Ficha Corrida

12/04/2014

Comi$$ão Paralamentar Inquérito

 

A hipocrisia das CPIs e do uso político dos escândalos

sab, 12/04/2014 – 11:26 – Atualizado em 12/04/2014 – 12:55

Luis Nassif

Provavelmente nenhuma das CPIs (Comissão Parlamentar de Inquérito) anunciadas levará a nada, por uma singela razão: todas elas entram no coração do modelo de financiamento privado de campanha do país, o mesmo que elegeu a maioria dos parlamentares e governadores.

Os personagens são os mesmos que fornecem para a Petrobras, para o Metrô de São Paulo, para a Cemig de Minas, para o porto de Suape, em Pernambuco.

A CPI de Cachoeira acabou quando bateu nas relações Veja-Cachoeira e quando o diretor da empreiteira Delta ameaçou abrir suas listas. Em dois segundos, a CPI virou fumaça, abortada tanto pela oposição quanto pelo PT.

A CPI do Banestado teve o mesmo destino quando encontrou contas externas de grupos relevantes. A dos Precatórios terminou em pizza, pois envolvia quase todos os partidos. E só avançou parcialmente pelo desejo de alguns integrantes em atingir adversários políticos.

Agora mesmo, se o doleiro Alberto Yousseff abrir suas contas e soltar sua língua, não sobra um partido inteiro no país. Daqui a pouco estará livre, leve e solto como Carlinhos Cachoeira, o bicheiro que, em parceria com Veja, ameaçou a República e transformou uma figura apagada – o ex-senador Demóstenes Torres – no catão mais temido do país.

***

Esse modelo torto criou uma cadeia improdutiva da denúncia que visa tudo, beneficia a muitos, menos à moralidade pública. É de uma hipocrisia acachapante e oportunista.

Grandes grupos jornalísticos ou o jornalismo de Internet têm à  sua disposição escândalos a granel, verdadeiros ou falsos, que são escolhidos como em gôndolas de supermercados. Quer atingir alguém, um grupo político adversário, uma empresa recalcitrante? Vá até a gôndola e escolha o que quiser. Se não houver grandes escândalos, basta dar um tratamento escandaloso a um pequeno problema e imediatamente se abaterá sobre a empresa ou o político a mancha da suspeita.

Confira-se o que foi o aumento das verbas publicitárias da Serasa, quando alvo de uma CPI.

Basta um relatório inconclusivo de Tribunal de Contas, uma manchete de jornal, um procurador pautado pela mídia para atingir o mais probo dos políticos ou administradores. Ou dobrar a mais recalcitrantes das empresas. É um poder sem limites.

Por aqui, uma revista é desmascarada em jogadas políticas e comerciais com uma organização criminosa e nada ocorre. O Congresso se apequena, o Ministério Público tergiversa, o Ministério da Justiça se cala. O STF acaba com o direito de resposta, o CNJ (Conselho Nacional de Justiça) monta um grupo para garantir a total liberdade dos grupos de mídia. E esquece-se das vítimas porque as vítimas, ah, deixe por conta da defensoria pública.

Na Inglaterra, por muito menos, conservadores, liberais e trabalhistas, polícia e Judiciário se uniram para colocar no pelourinho o mais poderoso magnata da mídia da atualidade, Rupert Murdock.

Resistir, quem há de? É uma mixórdia que beneficia os picaretas, por ficarem na companhia de inocentes; e estigmatiza para toda a vida os sérios.

***

Qualquer fato – verdadeiro ou falso – é empunhado contra o adversário político ou contra a empresa não colaborativa. E tudo é aceito porque o modelo político atual torna verossímil toda sorte de malfeitos – que existem às pencas sim. Mas pouco atingem os grandes grupos que se blindam com escritórios de advocacia caros e controles sobre verbas publicitárias robustas.

O que explicaria, por exemplo, os R$ 2 milhões gastos pelo Ministério da Educação com assinaturas da revista Nova Escola da Editora Abril? Meramente méritos da revista ou barganhas políticas em torno de reportagens? E qual a reportagem que deixou de ser publicada?

Daí a dificuldade de uma reforma política, com o fim do financiamento privado de campanha, que rompa com esse anacronismo. Ou de mudanças na legislação que permitam a punição severa ao crime grave mas a não criminalização de qualquer erro administrativo.

Aos atuais parlamentares não interessa o fim do financiamento privado de campanha, porque a maior parte deles depende desse modelo para sua sobrevivência política. Aos grupos de mídia e aos Tribunais de Conta não interessa uma racionalização dos procedimentos, pois reduziria sua capacidade de gerar escândalos.

***

E todo esse jogo de cena se dá em cima do manto cinzento das negociações espúrias.

A hipocrisia das CPIs e do uso político dos escândalos | GGN

03/01/2013

A tocaia dos tucanos

Filed under: CPI,Isto é PSDB! — Gilmar Crestani @ 9:35 am

 

Coragem Tucanos: Assinem uma CPI da matéria da Carta Capital que dizem ser ‘forjada’

Os tuiteiros demotucanos ficaram excitados com uma nota publicada ontem no portal "Comunique-se" dizendo que "Carta Capital é acusada de forjar documento em reportagem sobre mensalão tucano".
Em primeiro lugar é preciso dizer que o portal publicou uma mentira. O Ministério Público de Minas Gerais não acusa a CartaCapital de forjar nada. O MP divulgou nota no dia 20 de dezembro dizendo que um documento, com trechos publicados na revista, seria falso, e iria investigar sua origem. Em nenhum momento acusou a revista de forjá-lo.
Na reportagem da revista, assinada por Leandro Fortes, está escrito com todas as letras a origem do documento que alimentou a reportagem: consta dos autos do inquérito 3530/STF, e pode ser obtido também na 2a. e na 11a. vara criminal de Belo Horizonte (o MP alegou, depois da reportagem publicada, que o documento na 2a. vara é diferente e seria fraudado).

