Ficha Corrida

21/07/2015

Exorcismo: governos de Esquerda isolaram a besta do norte

cuba golpeA abertura das embaixadas dos EUA e Cuba mostram que o mundo evoluiu, menos a manada da direita brasileira que continua sendo amestrada pela Rede Globo. Não é sem motivo que enquanto os dois arqui-inimigos baixam as armas a direita brasileira levanta a bandeira do golpismo.

A involução da espécie homo brasiliensis pode ser medida pela desproporção com que congressistas, do tipo Eduardo CUnha, Feliciano e Malafaia dedicam ao nosso cu em comparação com a modernidade do país. Só Freud pode explicar esta fixação da direita hidrófoba, homofóbica e do vai pra CUba e nos destinos dos cus dos brasileiros.

Agora que Cuba deixou de servir de álibi golpista aos EUA uma pergunta aos coxinhas: quantos tempo os EUA sobreviveriam a um bloqueio econômico? Resposta, o mesmo tempo que um vampiro sobrevive sem o sangue de suas vítimas.

Se Cuba não mudou o que mudou? Os EUA. Então Cuba estava certa e os EUA, errados. Se os EUA estavam errados, não caberia um indenização por tantos anos de bloqueio econômico?

E os países capachos que apoiaram um erro?

É nisso que dá países ventríloquos, da diplomacia dos pés descalços, como o foi o de FHC. 

Com festa, EUA e Cuba reabrem embaixadas

Chanceleres celebram distensão após 54 anos, mas ressaltam diferenças entre países em discursos em Washington

Cubano pede fim de embargo; mojitos, protestos, palmas e gritos de ‘Viva Fidel’ se misturam em cerimônia

MARCELO NINIODE WASHINGTON

Entre vivas e protestos, a bandeira de Cuba voltou a tremular em sua embaixada nos EUA nesta segunda (20), mais de meio século após o rompimento entre os países. A reabertura da representação cubana em Washington, no mesmo imponente casarão onde funcionou até 1961, sela o histórico restabelecimento das relações diplomáticas, anunciado em dezembro.

"Eu não podia morrer sem ver isso", exultava o aposentado cubano Eloy Hernández, 88, que vive há 37 anos nos EUA. Sentado em uma cadeira dobrável sob um sol escaldante, ele mal escondia a emoção de viver um momento pelo qual esperou 54 anos.

"Nada é para sempre e um dia as coisas tinham que mudar. Espero que mudem para melhor também em Cuba."

Aliviando a ansiedade de Hernández e de dezenas de outros cubanos que foram ao local, a cerimônia começou com apenas seis minutos de atraso. Às 10h36 (11h36 de Brasília), a bandeira cubana foi hasteada no local pela primeira vez em 54 anos, sob aplausos e gritos de "Viva Fidel" da delegação cubana.

Com a reaproximação, a mansão no centro de Washington que funcionava como Escritório de Interesses cubanos volta a ser a Embaixada de Cuba nos EUA.

PROTESTOS

A rápida cerimônia arrancou aplausos também de cidadãos cubanos que não simpatizam com o regime socialista dos irmãos Castro.

"Viva Cuba"!, gritou a assistente de enfermagem Fanny Tromp, 65, há mais de duas décadas nos EUA. "Minha esperança é que isso acelere as reformas em Cuba, para o bem do povo. Mas não creio numa mudança de regime", disse, torcendo o nariz.

Entre as dezenas de pessoas que foram testemunhar o momento histórico, a maioria era a favor da reaproximação. Mas também houve protestos. No mais dramático, um homem se encharcou de tinta vermelha simbolizando "o sangue derramado pela ditadura castrista". Outros pediam com cartazes a libertação de prisioneiros políticos.

Apesar do clima de celebração, o chanceler cubano, Bruno Rodríguez, foi duro em seu discurso. Criticou o embargo dos EUA e exortou o presidente Barack Obama a usar o poder Executivo para removê-lo: "Os eventos históricos que vivemos só terão sentido com a retirada do bloqueio econômico, comercial e financeiro que tantos danos e privação causa a nosso povo".

Entre os 500 convidados havia celebridades, como o cantor cubano Silvio Rodriguez e o ator americano Danny Glover, além de diplomatas e políticos. A festa foi brindada com mojitos servidos no bar Ernest Hemingway, no segundo andar da embaixada.

Pouco depois, ao lado de Rodríguez, foi a vez de o secretário de Estado dos EUA, John Kerry, lembrar as "profundas diferenças" que persistem, citando temas como direitos humanos e a aplicação da lei internacional. Mas defendeu o diálogo para enterrar a hostilidade.

"Este marco histórico não significa o fim das diferenças que separam nossos governos, mas reflete a realidade de que a Guerra Fria terminou há muito tempo, e que os interesses dos dois países são mais bem servidos com engajamento que com distância", disse Kerry.

30/06/2015

Fidel x Gaddafi e o banditismo mafiomidiático

A manada conduzida pelo ódio destilado pelos grupos mafiomidiáticos gritava: Vai pra Cuba! E, houvesse algum laivo de jornalismo isento e honesto, pelo menos por parte da Marcha dos Zumbis paulistas, também poderia ter gritado: Vai pra Líbia! Mas como a missão é desovar ódio, o fascismo campeia solto na paulicéia desvairada.

Gaddafi ou Kadafi, foi assassinado, como queima de arquivo, pelos EUA, da mesma forma que Saddam Hussein e Bin Laden. Tudo em nome da busca desenfreada por mais petróleo. A mesma guerra que finanCIA os a$$oCIAdos do Instituto Millenium contra a Petrobrás.

Cuba foi retirada, como num passe de mágica, do rol dos países terroristas? Por que? Ora, porque só anencefálicos acreditam nas anedotas políticas dos EUA.

O verdadeiro Foro de São Paulo, que fabrica coxinhas,  é aquele onde atua Rodrigo de Grandis, Robson Marinho e Nicolau dos Santos Neto, o Lalau. É destas personagens que clonam filiados ao PCC.

Seria só coincidência que o Estado sede do Estadão, Veja & Folha tenha se revelado mais pela expansão do PCC do que pela qualidade da informação?!

Lula investe em Cuba de Fidel e Gaddafi investiu na São Paulo de Serra e Alckmin?

serralibia30 de junho de 2015 | 06:06 Autor: Fernando Brito

A estupidez é tão ridícula quanto esta foto aí de José Serra em roupas de beduíno, como as que vestia o líbio Muammar Gaddafi.

Mas a postei porque contradiz tudo o que os tucanos e a coxinhada em geral invocaram para condenar os investimentos do Brasil na construção do Porto de Mariel, em Cuba, ganhando dinheiro não apenas no empréstimo e nas compras de bens e serviços no Brasil como, de quebra, posicionando o nosso país para usar, através de suas empresas, a ilha como plataforma de exportações para o Caribe e, se a distensão das relações cubano-estadunidenses seguir até o fim do embargo comercial.

Fui tornar a buscar, em 2009, o então  governador de São Paulo, José Serra, e seu secretário de Desenvolvimento, Geraldo Alckmin, cuidando de receber uma delegação enviada por Gaddafi e se esmerando em oferecer São Paulo para receber investimentos dos petrodólares daquele país.

Nem conversinha sobre direitos humanos, democracia, liberdade de imprensa. Negócios.

23769Aí do lado vai a foto de Serra com o vice de Gaddafi, Imbarek Ashamikh, como se vê na foto do governo paulista.

E Serra ainda fez o lobby – civilizado, ressalte-se – da Odebrecht, na presença do atualmente “preso de Moro”, segundo a nota da Assessoria do Palácio dos Bandeirantes reproduzida pela Câmara de Comércio Árabe Brasileira:

“Serra ressaltou que, além da exportação de produtos industriais ou agrícolas, São Paulo pode fornecer serviços para a Líbia, citando como exemplo o trabalho já realizado pela construtora Norberto Odebrecht no país. A empresa está à frente da construção dos dois novos terminais do Aeroporto Internacional de Trípoli e da construção do terceiro anel viário da capital líbia. O presidente da companhia, Marcelo Odebrecht, participou da reunião no Palácio dos Bandeirantes e hoje o vice-premiê vai conhecer um projeto do grupo no ramo sucroalcooleiro.”

É claro que o ex-governador e o atual governador fizeram muito bem. É seu papel estimular negócios lucrativos para ambos os lados com qualquer nação, seja Líbia, Israel ou Cuba, sem que isso signifique endosso a todas as suas políticas.

O ridículo é achar que isso é heresia, como fizeram os tucanos.

E mais ridículo ainda é achar que elogiar e apoiar empresas brasileiras que conquistam contratos no exterior é lobismo corrupto.

Lobismo é procurar a direção de uma multinacional e se oferecer para retirar o controle brasileiro, através de sua empresa de petróleo, das jazidas brasileiras, como fez Serra com a Chevron.

Isso sim é vergonhoso e devia causar escândalo, não é, Senador?

Lula investe em Cuba de Fidel e Gaddafi investiu na São Paulo de Serra e Alckmin? | TIJOLAÇO | “A política, sem polêmica, é a arma das elites.”

12/05/2015

Com autorização de Obama, Hollande visita Cuba

cuba embargoE pede agora o que Cuba, graças ao apoio de presidentes latino-americanos, já havia conseguido: o fim do bloqueio. A política europeia de subserviência aos interesses dos EUA ajudaram a detonar com a Líbia, Egito, Síria, Ucrânia.

