Ficha Corrida

05/01/2015

DEMofobia!

Bornhausen Fuhrer

A direita esperneia, mas não sobrevive à luz do sol. É dependente de uma dita dura! Como ratos, nasce o sol e eles desaparecem para o esgoto, de onde saem de tempos em tempos graças à velha mídia com quem estão morrendo abraçados.

Mudam de pele igual camaleões. Da Arena, para PFL a DEMo. Tudo merda da mesma latrina. Só dando descarga!

Previsões-2015: Demos chegam ao inferno

Por Altamiro Borges
Apesar da aparente valentia, a oposição demotucana ingressa em 2015 bem mais fragilizada. Além de perder pela quarta vez consecutiva a disputa presidencial, o PSDB regrediu nos governos estaduais – de oito para cinco – e estagnou na Câmara Federal. Já o DEM, que reúne a oligarquia patrimonialista e servia de apêndice dos "moderninhos" tucanos, está próximo da extinção. O cerimonial do inferno já ultima os preparativos para receber os demos – apesar das resistências do capeta.
A única liderança que ainda sobrou na sigla, ACM Neto, prefeito de Salvador (BA), já anunciou que "o DEM não vai mais existir como tal". O demo fez esta afirmação bombástica antes das eleições de outubro. Ele ainda apostava na vitória do cambaleante presidenciável tucano para garantir uma morte menos traumática. "Se Aécio ganhar, faremos uma fusão para crescer. Se Aécio perder, faremos uma fusão para sobreviver”, afirmou na ocasião. A legenda projetava ganhar o governo da Bahia e eleger uma bancada de 40 deputados federais. Mas nada disso se concretizou. O desastre foi total!

Em 2010, o DEM conquistou dois governos estaduais (Santa Catarina e Rio Grande do Norte) – bem distante dos sete eleitos em 1998, ainda no reinado de FHC. Com o racha interno protagonizado pelo ex-prefeito Gilberto Kassab, o catarinense Raimundo Colombo aderiu ao PSD. Já a potiguar Rosalba Ciarlini, totalmente desmoralizada, foi traída pelo próprio presidente nacional da legenda, o senador Agripino Maia, e nem disputou a reeleição. Para confirmar a desgraceira, a única aposta dos demos, a da vitória de Paulo Souto na Bahia, deu chabu! O DEM não tem mais nenhum governador no país!

Já na Câmara Federal, a situação também é deprimente. O DEM teve a maior redução do número de deputados entre todas as siglas – com queda de 48,84% na sua representação. Em 2002, a sigla elegeu 84 parlamentares; em 2010, caiu para 43; e agora foram apenas 22 eleitos. Vários deles inclusive já sinalizam que abandonarão a legenda decadente, tentando melhores "oportunidades". Agripino Maia, o bravateiro que comanda o DEM, gosta de esbravejar que "não dará paz à presidente Dilma". Pelo jeito, ele não dará paz ao capeta no inferno!

*****

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Altamiro Borges: Previsões-2015: Demos chegam ao inferno

03/07/2014

Hecatombe de DEMofóbidos

Filed under: DEMo,Demofobia,Jorge Bornhausen — Gilmar Crestani @ 7:59 am
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Bornhausen FuhrerSó faltou dizer que aqueles que iriam acabar com a raça dos trabalhadores viraram(Revista VEJA, Edição 1937)nas mãos de Eduardo Campos, socialistas…

O DEM definha e o PS(do)B também cresce como rabo de burro, para baixo. É o peso de levar os neandertais do DEMo…

RENATO ANDRADE

Aliado encolhido

BRASÍLIA – A definição de uma chapa puro-sangue para disputar as eleições presidenciais de outubro revela um problema que o PSDB enfrenta há tempos: o gradual processo de definhamento de seu aliado de todas as horas, o DEM.

O partido que garantiu o vice da chapa dos tucanos desde a vitória de Fernando Henrique Cardoso em 1994 –exceto na corrida de 2002– perdeu tanta musculatura que não conseguiu apresentar agora um nome sequer para encarar ao lado de Aécio Neves a disputa que começa oficialmente neste domingo (6).

O esfacelamento do extinto PFL de ACM, Jorge Bornhausen e companhia pode ser descrito em números.

Na eleição de 1998, quando FHC e Marco Maciel garantiram mais quatro anos no Palácio do Planalto, o partido conseguiu eleger uma bancada de 105 deputados, superando até mesmo os tucanos, que lideravam a chapa presidencial.

A partir daí, o partido foi se enfraquecendo paulatinamente.

bornhausenFez 84 deputados em 2002, garantiu 65 cadeiras na Câmara na eleição seguinte e saiu das urnas em 2010 com apenas 43 eleitos.

Atualmente, essa bancada está reduzida a 28 nomes, resultado das defecções de vários congressistas para legendas como o PSD do ex-prefeito de São Paulo Gilberto Kassab.

Concorde-se ou não com as bandeiras defendidas pela legenda, o esfarelamento do DEM não representa apenas uma perda para o partido. É um problema para a oposição, elemento fundamental da cena política.

Assim como na economia, concorrência faz bem a todos os envolvidos: força o poderoso da vez a não vacilar e deixa para o "consumidor" uma opção de mudança, caso ele não esteja mais satisfeito com o que está sendo oferecido pelo líder das prateleiras.

