Ficha Corrida

20/04/2016

A Vertigem das Listas

Agora, além de tirar os sapatos para entrar nos EUA, os golpistas também tiraram a carapuça e vestiram o chapéu.

Este é o legado da Operação Lava Jato conduzida pelos aloprados do MPF à república bananeira. Enturmados nos propósitos de entregarem os direitos trabalhistas e as empresas nacionais aos interesses econômicos externos, agentes políticos comandados por Rodrigo Janot conseguiram consolidar, em plena era da internet, a imagem bananeira no exterior. O que era para ser República virou, nas mãos dos golpistas, uma ré pública. Não adianta botar a culpa no Congresso se Eduardo CUnha só continua ativo e atentando contra a República por sua omissão.

Aqui se grampeia, se caça, se persegue obsessivamente, se vaza, mas também, ao velho estilo Rubens Ricúpero, se protege. Para proteger CUnha há que se caçar Lula. Octa delatado, Aécio Neves continua um varão ilibado na Lava Jato. Se por um lado pode-se alegar sua prerrogativa parlamentar de foro privilegiado, o mesmo não se pode dizer da eminência parda, Andrea Neves. Para a Lava Jato, Andrea é tão inocente quanto Cláudia Cruz. Ambas têm mais do que foro privilegiado. Tem imunidade. Não são investigadas, muito menos interrogadas, razão pela qual também jamais serão “coercitadas” a deporem em aeroportos. Eduardo CUnha, notório corrupto mundo afora, aqui continua, leve livre e solto e vai depor se quiser e quando quiser, enquanto comando o show no Baile da Ilha Fiscal

Minhas aulas de Direito Penal foram hilárias. Nos tempos de FHC uma campanha publicitária de conscientização do uso de preservativo vendeu pinto por Bráulio, nome de meu professor…  Talvez por isso assalta-me à ideia uma dúvida shakespeariana. O que é criminoso: usar dinheiro de uma instituição pública (CEF) para pagar despesa pública (Bolsa Família), ou gravar clandestinamente a Presidenta e entregar o produto obtido ilegalmente à Rede Globo para divulgar, também de forma ilegal, o conteúdo? Sim, há atenuantes segundo a teleologia dos fins que justificam os meios. O meio ilegal foi um adubo legal para a famiglia comandada por CUnha no Congresso Nacional.

A ideia em construção do golpe foi perpetrada nos porões da Lava Jato. A parceria com a Rede Globo serviu para, ao modo de Goebbels, repetir ad nauseam a cantilena dos bons (Aécio, Cunha, Temer, Bolsonaro) contra os maus  (o governo). Mas o fato inconteste é que os bons estão em todas as listas depois da Lista de Schindler. Os intocáveis da Lava Jato estão  na Lista Falciani do HSBC, na Lista da Operação Zelotes, na Lista de Furnas, na Lista Odebrecht, na Lista Panama Papers, só não estão n’A Vertigem das Listas, do Umberto Eco. Instaurada a cleptocracia, as lagartas transformam-se em borboletas e voam para os EUA…

Os quinta colunas brasileiros têm um patrono: o autor do inestimável Teoria da Dependência, segundo a qual só seríamos independentes quando fôssemos a 51ª estrela na bandeira dos EUA, FHC. O patrocinado da Brasif, mesmo tendo pedido para esquecêssemos tudo o que escreveu, vendeu, com patrocínio da CIA, a ideia  de que o Brasil só pode ser independente se depender dos EUA. Aloysio Nunes foi ao Washington entregar nosso pré-sal em troca de uma estrela na bandeira ianque. Antes, a NSA mandava Edward Snowden ao Brasil para grampear a Petrobrás e a Dilma, agora os golpistas arriam as calças e viram a bunda para a Meca do Norte.

A se julgar pelos precedentes, vem aí novos “empréstimos” ao FMI, que em má hora Lula quitou. A dívida com o FMI é uma forma de aplicarmos aqui o que eles acham melhor lá. O que era um segredo de polichinelo, vazado no convescote de Foz do Iguaçu, tornou-se aberto e escancarado nos projetos do “flexível” senador José Serra, entregar a Petrobrax à Chevron. A ida de Aloysio Nunes nos EUA é a cereja do Complexo de Vira-Lata.

Se Temer é a mão com Parkinson que balança o golpe, Eduardo CUnha é seu papel higiênico em suas mãos. O problema é que a mão trêmula só cumpre o papel de espalhar a merda. E já que estamos neste discurso escatológico, nunca é demais lembrar do Gregório Duvivier, que em boa hora denunciou-os como turma do limpa chão com merda. Por isso este cheiro insuportável que os golpistas exalam.

Na vertigem das listas que se faz no Brasil está para ser completada aquela que relaciona todos os Rodrigo de Grandis do MPF.

Aloysio blinda Cunha, detona OEA e diz que Temer também pediu ajuda aos EUA

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Entrevista do senador Aloysio Nunes (PSDB-SP) à BBC é uma das mais vergonhosas manifestações políticas da história do Brasil; nela, ele garantiu que Eduardo Cunha, o campeão das propinas, será presidente da Câmara até o fim do seu mandato; disse ainda que o vice-presidente Michel Temer reforçou o pedido aos EUA para que o golpe brasileiro não seja chamado de golpe; parlamentar tucano também desqualificou a Organização dos Estados Americanos (OEA), cujo secretário-geral Luis Almagro denunciou o golpe, e disse que o Brasil tem que se afastar dos vizinhos sul-americanos; golpe brasileiro já se transformou em mico internacional e Aloysio passou vexame nos Estados Unidos

19 de Abril de 2016 às 20:16

247 – O senador Aloysio Nunes (PSDB-SP) diz que o vice-presidente Michel Temer (PMDB) lhe telefonou na véspera da viagem para os Estados Unidos preocupado com a difusão do discurso de que "há um golpe em curso no país" e pedindo ajuda para desmontar a tese.

