Ficha Corrida

19/01/2015

Mídia brasileira trabalha como narcotraficante: hiPÓcrita!

TraficonTodo mundo sabe que os maiores consumidores de cocaína trabalham nos grupos mafiomidiáticos. E também sabemos o tipo de tratamento que os a$$oCIAdos do Instituto Millenium dá aos pequenos traficantes (aviões) em comparação com os grandes trafiantes (helicóptero com 450 kg de cocaína).

Por que não ganha repercussão o fato de Aécio Neves processar twitteiros que o criticaram? Por que Ali Kamel pode processar todo mundo que publicou fatos com os quais ele não concorda?

Por que o fumador de maconha é vilipendiado e o cocainômano pode atuar em novelas? Ou ser comentarista de futebol?

Com a palavra d. Judith Brito e a ANJ.

A mídia brasileira não defende a liberdade de expressão!

18 de janeiro de 2015 | 10:12 Autor: Miguel do Rosário

É preciso enterrar esta mentira.

A mídia brasileira não defende a liberdade de expressão.

Nem absoluta, nem parcial, nem nenhum tipo de liberdade de expressão.

A única liberdade que a mídia conhece é aquela que lhe interessa comercialmente.

A mídia brasileira não deu quase nada sobre a sonegação da Rede Globo.

Houve um sinistro pacto de silêncio em torno do assunto, apesar de envolver 1 bilhão de reais, roubo de processo e lavagem de dinheiro em diversas off shore no exterior.

A mídia brasileira apoiou o golpe, sustentou a ditadura e se enriqueceu à margem de um regime totalitário que censurava, matava e prendia quem tinha coragem de se expressar livremente.

Além disso, a liberdade de expressão não existe num regime de monopólio.

O sistema de comunicação brasileiro não é democrático e, portanto, não é livre.

E se não é livre, não existe liberdade de expressão.

O poder de poucas famílias sobre tvs, rádios e jornais, não encontra paralelo no mundo democrático.

O arcabouço legal, após o fim da lei de imprensa, também não colabora para a liberdade de expressão.

Ricos e poderosos podem processar judicialmente qualquer um que lhes incomode. Como não há lei, depende-se da opinião de juízes, que infelizmente ainda formam, no Brasil, um estamento patrimonialista a serviço da classe dominante

É o caso, por exemplo, de Ali Kamel, que processa vários blogueiros, por conta de ninharias. Ninguém lhe chamou de ladrão. Ninguém ofendeu sua família. Ninguém o desrespeitou como pessoa.

Houve apenas humor, chiste e, no meu caso, uma crítica política ao chefe do jornalismo do maior monopólio da América Latina.

Não existe liberdade de expressão nem na própria mídia.

Se alguém elogiar um político do qual a mídia não gosta, é demitido.

Se alguém fizer uma charge crítica ao político que a mídia gosta, é demitido.

O jornalismo brasileiro encontra-se cada vez mais oprimido por um patronato sectário.

Não há liberdade nenhuma!

Enquanto todas as profissões liberais se expandem no Brasil (médicos, advogados, arquitetos, etc), o jornalismo declina.

Os salários são cada vez menores, há cada vez menos empregos. Os jornalistas se sentem cada vez mais oprimidos nas redações.

Não podem pensar, não podem falar, não podem desenhar, não podem sequer desabafar nas redes sociais.

Quer dizer, podem desabafar sim, desde que o desabafo seja agradável aos patrões!

Podem falar o que quiser, desde que toquem conforme a música dos barões da mídia!

E agora a mídia brasileira, uma mídia monopolista, conservadora, golpista, astutamente, toma para si a bandeira de Charlie, um jornalzinho nascido na luta contra os monopólios, contra os conservadores, e que sempre defendeu, de verdade, a democracia.

No enterro de Charb, seus amigos cantaram a Internacional, a famosa canção revolucionária, com os punhos erguidos, e Jean-Luc Melechon, uma das principais lideranças da esquerda francesa, fez o discurso principal.

