Ficha Corrida

06/09/2016

Meu nome é ninguém

Filed under: China,Faroeste,G20,Golpe,Golpe Paraguaio,Michel Temer,Vergonha Alheia — Gilmar Crestani @ 9:28 am
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Os patos da FIESP estão produzindo um filme de faroeste. Como nos grandes clássicos do bang bang à italiana, neste filme de cowboy o bandido não é mexicano e o mocinho não é ianque. Pelo contrário, o bandido é brasileiro e os mocinhos e mocinhas são presos preventivamente.

Para que um faroeste made in Rede Globo faça sucesso, o capo di tutti i capi escala um elenco de pistoleiros diversionistas. Só assim o assalto ao Banco Central pode se tornar um sucesso de bilheteria.

Num lado da cidade, um dos escalados chama-se Vinicius Mota. Solta um pum no elevador mafiomidiático.

Na montagem da farsa, um outro Motta, ranzinza e irritadiço devido às hemorroidas adquiridas com o mau uso de rabanetes solta, para provocar uma polvadeira, as bestas do curral.

Como o assalto está previsto para ocorrer durante uma sessão de cinema, entra em ação um terceiro elemento, com uma receita infalível para evitar tumulto: “o dever das pessoas de bem é boicotar o filme”. E assim, um elenco com atores com prisão de ventre, hemorroidas ou simplesmente sabujice, buscam montar um cenário propício para detonar o cofre.

O autor intelectual do assalto ao cofre do Banco Central de Tombstone acredita ter utilizado o estratagema perfeito. Se faz fotografar num evento no outro lado do mundo.

Mas, como diz o ditado, o diabo faz a panela mas não ensina fazer a tampa. Seu nome não aparece na lista dos convidados.

Como é nome do filme? Com a palavra Sergio Leone.

 

OBScena: nas fotos de divulgação do filme os mocinhos estão assinalados, tens apenas de encontrar o bandido

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Lista de presença da reunião do G20 omite nome e cargo de Temer

Em vez de apresentar o nome de Michel Temer, a lista elencou "líder brasileiro", mesmo três dias após o evento; na foto oficial dos líderes, Temer, ao contrário de Lula e Dilma, foi escanteado e colocado na ponta, entre os presentes

6 de Setembro de 2016 às 03:26 // Receba o 247 no Telegram

Do Brasil de Fato O presidente não-eleito Michel Temer foi o único líder que não teve o nome citado na lista de presença do encontro do G20, que reúne as 20 maiores economias do mundo todos os anos. Em vez de apresentar o nome de Michel Temer, a lista elencou "líder brasileiro", mesmo três dias após o impeachment de Dilma Rousseff.

Neste ano, o evento aconteceu em Hangzhou, capital da província de Zhejiang, na China. Iniciada neste domingo (4), a reunião terminou nesta segunda-feira (5).

O Brasil de Fato entrou em contato com bloco por email à procura de explicações sobre a omissão do nome de Temer, mas não obteve retorno até o fechamento desta matéria.

Leia na íntegra a nota de apresentação dos líderes do G20 em inglês.

Veja em português:

O 11º Encontro do G20 será sediado em Hangzhou, Zhejiang, em 4 e 5 de setembro. Os seguintes líderes dos países-membros do G20 irão comparecer ao encontro a convite do presidente Xi Jinping:

– Presidente Mauricio Macri, da Argentina; líder brazileiro; presidente François Hollande, da França; presidente Joko Widodo, da Indonésia; presidente Park Geun-hye, da ROK; presidente Enrique Pena Nieto, do México; presidente Vladimir Putin, da Rússia; presidente Jacob Zuma, da África do Sul; presidente Recep Tayyip Erdogan, da Turquia; presidente Barack Obama, dos EUA; primeiro-ministro Malcolm Turnbull, da Austrália; primeiro-ministro Justin Trudeau, do Canadá; chanceler Angela Merkel, da Alemanha; primeiro-ministro Narendra Modi, da Índia; primeiro-ministro Matteo Renzi, da Itália; primeiro-ministro Shinzo Abe, do Japão; primeira-ministra Theresa May, do Reino Unido; presidente Donald Tusk, do Conselho Europeu; presidente Jean-Claud Juncker, da Comissão Europeia; vice-primeiro-ministro da Arábia Saudita, príncipe Muhammad bin Salman Al Saud da Arábia Saudita; presidente Idriss Deby, de Chade; presidente Abdel Fatah al-Sesi, do Egito; presidente Nursultan Nazarbayev, do Casaquistão; presidente Bounnhang Vorachith, de Laos; presidente Macky Sall, de Senegal; primeiro-ministro Lee Hsien Loong, de Cingapura; primeiro-ministro Mariano Rajoy, da Espanha; primeiro-ministro Prayut Chan-ocha, da Tailândia; secretário-geral da ONU Ban Ki-moon; presidente do Banco Mundial, Jim Yong Kim; diretora do FMI, Christine Lagarde; diretor-geral do WTO, Roberto Azevedo; diretor-geral Guy Ryder, da Organização Internacional do Trabalho; presidente Mark Carney, do Financial Stability Board; a secretária-geral Angel Gurria, da OECD, etc..

Lista de presença da reunião do G20 omite nome e cargo de Temer | Brasil 24/7

04/09/2016

Jogo dos erros: descubra o intruso escanteado

Filed under: China,Dilma,G20,Michel Temer,Turquia — Gilmar Crestani @ 8:03 pm
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temvagaai

02/07/2014

A ditadura, quando não gostava, prendia, torturava, estuprava, matava e esquartejava!

Filed under: China,Ditadura,Elio Gaspari — Gilmar Crestani @ 7:28 am
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ditadilmaA manipulação da mídia, que subiu ao poder com a ditadura e com ela cresceu. Hoje, o uso do cachimbo ainda deixa a boca da velha mídia torta. As mesmas manipulações, como estas que se viu na véspera da Copa. Se os fatos desmentem a velha mídia, pior para os fatos, porque os financiadores ideológicos, como o Itaú, continua dando apoio a quem faz a política dos golpistas.

A ditadura, que vendia que os comunistas comiam criancinhas, assassinava os pais das criancinhas que seriam comidas. Os comunistas chineses comeram tanta criancinha que a China acabou. Tanto que já não mais chineses…..

Já que o Elio Gaspari já era jornalista quando os fatos que hoje ele narra, porque ele não publicou? Porque também ele era um serviçal da ditadura. Quem publicasse teria o mesmo fim dos chineses. Como era ótima esta tal de ditadura: não gostou, matou!

ELIO GASPARI

O Caso dos Nove Chineses

Passaram-se 50 anos, mas o Império do Meio não esqueceu o que a histeria da ditadura fez com seus cidadãos

No dia 16 chega ao Brasil o presidente da China, Xi Jinping. Ele governa uma ditadura de vitrine, a segunda economia do mundo, e é o maior parceiro comercial de Pindorama. Semanas depois, chegará às livrarias "O Caso dos Nove Chineses", dos jornalistas Ciça Guedes e Murilo Fiuza de Mello, um magnífico trabalho de pesquisa histórica onde está contada a história de um episódio de vergonhosa marquetagem e histeria do amanhecer da ditadura.

Aconteceu o seguinte:

No dia 3 de abril de 1964, logo depois da deposição do presidente João Goulart, a polícia do governador Carlos Lacerda prendeu no Rio de Janeiro nove cidadãos chineses. Perigosos agentes, comandavam uma rede de 191 pessoas, tinham agulhas envenenadas, bombas teleguiadas e uma lista de personalidades que deveriam ser assassinadas durante a revolução comunista.

Tudo mentira. Dois eram jornalistas da agência estatal e estavam no Brasil desde 1961. Quatro haviam chegado em junho de 1963 para tratar de uma exposição comercial, e três vieram em janeiro de 1964, para comprar algodão. Todos tinham vistos oficiais. Começaram a apanhar no momento da prisão, em suas casas, e depois alguns deles foram espancados pela polícia. Tiveram os apartamentos saqueados e as contas confiscadas (R$ 865 mil em dinheiro de hoje.)

No dia 16, quando Xi Jinping descer em Brasília, completam-se 50 anos dos dias em que os nove chineses estavam trancados em quartéis. Só puderam escrever para as famílias dois meses depois. Só receberam a visita das mulheres (vigiadas por 32 agentes) em agosto.

"O Caso dos Nove Chineses" conta uma história de acovardamento da qual emerge, altaneiro, o advogado Sobral Pinto, que aceitou a defesa dos presos. A Sobral juntaram-se intelectuais como Augusto Frederico Schmidt e jornalistas como Antonio Callado e Carlos Heitor Cony. (Seus destemidos artigos da época, publicados no livro "O Ato e o Fato", foram reeditados há pouco.)