Presidente da Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional do Senado, Aloysio afirma em entrevista à BBC Brasil que defenderá a legitimidade do impeachment em suas reuniões com as autoridades norte-americanas.

"Conversei pouco antes de vir com Temer, quando ele manifestou preocupação com esse tipo de orquestração promovida pelo governo brasileiro, que é profundamente lesiva aos interesses permanentes do país. Uma das coisas que nos distinguem de muitos desses Brics (bloco formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) e outros que concorrem conosco por investimentos internacionais é ser um país onde as instituições democráticas funcionam normalmente, os direitos são respeitados, a imprensa é livre, há segurança jurídica", disse o tucano.

Na entrevista, o senador critica o secretário-geral da Organização dos Estados Americanos (OEA), Luis Almagro. "Creio que o diálogo com esse senhor não resultará luz nenhuma. Ele se transformou num propagandista desta tese que o PT vem sustentando, de que há em curso um golpe no Brasil", afirma.

O tucano diz não ver problemas que o impeachment na Câmara tenha sido conduzido por Eduardo Cunha. "Ele tem essa função. É o presidente da Câmara e será presidente da Câmara até fim do ano.  O que está sendo julgado no impeachment não é o presidente da Câmara, é a presidente Dilma Rousseff. Ela cometeu delitos que são próprios da Presidência da República", ressaltou.

Ele ainda defende que o Brasil mude suas relações com outros países da América do Sul. "O PT, durante muito tempo, fez política externa baseado numa convicção de que os EUA eram uma potência decadente, um país imperialista, e era preciso então que o Brasil se alinhasse a um novo bloco. Isso levou a um desvirtuamento do Mercosul, que de bloco econômico visando a facilitar trocas comerciais e investimentos se transformou em plataforma política. E levou a um alinhamento com países como Venezuela, Equador, Bolívia, com prejuízos de interesses brasileiros. Nós queremos mudar isso. Os EUA têm de ser um grande parceiro nosso", afirmou.

Aloysio blinda Cunha, detona OEA e diz que Temer também pediu ajuda aos EUA | Brasil 24/7

20/10/2015

Com uma meia verdade pode-se contar uma mentira inteira

Pre-sal (2)José Serra e FHC cumprem, por vias transversas, promessa feita a Chevron no convescote de Foz do Iguaçu. A meia verdade é que entidade dos EUA vão processar a Petrobrás nos EUA. A mentira inteira está em não contar que as informações foram fornecidas por aqueles que dizem investigar a Petrobrás para proteger o patrimônio nacional. Sim, há quem queira quebrar a Petrobrás para entrega-la de bandeja, como Petrobrax, aos EUA. Sim, duas matérias saídas em outros jornais explicam muito bem de onde partiu a mentira de ataque à Petrobrás.

A charge do Santiago, ao lado, foi publicada tão logo se anunciou a descoberta do Pré-Sal. Premonitória, mas evidente. Desde o nascimento da Petrobrás se soube que a sua defesa sempre implica na criminalização dos seus defensores.

Se alguém ainda tinha dúvidas a respeito de quem são os Quinta Colunas atuais, e que sempre houveram no Brasil, basta ver o que saiu ontem, mas que a Folha de hoje sonega de forma olímpica:

Agentes dos EUA recolhem provas da Lava Jato em processo contra Petrobrás
Lava Jato terá ajuda dos EUA para investigar Odebrecht

Não é sintomático que as maiores empresas brasileiras, as únicas em condições de competirem com empresas dos EUA, sejam atacadas por todos os flancos?! Alguém consegue imaginar o serviço de inteligência brasileiro, o MPF e a PF indo aos EUA buscar subsídio para processarem a Coca-Cola, o McDonald’s no Brasil?!

Recentemente a Argentina também foi processada pelos fundos abutres nos EUA. Um juiz, nos EUA eles ou são eleitos pelo voto popular ou são indicados pelo Executivo, Thomas Griesa, deu ganho de causa aos abutres. Alguém ainda há de lembrar da arapongagem dos EUA na Petrobrás, revelada pelo ex-espião da NSA, Edward Snowden?! Eles investigava, no Brasil, dois alvos: Dilma Roussef e a Petrobrás. Bingo! As duas entidades que estão sob ataque virulento dos vira-latas também conhecidos como agentes dos interesses dos EUA no Brasil.

Nós brasileiros, ao contrário dos argentinos, já não dependemos de juiz nos EUA para atuar contra o Brasil…

Pimco e mais três entidades processam Petrobras nos EUA

THAIS BILENKY
DE NOVA YORK

19/10/2015 19h09 – Atualizado às 21h12

Na sexta-feira (16), mais quatro autores passaram a processar a Petrobras na Justiça americana. Um deles é a gestora de ativos Pimco, que abriu uma ação individual contra a companhia na corte de Nova York.

Os outros três autores passaram a integrar a ação coletiva já existente, liderada pelo USS, fundo de pensão inglês. São eles o Tesouro estadual da Carolina do Norte, a entidade que representa aposentados no Havaí e o gestor Union Investment.

