Ficha Corrida

05/11/2014

Diversionismo militante da Folha

De onde menos se espera, de lá mesma é que não sai nada. cp05112014Mais uma capa diversionista, para mudar o foco da crise d’água em São Paulo do PSDB, para o fornecimento de energia no Governo Federal. Cabe a pergunta: o RS e o Ceará diversificaram investindo em energia eólica. O que fez São Paulo da Veja, da Folha, do Estadão, do PSDB?

A Folha não deu nenhuma capa sobre o racionamento d’água em São Paulo. E, pelo jeito, a torcida pelo apagão de energia, como aconteceu com FHC, pode acontecer não só por falta de água, mas para se concretizar mais um desejo da Folha. A partir desta capa, a sabotagem não pode ser descartada. Depois da capa da Veja, da capa desta Folha, para derrubar a Dilma, vale convocar Gilmar Mendes, a família Bolsonaro armada, ressuscitar os fantasmas de 1964. Fala sobre o que pode vir a acontecer, a falta de energia, é mais benéfico para a Folha e o PSDB, do que falar sobre o que está acontecendo exatamente no Estado em que o PSDB governa por mais de 20 anos.

O texto abre com esta pérola: “O Operador Nacional do Sistema (ONS) avisou na quinta-feira (30) a distribuidores e geradores que há risco de serem necessários cortes seletivos de energia para garantir o fornecimento durante os horários de pico, entre janeiro e fevereiro, quando há forte aumento no consumo de eletricidade.”

Uns parágrafos adiante, em soneto de pé quebrado, fecha com chave de ouro: “Procurado, o ONS não se pronunciou, mas sua assessoria confirmou que o alerta foi dado na reunião.”

Com parceiros com a Folha da d. Judith Brito, não é de admirar que o PSDB perca a quarta eleição seguida. Se continuar no mesmo nível dos reservatórios do Sistema Cantareira, perderão mais duas, para o Lula

Verão pode trazer ‘corte seletivo’ de luz

Para garantir que usinas estejam preparadas para pico de demanda, energia seria cortada durante madrugadas

ONS fez alerta ao setor em reunião na última 5ª; para evitar medida, nível de reservatórios tem que chegar a 30%

MACHADO DA COSTADE SÃO PAULO

O Operador Nacional do Sistema (ONS) avisou na quinta-feira (30) a distribuidores e geradores que há risco de serem necessários cortes seletivos de energia para garantir o fornecimento durante os horários de pico, entre janeiro e fevereiro, quando há forte aumento no consumo de eletricidade.

Para manter os reservatórios em nível seguro e evitar apagões nos horários de pico, as usinas deixariam de fornecer energia de madrugada. Os cortes afetariam grandes centros urbanos do Sudeste, como Rio, São Paulo, Campinas, Belo Horizonte e Vitória.

A medida pode ser necessária se as chuvas não forem suficientes para elevar os reservatórios ao nível de 30% em janeiro. Atualmente eles estão em 18,27%. No ano passado, neste período, estavam com 41,62% da capacidade.

Durante reunião do Programa Mensal de Operação (PMO), Francisco José Arteiro de Oliveira, diretor de Planejamento e Programação da Operação do ONS, afirmou que o órgão precisaria operar as usinas hidrelétricas de forma a prepará-las para os horários com maior demanda.

Para evitar quedas inesperadas do sistema, o ONS cortaria seletivamente parte do fornecimento na madrugada. Isso permite o aumento do volume de água nas represas.

EM 2001

PSDB MIDIAn

A operação seria semelhante à planejada pelo governo de Fernando Henrique Cardoso em 2001, quando os reservatórios encontravam-se em nível superior ao atual.

Em novembro daque- le ano, o nível médio dos reservatórios do Sudeste estava em 23,04%.

Em 2001, esse plano foi evitado por fortes precipitações entre novembro e dezembro, mas o governo não escapou de decretar o racionamento no ano seguinte.

Isso porque, diferentemente do que ocorre hoje, as térmicas não complementavam a base do sistema elétrico.

Procurado, o ONS não se pronunciou, mas sua assessoria confirmou que o alerta foi dado na reunião.

O órgão espera um crescimento da demanda de energia da ordem de 5% em fevereiro, mês no qual são registradas as maiores demandas.

Em 6 de fevereiro 2014, foi registrada a máxima histórica de consumo: no Sudeste, a demanda atingiu pico de 51.261 MW. Como comparação, no domingo (2), último dado disponível, o consumo atingiu 38.542 MW.

A Folha apurou que o órgão vem avisando o setor durante as reuniões há três meses e que sua preocupação aumentou recentemente.

O ONS, porém, espera que ocorra um período chuvoso com volume normal de precipitações a partir da segunda quinzena deste mês, o que seria suficiente para atingir um nível seguro de operação dos reservatórios.

A perspectiva é embasada por institutos meteorológicos contratados pelo operador, segundo o órgão.

Caso em abril de 2015 as reservas hídricas do Sudeste alcancem nível próximo de 40%, o racionamento deverá ser descartado pelo ONS.

29/09/2014

Por que este tipo de informação que não sai na RBS?

ANA RBS LEMOSMERCADO ABERTO

MARIA CRISTINA FRIAS cristina.frias@uol.com.br

Cooperativas de energia investem em duas hidrelétricas no interior do RS

A Coogerva, que reúne quatro cooperativas de energia do interior do Rio Grande do Sul, vai construir duas novas PCHs (pequenas centrais hidrelétricas) no Estado.

O investimento será de R$ 236 milhões. Os projetos fazem parte de um leilão de energia vencido pelo grupo para comercialização de eletricidade a partir de 2018.

As PCHs serão construídas em dois pontos do rio da Várzea, entre os municípios de Liberato Salzano, Rodeio Bonito e Nova Tiradentes, no noroeste do Rio Grande do Sul.

A energia será vendida ao mercado regulado. "As usinas terão capacidade para abastecer cerca de 150 mil famílias", diz Elemar Battisti, presidente da Coogerva.

Hoje, apenas parte da eletricidade distribuída pelas cooperativas vêm de geração própria –o restante precisa ser comprado de terceiros.

A Creluz, por exemplo, uma das quatro que compõem o consórcio e que também é presidida por Battisti, produz em seis PCHs próprias 36% do total que distribui.

"O despacho que será gerado pelas novas hidrelétricas dará mais equilíbrio a esse cenário atual", afirma ele.

Do valor necessário para a construção das usinas, 75% deverão sair de financiamentos bancários, ainda de acordo com o executivo.

"Esse é o maior projeto que já desenvolvemos. As duas PCHs serão as mais potentes entre as que pertencem a cooperativas no Estado", diz.

Criadas no passado para suprir o fornecimento de energia em áreas rurais que não eram atendidas pelas concessionárias, as quatro cooperativas atuam hoje em cerca de 150 municípios.

Juntas, Creluz, Coprel, Certel e Cooperluz tem um faturamento anual de aproximadamente R$ 400 milhões.

OUTRA DIMENSÃO

Há seis meses como CEO do Bank of America Merrill Lynch (BofA) no Brasil, Rodrigo Xavier afirma ter se surpreendido com a instituição que passou a comandar.

