprida exclusivamente em colaboração com a Suíça, em procedimento que tramitou no Ministério da Justiça.

Os procuradores suíços querem saber as fontes das remessas para a conta de Zaniboni. Algumas transferências foram realizadas a partir de offshores sediadas em Montevidéu, no Uruguai.

Zaniboni chegou a ter um saldo de US$ 826 mil na conta secreta Milmar – iniciais de suas duas filhas –, alojada no Credit Suisse de Zurique. Os aportes em favor do ex-diretor da CPTM ocorreram entre 1998 e 2003. Ele alega que recebeu por consultorias e que já repatriou o dinheiro.

Parte do valor, US$ 250 mil, foi enviada pelo consultor Arthur Teixeira, que a PF aponta como lobista e pagador de propinas do cartel de trens. Zaniboni disse ter recebido por consultoria que prestou a Teixeira, ainda quando ocupava cargo na Dersa (Desenvolvimento Rodoviário S/A), antes mesmo de assumir a diretoria de operações da CPTM, o que ocorreu em 1999.

O pagamento, contudo, ocorreu no ano 2000, quando Zaniboni já estava na diretoria da CPTM – posto que ocupou entre 1999 e 2003.

O criminalista Eduardo Carnelós, que defende Teixeira, rechaça a acusação. Ele afirma que seu cliente “é um profissional sério, que jamais repassou dinheiro de corrupção”.

A operação da PF na casa de Zaniboni foi acompanhada pelo advogado Antonio João Nunes Costa, do núcleo de defesa do ex-diretor da CPTM.

O criminalista Luiz Fernando Pacheco, que também representa o ex-diretor da CPTM, é taxativo. “Nenhum documento apreendido compromete a honra do sr. Zaniboni, um homem com mais de 50 anos de serviço público e dedicação ao governo de São Paulo. Ele tem a consciência absolutamente tranquila.”

11/10/2014

Caos Aéreo

caos aereoA Veja criou até um verbete para doutrinar sua manada. Desde que Lula assumiu e continuou no governo Dilma, Eliane Cantanhêde, porta-voz do PSDB e colonista da Folha, martela sobre o caos aéreo no Brasil. Hoje a Folha esconde no caderno Cotidiano a informação de que o Brasil tem o menor índice voos atrasados dos últimos 10 anos. Para quem levava à capa qualquer notícia a respeito de quem sofria atraso nos aeroportos com o único intuito de desgastar Lula e Dilma, esconder nas internas do jornal só revela o velho e permanente método Rubens Ricúpero: esconder o que é bom para Dilma e mostrar o que é ruim.

Só em Cláudio, Mina Gerais, não atrasa voo. Porque lá só desce e sobre aviões com Aécio Neves ou, segundo a ADPF, outras coisas… Nas terras do titio Quedo não há caos aéreo.

Brasil tem menor índice de voos atrasados em 10 anos

Em 2013, 7,89% dos voos atrasaram mais de 30 minutos, segundo a Anac

Regras mais rígidas e o fato de as empresas terem ampliado tempo previsto de voo estão entre as explicações

RICARDO GALLO, DE SÃO PAULO, para a FOLHA

O Brasil bateu em 2013 o recorde de pontualidade de voos nos últimos dez anos, segundo a Anac (Agência Nacional de Aviação Civil).

No ano passado, 7,89% dos voos atrasaram mais de 30 minutos e 3,08% mais de 60 minutos, de acordo com o anuário da agência, a ser divulgado na segunda (13).

Em 2012, o índice de voos atrasados havia sido de 10,97% (mais de 30 minutos) e de 3,68% (mais de 60).

O pior ano para o setor –e para os passageiros– foi 2007, auge da crise aérea, quando um a cada três voos atrasou mais de meia hora.

Desde então, regras mais rígidas impuseram às empresas aéreas, por exemplo, obrigações de assistência a passageiros em caso de atraso e cancelamento de voos.

Segundo a agência, a concessão de aeroportos (Cumbica, Brasília, Viracopos, Confins, Galeão e São Gonçalo do Amarante-RN) ajudam a melhorar a infraestrutura e, consequentemente, impactam nos resultados, principalmente a longo prazo.

Isso porque os concessionários responsáveis pelos aeroportos têm compromissos a cumprir com ampliação e manutenção de qualidade.

VOOS MAIS LONGOS

Mas uma das principais explicações para o resultado está em um expediente adotado pelas companhias aéreas nos últimos anos. Elas aumentaram o tempo reservado para viagem, criando "folgas" que permitam atenuar atrasos ao longo o dia.

Um voo não vai para o destino e volta. Ele vai, por exemplo, de Guarulhos para o Recife, de lá para Manaus, de lá para Boa Vista. Assim, atrasar o voo na origem causa efeito cascata que afeta todos os voos seguintes, o que prejudica os passageiros e, no limite, a própria empresa.

Esse tempo é definido por meio de um instrumento chamado "Hotran", por meio do qual a empresas aérea diz para a Anac qual horário reservou para determinado voo.

A reserva de horário de um voo que levava 65 minutos tem, agora, três minutos a mais, diz Maurício Emboaba, consultor técnico da Abear, associação que reúne TAM, Gol, Azul e Avianca."Os tempos de viagem estão aumentando sim e criando mais folgas, porque temos deficiências acentuadas de infraestrutura."

Entre elas estão as restrições de espaço aéreo e de limitação de capacidade dos aeroportos que criam filas para pousos e decolagens.