A adesão das três entidades à ação coletiva não altera o rito na corte, mas fortalece o pleito. A acusação sustenta que US$ 98 bilhões das ações e títulos da Petrobras foram inflados artificialmente pela companhia ao superestimar o valor de alguns de seus principais projetos. Segundo os autores, a diretoria da estatal tinha conhecimento da prática.

Em tese, todos os investidores que tinham participação acionária na Petrobras no período contemplado (2009 a 2015) são representados pela ação coletiva. A abertura de processos individuais mostra confiança de que os autores serão ressarcidos.

A Pimco, gigante do mercado financeiro, acusa a companhia de inflar preços artificialmente e fazer declarações falsas sobre o valor de ativos e lucros. Afirma também que a Petrobras distorceu informações sobre seus métodos de controle interno de corrupção.

A ação cita os ex-presidentes Maria das Graça Foster (2012-2015) e José Sérgio Gabrielli (2005-2012), além de outros funcionários, por supostamente terem ciência das práticas ilícitas.

Entraram como coautores a gestora Allianz, Western Asset e o fundo de pensão de funcionários da Boeing, entre outros.

A ação diz que o valor da Petrobras caiu de US$ 310 bilhões, em 2008, para os atuais US$ 33 bilhões e que a "integridade" da companhia está em xeque. A Pimco pede indenizações a prejuízos acumulados entre 16 outubro de 2010 e 15 de maio de 2015.

REFLEXOS DA LAVA-JATO

Em junho, a Corte de Nova York negou pedido da Petrobras para encerrar a ação coletiva que pede ressarcimento por perdas com corrupção e informou que as partes deverão se preparar para o julgamento até o dia 1º de fevereiro de 2016.

Com a ação, investidores querem recuperar os prejuízos daqueles que aplicaram em ADRs (recibos de ações na Bolsa de NY) ou em títulos de dívida da Petrobras de janeiro de 2010 a março deste ano.

As ações se iniciaram depois da descoberta do escândalo de corrupção na estatal revelado pela Operação Lava Jato.

19/05/2015

Fernando É Rico Cardozo

O Joel Santana da política, fez o que mais gosta, falar mal do Brasil no exterior. Pelo menos desde os tempos de Marco Polo, o mercado não pertence ao rasgador de seda, mas também detesta o deprimido, que puxa para baixo. O pessoal do exterior que lê as entrevistas do amante de Miriam Dutra deve pensar que ele não é brasileiro, mas um frustrado vira-lata em busca de ração no exterior. O ápice do vira-latismo foi aceitar que os diplomatas brasileiros tivessem de tirar os sapatos para entrar nos EUA. A subserviência, o capachismo só não é pior que o ventriloquismo.

Se há algo de elogiável em FHC é sua coerência. Passou uma vida finanCIAda por fundações norte-americanas. Surrupiou do chileno a teoria da dependência, aquela segundo a qual só seríamos independentes se dependêssemos dos EUA. Foi por isso que toda sua política de oito anos de governo foi entregar nosso patrimônio às empresas ianques. O Escândalo do SIVAM explica a entrega da Amazônia a Raytheon. E a EMBRATEL? E a Vale do Rio Doce, a maior empresa de mineração do mundo, foi entregue por um valor inferior à concessão de três aeroportos por Dilma. E os três aeroportos retornam ao poder público depois de 20 anos mas a Vale não retorna mais. FHC não deixou nenhuma obra que se use cimento e tijolos.

Também, o que se pode pode esperar de alguém que é traído até pela própria amante!

FHC explica por que odeia tanto o Lula

Imprensa americana ignorou solenemente o Man of The Year !

O FHC quebra-barraco deu uma entrevista em inglês num inglês de jogador brasileiro que acabou de chegar à Champion’s League.
E deu a um jornal inglês que é escrito por e para banqueiros e economistas de bancos.
A “base popular” do FHC.
(Não deixe de votar no não e sim com Paulo Henrique Amorim: o FHC quebra barraco gosta de rico ? )
A entrevista é um conjunto nulo de obviedades tucanas paulistas.
Mas, a última frase é reveladora:
“The PT has no alternative other than Lula,” Mr Cardoso said.
O Lula é a única alternativa do PT.
É por isso que ele odeia tanto o Lula.
Vai ter que aguentar quatro da Dilma e mais oito do Lula.
Bom é o PSDB que não tem alternativa nenhuma !
Em tempo: como se sabe, o FHC não existe na vida real. Ele é dos exemplares da zoologia fantástica do Borges e só tem vida no PiG – brasileiro e inglês.
Em tempo2: por falar nisso, a imprensa americana não dedicou à cerimônia do Man of the Year na Nova York de Miami uma única misera linha. Nem com a presença de Bill Clinton, em plena campanha presidencial americana. O que dá uma ideia da irrelevância do evento social. Se desse, seria na página de humor.
Paulo Henrique Amorim

FHC explica por que odeia tanto o Lula | Conversa Afiada

 

Apartamento de 11 milhões de Euros em Paris coloca FHC no Guinness, o livro de recordes

Published maio 17, 2015 Uncategorized 3 Comments
Tags:fhc, psdb, tucanato

Guinness ap França

Conheça algumas informações preliminares fundamentais para se entender o recorde que habilita FHC a integrar o Guinness.
Do Blog MEGACIDADANIA
O salário anual do presidente da república é R$ 401.700,00. E o salário anual de FHC como professor universitário é R$ 287.300,00.