Como era tudo mistificação, violência e histeria, em poucos meses o governo ficou com uma batata quente nas mãos. Condenara os chineses a dez anos de prisão, enfrentava uma campanha internacional e não tinha como se explicar. Em fevereiro de 1965 eles foram expulsos e recebidos como heróis em Pequim.

Aí o jogo virou. Desde então, o Império do Meio mostra que tem memória. Não cria caso, mas não esquece. Sempre que surge a ocasião, refere-se ao "contencioso" do episódio. Cinco dos nove estão vivos. Um deles tornou-se diretor da agência de notícias para a qual trabalhava, outro dirigiu a área de América Latina do Ministério das Relações Exteriores e foi embaixador em Moçambique e Angola. Wang Yaoting chegou a presidente do Conselho para a Promoção do Comércio Internacional. Em 1979, quando o general João Figueiredo visitou a China, ele conversou com um brasileiro:

— Morei um ano no Rio.

— Então o senhor deve conhecer bem o Brasil.

— Conheço muito pouco, porque fiquei aquele ano quase todo preso.

Foram-se os militares, vieram Sarney, Collor, Itamar, Fernando Henrique, Lula e Dilma. Os tempos seriam outros. Talvez, mas até hoje o Império do Meio não recebeu satisfação pelo que sucedeu a seus cidadãos, nem o dinheiro de volta. Mais: em 1997 (governo Fernando Henrique) um dos jornalistas tentou vir ao Brasil com a mulher, mas não conseguiu visto.

14/09/2013

Perú faz negócio da China, e Washington, que não se beneficia, condena

Filed under: China,Guerra do Petróleo,Isto é EUA!,Perú — Gilmar Crestani @ 10:29 am
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Créditos chinos: ¿A quién benefician?

El país sudamericano se encuentra casi fuera de los mercados internacionales y China lo financia a cambio de hipotecar sus reservas petroleras

Ezequiel Vázquez-Ger 13 SEP 2013 – 16:00 CET

En los últimos días se hizo pública la noticia de que Ecuador recibió un préstamo chino por 1.200 millones de dólares en concepto de preventas petroleras. Este desembolso es solo uno más en una larga lista de créditos otorgados a Ecuador como adelantos por la venta de crudo. El total de los mismos ya supera los 8.000 millones de dólares.

Pero para comprender mejor esta historia es necesario volver en el tiempo a agosto de 2010, fecha en la que el Ministerio de Finanzas del Ecuador, la empresa pública de Hidrocarburos EP Petroecuador, Petrochina International Company Limited y el Banco de Desarrollo Chino (CDB) firmaron el llamado “acuerdo de cuatro partes”, a través del cual el CDB se compromete a prestarle al Ministerio de Finanzas un monto de 1.000 millones de dólares a un plazo de 4 años y a una tasa del 6.5% anual. Petroecuador, por su parte, se comprometía a venderle a China no menos de 36.000 barriles de crudo diarios a precios altamente castigados. El precio del crudo establecido para las operaciones, según se deriva de los propios contratos, se sitúa entre dos y tres dólares por debajo del precio de mercado.

Desde 2010 a la fecha Ecuador continuó firmando contratos bajo la misma modalidad con Petrochina y el CDB. Analistas estiman que hoy en día más de un 80% de las exportaciones totales de petróleo ecuatoriano se realizan con Petrochina. Esto significa que unos 252.000 barriles de petróleo diarios son vendidos a un precio inferior al del mercado, generando una pérdida que ronda los 230 millones de dólares al año.

Ecuador vende a China unos 252.000 barriles de diarios a un precio inferior al del mercado

Un informe de la Contraloría General del Estado del año 2012, el cual analiza solo dos de seis contratos ejecutados entre 2010 y 2011, concluye que Ecuador dejó de percibir más de 44 millones de dólares debido a una errónea negociación de precios. El perjuicio analizado en este informe podría llegar a los 100 millones de dólares si se proyecta hasta el fin de los contratos, y podría incrementarse aún más si se incorpora el análisis de los contratos posteriores. Sin embargo, al día de hoy, no se han abierto procesos legales contra los responsables de esta situación.

El mismo informe establece también que es difícil verificar si el petróleo vendido tiene como destino final refinerías chinas, o si el mismo es revendido a precios superiores en el mercado internacional. Sin embargo, diversos conocimientos de embarque muestran que en efecto, el petróleo vendido a Petrochina nunca llega dicho destino, si no que esta empresa, actuando en calidad de intermediario, revende dicho petróleo en destinos como Estados Unidos y Panamá a precios superiores.

Por otra parte, expertos en derecho financiero en Ecuador han remarcado que estos convenios poseen una cláusula que obliga al país a depositar los ingresos totales de la venta del petróleo a Petrochina como colateral por el pago de la deuda asumida por el Estado ecuatoriano, en una cuenta en el mismo CDB, a nombre de Petroecuador. El contrato de manejo de esta cuenta establece que el país renuncia a su inmunidad soberana y se somete al arbitraje de la Cámara de Comercio China para la resolución de cualquier disputa.

La débil economía ecuatoriana necesita una flujo creciente de dólares

Del mismo modo, Ecuador ha firmado una carta irrevocable a favor de Petrochina la cual establece que Ecuador acepta que ante cualquier incumplimiento en la entrega de petróleo, el comprador tiene el derecho de incautar cualquier petróleo ecuatoriano vendido a cualquier otra empresa, en cualquier parte del mundo.

Más grave aún, es que dentro de este contexto, Rafael Correa anunció que su gobierno comenzará a explotar las reservas petroleras del Yasuni-ITT. Estás reservas se encuentran situadas dentro de un espacio de diversidad ecológica considerado patrimonio de la humanidad. Correa justificó esta controvertida decisión diciendo que con esta iniciativa espera generar 18.000 millones de dólares los cuales utilizará para combatir la pobreza en la Amazonía.

Pero la realidad es otra. La deteriorada situación fiscal del Ecuador hace necesaria una continuo flujo creciente de dólares para sostener la dolarización. Como Ecuador se encuentra prácticamente fuera de los mercados internacionales su única fuente de financiamiento son los créditos chinos. Pero como ya hipotecó con ellos gran parte de sus reservas petroleras, Correa no tuvo más opción que anunciar la explotación de estos campos para poder continuar el endeudamiento. Pan para hoy, hambre para mañana.

Ezequiel Vázquez-Ger es consultor politico basado en Washington.

Twitter: @Ezequielvazquez | www.ezequielvazquez.com

Créditos chinos: ¿A quién benefician? | Opinión | EL PAÍS

18/04/2013

Descoberta da China

Filed under: China,História — Gilmar Crestani @ 7:56 am
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Obreros chinos descubren la tumba del odiado emperador Yang Guang

Los trabajadores estaban excavando para construir un edificio en la ciudad de Yangzhou

Yang Guang ya tenía un mausoleo en la localidad, que se demuestra ahora falso

Gobernó entre 604 y 618 y estaba considerado como un vil tirano

Zigor Aldama Shanghai 17 ABR 2013 – 17:11 CET27

El emperador Yang Guang Yangdi.

En China, los grandes hallazgos arqueológicos llegan por casualidad. Así aparecieron los guerreros de terracota de Xi’an, en 1974, cuando un grupo de agricultores excavaba un pozo. Y así salió a la luz el pasado domingo la tumba de uno de los emperadores más controvertidos de China, Yang Guang (596-618), cuando unos obreros preparaban un solar para la construcción de un edificio en Yangzhou, una ciudad de la provincia oriental de Jiangsu. Durante la excavación de los cimientos aparecieron unos extraños ladrillos, y, aunque en un primer momento los trabajadores no les dieron mayor importancia, el constructor decidió alertar a las Autoridades.

Arqueólogos chinos se desplazaron inmediatamente al lugar y, a pesar de que las inscripciones de la lápida no son claras, han confirmado que se trata del mausoleo del segundo -y último- representante de la dinastía Sui. La clave de su autenticidad está en los ideogramas en los que se lee daye 14 nian, que, según los historiadores, se refieren a la fecha en la que el emperador fue estrangulado por Yuwen Huaji, uno de los generales encargados de su seguridad. Yang gobernó entre los años 604 y 618, y es considerado un vil y megalómano tirano que ahogó a la población con impuestos para mantener su elevado nivel de vida e invertir ingentes sumas de dinero en infraestructuras como el Gran Canal o la Gran Muralla, que provocaron la bancarrota del país y el fin de la dinastía Sui.

Quizá por eso, su tumba no puede ser más austera. Ocupa solo 5,88 metros de largo y 4,98 metros de ancho, y está dividida en tres partes: la cámara destinada al féretro, unas estancias adyacentes, y los pasadizos que conectan todo el complejo fúnebre. A pesar de su reducido tamaño, y aunque ya había sido saqueada previamente, la tumba guardaba todavía objetos que demuestran el estatus del fallecido: un cinturón de oro y de jade, cuatro tiradores de cobre con forma de león -el animal que representaba a la dinastía Sui-, y una docena de vasijas que ya se están analizando.

