Ficha Corrida

19/09/2014

Depois da pantalha paulista, a RBS enfia goela abaixo dos gaúchos a fazendeira goiana

Os gaúchos temos vocação para boi. Por isso que a RBS se sente a vontade para nos enfiar goela abaixo, a cada eleição, ou um cavalo do comissário, ou então uma égua madrinha. Se tugir nem mugir, a manada segue de cabeça baixa ao matadouro.

Depois da pantalha da Yeda Crusius, a ética da Ana Amélia Lemos. Nós, a manada de lambe botas da RBS, merecemos!

Política e Eleições 2014

Ana Amélia Lemos e a fazenda

19 de setembro de 2014 7:04 pm / by Fabricio Maia

13.336

Em parceria com o jornalista gaúcho Luiz Afonso Franz, o blog Sociedade Política obteve documentos que demonstram que a candidata do PP ao governo do estado do Rio Grande do Sul, Ana Amélia Lemos, não relacionou, em sua declaração de bens na Justiça Eleitoral, uma fazenda localizada no município de Formosa/GO. Não se trata de uma pequena gleba de terra, mas de um latifúndio de aproximadamente 1.700 hectares.

Conforme as certidões atualizadas de matrícula (nº 13.336 e 13.335), a fazenda faz parte do patrimônio de Ana Amélia desde os anos 80 em co-propriedade com o marido e ex-senador biônico, Octávio Cardoso. Com a morte do seu marido em 2011, Ana Amélia, casada em comunhão universal de bens, herdou uma parcela considerável da parte pertencente ao marido.

No ano de 2010, quando Ana Amélia foi eleita Senadora da República pelo Rio Grande do Sul, a fazenda não constou na sua declaração de bens, conforme pode ser verificado no site do Tribunal Superior Eleitoral. Já em 2014, a candidata do PP ao governo do Rio Grande do Sul também não fez referência ao imóvel e a informação, novamente, pode ser confirmada neste link.

Os documentos que deram início a descoberta da omissão de patrimônio da candidata Ana Amélia foram localizados pelo jornalista Luiz Franz. Trata-se de uma habilitação de crédito em uma massa falida. As habilitações de crédito são requeridas por aqueles que detêm créditos contra uma empresa que declara falência. O objetivo é entrar em uma lista de credores que serão pagos obedecendo-se a ordem prevista em lei. No corpo da petição, existe um contrato que refere a existência da fazenda de Ana Amélia Lemos e de seu falecido marido. Tal fazenda, objeto de um contrato de parceria agrícola, gerou um crédito para Ana Amélia e para o espólio de seu marido de R$ 50.000,00.

As informações que demonstram a omissão de patrimônio da candidata Ana Amélia Lemos são públicas.

Eis as matrículas da Fazenda de Ana Amélia, fornecidas pelo Cartório do 1º Ofício e Registro de Imóveis de Formosa/GO:

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13.336 verso
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As questões que surgem são várias:

Por que Ana Amélia escondeu este patrimônio?

O que mais ela estaria escondendo – outra fazenda, talvez?

Se na divulgação de seu trabalho como CC fantasma ela alegou que era tudo normal e ético, poderá Ana Amélia dizer que esta omissão é ética?

Ou ela dirá que esqueceu? É impossível esquecer quase 1.700 hectares de terra.

E a transparência que Ana Amélia tanto apregoa? Aparentemente, esta transparência não se aplica a seu patrimônio, que ela prefere manter escondido.

Ainda no início desta semana, em entrevista ao Jornal do Almoço, Ana Amélia disse que seu patrimônio era de conhecimento dos gaúchos. Nem todo, aparentemente.

Esperamos que a omissão seja esclarecida pela candidata Ana Amélia, principalmente pela postulante ao Piratini carregar um discurso que é absolutamente contrário a esse tipo de prática.