Há outras razões para a melhoria de eficiência, disse Emboaba. Os voos estão "fechando" (o último passageiro a embarcar) com maior antecedência, em média de 45 minutos, ante 30 minutos adotados anteriormente.

No geral, foram transportados, em 2013, 109,2 milhões de passageiros pagos.

29/09/2014

Por que este tipo de informação que não sai na RBS?

ANA RBS LEMOSMERCADO ABERTO

MARIA CRISTINA FRIAS cristina.frias@uol.com.br

Cooperativas de energia investem em duas hidrelétricas no interior do RS

A Coogerva, que reúne quatro cooperativas de energia do interior do Rio Grande do Sul, vai construir duas novas PCHs (pequenas centrais hidrelétricas) no Estado.

O investimento será de R$ 236 milhões. Os projetos fazem parte de um leilão de energia vencido pelo grupo para comercialização de eletricidade a partir de 2018.

As PCHs serão construídas em dois pontos do rio da Várzea, entre os municípios de Liberato Salzano, Rodeio Bonito e Nova Tiradentes, no noroeste do Rio Grande do Sul.

A energia será vendida ao mercado regulado. "As usinas terão capacidade para abastecer cerca de 150 mil famílias", diz Elemar Battisti, presidente da Coogerva.

Hoje, apenas parte da eletricidade distribuída pelas cooperativas vêm de geração própria –o restante precisa ser comprado de terceiros.

A Creluz, por exemplo, uma das quatro que compõem o consórcio e que também é presidida por Battisti, produz em seis PCHs próprias 36% do total que distribui.

"O despacho que será gerado pelas novas hidrelétricas dará mais equilíbrio a esse cenário atual", afirma ele.

Do valor necessário para a construção das usinas, 75% deverão sair de financiamentos bancários, ainda de acordo com o executivo.

"Esse é o maior projeto que já desenvolvemos. As duas PCHs serão as mais potentes entre as que pertencem a cooperativas no Estado", diz.

Criadas no passado para suprir o fornecimento de energia em áreas rurais que não eram atendidas pelas concessionárias, as quatro cooperativas atuam hoje em cerca de 150 municípios.

Juntas, Creluz, Coprel, Certel e Cooperluz tem um faturamento anual de aproximadamente R$ 400 milhões.

OUTRA DIMENSÃO

Há seis meses como CEO do Bank of America Merrill Lynch (BofA) no Brasil, Rodrigo Xavier afirma ter se surpreendido com a instituição que passou a comandar.

"Encontrei o banco maior do que eu imaginava", diz.

O Brasil é o quarto mercado para o BofA no mundo.

O executivo conta que, desde o início de sua carreira, deu preferência à área comercial e que esse será o foco de sua gestão.

"Acredito que o que o banco mais precisa agora é de habilidade comercial",afirma. "Minha história foi sempre dedicada a vendas. Sempre agi assim e não é agora que mudarei, pois o meu principal ativo é estar voltado para o cliente", acrescenta.

Xavier foi presidente do banco suíço UBS, ao substituir André Esteves, do início de 2008 a 2009.

Antes de assumir o comando do BofA no Brasil, Xavier foi sócio da Vinci Partners, gestora de recursos que ajudou a fundar.

US$ 2,3 bilhões
foi a receita líquida global no segundo trimestre deste ano, o que equivale a R$ 5,5 bilhões

US$ 11,4 bilhões
foi a receita líquida global em 2013 cerca de R$ 27,5 bilhões

209.500
é o número de funcionários em todo o mundo

530
são os profissionais contratados no Brasil

NO CAMINHO DA INDUSTRIA

O Brasil deverá sediar neste ano 2.222 feiras de negócios, de acordo com levantamento que a Ubrafe (União Brasileira de Promotores de Feiras) divulga hoje.

A região Sudeste concentrará 48% desses eventos, seguida pelo Sul, com 30,6%.

"Quem define o local de realização das feiras é o mercado. Elas seguem o caminho da indústria", afirma o presidente-executivo da entidade, Armando Campos Mello.

"Recife, por exemplo, tem hoje um bom calendário, porque a região se desenvolveu."

Apenas 11 Estados do país possuem boa estrutura para receber feiras –São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito Santo, Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Pernambuco, Ceará, Bahia e Pará.

A cidade de São Paulo tem hoje 270 mil metros quadrados em pavilhões. Dentro de 20 meses, deverão ser entregues obras que ampliarão esse número para 370 mil.

Catavento… A Queiroz Galvão Energia recebeu autorização da Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) para operar comercialmente um complexo eólico no Ceará.

…ativado Esse é o terceiro complexo da empresa a entrar em operação nos últimos dois anos. Com ele, a companhia passa a ter 200 MW de capacidade instalada em eólica.

No mouse A Basf lançará uma plataforma on-line para estimular a inovação. Ela permitirá a interação entre cientistas, especialistas, clientes e público em geral.

MERCADO PRESSIONADO

O Brasil ficou em 14º lugar em um estudo global envolvendo 31 grandes economias sobre a pressão exercida no mercado de trabalho, segundo pesquisa da Hays (de recrutamento) feita em parceria com a Oxford Economics.

O Brasil atingiu 5,4 pontos em uma escala de zero a dez –índices mais altos representam maior dificuldade dos empregadores para encontrar profissionais qualificados.

Entre os fatores que pressionaram o mercado brasileiro, estão a burocracia e o aumento do salário na indústria de alto nível. Há ainda o descompasso entre as competências demandadas e as possuídas pela força de trabalho.