Av Foch e mapa de Paris

FHC é dono de um apartamento de 11 milhões de euros ou R$ 37.746.500,00 na Avenue Foch, em Paris!

Portanto, para pagar o suntuoso apartamento da Av Foch, um dos metros quadrados mais caros do mundo, FHC deveria superar os seguintes recordes:

1) teria que trabalhar 131 anos com o salário de professor universitário;
2) teria que trabalhar 93 anos com o salário de presidente da república;
3) teria que trabalhar 55 anos acumulando os dois salários.

E você internauta, concorda que FHC é digno de integrar o GUINNESS BOOK, o livro dos recordes?

CLIQUE E CONFIRA AS FONTES DESTE POST:

O salário da presidente Dilma Rousseff e de ministros do governo
“Acho razoável”, diz FHC sobre salário que recebe na USP
Localização no mapa da Av Foch em Paris na França
Valor do ap de FHC e cópia da reportagem da FSP
Cotação atualizada do Euro

Luizmuller’s Blog | Espaço de divulgação de textos e ações que defendem trabalho decente no Rio Grande e no Brasil

04/01/2015

Perseguição e cerco à Petrobrás continua

Todo dia vazam interesses internacionais à Petrobrás. Desejo antigo, todo ano novo é renovado. A velha mídia, atende quem a finanCIA! Conforme revelou Edward Snowden, a NSA perseguia e grampeava a Petrobrás. Imagine o Brasil fazendo com os EUA o que eles estão querendo fazer com a Correia do Norte porque a Sony  foi hackeada… Para se ter uma ideia de quem finanCIA os a$$oCIAdos do Instituto Millenium basta ver o tratamento que eles dão a estes dois episódios: hackeamento da Sony e arapongagem da NSA na Petrobrás. Em ambos os episódios se posicionam como capachos dos EUA.

Já sabemos muito bem como são estas ONGs sempre a serviço dos interesses do EUA.

Um cara da África do Sul, a colônia do Apartheid, quer nos mostrar transparência? É o mesmo tipo de política do Greenpeace. Só vale para adversários dos EUA. Vamos ver como eles atuaram quando do vazamento de petróleo da BP no Golfo do México, que foi o maior derramamento de petróleo da história dos Estados Unidos. Foram 11 mortos – todos trabalhadores da plataforma, o vazamento de 4,7 milhões de barris de óleo e o comprometimento do litoral de cinco estados, além da habitat marinho. Prejuízo incalculável e irrecuperável.

Essa gente de boa aparência, com cara de padre pedófilo, só engana trouxas. Se querem transparência, exijam dos EUA as provas das armas de destruição em massa no Iraque. Ou de que foi o Governo da Correia do Norte que hackeou a Sony. Ou de como agiu a Inglaterra ao maior dano ecológico ao Golfo do México depois do meteorito que causou a fim dos dinossauros.

Procure no google pelo nome do entrevistado do Estadão, Cobus de Swardt e associe à British Petroleum – BP e terás uma surpresa. Aliás, não terás surpresa alguma. Não há nenhuma manifestação dele sobre o assunto…

Pós-Lava Jato, Globo prega a abertura do pré-sal 

Maílson da Nóbrega quer pré-sal para estrangeiros

Imagens do vazamento da BP no Golfo do México

petrobras-x-petrobrax_tucano

Entrevista. Cobus de Swardt

Chefe da Transparência Internacional vê chance de País enviar recado ao mundo

‘Dilma precisa fazer da Petrobrás um exemplo de transparência’

Jamil Chade

03 Janeiro 2015 | 18h 28

GENEBRA – O governo brasileiro poderá enviar uma forte mensagem neste segundo mandato da presidente Dilma Rousseff se transformar a Petrobrás num “exemplo de transparência e não tolerância com a corrupção”, diz Cobus de Swardt, diretor-gerente da ONG Transparência Internacional, uma das principais entidades de combate a malfeitos do mundo. 

Divulgação

Cobus de Swardt, chefe da Transparência Internacional

O sociólogo sul-africano, que esteve no Brasil em dezembro para uma série de reuniões com autoridades, afirma que essa sinalização do governo tem de ser feita já, a partir de medidas concretas de Dilma. “Não haveria uma mensagem mais forte vinda do Brasil ao resto do mundo mostrando que essa empresa gigante pode mudar para melhor”, diz Swardt, ao comentar a série de escândalos de corrupção envolvendo a estatal petrolífera. 

Em seu discurso de posse, na quinta-feira, Dilma afirmou que defenderá a Petrobrás de “predadores internos” e de “inimigos externos”.

Veja os principais trechos da entrevista do chefe da Transparência Internacional concedida ao Estado:

Como o sr. vê a sequência de escândalos de corrupção no Brasil em 2014?

Infelizmente, a corrupção existe em todos os países. Nenhuma região ou continente está isento desse desafio. No meu país, a África do Sul, temos visto vários escândalos nos últimos anos. Lá, a corrupção é reconhecida como um sério obstáculo à justiça social e à luta contra pobreza e desigualdade. Nem os países no topo do índex da Transparência Internacional da Percepção de Corrupção estão livres de casos de corrupção. A chave é como um país lida com os casos uma vez que são revelados. Países como a Dinamarca, Nova Zelândia e Finlândia estabeleceram um amplo consenso que integridade e responsabilidade são fatores críticos para o sucesso de seus sistemas de governança. Isso não evita totalmente a corrupção. Mas garante uma forma de detectá-la e punir uma vez que ocorra. Voltando ao Brasil, sim, o País tem visto diversos casos de corrupção que chegaram ao público e que foram notícia até mesmo fora do País. Os mais importantes estão relacionados à Petrobrás, que está atraindo muita atenção diante da magnitude do dinheiro desviado da empresa e suas relações aparentes com pessoas na comunidade empresarial e alguns políticos. Existem ainda vários problemas com governos locais pelo País, como as alegações sobre o Metrô de São Paulo e suas relações com políticos locais e empresas estrangeiras. 

