Ficha Corrida

24/09/2015

Entenda porque os associados do Instituto Millenium odeiam Haddad

Não verás nos inúmeros veículos das cinco irmãs (Veja, Folha, Estadão, Globo & RBS) nenhum reconhecimento ao Fernando Haddad. Mas sabemos que no dia em que isso vier a acontecer, certamente porque Haddad comprou a informação. Nossas empresas jornalísticas é o que existe de pior. Nem o PCC detém tantas pessoas com tanto ódio.

O que já se revelou de imbecilidades a respeito da ousadia de se criar ciclovias em São Paulo não está no gibi. Só o ódio dos grupos mafiomidiáticos em relação a qualquer coisa que se faça em benefício da população explica a inversão de valores de nossa direita Miami.

No popular, a inveja é uma merda!

Wall Street Journal chama Haddad de ‘visionário urbano’

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“Se o prefeito altamente impopular de São Paulo fosse o líder de São Francisco, Berlim ou de alguma outra metrópole progressiva, ele poderia ser considerado um visionário urbano”, escrevem Reed Johnson e Rogerio Jelmayer, sobre as ciclovias de Fernando Haddad (PT); “esforço progressista mais visível é tentar converter esta cidade de 12 milhões de pessoas sufocada pelo tráfego em uma zona amigável para bicicletas e ônibus onde carros particulares são tratados como uma peste”, acrescentaram

24 de Setembro de 2015 às 06:27

247 – O jornal norte-americano Wall Street Journal publicou nesta quarta-feira uma reportagem elogiando as ciclovias do prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT).

“Se o prefeito altamente impopular de São Paulo fosse o líder de São Francisco, Berlim ou de alguma outra metrópole progressiva, ele poderia ser considerado um visionário urbano”, escrevem Reed Johnson e Rogerio Jelmayer no texto.

Os repórteres dizem ainda que o “esforço progressista mais visível é tentar converter esta cidade de 12 milhões de pessoas sufocada pelo tráfego em uma zona amigável para bicicletas e ônibus onde carros particulares são tratados como uma peste”.

Eles afirmam ainda que a iniciativa “de modo geral ganhou altas notas do público, mas enfureceu alguns motoristas que veem o prefeito como uma intromissão quase socialista que está fora de sintonia com a sua cidade auto-cêntrica”.

Wall Street Journal chama Haddad de ‘visionário urbano’ | Brasil 24/7

13/07/2015

Faixas exclusivas atropelam jornalismo da Folha

cicloviasSe as ideias não correspondem aos fatos, pior para os fatos. Para criminalizar a administração do prefeito Fernando Haddad, a Folha dá a entender que as faixas exclusivas causam acidentes. Eu, na minha ignorância, sempre pensei que eram os maus motoristas que causavam atropelamentos.

Quantos destes atropelamentos podem ser postos nas costas do Reinaldo Azevedo, colunista da Folha, que buscou criminalizar a criação das ciclovias?

Aliás, um dos atropelamentos foi causado por alguém que parecia embriagado com as palavras dos criminalizadoras das ciclofaixas.Motorista que atropelou ciclista na avenida Paulista fazia zigue-zague, diz delegado”: “O motorista Alex Siwek, de 22 anos, fazia zigue-zague com seu carro entre os cones que delimitam a ciclofaixa de lazer da avenida Paulista.”

O leitor tem de ser muito coxinha, um néscio de quatro costados, para entrar nesta esparrela da Folha. Agora vem quem a Folha entendeu como especialista, o ex-ombudsman da gestão anterior. Nossa, como são inteligentes estes celetistas da Folha. Esta lógica é irmã gêmea daquela que pesquisou, na convenção do PSDB, quantos votos Lula faria entre eles…

Na verdade, o que parece de fato, é que a Folha continua na sua cavalgada em busca de uma forma de jogar lama para cima das administrações petistas. Afinal, não é possível que não entenda que faixas exclusivas para ônibus existam exatamente para os ônibus levarem os trabalhadores mais rapidamente ao seu destino. É evidente que para chegar mais rápidos os ônibus terão de andar mais rápido. Será que tem de explicar que faixa exclusiva é para melhorar a mobilidade dos transportes coletivos? Por que a Folha tem tanta dificuldade em admitir que a prefeitura conseguiu fazer com que suas iniciativas melhorassem o trânsito.