"Existe dificuldade em encontrar profissionais para áreas como engenharias e biotecnologia, por exemplo", diz Carla Rebelo, diretora-geral da Hays no Brasil.

WI-FI NO AVIÃO

A região das Américas é a a menos satisfeita com o transporte aéreo, segundo estudo global da Sita, empresa de comunicação e soluções de tecnologia da informação para o meio aéreo.

Nos países americanos, 28% dos passageiros entrevistados para a pesquisa gostariam de ter melhorias na experiência de viagem.

Na Ásia, são 23%, na Europa, 18% e na África e no Oriente Médio, 16%.

"O Brasil somente agora começou a ter mais contato com tecnologias em aeroportos, por conta das privatizações", afirma Rubens Caldeira, diretor da Sita no Brasil.

Ferramentas móveis auxiliam a reduzir a frustração, segundo o estudo.

Pouco mais da metade dos 6.277 viajantes ouvidos no mundo afirmaram que gostariam de ver investimentos para ter informações sobre o voo em tempo real e serviços de wi-fi dentro do avião.

"Em outros países já é uma realidade receber no smartphone uma notificação da companhia aérea e de autoridades portuárias sobre o traslado ou mesmo com ofertas em lojas do aeroporto."

com LUCIANA DYNIEWICZ, LEANDRO MARTINS e ISADORA SPADONI

21/09/2014

Apesar da oposição da Folha, Veja & Estadão

folha mafiaNão é novidade, os a$$oCIAdos do Instituto Millenium ou negam créditos, ou creditam o que é ruim ao prefeito de São Paulo. Informação, nada. Até porque os grupos negociam informação mas o prefeito não é camelô. Uma frase pinçada no meio do texto é como se fosse um ato falho, provando o que estou dizendo: “Sua gestão também começou a aparecer mais com o início do horário eleitoral na TV. O PT vem exibindo ações da prefeitura na propaganda de Alexandre Padilha, candidato ao governo do Estado.”  É o velho comportamento da velha mídia, tão bem resumido no episódio do Carlos Monforte, da Rede Globo, com Rubens Ricúpero, Ministro de FHC, que ficou conhecido como o Escândalo da Parabólica.

Na imagem, um pequeno exemplo de como funciona a propaganda subliminar da velha mídia no velho “Método Ricúpero”.

TERMÔMETRO PAULISTANO

Aprovação de Haddad sobe; maioria defende ciclovias

Segundo Datafolha, 22% dos paulistanos consideram gestão ótima ou boa

É o primeiro aumento de popularidade desde os protestos de junho; 80% apoiam criação de vias para as bicicletas

ANDRÉ MONTEIRODE SÃO PAULO

No momento em que cria uma rede de ciclovias em São Paulo, principal marca de seu segundo ano no cargo, o prefeito Fernando Haddad (PT) vê sua popularidade subir.

Segundo pesquisa Datafolha concluída na quarta-feira (17), o índice de quem considera sua gestão ótima ou boa subiu de 15%, em julho, para 22%. É o primeiro aumento desde as manifestações do ano passado.

A taxa de reprovação do prefeito (quem considera seu trabalho ruim ou péssimo) teve variação ainda maior e despencou de 47% para 28%.

Em junho, Haddad anunciou um plano de criar 400 km de ciclovias até o fim do ano que vem, dos quais 78,3 km já foram entregues.

Segundo a pesquisa, 80% dos paulistanos dizem ser a favor da implantação dessas vias e 60% acreditam que a bicicleta é um meio de transporte viável para o dia a dia.

Apesar disso, o número de adeptos é tímido –3% dizem usar a bike com frequência.

Um em cada três paulistanos tem bicicleta. Nesse grupo, 47% dizem já haver usado uma ciclovia da cidade. A maioria, porém, declara pedalar nessas vias no máximo duas vezes por semana.

Dos que não têm bicicleta, 22% afirmam que pretendem comprar no futuro próximo.

APROVAÇÃO

O aumento da popularidade de Haddad coincide também com uma maior exposição do prefeito.

Pressionado pelo PT, ele vem saindo mais do gabinete. Reforçou sua agenda pública nos últimos meses e passou a visitar obras para dar visibilidade a ações que ainda estão em andamento.

Sua gestão também começou a aparecer mais com o início do horário eleitoral na TV. O PT vem exibindo ações da prefeitura na propaganda de Alexandre Padilha, candidato ao governo do Estado.

A aprovação das faixas exclusivas de ônibus, marca do primeiro ano de Haddad, também cresceu –91% dos paulistano são favoráveis, uma alta de sete pontos em relação a junho passado, segundo o Datafolha.

Foram criados 358 km de faixas para os coletivos desde 2013, sobretudo após os protestos. Para 71%, elas melhoraram o trânsito.

De acordo com a pesquisa, 77% dos paulistanos usam ônibus. Desses, 23% avaliam o trabalho de Haddad como ótimo ou bom. Entre os usuários de carro, o índice de aprovação é menor (17%).

O Datafolha ouviu 1.121 pessoas acima de 16 anos na terça (16) e na quarta (17). A margem de erro da pesquisa é de 3 pontos percentuais.