Graças ao apoio da Espanha, Itália, França e Alemanha, os EUA fazem guerras jogando cidadãos desses países como bucha de canhão.

Agora, depois que o mundo soube que Obama se viu na contingência de flexibilizar o bloqueio a Cuba, a França manda seu ventríloquo tirar uma casquinha. Na hora do cerco e perseguição a Cuba onde estava a França e sue Hollande? Embaixo da cama, perseguindo descendente argelino.

A partir da chegada de Lula no Brasil, Chavez na Venezuela, Kirchner na Argentina, os EUA só puderam contar com seus tradicionais capachos europeus. E os três patetas latinos despejados do poder: FHC, Fujimori e Menem.

O ódio do PSDB e do Lumpenjornalismo a Lula deve-se à sua visão estratégica. O investimento no Porto do Muriel em Cuba é uma tacada de mestre, que entra redondo no reto de seus inimigos.

O fato é que Cuba venceu. Nem os EUA sobreviveriam a 50 anos de bloqueio. Cuba não só venceu, como dobrou a espinha dos seus inimigos. Até porque os inimigos de Cuba são invertebrados…

Presidente francês pede fim do bloqueio a Cuba

ter, 12/05/2015 – 08:59

Atualizado em 12/05/2015 – 09:04

Enviado por Webster Franklin

Do Ópera Mundi

Em visita inédita a Cuba, Hollande pede fim do bloqueio econômico e tem encontro com Fidel

É a primeira vez que um presidente francês realiza visita oficial à ilha; conteúdo da conversa com líder da revolução não foi divulgado à imprensa

“A França fará o possível para contribuir para que a abertura possa ser confirmada, para que as medidas que tanto prejudicam o desenvolvimento de Cuba possam ser finalmente anuladas, suprimidas”, afirmou o presidente francês, François Hollande, em visita inédita realizada a Cuba, fazendo referência ao bloqueio imposto pelos Estados Unidos à ilha que já dura mais de meio século e gerou danos da ordem.

Na tarde desta segunda (11/05), Hollande se reuniu com o líder da Revolução Cubana, Fidel Castro, com quem esteve por cerca de 40 minutos. O conteúdo da conversa e as fotos do encontro ainda não foram divulgadas.

Hollande juntamente com o vice-presidente cubano Miguel Díaz-Canel na nova sede da Aliança Francesa

Luis Nassif Online | GGN

16/01/2015

Obama agora libera turismo em Cuba, até ontem ilha terrorista…

Cuba01Como o conceito de democracia, ditadura e terrorista flutua ao sabor da conveniência.

Até ontem os EUA vendiam ao mundo a ideia de Cuba era uma Ilha que abrigava e praticava o terrorismo. E ele não estava se referindo a Guantánamo…  A direita Miami, se já estava obcecada com as cores vermelhas espalhadas pelo Brasil, deve estar atônita com o afundamento do último ponto de apoio de suas teorias subservientes aos EUA.

De repente, não mais que de repente, tudo vira de cabeça para baixo. E assim o principal plano de governo de uma direita desmiolada é jogado no lixo.

Será que o Obama consultou nossos vira-latas, como aquela mula da Veja que tinha fetiche na cor vermelha, Rodrigo Constantino, que disse que o vermelho no logo da FIFA na copa de 2014 era uma forma de infiltração comunista no Brasil.

Pois vamos comemorar estas duas boas notícias: o término do bloqueio econômico de Cuba e a falência da estrebaria Abril, que abriga a Veja…

Governo americano relaxa restrições para turismo e comércio com Cuba

Necessidade de autorização prévia para viagem acaba; uso de cartões por turistas é liberado

Medidas são primeiros passos concretos após o histórico anúncio de reaproximação entre os dois antigos inimigos

RAUL JUSTE LORESDE WASHINGTON

As restrições para viagens de americanos a Cuba, além de outras relacionadas a comércio e transações financeiras, serão relaxadas a partir desta sexta (16).

Os Departamentos [ministérios] do Tesouro e do Comércio americano publicaram as mudanças das regras que, na prática, driblam parte do embargo a Cuba em vigor desde 1962 e que só poderia ser terminado com aprovação do Congresso.

A partir de agora, os americanos poderão viajar a Cuba sem pedir uma licença prévia especial ao governo.

Embora estejam sendo mantidas as 12 categorias em que viagens são permitidas –como intercâmbio cultural, "apoio ao povo cubano", "razões humanitárias" ou atividades esportivas–, a falta de necessidade de pedido prévio significa que o turismo será praticamente liberado.

Turistas poderão usar cartões de crédito americanos na ilha e trazer até US$ 400 em produtos, incluídos US$ 100 em álcool e charutos.

Além disso, limites de gastos por dia deixam de vigorar. Companhias aéreas e agentes de viagens não precisarão de licença especial para operar na ilha.

Até agora, turistas americanos tinham que levar maços de dólares na bagagem para todos os seus gastos.

As remessas em dinheiro que americanos podem enviar a Cuba tiveram seu valor elevado, dos atuais US$ 500 por trimestre para US$ 2.000.

Como o embargo oficialmente continua, investimentos diretos e comércio entre os dois países ainda são proibidos, com exceções para equipamentos agrícolas, alguns alimentos e agora operações bancárias e telecomunicações (com o objetivo de melhorar a estrutura de internet no país).

"Essas mudanças terão um impacto direto e positivo na vida do povo cubano", declarou o secretário do Tesouro americano, Jacob Lew.

Em dezembro, o presidente americano Barack Obama e o ditador cubano Raúl Castro anunciaram que reabririam suas embaixadas em Havana e em Washington, na maior mudança da política bilateral em mais de 50 anos.

Na quarta-feira (21), a subsecretária do Departamento de Estado para o Hemisfério Ocidental, Roberta Jacobson, irá a Havana para discussões com o governo cubano.

APOIO NOS EUA

O embargo americano foi decretado pouco depois da Revolução Cubana (1959), quando mais de US$ 1 bilhão em propriedades americanas foram expropriados pelo regime castrista.

As relações diplomáticas entre os dois vizinhos foram reatadas depois de uma troca de prisioneiros e da libertação cubana de 53 presos políticos.

Em 2012, 98 mil americanos sem laços familiares com Cuba visitaram a ilha, depois de um relaxamento das restrições feito por Obama.

Esse número não conta os cerca de 500 mil cubanos-americanos que visitam a ilha anualmente, com permissão do governo americano.

Pesquisas divulgadas no ano passado indicavam que mais de 60% dos americanos defendiam relações diplomáticas com Cuba. Poucos políticos americanos, quase todos cubanos-americanos da Flórida e de Nova York, criticaram Obama por "fazer o jogo dos irmãos Castro".

07/01/2015

Cuba libre; EUA, não!

Filed under: Álvaro Dias,Cheech & Chong,Cuba,EUA,Fernando Francischini,PSDB — Gilmar Crestani @ 8:33 am
Tags:

Alguém ainda lembra do slogan da dupla Cheech & Chong do PSDB (Álvaro Dias & Fernando Francischini): BR45IL ou CU13A?! Os EUA já fizeram a escolha deles mas a manada amadrinhada pela dupla paranaense ainda compra ideologia no Paraguai.

O porta-voz do Paraguai, Álvaro Dias, que tomou um chá de sumiço com a Operação Lava Jato, deixou com o rato Francischini a continuidade na distribuição deste tipo de idiotice.

cuba x 45Agora que Cuba liberta os presos políticos, quando os EUA farão o mesmo com os seus? No Brasil, Sininho continua presa… Até quando permanecerão presos ou asilados os cidadãos norte-americanos perseguidos por aquele Estado? Quando Bradley Manning, Julian Assange, Edward Snowden e tantos outros deixarão de serem perseguidos pelos EUA?

Quando os EUA libertarão todos o presos de Guantánamo, presos sem mandado e há anos sem julgamento?

Os EUA tinham posto Cuba, em 1982, com status de “Estado Patrocinador do Terrorismo”. O que será que Cuba fez para, de repente, deixar de ser um “Estado Patrocinador de Terrorismo”? Basta os EUA decidir?

    Cuba liberta presos políticos, dizem EUA

    Departamento de Estado anuncia soltura de parte de uma lista de 53 detentos, mas não divulga quantos nem quem são

    Entidade dissidente diz não ter sido informada de libertação; cubanos e americanos reataram relações após 51 anos

    DAS AGÊNCIAS DE NOTÍCIAS

    O governo de Cuba libertou uma parte dos 53 detentos que os EUA consideram presos políticos, anunciou nesta terça-feira (6) a porta-voz do Departamento de Estado norte-americano, Jen Psaki.

    A promessa de soltura dos presos fora incluída no histórico anúncio do reatamento das reações diplomáticas –rompidas desde 1961– entre o regime cubano e os EUA, feito pelo presidente Barack Obama em 17 de dezembro.

    "Já libertaram vários desses presos. Obviamente, gostaríamos de ver o processo concluído", declarou Psaki.

    A porta-voz, porém, não informou quantas pessoas foram soltas nem quem são os libertados –disse só que faziam parte de lista apresentada por Washington a Havana.

    O porta-voz da Casa Branca, Josh Earnest, alegou que os presos não foram identificados porque o governo não deseja "colocar um alvo ainda maior neles rotulando-os como dissidentes políticos".

    "Continuaremos pedindo ao governo de Cuba que mantenha seus compromissos", afirmou Psaki. Segundo a porta-voz, a lista "não deve ser vista como o fim de nossas discussões sobre direitos humanos com o governo de Cuba", mas como parte dela.

