Ficha Corrida

15/09/2015

Reação tardia, mas necessária

ovo da serpenteSe Lula, Dilma e o PT tivessem revidado nas mesmas proporções, o ovo da serpente não teria resultado na marcha dos zumbis. O ódio destila pelos assoCIAdos do Instituto Millenium existe desde que Lula apareceu no cenário político-sindical.

Esse magarefe aí, agora processado pelo Lula, é fichinha diante do que já disseram outros ilustres celetistas das cinco irmãs (Veja, RBS, Globo, Folha, Estadão).

Infelizmente, o PT tem baixado a cabeça e acocado para os facínoras da velha mídia. Também de nada serve Guido Mantega aceitar o perdão dos boçais que covardemente o agrediram num restaurante.  Ou acabemos com os fascistas ou eles farão do Brasil uma Ucrânia.

Tivessem reagido, devolvendo no mesmo tom, talvez não teria necessidade do Lula processar Villa.

Lembro de ilustres petistas subindo às tribunas para tecer elogios para Globo, Folha, RBS. Esses jamais vão ganhar meu voto. Prefiro votar nulo do que em doentes com Síndrome de Estocolmo. Não basta esmagar a cabeça dos filhos que rastejam por aí. Há que se acabar com a incubadora, onde a grande serpente desova.

Lula presta queixa contra historiador tucano

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Os advogados do ex-presidente Lula entraram nesta terça (15) com queixa-crime contra o historiador Marco Antonio Villa, por causa de afirmações proferidas por ele na edição de 20 de julho do Jornal da Cultura 2ª edição, na TV Cultura; no comentário, Villa disse que o ex-presidente “mente, mente”, que é culpado de “tráfico de influência internacional, sim”, além de “réu oculto do mensalão”, “chefe do petrolão”, “chefe da quadrilha” e teria organizado “todo o esquema de corrupção”; no texto protocolado na Justiça Estadual de São Paulo, a defesa de Lula aponta que as acusações de Villa incorrem em calúnia, injúria e difamação; "Essas afirmações foram emitidas sem qualquer elemento que pudesse respaldá-las. Villa promoveu descabidos e rasteiros juízos de valor sobre Lula e, ainda, fez afirmações mentirosas sobre sua trajetória política, conduta e identidade”, diz a queixa

15 de Setembro de 2015 às 20:15

247 – Os advogados do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva entraram nesta terça-feira (15) com queixa-crime contra o historiador Marco Antonio Villa, por conta de afirmações caluniosas proferidas por ele na edição de 20 de julho do Jornal da Cultura 2ª edição, onde é parte do elenco fixo de comentaristas. A ação é referente a apenas um dos recorrentes comentários caluniosos que o professor da Universidade do Estadual Paulista (Unesp) repete contra o ex-presidente no jornal noturno da TV pública do governo do Estado de São Paulo.

No comentário, Villa disse que o ex-presidente “mente, mente”, que é culpado de “tráfico de influência internacional, sim”, além de “réu oculto do mensalão”, “chefe do petrolão”, “chefe da quadrilha” e teria organizado “todo o esquema de corrupção”. O historiador deixou claro ainda que “quem está dizendo sou eu, Marco Antonio Villa”, embora não tenha apresentado sequer uma evidência das graves acusações que fez. Todas essas afirmações do historiador não condizem com a verdade e por isso foi a justiça foi acionada contra o historiador e comentarista político.

No texto protocolado na Justiça Estadual de São Paulo, a defesa de Lula aponta que as acusações de Villa incorrem em calúnia, injúria e difamação. “Essas afirmações foram emitidas sem qualquer elemento que pudesse respaldá-las”, diz a queixa-crime. “Nesse contexto, verifica-se que o querelado [Villa] passou longe de qualquer comentário jornalístico ou do dever de informar, e promoveu descabidos e rasteiros juízos de valor sobre o querelante [Lula] e, ainda, fez afirmações mentirosas sobre sua trajetória política, conduta e identidade”.