Em relação às mortes teria sido importante quantos destes atropelamentos tiveram causa naqueles que combatem as faixas exclusivas para ciclistas, por exemplo. Ou a Folha não sabe que os donos da cidades abriram guerra contra ciclistas: “Guerra” contra ciclovias em São Paulo revela segregação

Número de atropelamentos por ônibus sobe 31% em SP

Para especialistas, alta de 87 para 114 casos está ligada a faixas exclusivas

Velocidade de coletivos aumentou após criação das vias; prefeitura nega relação entre medida e acidentes

ARTUR RODRIGUESDE SÃO PAULO

"Com caminho mais livre, a velocidade aumenta, e o risco para o pedestre também Flamínio Fichmann consultor Em algumas regiões, o pedestre não foi devidamente informado sobre os trajetos dos ônibus luiz célio bottura ex-ombudsman da CET

O número de atropelamentos por ônibus cresceu 31% na cidade de São Paulo no ano passado, em um ritmo que destoa da tendência dos demais veículos da cidade. Foram 114 casos em 2014 contra 87 em 2013.

Para especialistas ouvidos pela reportagem, o crescimento, após dois anos de queda, tem relação com o avanço das faixas exclusivas na gestão Fernando Haddad (PT), somado à sinalização deficiente e à falta de limites de velocidade rigorosos para os coletivos.

Dados da CET (Companhia de Engenharia de Tráfego) mostram que os ônibus ficaram mais rápidos após as faixas, mas a prefeitura nega ligação entre esse fato e o aumento de atropelamentos.

A companhia não detalha onde os casos envolvendo coletivos ocorreram.

LETALIDADE

Os ônibus representam só 1% da frota de São Paulo, mas respondem por uma em cada quatro mortes por atropelamento (considerando-se os casos em que o veículo foi identificado).

Os coletivos não eram tão letais desde 2009, quando houve 117 casos. Já o total de mortos por carros e caminhões ficou praticamente estável de 2013 para 2014, enquanto houve queda nos casos de motos.

Em 2014, ano com dados mais recentes disponíveis, a participação dos ônibus também cresceu no mapa geral de acidentes com mortes. Eles foram de 183, em 2013, para 215, em 2014. O número leva em conta também colisões.

"Os ônibus estão matando mais. A gente associa isso às faixas junto da calçada, onde passam que nem flecha, em alta velocidade", diz o consultor Sergio Ejzenberg, mestre em engenharia pela USP.

VELOCIDADE

A gestão Haddad, que havia prometido 150 km de faixas exclusivas de ônibus, implantou 386 km até maio.

Segundo estudo do município com base em 66 km de faixas implantadas em 2014, a velocidade média dos ônibus subiu 68% após a medida –de 12,2 km/h para 20,5 km/h.

Em algumas vias, o salto foi bem maior, como na avenida Jaguaré, em que a média passou de de 10,8 km/h para 44,9km/h –alta de 317%. Fora dos horários de pico, o número é ainda maior.

Para reverter a tendência de aumento de mortes no trânsito na cidade, que passaram de 1.152 em 2013 para 1.249 em 2014, a gestão Haddad decidiu recentemente reduzir o limite de velocidade em diversas vias, como as marginais Pinheiros e Tietê.

Para Flamínio Fichmann, consultor em transporte, a implantação de faixas exclusivas ônibus deveria vir junto com uma melhor capacitação dos motoristas.

"Sempre que há uma nova situação para o condutor, é preciso instruí-lo porque, com caminho mais livre, a velocidade aumenta, e o risco para o pedestre também."

A mudança no trânsito também confunde quem está a pé, diz Luiz Célio Bottura, ex-ombudsman da CET.

"Em algumas regiões, o pedestre não foi devidamente informado sobre os novos trajetos dos ônibus. Com uma travessia sem atenção, coloca-se a vida em risco", diz.

A reportagem ouviu diversos relatos de acidentes por desatenção. "Os pedestres entram na faixa porque os camelôs ocupam a calçada, não veem o ônibus e o motorista não tem tempo de desviar", diz o taxista Alberto Leopoldo, que atua na região das avenidas Rangel Pestana (centro) e Celso Garcia (zona leste).

Colaborou JAIRO MARQUES

    11/11/2014

    A$$oCIAdos do Instituto Millenium deixam ar de São Paulo irrespirável

    cp11112014 A Folha é insuperável na mistificação. Hoje traz na capa uma manchete que é um poço de contradição à prática da própria Folha. O atual prefeito de São Paulo, que trouxe novos ares para a Prefeitura, é combatido diuturnamente pelos a$$oCIAdos do Instituto Millenium pelo simples fato de ser petista. Fernando Haddad abriu portas e janelas, passou a construir BRTs, ciclofaixas tudo para arejar o clima. Mas os velhos grupos mafiomidiáticos passaram a tratá-lo como se fosse o autor de todos os problemas de São Paulo. A priorização do transporte coletivo (BRTs) e não poluente (ciclovias) foram duramente combatidos. Na implantação dos BRT, o Tribunal de Contas, um tribunal de faz de conta, todo nomeado por Serra/Kassab/Pitta/Maluf, suspendeu a obra para que depois a Folha pudesse dizer que a promessa do candidato não se realizou quando prefeito… Apesar de ter contra os projetos todos os privatistas de São Paulo, os BRTs e as ciclofaixas estão está saindo!

    Na insanidade do combate, botam repórteres e fotógrafos cobrirem o dia a dia, e à noite até para saber que horas o prefeito vai dormir. Todos os problemas detectados e que estão vindo à tona são atribuídos a ele, que está apenas limpando o lixão deixado por Serra e Kassab. Mas a Folha, com fez ontem, dá um jeito de atribuir ao Prefeito Fernando Haddad até a roubalheira dos seus antecessores, correligionários de d. Judith Brito.

    Quando Fernando Haddad criou a ciclovia/ciclofaixas, os três principais grupos de mídia paulistanos (Veja, Estadão e Folha), não só desceram o pau valendo como recrutaram o que existe de pior no reacionarismo paulista. Uma professora universitária, Lúcia Santaella chegou ao cúmulo de atribuir a cor das ciclos faixas, vermelhas, à identificação partidária do prefeito. Como o reacionarismo sempre vem bem acompanhado da burrice, sua fiel escudeira, a prof. dos paulistas não sabia, e deve ter raiva de quem sabe, que a cor vermelha das ciclofaixas é padrão internacional. Um burro da Veja chegou ao cúmulo de atribuir à cor vermelha ao logo da Copa como infiltração comunista. Esse povo está doente, seja pela contaminação pela água de esgoto que toma, seja pelo ar poluído que respira. Os dois juntos afetam o cérebro e prejudicam o raciocínio. Esta também dever ser a origem do ódio aos nordestinos.

    Com tempo seco, SP tem o ar mais poluído em 7 anos”. Pois é, e ainda lutam contra as ciclovias.

    Se isto já é ruim por si só, quando há uma oportunidade de valorizar atitudes que combatem exatamente a poluição, só porque a iniciativa vem de outro partido, a Folha e seus parceiros do Instituto Millenium entendem por bem atacar, desconstruir.

    O PSDB privatiza até o ar que os paulistas respiram. Dá preferência ao transporte particular em prejuízo do público. E quando o problema se apresenta, corre em busca de socorro à Dilma. Privatiza a SABESP, que negocia suas ações na Bolsa de Nova Iorque. Ao invés de investir, distribui o lucro entre seus acionistas. Na hora do aperto, Geraldo Alckmin prefere fazer esmola com chapéu alheio na “bolivariana” Dilma.

    Que privatização é essa que os lucros ficam com a SABESP e seus acionistas dos EUA e os prejuízos têm de sair do tesouro nacional, do meu, do seu, do nosso suado imposto?! Essa moda de quebrar para depois passar o pires, diga-se de passagem, não é nova. Pelo contrário, é moeda corrente desde que FHC, como Judas, cantou três vezes o pires junto ao FMI.

    Com R$ 3,5 bilhões quantas Bolsa Família poderiam ser atendidas? Daria exatamente 50 milhões de Bolsas Família!!!

    É isso que os paulistas querem, Bolsa Incompetência?! Os paulistas comandados pela Veja, Estadão, Folha, PSDB não querem construir um muro para se separar do nordeste?! Por que agora o imposto pago pelos nordestinos pode ser usado para cobrir a incompetência administrativa dos paulistas?

    Há de se pensar também se a massa de ar quente que paira sobre São Paulo não foi causada pela marcha dos que pedem a volta da ditadura, sem que a Folha, Estadão e Veja tenham se preocupado em mostrar quem está na frente e quem está por trás deste movimento. Por que algo tão anacrônico passa batido pela imprensa paulista? Pedir a ditadura é normal? O nível de histerismo e ódio destilado por São Paulo também pode ter ajudado a manter o ar mais quente e poluído.

    Nestas horas, quando os  jornais publicam que Geraldo Alckmin foi à Dilma em busca do troco de R$ 3,5 bilhões, não aparecem as estatísticas dos Impostores do Impostômetro?! Cadê o custo Brasil? Assim são os Privatas do Caribe! É assim que funciona a meritocracia e o choque de gestão made in PSDB!

    22/09/2014

    Folha, oportunista, agora quer embarcar na carona do Haddad

    ciclovias Não há nada mais escroto na política do que a direita paulistana. Como já declarou do Barão de Itararé, de onde menos se espera, de lá mesmo é que não sai nada. Aliás, a tradição política de São Paulo é de amargar: Ademar de Barros, Jânio Quadros, FHC, Paulo Maluf, Orestes Quércia, José Serra, Celso Pitta, Geraldo Alckmin, Marco Feliciano, Tiririca… E nem poderia ser diferente, considerando que os velhos grupos mafiomidiáticos têm sede em São Paulo. O Instituto Millenium, que propaga o atraso na política, inclusive o de patrulhar o Poder Judiciário, também é paulista.

    Pior do que algumas personagens tradicionalmente de triste figura, é o oportunismo da Folha de embarcar na popularidade de uma decisão do prefeito marcado de perto pela direita hidrófoba!

    EDITORIAIS

    editoriais@uol.com.br

    A vez das ciclovias

    SANTAELLA-570Pesquisa Datafolha sugere que implantação de vias exclusivas para bicicletas, apoiadas pela maioria, melhora avaliação de Haddad

    Comerciantes protestaram em diversos pontos da cidade; moradores de alguns bairros também reclamaram; e até vereadores da base aliada do prefeito Fernando Haddad (PT) fizeram críticas à implantação de ciclovias pelas ruas e avenidas de São Paulo.

    Embora capazes de chamar a atenção, esses grupos representam opinião minoritária entre os moradores da capital. Como pesquisa Datafolha publicada neste final de semana deixou claro, a maioria expressiva dos paulistanos defende a expansão de vias exclusivas para ciclistas. Ainda bem.

    Trata-se, não por acaso, de tendência nas principais metrópoles do mundo. A bicicleta é um meio de transporte limpo, que ocupa muito menos espaço do que um carro (embora não seja "a" solução para os problemas de mobilidade urbana) e oferece a seus usuários a possibilidade de não ficar refém das condições do trânsito.

    Numa cidade como São Paulo, porém, nunca foi fácil usar bicicletas, e não surpreende que apenas 3% dos paulistanos digam se valer desse transporte com frequência.

    Construir 400 km de ciclovias, como quer Haddad, decerto não aplainará o terreno acidentado nem tornará a metrópole mais segura, mas ao menos dará aos ciclistas alguma proteção num sistema tão hostil quanto caótico.

    O potencial de atração dessas vias é significativo. Entre os entrevistados, 22% declaram intenção de, nos próximos seis meses, comprar uma bicicleta (32% já têm uma), e 41% indicam ser grande a chance de usar as ciclovias.

    Talvez venham a existir ainda mais adeptos se houver ampliação de bicicletários públicos em terminais de ônibus, estações de metrô e outros pontos de interesse, bem como, por parte da prefeitura, melhor planejamento dos percursos.

    Mesmo nas condições atuais, contudo, os paulistanos deram sinais inequívocos de que aceitam o desafio de dar uma nova cara à capital. Segundo a pesquisa, 71% consideram as ciclovias positivas para a cidade em geral, ainda que seja menor (55%) a fatia dos que as julgam benéficas para o trânsito.

    Mais relevante, 80% se declaram a favor da implantação das ciclovias, ao passo que 70% defendem a medida inclusive no cartão-postal da cidade, a avenida Paulista.