Na reportagem informa a origem do documento

Também na reportagem, Leandro Fortes escreve que o advogado de Nilton Monteiro (que conviveu com os bastidores tucanos e depois divulgou a Lista de Furnas e outras informações) encaminhou todo o material à Polícial Federal, à Corregedoria da Polícia Civil de MG (a investigação lá está sob suspeita por acusações de ingerência política para proteger tucanos e corrupção policial), ao Conselho Nacional de Justiça (há também acusações envolvendo membros do Judiciário), e ao ministro Joaquim Barbosa do STF.
Se os demotucanos acham que "pegarão" a Carta Capital, por que não abrem uma CPI sobre esta reportagem, sobre o documento supostamente "forjado" e sobre os fatos relatados para esclarecer? Carta Capital não é a Veja, Leandro Fortes não é Policarpo Júnior, e Mino Carta não é Roberto Civita. Todos da Carta Capital não terão nenhum problema em testemunhar em uma CPI o que sabem a partir de suas apurações jornalísticas.

Os Amigos do Presidente Lula

27/04/2012

Rio Grande Unido e Forte

Filed under: Corrupção,CPI,José Otávio Germano,Luiz Fernando Zachia,Operação Rodin — Gilmar Crestani @ 11:22 pm

 

José Otávio Germano e Luiz Fernando Zachia mantidos como réus da Operação Rodin
(27.04.12)

AL-RS (Divulgação)

José Otávio, secretário de Segurança do RS durante o governo de Germano Rigotto.

A  4ª Turma do TRF negou recurso do deputado federal José Otávio Germano (PP-RS) e o manteve como réu da Operação Rodin na ação civil por improbidade administrativa movida pelo Ministério Público Federal.
A Operação Rodin da Polícia Federal desarticulou, em 2007, uma organização criminosa que desviava recursos do Departamento Estadual de Trânsito do RS. Dezenas de envolvidos foram denunciados e hoje respondem a processos nas instâncias criminal e cível da Justiça Federal.
Em seu recurso, José Otávio requereu sua exclusão da ação que está em julgamento na Justiça Federal de Santa Maria, alegando que, por seu cargo político, teria direito a foro privilegiado. A defesa do deputado também argumentou que as provas foram produzidas contra terceiros e não poderiam ser usadas em desfavor do deputado, bem como ser inviável o uso de provas da esfera criminal em ação cível.
Com a aposentadoria da desembargadora Silvia Goraieb, que era a relatora do processo na corte, a relatoria passou para o desembargador federal Luís Alberto D’Azevedo Aurvalle, que fez nova análise e o levou para julgamento da turma, formada por ele, o desembargador federal Jorge Antônio Maurique, e o juiz federal João Pedro Gebran Neto, convocado para atuar no tribunal.
Conforme Aurvalle, "o foro privilegiado não atinge ações diversas como a ação civil pública por improbidade administrativa, ficando restrita às ações de natureza penal". O argumento da defesa de que deveria haver similitude de tratamento jurídico a ser emprestado aos ilícitos civis, penais e administrativos, segundo o desembargador, é entendimento minoritário na jurisprudência.
Em relação à ilicitude das provas, Aurvalle valeu-se dos argumentos proferidos na decisão liminar: “a descoberta ocasional de indícios de participação de José Otávio não invalida a prova ou macula o inquérito civil. A atuação do MPF de buscar novos indícios após captar o nome do deputado nas gravações é consequência lógica e razoável”.
O argumento de que a ação de improbidade não poderia utilizar provas da ação criminal também foi refutado. A 4ª Turma ressaltou que tomar emprestadas as provas é procedimento legal, contanto que sejam expostas ao contraditório e à ampla defesa.
Em 6 de outubro de 2002, José Otávio elegeu-se deputado federal, pelo Partido Progressista Brasileiro, com 176.568 votos, tornando-se o terceiro mais votado da bancada gaúcha na Câmara e o quarto do partido no Brasil. Em 2006, reelegeu-se deputado federal com 195.522 votos e assumiu a presidência da Comissão de Minas e Energia da Câmara dos Deputados. Em outubro de 2010 voltou a reeleger-se com 110.788 votos.
O saite da Câmara Federal não contem a biografia de José Otávio Germano. (Ag nº 0011686-54.2011.404.0000 – com informações do TRF-4 e da redação do Espaço Vital).
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Leia a matéria seguinte
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Luiz Fernando Záchia também é mantido como réu
A 4ª Turma do TRF da 4ª Região negou recurso do secretário municipal do Meio Ambiente Luiz Fernando Salvadori Záchia e o manteve como réu da Operação Rodin. O ex-deputado é investigado juntamente com outros réus por ter tido seu nome citado em interceptações telefônicas da Polícia Federal que o ligam a suposta organização criminosa que desviava recursos do Detran-RS.
Záchia interpôs agravo de instrumento, argumentando que sua inclusão na ação teve por fundamento a decisão judicial que indisponibilizou seus bens. Segundo sua defesa, os bens foram liberados pelo tribunal, mas o secretário seguiu como réu, o que deveria ser modificado pela corte, retirando Záchia da ação.
Os advogados também alegam que as interceptações telefônicas são descontextualizadas, suprimidas ou agregadas a outras sem qualquer pertinência ao caso, por tratarem de assuntos políticos, inerentes ao exercício do cargo que ocupava de chefe da Casa Civil.
O relator do caso, desembargador federal Luiz Alberto D´Azevedo Aurvalle, ressaltou que as decisões de indisponibilidade cautelar dos bens e do recebimento da denúncia de improbidade possuem naturezas jurídicas diversas, sem que haja qualquer relação de causa e efeito sobre elas. “Não há qualquer óbice a que a ação tenha seguimento sem que ocorra a decretação da indisponibilidade dos bens”, salientou o desembargador.
Quanto à prova telefônica, Aurvalle entende que apenas no decorrer da instrução processual poderá ser averiguada a verdade dos fatos. “A exclusão do ora agravado da ação de improbidade, tendo em vista os indícios da ocorrência de fatos tipificados na Lei de Improbidade Administrativa, não se afigura juridicamente possível neste momento processual”, concluiu. (Ag nº 0011678-77.2011.404.0000 – com informações do TRF-4).

