Ficha Corrida

04/09/2016

Onde se lê Cristovam Buarque, pode-se ler Vieira da CUnha

Filed under: Capacho,Capturado,Cristovam Buarqeu,Golpe,Golpistas,Vieira da Cunha — Gilmar Crestani @ 10:53 am
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Cristovao BuarquePara os gaúchos que não estão muito familiarizados com as boçalidades do Cristovam Buarque e quiserem entender como ele “funciona” um ventríloquo, há um sósia gaúcho perfeito, Vieira da CUnha. Emula os discursos e considera-se acima dos seus pares pelo simples fato de ser teúdo e manteúdo da RBS.

Vieira da CUnha, como Cristovam, se faz de capacho porque, assim,  pensa, pode se fazer presentes nos banquetes da plutocracia.

O PDT, que foi de Brizola, virou esta mescla de oportunistas sebosos. Como mariposas, surfam na luz dos holofotes sem se darem conta que é a mesma luz que os tornam opacos.

Vieira da CUnha pensou, como Cristovam, que ser aceito pelos golpistas de ocasião lhes serviria de escada para ascender. Vieirinha comendo pelas mãos da RBS para derrubar Olívio Dutra deve estar se vendo na pele de Cristovam Buarque.

Nunca a mediocridade se distribuiu, entre Vieirinha e Cristovam, de forma tão equilibrada… 

A melhor definição destas personagens foi dada pelo Gregório Duvivier; são uns limpa chão com merda.

Cristovam Buarque, o que foi sem nunca ter sido

sab, 03/09/2016 – 13:12 – Atualizado em 03/09/2016 – 19:52 – Luis Nassif

 

Nunca me permiti confundir ideias com pessoas. Nem desqualificar ideias baseado em viés ideológico.

Tive um carinho especial por Roberto Campos, por Ernane Galveas, admiração pela inteligência de Delfim Neto, reconhecimento da responsabilidade pública de Camilo Pena, Dias Leite, Reis Velloso e outros ministros da ditadura, sem deixar de criticar a ditadura.

Nos anos 90, cheguei até a elogiar Olavo de Carvalho e ir a Curitiba para uma palestra em um evento que ele organizou, nos tempos em que sua voz era minoria: apesar de discordar de suas posições, reconhecia sua coragem de remar contra a maré. E quase chegamos a um acordo de que o Banco Central era uma invenção das esquerdas para liquidar com o capitalismo brasileiro.

Por outro lado, tenho uma alergia invencível à mediocridade e ao oportunismo. Mas tenho evitado fulanizar as críticas, por saber que é trocar o efeito pela causa. Nesse enorme besteirol que cercou o impeachment, até me segurei quando vi a notável colunista política dizer que o fatiamento do julgamento pelo Senado iria instaurar a insegurança jurídica no país. A idade está me fazendo mais contido.

Faço essa enorme digressão para me desculpar do que se segue, romper com minhas promessas e implicâncias e fulanizar: o senador Cristovam Buarque representa o que de mais oportunista e medíocre uma falsa concepção de esquerda trouxe ao país. Sempre foi a prova maior da falta de discernimento das esquerdas; e se seu novo discurso pegar, será a confirmação da falta de discernimento da direita. É um desaforo à inteligência, à coerência e à seriedade política!

Sempre foi raso como um pires. Seu esquerdismo era o que de mais anacrônico a esquerda brasileira exibia nos anos 90. No governo do Distrito Federal, proibiu o uso da palavra “qualidade”, por se tratar de “conceito neoliberal”.

No Ministério da Educação foi um blefe. Não implementou uma política sequer. Escudou-se no padrão Paulo Renato de inação, e definiu como único foco o ensino fundamental, para não ter que enfrentar o desafio do ensino universitário.

Foi demitido por não ter colocado um programa de pé. Repito: não colocou nenhum programa de pé. Após sua saída, Fernando Haddad – como Secretário Executivo e, depois, como Ministro – montou o Reuni, o Prouni, o exame do Enem, a educação inclusiva, o Fundeb. Com esse universo para ser desbastado, Cristovam não ousou um programa sequer. E saiu com fama de educador, apenas por se apresentar como candidato da educação.

