Ficha Corrida

23/03/2016

Criança Esperança da Rede Globo. Entendeu ou precisa desenhar?!

Quem planta ódio colhe psicopatas!

Manifestações, ódio e golpe: as crianças do Brasil estão aprendendo

Manifestações, ódio e golpe: as crianças do Brasil estão aprendendo

ter, 22/03/2016 – 18:55 – Atualizado em 22/03/2016 – 18:55

Jornal GGN – "Salvem o Gui. Salvem nossos filhos", publicou Rita Lisauskas, no Estadão sobre a criança que, ao invés de fazer desenhos do "Ben 10 ou Homem Aranha, retrata a Presidenta e o ex-Presidente da República com ferimentos no peito, sangrando, ao lado das frases ‘Morre Diuma’ (sic) e ‘Morre Lula’". A colunista afirma que o Gui e as crianças "precisam de ajuda". "E rápido", completa.

Para a colunista, o passo seguinte a esse incentivo que partem dos pais ou das escolas é aprender "também que se pode fazer justiça com as próprias mãos quando ouve o pai dizer que ‘tem que matar esse bando de petistas!’". Leia a coluna completa:

Por RITA LISAUSKAS

Deixe seu filho longe desse ódio todo

Do Estado de S. Paulo

Quando entro na escola do meu filho e vejo aquelas crianças todas brincando meu coração sempre enche de esperança. Não paro de sorrir para aquela gritaria fininha, e meus olhos nem piscam ao ver a alegria dos meninos e meninas correndo para cima e para baixo, absortos em suas próprias fantasias, brincadeiras e sonhos, sem ter a menor ideia das guerras rolando atrás da jabuticabeira linda colada ao muro da educação infantil.

Mas fiquei chocada, semana passada, ao ver que o ódio, esse sentimento comezinho, adulto e detestável, tinha sim pulado o muro e sentado no gira-gira do parquinho das crianças. Tinha invadido também a aula de artes, esse lugar sagrado onde nossos filhos desenham o céu, as nuvens e colam lantejoulas amarelas no sol, para que fique com o brilho igual ao de suas fantasias.

Ninguém deveria ter deixado isso acontecer. Pior do que assistir à invasão bárbara é comemorá-la. “Meu filho, meu maior orgulho. Gui se manifestando na aula de artes. Vamos para as ruas domingo, vamos lutar por um país digno para as nossas crianças”, escreveu um pai semana passada em seu Facebook, ao compartilhar, orgulhoso, um desenho de seu filho feito na escola. Não sei quem é esse pai, a pessoa que compartilhou na minha timeline teve o cuidado de não expor a identidade desse homem. Sabemos apenas que ele é o pai do Gui. Não conheço tampouco a professora do Gui e a escola do Gui mas, espero de todo o coração, que ambas tenham ficado chocadas a ponto de chamar essa família para conversar. Um menino que senta em sua mesinha, coloca um avental e, em vez de desenhar e pintar o Ben 10 ou Homem Aranha, retrata a Presidenta e o ex-Presidente da República com ferimentos no peito, sangrando, ao lado das frases “Morre Diuma” (sic) e “Morre Lula” precisa de ajuda. E rápido.

O Gui deve ser como todas as crianças. Gosta de super-heróis, adora um Lego. E muitas vezes, deve ser retirado de seu mundinho paralelo de brincadeiras para correr para a varanda e gritar uns palavrões horríveis, como “puta” e “vagabunda” enquanto seus pais batem panelas.  “Mas a mamãe e o papai não disseram que é feio falar palavrão?”, pensa. Pensa, mas não diz, porque nessa idade eles aprendem tudo o que a gente faz, como esponjas, quase sem questionar. Aos poucos o Gui está aprendendo também que se pode fazer justiça com as próprias mãos quando ouve o pai dizer que “tem que matar esse bando de petistas!” Também fica confuso quando a mãe xinga uma mulher que está de vestido vermelho na rua: “Mas vermelho não é só uma cor?”, pensa. “Mas se a mamãe está tão brava deve ser uma cor horrível”, conclui.