    O dissidente Elizardo Sánchez, líder da Comissão Cubana para Direitos Humanos e Reconciliação Nacional –entidade que monitora a situação dos presos políticos no país–, disse não ter nenhuma notícia sobre a soltura anunciada pelos EUA.

    "Não temos nenhuma informação até agora, nenhum nome. Vamos esperar para ver", afirmou Sánchez, que falou da capital cubana por telefone à agência Reuters.

    O senador americano Marco Rubio, um dos principais críticos do processo de reaproximação de Cuba na oposição republicana, afirmou que Obama deveria cancelar as negociações com Havana até que todos os 53 presos políticos fossem libertados.

    A porta-voz da chancelaria dos EUA buscou minimizar a relação entre a soltura dos presos e o sucesso das primeiras conversas de alto nível que os dois países terão em meio século, quando se reunirem em Havana no fim do mês.

    "Há muitos componentes na forma como essa nova abordagem a Cuba ajudará a sociedade civil. Sentimos que a libertação dos prisioneiros é importante. Ter um diálogo, abrir-se à capacidade de se comunicar também são passos importantes", disse.

    A subsecretária de Estado para o Hemisfério Ocidental (Américas), Roberta Jacobson, chefiará a delegação dos EUA que irá a Cuba. Segundo Psaki, faltam "detalhes" para definir a data exata da viagem.

    BEBÊ-SÍMBOLO

    Gema, a filha de um dos agentes cubanos soltos há 20 dias como parte das negociações entre os EUA e Cuba, nasceu nesta terça-feira (6) em Havana depois de ter sido concebida por inseminação artificial, anunciou o portal governista Cubadebate.

    Segundo o portal, a menina –concebida enquanto seu pai, Geraldo Hernández, estava preso nos EUA– nasceu de cesárea, pesa pouco mais de 3 kg e é "muito linda".

    04/01/2015

    Bandido de olhos azuis

    Não é porque meu filho tenha olhos azuis que eu não saiba que a máquina de propaganda de hollywood se especializou em colocar mexicanos no papel de bandidos. Nos filmes de faroeste eu sempre torci pelos bandidos, porque me pareciam mais críveis que os mocinhos ensaboados do velho oeste.

    Agora descubro que o grande ator argentino, Ricardo Darín se recusou a desempenhar o papel de traficante mexicano, como se pode ver nesta entrevista: https://www.youtube.com/watch?v=8rP9MRH8O6A

    Quem quiser saber mais sobre os cubanos que os EUA aceitaram soltar para receberem de volta o bandido basta ler o livro do Fernando Moraes, Os últimos soldados da guerra fria. Enquanto os prisioneiros devolvidos a Cuba foram recebidos com festa como se recebem heróis, os EUA recebem de volta se bandido e o escondem. Essa é a grande diferença entre uma Ilha que não se ajoelha para o império da maldade.

    Daqui alguns anos Hollywood vai produzir um filme para converter o bandido em mocinho e vai escalar algum latino, menos Ricardo Darin, para o papel de vilão.

    Mistério do espião desaparecido

    Duas semanas depois do anúncio de sua libertação após quase 20 anos de prisão, o suposto agente dos EUA em Cuba continua com seu paradeiro desconhecido

    Silvia Ayuso Washington 3 ENE 2015 – 21:09 BRST

    Rolando Sarraff aos 32 anos, e em uma imagem sem data. / AP

    Onde está Rolando Sarraff Trujillo? Essa é a pergunta que muitos se fazem, não somente a família desse cubano supostamente libertado há mais de duas semanas após passar quase duas décadas em uma prisão de Cuba, acusado de espionagem.

    Ninguém consegue encontrar Roly, seu apelido familiar. Esse homem de 51 anos é quem, para surpresa de sua própria família, vários veículos de comunicação norte-americanos identificaram como o misterioso agente que Washington conseguiu trocar, junto com o empreiteiro Alan Gross, por três espiões cubanos presos nos Estados Unidos. Esse acordo abriu as portas para o restabelecimento de relações diplomáticas com Havana, anunciado pelo presidente Barack Obama em 17 de dezembro.

    Com essa decisão, os Estados Unidos colocavam fim em um dos mais longos capítulos da Guerra Fria. Mas os mistérios e rumores dignos de um romance da era soviética que ainda cercam a identidade do agente prometem seguir preenchendo novas páginas.

    Washington continua sem confirmar ou desmentir abertamente que Rolando Sarraff seja na verdade esse espião que Obama chamou de “um dos mais importantes agentes de inteligência que os Estados Unidos tiveram em Cuba”.

    mais informações

    “Não vamos comentar nada, além de dizer que foi libertado em Cuba e transferido pelo Governo dos Estados Unidos”, disse uma fonte governamental para o EL PAÍS sob a condição de anonimato.

    Mas veículos da imprensa, como o The New York Times, insistem que Roly é Sarraff. Especialistas em espionagem cubana dos dois lados também não duvidam dessa informação: desde Chris Simmons, antigo especialista em Cuba da Agência para a Inteligência de Defesa (DIA) dos EUA, a Domingo Amuchastegui, que trabalhou para a inteligência cubana até 1994. “Sem dúvida, o peixe grande [da troca] era Sarraff”, assegura Amuchastegui. O fato de seu nome ter vazado, se deve, na sua opinião, às pressões “para justificar a troca”. Sem um nome concreto, apontou, o acordo com Cuba poderia ter menos credibilidade.

    O caso é que Sarraff, que durante todos os seus anos na prisão se comunicou regularmente com sua família – seus pais continuam em Cuba, ainda que suas irmãs vivam na Espanha –, não deu nenhum sinal de vida desde meados de dezembro. No dia 16, na véspera do anúncio de Obama, Roly não fez a ligação de praxe para seus pais. Pouco depois, sua família soube que havia saído da prisão de segurança máxima Villa Marista, onde esteve preso nos últimos meses. É aí que seu rastro some.

    “Continuamos sem saber nada”, confirmou na sexta-feira sua irmã Vilma Sarraff, que mora na Espanha. Seus pais, que continuam morando em Havana, também não voltaram a ter notícias de seu filho. “O Governo de Cuba e o de Washington não disseram nada sobre o paradeiro de Rolando Sarraff”, corrobora Elizardo Sánchez. Sua organização, a Comissão Cubana para os Direitos Humanos e a Reconciliação Nacional (CCDHRN), faz um minucioso acompanhamento dos presos políticos em Cuba e Sarraff Trujillo esteve em suas listas durante anos.

    Segundo Sánchez, “todo mundo infere que ele viajou para os Estados Unidos em 17 de dezembro. Nesse momento está no poder das autoridades norte-americanas, que deverão informar os pais de alguma forma, dois idosos que estão muito mal de saúde e desesperados pois não sabem do paradeiro de seu filho. Não estão respeitando o interesse dos pais e de outros familiares em saber de Rolando”, lamentou.

    Amuchastegui não acredita, entretanto, que existirão novas notícias sobre Rolando Sarraff: “Esse senhor não será visto e nada se saberá dele durante algum tempo”.

    “Ele não vai contatar ninguém, incluindo a família, porque por razões estritamente profissionais, a CIA, o FBI ou quem estiver trabalhando com ele nesse momento, precisa terminar um rigoroso procedimento, longo, tedioso, de comprovações, de perguntas, de interrogatórios que é indispensável”, frisou o antigo especialista em espionagem.

    Mas, segundo fontes oficiais norte-americanas, o agente libertado “não está detido nem retido” e, se quiser, “poderia contatar sua família”. “É uma pessoa que passou por muitas coisas, e existem protocolos de segurança que devem ser respeitados, mas ele pode entrar em contato com sua família se quiser fazê-lo”, assegurou. O mistério continua, pois, sem solução.

    Conciliação Cuba-EUA: Mistério do espião desaparecido | Internacional | EL PAÍS Brasil

    03/01/2015

    Até Cuba solta, mas Sininho continua presa

    SininhoNão sou partidário da Sininho, mas há uma diferença de tratamento puramente ideológica! A Veja deu capa a ela e a chamou de “fada da baderna”.

    Por que a Folha não se escandaliza com a prisão da integrante do Black-bloc que continua presa?! Seria por que as prisões brasileiras são melhores que as cubanas? Por que não há o mesmo enfoque para as arbitrariedades policiais brasileiras? Seria devido ao passado da Folha que não só financiou a OBAN como também emprestou suas peruas para transportarem os presos clandestinos para serem torturados, estuprados e mortos?! Por que a Folha chama Fidel e Raul Castro de ditadores mas nunca chamou Castelo Branco, Costa e Silva, Geisel e Figueiredo de ditadores? Seria por que nossos ditadores são melhores que os cubanos ou seria por ser esta uma exigência de quem a finanCIA?!

    Cuba solta dissidentes presos em ato

    Opositores participariam de atividade por liberdade de expressão convocada por artista

    DIEGO ZERBATODE SÃO PAULO

    A polícia de Cuba soltou nesta sexta-feira (2) os últimos 18 dissidentes que ainda estavam presos por participar de protestos contra o ditador Raúl Castro nesta semana.

    As primeiras detenções foram feitas na terça (30), dia para o qual a artista Tania Bruguera convocou um ato cujo objetivo era deixar um microfone aberto para que os cubanos pudessem se expressar livremente na praça da Revolução, em Havana.

    Segundo o presidente da Comissão Cubana de Direitos Humanos e Reconciliação Nacional, Elizardo Sánchez, houve 80 detenções no período, sendo que 30 delas ocorreram no primeiro ato.