Teve eleitores curiosos, como Pedro Malan, meramente por ser considerado um petista civilizado, que conversava com todo mundo, citava alguns autores e se comportava bem à mesa. Confundiam educação social com educação política, currículo com conhecimento. Na época, Vicentinho podia não entender o jogo de talheres em banquete, mas estava anos-luz à frente de Cristovam no quesito modernidade.

Em meados dos anos 90, nos ensaios de modernização do pensamento do PT estavam Aloizio Mercadante, Guido Mantega, Eduardo Suplicy, Luiz Gushiken, José Dirceu, sindicalistas como Vicentinho e outros. Nunca se ouviu a menor contribuição de Cristovam.

Lembro-me de um primeiro contato com ele, no Instituto Cidadania, em uma rodada para o qual fui convidado por Lula, junto com o Clóvis Rossi e o Elio Gaspari. Passamos uma manha inteira discutindo diversos temas. De Cristovam só percebi movimentos de cabeça, sempre consentindo, nunca refutando – pois o ato de refutar exige argumentação.

Seu artigo em O Globo de hoje – “O impeachment incompleto” (http://migre.me/uToZN) – é um desaforo para quem se apresenta como “professor emérito da UnB”. Foi copiado do Rodrigo Constantino ou de Roberto Freire. O artigo é uma fraude!

Cristovam cria um estereótipo de esquerda, que nada tem a ver com os governos Lula e Dilma, para poder desancar recorrendo aos argumentos de um Constantino e de outros gênios do senso comum e dos slogans furados.

Há inúmeras críticas consistentes a serem feitas aos dois governos. Mas o mínimo que se exige é a compreensão de sua verdadeira natureza

No momento em que a grande discussão global é sobre o fracasso do neoliberalismo, com a crise de 2008,  Cristovam Constantino mergulha,  nos discursos dos anos 90, nos quais eram criticados os conceitos primários que ele, Cristgovam, advogava no GDF, e transporta para uma realidade totalmente diversa.

Diz ele que não basta o impeachment:

O impeachment só se justificará plenamente se servir para levar as forças progressistas na direção de sua atualização em relação às novas realidades e aos novos sonhos no mundo.

Precisamos fazer o impeachment do modelo que ficou arcaico: não percebeu as mudanças que ocorrem no mundo.

Pela introdução, aguarda-se a descrição das “mudanças que ocorrem no mundo”.

Primeiro, Cristovam defende o eficientismo, em um momento em que o mundo discute o Estado de bem estar social, a ecologia, o combate à miséria e as esquerdas discutem a reconstrução da socialdemocracia.

A sociedade justa depende de uma economia eficiente; isto exige respeitar os limites fiscais e entender que a propriedade privada dos meios de produção e o mercado dinamizam a economia, criando os recursos a serem aplicados na sociedade.

Diz isso a respeito de um governo que incentivou as hidrelétricas na Amazônia, que lançou diversos programas industriais, que lançou os planos TI Maior e outros. A única coisa que não se pode acusar o governo Dilma é de não ter perseguido uma economia eficiente. Se tivesse competência, Cristovam faria uma crítica desses planos e as razões do fracasso. Como não é, cria um estereótipo (o governo que é contra a propriedade privada) e enfia nele o argumento à martelada.

Depois da apologia da eficiência, rebate o eficientismo, para não perder outros slogans que anotou no seu caderninho:

Entender que não é mais o crescimento econômico e a distribuição de seu produto e renda que fazem o mundo melhor, mas a elevação do bem-estar social, em equilíbrio ecológico.

O artigo todo é isso, uma miscelânea de conceitos soltos, sem nenhuma costura lógica. Vai jogando slogans e quem quiser que pegue um pedaço e leve para casa. Por exemplo: o que ele quer dizer com esse mixórdia palavrória?