“La tumba ni siquiera es tan lujosa como la de los hombres acaudalados de la época, seguramente debido a que la muerte de Yang fue súbita y se dio después de haber huido de las revueltas que los campesinos habían lanzado contra él”, explicó a la agencia de noticias Xinhua el director del Instituto de Arqueología de Yangzhou, Shu Jiaping.

Lo que no se han encontrado son los restos mortales del emperador. Ni su sarcófago. “No estamos todavía seguros de que sea la última sepultura del emperador, porque documentos históricos aseguran que se cambió de lugar en varias ocasiones”, reconoció Shu, que también apuntó a la posibilidad de que se hayan descompuesto por la humedad o hayan sido robados.

A pesar de la incertidumbre, el equipo de arqueólogos que trabaja ahora sobre una superficie de 30 metros cuadrados cree que al lado de tumba del emperador se encuentra la de su sexta esposa, la emperatriz Xiao, que falleció dos décadas después que él. Pero no será fácil abrirla. Su techo se encuentra en mal estado “porque sobre él se habían construido bloques residenciales”, y los científicos temen destrozar su interior.

Uno de los aspectos más curiosos de este descubrimiento es que deja en evidencia la falsedad del mausoleo que Yangzhou ya tenía dedicado al emperador Yang, situado a solo seis kilómetros de distancia, y que se dio por bueno durante la dinastía Qing (1644-1911). Con su arquitectura espectacular, y sus 30.000 metros cuadrados de superficie, era una de las principales atracciones turísticas de la ciudad, y refleja la falta de profesionalidad de algunos científicos chinos.

“Hay demasiados objetos de interés en el país para tan poco personal cualificado que, además, trabaja bajo la presión de la industria turística, siempre necesitada de hallazgos históricos para sacar rendimiento”, comenta a EL PAÍS un profesor de Historia de la Universidad de Fudan, en Shanghái, que prefiere mantenerse en el anonimato. El de los guerreros de Xi’an es, sin duda, un ejemplo que todos querrían replicar. Allí continúan apareciendo nuevas figuras de terracota, y los científicos esperan a que la tecnología avance para entrar en el gigantesco mausoleo del primer emperador de China, Qin Shihuang, un complejo envuelto en misterio y leyenda que atrae a millones de turistas que dejan pingües beneficios.

“Espero que en Yangzhou también puedan utilizar la última tecnología disponible para descifrar el contenido de las inscripciones, que arrojará datos interesantes sobre el emperador, y quizá incluso la verdad sobre su muerte y enterramiento”. Sin embargo, el profesor de Fudan cree que el hallazgo de la tumba de Yang Guang es una mala noticia para las autoridades locales. “La falsa era mucho más atractiva. Será difícil convencer a los visitantes para visiten un montón de ladrillos viejos”.

Obreros chinos descubren la tumba del odiado emperador Yang Guang | Cultura | EL PAÍS

26/12/2012

O tigre asiático

Filed under: China,Tecnologia — Gilmar Crestani @ 8:39 am

Compare com o tigre asiático com  panzer alemão

China estrena la línea ferroviaria de alta velocidad más larga del mundo

El primer viaje cubrirá 2.298 kilómetros en ocho horas, tres veces menos que en la actualidad

Agencias Pekín26 DIC 2012 – 08:53 CET7

Un pasajero toma una foto delante del tren de alta velocidad en Guangzhou, en el sur de China. / STR (AFP)

La inauguración de la línea ferroviaria de alta velocidad más larga del mundo espera relanzar la imagen del transporte ferroviario chino, tras los escándalos y las dudas sobre la fiabilidad que han asolado al sector en los últimos años. El primer "tren bala" salió esta mañana de Pekín rumbo a Cantón, en el sur del país, en el día del aniversario del nacimiento del líder de la revolución, Mao Tse-Tung.

El nuevo tren cubrirá un trayecto de 2.298 kilómetros entre la capital y el polo económico del sur del país en apenas ocho horas, es decir, tres veces menos que los medios de transportes utilizados hasta ahora. La velocidad media será de 300 kilómetros por hora y realizará 35 paradas.

Las primeras líneas de alta velocidad se estrenaron en China en 2007. Desde entonces, el país se ha dotado de la red más extensa del mundo, al cubrir más de 8.000 kilómetros en 2010, una cifra que el Gobierno prevé doblar antes de 2020, pese a los problemas de corrupción y seguridad destapados en los últimos años.

En julio del año pasado, el choque entre dos trenes de alta velocidad causó 40 muertos y unos 200 heridos en Wenzhou (en la provincia oriental de Zhejiang). Dos vagones cayeron desde el puente en que quedó detenido el convoy que fue embestido. Unos vídeos de pasajeros publicados en Internet mostraban fallos en la seguridad, aunque la investigación oficial achacó a un rayo la responsabilidad del accidente.

China estrena la línea ferroviaria de alta velocidad más larga del mundo | Economía | EL PAÍS

08/10/2012

Pimenta no dos outros é refresco

Filed under: China,Isto é EUA! — Gilmar Crestani @ 9:15 pm
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Exatamente a mesma coisa que os EUA fazem com a Microsoft, Google, Facebook…

El Congreso de EEUU pide vetar a Huawei y ZTE

El comité de Inteligencia del Congreso dice que las dos empresas chinas son una amenaza para la seguridad del país

El País Madrid8 OCT 2012 – 10:13 CET39

Las empresas chinas de telecomunicaciones Huawei y ZTE son una amenaza para la seguridad estadounidense. Esa es la conclusión de la comisión de Inteligencia del Congreso de los Estados Unidos tras un año de investigaciones.

Según dicha comisión, es imposible garantizar que los dos grupos sean independientes del gobierno chino y, por tanto, que pueden ser utilizados para menoscabar la seguridad de EE UU. "Sobre la base de la información clasificada y no clasificada, Huawei y ZTE no puede garantizar su independencia de la influencia de un estado extranjero, por lo que plantea una amenaza a la seguridad de Estados Unidos", dice el informe.

La comisión cree que el Gobierno chino podría utilizar a esos dos grupos para el rápido crecimiento de espionaje económico o militar, o para los ciberataques. Huawei ha contestado que el 70% de su negocio está en China, que trabaja en 150 países y que en ninguno ha tenido problemas.

De acuerdo con la comisión estadounidense de investigación, los dos grupos no dar respuestas satisfactorias a las preguntas parlamentarias sobre sus relaciones con el gobierno chino. "China tiene los medios, la oportunidad y la motivación para utilizar las compañías de telecomunicaciones con fines maliciosos", según el informe que se publicará hoy lunes.

En conclusión, la comisión dice que los EE UU "deben bloquear adquisiciones y fusiones que afecten a Huawei y ZTE ante la amenaza que suponen para los intereses de seguridad nacional de Estados Unidos. Los sistemas del gobierno de los EE UU", concluye la comisión, "especialmente en zonas sensibles, no deben incluir equipos o componentes de Huawei y ZTE".

El Congreso de EEUU pide vetar a Huawei y ZTE | Tecnología | EL PAÍS

17/09/2012

La ola antijaponesa fuerza a las grandes empresas a cerrar en China

Filed under: China,Japão — Gilmar Crestani @ 8:58 am

La crisis por la soberanía de unas islas dispara la violencia contra los intereses japoneses en varias ciudades chinas

Jose Reinoso Pekín17 SEP 2012 – 12:14 CET70

Protesta contra la Embajada de Japón en Pekín. / MARK RALSTON (AFP)

El enconamiento de la disputa histórica que mantienen Japón y China por un grupo de islas en el mar de China oriental se ha agravado hasta tal punto en los últimos días que varias fábricas de compañías japonesas instaladas en la segunda economía del mundo se han visto obligadas a cesar temporalmente la actividad debido a los ataques sufridos y en previsión de posibles incidentes. El fabricante de aparatos electrónicos Panasonic ha asegurado que una de sus plantas ha sido saboteada por trabajadores chinos y permanecerá cerrada hasta este martes, aniversario del inicio de la ocupación en 1931 de partes de China por las fuerzas japonesas.

Canon, del mismo sector, paralizará la producción en tres de sus cuatro fábricas chinas hoy y el martes, preocupada por la seguridad de sus empleados, según informaciones de la prensa japonesa, mientras que la aerolínea Nippon Airways ha afirmado que se ha producido un aumento de la cancelación de vuelos desde China hacia Japón.

más información

Una ola de protestas antijaponesas se ha extendido por varias ciudades chinas en la última semana, a causa de la disputa que mantienen ambos países por el grupo de islas deshabitadas, que están controladas por Tokio. Las manifestaciones, registradas principalmente frente a las representaciones diplomáticas japonesas, han derivado en algunos casos en ataques violentos sobre conocidas compañías como las automovilísticas Toyota y Honda. Pero también han afectado a negocios y restaurantes japoneses, que, en algunos casos, son propiedad de ciudadanos chinos.

En Shanghai, donde existe una comunidad extranjera de unos 56.000 japoneses, un grupo de manifestantes expulsó el domingo a unos clientes japoneses de un restaurante que se encuentra cerca del consulado del Gobierno de Tokio. En Guangzhou (capital de la provincia de Guangdong), la policía ha afirmado que ha detenido a 11 personas por destrozar un coche de marca japonesa, escaparates y carteles de publicidad. Concesionarios de Toyota y Honda han sido incendiados en Qingdao, ciudad de la provincia costera de Shandong. Algunos propietarios de automóviles japoneses contaban el sábado en Pekín que habían decidido no utilizar el vehículo para evitar posibles problemas.

Los disturbios estallaron en numerosas ciudades el fin de semana, en respuesta a la decisión de Tokio, la semana pasada, de comprar tres de las islas en disputa al propietario japonés, nacionalizándolas de hecho. La medida provocó la ira del Gobierno chino, que, en respuesta, envió a la zona seis buques de vigilancia. Se cree que las aguas que rodean el archipiélago, conocido en japonés como Senkaku y en chino como Diaoyu, contienen importantes reservas de gas.

El enfrentamiento ha provocado uno de los peores brotes de sentimiento antijaponés en décadas, y amenaza con dañar seriamente las importantes relaciones económicas entre los dos vecinos. China es el mayor socio comercial del Japón, mientras que Japón es el tercero de China. Los intercambios bilaterales ascendieron a 342.900 millones de dólares (267.000 millones de euros) el año pasado, según cifras chinas.

El primer ministro de Japón, Yoshihiko Noda, que se ha reunido este lunes en Tokio con el secretario de Defensa estadounidense, Leon Panetta, ha instado a Pekín a que garantice la seguridad de sus nacionales, informa Reuters. Panetta, por su parte, ha afirmado que Washington mantiene las obligaciones recogidas en los tratados de seguridad con Japón -que incluyen las islas en disputa-, pero ha añadido que Estados Unidos no tomará partido en el enfrentamiento y espera que China y Japón “mantengan buenas relaciones y encuentren una forma de evitar que se produzca una mayor escalada” del conflicto.

El Gobierno de Pekín ha advertido hoy sobre las potenciales consecuencias de un incremento de las tensiones. El Diario del Pueblo –órgano oficial del Partido Comunista Chino- ha asegurado en su edición internacional que la economía japonesa podría sufrir gravemente durante 10 o 20 años si China decide imponer sanciones. “Cómo puede ser que Japón quiera otra década perdida, y esté incluso dispuesta a ir dos décadas atrás”, señala un editorial. China “siempre ha sido muy cauta sobre la posibilidad de jugar la carta económica. Pero si las luchas sobre la integridad territorial continúan, si Japón sigue con sus provocaciones, entonces China presentará batalla”. Las sanciones serían, sin embargo, un arma de doble filo, ya que tendrían consecuencias también sobre la economía china, dada la interdependencia de los dos países.

Tokio ha advertido a sus residentes en China sobre la posibilidad de que se produzcan grandes manifestaciones este martes. Muchos colegios japoneses por todo el país, incluidos Pekín y Shanghai, han cancelado clases esta semana.

La ola antijaponesa fuerza a las grandes empresas a cerrar en China | Internacional | EL PAÍS

11/09/2012

Argentina y Brasil se preguntan cómo competir con China

Filed under: América Latina,China,Economia — Gilmar Crestani @ 9:19 am

Por: Alejandro Rebossio| 11 de septiembre de 2012

Está claro que el crecimiento de China ha impulsado los precios y la demanda de materias primas, principales productos de exportación de Sudamérica. Pero con su expansión también han irrumpido tres problemas. El primero, cómo lograr que Latinoamérica le venda bienes con mayor valor añadido a la fábrica del mundo. El segundo, de qué modo protegerse frente a la penetración de manufacturas chinas que destruyen lo que queda de la industria en la región. El tercero, cómo evitar que esos productos baratos y de buena calidad desplacen a los latinoamericanos de terceros mercados, ya sea en el propio vecindario, en EE UU o la Unión Europea. De todo esto se discutió ayer en una jornada de reflexión sobre la expansión económica de China y los desafíos productivos y comerciales para Mercosur (Argentina, Brasil, Paraguay, Uruguay y Venezuela), que organizaron este lunes la Universidad de Buenos Aires (UBA) y la Fundación Friedrich Ebert, de la socialdemocracia alemana, en la capital argentina.

“China es una fuente de preocupación, desafíos y oportunidades”,admitió Pablo Grinspun, director general de Mercosur del Ministerio de Relaciones Exteriores argentino. “Preocupación por la especialización del comercio: exportamos poco valor agregado e importamos alto contenido tecnológico. El desafío es cómo revertir este patrón que en el siglo pasado tuvimos con los países desarrollados. También es un desafío para Argentina el aumento del déficit comercial con China”, reconoció Grinspun. El rojo comenzó en 2011 y contrasta con el superávit que mantienen con el gigante asiático tanto Brasil como Chile. México, en cambio, también sufre un déficit. “Hay un desplazamiento de productos argentinos por parte de China en el mercado regional y en otros mercados. Cuando esto se sucede en Brasil, buscamos con nuestro socio las causas y las soluciones. También adoptamos medidas defensivas para proteger el mercado nacional, como la reciente subida del arancel externo común de Mercosur y la articulación de medidas de defensa comercial (antidumping). Pero además tenemos una agenda ofensiva. En noviembre haremos una misión comercial conjunta (del bloque) a Shanghai”, añadió el hijo de quien fuera ministro de Economía del Gobierno de Raúl Alfonsín (1983-1989), Bernardo Grinspun. Por último, destacó que China y Latinoamérica comparten posiciones en política internacional.

El embajador brasileño en Buenos Aires, Enio Cordeiro, comenzó por destacar los beneficios que ha traído China a la región: “La demanda china aumentó los precios de las materias primas y la demanda de productos brasileños. China es también proveedora de inversión en los países en desarrollo, pero básicamente en sectores exportadores de materias primas. Este proceso contribuye a la reprimarización de estas economías”. A diferencia de lo expuesto por Grinspun, Cordeiro opinó que Mercosur carece de “una estrategia común frente a China”. Y sugirió que los países del bloque adopten juntos medidas para elevar la competitividad y reducir los costes. “¿Es posible exportar productos industriales a China? Sí, el 70% de sus importaciones son de productos industriales. El problema es que entrar en el mercado chino es más difícil que entrar en Argentina y Brasil”, señaló Cordeiro, en alusión a las dos economías latinoamericanas que más protegen sus fábricas. “En China hay una escala tarifaria a la que estamos poco acostumbrados a ver. Por ejemplo, el país quiere tener su propia industria de molienda y solo busca importar granos. Lo que hay que hacer es entrar en las cadenas de producción asiática. Brasil solo vende productos industriales en Argentina y viceversa. Sin el arancel externo común de hasta el 35% no venderíamos ni en la propia casa. El problema central no radica en China sino en casa. El mismo modelo de coche producido en Brasil cuesta el doble que en Europa. Además, nuestros coches parecen carrozas del siglo pasado. El esfuerzo para competir no solo implica subir el arancel sino también mejorar la carga tributaria, las tasas de ahorro e inversión, la infraestructura, el tipo de cambio”, concluyó Cordeiro una exposición que levantó polémica. Otros oradores lo contradijeron y consideraron que no se pueden igualar los costes de China,más allá de que éstos han subido en los últimos años.

“El desarrollo reciente de Latinoamérica se basa en parte en la demanda de China, que también ayudó a diversificar el destino de las exportaciones”, destacó el director de la Ebert en Argentina, Achim Wachendorfer. “¿Pero se profundiza la matriz productiva de Latinoamérica? ¿Eso no crea una nueva dependencia?”, se preguntó Wachendorfer.

“Los productos chinos desplazan en Argentina bienes finales que antes proveía Brasil y en Brasil reducen la integración nacional (cantidad de insumos locales) de bienes”, describió un economista de la Asociación de Industriales Metalúrgicos de Argentina, Fernando Grasso. Con la irrupción de China en el comercio mundial en la década pasada, “el problema histórico del deterioro de los términos del intercambio de Latinoamérica”, es decir, materias primas baratas y manufacturas caras, “se revirtió”, pero este fenómeno conllevó la llamada enfermedad holandesa. El ingreso de divisas por las exportaciones primarias apreció las monedas latinoamericanas, lo que desalentó la producción de bienes industriales en la región. Grasso abogó, “más allá de las críticas que uno puede hacer”, por la política de administración del comercio, es decir, barreras contra la importación, como las que aplica el Gobierno de Cristina Fernández de Kirchner. Pero el economista metalúrgico advirtió que, si bien Argentina ha evitado una crisis industrial, “el problema estructural continúa” y radica en un déficit comercial de manufacturas con el mundo que en 2011 alcanzó los 23.481 millones de euros. “Veo complejo que nos insertemos (en los mercados donde compite China) vía precios”, respondió Grasso al embajador brasileño. “El mundo no quiere comprarnos materias primas con valor añadido”,aludió a las barreras arancelarias y no arancelarias que imponen China o la UE al ingreso de alimentos elaborados. “La única estrategia posible es la regionalización. Desarrollar un mercado interno con cantidad y calidad suficientes. Seguir bajando los costes va a generar un mayor deterioro de las condiciones sociales”, alertó Grasso.

Un economista del brasileño Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), Marcos Cintra, coincidió con su par argentino de que resulta imposible que Sudamérica baje sus costes al nivel chino. Comenzó por dar el ejemplo de que producir un pantalón de algodón cuesta 33,66 euros en Brasil y solo 3,91 en China. “La diferencia asusta. Ha habido una transferencia tecnológica brutal en China que nos ha dejado afuera. Hacer el trabajo en casa es más difícil”, le contestó el analista de IPEA, un centro de pensamiento dependiente del Estado brasileño, al embajador de su país en Argentina. “No es posible rebajar los precios en Brasil. Tenemos que profundizar la integración regional, incluida la infraestructura”, concluyó Cintra, en coincidencia con Grasso.

La directora del Centro de Estudios de la Estructura Económica de la UBA, Marta Bekerman, planteó que la aparición de China puede ser vista de manera positiva porque establece un nuevo orden latinoamericano menos dependiente de EE UU, pero también se la puede observar de forma negativa, dado que crea una nueva dependencia. Bekerman señaló que solo dos productos concentran más del 70% de las exportaciones de Argentina, Brasil y Chile a la segunda economía del mundo. Por ejemplo, en el caso brasileño, el hierro y la soja. En el argentino, el grano y el aceite de soja. No por nada en los últimos años, los cultivos de esta oleaginosa en Argentina han ganado terreno sobre los de trigo. A su vez, la maquinaria china ha desplazado a competidores de EE UU y la UE en Argentina, Brasil, Chile y México. A su vez, productos textiles, ordenadores y monitores brasileños han sido reemplazados en Argentina por los del gigante asiático. Y textiles y acero argentinos han sido sustituidos en Brasil por los chinos. Para colmo, “los brasileños dicen que exportar a China es más difícil que a Argentina”, finalizó Bekerman.

Samuel Pinheiro Guimarães, que renunció el pasado junio a su cargo de alto representante de Mercosur por la presunta “falta de apoyo” del bloque, también opinó que será “difícil”competir con China. “Solo el 25% de las exportaciones de China son de empresas chinas. El resto, de multinacionales. Pero las multinacionales no hacen lo que quieren sino que lo que quiere el Estado, que les da subsidios e incentivos. ¿Nosotros vamos a enseñar a General Motors en Brasil a aumentar la productividad? No me hace sentido. ¿Para que compita contra China, adonde ya está? Se pueden reducir los impuestos y los derechos de los trabajadores, como está haciendo Europa. Así no debe hacer Mercosur”, alertó Pinheiro. El exfuncionario brasileño también se refirió a la propuesta que formuló el pasado junio el primer ministro chino, Wen Jiabao, en Buenos Aires para estudiar la factibilidad de un tratado de libre comercio (TLC) con Mercosur. “En este momento de crisis (mundial), los TLC con EE UU, la UE o China consolidarían rebajas de aranceles industriales. Significaría terminar con las industrias que hoy ya no son competitivas, sin conseguir acceso para nuestros productos agrícolas. Grandes multinacionales exportan materias primas desde aquí hacia China, no les interesa el procesamiento industrial. Hay que negociar con China cupos para que importen bienes industriales y que sus empresas hagan aquí el procesamiento”,propuso Pinheiro.

Félix Peña, profesor de la Universidad de Tres de Febrero (Argentina), criticó que Mercosur no haya respondido ni que sí ni que no a la propuesta de Wen. “La idea de un estudio de factibilidad no implica que se vaya a negociar”, aclaró Peña. “No responder tiene sus costes”, añadió el también director del Instituto de Comercio Exterior de Standard Bank Argentina, en referencia a los múltiples acuerdos comerciales que se multiplican en Asia. Peña recordó que Wen habló en Buenos Aires, junto a Fernández y en teleconferencia con los presidentes de Brasil, Dilma Rousseff, y de Uruguay, José Mujica, sobre la “necesidad de aumentar el comercio a través de diferentes acuerdos” y anunció que en cuatro años se duplicará el intercambio entre su país y Mercosur.

Carlos Moneta, catedrático de la UBA y de la Universidad de Tres de Febrero, sugirió que Brasil y Argentina busquen penetrar en China a través de otros mercados de Asia, como Hong Kong, Taiwan, India, Corea del Sur y otros del sudeste de ese continente. También recomendó el estrechamiento de lazos con la comunidad china en Argentina, que alcanza las 120.000 personas. Además señaló que China juega un papel cada vez más activo como “gran actor financiero”, no solo por sus abultadas reservas internacionales sino también porque aumenta su poder en organismos como el Fondo Monetario Internacional (FMI) y el Banco Mundial. “China tiene la posibilidad de cambiar las reglas de juego del sistema financiero internacional”, puntualizó Moneta.

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28/03/2012

Negócio da China; comunismo compra capitalismo em liquidação

Filed under: Capitalismo,China,Comunismo,Crise Financeira Européia — Gilmar Crestani @ 7:21 am

 

Crise abre caminho para investimento chinês recorde na Europa

Daniela Fernandes

De Paris para a BBC Brasil

Atualizado em  28 de março, 2012 – 05:43 (Brasília) 08:43 GMT

Châteaux Grand Moueys (Foto: divulgação)

Investidores chineses estão multiplicando aquisições de vinhedos em Bordeaux

Os investimentos chineses na Europa foram multiplicados por sete desde o início da crise financeira mundial, em 2008, e vêm se acelerando nos últimos meses, após o agravamento da crise na zona do euro, segundo dados de organizações internacionais.

Os chineses vêm acelerando seus investimentos no Velho Mundo nos últimos anos em setores variados. Já adquiriram ou compraram participação, por exemplo, em vinhedos na França, companhia de energia em Portugal, fábrica de máquinas na Alemanha e montadoras de veículos na Suécia e Grã-Bretanha. O perfil variado, incluindo indústrias de alta tecnologia, contrasta com a forte concentração de investimentos chineses no Brasil, bem como na América Latina, em setores como mineração, petróleo e gás.

De acordo com a Unctad (Conferência das Nações Unidas para o Comércio e o Desenvolvimento), o volume de recursos chineses investidos na Europa, em fusões ou aquisições de empresas, além da compra de participações acionárias, foi de US$ 876 milhões em 2008. Em 2010, últimos dados disponíveis na Unctad, o montante foi de US$ 6,76 bilhões.

Apesar de expressivos, os números da Unctad são apenas um dos indicadores da tendência de avanço dos investimentos chineses na Europa.

"Esses números estão subestimados, porque se referem somente à China continental, e não incluem Hong Kong", disse à BBC Brasil Guoyong Liang, do escritório de assuntos econômicos da Unctad.

Hong Kong é uma importante plataforma para investimentos chineses no exterior, mas o governo chinês não divulga o destino, por país, dos investimentos provenientes da região administrativa especial da China.

A entidade americana Heritage Foundation tenta superar esse obstáculo na obtenção dos dados acompanhando os investimentos no momento em que são anunciados e confirmados. Segundo a entidade, em 2011, os investimentos em 13 países europeus teriam atingido cerca de US$ 15 bilhões.

Aceleração

Inúmeros anúncios de aquisições de empresas (ou também de participação no capital de companhias europeias) por investidores chineses têm sido feitos nos últimos meses.

Um dos negócios mais comentados, em razão do montante, ocorreu no final de dezembro: a China Três Gargantas comprou, por US$ 2,7 bilhões, a fatia de 21,35% que o governo português detinha na Energia de Portugal (EDP), afastando da disputa o grupo alemão e.ON e as brasileiras Eletrobras e Cemig.

A recente compra em Portugal é exemplo de uma tendência observada pela Heritage Foundation de aceleração de investimentos em países fortemente afetados pela crise na zona do euro.

A China, segundo a Heritage Foundation, não havia investido nada na Espanha entre 2005 e 2008, por exemplo. De 2009 até 2011, o fluxo de capitais chineses para o país atingiu US$ 1,5 bilhão.

A situação em Portugal é mais emblemática. Ainda de acordo com a Heritage Foundation, a China não teria investido nada no país entre 2005 e 2010.

Apenas em 2011, quando Portugal entrou no olho do furacão da crise das dívidas soberanas, o fluxo de investimentos chineses para o país atingiu US$ 3,5 bilhões.

"Após o início da crise, em 2008, houve um grande aumento dos investimentos chineses na Europa. Mais recentemente, a crise na zona do euro passou a representar uma oportunidade para comprar ativos mais baratos", afirma Liang, da Unctad.

Desfile da marca de prêt-à-porter de luxo Sonia Rykiel

Fung Brands, de Hong Kong, comprou 80% do capital da marca de prêt-à-porter Sonia Rykiel

Ele diz que a maior parte dos negócios na Europa começou a ocorrer desde meados do ano passado.

Na Alemanha, um dos países que mais receberam investimentos chineses em 2009 e 2010, o interesse é pela indústria mecânica, que produz maquinário de alta tecnologia com reputação mundial, diz o economista da Unctad.

Segundo ele, os investimentos chineses também são significativos na Grã-Bretanha porque o país reúne sedes de várias empresas importantes do setor de energia e também bancário.

As empresas chinesas também têm investido em infra-estrutura na Europa, com concessões para operar nos portos dos Pireus, em Atenas, e de Nápoles, na Itália.

Montadoras europeias, como a britânica Rover (que estava em concordata em 2005) ou ainda a sueca Volvo, em 2010, também foram compradas por grupos chineses, que tentaram ainda adquirir no ano passado a sueca Saab. Mas a operação foi vetada pela General Motors, proprietária da marca sueca de automóveis, que acabou pedindo concordata em dezembro.

Na França, além de setores como o da energia, as companhias chinesas têm investido em segmentos ligados à imagem da França no exterior: marcas de moda de luxo e vinhos.

A grife Cerruti foi adquirida por chineses em 2010 e, em fevereiro passado, foi a vez do fundo Fung Brands, de Hong Kong, comprar 80% do capital da marca de prêt-à-porter de luxo Sonia Rykiel.

Investidores chineses também estão multiplicando as aquisições de vinhedos em Bordeaux com o objetivo de exportar para a China, que se tornou o primeiro importador mundial de vinhos dessa região francesa.

BBC Brasil – Notícias – Crise abre caminho para investimento chinês recorde na Europa

16/03/2012

¿Qué pasa?

Filed under: Carlos Fuentes,China,Grécia — Gilmar Crestani @ 8:41 am

Pienso en China y en Grecia, ayer y hoy. ¿Qué les debemos?

Carlos Fuentes 16 MAR 2012 – 00:10 CET

Al mismo tiempo, he recibido cuestionarios sobre México, uno de China, el otro de Grecia. Asombrado, un poco confundido, las preguntas provenían de dos países que, uno en el Extremo Oriente, el otro en Europa, representan el origen de una cultura que, de una u otra manera, nos incluye. Por eso, antes de contestar, pensé en China y en Grecia, ayer y hoy. ¿Qué les debemos?

La respuesta griega es la más fácil. La antigua Grecia rompe con el despotismo oriental. Lo vence en Maratón y Salamina y a los cartagineses y los etruscos enseguida. Pericles crea las instituciones del Estado democrático en el siglo V antes de Cristo. Grecia inventa el teatro moderno: Sófocles, Esquilo, Eurípides. Crea la narrativa histórica moderna: Tucídides, Jenofonte. Enseña a pensar: Sócrates, Platón, Aristóteles. Da leyes y organiza la política para la polis, la ciudad-Estado.

China, en cambio, vive un largo aislamiento desde la primera dinastía, los Chang, en el siglo XVIII antes de Cristo. Sufre numerosas usurpaciones, guerras, revueltas, combate a bárbaros y nómadas. Las dinastías se suceden. Los pensadores se llaman Confucio y Lao-Tse. Kublai Khan crea el imperio del medio. Marco Polo viaja a China y le regala a Europa los inventos orientales: la imprenta, la pólvora, la vacuna, el papel-moneda y la brújula.

En el siglo XIX, el colonialismo europeo ocupa buena parte de la costa china. Sun Yat-sen inicia la Revolución Republicana en 1911. Japón invade China. Chiang Kai-shek resiste con un Gobierno corrupto al cual se opone el Partido Comunista encabezado por Mao Tse-tung. La “Larga Marcha” conduce a la victoria comunista.

Las crisis de Portugal e Irlanda fueron superadas. La de Grecia parece no tener salida

Entre 1956 y 1957 se pide que “Florezcan Mil Flores”. La Revolución Cultural reimpone el totalitarismo en 1966. China atrae a la izquierda europea desencantada con Moscú. K. S. Karol ve una promesa renovadora para la izquierda occidental en China. Simone de Beauvoir ve una revolución contra el feudalismo y la miseria, un movimiento a favor de la educación y la industria. Pero advierte: “Solo el futuro lo aclarará todo”.

En 1951, durante la guerra de Corea, el general Douglas MacArthur quiso usar la bomba atómica para destruir, de un golpe, a China. El presidente Harry S. Truman destituyó a MacArthur, quien fue recibido como un héroe en los EE UU.

Hoy, China es la potencia rival de Estados Unidos, es dueña de una parte del tesoro norteamericano, invierte y comercia con la América Latina, tiene una gran presencia en África y, no se diga, en Asia. De ser una dictadura totalitaria, ha pasado a ser un capitalismo autoritario. ¿Puede ser capitalista y democrática? La sociedad se remueve y el futuro estará lleno de sorpresas. ¿Seguirá una parte del mundo chino el camino de la democratización política? ¿Seguirá otra parte empeñada en un desarrollo capitalista sin libertades?

Grecia, la madre de nuestra cultura occidental, se hunde en un penoso proceso de deuda impagable, inmensa indignación popular, gobernanza ineficaz, dependencia de la caridad europea y, sobre todo, de los humores de la señora Merkel. Se habla de ruina, expulsión de la Comunidad Europea, venta de islas a particulares griegos o extranjeros.

Las crisis de Portugal e Irlanda fueron superadas. La de Grecia parece no tener salida y sin embargo es solo parte de la crisis mayor de la Comunidad Europea. Hace pocos años, había autores que afirmaban el éxito de Europa, “primera potencia” por encima de los propios EE UU. Hoy, de Reino Unido a España, de Italia a Francia, el sentimiento de crisis se europeíza.

La crisis cruza el Atlántico y se manifiesta en el movimiento de los ocupantes en Estados Unidos, pero las campañas republicanas se desarrollan sin referencia a la actualidad. Gingrich, Santorum y Romney celebran a la nación y condenan a Obama, quien debe frotarse las manos de gusto ante la confusión y debilidad de sus contrincantes. Romney, inclusive, se atreve a decir que este es “el siglo americano”.

Cuando miro a este mundo, cuando pienso en China y en Grecia, en Europa y Estados Unidos , ¿qué les puedo contestar a mis interlocutores griegos o chinos? ¿Cómo presento mi propia problemática mexicana?

Carlos Fuentes es escritor.

¿Qué pasa? | Opinión | EL PAÍS

04/11/2011

EE UU acusa a China del robo “persistente” de su tecnología

Filed under: China — Gilmar Crestani @ 8:38 am
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Se assim for, então a China poderia acusar os EUA de roubo persistente de sua mão de obra. Claro, afinal as maiores empresas norte-americanas foram se instalar na China para obterem o mesmo produto com um custo infinitamente mais baixo. Lembro do tempo em que se acusava a China de “dumping social”. Foi bom enquanto durou. Agora, os perdedores reclamam das regras da guerra. A verdade é que ambos têm razão.

Washington denuncia el espionaje económico e informático por agentes de Pekín y compañías privadas

Antonio Caño Washington 3 NOV 2011 – 20:01 CET25

El Presidente de EE UU, Barack Obama con su homologo chino, Hu Jintao en la reunion del G20 en Cannes (Francia) / Getty Images

El crecimiento económico de China está basado en el robo sistemático y creciente de la tecnología norteamericana y de otros países de Occidente, según un informe oficial del Gobierno de Estados Unidos que describe con inusitada claridad lo que considera una de las mayores amenazas a la legítima competencia comercial en este tiempo de avanzados sistemas de comunicación.

Los agentes chinos son los más activos y persistentes perpetradores mundiales de espionaje económico. Compañías privadas y especialistas en el ciberespacio han descubierto numerosos ataques e incursiones en redes de ordenadores originados en China”, afirma el informe de la inteligencia estadounidense que fue presentado hoy en el Congreso.

“Los servicios de espionaje de China, así como compañías privadas y otras entidades de ese país, han tratado de usar frecuentemente a ciudadanos chinos o a personas con lazos familiares con China que tienen acceso a redes corporativas para robar secretos mediante el uso de dispositivos móviles o correos electrónicos. De los siete casos que fueron juzgados bajo la Ley de Espionaje Económico en 2010, siete tenían lazos con China”, asegura el Gobierno norteamericano.

El documento cita también a Rusia como el segundo país cuyos servicios de espionaje han dedicado más esfuerzos y recursos para acceder a la tecnología de EE UU, que resulta fundamental para el propio despegue tecnológico que intenta ese país desde hace años. Los responsables estadounidenses advierten también del riesgo de que los secretos robados acaben “en manos de activistas políticos y sociales y de grupos de hackers, como Wikileaks”.

Es difícil conocer con exactitud el perjuicio económico que ese tipo de espionaje supone para las empresas norteamericanas, aunque algunos expertos han calculado que en el año 2009 se perdieron al menos 50.000 millones de dólares por este concepto. El informe asegura que algunos países europeos, como Alemania, Francia y el Reino Unido, han detectado también actividades similares de parte de China y Rusia, y han denunciado también un daño de varios decenas de millones de dólares para su industria nacional.

Los gobiernos de China y Rusia ha negado habitualmente estas acusaciones y, aunque han admitido ciertas prácticas aisladas de pirateo originadas en sus países, se han resistido a poner en marcha una legislación eficaz para impedirlas, pese a las insistentes presiones en ese sentido. Este informe de la inteligencia norteamericana eleva hasta un límite sin precedentes esa presión y menciona por su nombre a algunos ciudadanos chinos que habrían actuado con autorización, o al menos sin la oposición, de las autoridades chinas. Esta denuncia podría abrir un nuevo frente de conflicto en las relaciones diplomáticas con China en vísperas del encuentro que Barack Obama tiene previsto sostener con el presidente chino, Hu Jintao, la próxima semana en la cumbre de la APEC.

Amenaza creciente para los próximos años

El Gobierno norteamericano considera que el desarrollo de los sistemas de comunicación y la demanda ciudadana de una mayor transparencia convierten el peligro del espionaje en una amenaza creciente en los próximos años. “La proliferación de dispositivos móviles para conectarse a Internet y a otras redes seguirá dando nuevas oportunidades para cometer espionaje”, afirma el documento. “La tendencia, tanto de organizaciones privadas como de los gobiernos a compartir y almacenar información supondrá un desafío mayor para garantizar la seguridad y la integridad de la información delicada”.

EE UU asegura que los objetivos principales del espionaje chino y ruso son: la tecnología de información y comunicación -“la línea medular de casi todas las demás tecnologías”- los datos sobre recursos naturales, la tecnología militar -“particularmente de sistemas marinos, de vehículos aéreos sin tripulación y otras tecnologías aeroespaciales y aeronáuticas”- y la tecnologías de sectores económicos en los que se espera un rápido crecimiento en los próximos años, como la relacionada con el medio ambiente y las energías limpias.

Pese a que el grueso de este informe está dedicado al espionaje comercial, también refleja la preocupación por el acceso a la información de carácter militar, sobre todo de parte de China, un país que presenta abiertamente competencia a EE UU por el liderazgo mundial y que está interesado en la modernización y fortalecimiento de sus fuerzas armadas. El Gobierno chino, por ejemplo, presionó en su día al de Pakistán, con el que tiene muy buenas relaciones, para que le permitiese acceso al helicóptero que los soldados norteamericanos dejaron abandonados en la residencia en la que mataron a Osama bin Laden.

Este conflicto sobre el espionaje puede agravarse en el futuro en la medida en que la desconfianza entre China y EE UU crezca y cada vez sea más difícil impedir el acceso a la información. En el trasfondo de este debate se encuentra la necesidad de buscar nuevos mecanismos para el control de Internet y de generar un nuevo modelo de relaciones diplomáticas basadas en la colaboración en aquellos aspectos que se están convirtiendo en intereses universales.

EE UU acusa a China del robo “persistente” de su tecnología | Internacional | EL PAÍS

29/10/2011

Negócio da China

Filed under: China,França,Sarkozy — Gilmar Crestani @ 6:38 pm
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Quand le Président Sarkozy vend la France à la Chine

Bien évidemment, nous n’attendions pas de miracle jeudi soir lors de l’intervention télévisée de Monsieur Sarkozy, Président de la République. Nous savions pertinemment qu’il allait essayer de nous convaincre de son action positive dans ses interventions pour la Grèce et l’Euro, allant même jusqu’à prétendre d’une manière à peine détournée avoir sauvé l’Europe et le Monde, selon ses propres termes. Nous avons pu comprendre même, que le duo Sarkozy-Merkel était le seul pilier solide de l’union européenne, et que toutes les grandes décisions se prenaient uniquement au sein du couple franco-allemand. Un couple du reste très soudé en apparence, à la vie comme à la mort (mais cependant improbable), de quoi faire pleurer les familles dans les chaumières et faire retourner dans sa tombe (et c’est tant mieux) un certain Adolf Hitler qui ne doit plus rien comprendre à la stratégie allemande.

Ainsi, Nicolas Sarkozy, sauveur autoproclamé de la planète, se prend désormais pour Dieu le Père et de cette manière se permet tout et tout, et s’accorde même le droit aujourd’hui de disposer du peuple français et de la France.

Ainsi, sans aucune consultation particulière auprès de qui que ce soit (sauf d’Angela Merkel), il accepte purement et simplement que la Chine vienne investir dans le fonds spécial qui viendra soutenir l’Europe dans ses déboires présents et futurs. C’est ainsi que le Chef de l’Etat français a vite téléphoné jeudi au Président chinois Hu Jintao pour l’informer des accords arrêtés quelques heures plus tôt par le sommet européen et pour lui demander (mais l’histoire ne le dit pas) un chèque de soutien à l’euro, c’est-à-dire plus précisément apporter de l’argent frais à la France afin qu’elle ne perde pas son triple A. En quelque sorte, d’une manière déguisée, un gros chèque destiné à la réélection de Nicolas Sarkozy en 2012 puisque notre cher président démontrera alors aux français en temps opportun que la France va bien, contrairement aux autres pays de l’Europe ou du Monde.

Mais il ne faut s’imaginer que la Chine va participer au sauvetage de l’euro sans conditions : dans la réalité, les exigences du pouvoir chinois sont nombreuses, et on retiendra bien entendu la principale, celle qui engage l’Europe et la France à acheter toujours plus les produits fabriqués sur son territoire.

En quelque sorte, La Chine continuera de répandre le désastre sur notre économie déjà très appauvrie, notre Pays perdant peu à peu toutes ses activités industrielles pour se retrouver un jour dans une situation de ruine insurmontable.

Actuellement, il existe officiellement plus de 2.850.000 chômeurs indemnisés ou en fin de droit. Dans la totalité des demandeurs d’emplois, y compris ceux sortis du régime du Pôle Emploi, il apparaît plus de 4.300.000 personnes sans travail.

D’ici 2017, si la France ne remet en route son industrie et ne pratique une politique plus responsable en matière d’échanges et de protectionnisme, le nombre de chômeurs aura dépassé le cap des 5 millions, avec peut-être 8 millions de personnes à la recherche d’un emploi.

Nicolas Sarkozy a-t-il parlé jeudi d’une relance économique et de la réindustrialisation de la France ? Pas du tout ! … Bien que Messieurs Pernault ou Calvi lui aient posé la question …

En conclusion, le discours du Président Sarkozy était bien vide comme d’habitude. Un enfumage dont nous avons pris l’habitude maintenant …

Il est évident que la situation de la France comme de l’Europe devient très préoccupante. Et si Monsieur Sarkozy n’est pas responsable de tous les maux (d’autres dirigeants avant lui en portent en grande partie), il devrait pourtant dire aux français la stricte vérité sur la situation actuelle du Pays, cette attitude restant un devoir élémentaire de la part d’un chef d’Etat.

Monsieur Sarkozy nous cache tout, et voudrait même nous faire croire qu’il a réformé la France depuis cinq ans et qu’il continue à travailler dans ce sens.

Hélas, sont bien naïfs ceux qui croient encore à ces artifices ou ces impostures.

Dans la certitude, on peut considérer concrètement que le Président Sarkozy a cédé la France au capitalisme indélicat et s’acharne désormais à vendre la Nation entière à la Chine communiste, ce qui entraînera systématiquement tôt ou tard, comme certains économistes le disent déjà, à la cession définitive de notre patrimoine, peut-être un jour pourquoi pas, la Tour Eiffel ou le château de Versailles.

J’espère que le peuple de France y voit clair désormais : l’heure est grave et doit donc nous conduire à l’analyse et à la réflexion.