Melechon foi o candidato a presidente da Frente de Esquerda, nas eleições de 2012. É um homem público extremamente sério e respeitado pela esquerda européia.

A esquerda francesa defende a Palestina, defende os imigrantes, defende todas as minorias, lança candidatos muçulmanos, contra uma direita cada vez mais racista, cada vez mais reacionária quando o tema é imigração.

A nossa mídia nunca fez um “Globo Repórter” em detalhes sobre o socialismo francês, que inclui um sistema tributário progressivo, leis sobre a herança e sobre as grandes fortunas, educação e saúde públicas para todos.

O socialismo francês hoje está em crise inclusive por seus excessos, e pelos vícios do próprio homem. Por exemplo, há 25 anos, o Estado francês, a partir de conselhos de psicanalistas, começou uma nova política em relação aos órfãos. Ao invés de orfanatos, as crianças eram alocadas em famílias que receberiam auxílio do Estado para criá-las. Resultado: uma quantidade crescente de famílias que rejeitavam os filhos quando este completavam 18 anos, e o Estado parava de pagar o auxílio.

Os terroristas do atentado são um exemplo. Eles foram criados por famílias que recebiam auxílio do Estado, e foram rejeitados em seguida, ingressando no mundo do crime e, depois, aderindo ao terrorismo.

A mídia brasileira é uma talentosa alquimista. Ela consegue inverter tudo. No primeiro dia da ditadura, os jornais diziam que a democracia tinha voltado.

Transformaram a democracia de Jango em ditadura, e a ditadura em democracia.

E agora transformam um jornalzinho comunista-libertário de Paris em ícone da sua visão distorcida, monopolista, hipócrita de liberdade de expressão!

Os chargistas do Globo apenas podem fazer charges que corroborem a linha reacionária do jornal.

Nenhum chargista do Globo tem ou terá liberdade de expressão para praticar uma arte livre e irreverente!

Sobretudo se a crítica deriva de uma ideologia socialista, anarquista ou libertária, como era a dos chargistas do Charlie.

Ao contrário, a mídia demite imediatamente qualquer empregado que tenha manifestação de livre pensamento, sobretudo se esta liberdade se volta em defesa da classe trabalhadora.

O controle da narrativa permite à mídia criar um universo paralelo, para dentro do qual até mesmo a esquerda se vê abduzida.

No afã de ser contra a mídia, muitas vezes fazemos exatamente o jogo dela.

A mídia, malandramente, pegou o discurso de liberdade de expressão, que é um discurso vencedor, e passou a defender um Charlie e uma França que sempre representaram tudo que a nossa mídia não é: socialista e libertária.

No grande jogo da geopolítica mundial, um jogo hoje profundamente midiatizado, a mídia brasileira quer posar ao lado dos vencedores, mesmo que estejamos falando de um jornaliznho comunista e libertário de Paris.

No fundo, ela age certo.

A esquerda, neste caso, é que pode ter cometido um erro, ao se deixar levar por um pensamento binário (a mídia é favor, então sou contra), permitindo que a mídia brasileira se finja de paladina de valores que ela, a mídia, historicamente, nunca defendeu: a democracia e a liberdade de expressão.

A mídia brasileira, tal como ela é hoje, se consolidou na ditadura.

Jornalzinhos como Charlie Hebdo, havia de montão no Brasil na década de 60, atendendo a atmosfera da época, profundamente libertária. Todos foram censurados. Os jornalistas e chargistas só encontraram emprego em dois ou três jornais do eixo Rio e São Paulo.

Sem concorrentes, sem outros jornais, empresas como Globo e Folha passaram a dar as cartas na opinião pública brasileira, durante décadas, e sua influência cresce vertiginosamente após a redemocratização.

Os poucos artistas do texto e da charge que sobreviveram à hecatombe da ditadura e às terríveis crises econômicas das décadas de 80 e 90, tiveram que se tornar submissos intérpretes do pensamento patronal.

Em suma, temos que deixar isso bem claro: a mídia brasileira é exatamente o contrário de tudo que se pode chamar de liberdade de expressão.

A mídia brasileira não defende a liberdade de expressão! | TIJOLAÇO | “A política, sem polêmica, é a arma das elites.”

15/01/2015

Le Roi Charlie est nude

Filed under: Charlie Hebdo,Grupos Mafiomidiáticos,Manada,Manipulação — Gilmar Crestani @ 8:33 am
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O rei da hipocrisia está nu. De  novo e sempre. Todo dia as orelhas da hipocrisia escapam da fantasia de iconoclasta. Só o espírito de manada pode justificar a adesão maciça ao que não conheciam. A facilidade como a massa ignara é arregimentada, em pleno século XXI, e com tanto acesso à informação impressionada. De repente fica mais fácil entender como Hitler conseguiu tanta popularidade.

No Brasil, graças aos grupos mafiomidiáticos, o povo esteve fortemente envolvido na tentativa de eleger o pior senador no ranking da Veja. Logo a Veja, que inventou capaz e fez o diabo exatamente para eleger aquele que acabou perdendo exatamente nos estados onde era mais conhecido: Minas e Rio.

É inadmissível nos tempos atuais que as pessoas se deixem influenciar com tanta facilidade. Só a necessidade de pertencimento, para sair do ostracismo ou da solidão afetiva, explica que de repente abracem causas sem o mínimo de conhecimento.

Uma boa dose ceticismo em relação às causas abraçadas pelos contumazes infratores é salutar. 

Cartunista foi demitido de Charlie por piada ‘antissemita’

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Maurice Sinet teve de deixar o semanário satírico francês em 2009 após ironizar rumores que o filho do ex-presidente francês, Nicolas Sarkozy, planejava se converter ao judaísmo: "Este pequeno rapaz vai ter sucesso na vida", publicou em sua coluna; então editor da revista, Philippe Val pediu para que ele se retratasse, mas Sinet foi categórico: "prefero ser castrado"

15 de Janeiro de 2015 às 06:11

247 – O jornal Charlie Hebdo, que sofreu um atentado terrorista sob acusação de ter ofendido o profeta Maomé, demitiu em 2009 um de seus cartunistas por uma piada considerada antissemita.

O cartunista Maurice Sinet, que assina sob o pseudônimo Sine, foi desligado do semanário satírico após ironizar rumores de que o filho do ex-presidente francês, Nicolas Sarkozy, planejava se converter ao judaísmo. "Este pequeno rapaz vai ter sucesso na vida", publicou.

O comentário foi considerado uma alusão preconceituosa e o então editor da revista, Philippe Val, pediu para que ele se retratasse. Sine foi categórico: "prefero ser castrado".

Após o ataque ocorrido na semana passada em Paris, Charlie virou símbolo da defesa da liberdade de expressão e continuou a desenhar o profeta Maomé apesar da revolta do mundo árabe.

Cartunista foi demitido de Charlie por piada ‘antissemita’ | Brasil 24/7

Quem vestirá a carapuça de “Je suis Dieudonné”?

Filed under: Charlie Hebdo,Dieudonné,Fanatismo,Humor,Manada,Manipulação — Gilmar Crestani @ 7:29 am
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charlie hebdo nDe repente, não mais que de repente, pegar no pé do sagrado perdeu a graça… São os tais de pesos e medidas segundo as leis da amizade e conveniência. A hipocrisia não têm limites.

Só o espírito de manada explica a adesão sem constrangimento à marcha da paz proposta aos chefes de Estado acostumados a fazerem guerras. Nada como um dia depois do outro.