O governo substituto pode não fazer as reformas que os 13 anos de governo de esquerda não fizeram, mas poderá permitir a estabilidade e o diálogo necessários para a travessia em que uma nova esquerda vá se formando; o que seria difícil com o mesmo modelo arcaico no poder, impedindo o avanço conceitual e contaminando a moral das esquerdas e comprometendo ainda mais o funcionamento de uma economia eficiente.

E usa e abusa o conceito da ética, como se tivesse entrado na lama e saído sem respingos. Leia-se o que dele escreveu seu marqueteiro Luiz Fernando Emediato (http://migre.me/uTpzB).

Cristovam lembra o título de uma peça de teatro famosa, de 1946,  de Jean Paul Sartre. Ou uma comedia dell’arte de Carlo Galdoni. O personagem Cristovam, enfim, é eterno.

Por Maria Silva

Claudio Moura e Castro, um  tucano  notório (?) que escrevia (?) na Veja, atacou impiedosamente a gestão de Cristovam Golpista Buarque no MEC, por causa da sua recusa em implantar um indice de avaliação da educação basica.

O golpista dizia que era uma proposta "neo liberal". Covarde e oportunista como só ele, jogava pra plateia de sabujos do corporativismo sindical docente, que ele acreditava ser sua "base" de apoio politico no MEC. 

Após sua merecida demissão, Haddad lança então o IDEB e a Prova Brasil, que davam sustenção e fundamentação às politicas publicas de melhoria na qualidade do ensino. Haddad também  criou e implantou o Plano de Ação Articulada para auxiliar estados e municipios na questão do planejamento educacional e liberação de recursos do governo

Cristovam Buarque, o que foi sem nunca ter sido | GGN

19/11/2015

O tripé do PSDB

Uma observação simples nas mais variadas gestões do PSDB, federais e estaduais, mostra algumas persistências interessantes perpassando todas as esferas. A presença do PSDB na administração pública se sustenta sob três grandes eixos.

Neoliberalismo

FHC & ClintonNo âmbito federal, o que vimos com FHC é a completa subordinação dos interesses nacionais ao capital internacional.

A imagem paradigmática do momento de desconstrução do Estado, à época, foi aquela foto do Clinton se apoiando nos ombros de FHC. Visto de hoje, é a privatização da Vale do Rio Doce. Entregue por valores inferiores à concessão de três aeroportos no governo Dilma, com a diferença de que os três aeroportos, depois de 20 anos, voltam às mãos do governo, já a Vale é um vale de lágrimas por onde passa.

A contrapartida desta política são as concessões públicas para a privada onde quem concede também recebe. Veja-se o caso do Aécio Neves, com concessão de rádio desde a tenra idade, as verbas públicas distribuídas pela irmã Andrea Neves para rádio e jornal da família ou a construção, com dinheiro público, de aeroportos em terras de familiares. O genro de FHC, Benjamin Steinbruch ganhou a Vale e a CSN.

Proteção mafiosa

jornalismo de merdaAs práticas estaduais mostram uma conjunção com as duas gestões de FHC no âmbito Federal. A entrega de patrimônio público para a iniciativa privada que demonstra a inaptidão do PSDB pela administração.

Uma governança partilhada com os grupos midiáticos. Seja no Ceará, com Jereissati; na Paraíba, com Cássio Cunha Lima; em São Paulo, onde o PSDB distribui milhares de assinaturas de Veja, Estadão e Folha nas escolas públicas; no Paraná, onde Beto Richa está no degrau mais baixo da lama da Samarco, mas cuja mídia o esconde muito próximo do paraíso. No RS tivemos o pior governo que este estado já teve com Yeda Crusius.