"Encontrei o banco maior do que eu imaginava", diz.

O Brasil é o quarto mercado para o BofA no mundo.

O executivo conta que, desde o início de sua carreira, deu preferência à área comercial e que esse será o foco de sua gestão.

"Acredito que o que o banco mais precisa agora é de habilidade comercial",afirma. "Minha história foi sempre dedicada a vendas. Sempre agi assim e não é agora que mudarei, pois o meu principal ativo é estar voltado para o cliente", acrescenta.

Xavier foi presidente do banco suíço UBS, ao substituir André Esteves, do início de 2008 a 2009.

Antes de assumir o comando do BofA no Brasil, Xavier foi sócio da Vinci Partners, gestora de recursos que ajudou a fundar.

US$ 2,3 bilhões
foi a receita líquida global no segundo trimestre deste ano, o que equivale a R$ 5,5 bilhões

US$ 11,4 bilhões
foi a receita líquida global em 2013 cerca de R$ 27,5 bilhões

209.500
é o número de funcionários em todo o mundo

530
são os profissionais contratados no Brasil

NO CAMINHO DA INDUSTRIA

O Brasil deverá sediar neste ano 2.222 feiras de negócios, de acordo com levantamento que a Ubrafe (União Brasileira de Promotores de Feiras) divulga hoje.

A região Sudeste concentrará 48% desses eventos, seguida pelo Sul, com 30,6%.

"Quem define o local de realização das feiras é o mercado. Elas seguem o caminho da indústria", afirma o presidente-executivo da entidade, Armando Campos Mello.

"Recife, por exemplo, tem hoje um bom calendário, porque a região se desenvolveu."

Apenas 11 Estados do país possuem boa estrutura para receber feiras –São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito Santo, Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Pernambuco, Ceará, Bahia e Pará.

A cidade de São Paulo tem hoje 270 mil metros quadrados em pavilhões. Dentro de 20 meses, deverão ser entregues obras que ampliarão esse número para 370 mil.

Catavento… A Queiroz Galvão Energia recebeu autorização da Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) para operar comercialmente um complexo eólico no Ceará.

…ativado Esse é o terceiro complexo da empresa a entrar em operação nos últimos dois anos. Com ele, a companhia passa a ter 200 MW de capacidade instalada em eólica.

No mouse A Basf lançará uma plataforma on-line para estimular a inovação. Ela permitirá a interação entre cientistas, especialistas, clientes e público em geral.

MERCADO PRESSIONADO

O Brasil ficou em 14º lugar em um estudo global envolvendo 31 grandes economias sobre a pressão exercida no mercado de trabalho, segundo pesquisa da Hays (de recrutamento) feita em parceria com a Oxford Economics.

O Brasil atingiu 5,4 pontos em uma escala de zero a dez –índices mais altos representam maior dificuldade dos empregadores para encontrar profissionais qualificados.

Entre os fatores que pressionaram o mercado brasileiro, estão a burocracia e o aumento do salário na indústria de alto nível. Há ainda o descompasso entre as competências demandadas e as possuídas pela força de trabalho.

"Existe dificuldade em encontrar profissionais para áreas como engenharias e biotecnologia, por exemplo", diz Carla Rebelo, diretora-geral da Hays no Brasil.

WI-FI NO AVIÃO

A região das Américas é a a menos satisfeita com o transporte aéreo, segundo estudo global da Sita, empresa de comunicação e soluções de tecnologia da informação para o meio aéreo.

Nos países americanos, 28% dos passageiros entrevistados para a pesquisa gostariam de ter melhorias na experiência de viagem.

Na Ásia, são 23%, na Europa, 18% e na África e no Oriente Médio, 16%.

"O Brasil somente agora começou a ter mais contato com tecnologias em aeroportos, por conta das privatizações", afirma Rubens Caldeira, diretor da Sita no Brasil.

Ferramentas móveis auxiliam a reduzir a frustração, segundo o estudo.

Pouco mais da metade dos 6.277 viajantes ouvidos no mundo afirmaram que gostariam de ver investimentos para ter informações sobre o voo em tempo real e serviços de wi-fi dentro do avião.

"Em outros países já é uma realidade receber no smartphone uma notificação da companhia aérea e de autoridades portuárias sobre o traslado ou mesmo com ofertas em lojas do aeroporto."

com LUCIANA DYNIEWICZ, LEANDRO MARTINS e ISADORA SPADONI

22/09/2014

Eu bebo, sim, afinal tem gente que bebe e também cheira!

Aecio_Bebado_presoElena Landau é do tempo em que apagão não era ficção. Ela deve estar saudosa da velha parceria entre os três patetas latinos: FHC, Carlos Menem e Alberto Fujimori. Os outros dois estão presos, e o representante brasileiro só não foi preso, com a compra da reeleição, porque a Globo, via Miriam Dutra, o protegeu. Logo ela que participou da corrida do pires ao FMI querer vir dar lição de economia. FHC liberou tudo, principalmente os cofres, e de que adiantou? Quebrou o Brasil três vezes!

Quem anda de Landau não pode dar lição de modernidade! Por que ela não fala do racionamento d’água em São Paulo? Não admira que o candidato dela esteja atrás até de Marina na própria terra natal. É que a indigência mental é crônica no PSDB.

Escrever tanta bobagem para tentar eleger um bêbado, acenando até com vodca, é para deixar tonto até abstêmio. Xô, fracassomaníaca!

Vê se te enxerga, bagulho!

ELENA LANDAU

Orloff

Cristina Kirchner acaba de aprovar uma lei que dá ao Executivo o poder de fixar preços, determinar estoques e regular produção. Deveria se chamar "Lei do Desabastecimento" porque é lá que vai chegar. Esse filme a gente já viu. Não termina bem.

O governo brasileiro vem fazendo o mesmo no setor de energia. Segurou os ajustes de derivados de petróleo e interveio no setor elétrico. Impôs sua política tanto pelo voto do controlador nas empresas estatais, como por lei, com a MP 579. O resultado é conhecido: as empresas perderam valor e a produção estagnou.

A MP foi uma política populista no melhor estilo. A receita é simples. O governo segura preços e tarifas, reduz a rentabilidade e endivida as empresas. Dá ao consumidor a ilusão de que sua vida melhorou. É tentador, mas não funciona. Afasta investidores, reduz a credibilidade do país e a inflação volta com força. Resta de herança um setor debilitado.

O setor elétrico registra desajuste econômico-financeiro superior a R$ 100 bilhões. A conta vai acabar no colo do Tesouro e vai virar mais inflação e/ou mais imposto. Mesmo assim, a campanha do PT em Minas insiste no erro ao acenar com o controle das tarifas da Cemig. Melhor pensar duas vezes. Lá os dividendos pagos pela empresa complementam o Orçamento do Estado e, ao contrário das estatais federais, não há Tesouro para fechar a conta.

Vão fazer com a empresa mineira o que já fizeram com Eletrobras e Petrobras. A Petrobras é hoje a empresa não financeira mais endividada do mundo e a Eletrobras virou metade do que era.