Pierre-Alain Reynaud

Quand le Président Sarkozy vend la France à la Chine – AgoraVox le média citoyen

19/09/2011

Negócio da China

Filed under: China — Gilmar Crestani @ 8:16 am

Latinoamérica corteja a Asia

La región lucha por ser algo más que un suministrador de materias primas

ALEJANDRO REBOSSIO 18/09/2011

Por las calles de Argentina circulan cada vez más Chery, el coche chino que se ensambla en Uruguay y que en poco tiempo se ha convertido en una de las 20 marcas más vendidas de la tercera economía latinoamericana. En los hoteles de lujo de China, un comensal puede beber un vino Uxmal de uva malbec, procedente de la provincia argentina de Mendoza. El año pasado se vendieron solo en Asia 798.000 cajas de vino argentino de nueve litros cada una.

Ambas regiones concentran el 40% de la población y el 33% del PIB global

Pese al auge del comercio Sur-Sur, no cambian los centros financieros

El 8% de las exportaciones van a China frente al 13% que van a la UE

El comercio entre Asia-Pacífico y Latinoamérica se ha cuadruplicado en los últimos 10 años, desde niveles ínfimos hasta llegar a representar el 13% de todos los intercambios en el mundo. Ambas regiones, pese a que una de ellas incluye al recesivo Japón, se han recuperado con rapidez de la crisis financiera mundial de 2008 y ahora crecen a un ritmo mucho mayor que Estados Unidos y la Unión Europea, atribulados por las crisis de sus deudas soberanas. El contraste en la actividad económica real de Asia-Pacífico y Latinoamérica con el de EE UU y la UE es notorio, pero las turbulencias financieras que se han reanudado en los últimos meses en el norte no resultan inocuas para el sur.

Latinoamérica, que antes miraba solo al Atlántico, ahora pone sus energías en el Pacífico, y en ese contexto se celebró a finales de agosto en Buenos Aires la quinta reunión de ministros de Asuntos Exteriores del Foro para la Cooperación de América Latina y Asia del Este (Focalae). A diferencia de los encuentros anteriores, que se habían centrado en lo político, esta vez este foro, integrado por 18 países latinoamericanos y 16 asiáticos y de Oceanía, incluidos China, Japón, Australia y Nueva Zelanda, puso el acento en la tormenta financiera.

Los organizadores ya se encargaron de difundir los datos que demuestran la importancia de estos dos espacios: juntos suponen el 40% de la población mundial, el 33% del PIB global y el 30% del comercio total. "Son las dos regiones que más han crecido en los últimos años y que han demostrado poder resistir a la crisis", declaró el ministro de Exteriores argentino, Héctor Timerman. "El 52% de los bonos del Tesoro de EE UU están en manos de países miembro del Focalae", se entusiasmó el funcionario. Ocho miembros del G-20 pertenecen al foro (Argentina, Brasil, México, Australia, China, Indonesia, Japón y Corea del Sur).

Pero, más allá de su poderío, tampoco resultó fácil para el Focalae hallar medidas concretas para reaccionar ante la crisis del norte. Por un lado, los ministros decidieron la creación de una base de datos de proyectos de inversión, una de las variables que se busca fomentar, dado que va muy por detrás del comercio. Latinoamérica, que recibe el 8% de la inversión extranjera directa del mundo, capta apenas el 4% de la que proviene de Japón, Corea del Sur y China, que, sin embargo, el año pasado dio un gran salto adelante y se convirtió en el tercer inversor foráneo de la región, según la Comisión Económica para América Latina y el Caribe (Cepal).

Por otro lado, los 34 países se comprometieron a abstenerse "de adoptar medidas proteccionistas". Argentina y Brasil vienen aplicando medidas contra productos industriales chinos, desde gafas hasta electrodomésticos y zapatos, y a su vez el régimen de Pekín ha respondido con algunas represalias, como la que impuso contra el aceite de soja argentino. Los ministros también se llamaron a "continuar fortaleciendo las redes de seguridad financiera regionales a través de la Iniciativa de Chiang Mai y el Fondo de Reserva de América Latina (FLAR)". La Iniciativa de Chiang Mai, que se creó en 2000, es un sistema por el que 10 países asiáticos se comprometieron a prestar fondos al que atravesara una crisis como la que contagió a ambas regiones en 1997 y 1998. El FLAR es un proyecto que pretende ser similar y que está siendo reflotado por la Unión de Naciones Suramericanas (Unasur).

Los analistas se preguntan si Asia podrá desacoplarse de las tribulaciones de EE UU y la UE, y si, de esa manera, Sudamérica podrá seguir beneficiándose de la demanda china por sus materias primas. México, Centroamérica y el Caribe, en cambio, dependen más del vaivén norteamericano. "La conexión de Latinoamérica (particularmente Sudamérica) con China permitió un desacople de la actividad económica regional con respecto a la de EE UU y la UE. Esto es nuevo para el mundo", destaca el economista jefe para Latinoamérica del Banco Mundial, Augusto de la Torre. Hasta fines del siglo pasado, las relaciones económicas eran sobre todo entre el centro y la periferia, mientras que en el nuevo milenio se ha fomentado el llamado comercio Sur-Sur y Sudamérica ha pasado a quedar ligada a China, cuya expansión de la clase media y de sus fábricas demanda más alimentos, energía y minerales.

"Pero esto contrasta con el fuerte acoplamiento financiero", advierte el economista del Banco Mundial. "Los centros de gravedad financiera siguen siendo los mismos. Los mercados accionarios del mundo emergente están ligados a los de los países avanzados mucho más de lo pensado. Ello se vio cuando todas las Bolsas importantes de los emergentes cayeron junto con la de Nueva York después de que Standard & Poor’s rebajara la calificación de la deuda de EE UU", añade De la Torre. Sin embargo, aún se mantienen altos los precios de algunas materias primas como el oro, refugio de los inversores, o la soja, dado que la demanda de alimentos asiática continúa en alza. "Habrá que ver si el desacople de la actividad económica real puede mantenerse en un contexto de deterioro de la crisis en EE UU y la UE. Si se produce un evento con consecuencias financieras análogas a las producidas por la caída de Lehman Brothers (2008), habrá una reacople real y financiero. Pero puede que haya un escenario global como el que vivió la región en 2008, antes de la caída de Lehman, en el que la UE y EE UU desaceleraban su crecimiento mientras Latinoamérica crecía bien, gracias a los altos precios de las materias primas".

El 8% de las exportaciones latinoamericanas va a China, frente al 13% que se dirige a la UE, según la Cepal. El gigante asiático se ha convertido en destino clave para los productos de Cuba, Chile, Perú, Brasil, Argentina y Venezuela. China necesita de las materias primas latinoamericanas y por eso invierte en minería y petróleo, pero no depende de lo que exporta a Latinoamérica, donde solo llega el 5,1% de sus exportaciones. En cambio, sigue dependiendo de lo que vende a EE UU y a la UE, pese a que ahora destina más producción a su propio mercado y al resto de Asia de lo que lo hacía en 2008. "Será difícil que China pueda sostener el crecimiento del 9% de este año porque aún es dependiente de EE UU y Europa", opina la secretaria ejecutiva de Cepal, Alicia Bárcena, que comparte con De la Torre la preocupación por la escasa diversificación de las exportaciones latinoamericanas a Asia y añade su inquietud porque su región copie a los asiáticos y fomente más el comercio intrarregional.

"Se habla de Asia como si fuera una panacea, pero no creo que lo sea para toda la región", advierte Mauricio Mesquita Moreira, economista del Banco Interamericano de Desarrollo (BID). "Asia es una oportunidad para Sudamérica, pero para el resto implica más una amenaza a sus exportaciones industriales a EE UU. Además, hay un reto para las manufacturas de Brasil, Argentina o Colombia porque al aumentar las exportaciones de materias primas, sus precios se encarecen, se aprecian las monedas, crecen los costes para la industria y llega una competencia feroz de China y, cada vez más, de India", señala Mesquita, para quien la solución es por ahora inimaginable.

Mesquita no se imagina qué opciones tiene el desarrollo industrial en Latinoamérica, aunque dice que desearía que las hubiese. Desde una visión heterodoxa, los economistas Eduardo Crespo y Juan Matías De Lucchi, de la Universidad Federal de Río de Janeiro, opinan que las políticas industriales latinoamericanas deben repensarse a partir de reconocer que no se podrá igualar la competitividad china. Por tanto, Crespo y De Lucchi propusieron en la revista Argentina Heterodoxa que la promoción industrial no debe buscar solo la reducción de la brecha de productividad, sino también satisfacer metas de empleo y ahorro de divisas mediante la sustitución de importaciones, una receta antigua que el experto del BID rechaza.

La Cepal sugiere que los países latinoamericanos logren insertarse dentro de las cadenas de producción de China, así como lo hicieron ya los asiáticos. Bárcena también recomienda que llegue a acuerdos de gobernanza de los recursos naturales, incluida el agua, de modo de administrarlos bien frente al apetito chino. Pero a corto plazo, la jefa de la Cepal desestima la posibilidad de que ambas regiones puedan desacoplarse de la crisis financiera que tiene hoy en Grecia su epicentro.

Latinoamérica corteja a Asia · ELPAÍS.com

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