18/09/2014

Pimenta no cu da Globo é refresco que Brizola não teve

Garotinhoa poderia ter refrescado a memória da Globo outras participações da Globo em notórias falcatruas. São tantos, mas vamos lá pra alguns que ainda tenho na memória. Um dos mais notórios em termos de manipulação política foi a manipulação do debate entre Lula e Collor. Ah, não lembra deste. Então vamos a outro. O Escândalo da Proconsult. Está bem, são antigos. Então vamos para um mais recente. Vai dizer que não lembra do Escândalo da Parabólica, quando Rubens Ricúpero foi pego em conluio com a Globo para manipular informações e assim eleger o amante da funcionária da Globo, Miriam Dutra. Ah, deste não lembra? Pois é, a Globo usou uma funcionária para capturar FHC. A moça disse que tinha um filho com FHC. A Globo então escondeu ela na Espanha. Recentemente os filhos d. Ruth pediram exame de DNA e descobriram o filho era só da mãe… Acho que está bom por hoje. O editorial saudando a chegada da ditadura é a prova pronta e acabada de que se há um mal que sobrevive ao mal este mal é a Rede Globo.

Ao vivo, na Globo, Garotinho detona a Globo

:

Ao ser questionado sobre denúncias de corrupção pela jornalista Mariana Gross, do RJTV 1ª Edição, o candidato Anthony Garotinho (PR), que lidera as pesquisas para o governo do Rio, passou para a ofensiva; disse que a Globo responde a processos bilionários por sonegação; "eu não sei se a Globo é culpada, eu até acho que é", disse Garotinho; "deputado, o tema aqui não é a TV Globo, a Globo não sonegou nada", respondeu a repórter; mais adiante, Garotinho tocou em outro ponto fraco da emissora dos Marinho, o apoio à ditadura; candidato lembrou então governador Leonel Brizola, que em 1994 fez Roberto Marinho engolir direito de resposta no Jornal Nacional na voz de Cid Moreira; assista

18 de Setembro de 2014 às 16:49

247 – O candidato do governo do Rio pelo PR, Anthony Garotinho, trouxe à tona hoje, ao vivo, durante entrevista ao RJTV 1ª Edição, o processo que acusa a emissora de ter sonegado bilhões de reais em impostos. "Eu não sei se a Globo é culpada, eu até acho que é, mas é opinião minha, quem vai dizer isso é o juiz. Disseram que a Globo sonegou bilhões", disse Garotinho à jornalista Mariana Gross (assista aqui à integra).

A declaração foi feita depois de a entrevistadora ter questionado o deputado sobre denúncias de corrupção que envolvem seu nome. "Sou vítima de muitas perseguições. O sistema brasileiro é: acusação, que cabe ao promotor, você está falando de acusações, a defensoria pública ou o advogado defende e o juiz julga. Ou seja, acusação todo mundo tem, agora mesmo acusaram a Globo de estar envolvida em um desvio bilionário com laranjas e paraísos fiscais", respondeu Garotinho.

Depois de Garotinho dizer que considerava a Globo culpada, Mariana Gross interrompeu o candidato: "candidato, o tema aqui não é a TV Globo". "Eu sei", respondeu Garotinho. "Mas eu só estou dizendo a você como as injustiças acontecem", completou. "Candidato, a Globo não sonegou nada, candidato. Deixo claro para o senhor", defendeu ainda a jornalista. "Quem está dizendo isso é o inquérito aberto da Polícia Federal", rebateu o deputado, convidado em seguida a mudar de assunto. "Vamos para o IPVA?", questionou a apresentadora.

Em outro momento da entrevista, o deputado tocou em mais um ponto frágil da emissora: o apoio à ditadura. Questionado se não há "incoerência" em ações que não foram colocadas em prática quando Garotinho foi governador e estão sendo prometidas agora, o candidato disse: "quantas coisas às vezes na vida a gente faz autocrítica, por exemplo, a Globo apoiou a ditadura. Depois passou um tempo, fez uma autocrítica reconheceu que não devia ter apoiado a ditadura". O candidato é líder nas pesquisas para o governo do Rio e deve enfrentar no segundo turno o atual governador, Luiz Fernando Pezão (PMDB).

O DIA EM QUE BRIZOLA HUMILHOU A GLOBO – O gesto de Garotinho lembrou uma sova aplicada na Globo, em seus próprios estúdios, dada pelo então governador Leonel Brizola. Mais precisamente, em 15 de março, quando Cid Moreira, locutor do Jornal Nacional, leu um direito de resposta de 3 minutos.

– Não reconheço autoridade moral na TV Globo para falar sobre liberdade de imprensa, subserviente que foi ao regime militar, desferiu Brizola, na voz e imagem do então principal âncora do Brasil.

– Tudo é tendencioso, tudo é por dinheiro, insistiu a nota assinada por Brizola.

Por um momento, ao rebater com lembranças sobre a atual acusação de sonegação fiscal da Globo, Garotinho lembrou seu antigo líder político.

Ao vivo, na Globo, Garotinho detona a Globo | Brasil 24/7

17/09/2014

Paulo Roberto Costa ressuscita a Síndrome da Parabólica na Globo

 

Por que a Globo esconde o passado de Costa?

16 de setembro de 2014 | 12:33 Autor: Miguel do Rosário

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Paulo Roberto Costa é cria tucana sim. Esteve à frente da construção do gasoduto Brasil – Bolívia, ao final dos anos 90.

Costa deve suas primeiras nomeações importantes dentro da Petrobrás à FHC.

A construção desse gasoduto, aliás, foi muito mal explicada. O Brasil ainda não tinha demanda de gás, e criava-se, desnecessariamente, uma dependência de um país politicamente instável.