Eu continuo achando que estar ao lado de veículos como Veja, Globo, RBS, ou de governos como o dos EUA é um bom indicador da falta de noção. Não pode ser coisa boa. Estarei sempre do lado oposto.

Dieudonné: um nome que, ao juízo ocidental, mas que compreende as línguas francesa e italiana rende brincadeiras: Deus mulher; deus deu…

El humorista Dieudonné, detenido por bromear sobre los atentados de París

La fiscalía le acusa de apología del terrorismo por publicar "Yo me siento Charlie Coulibaly"

Gabriela Cañas París 14 ENE 2015 – 10:13 CET232

Dieudonné. / JOEL SAGET (AFP)

Las autoridades francesas, tras declarar su firmeza contra el terrorismo islamista radical, han detenido en la mañana del miércoles al humorista Dieudonné. Este hombre, condenado por antisemitismo y que ha liderado una corriente que se autoidentifica con un saludo pseudonazi, publicó el domingo un mensaje en Facebook en el que se leía "Yo me siento Charlie Coulibaly". De esta manera, el humorista combinaba el eslogan a favor de la revista atacada con Amedy Coulibaly, el nombre del terrorista que mató el jueves a una agente municipal y, el viernes, a cuatro judíos en el supermercado de comida kosher Hyper Cacher, en el este de París.

La fiscalía abrió el lunes una inmediata investigación sobre el mensaje de Dieudonné por posible "apología de terrorismo". Tras su detención esta mañana, su abogado, Jacques Verdier, ha mostrado su disconformidad. "No veo cómo puede provocar Dieudonné un acto terrorista", dijo, y se preguntó si Francia no debería reflexionar más seriamente sobre la libertad de expresión.

La policía está en alerta contra todo gesto en favor del terrorismo. Desde el miércoles pasado, cuando los hermanos Chérif y Saïd Kouachi atacaron Charlie Hebdo provocando ya doce muertos y diversos heridos, la justicia francesa ha abierto una cincuentena de procedimientos por apología del terrorismo. Según Le Monde, la ministra de Justicia Christiane Taubira ha pedido firmeza en las actuaciones contra este tipo de delito. En la noche del martes, según ha informado Le Figaro, la policía ha arrestado a cuatro hombres que gritaban frente a Hyper Cacher "Muerte a los policías, muerte a Charlie Hebdo". Según RTL, aún seguían esta mañana detenidos.

12/01/2015

Je vous salue, Charlie!

Filed under: Charlie Hebdo,Direita Hidrófoba,Neofascismo,Neonazistas — Gilmar Crestani @ 7:44 am
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charilie identidadeLiberdade de expre$$ão ou discurso de ódio?!

Porto Alegre hospedou um certo Siegfried Ellwanger Castan e sua editora Revisão, que duvidava do Holocausto Judeu. Escreveu alguns livros e o STJ, mediante provocação, proibiu a venda e a prisão do ousado revisionista. Merecidamente foi proibido de escrever e publicar o seu revisionismo. Incrivelmente os mesmos que protestavam e se insurgiam contra Castan são hoje defensores ferozes da “liberdade de expressão” do pessoal do Chalie Hebdo(madário) francês. Não é inacreditável que os movimentos neonazistas da europa, como os neofascistas da Liga Norte (Polentoni) na Itália estejam todos contra os imigrantes, inclusive os do sul da Itália (Terroni).

Os mesmos que festejaram, merecidamente, a derrubada do Muro de Berlim, estão criando muros por todos lados. Ontem foi o dia de acertarem o segredo de mais cadeados para tornarem as portas migratórias mais herméticas. Vendo quem são os defensores dos bloqueios das ondas migratórias só posso chama-los de HIPÓCRITAS, posto que representam países colonialistas, que invadiram e impuseram leis, religiões e costumes aos agora migrantes.

Hoje os que vestem a máscara negra do Je suis Charlie também vestiram o manto da censura ao Je vous salue, Marie, do Jean-Luc Godard.