Toda essa alquimia não impediu que as tarifas subissem. Previsível, mas o populismo gosta de desafiar as leis básicas de economia: ao mesmo tempo que reduziu artificialmente os preços, o governo estimulou ainda mais a demanda. Qual a graça do populismo se o povo não puder abusar do consumo subsidiado?

O planejamento falho esqueceu de cuidar da oferta de energia. Os erros são evidentes: linhas de transmissão não chegam a tempo de escoar energia, 80% das obras estão atrasadas e mais um leilão acaba de ser adiado. Para tentar dar conta desse desequilíbrio, térmicas estão operando sem descanso, independentemente de custo ou impacto ambiental. Transformaram em normalidade o que seria exceção.

O silêncio do governo sobre o uso eficiente de energia beira a irresponsabilidade. Instituições que deveriam preservar o setor do uso político foram cooptadas com facilidade e só observam os reservatórios se esvaziarem perigosamente.

Apesar de todas as evidências que esse modelo intervencionista não funciona, e para nenhum setor da economia, Guido Mantega diz que ele vai continuar. Espero que não.

Não quero ser a Argentina amanhã.

ELENA LANDAU escreve às segundas-feiras nesta coluna.

21/08/2014

Marina nãos sobrevive às próprias palavras

Filed under: Energia Elétrica,Energias Limpas,Marina Silva — Gilmar Crestani @ 9:07 pm
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marina direita

Marina fala do que não entende

21 de agosto de 2014

por Paulo Moreira Leite

Marina Silva entrou na campanha batendo em Dilma Roussef. Em sua primeira entrevista depois que o PSB oficializou a candidatura, ela foi para cima da presidente:

“É lamentável que tenhamos desde 2002 a ameaça de apagão. Eu digo lamentável porque nós temos há 12 anos a mesma pessoa à frente da política energética do nosso país, inicialmente como ministra (de Minas e Energia), depois como chefe da Casa Civil e agora como presidente da República”.

Compreensivelmente em busca de espaço na campanha, Marina mostrou-se desatualizada em matéria de fantasmas criados pela oposição para tentar colocar o governo na defensiva.
O “apagão” foi uma miragem que veio depois do fantasma da hiper-inflação e antes da Copa que não ia acontecer. Era simples factóide, destinado a criar uma ambiente de pessimismo artificial, num país que está longe, muito longe, de ser uma nação sem problemas — mas onde se vive o mais baixo desemprego da história, onde os mais pobres realizaram conquistas inegáveis, inclusive na instalação de luz elétrica, que hoje só não atinge absolutamente 100% de todas as residências porque sempre haverão aqueles lugares perdidos e distantes num país imenso.
O que se procurava, com o fantasma número 2, era nivelar a gestão Lula-Dilma com o governo FHC no qual ocorreram, evetivamente, o governo foi obrigado a organizar um racionamento de energia, produto de uma visão política que não compreendia a necessidade do Brasil crescer e não tomou, é claro, as providências que tornariam isso possível.

O desagradável, no caso, é que a crítica de Marina ajuda a encobrir seu próprio papel nessa história. Como ministra do Meio ambiente, ela fez o possível para atrapalhar o esforço legítimo do governo Lula para garantir o suprimento de energia que permite a uma pessoa assistir TV, tomar banho quente, ligar o computador e até ler um livro à noite — ter acesso a civilização, enfim.
Se é possível apontar falha de projeto aqui, uma decisão errada ali na atuação de qualquer autoridade, em qualquer época, a atuação de Marina leva a outro balanço no campo de energia. Consistiu em impedir investimentos que iriam ajudar os brasileiros pobres, desamparados, a vencer atrasos históricos.
Apoiada numa visão excludente do meio ambiente, pela qual o progresso social pode ser sacrificado em nome da preservação ambiental, sua passagem de cinco anos pelo ministério do Meio Ambiente foi orientada em grande medida para combater a construção de hidrelétricas importantes, responsáveis pela energia mais limpa que se conhece. Se a obras não foram impedidas, foi porque ela não tinha força para isso. Não era apoiada pela maioria dos ministros nem por Lula. Mas Marina fez o possível para atrasar projetos, adiar licitações. Derrotada nas questões de mérito, dava espaço para entreves burocráticos. Jogou duro contra Santo Antônio que, ao lado de Jirau, elevou em 10% o potencial energético do país.
Terceira maior usina do mundo, construída após demoradas negociações e inúmeras concessões ambientais, que reduziram em larga medida seu potencial energético original, Belo Monte, terceira maior usina do mundo, só pode seguir em bom ritmo depois que ela deixou do governo. Nunca deixou de fazer uma campanha permanente contra a construção de Angra 3 e de outras usinas nucleares, principal fonte de energia em países cujo padrão de vida são exemplo para o mundo, como França e Alemanha.

Sete anos depois de deixar o governo Lula, Marina quer mais energia. Em vez de cobrar, seria mais honesto fazer uma autocrítica, certo?

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Paulo Moreira Leite

Marina fala do que não entende | Paulo Moreira Leite

02/07/2014

Choque de gestão do PSDB vira choque elétrico

Filed under: Choque de Gestão,Eletropaulo,Energia Elétrica,PSDB,Tarifas — Gilmar Crestani @ 9:11 am
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psdbEletropaulo terá de restituir R$ 626 mi a usuários, diz Aneel

Valor será dividido em 4 anos, e conta de luz deve ter reajuste um pouco menor no período

JÚLIA BORBADE BRASÍLIA

A Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) manteve nesta terça-feira (1º) determinação de que a Eletropaulo reembolse seus consumidores em R$ 626 milhões.

Parte do valor (25%) já será levada em conta no cálculo do reajuste das tarifas da empresa deste ano, que será aprovado na quinta-feira.

Segundo a Aneel, a concessionária (que atende 20 milhões de clientes na capital paulista e em 23 municípios da região metropolitana) fez cobranças não devidas dos consumidores.

O entendimento é que a empresa incluiu, em seu balanço, investimentos em equipamentos realizados de 2002 a 2011 que não foram realizados na prática.

Com isso, a Eletropaulo fez repasses indevidos de custos às tarifas de energia cobradas dos consumidores, inflando sua remuneração.

Representantes da distribuidora afirmaram que o valor apontado pela empresa é real e que não "constitui vício de ilegalidade". Ela também sustentou que usou padrões definidos pela Aneel para chegar aos resultados.

A restituição aos consumidores será parcelada ao longo de quatro anos, sempre durante o processo de reajuste da tarifa de energia.

Não haverá pagamento direto aos consumidores pelos valores devidos. Na prática, o que deve acontecer é que a conta de luz da Eletropaulo subirá um pouco menos para cobrir o ressarcimento.

A Aneel já havia determinado a restituição no fim de 2013, mas a Eletropaulo entrou com recurso na agência –que resultou na nova análise do processo– e também conseguiu efeito suspensivo do pagamento na Justiça até nova decisão da diretoria.

Segundo a Eletropaulo, a compensação que terá de ser feita aos consumidores representa cerca de 1,7% de sua receita total. A empresa argumenta que sofrerá o impacto em um momento muito delicado, no qual tem tido gastos elevados com a compra de energia para atender a demanda dos consumidores.