Segundo Fernando Siqueira, especialista na área de petróleo e gás, “a Petrobrás importou, durante cinco anos, 18 milhões de metros cúbicos de gás boliviano e pagou por 25 milhões, pois a atividade era anti econômica”.

Pior, os pagamentos não eram feitos ao governo boliviano, mas a multinacionais instaladas na Bolívia, que exploravam as reservas de gás do país. Morales ainda não era presidente e o gás boliviano ainda não havia sido nacionalizado.

As multinacionais eram Total (França), Repsol (Espanha), Amaco (EUA) e Enron (EUA), que pressionavam o Brasil a mudar sua matriz energética hídrica, criando assim mercado para o gás.

“A Petrobrás fez um contrato absurdo”, denunciou Siqueira, o “pior contrato da história da Petrobrás”.

Em 11 fevereiro de 1999, Fernando Henrique Cardoso assinou decreto desapropriando terras para a construção do gasoduto. Seria interessante resgatar exatamente quanto se pagou e a quem.

Já que se aprovou a ida de Costa à CPI, alguém podia fazer perguntas a ele sobre este assunto.

Como Paulo exerceu cargos importantes na área de plataforma, os senadores deveriam perguntar a ele se conhecia as picaretagens que resultaram no afundamento da plataforma P-36, que deu prejuízo de bilhões de dólares à Petrobrás.

E não só prejuízo financeiro, mas humano (morreu gente), estratégico-operacional (parada de produção) e de imagem (o que reduz o investimento; quem irá investir numa companhia cujas plataformas afundam?).

Vou repetir mil vezes para combater a manipulação da Globo.

As primeiras nomeações políticas de Paulo Roberto Costa na Petrobrás aconteceram durante a era tucana.

Essas informações são públicas.

Se Costa foi picareta durante a era Lula, certamente já era picareta na era FHC e, portanto, pode falar também sobre desvios ocorridos na era tucana.

A mídia não quer investigar nem punir ninguém. Ela quer espetáculo.

Ela quer apenas produzir factóides que possam afetar as eleições, prejudicando Dilma.

A prova disso é que ela vem omitindo, sistematicamente, a informação de que as primeiras nomeações de Paulo Roberto Costa para cargos de direção na Petrobrás aconteceram durante o governo Fernando Henrique Cardoso.

Eu revelei esta informação no blog sem grandes pretensões, porque ela consta em documentos públicos e o próprio Paulo Roberto Costa disse isso em seus depoimentos.

Surpreendeu-me a reação agressiva da imprensa, nitidamente querendo esconder o fato.

Será que Paulo Roberto Costa sabe de alguma falcatrua da época de FHC?

Será por isso que a Globo está tão nervosa tentando esconder seu passado?

O último factoide da mídia, de que alguém usando a rede da Petrobrás alterou o verbete de Paulo Roberto Costa, apenas revela a ansiedade da oposição (ou seja, da mídia) em não disperdiçar o que eles consideram a sua última bala de prata.

Qual o problema em mexer no wikipédia do Paulo Roberto Costa?

Wikipédia é para isso mesmo, para ser mexido!

Qual o problema, se o objetivo é incluir uma informação verídica, constante em documentos públicos?

Só se pode alterar wikipédia se for para acrescentar informações publicadas em jornais da Globo?

Outra coisa, a “delação premiada” de Paulo Roberto Costa só tem valor se vier acompanhada de prova.

Em caso contrário, é oportunismo.

Há tempos que os picaretas presos pelo governo entenderam que basta falar coisas que a mídia quer ouvir para serem tratados como herois.

O contrário é ainda mais verdadeiro. A mídia passa a perseguir o sujeito se ele não fizer o jogo sujo implícito na chantagem.

Voltemos à tentativa da mídia de esconder o passado de Paulo Roberto Costa.

O Jornal Nacional de hoje é vergonhosamente mentiroso.

Ele cita o caso da alteração do Wikipédia, sem dizer o mais importante. Paulo Roberto Costa, efetivamente, obteve suas primeiras indicações políticas importantes, dentro da Petrobrás, durante o governo FHC.

A reportagem é montada de maneira a fazer o telespectador acreditar que a alteração no wikipédia de Paulo Roberto Costa inseriu inverdades; e encerra dizendo que Paulo Roberto Costa foi diretor da Petrobrás durante os governo Lula e Dilma.

Certo.

Mas ele foi diretor também antes, durante o governo FHC.

Isso a matéria não diz, confundindo o leitor.

Manipulação grosseira.

Uso indevido de uma concessão pública.

Ser bem informado é um direito humano do brasileiro.

A Globo explora uma concessão pública e recebe verbas públicas para manipular e omitir informações?

Isso deveria ser crime.

Confira a imagem abaixo. É um trecho de um relatório que a Petrobrás envia anualmente para Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

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É importante, neste momento, que a Petrobrás não se acovarde. Não faça o jogo da Globo.

Repetindo. Em 1995, primeiro ano do governo FHC, Paulo Roberto Costa foi nomeado gerente geral de Exploração e Produção do Sul, responsável pelas bacias de Santos e Pelotas.

Foi diretor da Gaspetro de maio de 1997 a dezembro de 2000. Exerceu outros cargos importantes durante o reinado tucano.

A Globo está dando outro tiro no pé com essa história do Wikipédia.

Se a população souber que Paulo Roberto Costa foi diretor da Petrobrás no tempo de FHC, isso atrapalhará a “narrativa” que a Globo quer impor à opinião pública.