O que isso revela do Brasil?

O que é interessante é que escândalos de corrupção que são abertamente debatidos na mídia não significam necessariamente que exista mais corrupção no Brasil, se comparado com anos anteriores ou com outros países. As discussões frequentes e informações sobre corrupção que vemos no Brasil podem também nos dizer que o País tem uma postura aberta para encarar o problema e que os casos não estão mais sendo varridos para baixo do tapete. Durante a campanha eleitoral, a questão esteve presente de forma importante nos debates dos candidatos. Eu, pessoalmente, experimentei essa abertura quando visitei o País no início de dezembro. Tive conversas francas e cândidas com muitas pessoas, independente de sua cor política.

As instituições brasileiras estão preparadas para lidar com a corrupção?

Existem instituições no Brasil que podem lidar com o desafio. Outras estão dispostas a fazê-lo, mas precisam de maior força. E, claro, algumas não estão prontas para o desafio. Sou cuidadoso em não julgar todas as instituições num mesmo pacote. Por exemplo, tenho um profundo respeito pelos esforços da CGU (Controladoria-Geral da União). A tarefa não é fácil em um território tão grande. Também estive reunido com juízes e procuradores extremamente corajosos e comprometidos e que fazem o possível para realizar seus trabalhos de forma correta. Mas existem alguns desafios institucionais que enfrentam, como a falta de recursos ou de leis que precisam ser reformadas e atualizadas para que eles possam trabalhar de forma mais ágil e eficiente. Não podemos esquecer que instituições são criadas por homens e mulheres e, portanto, sempre podem melhorar. É por isso que é importante manter o controle sobre elas e debatê-las em uma sociedade democrática como o Brasil. Um aspecto que não pode ser ignorado é a natureza do sistema político no Brasil. Existem desigualdades entre as regiões. 

Qual impacto os escândalos podem ter na sociedade e na democracia?

Esse impacto pode ser muito importante. Mas ele pode ir por dois caminhos opostos. Se os casos de corrupção forem ignorados e ninguém pagar por eles depois de terem sido investigados e julgados, então isso vai minar a democracia. Estado de Direito e Justiça são vitais para sustentar uma democracia saudável. Se a corrupção prevalecer e houver impunidade aos corruptos, a democracia vai sofrer. De outro lado, se aqueles que devem pagar são punidos e se estabelecem mecanismos para prevenir novos casos, então a democracia está avançando. É triste ver que na América Latina, e não apenas no Brasil, as instituições que lidam de forma mais direta com a vida democrática, como partidos políticos e Parlamentos, tendem a gozar da mais baixa confiança e tendem a ser vistos pela população como aqueles afetados pela praga da corrupção. Várias pesquisas mostram isso. No ano passado, oito de cada dez brasileiros questionados acreditam que os partidos são corruptos ou muito corruptos. Lidar com casos de corrupção, sancionar corruptos, evitar premiar políticos corruptos com nossos votos, essas são as formas para reverter a percepção negativa se queremos que a democracia ganhe força e seja saudável.

Quais desafios a presidente Dilma Rousseff terá em 2015?

Para a presidente, os escândalos recentes de corrupção se traduzem em um início desafiador para seu novo mandato. Mas é também um momento aberto para oportunidades. O que ela fizer nas próximas semanas será extremamente importante. 

Qual deve ser sua resposta em relação à crise na Petrobrás?

Da maior importância será a atitude que ela (Dilma) tomará em relação à Petrobrás. Ela precisa encontrar um equilíbrio bom e honesto entre não interferir no trabalho da Justiça, na condição de chefe do Executivo, mas ao mesmo tempo liderar esforços para fazer da Petrobrás um exemplo de não tolerância em relação ao comportamento corrupto. Ela precisa também trabalhar para tornar essa imensa empresa em um exemplo de transparência. Não haveria uma mensagem mais forte vinda do Brasil ao resto do mundo que mostrando que essa empresa gigante pode mudar para melhor. 

A corrupção pode ser neutralizada?

Certamente, caso contrário eu estaria me dedicando a outro emprego. Gosto da forma que você colocou a questão, apontando para a neutralização do problema. Isso parece mais realista que fazer a corrupção desaparecer completamente. A corrupção pode ser neutralizada. Mas não existe uma fórmula e fatores precisam ser combinados. Você precisa que as vítimas entendam que estão sendo afetadas pela corrupção e que exijam que ele seja parada. Você precisa de instituições que possam intervir de forma eficiente para punir e prevenir. Você também precisa mudar a forma pela qual a sociedade vê a corrupção. E isso tem uma relação com valores e educação. Não é fácil neutralizar a corrupção. Mas é possível. Temos as vítimas, temos os valores e quem em sua mente sã apoiaria ladrões? Temos ainda multidões que podem dizer “não” à corrupção. O que precisamos fazer é agir e unir essas vozes. As pessoas precisam parar de tolerar a corrupção.