Lula presta queixa contra historiador tucano | Brasil 24/7

15/04/2015

Jornal alinhado com PSDB publica opinião do Aécio sobre impeachment

arvoreSeria engraçado, não fosse trágico. O ciúme bateu forte na Folha. Para fazer o contrapeso da entrevista da Presidenta eleita, Dilma Roussef, a Folha faz uma entrevista mediúnica com o derrotado, Aécio Neves. Ao final do texto, a confissão que prescinde de Freud para explicar o leit motiv da Folha: “Em entrevista a blogueiros alinhados com o governo, Dilma disse nesta terça que o país saiu da eleição presidencial "com muita gente no terceiro turno", mas afirmou que o cenário deve melhorar.”

Por que será que, mesmo admitido pela Judith Brito, a Folha nunca diz que a Folha é alinhada com o PSDB, a ponto de esconder a greve dos professores em São Paulo. É o mesmo comportamento em relação à greve dos servidores públicos que paralisa o Paraná, coincidentemente também governado por um peessedebista, Beto Richa.

Folha deveria se perguntar porque o PCC é maior obra de mais de 20 anos de desgoverno do PSDB em São Paulo.

A Folha também poderia tentar explicar como o Estado que está em crise d’água consegue ter também uma epidemia de dengue! A mídia esconde, mas a exclusão do jogador do Corinthians, Guerrero, nocauteado pela dengue, escancara.

A Folha deveria admitir que está patrocinando movimentos golpistas da mesma forma que emprestava peruas para transportar vítimas da ditadura para serem enterrados em valas comuns no Cemitério de Perus. Seu Frias, AceitaDilmaVez! Dói menos e não paga mico!

Como dizia aquele coroinha da opus dei, a inveja é uma merda…

Aécio muda o tom e agora diz ver motivo para impeachment

Comprovação de que governo esperou eleição para abrir processo contra empresa seria ‘forte’ para senador tucano

Presidente do PSDB afirma que partido ainda não tem posição mas é obrigado a avaliar ‘todas as alternativas’

DE BRASÍLIA

O senador Aécio Neves (PSDB-MG) disse que haverá motivo "extremamente forte" para um pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff se ficar comprovado que o governo esperou o fim da eleição para processar uma empresa holandesa suspeita de pagar propina para fazer negócios com a Petrobras.

Como a Folha revelou ontem, a CGU (Controladoria-Geral da União) recebeu informações detalhadas sobre o assunto do ex-diretor da SBM Offshore Jonathan Taylor em agosto, durante a campanha eleitoral, mas só anunciou a abertura de processo contra a SBM em novembro, após a reeleição de Dilma.

"É a utilização do Estado em busca de um projeto de poder. Certamente é um motivo extremamente forte [para o pedido de impeachment]", disse Aécio nesta terça (14).

A declaração do tucano, que preside o PSDB e foi derrotado por Dilma nas eleições de 2014, representa uma mudança no tom que ele vinha adotando para tratar do tema.

O senador evitava defender publicamente a abertura de um processo para investigar a presidente, mas vem sendo pressionado pelo PSDB a aderir à principal bandeira dos grupos que organizaram as manifestações populares contra o governo em 15 de março e neste domingo (12).

Em reunião com deputados do PSDB nesta terça, Aécio ouviu da bancada a defesa do impeachment de Dilma. No fim do encontro, disse que faria uma "provocação" aos colegas de partido e perguntou quais eram a favor de investigações contra a presidente. Todos levantaram as mãos em apoio ao pedido.

Aécio também recebeu nesta terça, pela primeira vez, representantes do movimento Vem para a Rua, um dos grupos que lideraram os protestos contra Dilma. Os manifestantes entregaram a Aécio convite para um ato público nesta quarta (15) na Praça dos Três Poderes, em Brasília.