Não bastasse a apropriação do Estado  por verdadeiras máfias, cujos desdobramento das investigações continuam rendendo fruto até hoje, sempre recordando o que disse o deputado gaúcho do PSDB, Jorge Pozzobom: “Me processa. Eu entro no Poder judiciário e por não ser petista não corro o risco de ser preso”. E aí entramos noutra seara que mantém estreitas ligações com o PSDB, a proteção do PSDB evidenciada pelo caso Rodrigo de Grandis, mas continuamente visto desde o Engavetador Geral, Geraldo Brindeiro, até o sumiço de um heliPÓptero com 450 kg de cocaína.

Tudo o que diz respeito ao PSDB é engavetado até virar pó.

Má educação

EDUCAÇÃOO terceiro tripé se sustenta sobre a violência em relação aos profissionais da educação. Tudo começou com o PDV, no tempo FHC, que expulsou das universidades os melhores professores. Essa ideia anti-educacional fica mais clara quando contextualizada com outras políticas no mesmo sentido. As mudanças nas regras previdenciárias em relação ao tempo de serviço necessário à aposentadoria pelos servidores, que levou FHC a chamar aposentados de vagabundos. Outro dado que aponta nesta mesma direção foi a Lei  que proibia a criação de escolas técnicas e o total desinteresse pela criação de vagas e de novas universidades, num claro sentido que é uma política direcionada contra o conhecimento: a informação é extremamente nociva ao PSDB. Basta ver como Geraldo Alckmin, Beto Richa e Yeda Crusius trataram os professores.

Não bastasse isso, há outros dados que ajudam a compreender porque a informação é tratada, para lá dos cacetes e outros tipos de violência, como caso de polícia. Quando o principal porta-voz, Rubens Ricúpero revela o método de esconder o que é ruim e mostrar só o que é bom, mostra não só a captura de FHC, via Miriam Dutra, pela Rede Globo, como também que a informação é uma forma de dominação. Neste mesmo sentido veja-se o famoso escândalo da bolinha de papel. Nele, a máquina do PSDB em parceria com a Rede Globo buscou transformar uma bolinha de papel num ato de terrorismo. Não existisse internet e o monopólio da informação teria construído a ideia de uma horda de monstros agredindo José Serra.

E para fechar com chave de ouro este pé, basta dizer que Lula criou muito mais Universidades que todos os seus antecessores juntos. E por aí se verifica de onde brota todo ódio de uma classe média acostumada a não dividir o ensino gratuito de Universidades Federais com alunos oriundos de cotas raciais ou mediante acesso por um sistema mais democrático de ascensão social via educação.

Neste quesito é sintomática a direta associação do PSDB com uma classe média mal educada em todos os sentidos. A mesma classe média que manda a empregada bater panela ou a leva para tirar selfies em manifestações que pedem a volta da ditadura ao mesmo tempo em que torna Eduardo CUnha intocável. Viu-se isso também por ocasião da abertura da Copa do Mundo de 2014 quando os camarotes VIP do Itaquerão torcedores com camisa com o escudo da CBF, recrutados pela Multilaser e Banco Itaú, xingaram a Presidente Dilma. Deram-se a conhecer  a milhões de telespectadores ao redor do mundo…

 

20/09/2015

A justiça é cega; eu, não!

justica-cega-21O Verissimo é a prova viva da manipulação, desde sempre, da imprensa. O Grupo RBS, onde Verissimo trabalhava (Zero Hora), suspendeu-o simplesmente por ter chamado o então candidato a Presidência, Fernando Collor de Mello, de ponto de interrogação bem penteado.

As filiais da Rede Globo reúnem coronéis locais. No Maranhão, Sarney; Ceará, Jereissati; RN, Garibaldi Alves; Alagoas, Collor; Bahia, ACM; RS, Sirotsky. Como se vê, ao olhar para a ficha corrida destas famílias ficamos com a certeza de que farão de tudo contra movimentos sociais. Haja o que houver, estarão sempre ao lado dos seus finanCIAdores ideológicos.

A captura, mediante estatuetas compradas com dinheiro da sonegação, de parcela do Poder Judiciário faz corar até a estátua à frente do STF.