Outro dia, um dos irmãos Marinho, em entrevista ao Valor, comentava as recentes mudanças na empresa, que agora se chamará Grupo Globo. Ele afirmou que a vocação da companhia é “contar histórias”, querendo dizer que o forte da empresa é produção de conteúdo.

Pois é, a Globo sabe contar histórias. E contar histórias implica em esconder o que deve ou não ser contado em determinado momento.

Neste momento, não interessa à Globo liberar informações completas sobre Paulo Roberto Costa.

Ele tem que ser ligado apenas aos governos Lula/Dilma, para prejudicar a candidatura Dilma.

É mais uma loucura nascida da arrogância da Globo.

Aliás, a própria Globo, distraidamente, publicou essa informação há alguns dias, ao criticar o “exagero” de uma acusação de Marina contra o PT.

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A Globo está batendo cabeça.

Como é possível esconder que alguém trabalhou numa empresa pública, se o fato está presente em inúmeros documentos?

O servidor que incluiu um capítulo no verbete de Paulo Roberto Costa não fez nada de errado. Não sei como são as regras administrativas da estatal, quais são as liberdades internas para uso de internet.

Mas a informação inserida por ele era absolutamente verdadeira.

Para a Globo, pelo jeito, é crime contar a verdade.

Por que a Globo esconde o passado de Costa? | TIJOLAÇO | “A política, sem polêmica, é a arma das elites.”

06/09/2014

Velha política: eles cometem crimes, a União paga

marinaraQuer algo mais velho e velhaco na política do que atribuir ao Estado seus próprios crimes? Não estamos falando do coronelismo político, aquele de âmbito familiar e geracional, do tipo Sarney no Maranhão, ACM na Bahia ou Simon no RS. Estamos falando da sonegação de milhões pela Rede Globo que, em represália, desfila um rosário de acusações ao Governo Federal que ousou cobrar a dívida. Ou ao Banco Itaú, igualmente sonegador que, por vindita, acolhe uma ventríloqua para ter, só para si, o Banco Central.

Empresas privadas, como a UNIMED, cobram alto nos planos vendidos, mas na hora h, o doente tem de procurar o SUS. Vários colegas meus com UNIMED se obrigam usar o SUS para tratar câncer. Os custos radioterápicos são assustadores altos, mas no SUS é gratuito. E eis aí outro motivo pelo qual o privatismo na saúde endossa tantas críticas ao SUS, ele oferece de graça o que os planos privados cobram. Nunca ouvirás da Sociedade Médica Brasileira, tão avessa ao Mais Médicos, o reconhecimento ao SUS e crítica, nem digo condenação, das práticas dos planos privados.

É a tal de apropriação do Estado. Há outras formas de capturar o Estado, como por exemplo, usar uma funcionária. Por que ninguém se preocupou quando a jornalista Miriam Dutra foi escondida pela Rede Globo na Espanha? A moça era amante de FHC, então presidente. Não houve uma linha no jornal, nem um segundo no Jornal Nacional. Quem custeou a estadia da moça e do filho na Espanha, FHC ou a Globo? Se foi a Globo, o que ela cobrou de FHC? Ah, e os filhos da D. Ruth pediram exame de DNA e comprovaram que o filho da jornalista não era filho do pai, só da mãe. Nada disso sabemos por meio da principal interessada nas relações promíscuas com o então Governo Federal. Claro, vigia a Lei Rubens Ricúpero: “o que é bom a gente mostra, o que é ruim (amente e filho) a gente esconde…”

ELEIÇÕES 2014

Família de Campos quer que União pague indenização a vítimas

Irmão de ex-governador morto em queda de avião pede à Procuradoria que fabricante também seja responsabilizada

Para Antônio Campos, ‘não dá para esperar’ que investigação defina causa do acidente antes de ressarcir atingidos

COLABORAÇÃO PARA A FOLHA

O advogado Antônio Campos, irmão do ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos, morto em acidente aéreo em Santos (SP) no dia 13 de agosto, quer que a União e a Cessna, fabricante da aeronave, paguem as indenizações às vítimas do voo e aos moradores afetados em solo.

O pedido da família de Campos será apresentado ao Ministério Público Federal. Além de Campos, seis pessoas morreram na tragédia, sendo quatro assessores, o piloto e o copiloto da aeronave.

"Não dá para buscar o [ressarcimento] do dano maior sem achar a razão de acidente. Mas, enquanto isso, não dá para esperar", disse o advogado à Folha sobre a situação dos familiares das vítimas e também dos moradores.

As investigações sobre as causas do acidente ainda não foram concluídas. No final de agosto, o irmão de Campos visitou os moradores e prometeu apoio às famílias.

"Eu não prometo uma coisa sem fazer. O partido [PSB] admite, no futuro, a possibilidade de ajudar em caso de ausência da seguradora."

A representação na Procuradoria tem como alvo a União porque, segundo ele, a base aérea de Santos não poderia ter autorizado o pouso da aeronave com o tempo ruim do dia do acidente.

O advogado alega também que o sistema de auxílio de voo da base é "muito antigo e praticamente inoperante", o que "pode também ter influenciado". A base aérea de Santos é de responsabilidade da Força Aérea Brasileira.

A FAB disse em nota que não comentará as falhas que Campos apontou: "À Força Aérea cabe apenas investigar o acidente para identificar os fatores contribuintes".