ESPAÇO VITAL – jose-otavio-germano-e-luiz-fernando-zachia-mantidos-como-reus-operacao-rodin

19/04/2012

#VEJABandida

Filed under: Carlinhos Cachoeira,Corrupção,CPI,Demóstenes Torres,Veja — Gilmar Crestani @ 8:39 am

Tanto pior ou mais, são os que patrocinam e os assinam a revista Óia. É muito gostar de estrume!

A Veja logo será O Cruzeiro

Houve um tempo em que O Cruzeiro era a flor do império de Assis Chateaubriand.

Terminou, como se sabe, reduzida a uma circulação pífia, vendido o título a um ex-colaborador do regime militar, Alexandre Von Baumgarten, e usada para obter vantagens do Governo.

Baumgarten, o coveiro da revista, terminaria ele próprio assassinado em circunstâncias obscuras, no que parece ter sido uma queima de arquivo dos anos finais da ditadura.

A Veja parece querer seguir o mesmo caminho, que começa muito antes da decadência das vendas e do faturamento.

Inicia-se da demolição do patrimônio maior de qualquer publicação: na demolição de sua credibilidade.

Ainda imperará, por bom tempo, dividindo com a Caras as salas de espera dos consultórios médicos e dentários.

Mas sua capacidade de pautar a mídia se foi.

A isnstalação da CPI do Cachoeira, sabe-se hoje um misto de fonte e editor de pauta da revista, exporá inevistavelmente as vísceras de uma ligação espúria.

Não haverá corporativismo midiático que possa omitir a revelação das cumplicidades entre ela e o esquema mafioso montado pelo bicheiro pelas TVs da Câmara e do Senado.

Puderam “segurar” a nota do presidente da Câmara, Marco Maia,  denunciando os métodos totalitários da revista. Não publicarão nada sobre o fato de o tópico #Vejabandida ter sido o mais presente no Twitter durante o dia de ontem no Brasil e, aliás, em toda a rede mundial de computadores, como você vê  na imagem.

Esse corporativismo não é mais capaz , nos tempos de internet de massa, de baixar uma cortina de silêncio sobre os fatos.

Não vão poder segurar o que surgirá na CPI, associando dezenas de matérias – inclusive a que iniciou a temporada de ministros no Governo Dilma – revelando que o esquema de arapongagem de Cachoeira vivia em simbiose com a pauta da revista, que se prestava à demolição dos esquemas que obstavam os apetites de Cachoeira e seus aliados.

É certo que a revista ainda fará muito barulho.

Quem é da roça sabe que certos bichos berram desesperadamente quando sentem que vão morrer.

Tijolaço – O Blog do Brizola Neto

18/04/2012

PSDB faz parceria com Veja e Globo. E perde!

 

PT enquadrou demotucanos a assinarem a CPI do Cachoeira

Até os 44 minutos do segundo tempo os demotucanos fizeram um jogo triplo:
Em frente às câmaras falavam ser a favor da CPI.
Nos bastidores, procuravam gente da base governista mais "enrolada", e tentavam melar a CPI, como se estivessem advertindo: "olha, essa CPI não é boa pra ninguém, vai respingar em você… é melhor abortar. Depois que começar, ninguém sabe como termina, e nem quem vai sair vivo politicamente."
Ao mesmo tempo contavam com a fiel escudeira, a velha imprensa demotucana, em outra ofensiva para intimidar com "reporcagens" que requentavam factóides, ameaçavam com denuncismos como se fosse uma prévia de CPI do fim do mundo, e para espalhar boatos, como se o Palácio do Planalto se opusesse à CPI, como se o PT se opusesse, para dar um álibi para o PMDB, PR, PP, etc, se encorajar a seguir a oposição no boicote à CPI.
Não adiantou nada.
De tarde o PT anunciou que já havia reunido 28 assinaturas no Senado, o que garante a instalação da CPI.
Pega "com as calças na mão" com essa notícia, a oposição resolveu demarcar território, e chamou a fiel escudeira, a imprensa demotucana, para tirar uma foto noticiada assim no Estadão:

"… um ato simbólico para marcar o início do recolhimento de assinaturas para a criação da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Cachoeira. A oposição está preocupada com manobras governistas para atrasar instalação da CPI"

Além dos sorrisos forçados e sem-graça, esse ato falho no texto do Estadão, estragou a foto e o cambalacho:
O INÍCIO do recolhimento de assinaturas só começou depois que o PT já havia garantido as 28 necessárias.
Aliás, alguém podia me ajudar a decifrar se o senador Álvaro Dias está rindo ou está chorando?