08/10/2014

Ou o povo derrota Aécio ou Aécio vai fazer pó do Brasil!

Filed under: Entreguismo,Golpismo,Golpistas,Independência ou Morte,Racismo — Gilmar Crestani @ 8:12 am
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Para um futuro melhor, contra a terceirização do Brasil!

Os EUA já se envolveram em muitas confusões, invasões, guerras por causa do petróleo. Há anos vem massacrando povos no Oriente Médio tudo em nome do Petróleo. As insurreições recentes da Líbia, Egito, Ucrânia, Síria todas tem a ver com o petróleo. As dificuldades de os EUA aceitarem os governos recentes da Venezuela tem um nome: petróleo.

O Brasil que transformou a Petrobrás em Petrobrax para vende-la, agora quer entregar o petróleo que é nosso aos EUA. Será que é apenas para evitar invasão? Por que uma pessoa em sã consciência e lute em defesa do povo do seu país iria querer entregar por trinta dinheiros nossa maior riqueza? Logo agora que foi descoberto o pré-sal e que poderá auxiliar em muito para que o país alcance outro patamar social, com mais acesso à saúde e à educação.

Os ataques à Petrobrás, com a participação dos mesmos grupos de mídia que apoiaram o golpe militar e a ditadura que se seguiu, que aliás contou com a participação da norte-americana através da CIA, se uniram à corrente política dos pés descalços. Aquela que tirava os sapatos para entrar nos EUA.

Alguém em sã consciência me diz por que entregar o nosso petróleo aos EUA? Por que entregar os Estaleiros de Rio Grande, no RS, e SUAPE, em Pernambuco, que empregam milhares de pessoas e desenvolvem a tecnologia da construção de grandes navios e plataformas de petróleo aos EUA? Por que esse Complexo de Vira-Latas?

Alguém que prefere que nossas riquezas seja geridas por outros países ou por empresas de fora é alguém que não sabe gerir nem gosta do próprio país. Pior, é entreguista, um canalha!

Sabe com quem está falando?

Duvido que 1% dos manifestantes de julho de 2013 tenha algum dia lido A Pirâmide e o Trapézio ou Os Donos do Poder, de Raymundo Faoro. Não têm a mínima noção do porque o Brasil já foi considerado a República dos Doutores, que resolvia tudo na base do carteiraço. Exatamente como tentou fazer Lasier Martins com aquele funcionário da Polícia Federal que expedia Passaporte….

Lasier Martins é uma personagem atual mas saída das Memórias de um Sargento de Milícias… É o malandro que usa o um espaço de uma concessão pública, como a TV e Rádio, para se vingar do ex-patrão, tal qual rezava a famosa Lei de Gérson: “"Por que pagar mais caro se o Vila me dá tudo aquilo que eu quero de um bom cigarro? Gosto de levar vantagem em tudo, certo? Leve vantagem você também, leve Vila Rica!". Ao usar uma concessão pública, como a RBS, para se catapultar à política, Lasier Martins é exemplo vivo da propaganda estrelada pelo atleta Gerson da Seleção de 70. Os jovens não precisavam saber disso, mas muito velhaco, que tinha conhecimento deste tipo de malandragem, votaram no malandro. A dúvida é porque também querem levar vantagem em tudo, serem malandros?!

Perdi a paciência e já não estou disposto a sentir vergonha alheia. É difícil engolir que a RBS consiga ter dois representantes no Senado, tendo, com isso, preterido Olívio Dutra por puro “ódio ao PT”. Não há termo de comparação entre Olívio Dutra e Lasier Martins, seja pelo que já fizeram para e pela sociedade gaúcha, sejam em termos de  caráter.

Não suporto voto de manada e vou explicar porque é de manada!

Povinho Bunda!

Um povo que escolhe dois Senadores da República tendo por único “mérito” serem funcionários da RBS merece usar cabresto. E comer grama, no coxo. Ou ração, no chiqueiro.

Não por que isso não fosse previsível. Claro que sim. Afinal, somos o Estado que comemora uma derrota, a Guerra dos Farrapos. Guerra em que puseram os Lanceiros Negros para frente de batalha com a promessa de liberdade. Em Porongos a promessa de liberdade se transformou em massacre.

E aí o Hino Rio-Grandense diz: “povo que não tem virtude acaba por ser escravo”. Como quem diz: vocês, Lanceiros Negros, são escravos porque não têm, mesmo lutado pelo RS, virtude. Por isso devem continuar escravos.

O mesmo Hino que diz, “sirvam nossas façanhas de modelo a toda terra”. Que façanhas? A façanha foi ter perdido a guerra, concluída com o massacre de quem lutou na linha frente, em Porongos…

Povo racista

O bronco, estúpido ignorante e mau caráter Levy Fidelix fez mais votos entre os gaúchos do que entre o povo do Nordeste. Por quê? Na seção em que trabalhei no Menino Deus, em Porto Alegre, fez 10 votos. Menino Deus é um bairro de uma classe média abaixo da média, decadente, mas que pensa que é classe média alta.

patricia-moreiraO povo gaúcho, que se auto denomina o mais politizado do Brasil é o povo que elege um Deputado racista e homofóbico, Luis Carlos Heinze (PP). Olha só o cuidado, as luvas de pelica que a RBS usa para tratar o sujeito: “Em vídeo, deputado gaúcho diz que "quilombolas, índios, gays, lésbicas" são "tudo que não presta". Sorte dele que não é petista, senão a RBS teria posto o nome dele em letras garrafais e xingaria o partido durante várias gerações. Faria o que Lasier Martins confessou que fez com Renato Ribeiro, seu ex-patrão. Contaria no Jornal do Almoço e depois iria para a Rádio Gaúcha fazer dobradinha com Augusto Nardes

E aí vem a pergunta: por que a RBS protege racista? Sim, porque além da identidade ideológica também trabalha na RBS outros racistas, como Cacalo. E é compreensível já que a RBS é repetidora da Globo que tem por Diretor Geral de Jornalismo e Esportes um sujeito que escreveu um livro: “Não Somos Racistas”, Ali Kamel.