    De carona, Fernando Haddad viu sua aprovação melhorar desde julho, subindo de 15% para 22% os que avaliam sua gestão como ótima ou boa, e caindo de 47% para 28% os que a classificam como ruim ou péssima. Espera-se que os números deem ao prefeito confiança para agir com menos açodamento.

    Será uma boa notícia se isso acontecer. Melhor ainda se quem quiser ter uma bicicleta puder contar com os mesmos incentivos existentes para a compra do carro próprio –da redução tributária ao financiamento facilitado.

    21/09/2014

    Apesar da oposição da Folha, Veja & Estadão

    folha mafiaNão é novidade, os a$$oCIAdos do Instituto Millenium ou negam créditos, ou creditam o que é ruim ao prefeito de São Paulo. Informação, nada. Até porque os grupos negociam informação mas o prefeito não é camelô. Uma frase pinçada no meio do texto é como se fosse um ato falho, provando o que estou dizendo: “Sua gestão também começou a aparecer mais com o início do horário eleitoral na TV. O PT vem exibindo ações da prefeitura na propaganda de Alexandre Padilha, candidato ao governo do Estado.”  É o velho comportamento da velha mídia, tão bem resumido no episódio do Carlos Monforte, da Rede Globo, com Rubens Ricúpero, Ministro de FHC, que ficou conhecido como o Escândalo da Parabólica.

    Na imagem, um pequeno exemplo de como funciona a propaganda subliminar da velha mídia no velho “Método Ricúpero”.

    TERMÔMETRO PAULISTANO

    Aprovação de Haddad sobe; maioria defende ciclovias

    Segundo Datafolha, 22% dos paulistanos consideram gestão ótima ou boa

    É o primeiro aumento de popularidade desde os protestos de junho; 80% apoiam criação de vias para as bicicletas

    ANDRÉ MONTEIRODE SÃO PAULO

    No momento em que cria uma rede de ciclovias em São Paulo, principal marca de seu segundo ano no cargo, o prefeito Fernando Haddad (PT) vê sua popularidade subir.

    Segundo pesquisa Datafolha concluída na quarta-feira (17), o índice de quem considera sua gestão ótima ou boa subiu de 15%, em julho, para 22%. É o primeiro aumento desde as manifestações do ano passado.

    A taxa de reprovação do prefeito (quem considera seu trabalho ruim ou péssimo) teve variação ainda maior e despencou de 47% para 28%.

    Em junho, Haddad anunciou um plano de criar 400 km de ciclovias até o fim do ano que vem, dos quais 78,3 km já foram entregues.

    Segundo a pesquisa, 80% dos paulistanos dizem ser a favor da implantação dessas vias e 60% acreditam que a bicicleta é um meio de transporte viável para o dia a dia.

    Apesar disso, o número de adeptos é tímido –3% dizem usar a bike com frequência.

    Um em cada três paulistanos tem bicicleta. Nesse grupo, 47% dizem já haver usado uma ciclovia da cidade. A maioria, porém, declara pedalar nessas vias no máximo duas vezes por semana.

    Dos que não têm bicicleta, 22% afirmam que pretendem comprar no futuro próximo.

    APROVAÇÃO

    O aumento da popularidade de Haddad coincide também com uma maior exposição do prefeito.

    Pressionado pelo PT, ele vem saindo mais do gabinete. Reforçou sua agenda pública nos últimos meses e passou a visitar obras para dar visibilidade a ações que ainda estão em andamento.

    Sua gestão também começou a aparecer mais com o início do horário eleitoral na TV. O PT vem exibindo ações da prefeitura na propaganda de Alexandre Padilha, candidato ao governo do Estado.

    A aprovação das faixas exclusivas de ônibus, marca do primeiro ano de Haddad, também cresceu –91% dos paulistano são favoráveis, uma alta de sete pontos em relação a junho passado, segundo o Datafolha.

    Foram criados 358 km de faixas para os coletivos desde 2013, sobretudo após os protestos. Para 71%, elas melhoraram o trânsito.

    De acordo com a pesquisa, 77% dos paulistanos usam ônibus. Desses, 23% avaliam o trabalho de Haddad como ótimo ou bom. Entre os usuários de carro, o índice de aprovação é menor (17%).

    O Datafolha ouviu 1.121 pessoas acima de 16 anos na terça (16) e na quarta (17). A margem de erro da pesquisa é de 3 pontos percentuais.

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