Para quem quiser conferir os documentos que deram origem a esse episódio, clique no seguinte link

*Colaborou com o texto o Jornalista Luiz Afonso Franz

Ana Amélia Lemos e a fazenda | Sociedade Política

14/07/2014

O PCC no Estado do CCC

Por que será que o Primeiro Comando da Capital encontrou terreno fértil exatamente onde o Comando de Caça aos Comunistas teve adeptos de todos os matizes, desde que com muito dinheiro? Será porque em São Paulo os fins justificam os meios? Será que, para ganhar e vencer, qualquer modo é aceitável? Onde está o choque de gestão prometido por todos os políticos do PSDB, de Cássio Cunha Lima, Geraldo Alckmin, Yeda Crusius & Aécio Neves?

Investigação põe 30 policiais sob suspeita de elo com PCC

Nomes de PMs e civis foram citados ou flagrados em grampos durante 6 meses

Dados de contabilidade apreendidos reforçam ligação com facção criminosa; casos serão levados à corregedoria

ROGÉRIO PAGNANDE SÃO PAULO

A investigação da Polícia Civil de São Paulo sobre a facção criminosa PCC identificou a ligação de dezenas de policiais civis e militares com integrantes da quadrilha.

Segundo a Folha apurou, em torno de 30 policiais (a maioria militares, de várias regiões da capital) estão sob suspeita após terem sido flagrados ou citados em interceptações de criminosos feitas pelo Deic (departamento que investiga crime organizado) durante seis meses.

Os casos envolvem, por exemplo, pagamento de propina para que os policiais ignorassem pontos de venda de drogas e extorsão contra integrantes da facção –exigência de certa quantia para a liberação de um suspeito ou droga apreendida.

A operação é uma das maiores já feitas pela Polícia Civil contra a facção criminosa e já resultou, desde terça-feira (8), na prisão de pelo menos 39 suspeitos –nenhum deles era policial.

O foco da polícia paulista desta vez está no chamado "centro operacional e financeiro" do PCC –criminosos responsáveis pelo gerenciamento do dinheiro da facção.

Também foram aprendidos 102 kg de cocaína, 40 kg de maconha, além de armas (incluindo fuzis) e 16 veículos. A operação deve continuar nesta segunda (14).

CONTABILIDADE

Na última semana, as equipes do Deic apreenderam registros da contabilidade dos criminosos e, neles, há menção a pagamentos que reforçam as suspeitas de corrupção contra parte dos policiais cujos nomes já tinham aparecido na investigação.

Os casos estão sendo encaminhados agora para as Corregedorias da Polícia Militar e Polícia Civil, já que as apurações do Deic eram mantidas em sigilo da própria polícia.

Serão as equipes das corregedorias as responsáveis pelas eventuais prisões e afastamento desses policiais.

A Folha apurou que até um policial do próprio Deic chegou a ser afastado das investigações porque seus superiores suspeitaram de sua ações.

Procurada, a Secretaria da Segurança Pública informou que não se manifestaria por se tratar de investigação ainda em andamento.

A pasta disse, porém, que nenhum dos mandados de prisão ou busca e apreensão já realizados por enquanto teve policial como alvo.

Ela ainda não revelou detalhes da operação em andamento nem os nomes dos presos sob a justificativa de não atrapalhar as diligências.

LIVRO-CAIXA

Uma série de reportagens publicadas pela Folha em 2012 revelou que nos "livros-caixas" da facção PCC havia registros de pagamentos feitos a policiais militares e civis de várias cidades.

Segundo os relatos registrados em 400 documentos apreendidos pela polícia e pelo Ministério Público, incluindo planilhas digitais, os criminosos falavam de PMs que ajudavam até na realização de alguns roubos.

Os livros-caixas não registravam os nomes de policiais, mas apenas as unidades onde eles trabalhavam.

Os pagamentos citados na época aos policiais atingiam valores de até R$ 615 mil.

O número de criminosos contabilizados pela facção criminosa no Estado inteiro atingiu 1.343 integrantes.