    A última a ser libertada foi Bruguera, que havia sido transferida para uma delegacia do bairro de Diez de Octubre, na capital cubana.

    Ela havia sido presa pela terceira vez na quinta (1º), em protesto que reivindicava a soltura dos opositores presos na cadeia de Calabazas. Em seguida, foi levada à delegacia, onde foi mantida sem comunicação com a família.

    As libertações dos dissidentes presos em Calabazas começou durante a manhã. Dentre os soltos, está o jornalista Boris González Arenas, 38, historiador, professor de cinema e colunista do "Diario de Cuba", site independente sediado na Espanha.

    O jornalista, que participaria do ato de Bruguera, foi preso no dia 30 minutos depois de sair de casa em Havana para ir ao protesto.

    O pai dele, Fernando González Rey, disse à Folha que a companheira do filho só foi avisada da prisão no dia 1º, por meio da mulher de outro dissidente preso.

    "Só fiquei sabendo quando uma amiga minha que mora na Espanha viu [a informação] no Diario de Cuba’. A partir daí, é que fui ligar para Havana", disse.

    Segundo González Rey, que é professor de psicologia da UnB (Universidade de Brasília), esta foi a primeira vez que seu filho foi preso, apesar de já ter sido criticado por sua postura crítica.

    "Boris faz um trabalho pacífico com jovens, de reflexão intelectual e crítica. Ele nunca pensou em sair de Cuba."

    EUA

    A sequência de prisões foi o primeiro episódio de repressão do regime cubano aos opositores após a retomada das relações com os EUA.

    Na noite de quinta (1º), a presidente Dilma Rousseff elogiou o colega americano, Barack Obama, pela retomada das relações, em encontro com seu vice, Joe Biden.

    Segundo relatos de participantes da conversa, Dilma disse que todos os países da Celac (Comunidade dos Estados Latino-Americanos e Caribenhos) defenderam o fim do bloqueio e a integração da ilha ao resto da América.

    Colaborou ANDRÉIA SADI, de Brasília

      10/12/2014

      O que Andrea Neves não aprendeu com Fidel?

      Filed under: Aécio Neves,AécioPorto,Andrea Neves,Comunismo,Comunista,Cuba,Yoani Sánchez — Gilmar Crestani @ 9:28 am
      Tags:

      Aécio em Cuba, comendo na mão de Fidel Castro.

      Aecio ComunistaHá mais liberdade em Cuba do que na Minas Gerais dos irmãos Aécio e Andrea Neves. A simples existência da festejada blogueira Yoani Sánchez, que circula pelo mundo pelas mãos dos grupos mafiomidiáticos traduz isso muito bem. O atrelamento da velha mídia brasileira, graças à mão de ferro da distribuidora das verbas do então governador Aécio Neves, ao donatário das alterosas explicam a diferença entre Cuba e Minas Gerais. A listas das vítimas processadas por Aécio Neves não para de crescer. Mantém uma banca de advogados especializados em processar quem ousa discordar ele: A lista dos twitteiros processados por Aécio Neves. O poder da irmã Andrea Neves sobre a velha mídia mineira é tão grande que quando Mauro Chaves publicou o clássico “Pó pará, governador”, o Jornal de Minas fez  a defesa do Aécio Neves: “Minas a reboque, não”. 

      O azar dos ditadores atuais, como a famiglia Neves, é que a internet é o melhor detetive para encontrar as pernas curtas da mentira. Os xingamentos da direita raivosa encabeçada por Aécio Neves espalharam um monte de bobagens a respeito do  tal de bolivarianismo  e o tal de “Vai pra Cuba”, das manifestações pós eleições, patrocinadas por Aécio Neves e seus estafetas Lobão e Jair Bolsonaro.

      Eles, Andrea e Aécio, estão brincando, mas sua manada levam a sério. São tantas as bobagens que não admira que o playboy mimado esteja em forte crise de abstinência. Não fosse a camisa de força que eles puseram em seus amigos nos grupos mafiomidiáticos e eles sequer poderiam sair à rua impunemente. Acontece que no Brasil do Instituto Millenium há Aécios, Serras, FHCs Alkmin, Gilmar Mendes, Joaquim Barbosa que tudo podem. Como nos filmes do velho oeste, têm licença para assassinarem, impunemente, reputações. Andrea e Aécio Neves aprenderam com Fidel que a condução da mídia com mão-de-ferro, mas não aprenderam a investiram no povo, em quem mais precisa. Ao contrário de Fidel, em Minas Aécio Neves investe em aeroportos em terras da família. A Minas de Aécio e Andrea jamais exportará mais médicos. Em compensação, transformaram Minas no principal ponto de distribuição de drogas pro Nordeste.

       

      Os aloprados que gritam “Vai pra Cuba” podem pedir dicas para a poderosa irmã de Aécio — que foi e curtiu

      Postado em 08 dez 2014 – por : Kiko Nogueira

      Andrea e Lobão

      Andrea e Lobão

      A multidinha que invadiu as galerias do Congresso para gritar o clássico “Vai pra Cuba” do fundo de seus pulmões pode pedir à irmã de Aécio Neves informações sobre a ilha.

      Andrea, a poderosa irmã do senador, seu braço direito, conselheira, confidente e coordenadora de campanha, esteve no país em 2013, como relata em seu blog. Portanto, em pleno auge do regime bolivariano brasileiro, pouco antes de Aécio se candidatar. Pouco depois ele perderia e viraria uma espécie de heroi macunaímico dos aloprados que têm certeza absoluta de que vivemos uma ditadura comunista.

      O que pensariam os fascistas das visitas de Andrea? Seriam capazes de perdoá-la? Ou ela seria considerada uma traidora? E ao senador? Seria ele culpado por tabela? Deveria ter proibido a mana de embarcar naquele avião maldito rumo ao reduto vermelho maldito?

      Aquela não foi a primeira vez. Num post sobre Havana, uma Andrea emotiva escreveu o seguinte: “Voltei a Cuba. Entre a primeira e a segunda viagem, quase 30 anos… Mudou Havana, mudei eu ou mudamos nós duas?”

      Enigmático. Mas seu ânimo não era denuncista, como se depreende das fotos. Junto a cartões postais como o parlamento e uma rua com aqueles edifícios restaurados, há uma foto sua com um velhote, ambos sorridentes.

      Em 2012, ela se indignara contra a morte do prisioneiro político Wilmar Mendoza após uma greve de fome, aos 31 anos. “Para a minha geração, durante muitos anos, a revolução cubana foi o símbolo do idealismo e a prova de que era possível construir uma sociedade mais justa”, escreve.

      “Não sei em que exato momento muitos de nós começaram a perceber que, infelizmente, o processo não era tão linear, nem os princípios tão absolutos quanto imaginávamos. Em que momento tivemos que acrescentar ao nosso sonho de revolução as imagens da censura, dos prisioneiros políticos, da corrupção?”

      (Ela reclamar de censura é lindo, mas sigamos adiante).

      E então ela se lembra de que esteve lá em 1985, participando de um certo Diálogo Juvenil e Estudantil da América Latina e do Caribe sobre a Dívida Externa. Foi ali que teve sua estreia como oradora. “Para quem até hoje não se sente à vontade com os microfones, estrear sendo ouvida pelo próprio Fidel, num auditório lotado, não foi fácil”, diz.

      Quando voltou, publicou um artigo no JB chamado “Mamãe, Eu Fui a Cuba”, devidamente replicado no blog.

      O que você achou de Cuba? Perguntaram-me as pessoas. Uma sociedade surpreendente, ouso dizer, tendo plena consciência do quão provocativa a expressão pode soar. É claro que o país enfrenta uma série de dificuldades. Uma economia frágil, uma política de habitação que ainda não foi capaz de suprir as necessidades da área, são as mais evidentes. Mais algum tempo lá e, certamente, outras questões viriam à tona. Mas há outra realidade que salta aos olhos e que, juro, me encheu de orgulho.

      Uma sociedade em que um especializado e eficaz serviço de educação e saúde é gratuitamente oferecido à população. Um país de nove milhões de habitantes em que a alimentação básica é subsidiada pelo Governo e onde se imprimem 2,5 milhões de livro a cada três meses. E isso sem falar na alegria das crianças, nas minissaias das moças e no olhar galante dos rapazes que se insinuam pelas ruas. Tudo regado a muito calor, a reclamações sobre o ônibus cheio e à irreverência dos soldados que, na hora do almoço tiram a farda para um mergulho no mar.

      […]

      Chego em casa, desarrumo as malas e penso em como é grande o cordão da esperança. É isso aí. Mamãe, eu fui à Cuba. E qualquer dia desses eu quero voltar.

      “No mais”, bate outra vez, com esperanças o meu coração”.

      Andrea Neves não sobreviveria à canalha de extrema direita que seu irmão atiça — eventualmente, direto da praia.

      (Acompanhe as publicações do DCM no Facebook. Curta aqui).

      Sobre o Autor

      Diretor-adjunto do Diário do Centro do Mundo. Jornalista e músico. Foi fundador e diretor de redação da Revista Alfa; editor da Veja São Paulo; diretor de redação da Viagem e Turismo e do Guia Quatro Rodas.

      Diário do Centro do Mundo » Os aloprados que gritam “Vai pra Cuba” podem pedir dicas para a poderosa irmã de Aécio — que foi e curtiu

      28/11/2014

      HiPÓcrisia só rima com mau caráter

      Filed under: Cuba,FHC,hiPÓcrita,Mais Médicos — Gilmar Crestani @ 9:42 am
      Tags:

       

      Hipocrisia – Em 1999, quando Serra era Ministro da Saúde, a VEJA era a favor dos médicos cubanos no Brasil

      Hipocrisia Padrão Fifa ou Não ?  Será que os coxinhas, tão “revoltados” hoje, apoiaram isso na época ?