Por:Zé Augusto14 Comentários

terça-feira, 17 de abril de 2012

PT garante CPI coletando 28 assinaturas no Senado. Oposição resiste e blefa.

Bancada demotucana está vacilando e boicotando as assinaturas à CPI.
O PT recolheu 28 assinaturas no Senado, o que já garante a abertira a CPI do Cachoeira. Toda a bancada dos 13 senadores do PT já assinou.
Enquanto isso, a oposição tentou uma manobra para boicotar a CPI, fazendo jogo duplo.
Em vez de assinarem e mostrarem suas assinaturas, fizeram uma encenação em frente as câmeras, como se estivessem fazendo uma ato público de "luta" pela CPI. Nos bastidores, em vez de pressionar outros parlamentares para assinar, conspiram contra a CPI se esforçando para convencer parte da base governista mais "enrolada" a não assinar.
Depois que o PT garantiu as 28 assinaturas, a oposição perdeu o chão. Seus senadores terão que parar de blefar, e assinar à força para não sair desmoralizada. Restará à oposição conspirar contra a CPI na Câmara dos deputados.
Como a CPI é mista, a Câmara também está recolhendo as assinaturas, sendo necessárias 171. Como o deputado Protógenes (PCdoB) já havia recolhido anteriormente assinaturas suficientes, não deve haver dificuldade em repetir.
Amanhã, deverão ser apresentadas o resto das assinaturas de apoio à CPI que ficaram a cargo de outros partidos recolherem.
O PSDB tem 10 senadores, o DEM tem 4. Cadê as assinaturas?
Cadê o falastrão Álvaro Dias?
E o Aécio Neves?
E Mário Couto (colega de profissão no passado de Carlinhos Cachoeira)?
E Aloysio Nunes?
E José Agripino Maia?
Coragem, demotucanos! Essa será a primeira CPI com forte controle social pelas redes sociais na Internet, onde a TV Globo e a revista Veja não conseguirão controlar o fluxo de informações de forma seletiva.
Não adianta fugir, todos os senadores e deputados tem um encontro marcado com o povo, que quer a verdade. Quem fugir da raia, o povo não perdoará. Só restará ir fazer companhia à Demóstenes Torres.

Por:Zé Augusto1 Comentários

terça-feira, 17 de abril de 2012

Com Cachoeira preso, JN copia e cola matéria da Veja de um ano atrás

JN copiou e colou "reporcagem" da revista Veja com 1 ano de atraso.

Parece que não é só a redação da revista Veja que ficou acéfala em seu suposto "jornalismo investigativo", após a prisão de Carlinhos Cachoeira e dos arapongas Dadá e Jairo Martins. A redação do Jornal Nacional também.
O telejornal da Globo passou pelo vexame de "repercutir" matéria da Veja de um ano atrás. E sem aprofundar nada no assunto.
Curioso que, quando a revista publicou há uma ano, o telejornal não achou suficientemente consistente ou relevante para repercutir na época.
Teve um ano para seguir a pauta, fazer uma apuração própria, destrinchar, encontrar um fato novo, e… nada! O JN copiou e colou o conteúdo da Veja de um ano atrás, mudando apenas as palavras, frases e tentando introduzir no assunto um blog (cujo jornalista foi assessor de imprensa de Carlinhos Cachoeira) que requentou o assunto, como se fosse fato novo. O JN ignorou até detalhes e esclarecimentos que Zé Dirceu deu naquela época, em resposta as acusações feitas contra ele na revista.
A matéria de agora foi pura tentativa de intimidar petistas, para tentar melar a CPI do Cachoeira, que a Globo tem mostrado um temor do qual todo mundo está curioso em saber exatamente o por quê, apesar de ser fácil deduzir. Civita e Murdoch que o digam.
Vale a pena ler também essa nota aqui do Tijolaço, onde explica o vexame do JN passo a passo.

Os Amigos do Presidente Lula

FHC quer a CPI da Veja: e agora, Ali Kamel?

Filed under: Corrupção,CPI,Veja — Gilmar Crestani @ 9:05 am

Saiu na Folha (*):