Representantes dos movimentos contrários ao governo pretendem divulgar durante o ato público um documento com reivindicações ao Congresso, entre elas a aprovação de uma reforma política.

Aécio confirmou que o PSDB pediu ao jurista Miguel Reale um estudo das denúncias que já surgiram contra Dilma para verificar se há elementos para o impeachment.

"Não é ainda a posição do PSDB, mas temos a obrigação de avaliar todas as alternativas", disse Aécio. O senador afirmou que impeachment não é "palavra proibida ou golpe", mas "constitucional".

O presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), disse nesta terça não ver "motivos" para a abertura de processo de impeachment contra Dilma. O peemedebista sinalizou que deve rejeitar os 23 pedidos de investigação que foram apresentados à Câmara até agora.

Cabe ao presidente da Casa aceitar um pedido de impeachment e encaminhá-lo para a apreciação do plenário. Para que o presidente da República seja afastado e um processo contra ele seja aberto, é necessário o apoio de 342 dos 513 deputados, ou dois terços do plenário. O julgamento é feito pelo Senado.

Em entrevista a blogueiros alinhados com o governo, Dilma disse nesta terça que o país saiu da eleição presidencial "com muita gente no terceiro turno", mas afirmou que o cenário deve melhorar.

"Que tipo de crise política nós temos? Saímos da eleição com muita gente no terceiro turno. […] Vamos fazer 13 anos de governo e quem não está [no governo] reage dessa forma", afirmou a presidente, segundo trecho publicado pelo site "Jornal GGN".

    02/03/2015

    Resposta: da ignorância, do despeito e da inveja dos anencefálicos

    Para atender uma demanda de quem a finanCIA, a velha imprensa se meteu em ser massa de manobra para criar um sentimento de ódio ao PT. E encontrou terreno fértil entre os anencefálicos. A inveja, o despeito dos perdedores é sementeira do ódio. A cada dia que passa todo ser ignorante que não consegue acolherar palavras que formem uma frase com sujeito, verbo e predicado estão sendo conduzidos nessa louca cavalgada de ódio. Pior do que o ódio disseminado numa classe média é alguns que se acham classe média, mas que não passam de reMEDIADOS. Se fazem de capacho para o ódio desfilar. O exemplo mais conhecido é drogado Lobão. As drogas consumiram seu cérebro, o que o fez líder da massa de anencefálicos.

    Não conseguem desenvolver um raciocínio claro para explicar as razões do ódio e isso os deixa com ainda mais ódio. É a ignorância, mãe de todos os preconceitos.

     

    De onde vem tanto ódio contra o PT?

    Postado em 01 mar 2015 – por : Paulo Nogueira

    33 ComentáriosFilhos da mídia

    Filhos da mídia

    Bresser Pereira resumiu o que acontece no Brasil de hoje: um grotesco sentimento de ódio coletivo dos ricos pelo PT e por Dilma.

    Ele atribuiu a Lula e sua atribulada luta pela inclusão social de brasileiros ao longo de anos, décadas, séculos excluídos.

    Mas se esqueceu de falar na contribuição milionária da imprensa para a disseminação do ódio.

    A jornada de raiva da mídia começa exatamente com Lula, em 2003.

    A Veja, antes uma revista respeitada e não um panfleto vil, assumiu desde logo o comando.

    Dois articulistas foram chave nisso: Diogo Mainardi, na edição impressa, e Reinaldo Azevedo, na digital.

    Eles deram o novo tom da revista. Falta de compromisso com os fatos e objetivo único de sabotar o governo eleito e, com ele, a democracia.

    Progressivamente, o resto da imprensa foi seguindo o mesmo caminho.

    Jornalistas e colunistas progressistas foram sendo afastados das redações, substituídos por derivações de Mainardi e Azevedo.

    Aí foi perdido um equilíbrio tradicional: ao longo dos tempos, o direitismo dos donos encontrava um contraponto no progressismo dos chefes de redação.

    Um dos exemplos notáveis disso foi Frias, o velho, e Claudio Abramo, na Folha. Ou Roberto Civita e Mino Carta, na Veja.

    Foi dentro desse quadro que surgiu a multidão de vozes patronais nas principais empresas jornalísticas nacionais.

    O que houve foi uma ocupação.

    O pensamento diferente foi virtualmente extirpado. Mesmo a Folha, que se vangloriou durante muitos anos da pluralidade, foi ampliando os colunistas de direita e jogando fora os demais.

    Não é coincidência que Reinaldo Azevedo, o símbolo do jornalismo patronal, seja hoje colunista da Folha.

    Nos bastidores das redações, ocorreu o mesmo. Na Globo, ascenderam a postos essenciais jornalistas como Erick Bretas, hoje diretor de Mídias Digitais da empresa.

    Bretas se notabilizou, recentemente, por pedir o impeachment de Dilma no Facebook e conclamar seus seguidores a acompanhá-lo no protesto de 15 de março.

    A mensagem central da mídia pós-Lula tem sido instilar raiva num público intelectualmente vulnerável, destituído de preparo para distinguir jornalismo de propaganda política.

    Para isso, jornais e revistas tentam desmoralizar de todas as formas o governo. A maior arma, aí, são acusações de corrupção, e não à toa.

    Isso sempre funcionou no Brasil. A classe média é facilmente manipulada. Getúlio foi boicotado assim, e depois dele Jango também.

    O ódio de classes que marca o Brasil de hoje deriva daí. Os “corruptos”, no discurso calculado da imprensa, estão acabando com o Brasil e enriquecendo à custa de todo mundo.

    Danem-se os fatos. O importante é propagar essa visão.

    Um dos efeitos colaterais disso é a venezuelização do Brasil. O brutal ataque a Mantega no Einstein é uma amostra perfeita da venezuelização: a fúria irracional das classes privilegiadas contra tudo que remeta a um governo de esquerda, ou centro-esquerda.

    Por trás de tudo, se esconde uma verdade prosaica: os privilegiados, e deles a imprensa é o porta-voz, não querem abrir mão de suas mamatas.

    É assim na Venezuela, é assim no Brasil.

    Lamentavelmente, Bresser Pereira é um dos poucos privilegiados que conseguem enxergar a vida além de seus próprios interesses.

    É por isso que ele é ignorado pela mídia.

    (Acompanhe as publicações do DCM no Facebook. Curta aqui).

    Paulo Nogueira

    Diário do Centro do Mundo » De onde vem tanto ódio contra o PT?

    12/11/2014

    Martacha, “relaxa e goza”!

    Filed under: Despeito,Marta Suplicy — Gilmar Crestani @ 8:36 am
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    Não bastasse o Domínio do Fato, que, segundo Joaquim Barbosafoi feito pra isso, sim, terem prendido toda cúpula petista, majoritariamente paulista, num encontro de contas que apenas beneficia o PSDB paulista, os PaulisTas saídos da primeira gestão Dilma estão contaminados pela água da SABESP.

    Dois Ministros Paulistas do staff da Dilma (Gilberto Carvalho & Marta Suplicy) saíram cuspindo pra cima. Graças ao “le PT c’est moi”, Marta conseguiu da mídia algo que não teve à frente do Ministério da Cultura. Exatamente os grupos que a derrubaram quando foi prefeita de São Paulo no início dos anos 2000, com o “Martacha” diuturnamente martelado contra as medidas adotadas por ela, agora festejam seu palavreado despeitoso. Bastou dar o mote para os que sempre a atacaram passassem a elogiá-la. O colonista da Folha, Igor Gielow, que nunca a elogiou antes, saiu-se hoje com esta pérola: “Marta em si é um caso curioso. "Grande dame" do petismo, estranha no ninho na esfera simbólica do partido, ela fez uma gestão elogiada na Prefeitura de São Paulo, mas fracassou nas tentativas de reter o cargo e voltar a ele depois.” Desafio a encontrarem da lavra deste tal de Gielow qualquer elogio anterior à gestão de Marta na prefeitura. Marta não percebeu que basta sair atacando o Governo Federal, ou percebeu e fez de propósito, que toda os a$$oCIAdos do Instituto Millenium passam a endeusa-la?!

    A Marta deveria ter entendido que apesar dela, Marta, Dilma venceu. E que se Dilma venceu que mais méritos ou menos deméritos que os demais. Por que então atacar a vencedora?!

    Se a Marta tivesse atacado o estelionato eleitoral do Geraldo Alckmin, denunciando a incompetência administrativa do governo estadual em fornecer água aos seus cidadãos, Marta teria sido escrachada. Por que Marta não pede ao Geraldo Alckmin mudança na administração da SABESP, no combate ao PCC? Por que Marta não falou da Alstom, da Siemens e do envolvido de José Serra com a máfia do propinoduto?! Será a Marta uma nova Marina, que pretende concorrer pela REDE à prefeitura ou ao governo de São Paulo? Com tantos problemas tão mais urgentes a serem resolvidos em São Paulo ela decide sair defecar plantando bananeira!?

    Desde quando Marta Suplicy tem credenciais para falar de economia? Que é isso, Marta? Não gostou de ser despedida, relaxa e goze!

    Diante das declarações despeitadas, de quem foi saído, não é de admirar que em São Paulo o PSDB, faça o que fizer, continue ganhando de olhos vendados e com as mãos nos bolsos… dos contribuintes.

    Nestas horas o pessoal do Álvaro Dias, do Aécio Neves e do Fernando Francischini podem espalhar pela internet: Do PT paulista o que não está preso, está com a língua solta.

    Marta sai e provoca Dilma ao cobrar mudança na economia

    Petista, que voltará ao Senado, comandava o Ministério da Cultura desde 2012

    Despedida abrupta fez Casa Civil acionar demais ministros para pedir que colocassem seus cargos à disposição

    VALDO CRUZNATUZA NERYDE BRASÍLIA

    A ministra Marta Suplicy (Cultura) deixou o governo nesta terça (11) entregando uma carta de demissão em que faz críticas à presidente Dilma Rousseff ao desejar que ela "seja iluminada" na escolha de uma nova equipe econômica "independente", que resgate a confiança e a credibilidade do governo.

    Na avaliação de assessores presidenciais, Marta foi "desleal" ao entregar o cargo num momento em que a presidente está em viagem ao exterior e apontar um ponto frágil do governo com o intuito de se cacifar para seu projeto de disputar a Prefeitura de São Paulo nas eleições de 2016.

    Segundo a Folha apurou, a ministra já havia apresentado seu pedido de demissão na semana passada, mas o chefe da Casa Civil, Aloizio Mercadante, pediu para segurar a exoneração.

    Ele queria que todos os ministros entregassem seus cargos juntos, num gesto para deixar Dilma à vontade para remontar sua equipe. Com a saída abrupta de Marta, a Casa Civil acionou os demais integrantes do primeiro escalão nesta terça, pedindo que antecipassem o movimento. Dois haviam colocado o cargo à disposição até a noite.

    O teor da carta de despedida de Marta reflete críticas que o ex-presidente Lula costuma fazer a Dilma no comando da política econômica.

    Ele defende a escolha de um ministro da Fazenda com total respaldo do mercado e não esconde sua preferência por Henrique Meirelles, que comandou o Banco Central durante o seu governo.

    No texto, Marta faz um balanço de sua gestão e diz: "Todos nós, brasileiros, desejamos, neste momento, que a senhora seja iluminada ao escolher sua nova equipe de trabalho, a começar por uma equipe econômica independente, experiente e comprovada, que resgate a confiança e credibilidade ao seu governo".