03/06/2014

Saiba porque a conjunção dos astros pode fechar fábricas no Nordeste!

Filed under: Energia Elétrica,Manipulação — Gilmar Crestani @ 8:50 am
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Folha HoróscopA Folha dá uma de mãe Dináh é prevê um futuro catastrófico para o Nordeste, exatamente onde a Dilma tem seu maior eleitorado. Agora vamos comparar com outra manchete da Folha: Geradoras tucanas dobram lucro com venda de energia. Numa hora festeja porque, encima dos consumidores, as geradoras administradas por tucanos dá lucro por manterem os preços altos, noutra, faz prognóstico catastrófico porque o alto preço da energia pode fechar fábricas. Este estrabismo ideológico é o tributo mais heterodoxo que o Caso da Parabólica do Rubens Ricúpero: “esconder o que é bom, mostrar o que é ruim para Dilma”; “mostrar o que é bom para os tucanos, e esconder o que  é ruim”.

Será que todo mundo é imbecil é não vê essas manipulações grosseiras?!

 

Alto preço de energia pode fechar fábricas no Nordeste

Sete indústrias precisam renovar contratos com a Chesf, que pede revisão dos valores; extensão depende de Dilma, diz senador

MACHADO DA COSTADE SÃO PAULO

A crise energética, que fez os preços da energia elétrica dispararem, está perto de provocar o fechamento de fábricas no Nordeste.

Sete empresas instaladas na Bahia, em Alagoas e em Pernambuco podem fechar as portas caso contratos antigos com a Chesf, geradora da Eletrobras no Nordeste, não sejam renovados.

Esses contratos de fornecimento, que vencem em junho de 2015, possuem valor de R$ 110 por megawatt-hora (MWh) –muito abaixo do cobrado no mercado.

Atualmente, os preços de contratos semelhantes partem de R$ 300 por MWh.

As companhias são Braskem, Caraíba, Dow Química, Ferbasa, Gerdau, Paranapanema e Vale e empregam diretamente 7.000 pessoas.

Os contratos representam 12% da capacidade de geração da Chesf. Caso eles se encerrem, essa energia será disponibilizada no mercado regulado e usada para baixar os preços da energia em residências e indústrias menores.

Para renovar, a Chesf pede que sejam revistos os preços, o que vai contra o interesse das indústrias.

Os senadores Walter Pinheiro (PT-BA) e Romero Jucá (PMDB-RR) tentam aprovar uma emenda na medida provisória 641. O texto livra a Chesf da responsabilidade de alocar a energia no mercado regulado e permitir a negociação de preços.

Mas Pinheiro diz que é a presidente Dilma Rousseff quem definirá a extensão ou não dos contratos.

"A negociação verdadeira é com o Executivo. Mandamos proposta, mas ainda não tivemos retorno", diz.

A incerteza com a prorrogação já fez com que a produção na região caísse.

No primeiro trimestre, essas empresas receberam R$ 72 milhões por vender energia excedente no mercado de curto prazo, em que podem vender sem contrato e os preços são mais altos.

Unidades podem ser fechadas, como a da Braskem em Alagoas e a da Gerdau em Pernambuco, dizem fontes próximas do assunto.

"A energia é requisito primordial para a competitividade", diz a Braskem.

"Uma não renovação poderá trazer uma significativa perda de competitividade nas usinas da Gerdau na Bahia e em Pernambuco", afirma a Gerdau em nota.

As outras empresas preferiram não se pronunciar.

A Chesf e o Ministério de Minas e Energia não responderam até o fechamento desta edição.

17/04/2014

Este Aécio é um “Flor De Pessoa”!!

Filed under: Bandidagem,CEMIG,Energia Elétrica,Isto é PSDB! — Gilmar Crestani @ 11:04 am
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Ufa! Finalmente alguém largou o controle remoto. Aneel foi à TV desmascarar mentiras da Cemig-PSDB

17 de abril de 2014 | 06:55 Autor: Fernando Brito

aneel

Ontem, a gente publicou aqui o vídeo mentiroso – vamos parar de ter medo da palavra, não é?- veiculado pela Cemig nas emissoras de TV de Minas Gerais, apontando a Aneel e o Governo Federal pelo reajuste que ela própria pediu nas tarifas de luz dos mineiros.

Hoje, publica a resposta, imediata e dura, que a Aneel deu a esta farsa, com um comercial esclarecendo quem pediu aumento, de quanto, o quanto foi autorizado e a explicação de que, desejando, o governo de Minas não precisa sequer aplicar este valor.

É que a Aneel só deu autorização para menos a metade dos brutais 29,74% solicitado pela empresa do Governo de Minas, aquela que tem dinheiro em caixa para se candidatar a comprar usinas na Colômbia.

De quebra, o anúncio da Aneel mostra que o Governo mineiro é o que mais encarece a conta de luz, com a maior alíquota de ICMS sobre energia do país.

É isso aí.

Finalmente alguém compreendeu que tem hora que é preciso largar o controle remoto e passar a mão numa boa e velha borduna.

Lá no final, coloco, para quem não viu, o criminoso “comercial” da Cemig.

Mas, antes, porque parece ser a primeira reação à altura tomada por um órgão deste Governo, desde a aposentadoria do blog da Petrobras,  contra a campanha de manipulação com que procuram engabelar o povo brasileiro

O vídeo e a transcrição de seu texto, enquanto aplaudo de pé que ainda exista alguém com brios na propaganda oficial:

“É falsa a afirmação da CEMIG de que o reajuste na conta de luz dos mineiros é decidido pelo Governo Federal. Na verdade, a CEMIG pediu à ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica) um reajuste de 29,74%nas contas de luz dos consumidores mineiros. A Aneel autorizou 14,24%.
“Ressalte-se que este é o índice máximo. O reajuste nas contas de luz pode ser menor por decisão da CEMIG e do governo mineiro. Hoje grande parte dos consumidores mineiros paga uma alíquota de até 30% de ICMS na sua tarifa de energia, o maior índice do país.
“Foi a ação do Governo Federal que fez com que, no ano passado, os consumidores de todo o país tivessem uma redução média de 20,2% no valor da conta de luz.”.

E aqui, o vídeo sem-vergonha veiculado pelo Governo mineiro, “empurrando” o reajuste que pediu para o colo do Governo Federal.

Em tempo: leio no Painel que ao governo  vai partir “para cima do governo de Minas e da Cemig pela propaganda em que a estatal de energia mineira responsabiliza o governo federal pela alta de 14% na tarifa elétrica. A AGU vai acionar o Estado governado pelo PSDB na Justiça Eleitoral por uso da máquina pública e no Conar por propaganda enganosa”. É isso: ninguém se põe de pé sem buscar seus sentimentos de honra e dignidade.

Ufa! Finalmente alguém largou o controle remoto. Aneel foi à TV desmascarar mentiras da Cemig-PSDB | TIJOLAÇO | “A política, sem polêmica, é a arma das elites.”