Cacalo declarou que chamar alguém de macaco é do folclore do futebol. Quem acredita no Cacalo acredita em qualquer coisa. Sim porque senão por que quem chamou o goleiro Aranha de macaco não chama Rogério Ceni de macaco?!

Um povo que não tem virtude tem um clube excluído de uma competição nacional porque tem torcida racista. O presidente deste clube, na véspera do julgamento, faz uma encenação rocambolesca e suspende uma torcida. Terminado o julgamento, devolve-a aos seus costumes, tripudiando para cima do STJD. Não só, brincando com todos os que não querem mais ver racismo. Por aí se explica porque este povo elege uma pessoa racista e homofóbica como Luis Carlos Heinze (PP).

Há no RS uma componente nazifacista. Às vezes latente, às vezes extravasa e gera um Adão Latorre, especialista em degola.

Ku-Klux-Kan de jaleco branco

O que foi a campanha do CREMERS na semana da eleição senão uma lembrança das procissões da Ku-klux-Kan? Uma classe que jura a defesa da vida não pode tratar a vida dos outros com tamanho desprezo.

O que a máfia de branco pensa das pessoas que não tinham acesso ao atendimento médico e passaram a ter graças ao Mais Médicos? Desprezo.

O ódio ao Mais Médicos por uma parcela dos a$$oCIAdos do CREMERS revela todo o apego pecuniário em detrimento ao respeito mínimo que merece um pobre de periferia. Em algumas celebrações se joga arroz, na dos filiados ao CREMERS pode-se jogar, sem qualquer constrangimento, moedas. São pessoas movidas unicamente pelo dinheiro. São pessoas de valor. Monetário.

Ódio de Classe

E aí volto para um circo de pessoas mais próximas. Pessoas que ou não conseguem perceber que há um massacre da mídia para cima do PT. Um massacre que se revela em “Eu odeio o PT”.

Afinal, por que ninguém odeia o Partido do Bolsonaro, do Marco Feliciano, do Silas Malafaia, do Paulo Maluf, do Luis Carlos Heinze? Simples. Porque a velha mídia sequer condena eles, jamais condenaria o partido. A manada odeia quem a velha mídia manda odiar. Ela não se dá ao cuidado de eleger com seus próprios neurônios um objeto para seu ódio, segue o caminho mais fácil, pronto e acabado, entregue de mão beijada pelos grupos mafioMidiáticos.

Não sou filiado, nem o PT precisa da minha defesa.

O que me incomoda não é o “odeio o PT”, mas a gratuidade do gesto. Como que se fosse um ato impensado, que sai automático, do inconsciente.

Por que será que este ódio parte sempre da direita? A mesma direita que patrocinou uma ditadura, que O Globo saudou em editorial, desejando boas vindas?

Dilma BonnerA ditadura em que as pessoas que deram o golpe também prendiam sem mandado de prisão. Depois de presos, torturavam. Depois de torturar, estupravam. Depois de estupradas, eram mortas. Depois de mortas, esquartejadas. Depois de esquartejadas, espalhadas em valas clandestinas, como a do Cemitério de Perus, em São Paulo. Espalhavam para que as famílias não pudesse encontrar os restos mortais. Como fizeram com o deputado Rubens Paiva. Quem lutou e enfrentou de peito aberto os ditadores e seus sequazes foi Dilma Roussef. Será que vem daí o ódio desta direita hidrófoba? Por que Dilma merece ataque constante da Rede Globo enquanto o ditador João Batista Figueiredo, que dizia preferir o cheiro dos cavalos ao cheiro povo, era tratado como parceiro da casa?

Os ignorantes ou inebriados pelo ódio não se dão conta que jornais, rádios, tvs jamais atacam Jair Bolsonaro, Marco Feliciano, Silas Malafaia, Luis Carlos Heinze. Os partidos a que pertencem estas figuras jamais são atacados por darem guarida a tais espécimes.

Alguém viu Zezé Perrella ser atacado por ser o dono do helicóptero que transportava 450 kg de cocaína? Alguém viu, leu ou ouviu condenação ao partido deste político por te-lo entre suas fileiras? Alguém nas velhas mídias associou Zezé Perrella ao seu amigo Aécio Neves?

Alguém já viu alguma capa da Veja mostrando José Roberto Arruda como condenado por ser Ficha Suja, ou dizendo maldades de seu partido? Ou execrando o Ministro do STF que, instado por um ex-presidente da República, buscou livrar Arruda no TSE? Por que não há condenação ao partido do José Roberto Arruda?

Outro político de Brasília, Luiz Estêvão, foi preso? Alguém viu capas de jornais ou revistas massacrando o partido dele? Aliás, quem lembra qual é o partido deste agora presidiário?