    A ministra já tinha avisado Lula sobre seus planos de saída do governo e o ex-presidente apoiou a ideia para fortalecer o PT no Senado –ela tem mandato até 2019.

    No entanto, sobre os projetos dela para as eleições municipais de 2016, Lula tem dito a aliados que não cogita lançar outro candidato que não Fernando Haddad para a Prefeitura de São Paulo.

    Pessoas próximas a Marta dizem que ela pode então deixar o PT a médio prazo para concorrer à sucessão na capital paulista por outra legenda.

    Marta tomou posse na Cultura em setembro de 2012, no lugar de Ana de Hollanda. Já foi prefeita de São Paulo (2001 a 2004), deputada federal (1995 a 1998) e ministra do Turismo (2007 a 2008).

    Sua substituta imediata na pasta é a secretária executiva Ana Cristina Wanzeler. Ainda não há nome para ser efetivado ao cargo de ministro.

    Marta acumulou atritos com a presidente durante as eleições deste ano. Ela foi porta-voz do "Volta, Lula", movimento frustrado que tentou fazer o ex-presidente candidato ao Planalto no lugar de Dilma.

    Durante carreata na zona sul de São Paulo, a então ministra se irritou ao saber que seu suplente no Senado, o vereador Antônio Carlos Rodrigues (PR-SP), era quem ocuparia seu lugar no caminhão reservado à presidente Dilma. Para Marta, estava reservada uma vaga em outro veículo.

    A então ministra subiu no carro de Dilma mesmo assim. Antes, bateu boca com o presidente do PT, Rui Falcão.

    Marta é a segunda a fazer críticas a Dilma nesta semana. Em entrevista à BBC, Gilberto Carvalho (Secretaria Geral) afirmou que o diálogo da presidente com a sociedade foi falho no primeiro mandato.

    Colaboraram CÁTIA SEABRA e MARINA DIAS, de São Paulo

    24/10/2014

    Desespero da Veja

    Filed under: Desespero da Veja,Despeito,Veja — Gilmar Crestani @ 9:01 am
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    25/09/2014

    Quem não tem discurso luta com a inveja

    O despeito da velharquia nacional é impressionante. Os a$$oCIAdos do Instituto Millenium entraram em transe porque a Dilma conseguiu falar na ONU o que os velhos grupos mafiomidiáticos sonegam aqui. A capa d’O Globo é reveladora do caráter deste grupo: eles adorariam que Obama mandasse Dilma se calar. O sentido da imagem é este, exatamente o que tentaram os vários funcionários da Globo sempre que Dilma é entrevistada. Em qualquer programa dos variados braços do polvo siciliano do Jardim Botânico os entrevistadores querem falar mais do que a entrevistada. O sonho da Globo é levar Dilma para ser torturada ao vivo, em rede nacional. Aliás, estaria apenas dando vida ao editorial com que saudaram a chegada dos torturadores.

    Discurso de Dilma na ONU revolta direita brasileira

    :

    O discurso da presidente Dilma Rousseff na abertura da Assembleia-Geral das Nações Unidas conteve verdades óbvias, mas inconvenientes; diante dos líderes mundiais, ela teve a coragem de dizer que mais violência, como os bombardeios aos países onde se escondem militantes do Estado Islâmico, irá gerar mais violência; "O uso da força é incapaz de eliminar as causas profundas dos conflitos. Isso está claro na persistência da Questão Palestina, no massacre sistemático do povo sírio, na trágica desestruturação nacional do Iraque", disse ela; no entanto, para a mídia brasileira, com destaque para o Globo, Dilma foi quase confundida com uma militante jihadista disposta a decapitar cabeças; segundo Merval Pereira, discurso de Dilma produziu nele o sentimento de "vergonha alheia"; o que dizer então do Globo?