O ex-secretário da Segurança Antonio Ferreira Pinto afirmava, na época, que o PCC se limitava a "30 ou 40 indivíduos" já presos.

Na ocasião, as ações contra a facção criminosa eram concentradas em equipes da Rota (grupo de elite da PM). Algumas terminaram em morte de criminosos e resultaram em ataques a policiais.

A investigação contra o PCC agora voltou a ser concentrada na Polícia Civil.

31/01/2013

Na Folha, comunista ainda come criancinhas

Filed under: CCC,Cuba,Folha de São Paulo,Lula — Gilmar Crestani @ 8:37 am

Lula diz em Cuba que as pessoas querem ter ‘um dinheirinho’

Ex-presidente acha legítimas as aspirações de consumo como as da ‘classe média de Buenos Aires ou São Paulo’

Brasileiro aproveitou a oportunidade para atacar a imprensa e defender os líderes latinos de esquerda

FLÁVIA MARREIROENVIADA ESPECIAL A HAVANA

Em Cuba, o último reduto comunista do Ocidente, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva fez ontem uma ampla defesa do "capitalismo popular" implantado por seu governo no Brasil no encerramento de um encontro de intelectuais esquerdistas em homenagem ao herói cubano José Martí (1853-1895).

"Além de produzir, é bom ganhar um dinheirinho", disse Lula, defendendo a ampliação de crédito para os mais pobres e citando como legítimas as aspirações de consumo de pequenos agricultores de ter aspirador de pó e geladeiras como as da "classe média de Buenos Aires ou de São Paulo".

O discurso foi transmitido ao vivo, com tradução para o espanhol, pela Telesur.

O ex-presidente disse ter conversado sobre o tema pouco antes com o ditador Raúl Castro, que desde 2008 vem implementando pequenas reformas econômicas no país.

Lula elogiou a "força moral" do povo cubano e cobrou que Barack Obama, em seu segundo mandato, acabe com o embargo contra a ilha.

HOMENAGEM A CHÁVEZ

Lula também usou a tribuna no Palácio de Convenções de Havana para homenagear o presidente e amigo venezuelano Hugo Chávez, internado na ilha e sem aparições públicas há cinquenta dias.

Em vez da guayabera branca -a tradicional blusa de linho de Cuba e do Caribe-, o ex-presidente disse ter escolhido um modelo vermelho, como os de Chávez. "Peço energia positiva para ele."

Segundo assessores, Lula planejava ver Chávez. "Não, não…", respondeu o ex-presidente quando questionado se havia visitado o amigo.

Em seu pronunciamento, o ex-presidente Lula criticou a imprensa.

"No Brasil, a imprensa gosta muito de mim. Se tem um cidadão de que a imprensa só fala bem sou eu. Eu nasci assim, cresci assim e vou morrer assim. Ou seja, deixando eles muitos nervosos comigo."

"A verdade nua e crua é que as elites políticas e econômicas de nossos países não gostam de nós. Não é pelos erros que cometemos, é pelos acertos", disse Lula, defendendo os governos latino-americanos de esquerda.

Antes da palestra, Lula se encontrou com o ex-ditador cubano Fidel Castro.

14/01/2013

CCC na terra do PCC

Filed under: CCC,PCC — Gilmar Crestani @ 8:07 am

Só rindo. Na terra do Primeiro Comando da Capital os “cãosados” do CANSEI foram às ruas levantar a bandeira do Comando de Caça aos Comunistas…

Humor

Antilulismo à beira da falta de quórum

publicado em 13 de janeiro de 2013 às 21:09

por Redação

Os protestos acima foram em 2007 (aqui), no mesmo período em que aquele psicanalista acusou o então presidente Lula, na capa da Folha de S. Paulo, de ter derrubado o avião da TAM em São Paulo (aqui).

Leiam a legenda.

Viu? Adiantou. O comunismo não foi implantado no Brasil e eles puderam se reunir, de novo, hoje, na av. Paulista. Mas o quórum caiu.

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