16/03/2014

Folha cobra, desesperadamente, aumento da tarifa de energia elétrica

Filed under: Energia Elétrica,Folha de São Paulo,Fracassomaníacos — Gilmar Crestani @ 8:27 am
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CAPA DA FOLHA de 07/01/2013, um ano atrás! Ou a volta da praga de urubu em cavalo gordo!

cp07012013Só faltou a Folha explicar, na matéria deste domingo, porque houve e há aumento do consumo de energia elétrica e de gasolina… apesar da “escassez”…

Houve um tempo em que a Folha publicou (07/01/2013) que os reservatórios estavam vazios e faltaria energia. Não faltou, e mesmo barata, propiciando mais consumo, continua sobrando energia. Folha quer que Dilma aumenta para que haja aumento em cadeia nos produtos da cesta básica e nos produtos industrializados que usam energia elétrica para poder dizer que há inflação.

Desde que Judith Brito deu aquela declaração, o posicionamento da Folha a respeito dos governos de esquerda dispensa apresentações.

Subsídio a energia já atinge os R$ 63 bi

Dispêndio para segurar preços de eletricidade e combustíveis em ano eleitoral iguala gastos com programas sociais

Em proporção do PIB, valor cresceu 310% no governo Dilma, saindo de 0,29% em 2011 para 1,19% neste ano

RAQUEL LANDIMDE SÃO PAULO

Os gastos para evitar reajustes na conta de luz, na gasolina e no diesel às vésperas das eleições presidenciais podem chegar a R$ 63 bilhões neste ano, conforme cálculo feito pelo CBIE (Centro Brasileiro de Infraestrutura) a pedido da Folha.

O valor disparou em proporção do PIB (Produto Interno Bruto) no governo da presidente Dilma Rousseff, saindo de 0,29% em 2011 para 1,19% neste ano.

Para especialistas, os subsídios drenam o caixa da Petrobras, derrubando os investimentos e o preço das ações da estatal, prejudicam o setor de etanol com a concorrência desleal entre álcool e gasolina e estimulam o consumo de eletricidade em época de risco de racionamento.

A Petrobras não comenta. O Ministério de Minas e Energia sustenta que o socorro ao setor elétrico é um empréstimo, já que o Tesouro será ressarcido nos próximos cinco anos.

Os desembolsos desses subsídios serão feitos, direta ou indiretamente, pela Petrobras (R$ 42 bilhões), que banca a diferença entre os preços dos combustíveis praticados no exterior e no Brasil, pelo Tesouro (R$ 13 bilhões), que vai cobrir parte do rombo das distribuidoras de energia, e pelos bancos (R$ 8 bilhões) que financiarem a CCEE (Câmara de Comercialização de Energia Elétrica).

A câmara, que pertence às empresas e atua na regulação do mercado, vai captar recursos para ajudar as distribuidoras, com o compromisso de que as tarifas de luz serão reajustadas a partir de 2015 para pagar os empréstimos.

"O rombo no setor de energia seria suficiente para dobrar os investimentos públicos, uma das grandes frustrações do país", diz Mansueto de Almeida, especialista em finanças públicas. No ano passado, o governo investiu R$ 63,2 bilhões, incluindo o Minha Casa, Minha Vida.

Os gastos para evitar o encarecimento da energia são quase iguais aos da assistência social, incluindo o Bolsa Família (R$ 62,5 bilhões), e superam os desembolsos com seguro desemprego e abono salarial (R$ 46,4 bilhões).

"Os subsídios escondem da sociedade o preço alto da energia, mas isso acaba sendo cobrado de outra forma", diz Paulo Pedrosa, presidente da Abrace (associação dos grandes consumidores).

"O governo cometeu um erro grave ao baixar os preços da eletricidade no momento em que precisou ligar todas as termelétricas", disse Adriano Pires, diretor do CBIE.

Desde 2012, quando Dilma anunciou que a tarifa de luz cairia, dois fatores pressionaram os custos para as distribuidoras. Com a falta de chuvas, foi preciso acionar as termelétricas, mais caras que as hidrelétricas. Além disso, as distribuidoras não conseguiram comprar energia suficiente nos leilões e tiveram que recorrer ao mercado livre, a preços bem maiores.

Cemig, Cesp e Copel –estatais controladas por governos de oposição que preferiram não renovar suas concessões– praticamente saíram dos leilões de longo prazo e estão vendendo sua energia no mercado livre.

No setor de combustíveis, a situação também é preocupante. As dificuldades de produção e refino da Petrobras fizeram a participação do diesel importado no consumo nacional sair de 8% em 2009 para 17% em 2013. Na gasolina, a alta foi de 0% para 9%.

    31/12/2013

    Notícia quentinha vinda da Argentina

    Filed under: Argentina,Calor,Carlos Menem,Energia Elétrica,Neoliberalismo,Privatidoações — Gilmar Crestani @ 8:18 am
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    EL PAIS › UN NUEVO RECORD, DESPUES DE NUEVE DIAS CONSECUTIVOS DE TEMPERATURAS EXTREMAS

    La ola de calor más extensa de la historia

    Según informó anoche el Ministerio de Defensa, desde 1906, cuando el Servicio Metereológico Nacional comenzó a elaborar registros, el de los últimos días fue el período más extenso de ola de calor. Se espera un alivio para el inicio de 2014.

    Al cumplirse ayer el noveno día consecutivo con temperaturas extremas, “se está en presencia de la ola de calor más extensa de que se tenga registro”, informó ayer el Ministerio de Defensa.

    Con 40,8 grados de sensación térmica y una máxima de 37,2, los porteños mantuvieron sus máximas expectativas en el anuncio de lluvias fuertes, pronosticadas por el Servicio Meteorológico para la medianoche de ayer, y en el bajón de temperatura previsto para el jueves o viernes, con una caída de 10 grados. Lejos, geográfica y climáticamente, Santiago del Estero alcanzó el pico de temperatura máxima del país, con 43 grados reales, mientras que la sensación térmica más alta, la friolera –por llamarla equívocamente– de 48,2, fue sufrida en Reconquista, al norte de Santa Fe. Más allá de la tormenta anunciada para la madrugada de hoy (al cierre de esta edición no había dado señales de presencia) el SMN pronosticó que no modificará ni mínimas ni máximas porteñas hasta al menos el jueves, cuando la mínima esperada será de 18 y la máxima de 28, esto es, casi 10 grados de diferencia, caída que se acentuará el viernes con presuntos 14 y 24 de mínima y máxima. Será entonces el supuesto final de la presente ola de calor, que llevará para entonces la cifra record de 10 días corridos.

    El Servicio Meteorológico Nacional (SMN) informó que las temperaturas más altas volvieron a darse en Santiago del Estero, con 43 grados en la capital provincial, seguida por San Fernando del Valle de Catamarca, con 42,1 y Orán, en Salta, con 41.

    A las cuatro de la tarde, según el informe de dicho organismo, la sensación térmica alcanzó sus picos más altos en todo el país, con 48,2 grados en Reconquista, 46 en Sunchales, ambos de la sojera Santa Fe; 44,6 en Resistencia, Chaco; 44,3 en Tucumán; 44,2 en Paso de los Libres, Corrientes; y 40,6 en La Rioja.

    La Ciudad de Buenos Aires pudo subirse al podio no deseable, con 40,8 de sensación, mientras que la temperatura real máxima fue de 37,2 grados.