Parodiando a reza Ave Maria em francês: Je vous salue, Charlie, vide de grâce! Eu vos saúdo, Carlos, vazio de graça… Tudo o que se faz diminuindo o outro não pode ser considerado humor. Sem contar a obsessão.

A mídia internacional está faturando encima do ataque terrorista. Nada justifica a morte, muito menos aquelas decorrentes de atos terroristas por divergência de opinião. Deve-se repudiar qualquer ato terrorista. Então pergunto o que faria um pai, irmão, filho que veja os seus serem dizimados por estarem no teatro de guerra só pelo fato de pertenceram a determinada etnia ou religião? Qual a diferença entre um massacre provocado por um Drone ou um ataque perpetrado por duas pessoas?

O que é um ato terrorista? A cultura da eliminação de quem pensa diferente é uma cultura terrorista? Quantas vezes os países onde prepondera a religião muçulmana provocaram guerras contra outros países usando por álibi terem, os invadidos, religião não muçulmana?

A mídia brasileira faz questão de esquecer que o WikiLeaks vazou um documento que desnudava uma estratégia da CIA: Strategy for Engaging Brazil on Defamation of Religions”. O ódio religioso é uma indústria azeitada e ajeitada pela máquina de guerra norte-americana e seus ventríloquos pelo mundo.

Aliás, alguém ainda lembra da “cruzada” do Bush contra as armas de destruição em massa do Iraque?! Quem não sabe o que foram as Cruzadas?

O ataque não foi contra as charges, mas contra aquilo que as charges simbolizavam: o desprezo ocidental pela religião muçulmana. A desgraça da religião muçulmana foi ter nascido encima do petróleo. O ódio aos muçulmanos devido ao petróleo é compensado pelo amor ao Dalai Lama, por ser anti-china. Pelo que se saiba o Tibet não produz petróleo…

O que se verifica são os dois pesos e duas medidas, mas todas a favor da criminalização dos povos que professam a fé no profeta Maomé. Não é muita coincidência que os mesmos nazi-fascistas da Ucrânia estejam abraçados a favor da cruzada agora contra o terrorismo muçulmano?

Anders Behring Breivik , o norueguês que matou mais de 70 pessoas, era tratado pela imprensa como atirador. Já os indivíduos que participaram do massacre em Paris são tratados como "terroristas". Conseguem perceber a diferença de tratamento? Assim a imprensa vai modificando nossas cabeças… Professor de Relações Internacionais da PUC-SP Reginaldo Nasser coloca a diferença de tratamento entre o atentado à revista francesa Charlie Hebdo e o ataque realizado em 2011 na Noruega: “Quando se descobriu que o autor era de extrema-direita, a explicação foi de que era um louco. Quando se trata do islâmico, a tendência da grande mídia é associar um a todos”. Por que não houve repúdio internacional à chacina dos estudantes mexicanos incinerados pelo narcotráfico? Onde estavam os chefes de Estado que não cobraram providência dos traficantes mexicanos e dos consumidores norte-americanos. Aliás, em se falando do mercado consumidor, há uma boa entrevista do ator argentino Ricardo Darín.

Assim como o mercado consumidor de drogas são os EUA, também é verdade que o maior vendedor de armas (Irã-contras) são os EUA. São eles que faturam vendendo armas para aqueles que depois fazem “cruzadas” contra o obscurantismo. Quem está por traz da morte de Muamar Kadafi, da Líbia, Mubarah, do Egito, Saddam Hussein, do Iraque, Bin Laden, no Afeganistão?! São os mesmos que financiaram estes personagens enquanto lhes eram úteis. Aliás, são os mesmos que ajudaram a implantar ditaduras a partir do México para baixo.

Os EUA, como a Rede Globo, deve ser um balizador, um sinalizador do lado que deveremos estar. Na mesma direção mas em sentido oposto! SEMPRE!

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