FHC defende CPI e diz que Brasil cansou de corrupção
O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso defendeu nesta terça-feira (17) a instalação de uma CPI no Congresso para apurar o caso Carlinhos Cachoeira.
Segundo ele, a corrupção no país continua “assim porque você não tem punição” e uma CPI seria a a oportunidade de o Congresso crescer.  
“Então, eu acho que não dá. Chegou o momento de o Congresso assumir suas responsabilidades com serenidade”, afirmou o ex-presidente. “Acho que é bom [CPI], porque o país precisa muito passar a limpo as questões com serenidade. Nós cansamos de ver o grau de corrupção existente. [Com] Isso, eu não estou criticando A, B ou C, porque infelizmente atinge a quase todos. Digo, não pessoas, mas partidos. Acho que o país cansou”, completou.
FHC afirmou ainda que é possível fazer política no país sem caixa 2. “É preciso fazer, dá para fazer. Se não dá, tem que criar condições para fazer. É uma questão de ter respeito ao povo. Claro que dá.”
Apesar da mobilização inicial pela instalação de uma CPI mista, o temor de que as investigações respingem em membros do PT ou do Palácio do Planalto fez integrantes do partido começarem a trabalhar pelo adiamento da investigação no Congresso.
O PSDB, de FHC, é a favor da CPI.
A afirmação do ex-presidente foi dada após cerimônia de apresentação de um documentário sobre a sua vida, chamado “A Construção de Fernando Henrique”. O vídeo foi produzido pela TV Câmara. Hoje, a apresentação foi de cerca de nove minutos, mas o material tem 57 minutos e estréia prevista para o dia 19, às 21h30, no canal da TV Câmara.
Em seu discurso, FHC agradeceu a homenagem e disse que gostaria de ser lembrado pelo seu papel na consolidação da democracia. “Gostaria de ser lembrado não só pela estabilidade da moeda, pelo social, porque os demais governos avançaram mais nessa área, mas pelo papel na democracia”, disse, enfatizando o papel importante do Congresso.

Navalha

O Farol de Alexandria quer ficar longe do Padim Pade Cerra.

Cada qual com seus problemas.

Porque da CPI da Veja à da Privatria é um passo.

Paulo Henrique Amorim

(*) Folha é um jornal que não se deve deixar a avó ler, porque publica palavrões. Além disso, Folha é aquele jornal que entrevista Daniel Dantas DEPOIS de condenado e pergunta o que ele achou da investigação; da “ditabranda”; da ficha falsa da Dilma; que veste FHC com o manto de “bom caráter”, porque, depois de 18 anos, reconheceu um filho; que matou o Tuma e depois o ressuscitou; e que é o que é, porque o dono é o que é; nos anos militares, a Folha emprestava carros de reportagem aos

FHC quer a CPI da Veja: e agora, Ali Kamel ? | Conversa Afiada

17/04/2012

Pinheiro a Azenha: título do Globo é uma fraude

Filed under: Carlinhos Cachoeira,CPI,Rede Globo de Corrupção,Walter Pinheiro — Gilmar Crestani @ 8:17 am

Desde a Proconsult, a Globo entende de fraude…


Saiu no Viomundo do Azenha:

Walter Pinheiro: “Recuar é golpe. Por que não fizeram o título com isso?”
por Luiz Carlos Azenha
O senador Walter Pinheiro (PT-BA) estava irritado. Mas, apesar disso, nos ajudou a dar uma aula de “jornalismo-brasileiro-dos-dias-de-hoje” a nossos leitores.
Quem é nosso leitor reincidente (um dia ainda vão fechar essa tal de internet) sabe, a essa altura, como funciona certa mídia brasileira: existe uma tese e os repórteres saem à cata de dados para prová-la.
Se não der certo na rua, o editor cuida de fazer a notícia se adequar a seus objetivos.
“Não há mais como ser diferente”, disse Walter Pinheiro a respeito da convocação da CPI do Cachoeira. Na quinta-feira passada começou a coleta de assinaturas. Amanhã, ao meio-dia, o bloco que Pinheiro representa terá ideia de quantas assinaturas foram recolhidas. Atingido o número necessário tanto no Senado quanto na Câmara, serão cumpridos os ritos necessários à instalação.
Mas e a reportagem de O Globo, publicada com o título Dilma se queixa, PT recua e ajora já fala em ‘rediscutir’ a CPI?, em que ele é citado como disposto a rediscutir a CPI?
“A posição minha é a mesma posição de antes, a posição de coletar assinaturas e fazer a CPI. Não há mais como ser diferente, até porque nós precisamos receber as informações que estavam, que estão em poder do Judiciário… só podem chegar ao Parlamento via uma comissão de inquérito”.
Quando citei a matéria do jornal:
“O jornal O Globo deu uma matéria que fala no título que pode não sei o que… mas dentro tem uma frase minha muito clara que eu digo… recuar é golpe… por que eles não fizeram o título com isso?”.
Observei que tinha lido apenas a versão da internet (não li no papel) e o senador disse que aparentemente o editor fez um título que não expressa a entrevista dada por ele.

Clique aqui para ler – CPI da veja: Lula quer ir pra cima.

Pinheiro a Azenha: título do Globo é uma fraude | Conversa Afiada

Quem é contra a CPI?

Filed under: Carlinhos Cachoeira,CPI,Rede Globo de Corrupção — Gilmar Crestani @ 8:09 am

 

Não adianta a Globo mentir e espernear: vai ter que encarar a CPI do Cachoeira

Entrevista de Walter Pinheiro de ontem desmente o Globo de hoje.
A que ponto chega a manipulação do jornal "O Globo" em espalhar falsos boatos para tentar impedir a CPI do Cachoeira.
O jornal de segunda-feira é impresso na noite de domingo (ou primeiras horas de segunda), logo se o jornalista  quiser colher declarações deveria entrevistar no domingo durante o dia, do contrário terá que inventar ou publicará matéria com declarações antigas, da semana passada.
No domingo o líder do PT no Senado, Walter Pinheiro, concedeu entrevista em Salvador (BA) a outro veículo de imprensa, o Bahia Notícias, onde confirmou e defendeu a necessidade de CPI do Cachoeira. Eis alguns trechos da entrevista:

O Senado vai ter que tocar, de um lado, a quebra de decoro de Demóstenes, que representará a perda de mandato. Mas, por outro lado, não pode transformar toda essa rede de negócios montada por Carlinhos Cachoeira e que envolveu gente do Legislativo, do Executivo, do Judiciário e da iniciativa privada em um fato no qual a cassação de mandato resolveria o problema. É importante que o Senado julgue o decoro, mas dê uma contribuição grande para que todas as coisas levantadas sejam apuradas

… o que é que nós estamos pedindo? Que os dados venham à tona, exatamente para evitar proteção, seja lá para quem for. É por isso que, quando nós pedimos inicialmente que os dados chegassem à Corregedoria e ao Conselho de Ética, era para a gente ter os dados e não ficar conhecendo em dose homeopática pela imprensa, entendeu? Como o Supremo Tribunal Federal informou ao Senado que não enviaria os dados, a não ser que tivesse uma CPI, então está aí a CPI.

No mesmo domingo, às 19hs, o presidente da Câmara Marco Maia, outro petista publicou em seu site o artigo "Por que a Veja é contra a CPMI do Cachoeira?", não deixando qualquer dúvida quanto ao apoio à CPI.
Mesmo com tudo o que aconteceu na semana passada e isso aí acima que aconteceu no domingo, na edição de segunda-feira do jornal O Globo sai essa falsa notícia:

Durante o dia da segunda-feira, novos desmentidos. O líder do PT na Câmara, deputado Jilmar Tatto (SP) desmentiu qualquer recuo, assim como o senador Walter Pinheiro também declarou que a CPI não tem volta.
Afinal por que a Globo tem tanto medo da CPI do Cachoeira? Talvez o começo da resposta esteja neste artigo abaixo do jornalista Marco Aurélio de Mello:
Teria a Globo (Ali Kamel) se Banhado nas Águas Lindas de Cachoeira?

Mais informações »

Por:Zé Augusto4

segunda-feira, 16 de abril de 2012

Marco Maia manda a Veja parar de espernear contra a CPI do Cachoeira

O Presidente da Câmara dos Deputados, Marco Maia (PT/RS), emitiu nota em resposta à revista Veja. Eis a íntegra (os grifos e negritos são nossos):

Por que a Veja é contra a CPMI do Cachoeira?

Tendo em vista a publicação, na edição desta semana, de mais uma matéria opinativa por parte da revista Veja do Grupo Abril, desferindo um novo ataque desrespeitoso e grosseiro contra minha pessoa, sinto-me no dever de prestar os esclarecimentos a seguir em respeito aos cidadãos brasileiros, em especial aos leitores da referida revista e aos meus eleitores:
a decisão de instalação de uma CPMI, reunindo Senado e Câmara Federal, resultou do entendimento quase unânime por parte do conjunto de partidos políticos com representação no Congresso Nacional sobre a necessidade de investigar as denúncias que se tornaram públicas, envolvendo as relações entre o contraventor conhecido como Carlinhos Cachoeira com integrantes dos setores público e privado, entre eles a imprensa;
não é verdadeira, portanto, a tese que a referida matéria tenta construir (de forma arrogante e totalitária) de que esta CPMI seja um ato que vise tão somente confundir a opinião pública no momento em que o judiciário prepara-se para julgar as responsabilidades de diversos políticos citados no processo conhecido como "Mensalão";
– também não é verdadeira a tese, que a revista Veja tenta construir (também de forma totalitária), de que esta CPMI tem como um dos objetivos realizar uma caça a jornalistas que tenham realizado denúncias contra este ou aquele partido ou pessoa. Mas posso assegurar que haverá, sim, investigações sobre as graves denúncias de que o contraventor Carlinhos Cachoeira abastecia jornalistas e veículos de imprensa com informações obtidas a partir de um esquema clandestino de arapongagem;
– vale lembrar que, há pouco tempo, um importante jornal inglês foi obrigado a fechar as portas por denúncias menos graves do que estas. Isto sem falar na defesa que a matéria da Veja faz da cartilha fascista de que os fins justificam os meios ao defender o uso de meios espúrios para alcançar seus objetivos;
– afinal, por que a revista Veja é tão crítica em relação à instalação desta CPMI? Por que a Veja ataca esta CPMI? Por que a Veja, há duas semanas, não publicou uma linha sequer sobre as denúncias que envolviam até então somente o senador Demóstenes Torres, quando todos (destaco "todos") os demais veículos da imprensa buscavam desvendar as denúncias? Por que não investigar possíveis desvios de conduta da imprensa? Vai mal a Veja!;
– o que mais surpreende é o fato de que, em nenhum momento nas minhas declarações durante a última semana, falei especificamente sobre a revista, apontei envolvidos, ou mesmo emiti juízo de valor sobre o que é certo ou errado no comportamento da imprensa ou de qualquer envolvido no esquema. Ao contrário, apenas afirmei a necessidade de investigar tudo o que diz respeito às relações criminosas apontadas pelas Operações Monte Carlo e Vegas;
– não é a primeira vez que a revista Veja realiza matérias, aparentemente jornalísticas, mas com cunho opinativo, exagerando nos adjetivos a mim, sem sequer, como manda qualquer manual de jornalismo, ouvir as partes, o que não aconteceu em relação à minha pessoa (confesso que não entendo o porquê), demonstrando o emprego de métodos pouco jornalísticos, o que não colabora com a consolidação da democracia que tanto depende do uso responsável da liberdade de imprensa.
Dep. Marco Maia,
Presidente da Câmara dos Deputados
Em 15 de abril de 2012

http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com.br/

12/04/2012

Por que Lula quer a(s) CPI(s)? Porque vão melar o mensalão

O ansioso blog já tinha informado que o Nunca Dantes insistiu na instalação das duas CPIs – a da Privataria do Padim Pade Cerra, e a do Robert(o) Civita – que merecerá entusiasmada defesa da ANJ – , quer dizer, a CPI do Demóstenes, Cachoeira e do …
É o que diz a Folha (*), na capa desta quarta-feira.
O importante a observar – e talvez o líder do PT, Jilmar Tatto, já tenha percebido – é que o Lula quer as duas CPIs: a da Privataria do Padim também.
Agora, amigo navegante, por que o Nunca Dantes quer as DUAS ?
Porque elas vão acabar de melar o mensalão.
O melaço começou a escorrer quando a TV Record exibiu  a entrevista que Ernani de Paula – o senador Álvaro Dias o convocará para depor (leia o “em tempo”) – concedeu a este ansioso blogueiro.
Está claro que o mensalão fez parte da trama para derrubar o Governo trabalhista do Presidente Lula.
Dela participaram, como se disse no Casablanca, “the usual suspects”.
E a Veja e o PiG (**).
Tudo para eleger o Padim Pade Cerra com a Teoria do Sangramento, de autoria do Farol de Alexandria.
O vídeo da corrupção do funcionário subalterno dos Correios, assim como a entrevista de Thomas Jefferson, que deu o Premio Pulitzer a Renata Lo Prete,  tudo não passava de uma Carta Brandi do Carlos Lacerda.
O Mauricio Dias já tratou dessa moralidade hipócrita da UDN contemporânea.
Satiagraha, Montecarlo, Privataria – é água que move o mesmo moinho.
A Folha (*) percebeu que a batata está assando.
O Golpe virou-se contra o feiticeiro.
Em tempo: o senador Álvaro Dias aparece em todas as reportagens do jornal nacional a tratar do Demóstenes. O Vasco, que acabou de aportar em Cape Cod para acompanhar a visita da presidenta a Boston, tem um conselho a dar ao Álvaro Dias. “Não ponha o seu rosto e a sua reputação na telinha ao lado do Demóstenes.” Mesmo que seja com o nobre intuito de derrubar a Dilma, a simples proximidade com a imagem do Demóstenes “pode ser fatal, senador”, diz o Vasco, ao saborear um Jack Daniels com gelo. Vasco é a favor de uma oposição inteligente, criativa, como a que Álvaro Dias personifica.
Em tempo2: os telejornais do Ali Kamel tentam montar a “CPI do Demóstenes do B”: vão demonstrar que a corrupção é no PT. Já, já, o Ali Kamel sobe a rampa do Palácio e acha o Cachoeira sentado na ABIN.
Paulo Henrique Amorim

Por que Lula quer a(s) CPI(s)? Porque vão melar o mensalão | Conversa Afiada

DEMo: canil do ACM Neto

Filed under: Carlinhos Cachoeira,Corrupção,CPI,Demóstenes Torres,DEMo,Pitbull — Gilmar Crestani @ 7:35 am

Meus dois leitores se dividiram quando me pronunciei sobre a Bolsa Pitbulls, a ser defendida pelo grupelho de alunos da UFRGS. Tudo porque coloquei o DEMo no meio da história. E não é que o próprio DEMo emitiu da pocilga a comprovação de que estava com a razão, como declarou o dono do canil, o Cérbero ACM Neto: “Vou escolher meus pitbulls”. Daí que, por via das dúvidas, acho por bem o Marco Maia convocar o vigia da UFRGS para dar segurança aos Congressistas…

Partidos escalam seus ‘pitbulls’ para compor CPI do Cachoeira

Ideia é recrutar parlamentares habituados a investigações e com experiência em CPIs

11 de abril de 2012 | 22h 42

João Domingos, de O Estado de S. Paulo

BRASÍLIA – A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Cachoeira deverá concentrar entre seus 22 titulares e 22 suplentes uma boa parte de congressistas acostumados a participar de investigações ou com experiência em CPIs anteriores. “Vou escolher meus pitbulls”, disse o líder do DEM, ACM Neto (BA), anunciando que o titular do partido na Câmara será o deputado Onyx Lorenzoni (RS), que na CPI dos Correios, em 2005, teve uma participação barulhenta.

Veja também:
link Grampo mostra ação de construtora no DF para cobrar ‘faturas eleitorais’
link Agnelo quis negociar com Cachoeira, diz PF
link Ministra do STJ recusa relatoria do processo de libertação de Cachoeira

O PT vai na mesma linha. No Senado, o líder Walter Pinheiro (BA) planeja escolher os senadores Wellington Dias (PI) e José Pimentel (CE). Este foi ministro da Previdência; aquele, governador do Piauí por dois mandatos. No PSDB do Senado a escolha poderá recair no senador Aloysio Nunes Ferreira (SP). Já na Câmara as opções estão entre os deputados Fernando Francischini (PR), que é delegado da Polícia Federal e teve e-mails interceptados por arapongas do contraventor Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, ou Nilson Leitão (MT), ex-prefeito de Sinop.

Embora não houvesse ainda um consenso para o texto final de convocação da CPI do Cachoeira, um esboço feito em comum acordo pelo Senado e pela Câmara indicava que as investigações poderão ser amplas, sobre agentes públicos e privados.