    El alerta rojo se mantuvo para hoy en Buenos Aires y Rosario porque las temperaturas altas que se registran en el centro y norte del país se mantendrán durante el día de hoy. Pero anunció que las cifras altas tenderán a ceder el jueves, debido al ingreso de una masa de aire fresco.

    Respecto del anuncio de tormenta, el informe del SMN la preveía para pasada la medianoche de ayer y durante la madrugada de hoy, con un alerta vigente durante todo el día, técnicamente bajo la denominación de “probables tormentas fuertes y/o severas” en Capital Federal, centro y norte de la provincia de Buenos Aires, Entre Ríos, norte de La Pampa, San Luis, sur y centro de Santa Fe y el Río de la Plata.

    Para cerrar el año, el pronóstico de temperaturas sigue sin siquiera rozar lo agradable, con mínimas de entre 20 y 28 grados y máximas de entre 32 y 45. El SMN también previó “nubosidad variable, tiempo inestable, probabilidad de tormentas aisladas y mejorando, con vientos moderados a leves del sector sur” y para el miércoles 1º de enero, “nubosidad variable, tiempo inestable, vientos leves del sector Este y rotando al sector Sur”.

    Página/12 :: El país :: La ola de calor más extensa de la historia

    Quem apostou nos jornais, perdeu na Bovespa

     

    Guerra psicológica de 2013 terminou em fracasso

    :

    Ontem, em cadeia nacional de rádio e televisão, a presidente Dilma Rousseff fez um alerta; disse que a "guerra psicológica" que tenta infundir desânimo e pessimismo pode inibir investimentos e retardar o crescimento; na virada de 2012 para 2013, aconteceu um desses fenômenos, quando os jornais Folha e Globo tentaram convencer a opinião pública que havia risco iminente de racionamento de energia elétrica; nesta segunda-feira, o jornal Valor Econômico, que pertence aos grupos Globo e Folha, informa que a expansão do sistema elétrico em 2013 foi a maior em três anos

    Brasil 24/7

    Índice Bovespa fecha o ano com queda de 15,5%

    Reprodução:

    Foi o pior desempenho entre os principais índices acionários globais e, em meio a um cenário repleto de incertezas, especialistas estão pouco otimistas em relação a 2014

    Brasil 24/7

    12/06/2013

    Mestres do Apagão

    Filed under: Apagão,Energia Elétrica,Política Energética — Gilmar Crestani @ 7:59 am
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    Os caras, quando no governo, causaram o maior apagão energético que este país já teve. Mas como são amigos da D. Judith Brito, sempre terão espaços entre os a$$oCIAdos do Instituto Millenium.

    DAVID ZYLBERSZTAJN E ADRIANO PIRES RODRIGUES

    TENDÊNCIAS/DEBATES

    Reflexões e sugestões sobre a energia no Brasil

    O governo usa as empresas estatais de energia como instrumento de política econômica. É de se esperar que percam valor

    Não há melhor ocasião para propor uma reflexão sobre o setor energético brasileiro.

    A transformação na área nos Estados Unidos é realidade. Em 2015, o país superará a Rússia como principal produtor de gás natural. Em 2017, ultrapassará a Arábia Saudita na produção de petróleo e, em 2035, se tornará exportador do óleo.

    O pilar da política energética americana é o estímulo ao empreendedorismo, à inovação e às regras de mercado. Uma corrida em busca de novas tecnologias permite a competição entre produtores e a incorporação de formas de energia, com forte participação das renováveis.

    O incentivo ao crescimento da oferta conduz, naturalmente, à queda dos preços. Lá, o papel do governo resume-se a garantir a competição por meio da regulação e incentivar o aumento da eficiência.

    No Brasil, sabemos que apelar às regras do mercado causa fortes alergias a determinados setores políticos e econômicos. Aqui, o governo usa as empresas estatais de energia como instrumento de política econômica e para promover práticas populistas. Não é por acaso a enorme perda de valor das grandes estatais, como Petrobras e Eletrobras, vítimas da surrada, testada e reconhecidamente inócua justificativa de controle da inflação.

    Esse breve "recordar é viver" nos leva à medida provisória nº 579, a MP do Setor Elétrico, que aumentou a intervenção estatal. Como toda solução populista, a redução de tarifas vem sendo comemorada. Mas, da forma como está sendo feita, quando há escassez de energia no mercado, caem a qualidade dos serviços e o investimento. E aumenta o risco de faltar energia no médio e longo prazo. O subsídio concedido para ocorrer redução de tarifas passa a ser pago pelo contribuinte em vez de ser pago pelo consumidor. Ou seja, a mesma pessoa paga. Só muda o bolso.

    Isso já acontecia no setor de petróleo: longo período sem licitações e redução da área exploratória. Na Petrobras, projetos abandonados, não cumprimento dos planos de investimentos e das metas de produção, importações crescentes, necessidade de capitalização, piora expressiva dos resultados e vendas subsidiadas de diesel e gasolina.

    O erro mais grave do governo no setor foi o de suspender os leilões em 2008. Eles acabam de ser retomados de modo bem-sucedido, utilizando-se os mesmos mecanismos anteriormente criticados. Da mesma forma, ao congelar os preços da gasolina, o governo acabou com a concorrência com o etanol. Consequentemente, levou o setor a uma crise para a qual, por enquanto, não se enxerga uma saída.

    Até quando vamos ter de conviver com o uso das estatais como instrumento de política econômica? Até quando teremos de ver o governo desrespeitar acionistas minoritários e as agências reguladoras terem a autonomia limitada? Até quando a sociedade será confrontada com planos improvisados?

    Urge uma política energética que leve em consideração a existência das forças de mercado e que imponha a estabilidade regulatória. A melhor forma de aumentar a oferta de energia e ter preços competitivos é estimular a concorrência.

    Ou se resgatam as boas práticas de mercado ou viveremos num cenário permanente de incertezas e riscos. O paradoxo brasileiro é possuir tamanha diversidade de fontes primárias de energia –nosso diferencial– diante de tanta ineficiência.

    O combate à inflação se faz, primordialmente, com controle de gastos públicos e estímulos à oferta. O setor de energia não foge à regra e precisa de estímulo e confiança para investir.

    Preços competitivos de energia são alcançados quando as políticas de governo levam em consideração as regras de mercado, que acabam por incentivar o uso racional e a segurança de abastecimento.

    DAVID ZYLBERSZTAJN, 58, é diretor da DZ Negócios com Energia. Foi secretário de Energia do Estado de São Paulo (1995-1997) e diretor-geral da Agência Nacional do Petróleo (1998-2001)
    ADRIANO PIRES RODRIGUES, 57, é diretor do Centro Brasileiro de Infraestrutura (CBIE)

    02/02/2013

    A energia Light da Globo

    Filed under: Energia Elétrica,Light,Rede Globo de Corrupção,Tarifas — Gilmar Crestani @ 10:27 am
    O mistério da TV Globo ser contra sua própria conta de luz mais barata

    Quanto é a conta de luz do PROJAC e dos demais estúdios da TV Globo espalhados pelo Brasil? Com certeza é uma das maiores despesas administrativas de uma emissora movida à luzes, câmeras, ação, secadores de cabelo, ar condicionado, etc. Por isso deveria estar exultante com a redução na conta de luz, como qualquer empresário do setor produtivo. Qualquer dono de bar que terá um alívio nas despesas com o freezer sente isso. Qualquer salão de beleza que gastará menos com secadores e chapinhas também.
    No entanto, a TV Globo, inexplicavelmente não gostou e até criticou o governo Dilma, chegando a apoiar a oposição capitaneada pelo senador Aécio Neves (PMDB-MG), que desejava "melar" a conta de luz mais barata para privilegiar os lucros dos banqueiros investidores nas empresas geradoras de eletricidade, como a CEMIG.
    Como os irmãos Marinho, donos da Globo, não são loucos a ponto de rasgarem dinheiro (muito pelo contrário são bastante pragmáticos neste ponto), a única explicação visível no horizonte é a emissora ter algum negócio de bastidor inconfessável ao distinto público, como, por exemplo, uma suposta negociação direta com a Light (distribuidora de energia no Rio), para comprar a energia mais barata do que este desconto.
    Detalhe: a Light é controlada pela CEMIG, estatal do governo de Minas, sob a esfera de influência do senador Aécio Neves (PSDB-MG).
    Vamos desenhar: para a Light valeria a pena vender a energia para a Globo bem baratinha (até "de graça"), se a emissora conseguisse, com seu noticiário urubulógico, derrubar o desconto na minha, na sua e na conta de luz do resto dos brasileiros, garantindo maiores lucros para a CEMIG.
    A TV Bandeirantes, por exemplo, chegou a fazer um editorial em seu principal telejornal no dia seguinte ao pronunciamento da presidenta Dilma, apoiando a atitude e firmeza em "ferir interesses de poucos em função do interesse de muitos".
    Cadê um editorial da Globo para explicar o por que de ser contra baratear sua própria conta de luz?

    Os Amigos do Presidente Lula

    31/01/2013

    PSDB e mídia vinculam aumento da gasolina a energia mais barata

    Filed under: Energia Elétrica,Grupos Mafiomidiáticos,Tarifas — Gilmar Crestani @ 9:51 am

    Resumindo, com luz fica mais claro. Quer ver? A luz beneficia a todos; a gasolina, não!

    PSDB e mídia vinculam aumento da gasolina a energia mais barata

    Posted by eduguim on 30/01/13

    Os principais jornais de quarta-feira (30) amanheceram com destaque principal de primeira página para o primeiro aumento de gasolina da Petrobrás para as refinarias desde 2005, há mais de sete anos. Em média, o aumento deverá ser de 6,6% nos produtores.

    Todavia, como a gasolina é misturada com 20% de álcool, o reajuste aos consumidores deverá ser de míseros 4% nas bombas.

    Dias antes do aumento, o PSDB passou a inundar redes sociais na internet com a versão de que o governo estaria dando com uma mão ao consumidor e tirando com outra, vendendo a história de que o aumento da gasolina anularia o da energia elétrica.

    Além disso, o partido de oposição vem alardeando que o suposto “escambo” governamental teria a intenção de anular, nos índices de inflação, o peso do aumento da gasolina.

    Os jornais desta quarta-feira compraram integralmente a versão tucana e deram a ela um destaque grandiloqüente em suas primeiras páginas. Nos telejornais será a mesma coisa: tentarão vender ao público que ninguém ganhou nada com a redução da conta de luz.

    Detalhe: fracassado o alarmismo sobre racionamento, apagão etc., a direita midiática teve essa idéia de “jênio” (By PHA).

    Trata-se de uma falácia. Estudo do Sindicato Nacional da Indústria de Componentes para Veículos Automotores (Sindipeças) mostra que a frota brasileira de veículos automotores tem 32,9 milhões de automóveis e comerciais leves, 1,54 milhão de caminhões, 354 mil ônibus e 11,674 milhões de motocicletas. Com isso, relação de veículos por habitantes no país é de 1 para 4. Ou seja: só um quarto dos brasileiros tem algum veículo.

    Não é preciso ser muito esperto para notar que é uma empulhação dizer que 4% de aumento no preço dos combustíveis anulará média de 20% de desconto nas contas de luz (18% para residências e 32% para empresas), pois 98% dos brasileiros têm energia elétrica em casa e só ¼ tem veículos.

    O peso da redução no preço da energia elétrica, portanto, é muito maior do que o aumento irrisório no preço dos combustíveis. E isso sem falar que, de 2005 para cá, todos passaram a ganhar salários muito maiores enquanto que os combustíveis não subiram.

    Até mesmo em termos de politicagem a estratégia da mídia e do PSDB para desgastar o governo Dilma é inepta. É óbvio que não são 25% dos brasileiros que têm carro ou qualquer outro veículo. Neste país de renda concentrada, uma minoria tem vários veículos.

    A reação da grande maioria, mesmo de quem acreditar que o governo trocou aumento em combustível por desconto na energia elétrica, será de desprezo pelo aumento. A esmagadora maioria que não tem carro achará muito justa a troca que não houve.

    PSDB e mídia vinculam aumento da gasolina a energia mais barata | Blog da Cidadania

    27/01/2013

    Faltou luz… à Folha!

    OMBUDSMAN

    SUZANA SINGER ombudsman@uol.com.br @folha_ombudsman

    Lusco-fusco

    Jornal exagerou risco de racionamento e destacou pouco as vantagens do corte na tarifa de luz

    Em pronunciamento em rede de rádio e televisão, na quarta-feira passada, a presidente Dilma criticou aqueles que, "por precipitação, desinformação ou algum outro motivo", previram racionamento de energia e duvidaram que o governo conseguiria reduzir a conta de luz.

    A carapuça serviria na Folha? De certa forma, sim.

    Nos últimos cinco meses, o jornal exagerou o risco de racionamento e destacou pouco as vantagens econômicas advindas da queda do preço da energia.

    A Folha começou essa cobertura com um gol: informou, com exclusividade, que Dilma anunciaria, na véspera do feriado de 7 de Setembro, uma diminuição na conta de luz de casas e indústrias.

    Seguiram-se várias reportagens que questionavam os custos desse corte e, depois, uma série de notícias sobre a situação preocupante dos reservatórios por causa da escassez de chuvas.

    Até aí, tudo bem, é papel da imprensa revelar problemas que o governo prefere manter longe dos olhos do público. Não se trata de "falta de fé" no país, como disse Dilma, num apelo nada democrático ao nacionalismo.

    O problema é que o noticiário embarcou numa toada cética e crítica. Basta ver os títulos:

    "Conta de luz para residências pode cair só 10% em vez de 16,2%"

    "Para compensar luz barata, imposto nos Estados pode subir"

    "Com tarifa menor, elétrica deve distribuir menos lucro"

    "Luz mais barata ‘corrói’ verbas sociais"

    "’Apaguinhos’ crescem e corte de luz bate recorde em 2012"

    "Para analista, chuvas não vão encher reservatórios"

    Há 20 dias, a manchete do jornal anunciava que "Escassez de luz faz Dilma convocar o setor elétrico". O título interno era ainda mais alarmista: "Racionamento de luz acende sinal amarelo".