Manchetômetro

piguentosPor que esta diferença de tratamento: condenação generalizada ao partido PT sempre que alguém ligado ao partido é denunciado? Por que não há condenação do PP do Paulo Maluf e do Luis Carlos Heinze? Por que o PMDB de José Sarney, Luiz Estêvão não é hostilizado? Por que o DEM do Demóstenes Torres não é execrado? Por que o PSDB, partido do presidente que comprou a reeleição pagando R$ 200 mil reais para cada deputado que votou pela aprovação da emenda da Reeleição nunca é denegrido em manchetes de jornais ou capas de revistas, nem aparece em reportagens de TV recebendo tratamento vexatório?

As pessoas que não conseguem identificar a diferença de tratamento podem ser comparadas a uma manada. Numa tropilha, à égua-madrinha. Não têm a mínima ideia, mas segue a trilha já pisoteada por quem está na frente. As pessoas que sabem que existem esta diferença de tratamento e, por isso, festejam, parabéns. Vocês venceram. Mas sua companhia me dá asco. Quando as ouço fazem-me lembrar de Sêneca, que dizia preferir ser surdo que ouvir certas pessoas falarem.

Será que é tão difícil perceber isso? O manchetômetro da UFRJ demonstrou por meios estatísticos a diferença de tratamento. Então, não é algo que não esteja à disposição de quem tiver interesse em se esclarecer. Se as pessoas com alguma informação não conseguem perceber a diferença de tratamento que Veja, Estadão, Folha, RBS, Globo dão para políticos que cometem os mesmos crimes porque os que teriam menos instrução se preocupariam com isso?

Piores são os que exatamente por compreenderem esta diferença com ela se congratula. Cheguei numa idade em que posso me dar ao luxo de manda-los à merda, não preciso deste tipo de convivência.

Votar em Aécio significa mais manipulação nos meios mafiomidiáticos, mais tóxico nas ruas, mais cocaína nos aeroportos. Aécio vai deixar a população que hoje recebe atendimento do Mais Médicos, em torno de 15 mil profissionais, sem serviço médico. Vai entregar a Petrobrás aos EUA. O Itamaraty à Marina Silva. O Banco Central ao Banco Itaú. E a Polícia Federal ao José Serra.

Que é isso, Aécio? Pó pará, governador!

26/09/2014

Entenda porque Giannetti, assessor da Marina, quer entregar o pré-sal

EUA bombardeiam campos de petróleo em poder do EI

Pentágono disse que caças americanos, sauditas e dos Emirados destruíram 12 refinarias na Síria

EUA bombardeiam refinarias - AFP

Pentágono garante que debilitou maior parte das refinarias do EI

O ESTADO DE S. PAULO

26 Setembro 2014 | 07h 15

Porta-voz do Pentágono, o contra-almirante John Kirby, disse que caças americanos, sauditas e dos Emirados Árabes Unidos destruíram 12 refinarias

WASHINGTON – O Pentágono garantiu nesta quinta-feira que a "maioria" das refinarias controladas pelos jihadistas do autoproclamado Estado Islâmico (EI) na Síria foram debilitadas nos bombardeios de ontem.

O porta-voz do Pentágono, o contra-almirante John Kirby, disse em entrevista coletiva que caças americanos, sauditas e dos Emirados Árabes Unidos destruíram 12 refinarias móveis operadas pelo EI, uma das principais fontes de financiamento do grupo.

Apesar de Kirby ter garantido que o Pentágono ainda está avaliando a efetividade dos ataques, considera que os mesmos foram bem-sucedidos e são um passo essencial para privar os jihadistas de uma fonte de financiamento que, segundo analistas, proporciona mais de US$ 2 milhões por dia.

Kirby explicou que cada uma das instalações móveis tem capacidade para processar entre 300 e 500 barris de petróleo por dia, que eram depois vendidos pelos jihadistas no mercado negro.

"Assumimos que o EI provavelmente controla várias outras refinarias, estamos analisando essa situação, mas acredito que as 12 constituem a maioria", disse o porta-voz.

Kirby exibiu vídeos e fotografias dos ataques no centro-leste e no nordeste da Síria, nos quais era possível observar como, em alguns casos, parte das instalações petrolíferas, como as torres dos poços, foram poupadas para que a oposição possa operá-las de novo no futuro.

"O que está claro é que não vão poder ser operadas num futuro próximo", explicou Kirby diante das dúvidas suscitadas pela ausência de uma oposição moderada na Síria, que ainda não começou a ser treinada para ocupar o terreno controlado até agora pelo EI.

O Pentágono, que começou a atacar posições jihadistas na Síria nesta semana, informou que, por enquanto, não detectou "uma reação muito grande" entre os extremistas por consequência dos bombardeios nos últimos dias.

Na última rodada de ataques, foram lançadas 41 bombas teleguiadas e de "precisão", enquanto a maior parte dos aviões da missão – dez de um total de 16 – eram de bandeira saudita e dos Emirados Árabes.

Kirby disse que a estratégia na Síria é ir atrás da parte logística, financeira e de suprimentos do EI, enquanto no Iraque o objetivo é debilitar a parte militar e de infantaria.

Pela primeira vez, o porta-voz apresentou uma estimativa preliminar sobre o conteúdo da missão "ofensiva" contra o EI, que foi anunciada em 10 de setembro pelo presidente Barack Obama.

Segundo Kirby, o Pentágono está dedicando entre US$ 7 e 10 milhões por dia para essas missões, mas ainda estão tentando determinar um número mais concreto./ EFE

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