Complexidade. Trata-se, na opinião dos líderes, de uma “CPI complexa”. Ao contrário de outras, como a dos Anões do Orçamento, que investigava fraudes e corrupção no Orçamento da União, esta é ampla por natureza. Desta vez, a CPI terá de investigar os tentáculos de Cachoeira em governos estaduais e nos Poderes Executivo e Judiciário – já se sabe que ele atuou em Goiás e Distrito Federal, mas há suspeitas de que tenha penetrado também no Tocantins, em Mato Grosso, no Maranhão e em Santa Catarina. Quanto aos agentes privados, só a Delta Construções S.A. recebeu do governo federal R$ 4,13 bilhões de 2007 até agora.

Havia um consenso entre os líderes partidários de limitar o tempo de investigação ao da Operação Monte Carlo, da PF, que apurou nos últimos três anos as ligações de Cachoeira com políticos, empresas e os outros poderes. Os líderes estudam ainda uma forma de reduzir o arco de investigações sobre a Delta, deixando que os parlamentares corram atrás apenas das menções à empresa que aparecem nos grampos da PF. Caso contrário, acham que não haverá limites, porque a companhia está em toda parte.

“Disse para o presidente José Sarney que desse jeito ninguém sabe o que vai acontecer. Não haverá limites para essa CPI”, declarou o senador Delcídio Amaral (MS), que em 2005 foi presidente da CPI dos Correios, que investigou o mensalão. Ao encerrar os trabalhos, a CPI pediu o indiciamento de 40 pessoas, entre elas toda a cúpula do PT, do PP, do PR, além do ex-ministro José Dirceu e do ex-presidente da Câmara João Paulo Cunha (SP).

Ficou combinado entre senadores e deputados que a coleta de assinaturas para a abertura da CPI será feita pelos líderes de todos os partidos. “Isso será muito fácil. É só pegar o plenário cheio”, disse o líder do PMDB na Câmara, Henrique Eduardo Alves (RN). A intenção é abrir a CPI na semana que vem.

Partidos escalam seus ‘pitbulls’ para compor CPI do Cachoeira – politica – politica – Estadão

10/04/2012

Civita vai aprender, enfim, civilidade

 Se gritar “chama ladrão” na porta do Instituto Millenium, não vai sobrar um meu irmão…

CPI de Cachoeira deverá convocar Roberto Civita

Enviado por luisnassif, ter, 10/04/2012 – 17:51

Do Blog de Noblat

POLÍTICA

CPI Mista do Cachoeira será instalada até o fim de semana

José Sarney (PMDB-AP), presidente do Senado, e Marco Maia (PT-RS), presidente da Câmara dos Deputados, acabaram de bater o martelo: até o fim desta semana esperam instalar a CPI Mista para investigar crimes cometidos pelo ex-bicheiro Carlinhos Cachoeira, sua turma e o senador Demóstenes Torres (GO).

Fernando Ferro, deputado federal pelo PT de Pernambuco, revelou que apresentará requerimento à CPI para que seja ouvido Roberto Civita, dono da Editora Abril, responsável pela publicação da revista VEJA. Cachoeira era informante da revista. Em uma con versa grampeada pela Polícia Federal, ele diz que ofereceu grandes furos à revista.

Até a semana passada, o governo era contra a CPI. Temia seus efeitos sobre sua base de sustentação no Congresso. Ainda teme. Mas acabou cedendo à pressão do PT. Nas contas do partido, a oposição tem mais ma perder com a CPI do que os partidos que apóiam o governo.

CPI de Cachoeira deverá convocar Roberto Civita | Brasilianas.Org

17/12/2011

Vem aí a mãe das CPIs

Filed under: CPI,FHC,Isto é PSDB!,Privataria Tucana,Privatas do Caribe — Gilmar Crestani @ 8:41 pm

 

FHC, Cerra, Dantas e Armínio
na mira da CPI do Protógenes

A situação já esteve melhor para a seleção brasileira, diria o Galvão

Na entrevista que concedeu ao Heródoto Barbeiro, na Record News, Protógenes Queiroz anunciou alguns dos nomes que pretende convocar para depor na CPI: FHC, Cerra, Daniel Dantas, velho amigo do Protógenes, e uma surpresa: Armínio Fraga.
Armínio Fraga foi presidente do Banco Central e há muito tempo é alvo de invesigação de Protógenes.
Tem a ver com a jestão (é assim mesmo, revisor, obrigado) de Fernando Henrique  no Ministério da Fazenda e o banco Paribas.
Hoje, o deputado deputado federal Protógenes  Queiroz está mais preocupado com o que disse ao Heródoto: o fantasma que nos ronda, a privataria do Fernando Henrique.
Mas, o delegado federal Protógenes Queiroz já investigou algumas operações relacionadas a construção da dívida externa brasileira e chegou a bater na porta do Ministro da Fazenda de então.
Veja o que ele disse  ao Heródoto (e o banqueiro condenado, o Gilmar Dantas (*) e o Dr Macabu achavam que a batalha estava ganha…):
http://noticias.r7.com/jornal-da-record-news/2011/12/15/protogenes-queiroz-consegue-assinaturas-suficientes-para-cpi-das-privatizacoes/
Paulo Henrique Amorim

FHC, Cerra, Dantas e Armínio na mira da CPI do Protógenes | Conversa Afiada

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