    25 de Setembro de 2014 às 06:39

    247 – Há tempos um discurso presidencial não irritava tanto a direita brasileira, como aconteceu nesta quarta-feira. Em Nova York, ao abrir a Assembleia-Geral das Nações Unidas, a presidente Dilma Rousseff teve coragem para enfrentar um tema sensível, no momento em que países do Ocidente, tendo os Estados Unidos à frente, lideram uma nova ação militar contra países como Síria e Iraque, onde se escondem militantes do Estado Islâmico. De acordo com a presidente Dilma, uma nova onda de violência, que não enfrente a raiz dos problemas, irá apenas gerar uma escalada ainda maior de violência.

    Eis o que disse a presidente Dilma sobre a questão:

    Não temos sido capazes de resolver velhos contenciosos nem de impedir novas ameaças.  O uso da força é incapaz de eliminar as causas profundas dos conflitos. Isso está claro na persistência da Questão Palestina; no massacre sistemático do povo sírio; na trágica desestruturação nacional do Iraque; na grave insegurança na Líbia; nos conflitos no Sahel e nos embates na Ucrânia.  A cada intervenção militar não caminhamos para a Paz mas, sim, assistimos ao acirramento desses conflitos. Verifica-se uma trágica multiplicação do número de vítimas civis e de dramas humanitários. Não podemos aceitar que essas manifestações de barbárie recrudesçam, ferindo nossos valores éticos, morais e civilizatórios. O Conselho de Segurança tem encontrado dificuldade em promover a solução pacífica desses conflitos. Para vencer esses impasses será necessária uma verdadeira reforma do Conselho de Segurança, processo que se arrasta há muito tempo. (…) Um Conselho mais representativo emais legítimo poderá ser também mais eficaz.  Gostaria de reiterar que não podemos permanecer indiferentes à crise israelo-palestina,  sobretudo depois dos dramáticos acontecimentos na Faixa de Gaza. Condenamos o uso desproporcional da força, vitimando fortemente a população civil, especialmente mulheres e crianças. Esse conflito deve ser solucionado e não precariamente administrado, como vem sendo.  Negociações efetivas entre as partes têm de conduzir à solução de dois Estados – Palestina e Israel – vivendo lado a lado e em segurança, dentro de fronteiras internacionalmente reconhecidas.

    O que há de errado nesse argumento? Será que a "Guerra ao Terror", promovida pelos Estados Unidos no Iraque realmente semeou a paz? Será que a intervenção ocidental em países como Egito e Líbia deu origem a países estáveis? Será que a carnificina recente promovida por Israel na Faixa de Gaza, com o assassinato impune de 2,2 mil inocentes, liderado por Benjamin Netanyahu, plantou o amor no coração dos palestinos?

    Dilma disse o óbvio. A escalada da violência irá produzir, apenas, mais violência.

    No entanto, para a imprensa brasileira, com destaque para o jornal O Globo, a presidente Dilma foi tratada quase como uma militante jihadista do Estado Islâmico, pronta para decapitar cabeças.

    Na capa, duas chamadas para seus "autoelogios", como se o discurso fosse uma peça de campanha política, e para o fato de ela não se opor "à atuação contra o Estado Islâmico". A imagem principal, de um Barack Obama focado, também já denota o alinhamento ideológico da família Marinho.

    Internamente, o editorial "Palanque em Nova York" acusou a presidente de usar o "vestido vermelho PT" na ONU e de se colocar ao lado de "sectários muçulmanos, que adotam costumes medievais". Na coluna "Uso indevido", Merval Pereira disse ter sentido "vergonha alheia" pelo discurso de Dilma. Por fim, houve espaço para um artigo do embaixador Luiz Felipe Lampreia, que foi embaixador no governo FHC, afirmando que, com discursos como o de ontem, o Brasil fica cada vez mais distante de tornar-se membro do Conselho de Segurança das Nações Unidas.

    O fato é que, no entanto, enquanto esteve alinhado aos Estados Unidos, o Brasil jamais teve suas pretensões diplomáticas levadas a sério.

    Discurso de DIlma na ONU revolta direita brasileira | Brasil 24/7

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