      Cubanos001

      Cubanos002

      compartilhar Facebookcompartilhar Twittercompartilhar Google+

      Hipocrisia – Em 1999, quando Serra era Ministro da Saúde, a VEJA era a favor dos médicos cubanos no Brasil « Poços10 – Poder e Política

      21/11/2014

      União bolivariana e comedora de criancinhas Europeia

       

      UE desembarca em segredo em Cuba

      Bruxelas negocia acordos com Havana para influenciar seu futuro

      Juan Jesús Aznarez Madri 19 NOV 2014 – 11:27 BRST

      Ex-ministro de Relações Exteriores holandês, Frans Timmermans, em Havana. / efe

      Há quase 20 anos, quando a perda dos subsídios soviéticos estava a ponto de acabar com a Revolução Cubana, um condescendente Fidel Castro recebia frequentemente a visita de governantes europeus e latino-americanos, que recomendavam ao líder a democratização do regime. Escutava os visitantes com a bíblica paciência de Jó, segundo sua própria confissão. “Não é para você ir embora, Fidel”, disse um presidente com quem teve uma relação amistosa. “A história lembrará de você com honras caso lidere uma transição ao pluripartidarismo e se permanecer na chefia do Estado simbolicamente, como o rei da Espanha, que reina mas não governa.” Obviamente, a proposta não funcionou, porque como respondeu Castro na IX Cúpula Ibero-Americana de 1999, realizada em Havana, “é impossível que Cuba abandone os caminhos da revolução e do socialismo”.

      Embora, desde então, não tenha havido alterações no isolamento do hegemônico Partido Comunista de Cuba (PCC), as mudanças socioeconômicas ocorridas nos últimos anos na ilha parecem ter convencido a União Europeia de que é melhor se aproximar dos cubanos do que lhes dar as costas. O ministro de Relações Exteriores da Espanha, José Manuel García-Margallo, visitará a capital cubana na segunda-feira para promover a liberalização econômica e estreitar alianças onde seja possível, mas sem recomendar mudanças políticas pois sabe que, no curto prazo, não estão previstas.

      mais informações

      Outros visitantes do bloco que chegaram antes tampouco apressaram Raúl Castro. Ao contrário das peregrinações internacionais pela liberação de presos políticos dos anos oitenta e noventa, os ministros europeus, deputados e funcionários de Bruxelas que viajam agora à maior das Antilhas, o fazem com expectativas menos urgentes: o objetivo é participar de uma eventual transição de maior alcance, com uma possível autorização de associações.

      Em outubro, o secretário de Estado de Relações Exteriores do Reino Unido, Hugo Swire, aterrissou em Cuba, a primeira visita de um representante do Governo britânico depois de mais de 10 anos. Levava uma agenda parecida à de Margallo: pouco belicosa, apoiada em assuntos comuns, em investimentos, alianças internacionais e questões bilaterais.

      Swire conduziu sua visita sem sugerir reuniões com a oposição como condição sine qua non, porque o regime destacou que os dissidentes já podem sair de Cuba. Neste ano também visitaram a ilha o ministro de Relações Exteriores da França, Laurent Fabius, e o então chefe da diplomacia holandesa, Frans Timmermans, atual vice-presidente da Comissão Europeia. “O diálogo é melhor do que o conflito”, afirmou Timmermans, o primeiro representante de um Governo holandês a visitar Havana desde 1959. Cuba é o único país da América Latina com o qual a UE não tem um acordo bilateral, já que adotou desde 1996 a chamada Posição Comum, criada por José María Aznar, que condicionava as relações com a ilha aos avanços democráticos e no campo de direitos humanos.

      Margallo visitará a ilha depois da visita de diplomatas de três países europeus

      Vencidas as resistências à flexibilização da Polônia e da República Checa, devido ao passado comunista de ambas, em abril Havana e a UE iniciaram o diálogo para fechar um novo acordo de cooperação econômica e política. O processo tem sido possível porque os Estados Unidos, cujo presidente Barack Obama é mais inclinado ao entendimento, não tentaram bloqueá-lo, ao contrário do que ocorreu durante a Administração do republicano George W. Bush (2001-2009), que abençoou a Posição Comum.

      Pode acontecer, além disso, que a perda da maioria democrata no Congresso leve Obama a utilizar seus poderes executivos para aprovar medidas mais corajosas em relação à normalização diplomática com a estratégica ilha. Sem renunciar ao objetivo da democracia e das liberdades pretendido por Bruxelas, o propósito do bloco é concluir, no final de 2015, um conjunto de acordos que permita uma interlocução bilateral mais fluida.

      “A Europa pode desempenhar um papel central no futuro de Cuba, aproveitando que a imagem dos EUA está muito deteriorada na ilha devido aos anos de política agressiva”, afirma William M. Leogrande, professor da American University, em Washington, e especialista em temas cubanos.

      Os que defendem aposentar a iniciativa de Aznar usam os mesmos argumentos dos que se opõem ao embargo: as sanções não funcionaram. De fato, o comércio entre os diferentes países da UE e Cuba já alcançou 2,5 bilhões de euros (cerca de 8 bilhões de reais). “Como um país que se tornou independente tarde e que depois caiu na tutela dos EUA, Cuba não reage bem às pressões estrangeiras, as desafia e age às vezes contra seus próprios interesses”, acrescenta Leogrande, em um artigo publicado pela London School of Economics.

      De bom grado ou à força, Cuba aprovou iniciativas que agradam a UE e parece ter deixado para trás a ortodoxia econômica soviética. A política permanece inalterável. Em 2010, a mediação da Espanha e da Igreja Católica levou à libertação de mais de 100 presos políticos. O Governo de José Luis Rodríguez Zapatero pressionou Bruxelas contra a Posição Comum, e o de Mariano Rajoy não barrou as negociações em andamento. As relações entre a UE e Cuba entraram em uma fase de maior entendimento.

      UE desembarca em segredo em Cuba | Internacional | EL PAÍS Brasil

      11/11/2014

      Cuba não deu ao EUA o gosto de seu funeral

      Filed under: CIA,Cuba,Embargo Econômico,EUA,Golpismo,Lei Helms-Burton,Sabotagem,The New York Times — Gilmar Crestani @ 10:29 pm
      Tags:

      A grandeza de Cuba está em aguentar um embargo, por tanto tempo, que nenhum país suportaria, incluindo o próprio EUA, por tempo infinitamente menor.

      cuba-embargoDa vez primeira em que me assassinaram,
      Perdi um jeito de sorrir que eu tinha.
      Depois, a cada vez que me mataram,
      Foram levando qualquer coisa minha.
      Hoje, dos meu cadáveres eu sou
      O mais desnudo, o que não tem mais nada.
      Arde um toco de Vela amarelada,
      Como único bem que me ficou.
      Vinde! Corvos, chacais, ladrões de estrada!
      Pois dessa mão avaramente adunca
      Não haverão de arrancar a luz sagrada!
      Aves da noite! Asas do horror! Voejai!
      Que a luz trêmula e triste como um ai,
      A luz de um morto não se apaga nunca!

      Mario Quintana

      A crítica do The New York Times ao golpismo dos EUA contra Cuba

      Pela quinta vez em menos de um mês, o jornal estadunidense The New York Times publicou neste domingo (9) um editorial sobre Cuba, desta vez criticando as tentativas dos Estados Unidos planejadas para provocar a derrubada do governo cubano.
      Sob o título “Em Cuba, desventuras ao tentar derrocar um regime”, o jornal faz uma retrospectiva, desde a aprovação da Lei Helms-Burton, em 1996, dos inúmeros planos forjados em Washington contra a Ilha revolucionária. Entre outras coisas, o jornal destaca que estes projetos só serviram como fundamento para que o governo estadunidense gastasse US$ 264 milhões durante os últimos 18 anos, no intento de estimular supostas reformas “democráticas” no país.
      O editorial do influente jornal nova-iorquino é um inevitável sinal dos tempos. No dia 28 de outubro, 188 países manifestaram-se, pelo 23º ano consecutivo, a favor da resolução contra o bloqueio, apresentada por Cuba na Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU). Apenas os imperialistas estadunidenses e os sionistas israelenses votaram contra e três outros países – Ilhas Marshall, Micronesia e Palau – se abstiveram. Repetidamente, o mundo se pronuncia com a maior clareza pelo fim da odiosa medida que prejudica o desenvolvimento do país e afronta as normas de convivência democrática entre as nações.
      Os Estados Unidos estão cada vez mais isolados nesta questão, sustentando uma posição retrógrada e anacrônica, rechaçada não só no âmbito da Assembleia Geral da ONU, mas também nos grupos regionais da organização mundial, como o G-77+China, que reúne os países em desenvolvimento, o Caricom, que representa a comunidade caribenha, o Movimento dos Países não Alinhados, a União Africana e a Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (Celac), onde é amplo o consenso contra o bloqueio dos Estados Unidos a Cuba.
      O jornal aconselha o governo estadunidense a promover a “aproximação diplomática”, ao invés de lançar mão de “métodos artificiosos”, se quer exercer alguma influência em Cuba para que esta se torne uma “sociedade mais aberta”.
      Aqui o importante a reter não são as concepções e os fins que o diário nova-iorquino, em nome de importantes setores da sociedade estadunidense, pretende quando se refere a influir em Cuba e nas mudanças que a Ilha está promovendo, mas o insofismável fato de que o bloqueio sofre contestações cada vez mais amplas no interior dos Estados Unidos. Não são poucos os segmentos empresariais que nutrem a expectativa de fazer rentáveis negócios em Cuba. Também sob esse ponto de vista, a posição do Departamento de Estado, de setores do Congresso e da Casa Branca é obsoleta.
      Do ponto de vista dos direitos humanos e do direito internacional, para além do anacronismo, é uma política reveladora da crueldade do imperialismo. O chanceler Bruno Rodríguez, em sua alocução na ONU fundamentando a necessidade de pôr fim ao bloqueio, demonstrou que este afeta os setores mais vulneráveis da sociedade, a começar pelas mulheres, as crianças e os idosos. Internacionalmente, a posição estadunidense é insustentável, porquanto é uma manifestação de intolerância e agressividade em face de uma nação que tem o direito à autodeterminação e a viver em pé de igualdade com as demais.
      Com o editorial crítico às aventuras golpistas dos Estados Unidos contra Cuba, o The New York Times demonstra que a política estadunidense de bloqueio e sanções está em flagrante contraste com a luta de muitos governos e povos pela cooperação internacional.
      O cenário é hoje mais favorável para demandar o fim do bloqueio.