Se Dilma for reeleita, possivelmente caberá ao PSDB fazer esse papel sozinho, até porque não se sabe que tipo de oposição o PSB fará, se é que fará, se também for derrotado.

renato.andrade@grupofolha.com.br

17/06/2014

PSDB, Partido dos Sociopatas e Demofóbidos Brasileiros

Serra_Beto_paranavai_maoAécio não inova em absolutamente nada. E não é pelo fato de ressuscitar múmias. Também não inova em culpar o submundo da internet pela associação com o pó. Um dos seus humoristas de aluguel, Danilo Gentili, quando Aécio ainda era desafeto de José Serra, a quem os jornalistas dos grupos mafiomidiáticos paulistas servem como cães de aluguel, já falavam (e muito) sobre os costumes do candidato dos demofóbicos (veja aqui: https://www.youtube.com/watch?v=ILM7EurqvOk). Adoram um camarote VIP que seus financiadores ideológicos alugam para que possam mostrar ao público brasileiro e ao mundo o quanto são educados. Os reis dos camarotes do PSDB são sempre muito bem abrigados pelo Itaú, Natura, Vivo, Sony… E cheirosos, claro. Tem diplomas e curso no exterior, mas dizem palavrões à Presidente que os derrotou no voto e democraticamente.

Então, a bem da verdade, não é só Aécio Neves que sofre de demofobia. Lembram quando FHC chamou os aposentados de vagabundos?

José Serra é também um caso clássico. A ilustração ao lado prova o suficiente.

Também os funcionários dos grupos mafiomidiáticos, que são verdadeiras penas de aluguel do PSDB, têm verdadeiro pavor de povo. Alguém ainda lembra da “massa cheirosa do PSDB” da colonista da Folha, Eliane Cantanhêde?

O trabalhador que sua a camisa no trabalho, o trabalhador braçal não faz parte da massa cheirosa. Imagine Aécio Neves saindo pelo interior e abraçando trabalhadores rurais… Vem daí a importância de bonecos de papéis para que o povo possa fazer um selfie com o pancadão dos camarotes VIP. Como diria José Serra, pó pará, governador!

“O PSDB é um partido de massas, mas de MASSAS CHEIROSAS”….

O que os bonecos de papelão de Aécio Neves dizem sobre o PSDB

Postado em 17 jun 2014

por : Kiko Nogueira

boneco aecio

“Vamos conversar?”

A convenção do PSDB que sagrou o nome de Aécio Neves candidato à presidência teve o de sempre: discursos exaltados, abraços e juras de amor eterno, Fernando Henrique Cardoso, críticas ao PT, José Serra falando em união, Geraldo Alckmin sorrindo etc etc.

Mas houve pelo menos uma inovação que ficará para a crônica política como um dos símbolos do PSDB: bonecos em tamanho natural de Aécio, feitos de papelão, armados para os militantes tirarem fotos.

Foram colocados num saguão do Expo Center Norte, de acordo com assessores de Aécio que falaram ao jornal Extra, “como recurso para uma brincadeira”. A ideia era “fingir uma foto” e não “tapear as pessoas”.

Havia ao menos 5 mil correligionários. Algumas pessoas receberam 25 reais para comparecer, segundo o Estadão. Líderes políticos de São Paulo e de Minas fretaram ônibus.

Aécio, como Serra e FHC, não é chegado a esse tipo de contato pessoal. Um veterano de convenções do PSDB lembra que quem vai a um encontro desses quer cumprimentar a estrela do show, falar com ela, mostrar algum tipo de comprometimento. Ficaram na mão.

Há alguns precedentes. No mais famoso, em 2006, em pré-convenção numa churrascaria do Morumbi em que se decidia entre Alckmin e Serra para disputar a candidatura a presidente,  Serra, FHC, Aécio e Tasso Jereissati, então presidente do partido, abandonaram a festa e foram jantar no restaurante Massimo, no Jardins. Se existissem os bonecões na época, certamente estariam no lugar dos quatro. (Alckmin, aliás, acabaria saindo candidato).

O truque de mágica criado pela equipe de Aécio é sintomático. Nem com a torcida a favor, como era o caso do Center Norte, ele se dispõe a ter um contato mais próximo com algo parecido com povo. Alguém poderia chamar isso de demofobia.

Na véspera, estava num jantar com Andrea Matarazzo, coordenador de sua campanha. Na noite de sua entronização no Center Norte, não se sabe de seu paradeiro, apenas que era um lugar bem longe dali. Antes de ir para o lixo, os bonecos de cartolina viraram, compreensivelmente, uma piada na internet. O próximo passo é colocar um deles para governar.

Sobre o Autor

Diretor-adjunto do Diário do Centro do Mundo. Jornalista e músico. Foi fundador e diretor de redação da Revista Alfa; editor da Veja São Paulo; diretor de redação da Viagem e Turismo e do Guia Quatro Rodas.

Diário do Centro do Mundo » O que os bonecos de papelão de Aécio Neves dizem sobre o PSDB

27/06/2013

Agora é tarde, queremos acordar os gigantes da comunicação

Filed under: Demofobia,Grupos Mafiomidiáticos — Gilmar Crestani @ 9:35 am
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Para a mídia nacional, o povo já foi longe demais

:

As "lindas" manifestações de rua, que emparedavam o governo Dilma, já não são mais tão belas; pelo menos, na visão dos meios de comunicação, que, até ontem, as incensavam; Estadão, de Francisco Mesquita Neto, condena a "demofilia" dos governantes; Globo, de João Roberto Marinho, teme que o PT se aproprie da agenda das ruas; Folha, de Otávio Frias Filho, fala em populismo e seus colunistas já reclamam do trânsito; Valor Econômico, associação entre Globo e Folha, diz que o pacote de bondades já custa R$ 115 bilhões por ano; enquanto isso, a presidente Dilma diz que seu governo "vai disputar a voz das ruas"

Brasil 24/7

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