Conspiração

20/09/2015 – por Luis Fernando Verissimo

Coitado de quem, no futuro, tentar entender o que se passava no Brasil, hoje. A perspectiva histórica não ajudará, só complicará mais. Havia uma presidente — Vilma, Dilma, qualquer coisa assim — eleita e reeleita democraticamente por um partido de esquerda, mas criticada pelo seu próprio partido por adotar, no seu segundo mandato, uma política econômica neoliberal, que deveria agradar à oposição neoliberal, que, no entanto, tentava derrubar a presidente — em parte pela sua política econômica!

Os historiadores do futuro serão justificados se desconfiarem de uma conspiração por trás da contradição. Vilma ou Dilma teria optado por uma política econômica contrária a todos os seus princípios para que provocasse uma revolta popular e levasse a uma ditadura de esquerda, liderada pelo seu mentor político, um tal de Gugu, Lulu, Lula, por aí.

Como já saberá todo mundo no ano de 2050, políticas econômicas neoliberais só aumentam a desigualdade e levam ao desastre. Vilma ou Dilma teria encarregado seu ministro da Fazenda Joaquim (ou Manoel) Levis de causar um levante social o mais rápido possível, para apressar o desastre. Fariam parte da conspiração duas grandes personalidades nacionais, Eduardo Fuinha e Renan Baleeiro, ou coisas parecidas, com irretocáveis credenciais de esquerda, que teriam voluntariamente se sacrificado, tornando-se antipáticos e reacionários para criar na população um sentimento de nojo da política e dos políticos e também contribuir para a revolta.

Outra personalidade que disfarçaria sua candura e simpatia para revoltar a população seria o ministro do Supremo Gilmar Mentes.

Uma particularidade do Brasil que certamente intrigará os historiadores futuros será a aparente existência no país — inédita em todo o mundo — de dois sistemas de pesos e medidas. O cidadão poderia escolher um sistema como se escolhe uma água mineral, com gás ou sem gás. No caso, pesos e medidas que valiam para todo mundo, até o PSDB, ou pesos e medidas que só valiam para o PT.

Outra dificuldade para brasilianistas que virão será como diferenciar os escândalos de corrupção, que eram tantos. Por que haveria escândalos que davam manchetes e escândalos que só saíam nas páginas internas dos jornais, quando saíam? Escândalos que acabavam em cadeia ou escândalos que acabavam na gaveta de um procurador camarada?

Mas o maior mistério de todos para quem nos estudar de longe será o ódio. Nossa reputação de povo amável talvez sobreviva até 2050. Então, como explicar o ódio destes dias?

09/11/2014

Assas JB Corp capturado vivo e bem disposto pelo Banco Itaú

Filed under: Assas JB Corp,Banco Itaú,Capturado,Joaquim Barbosa — Gilmar Crestani @ 7:31 am
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JB sabe nada inocente

JB retoma rotina de palestras. Quem paga? Itaú

Ex-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) retorna ao Brasil esta semana, depois de uma temporada no exterior, e retomará a rotina de palestras; a primeira será no Rio de Janeiro, para um grupo de convidados do Banco Itaú

9 de Novembro de 2014 às 06:57

247 – O ex-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) Joaquim Barbosa retorna nesta semana do exterior, onde passou uma temporada depois de sua aposentadoria no comando da corte suprema.

O ex-ministro retomará rapidamente sua rotina de palestras, a começar por uma no Rio de Janeiro, para um grupo de convidados do banco Itaú, informa o colunista Ancelmo Gois, do jornal O Globo.

O banco ganhou notoriedade nas eleições depois de ter a herdeira Neca Setubal como conselheira e coordenadora do programa política da candidata do PSB à presidência, Marina Silva. O presidente da instituição, Roberto Setubal, chegou a fazer torcida pela presidenciável.

Um pouco antes de viajar, Barbosa ministrou palestras em Santa Catarina com ingressos a R$ 100, R$ 170 e R$ 220. O tema: "O poder e a ética no Brasil atual".

JB retoma rotina de palestras. Quem paga? Itaú | Brasil 24/7

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