      A crítica do The New York Times ao golpismo dos EUA contra Cuba – Portal Vermelho

      23/10/2014

      Enquanto os EUA enviam armas, Cuba envia médicos

      Filed under: Cuba,Ebola,Mais Médicos — Gilmar Crestani @ 8:57 am
      Tags:

      Enquanto Cuba exporta médicos para todas as partes do mundo onde se fazem necessários, desde desastres naturais como Tsunamis, epidemias como Ebola, ou onde nas periferias onde os de jaleco branco não querem ir, os EUA preferem exportar armas.

      Entrevista: “É incrível o que Cuba pode fazer”, diz OMS sobre ajuda contra ebola

      Postado em 23 out 2014

      por : Diario do Centro do Mundo

      image

      Um grupo de 94 profissionais da saúde cubanos foi para a África Ocidental nesta quarta-feira (22/10), para combater a epidemia do ebola. Eles se juntam aos 165 que já estão em Serra Leoa prontos para começar a atuar. Os médicos e enfermeiros cumprem um acordo assinado entre Havana e a Organização Mundial da Saúde (OMS) válido para os próximos seis meses.

      Para José Luis Di Fábio, chefe do escritório da OMS na ilha há três anos, é importante que o mundo reconheça a “incrível capacidade de resposta de Cuba” diante de situações de crise.

      Di Fábio ajudou a intermediar as negociações depois da solicitação feita pelo secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, e pela diretora da OMS, Margaret Chan.

      Atualmente, mais de 4 mil médicos cubanos atuam na África – dois mil só em Angola. “Os países africanos carecem de recursos humanos, muitos presidentes já solicitaram ajuda ao país. Na Guiné, antes da epidemia do ebola, já havia uma brigada cubana e sem Serra Leoa também”, afirma Di Fábi, em entrevista à DW.

      DW: Na opinião do senhor, por que esse chamado das Nações Unidas foi feito para Cuba?

      José Luis Di Fábio: Em fins de julho, a diretora da OMS, Margaret Chan, esteve em Cuba para acompanhar a inauguração do Centro Estatal Médico para Controle de Medicamentos. Durante a visita, ela se emocionou, digamos assim, ao entender mais sobre a cooperação médica cubana, incluindo a educação médica do país para o exterior.

      Ela esteve na Unidade de Cooperação Médica, onde há o registro histórico das cooperações em saúde, viu a preparação de médicos que já foram para o Haiti e participaram de outras missões e, realmente, entendeu e reconheceu a capacidade que Cuba tem de apoiar os países numa cooperação Sul-Sul.

      Durante uma conversa sobre continuidade de cooperações, surgiu a ideia de que Cuba pudesse trabalhar formando equipes de resposta rápida em caso de desastres e outros tipos de emergências. E, há duas semanas, ela pediu então apoio a Cuba para combater o ebola.

      Quantos profissionais estão a caminho da África e para onde seguem?

      Segundo o acordo, serão 300 profissionais. Primeiramente, foram 165 a Serra Leoa, dos quais 62 são médicos. Depois, a pedido dos governos locais, foi decidido enviar mais 53 para a Libéria e 38 para a Guiné.

      Eles já estão prontos para trabalhar?

      Eles fizeram a primeira parte da capacitação em Cuba. Recebemos profissionais de Washington e especialistas que já haviam trabalhado em Serra Leoa, diretamente com pacientes. Eles explicaram sobre a doença, as condições de vida no local, como vestir-se adequadamente, os tipos de proteção pessoal. Foi muito importante poder ouvir desses profissionais quais são as rotinas diárias, os problemas que enfrentam no terreno.

      Quando a equipe cubana chega à África, faz outras capacitações até chegar ao centro de tratamento. Ela já chegou, mas ainda não está trabalhando. Ainda estão sendo preparadas as condições para que possam atuar. Primeiro: precisavam do processo de capacitação e, enquanto isso, as instalações, os centros de tratamento de ebola, estão sendo montados.

      A ideia é trabalhar em forma conjunta, não dispersar a equipe. Caso contrário, a capacidade de organização se perde. É preciso identificar onde é mais apropriado trabalhar. No caso de Serra Leoa, deve ser em Freetown, a capital, e talvez em Port Loko.

      Outros países da América Latina ofereceram ajuda? Cuba é um caso especial?

      Cuba é um caso especial, digamos, pela capacidade rápida de resposta que teve, pela vontade política e pela própria experiência dos médicos. Trata-se de profissionais de saúde que já estão acostumados a trabalhar em missões, muitos deles já estiveram inclusive na África. Não conhecem o ebola, mas conhecem o território.

      A Venezuela já havia doado 5 milhões de dólares para apoiar a luta contra o ebola. E a ministra da Saúde no Equador acenou que iria apoiar com recursos financeiros a campanha contra a epidemia.

      O Brasil apoiou com alimentos. Existe a parte médica, mas é preciso pensar que é preciso todo um processo de assistência. O Brasil mandou medicamentos, ajuda humanitária em alimentos de cerca de 5 milhões de dólares, segundo entendi. Mas isso não foi via Organização Mundial da Saúde, mas via Programa Mundial de Alimentos das Nações Unidas.

      Com tantos médicos cubanos agora em ação na África, não há problema com falta de médicos em Cuba?

      Não, não afeta os serviços e a população cubana. A população médica em Cuba é de mais de 80 mil.

      Como funciona exatamente a parceria? Os médicos que seguem para a África recebem salário?

      Eles estão contratados seguindo a forma de contrato comum da OMS, ou seja, como qualquer assessor que presta serviço. Normalmente, paga-se a passagem e uma diária. O valor depende do lugar onde o profissional vai atuar. A diária tem um componente de alojamento, alimentação e gastos pessoais.

      De quanto é a diária?

      Depende do local. É um valor estabelecido pelas Nações Unidas, que varia também em alguns meses, dependendo do câmbio da moeda. Por exemplo, em Havana, a diária é de 170 dólares. Em outros países, pode ser de 120. Creio que são 230 dólares por dia na África, mas 60% do valor é para cobrir estadia.

      Qual é a importância da ajuda de Cuba?

      É uma ajuda importante não só para a OMS, mas para todo o mundo. A ideia é apoiar os países da África Ocidental a conter a doença e exterminá-la na África. Mas, ao mesmo tempo, é uma barreira de defesa para o resto do mundo. Se não se controla o vírus na África, ele pode chegar a Estados Unidos, Alemanha, Brasil, Japão, etc.

      Então, realmente, os cubanos estão protegendo as fronteiras. E são não houver mais países que ofereçam recursos humanos, seguirão sendo os únicos.

      Mais países mostram interesse em apoiar a iniciativa da OMS na África Ocidental?

      Eu represento a OMS em Cuba. Imagino que a solicitação tenha sido feita a todos os países. Na última segunda-feira (20/10), o médico David Nabarro, enviado especial do secretário-geral da ONU, disse que foi muito importante a ajuda de Havana. Ele disse que o total de 265 trabalhadores cubanos é maior que a soma de todos os outros países juntos. E que a partir dessa quarta-feira, dia em que chega o restante da equipe, o número passará a ser maior que o do Médicos Sem Fronteira ou da Cruz Vermelha, maior que o número de profissionais enviados por Estados Unidos, Reino Unido e China.

      Como o mundo olha para Cuba depois dessa parceria com a OMS?

      Acredito que poderia haver mais reconhecimento. É incrível o que Cuba pode fazer. A vontade política e a vontade humana da população. Quando houve um terremoto no Paquistão, em 2005, foram enviados 2 mil médicos em 48 horas. Foram os primeiros que chegaram ao Paquistão e os últimos a sair, estiveram lá quase seis meses. No Haiti também. Depois de 24 horas, profissionais cubanos já chegaram para ajudar, e continuam lá.

      (Acompanhe as publicações do DCM no Facebook. Curta aqui).

      Diário do Centro do Mundo » Entrevista: “É incrível o que Cuba pode fazer”, diz OMS sobre ajuda contra ebola

      12/09/2014

      Mais Médicos cubanos contra Ebola

      Filed under: AMB,Cuba,Ebola,EUA,Médicos Cubanos — Gilmar Crestani @ 8:53 am
      Tags:

      mais medicos menos mulasA A$$oCIAção Médica Brasileira também deveria mandar seus jalecos brancos preconceituosos para combater o Ebola. Já os EUA certamente mandarão os marines e seus drones para matar o Ebola a tiro….