    Tratava-se de um exagero, baseado, em parte, em uma informação errada obtida em "off": a tal reunião de emergência, que a presidente teria convocado durante as férias, estava agendada desde dezembro. O jornal publicou só uma correção.

    Na terça-feira passada, o alarme tocou novamente, desta vez por causa de 2014: "Para Aneel, há risco de faltar luz na Copa", dizia a capa de "Mercado". A reportagem usou um relatório que aponta problemas graves no cronograma das obras que garantirão energia para as cidades-sede do Mundial. Só que o jornal não mencionou que, entre as conclusões, havia a ressalva de que "a maioria desses atrasos não oferece risco iminente ao abastecimento de energia para a Copa de 2014".

    A Redação não acha que errou, já que o relatório deixa claro que, se não houver "aceleração urgente" no ritmo de implantação das obras, haverá risco de falta de luz.

    Esse último exemplo ilustra bem o problema geral dessa cobertura: tirando o governo, ninguém duvida que o sistema energético brasileiro trabalha no seu limite e que as obras para ampliá-lo estão atrasadas. É preciso apontar isso, mas sem exagerar a dose. Entre o mundo róseo descrito por Dilma na televisão e o pré-caos pintado pela Folha, deve estar a realidade.

    Um grande jornal, um grande erro

    Nas Redações, o assunto da semana foi a imensa "barriga" (notícia errada) dada pelo "El País", um dos melhores jornais do mundo. Na quinta-feira, em parte de sua edição impressa e por meia hora no seu site, o diário espanhol publicou uma fotografia do que seria Hugo Chávez internado em Cuba. Era, na verdade, uma imagem tirada de um vídeo de medicina de 2008, disponível no YouTube.

    O alerta sobre o engano foi dado nas redes sociais. O jornal tirou a foto do ar, interrompeu a impressão, mas o estrago estava feito. Em nota, o "El País" pediu desculpas aos leitores e disse que vai investigar a causa do erro, além de revisar os processos de checagem.

    O vexame serviu de pretexto para ataques do governo venezuelano e da presidente da Argentina no melhor estilo "El PIG": o erro seria parte de um complô internacional para derrubar Chávez.

    Delírios políticos à parte, cabe perguntar: se fosse verdadeira, a fotografia deveria ter sido publicada com tamanho destaque (alto da "Primeira Página")?

    Na nota aos leitores, o jornal espanhol justifica que "a imagem era pertinente diante da enorme polêmica a respeito da doença de Chávez". O manual de Redação do "El País" determina que "fotografias com imagens desagradáveis só serão publicadas quando adicionarem informação".

    Só que a foto foi vendida sem data certa (o jornal dizia que havia sido feita "há alguns dias") e sem explicação sobre a circunstância em que foi tirada. Sem esses dados, a imagem não diz muito. O falso Chávez aparece entubado, mas isso poderia ser parte de um procedimento cirúrgico.

    A força da imagem, se verdadeira, estaria no fato de ter sido obtida rompendo o cerco autoritário de Cuba e contra a vontade do governo venezuelano, que lida com a doença sem nenhuma transparência. Seria um "olé" da imprensa livre. Acabou sendo um erro vergonhoso.

    Diagnóstico cirúrgico, incisivo e fulminante

    Filed under: Energia Elétrica,Golpismo,Grupos Mafiomidiáticos,Janio de Freitas,Tarifas — Gilmar Crestani @ 8:12 am

    É ler para compreender porque, mesmo discordando com muita coisa do que vem dominando a política do Governo Federal, não se pode baixar a guarda quando o interesse dos grupos mafiomidiáticos ficam cada vez mais claros e obsessivos. Acredite, se estiveres do mesmo lado destas cinco famiglias (Frias, Mesquita, Sirotsky, Civita & Marinho) que dominam o mercado da informação, bom sujeito não é! Não há meio termo, ou és mal informado ou mal intencionado.

    JANIO DE FREITAS

    Contra o desejado

    Na maioria dos temas econômicos, o direcionamento é predominantemente determinado por política

    Os juros em alturas imorais eram acusados de impedir a retomada efetiva do crescimento e a capacidade da indústria de competir com a produção estrangeira. Os juros foram baixados. E as correntes que os culpavam entregaram-se a intensas e extensas críticas à sua redução. A energia cara era há muito acusada de obstruir o crescimento econômico e a capacidade de competição da indústria brasileira. Foi reduzida em 32%, um terço, para a produção industrial. E as correntes que a culpavam se entregam a criticá-la e desacreditá-la.

    Esse jogo de incoerências proporciona noções importantes para os cidadãos, mas de percepção dificultada pela próprio jogo.

    Está evidente na contradição das atitudes o quanto há de política no que é servido ao público a respeito de assuntos econômicos. Na maioria dos assuntos dessa área, o direcionamento é predominantemente determinado por política, e não pela objetividade econômica.

    É assim por parte dos dois lados. Mas não de maneira equitativa. Os economistas mais identificados com o capital privado do que abertos a problemas sociais, ou a projeções do interesse nacional, fazem a ampla maioria dos ouvidos e seguidos pelos meios de comunicação.

    É esse o desdobramento natural da identificação ideológica e política e das conveniências mútuas, entre empresas capitalistas e "técnicos" do capitalismo. Mas não necessariamente, como supõem certas interpretações ditas de esquerda, um desdobramento forçado aos jornalistas. Também entre os comentaristas e editores há, é provável que em maioria, identificação com os economistas do capital. E, em certos casos, com o capital mesmo. O que vai implicar tratamento político -de apoio ou de oposição- a decisões econômicas e respectivos autores.

    Foi a essas críticas políticas que, a meu ver, Dilma Rousseff respondeu junto com a comunicação do corte maior no preço da energia. Nada a ver com o lançamento de campanha reeleitoral que lhe foi atribuído pelo presidente do PSDB, deputado Sérgio Guerra, logo seguido pelos porta-vozes, assumidos ou não, do PSDB e dos remanescentes do neoliberalismo.

    Do alto de sua aprovação pessoal e da aprovação ao seu governo, o que de menos Dilma Rousseff precisa é precipitar a disputa eleitoral. Essa necessidade não é dela, é dos oposicionistas -como se viu, há pouco, Fernando Henrique propondo o início imediato de um périplo eleitoreiro de Aécio Neves pelo país afora.

    Dilma Rousseff fez a promoção de seu governo como Fernando Henrique fazia do seu, e todos os presidentes fizeram e fazem. A afirmação de que falou como candidata leva a uma pergunta: se não a favor do seu governo e da novidade que lança, nem há algo grave, como é que um/uma presidente deve falar?

    A redução do preço da energia e a queda dos juros agravam o aturdimento da oposição representada pelo PSDB. Se nela não brota nem uma ideiazinha nova, para contrapor à queda de juros, desoneração da folha de pagamento, redução do IPI, ampliação do crédito para casa própria, só lhe resta dizer que isso não passa de um amontoado de medidas de um governo sem rumo. Mas não ver nesse amontoado, ainda que para criticar, uma coerência e um sentido de política a um só tempo industrial e social, aí já é problema para quem organiza o Enem.

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