Salvem o Gui, salvem os nossos filhos. Não deixem que eles acreditem que desejar a morte de uma pessoa é normal. Não deixem que eles acreditem que xingar uma mulher de puta e vagabunda é aceitável. Que espancar alguém que veste vermelho é um comportamento admissível. Ele e os nossos filhos têm que aprender que todos podem lutar pelos seus ideais, mas dentro da lei. E que urrar, babar e matar é coisa de bicho, não de homo sapiens.

Manifestações, ódio e golpe: as crianças do Brasil estão aprendendo | GGN

15/08/2015

Criança esperança: Globo mantém esperança que os otários acreditem nela

 

Com fortuna de R$ 65 bilhões, Globo pede para você doar R$ 7,00 ao Criança Esperança.

A Globo é engraçada. Seus três donos, os irmãos Marinho, amealharam uma fortuna de R$ 64 bilhões (segundo a revista Forbes).
Inclusive vendendo anúncios em telejornais que exploravam comercialmente reportagens sobre crianças que passavam fome, antes do Bolsa Família (Série “Fome no Brasil”, passada em 2001).
Mesmo com essa fortuna, todo ano eles vem pedir logo a VOCÊ, um pobre telespectador, para doar R$ 7,00 ao polêmico projeto Criança Esperança.
Com todo o respeito a quem faz doações de boa fé, mas isso é chamar o telespectador de otário.
No ano passado, 2015, a campanha arrecadou R$ 15 milhões, segundo divulgou a emissora. Ora, isso é 0,023% da fortuna dos três bilionários. Um dia de faturamento das Organizações Globo é mais do dobro disso.
Porque em vez de doar você não manda a Globo e seus donos enfiarem a mão no próprio bolso? Até o MacDolnald’s doa um dia de seu faturamento para apoiar crianças com câncer. A Globo não.
A família mais rica do Brasil fica com seus bilhões intocáveis e quer que você, um pobre telespectador, faça filantropia com o seu dinheiro para eles aparecerem como “bom samaritanos”. Ah… vá te catar, Globo.
O Criança Esperança tem 30 anos e por mais que eu procure nunca vi uma prestação de contas divulgada com transparência. A Globo faz uma amostra de um ou outro projeto apoiado, mas nem isso bem explicado, sobre quanto foi aplicado ali, a extensão do que foi feito.
Em tempo: se quiser ajudar crianças doe para entidades de sua confiança, de preferência que você conheça bem na sua comunidade. Ou doe direto para a Unicef, orgão das Nações Unidas dedicado à infância (A Globo tirou a Unicef do projeto em 2004, quando a Unicef passou a apoiar crianças pobres do semiárido, e passou a parceira para a Unesco – que tem mais vínculos com a Fundação Roberto Marinho).

Os Amigos do Presidente Lula

16/09/2013

Rede Globo de Sonegação

A gente se vê mas não os vê  na tela da Globo! Se a RBS é retransmissora da Globo, não vai mostrar nem no RS nem em Santa Catarina. Se a Rede Mirante, do Sarney, no Maranhão, é retransmissor da Globo, os maranhenses não vão saber. Se em Alagoas, Collor é também filiado à Rede Globo, quem vai divulgar? Se apoiar a ditadura foi um erro, sonegar R$ 713 milhões é de fazer qualquer Criança perder a Esperança.

Globo perde recurso no caso de sonegação

:

Globo é acusada de sonegar R$ 713 milhões ao Fisco federal, por mudanças suspeitas na formação societária das empresas do grupo; Conselho Administrativo de Recursos Fiscais do Ministério da Fazenda rejeitou argumentos contra autuação da Receita Federal; segundo o blog O Cafezinho, a Rede Globo disfarçou a compra dos direitos de transmissão dos jogos da Copa do Mundo de 2002 como investimentos em participação societária no exterior; desde que a sonegação se tornou pública, em meio a onda de protestos que ocorreram no Brasil, a emissora se tornou um dos alvos dos manifestantes, que chegaram a jogar até fezes em uma das sedes da TV

Brasil 24/7

01/09/2013

Na Globo, Criança enche a pança só de esperança

Filed under: Criança Esperança,Rede Globo de Sonegação,WikiLeaks — Gilmar Crestani @ 6:49 pm
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Wikileaks: telegramas de Paris apontavam maracutaia com dinheiro do "Criança Esperança"

Para ver o documento inteiro: http://wikileaks.org/cable/2006/09/06PARIS6225.html
(Não fazemos igual a revista Veja que esconde parte dos documentos, descontextualizando-os)

Um telegrama da embaixada dos Estados Unidos em Paris, para Washington, de setembro de 2006, narra uma investigação pedida na sede da UNESCO (Organização das Nações Unidas para a educação, a ciência e a cultura) sobre o escritório em Brasília.
Segundo o telegrama havia má governança, irregularidades na prestação de contas, na documentação e nos arquivos da unidade no Brasil.
Em um trecho do telegrama fala que uma das principais questões sendo investigada era a "manipulação" do dinheiro arrecadado pelo "Criança Esperançca" da TV Globo (40 milhões de dólares desde 1986) pelo qual a UNESCO recebia 10% de taxa de serviço. Também dizia que um terço dos recursos extra-orçamentários da UNESCO mundial fluíam através do escritório brasileiro.
A notícia saiu no portal R7, que ouviu a TV Globo. A emissora disse desconhecer o telegrama e a investigação.
De 2006 para cá não sabemos no que resultou. Mas também ainda não sabemos no que deu a autuação de R$ 615 milhões pela Receita Federal por sonegação do imposto de renda da TV Globo na compra de direitos de transmissão da Copa de 2002 da FIFA através de operações em paraísos fiscais.

Os Amigos do Presidente Lula

28/05/2013

Bolsa Safadeza

Filed under: Criança Esperança,Rede Globo de Corrupção — Gilmar Crestani @ 11:38 pm
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A hipocrisia de ações ‘filantrópicas’ como o Criança Esperança

Paulo Nogueira 26 de maio de 2013 31

Dar com uma mão e pegar muito mais com a outra é indefensável moralmente.

O programa arrecada menos de 0,5% do que a Receita Federal está cobrando da Globo

O programa arrecada menos de 0,5% do que a Receita Federal está cobrando da Globo

Imposto é um dos temas mais quentes do mundo moderno, e o Diário tem coberto o assunto intensamente.

Nos Estados Unidos, por exemplo. Barack Obama usou isso como uma arma para atacar seu adversário republicano Mitt Romney. Romney é um homem rico, mas tem pagado bem menos imposto, proporcionalmente, do que um assalariado comum.

Obama o desafiou a publicar o quanto ele pagou nos últimos cinco anos. Se ele fizesse isso, Obama jurou que não tocava mais no assunto. Romney não fez, e se estrepou nas eleições.

No mundo, agora. Um levantamento de um instituto independente chamado TJN mostrou, em 2012, que mais de 30 trilhões de dólares estão escondidos em paraísos fiscais, longe de tributação. Se aquela cifra descomunal fosse declarada, ela geraria impostos de mais de 3 trilhões, considerada uma taxa (modesta) de 10%.

Lembremos. Imposto é chato e ninguém gosta, nem você e nem eu. Mas é com ele que governos constroem escolas, estradas, hospitais etc. Logo, eles são do mais absoluto interesse público.

­­Agora, o Brasil.

Uma notícia espetacular, a despeito do número esquálido de linhas, foi publicada há algum tempo na seção Radar, de Lauro Jardim, da Veja: a Globo, o Paraíso dos “PJs” está sendo cobrada em 2,1 bilhões de reais pela Receita Federal por impostos que alegadamente deveria recolher e não recolheu.

Segundo o Radar, outras 69 empresas foram objeto do mesmo questionamento fiscal. Todas acabaram se livrando dos problemas na justiça, exceto a Globo. Chega a ser engraçado imaginar a Globo no papel de vítima solitária, mas enfim.

Em nome do interesse público, a Receita Federal tem que esclarecer este caso. É mais do que hora de dar um choque de transparência na Receita – algo que infelizmente o governo Lula não fez, e nem o de Dilma, pelo menos até aqui.

Se o mundo fosse perfeito, a mídia brasileira cobriria a falta de transparência fiscal para o público. Mas não é. Durante anos, a mídia se ocupou em falar do mercado paralelo.

Pessoalmente, editei dezenas de reportagens sobre empresas sonegadoras. A sonegação mina um dos pilares sagrados do capitalismo: a igualdade entre os competidores do mercado. Há uma vantagem competitiva indefensável para empresas que não pagam impostos. Elas podem investir mais, cobrar menos pelos seus produtos etc.

Nos últimos anos, o assunto foi saindo da pauta. Ao mesmo tempo, as grandes corporações foram se aperfeiçoando no chamado “planejamento fiscal”. No Brasil e no mundo. O NY Times, há pouco tempo, numa reportagem, afirmou que o departamento contábil da Apple é tão engenhoso quanto a área de criação de produtos. A Apple tem uma sede de fachada em Nevada, onde o imposto corporativo é zero. Com isso, ela deixa de recolher uma quantia calculada entre 3 e 5 bilhões de dólares por ano.

Grandes empresas de mídia, no Brasil e fora, foram encontrando jeitos discutíveis de recolher menos. Na Inglaterra, soube-se que a BBC registrou alguns de seus jornalistas mais caros, como Jeremy Paxton, como o equivalente ao que no Brasil se chama de “PJ”. No Brasil, muitos jornalistas que escrevem catilinárias incessantes contra a corrupção são “PJs” e, aparentemente, não vêem nenhum problema moral nisso. Não espere encontrar nenhuma reportagem sobre os “PJs”.

Os brados contra a sonegação deixaram de ser feitos pela mídia brasileira quando as empresas aperfeiçoaram o ‘planejamento fiscal’ — uma espécie de sonegação legalizada, mas moralmente imoral.

O dinheiro cobrado da Globo – a empresa ainda pode e vai recorrer, afirma o Radar – é grande demais para que o assunto fique longe do público. A Globo costuma arrecadar 10 milhões de reais com seu programa “Criança Esperança”. Isso é cerca de 0,5% do que lhe está sendo cobrado. Que o caso saia das sombras para a luz, em nome do interesse público – quer a cobrança seja devida ou indevida.

A Inglaterra não apenas está publicando casos de empresas que pagam muito menos do que deveriam, como Google e Starbucks, como, agora, nomeou os escritórios de advocacia mais procurados por corporações interessadas na evasão legal.

De resto, a melhor filantropia que corporações e milionários podem fazer é pagar o imposto devido. O resto, para usar a grande frase shakesperiana, é silêncio.

Diário do Centro do Mundo – A hipocrisia de ações ‘filantrópicas’ como o Criança Esperança

19/08/2012

A melhor filantropia é pagar o imposto devido

Filed under: Criança Esperança,Grupos Mafiomidiáticos,Rede Globo de Corrupção — Gilmar Crestani @ 9:20 pm

Há muito venho repetindo isso. Pelo menos desde os anos 80, quando era bancário do Bradesco. O Bradesco tinha uma Fundação para lavar a imagem. Investia mais na fundação do que nos funcionários. A RBS tem uma Fundação. E paga um salário de escravo aos seus entregadores de jornal que caminham pelas madrugadas frias, calorentas ou chuvosas por um punhado de trocados. A Rede Globo não é diferente. Há, inclusive, um bom livro chamado Afundação da Rede Globo. Eis aí a razão pelo qual os chamo de grupos mafiomidiáticos. A máfia também distribui uma parte do seu botim na entrega de colchões usados ou alimentos vencidos.

Paulo Nogueira,19 de agosto de 20122

O programa arrecada menos de 0,5% do que a Receita Federal está cobrando da Globo

Imposto é um dos temas mais quentes do mundo moderno.  O Diário tem coberto o assunto intensamente.

Nos Estados Unidos, por exemplo. Barack Obama tem usado isso como uma arma para atacar seu adversário republicano Mitt Romney. Romney é um homem rico, mas tem pagado bem menos imposto, proporcionalmente, do que um assalariado comum.

Obama o desafiou a publicar o quanto ele pagou nos últimos cinco anos. Se ele fizer isso, Obama jurou que não toca mais no assunto.

No mundo, agora. Um levantamento de um instituto independente chamado TJN mostrou, há poucas semanas, que mais de 30 trilhões de dólares estão escondidos em paraísos fiscais, longe de tributação. Se aquela cifra descomunal fosse declarada, ela geraria impostos de mais de 3 trilhões, considerada uma taxa (modesta) de 10%.

Lembremos. Imposto é chato e ninguém gosta, nem você e nem eu. Mas é com ele que governos constroem escolas, estradas, hospitais etc. Logo, eles são do mais absoluto interesse público.

­­Agora, o Brasil.

Uma notícia espetacular, a despeito do número esquálido de linhas, foi publicada na seção Radar, de Lauro Jardim, da Veja: a Globo está sendo cobrada em 2,1 bilhões de reais pela Receita Federal por impostos que alegadamente deveria recolher e não recolheu.

Segundo o Radar, outras 69 empresas foram objeto do mesmo questionamento fiscal. Todas acabaram se livrando dos problemas na justiça, exceto a Globo. Chega a ser engraçado imaginar a Globo no papel de vítima solitária, mas enfim.

Em nome do interesse público, a Receita Federal tem que esclarecer este caso. É mais do que hora de dar um choque de transparência na Receita – algo que infelizmente o governo Lula não fez, e nem o de Dilma, pelo menos até aqui.

Se o mundo fosse perfeito, a mídia brasileira cobriria a falta de transparência fiscal para o público. Mas não é. Durante anos, a mídia se ocupou em falar do mercado paralelo.

Pessoalmente, editei dezenas de reportagens sobre empresas sonegadoras. A sonegação mina um dos pilares sagrados do capitalismo: a igualdade entre os competidores do mercado. Há uma vantagem competitiva indefensável para empresas que não pagam impostos. Elas podem investir mais, cobrar menos pelos seus produtos etc.

Nos últimos anos, o assunto foi saindo da pauta. Ao mesmo tempo, as grandes corporações foram se aperfeiçoando no chamado “planejamento fiscal”. No Brasil e no mundo. O NY Times, há pouco tempo, numa reportagem, afirmou que o departamento contábil da Apple é tão engenhoso quanto a área de criação de produtos. A Apple tem uma sede de fachada em Nevada, onde o imposto corporativo é zero. Com isso, ela deixa de recolher uma quantia calculada entre 3 e 5 bilhões de dólares por ano.

Grandes empresas de mídia, no Brasil e fora, foram encontrando jeitos discutíveis de recolher menos. Na Inglaterra, soube-se que a BBC registrou alguns de seus jornalistas mais caros, como Jeremy Paxton, como o equivalente ao que no Brasil se chama de “PJ”. No Brasil, muitos jornalistas que escrevem catilinárias incessantes contra a corrupção são “PJs” e, aparentemente, não vêem nenhum problema moral nisso. Não espere encontrar nenhuma reportagem sobre os “PJs”.

O dinheiro cobrado da Globo – a empresa ainda pode e vai recorrer, afirma o Radar – é grande demais para que o assunto fique longe do público. A Globo costuma arrecadar 10 milhões de reais com seu programa “Criança Esperança”. Isso é cerca de 5% do que lhe está sendo cobrado. Que o caso saia das sombras para a luz, em nome do interesse público – quer a cobrança seja devida ou indevida.

De resto, a melhor filantropia que corporações e milionários podem fazer é pagar o imposto devido. O resto, para usar a grande frase shakesperiana, é silêncio.

Diário do Centro do Mundo – A melhor filantropia é pagar o imposto devido

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