      Cuba vai enviar médicos para combater surto de Ebola

      JAMIL CHADE – CORRESPONDENTE DE O ESTADO DE S. PAULO

      11 Setembro 2014 | 22h 17

      País diz ser o primeiro a atender os apelos da ONU e vai mandar 165 profissionais de saúde a partir de outubro para Serra Leoa

      Atualizado às 7h20 de 12/9

      RELACIONADAS

      GENEBRA – Cuba vai usar parte de seus 4 mil colaboradores e médicos espalhados por 32 países africanos para ajudar a Organização Mundial da Saúde (OMS) a responder ao surto do Ebola que, segundo a entidade, pode contaminar mais de 20 mil pessoas. Na manhã desta sexta-feira, 12, Cuba anunciou que vai enviar 165 profissionais de saúde a partir de outubro para Serra Leoa.

      "Se vamos para guerra contra o Ebola, precisamos de recursos para lutar", declarou Margaret Chan, diretora da OMS. Cuba se declarou como o primeiro país a atender aos apelos de ajuda da ONU para enfrentar a doença.

      A doença já matou mais de 2,2 mil pessoas e contaminou oficialmente 4 mil. Mas a própria OMS admite que os números reais são maiores, e os governos da região africana mais afetada alertam que é a existência dos Estados que hoje está em jogo.

      Abbas Dulleh/APOficialmente, o surto de Ebola já matou mais de 2,2 mil pessoas

      Diante do cenário, a ONU passou a apelar diretamente a governos de todo o mundo para que saiam ao socorro da região.

      O ministro da Saúde de Havana, Roberto Morales, reuniu-se com a diretora da OMS, Margaret Chan, enquanto a imprensa oficial cubana se apressou em decretar que o regime de Raúl Castro era o primeiro no mundo a dar uma resposta aos apelos da ONU por ajuda na África.

      No final da semana, o governo britânico anunciou o envio de médicos e de soldados para erguer um centro de atendimento em Serra Leoa, com capacidade para 62 leitos.

      O governo dos Estados Unidos também anunciou ajuda, depois de um telefonema do diretor do secretário-geral da ONU, Ban Ki Moon, ao presidente Barack Obama.

      Na Europa, Bruxelas anunciou 140 milhões de euros em ajuda e envio de equipes, enquanto a Fundação Bill e Melinda Gates prometeu nesta semana US$ 50 milhões para combater o vírus.

      Para os órgãos oficiais cubanos, porém, "Chan manifestou seu agradecimento ao presidente cubano, Raúl Castro, por ser o primeiro país que dá um passo à diante depois do chamado da ONU e da OMS".

      Morales, depois de visitar a OMS, indicou apenas que esperava que a entidade servisse como "coordenadora" das diversas colaborações internacionais que estão sendo anunciadas.

      "Pela história de colaboração de nossos países, e em particular no campo da saúde, nos foi pedido que pudéssemos formar parte dos países que dão uma resposta de maneira inicial ao chamado urgente da África", explicou Morales.

      24/05/2014

      Os EUA, como Cuba, também querem um Castro, mas Fidel só tem um

      Filed under: Barack Obama,Cuba,EUA — Gilmar Crestani @ 9:45 am
      Tags:

       

      El hispano Julián Castro asciende a la Casa Blanca de la mano de Obama

      El presidente de EE UU nombra al alcalde de San Antonio secretario de Vivienda

      Yolanda Monge Washington 23 MAY 2014 – 23:05 CET91

      ampliar foto

      Barack Obama y Julián Castro. / LARRY DOWNING (Reuters)

      Todo apuntaba a que en la carrera de relevos que Julián Castro considera que es el sueño americano –a él le pasó el testigo su madre y a su madre su abuela mexicana-, el siguiente paso que daría en su carrera política sería dejar el consistorio de San Antonio (Texas) para ocupar la casa del Gobernador en Austin. Y desde ahí, como otros presidentes de Estados Unidos (el primer Roosevelt; Wilson; Carter; Reagan; Clinton; Bush), iniciar el asalto a la Casa Blanca.

      A Castro se le facilita un atajo al poder federal de Washington. Barack Obama, hombre y político con bastantes similitudes con Castro –o al revés-, ha decidido confiar la secretaría de Vivienda de su Administración a la joven promesa hispana, a quien ya concedió el honor en 2012 de ser el primer miembro de esa etnia que abriera una convención demócrata. Desde entonces, la estrella emergente –como en su día lo fue Obama, quien también despuntó en una Convención, para dolor posterior de los Clinton-, en un firmamento escaso de astros, está en las quinielas como futuro candidato del Partido Demócrata en 2016 a la vicepresidencia del país. Y de ahí, quizá, al 1600 de Pensilvania Avenue.

      En un español tan modesto como el del propio Castro, Obama ha dicho: "Julián ha vivido el sueño americano". "Nunca se ha olvidado de dónde viene", ha finalizado, ya en inglés, el presidente al relatar los orígenes humildes del alcalde texano. Castro ha aceptado como "una bendición" el testigo que le pasaba el mandatario y ha declarado que provenir de orígenes humildes no significa que haya que ser humilde en los sueños. "Se puede tener éxito y conseguir el sueño americano".

      Obama dijo, en español, que Julián había vivido "el sueño americano"

      Castro ha mantenido este viernes en la Casa Blanca la actitud prudente que le caracteriza, esa que te indica que todo lo que digas podrá ser utilizado en tu contra en este duro negociado que es la política norteamericana. El todavía alcalde ha dado las gracias en español a los habitantes de San Antonio, séptima ciudad de Estados Unidos, con más de 1,3 millones de habitantes, la mayoría de origen hispano.

      La juventud del próximo secretario de Vivienda -si el Senado de EEUU le confirma en el cargo- ha sido una constante en su carrera política, que se inició con 26 años al convertirse en el concejal más joven de la historia de San Antonio. Con 34 fue el alcalde de menor edad del municipio y hoy día, con 39, no hay regidor más joven que él en las 50 mayores ciudades de Estados Unidos.

      Pero la juventud no es precisamente una seña que favorezca a Castro, quizá al contrario, ya que se le critica que carezca de la experiencia necesaria para enfrentar la despiadada arena de Washington. Si sopla a su favor el viento que le susurra al oído que el primer presidente hispano de este país ya ha nacido. Que en este momento puede estar sentado en el pupitre de una escuela; en una facultad de derecho; o que podría ser él.

      En Estados Unidos viven más de 50 millones de hispanos, uno de cada seis habitantes del país

      La conjetura no es fruto de un pensamiento ilusorio, mágico. Lo respalda un censo que dice que en Estados Unidos viven 50 millones de hispanos, uno de cada seis habitantes del país. Eso sin sumar a los más de 10 millones de indocumentados que no cuentan en las urnas –de momento- pero que están perfectamente integrados en el tejido social y laboral de la nación. Si la reforma migratoria propuesta por Obama lográ algún día superar la cerrazón republicana en el Congreso –razones tienen para bloquearla-, el viejo partido del presidente Lincoln estará por mucho tiempo en peligro en las urnas.

      Cuando hoy Obama presente a Castro ante la prensa en la Casa Blanca, en el podio habrá dos hombres con biografías similares y sueños parecidos, cada uno perteneciente a las dos minorías mayoritarias del país, pero ambos con la etiqueta de postétnicos, ya que han sido capaces de transcender las barreras de raza, grupo o clase social.

      Como Obama, Castro fue criado por su madre -mínima la presencia paterna, que hoy sin embargo asistió al acto-, Rosie Castro, una activista del movimiento chicano que luchaba en los años sesenta y setenta por los derechos de los inmigrantes. La señora Castro nació en Estados Unidos, pero fue su madre la que le abrió las puertas del sueño americano que ahora parece concretarse en uno de sus dos hijos gemelos –o los dos-. Julián –que es casi lo único que el todavía alcalde pronuncia bien en español, con la ‘j’ bien fuerte y la tilde en la ‘a’, porque no maneja el idioma de sus ancestros- tiene un hermano gemelo, cuyo nombre también empieza por ‘j’ y que desde el año pasado está afincado en Washington como miembro de la Cámara de Reprentantes de EEUU.

      “Mi abuela nunca poseyó una casa”, explicó Castro en la Convención Demócrata. “Mi abuela limpiaba las casas de otros para poder pagar el alquiler de la suya”, dijo. Victoria, la abuela del alcalde, logró ver cómo su hija se graduaba en la Universidad. No vio a Julián convertido en alcalde. Pero el sueño americano posibilitó a la familia de Victoria un ascenso social impensable en muchas otras partes del mundo. Ese que hace que, quizá, Julián Castro sea ese hispano que llegue a la Casa Blanca. La andadura en Washington acaba de comenzar.