INDENIZAÇÕES

Sobre as indenizações, o irmão de Campos afirma que a legislação prevê formas de serem resolvidas de forma "intermediária" ou "definitiva".

A "definitiva" depende do final das investigações, ainda sem uma data prevista.

Por isso, o pedido ao Ministério Público Federal sugere uma "forma intermediária" para reparar os danos de forma mais rápida. Para isso, os envolvidos, como a Cessna, devem acionar suas seguradoras. Ao final das investigações, podem recorrer caso se prove que não estão entre as causadoras do acidente.

O advogado aponta falhas estruturais no avião, como a caixa-preta, que não teria gravado as últimas horas de voo.

"Não é normal uma caixa-preta não estar funcionando. Se cai no fundo do mar, se acha e continua funcionando", disse. Além disso, ele entende que há um "erro de projeto" sobre o recolhimento de flaps em alta velocidade.

Os flaps são um dispositivo que, acionado, amplia a área das asas da aeronave para dar mais sustentação em baixas altitudes, como em pousos ou decolagens.

"Acompanhamos as investigações e em breve nos pronunciaremos sobre uma visão das causas do acidente", disse Campos. Procurada, a Cessna não respondeu até a conclusão desta reportagem.

(PAULA SPERB)

    28/08/2014

    Justiça condena jornalismo parabólica

    Rede GoebbelsA Rede Globo faz e acontece. As filiais, como a RBS, idem. Infelizmente o PT não aprendeu nada com os anos de palmatória. Continua puxando o saco dos grupos mafiomidiáticos. Passaram os anos demonizando o PT. Toda e qualquer notícia sempre aparece envolvendo o partido. Quando as notícias dizem respeito às outras agremiações, não aparece o nome de ninguém e nunca condenam as agremiações. Até aí, é da lógica política das cinco famílias (Civita, Mesquita, Frias, Marinho & Sirotsky). O que não dá para entender foi sempre esta passividade bovina do PT.

    De repente o PT vê-se obrigado a entrar na justiça para ser tratado pela Rede Globo como são os demais. Bobagem. Teria surtido mais efeito se ao invés de entrar na Justiça, os deputados e senadores não usassem os microfones para puxar o saco destas famílias, como fez Maria do Rosário, tecendo loas ao Grupo RBS. Tem gente no PT que sofre da Síndrome de Estocolmo, apanham mas continuam beijando a mão dos carrascos.

    Até parece que os petistas não lembram do Escândalo da Parabólica, quando o então ministro de FHC, Rubens Ricúpero entabulou acordo com a Rede Globo para mostrar só que beneficiava FHC e esconder o que o prejudicava. Se cafajestada não merece resposta à altura, a vítima legitima o cafajeste.

    Infelizmente, a Rede Globo ainda influencia, e muito, nas eleições. Desde Collor, todo salafrário tem cobertura favorável da Rede Globo, e só Leonel Brizola e Roberto Requião reagem com hombridade para cima dos mafiosos.

    Globo deve divulgar agenda de Padilha, determina Justiça

    DE SÃO PAULO – O TRE (Tribunal Regional Eleitoral) de São Paulo determinou que a TV Globo exiba as agendas de Alexandre Padilha (PT) com a mesma periodicidade que as dos dois principais candidatos. A decisão foi uma resposta a um pedido do petista para ter seus compromissos divulgados diariamente.

    A emissora só mostra todos os dias candidatos que alcancem 6% nas pesquisas. Padilha tem 5% e, assim, tem cobertura semanal. A decisão diz que não é preciso dedicar o mesmo tempo a todas as campanhas. A TV Globo afirmou que não se pronunciará até a publicação oficial da decisão. Cabe recurso.

    23/08/2014

    Jornalismo tapioca ataca de dentadura

    Midia ganhafotonOs a$$oCIAdos do Instituto Millenium, por não terem o que dizer, ficaram semanas atacando o Ministro do Esportes, Orlando Silva, por ter comprado uma tapioca com cartão corporativo. A orientação coordenada pelo puteiro do Millenium é simples, cumprir a orientação consagrada por Rubens Ricúpero na reeleição de FHC, conhecido também pelo Escândalo da Parabólica: em relação ao Governo Federal, esconder o que é bom, inventar que está ruim. Foi assim que surgiram epidemia de dengue em pleno inverno, a epidemia de febre amarela, o caos aéreo, o #naovaitercopa, apagão elétrico, a inflação do tomate, o PIBinho.

    Ficou registrado nos anais da história do jornalismo de aluguel a declaração da Presidente da AssoCIAção dos Jornais, Judith Brito, de que a imprensa havia avocado para si o papel de oposição ao Governo Federal. Aliás, novamente a ANJ, em assoCIAção com a FRIBOI, se investe em partido de oposição e abraça o factóide Marina para atacar Dilma. Por que a ANJ não muda logo o nome para Cosa Nostra?

    É a dentadura da nordestina já recebeu da Folha mais atenção dos que o helicóptero com 450kg de cocaína, ou a corrupção no Metrô de São Paulo. Nenhum reportagem relevante a respeito do papel de Robson Marinho como duto de passagem de dinheiro da Alstom, Siemens para os cofres do PSDB. Por que a tapioca é mais importante que crise d’água em São Paulo. Sem contar que, em relação ao Dilma, Lula e o PT, os ataques são direitos, pessoais, frontais. Quando tratam das mazelas dos parceiros ideológicos, os males não tem pai, mãe nem filho. O racionamento d’água é culpa da falta de chuva, não do choque de gestão do governador Geraldo Alckmin. A USP quebra e não há ninguém relacionado ao PSDB na lista dos culpados. Cadê uma boa reportagem de como o descalabro se instalou na USP por força do meritismo (quando o segundo colocado tem mais mérito que o vencedor porque assim quis Geraldo Alckmin) implantado pelos sucessivos governadores do PSDB? O propinoduto do trens não abastece partido nem partidários do PSDB? Tudo parece acontecer em marte. E a Folha, que tem milhares de assinaturas pagas pelo governo de São Paulo distribuídas nas escolas, que também é de São Paulo, não conseguiu produzir uma reportagem sequer sobre aquela que já foi a melhor universidade do Brasil. Entendeu ou precise que desenhe?! Sobre a USP, um detalhe que a Folha sonega mas que o colunista André Singer faz questão de refrescar a memória dos anencefálicos: “Cabe lembrar que o referido gestor foi escolhido em condições excepcionais. Ao contrário do que ocorrera desde a redemocratização, o então governador do Estado optou pelo segundo da lista tríplice, preterindo aquele que obtivera mais apoio no colégio eleitoral da USP. Em consequência, os atos em questão contaram com pouquíssima legitimidade.

    O panfletarismo da Folha é tão grotesco que prefere martelar num mantra do que expor algo racional. Talvez a Folha não saiba, mas as políticas implantadas a partir do Governo Lula, que Dilma continuou, envolvem todas as esferas públicas. Há contrapartida. É o caso por exemplo da Bolsa Família. Ora, o Governo Federal estabelece o valor e as regras, as prefeituras se encarregam de levantar os beneficiados e fiscalizar o cumprimento das contrapartidas. As obras do PAC para a Copa igualmente tem participação das três esferas. Mas parece que para a Folha o Governo Federal exigir que os governos estaduais ou municipais cumpram com sua parte seja casuísmo de véspera de eleição.

    Governo pediu prótese antes de mulher gravar com Dilma

    Prefeitura baiana diz que implantou dentes em sertaneja após contato de ministério

    Segundo Ministério do Desenvolvimento Social, município foi só ‘avisado’ da necessidade de tratamento dentário

    JOÃO PEDRO PITOMBODE SALVADOR

    A agricultora baiana que ganhou dentes novos na véspera de gravar programa eleitoral com a presidente Dilma Rousseff (PT) recebeu o benefício após um pedido direto do governo federal à Prefeitura de Paulo Afonso (BA).

    A prefeitura, do PDT, disse que Marinalva Gomes Filha, 46, conhecida como dona Nalvinha, recebeu atendimento numa unidade municipal de saúde odontológica, por solicitação do Ministério do Desenvolvimento Social.

    Dilma e o ex-presidente Lula foram à cidade do sertão baiano nesta quinta (21) para gravação de imagens para o horário eleitoral –a visita também constava da agenda oficial da petista, conforme a Folha revelou nesta sexta (22).

    "Essa demanda chegou da assessoria do ministério", disse à reportagem o secretário da Saúde, Alexei Vinícius. O contato, disse ele, foi feito na segunda (18), por telefone.

    Após o pedido, a prefeitura mandou buscar Nalvinha na zona rural da cidade e a levou para colocar a prótese.

    A prefeitura informou que a unidade recebe cerca de 20 pacientes por dia e que ninguém deixou de ser atendido para dar lugar à agricultora.

    Nalvinha também recebeu, na semana da visita de Dilma, uma ampliação de seu fogão à lenha.

    Responsável pelo programa de "fogões ecológicos", em convênio com o governo federal e o governo petista da Bahia, a ONG Agendha disse que a obra era necessária.

    "Não é porque a presidente vinha que íamos deixar de fazer", disse Valda Aroucha, fundadora da ONG e filiada ao PT desde 2011.

    A construção do fogão e de duas cisternas na casa da agricultora integram o convênio com a ONG, orçado em R$ 4 milhões e que prevê a construção de 756 estruturas hídricas, como cisternas e barragens, e dos fogões.

    O "fogão ecológico" foi desenvolvido pelo pesquisador Maurício Lins Aroucha, fundador da Agendha e filiado ao PT desde 2008.

    Para o especialista em direito eleitoral Silvio Salata, consultor da OAB, a campanha praticou conduta vedada pela legislação, ao "usar bens e serviços públicos em favor" da candidata.

    "Foi oferecido um benefício a uma eleitora que iria aparecer na propaganda eleitoral", disse. Para ele, a conduta, se comprovada, pode resultar em multa ou até cassação da candidatura.

    OUTRO LADO

    O Ministério do Desenvolvimento Social informou, por e-mail, que identificou, em visita de equipe técnica que sempre antecede as visitas da presidente, a necessidade de atendimento odontológico para Nalvinha e que "avisou" a prefeitura –a pasta destacou o verbo em negrito.

    O ministério disse ainda que a agenda foi "mista, combinando atividades institucionais e eleitorais" e que Dilma fez "vistoria" da execução do programa Cisternas.

    A visita durou cerca de uma hora. A imprensa não teve acesso à casa de Nalvinha durante o período.

    Questionada sobre o benefício à agricultora na quinta (21), a assessoria do Planalto havia dito apenas que o assunto competia à ONG.

    A prefeitura informou que continuará o tratamento até que Nalvinha coloque prótese definitiva. A atual, de acrílico, é provisória.

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