Ficha Corrida

23/08/2014

Enzo Peri é aluno da escola Nanci Andrighi

Filed under: Covardes,Ditadura,Enzo Peri,Exército,Gorilas,Nancy Andrighi — Gilmar Crestani @ 9:35 am
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Dilma BonnerA covardia do Exército Brasileiro não se resume em pegar em armas para derrubar governo eleito. Continua com o uso das mesmas armas para prender, torturar, estuprar, assassinar e esquartejar, suprassumo da covardia, esconder os pedaços de corpos. Não poderia ser diferente o comportamento de gorilas cujo cérebro cabe numa cápsula. Hoje, são cartuchos vazios, com medo da meleca que saiu de dentro deles. Pior do que a covardia é a proteção que alguns membros do Poder Judiciário dá aos açougueiros de gente. A Ministra do STJ, Nanci Andrighi, ao declarar que a lei da Anistia limpa o crime dos criminosos, cospe nos cadáveres que ainda permanecem escondidos nos porões do Exército.

A Bomba do Riocentro, por exemplo, foi colocada depois da Lei de Anistia, mas pela lei dos acobertadores, está perdoado. O silêncio do exército é comprado pelos grupos mafiomidiáticos que se beneficiaram da ditadura. O Globo, Zero Hora saudaram a chegada da ditadura. Com ela prosperaram e hoje não querem ver os arquivos abertos para que não apareça as digitais dos seus donos.

Os sequazes continuam fazendo escola. Os métodos ditatoriais de interrogatório foram incorporados por William Bonner.

Chefe do Exército impõe silêncio sobre crimes da ditadura

Documento do general Enzo Peri proíbe que unidades militares deem informações sobre crimes do período

Procurador considera ato ilegal e quer ação contra comandante do Exército por sonegar informações públicas

DE SÃO PAULO

Ofício assinado pelo general Enzo Peri, comandante do Exército, proíbe que unidades militares deem informações sobre crimes ou violências praticadas em suas dependências durante a ditadura militar (1964-1985).

Em documento encaminhado a subordinados em fevereiro, Enzo disse que qualquer informação referente ao tema deveria ser respondido exclusivamente por seu gabinete.

A descoberta do ofício foi do Ministério Público Federal, que o recebeu após ter informações negadas pelo Hospital Central do Exército, conforme informou nesta sexta (22) o jornal "O Globo".

"A respeito do assunto, informo a esse comando que pedidos/requisições de documentos realizados pelo Poder Executivo, Poder Legislativo, Ministério Público, Defensoria Pública e missivistas que tenham relação ao período de 1964 a 1985 serão respondidos, exclusivamente, por intermédio do gabinete do comandante do Exército", diz trecho do documento assinado pelo general Enzo Peri.

Atualmente, há mais de 200 investigações em curso no Ministério Público Federal sobre crimes e violências ocorridas na ditadura. Em uma delas, sobre a morte de um militante no Hospital Central do Exército no Rio, o procurador Sérgio Suiama recebeu o ofício ao solicitar dados sobre o episódio.

Por considerar o gesto de Enzo ilegal, Suiama vai pedir que a Procuradoria-Geral da República ingresse com uma representação contra o comandante do Exército pelo ato de avocar, o que resultou na sonegação de informações.

"Há uma centralização indevida de informações que é contrária à lei. Não dá para o chefe de um órgão avocar para si a decisão de passar ou não determinada informação", disse o procurador.

Exército, Marinha e Aeronáutica tratam a ditadura como um tabu. Além de evitar reconhecer os erros e os crimes praticados no passado, as Forças Armadas se negam a colaborar com investigações sobre o tema. A Comissão Nacional da Verdade reclama das dificuldades e obstáculos criados pelas Forças.

"O problema não é o passado, o problema é o comandante do Exército presente decidir, em um Estado Democrático de Direito, o que deve e o que não deve ser informado à sociedade", ressaltou o procurador Sérgio Suiama.

O Exército não comentou o ofício assinado por Enzo Peri. Na tarde desta sexta não havia ninguém no centro de comunicação da Força para comentar o episódio. O general nunca se pronunciou publicamente sobre a ditadura.

    14/08/2011

    Nenhum servidor público é tão lento

    Filed under: A$$oCIAdos,Enzo Peri,FSP — Gilmar Crestani @ 10:35 am
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    E dale privada! Competência, como diria Maluf, é competir…

    Folha (*) demora 12 dias para publicar desmentido

      Publicado em 13/08/2011

    Folha (*): 12 dias entre o "mentido" e o desmentido

    O Conversa Afiada reproduz post do Tijolaço, de Brizola Neto:

    Folha leva 12 dias para publicar desmentido

    Ou o jornalismo da Folha é o mais lento do planeta, ou agiu deliberadamente ao ocultar de seus leitores, por quase duas semanas, que não era verdadeira a informação publicada na primeira página de que o comandante do Exército, general Enzo Peri, estava sendo investigado pelo Ministério Público Militar.

    A matéria publicada domingo, 31 de julho, afirmava isso de forma peremptória, como você vê na ilustração ao lado.

    O Ministério Público Militar negou a informação em nota datada do dia 1º de agosto.

    Só hoje a Folha publicou essa negativa,  como você lê no destaque, matéria que não está disponível na internet.

    E tem toda a pinta de que o fez por notificação judicial, embora diga o que a nota não diz: que o general Peri não está sendo investigado porque não é competência do MPM investigar o comandante da Força, mas do Procurador Geral da República, que é quem nomeia o Procurador- Geral de Jutiça Militar. A nota não diz isso: diz que ele “não é alvo de investigação” do Ministério Público Militar, “até porque o Procurador-Geral de Justiça Militar não dispõe de atribuição para tal.

    Seria bom que a Folha, que publicou tantas matérias dizendo que a nomeação do Embaixador Celso Amorim estaria insatisfazendo os militares, explicasse a seus leitores porque levou 12 dias para publicar um desmentido de uma informação muito grave que ela divulgou, atribuindo aos procuradores e que foi por eles desmentida de pronto.

    Ou, para usar a linguagem do meio militar, explicar a sua inexplicável procastinação.

    Folha (*) demora 12 dias para publicar desmentido | Conversa Afiada

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