      El hispano Julián Castro asciende a la Casa Blanca de la mano de Obama | Internacional | EL PAÍS

      14/05/2014

      Yoani Sánchez, por seu tradutor italiano

      Filed under: CIA,Cuba,Direita,Direita Miami,Mercenários,Veja,Yoani Sánchez — Gilmar Crestani @ 11:48 pm
      Tags:

      yoani-sanchez

      Gordiano Lupi. Yoani Sánchez, il suo periodico e la mia libertà

      09 Maggio 2014

      Yoani Sánchez ha disdetto il contratto con La Stampa e ha fatto di me un uomo libero, ché fino a ieri non potevo dire quel che pensavo, visto che la traducevo. Adesso che non ho più alcun legame e che gli interessi della blogger più ricca e premiata del mondo vengono gestiti dalla sua agente, Erica Berla, posso togliermi i sassolini dalle scarpe. Mi stavano facendo un male…

      Ho avuto il torto di credere nella lotta di Yoani Sánchez ritenendola una lotta di David contro Golia, una lotta che partiva dal basso per colpire il potere, una lotta idealista per la libertà di Cuba. Mi sono dovuto rendere conto – a suon di cocenti delusioni – che l’opposizione di Yoani era lettera morta, per non dire di comodo, come per far credere al mondo che a Cuba esiste libertà di parola. Ho cominciato a dubitare che Yoani fosse non tanto un’agente della Cia – come dicevano i suoi detrattori – quanto della famiglia Castro, stipendiata per gettare fumo negli occhi. Ma anche se non fosse niente di tutto questo, basterebbe il fatto che mi sono reso conto di avere a che fare con una persona che mette al primo posto interessi per niente idealistici. Una blogger che conduce la sua vita tranquilla, che a Cuba nessuno conosce e che nessuno infastidisce, che non viene minacciata, imprigionata, zittita, che non ha problemi a entrare e uscire dal suo paese. Per la sua bella faccia mi sono preso offese e minacce di castristi e comunisti italiani, per aver condiviso una lotta inesistente, un sogno di libertà sperato da molti, ma non certo da lei, che pensava solo al denaro proveniente da premi e contratti. A questo punto non lo so se Yoani Sánchez è un’agente della Cia o della Rivoluzione Cubana. Non lo so e non m’interessa neppure di saperlo. So solo che non è la persona che credevo. Tanto mi basta.

      Un episodio su tutti avrebbe dovuto farmi aprire gli occhi sulla realtà, oltre un anno fa, quando mandai mia suocera a casa di Yoani per chiederle chiarimenti sul viaggio italiano. Ebbene, la fecero attendere sulle scale. Non la fecero passare neppure in sala. Un comportamento molto strano per un cubano del popolo. Avrei dovuto credere a mia suocera quando mi diceva: “Quella gente non lotta per la libertà di Cuba. A loro interessa solo riempirsi le tasche”. Non l’ho fatto e ho sbagliato. Ho creduto in una lotta ideale che non esisteva. In realtà lo scopo di Yoani Sánchez è sempre stato quello di diventare ricca e famosa. Adesso l’ha raggiunto. Adesso stia lontano da me, che ho perduto persino il diritto di rientrare a Cuba, mentre la principessa delle blogger entra ed esce come se fosse un moscone che un po’ ronza all’Avana, un po’ a Miami. La parola farfalla non le si addice. Moscone è il termine più confacente. Adesso Yoani Sánchez aprirà un periodico yoani-capa-vejafarlocco, come li chiamiamo qui in Italia, qualcuno dei servizi glielo traduca in cubano, io non lo so fare. Un periodico farlocco come L’Avanti di Lavitola, con tutto il rispetto per Lavitola. Aprirà un giornale, insieme ai suoi amichetti, che a Cuba non leggerà nessuno, perché consultabile on line. Ma a Yoani cosa importa? A lei basta che qualcuno lo finanzi, che si legga a Miami, tanto tanto in Spagna, che la comunità cubana continui a illudersi per una paladina inesistente.

      Fin qui abbiamo viaggiato insieme, cara Yoani. Adesso basta. Il mio viaggio prosegue da solo, lontano dalle tue mire. Tocca anche Cuba, certo, che fa parte della mia vita, anche se molti cubani mi hanno deluso. Proverò a non pensarci, per rispetto a mia moglie, che è una cubana del popolo e non ha niente a che vedere con la tua alterigia borghese. E poi, l’ha detto anche Fidel Castro che sarà la storia a decidere. Vediamo chi assolverà.

      Gordiano Lupi

      TELLUS folio

      Tradutor oficial de Yoani Sanchez na Itália lança carta denunciando a blogueira cubana como mercenária

      sanchez-yoani-lupi-giordano222-685x342

      Quem não se lembra da passagem meteórica pelo Brasil da “blogueira” cubana Yoani Sánchez que foi recebida no Brasil com tapete verde-amarelo pela direita tupiniquim, e em especial por órgãos da mídia corporativa. Agora, eis que o tradutor oficial de Yoani no jornal italiano “La Stampa” nos últimos seis anos, Gordiano Lupi, acaba de lançar uma espécie de carta-testemunho que detona a sua imagem de paladina da democracia em Cuba.

      Uma questão interessante nessa carta é a questão levantada por Lupi: a quem serve Yoani, ao castrismo ou aos exilados de direita em Miami?

      Abaixo minha tradução do original italiano que pode ser encontrado (Aqui! em italiano) ou (Aqui! em inglês)

      Yoani Sánchez , seu jornal é a minha liberdade

      Yoani Sanchez e Juliana AssangePor Gordiano Lupi

      Yoani Sánchez encerrou o contrato com a La Stampa e fez-me um homem livre, porque até ontem eu não poderia dizer que ele estava pensando, mas apenas fazer a tradução de suas falas. Agora que eu já não tenho qualquer ligação e que os interesses dos mais ricos e blogueira mais premiada do mundo são administrados por seu agente, Erica Beba, eu posso tirar meus sapatos de pedra que me estavam fazendo mal.

      Eu cometi o erro de acreditar na luta Yoani Sánchez, acreditar que era uma luta de David e Golias, uma luta que foi a partir de baixo para combater o poder, uma luta idealista pela liberdade de Cuba. Agora eu tenho que explicar – ao som de amargas decepções – que a oposição Yoani era letra morta, para não mencionar confortável, como se para fazer o mundo acreditar que em Cuba não há liberdade de expressão. Comecei a duvidar de que Yoani não era tanto uma agente da CIA- como diziam seus detratores – como a família Castro, mas uma assalariada para jogar areia nos nossos olhos. Mas mesmo se não fosse nada disso, bastaria dizer que eu percebi que você tem que lidar com uma pessoa que dá prioridade aos interesses de todo idealista. Um blogueira que leva a sua vida tranquila em Cuba, que ninguém sabe e ninguém incomoda, e que não é ameaçada, presa, silenciada, que não tem nenhum problema para entrar e sair da sua terra. Por seu belo rosto recebi ofensas e ameaças de seguidores de Fidel Castro e de comunistas italianos, para partilhar de uma luta que não existe, um sonho de liberdade esperado por muitos, mas certamente que não é dela, que só pensava no dinheiro proveniente de doações e contratos. Nesse ponto, eu não sei se Yoani Sánchez é uma agente da CIA ou da Revolução Cubana. Eu não sei e não me importo em saber. Eu só sei que não é a pessoa que eu pensava. E isto é suficiente para mim.

      Um episódio que me abriu os olhos à realidade, correu há mais de um ano atrás, quando eu mandei a minha sogra à casa de Yoani para pedir esclarecimentos sobre uma viagem à Itália. Bem, eles a fizeram esperar nas escadas. Nem sequer a deixaram ir para um quarto. Um comportamento muito estranho para o povo cubano. Eu deveria ter acreditado na minha sogra, quando ela me disse: ” Essas pessoas não lutam pela liberdade de Cuba Elas estão interessadas ​​apenas encher os bolsos”. Eu não acreditei na minha sogra e estava errado. Eu acreditava em uma luta ideológica que não existia. Na verdade, o objetivo de Yoani Sánchez foi sempre a de se tornar rica e famosa. Agora, ela conseguiu. Agora poderá ficar longe de mim , pois eu mesmo perdi o direito de voltar a Cuba, enquanto a princesa de blogueiros pode entrar e sair, como se fosse uma mosca que fica  zumbindo em Havana e um pouco em Miami. A palavra borboleta não combina com ela, pois mosca-varejeira é o termo mais apropriado . Agora Yoani Sánchez vai abrir uma falsa revista , como as chamamos aqui na Itália , que poderá ser traduzida por outra pessoa, pois eu não irei. Um falso jornal como a “La Avanti” de Valter Lavitola , com todo o respeito para Lavitola. Yoani vai abrir um jornal , junto com seus amigos, que ninguém em Cuba não vai ler, porque só estará disponível online. Mas o que isso importa? Ela apenas quer alguém para financiá-la, e que será lido em Miami e na Espanha, onde a comunidade cubana continua a se iludir com uma paladina inexistente.

      Até agora, viajamos bastante juntos, querida Yoani. Mas suficiente é suficiente. Continuarei minha jornada sozinho, longe de suas ambições. Ele também toca Cuba é claro, que faz parte da minha vida, embora muitos cubanos tenham me decepcionado . Vou tentar não pensar sobre isso, por respeito a minha esposa, que é cubana, e não tem nada a ver com a sua arrogância burguesa. E como Fidel Castro disse que a história vai decidir, vamos ver quem vai ser absolvido.

      FONTE: http://www.tellusfolio.it/index.php?prec=%2Findex.php&cmd=v&id=17330

      Outra opinião a respeito do tour dela pelo Brasil e as pessoas que dela se aproximaram, aqui: DEIXE YOANI FALAR, MAS OUÇA CUBA TAMBÉM

      Próxima Página »

      O tema Rubric. Crie um website ou blog gratuito no WordPress.com.

      Seguir

      Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.

      Junte-se a 1.038 outros seguidores

      %d blogueiros gostam disto: