Ficha Corrida

05/11/2016

Onde há Globo, há golpe. E onde há golpe, há roubo!

OBScena: diga-me com quem andas e direi quem és!

joo-roberto-marinho-e-eduardo-cunhaMarinho %26 FHC

Gilmar Mendes e Roberto_Irineu_MarinhoMarinho-Barbosa

roberto-marinho-e-figueiredoGerdau x Marinho

Quem foi que alterou uma rodada do Brasileirão para, em parceria com Eduardo CUnha, perpetrar o golpe televisivo? Não foi a CBF, foi a Rede Globo!

Por que a Rede Globo sempre esteve e está à frente de todos os golpes no Brasil? Tentou em 1954, e conseguiu em 1964. Depois admitiu que foi um erro ter participado do golpe e apoiado os ditadores. Mas não pediu perdão, não devolveu o dinheiro nem se comprometeu a em não mais participar de golpes porque, afinal, dar golpes, como na fábula da rã e do escorpião, é da sua natureza.

Há um documentário (Muito Além do Cidadão Kane) que a Rede Globo fez das tripas coração para não deixar que passasse no Brasil. Com a internet, não consegue caçar a licença nem do Dr. Cuca Beludo. Todo mundo sabe das relações da Rede Globo com João Havelange, Ricardo Teixeira, José Maria Marin e Marco Polo del Nero. Uma das filiais da Rede Globo pertence a J. Hawilla, que dispensa apresentação. Como todos os grandes sonegadores, a Rede Globo também está no Panama Papers da Mossack & Fonseca.

Depois do que a Rede Globo fez para reeleger o amante de sua funcionária Miriam Dutra, FHC, ninguém mais tem direito de se surpreender com mais uma patifaria. Quem não sabe do Escândalo da Parabólica, onde vazou um diálogo elucidativo do método Globo de manipulação entre Rubens Ricúpero e Carlos Monforte?

Se isso já é muito, não tudo. Basta pensar quem são os principais parceiros da Globo em sua Rede de Filiais: Sarney, no Maranhão; Jeressati, no Ceará; ACM, na Bahia; J. Hawilla, oeste paulista; Collor de Mello, em Alagoas; Sirotsky, no Sul. A reunião destes próceres renderia um bom filme de Coppola

Globo anuncia resultado de “sorteio” da CBF horas antes de ele acontecer

Postado em 5 de novembro de 2016 às 7:30 am

Do iG:

A CBF (Confederação Brasileira de Futebol) definiu os mandos da campo da final da Copa do Brasil nesta sexta-feira, em sorteio realizado às 9h da manhã – o primeiro jogo será em Belo Horizonte, casa do Atlético-MG, e a volta acontece em Porto Alegre, no estádio do Grêmio.

Porém, horas antes do sorteio, a TV Globo já havia adiantado a ordem dos jogos. No programa “Hora 1”, que começa diariamente às 5h da manhã, a apresentadora Monalisa Perrone revela que o jogo de ida da decisão seria mesmo em Minas Gerais, com o segundo marcado para o Rio Grande do Sul.

Repare no vídeo abaixo que o relógio da emissora marca 5h55 da manhã, pouco mais de três horas antes do evento oficial da CBF.

O jornalista Chico Pinheiro, torcedor do Atlético-MG e que também trabalha na TV Globo, explicou o que teria suportamente acontecido. “Foi uma falha nossa. Ela (Monalisa) deu a notícia na madrugada de ontem, 6 horas depois de Galo e Inter. Tinha 50 % de chance de acertar”, comentou.

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Diário do Centro do Mundo Globo anuncia resultado de "sorteio" da CBF horas antes de ele acontecer

26/11/2011

Mãos ao alto, os irmãos metralha vem aí

Filed under: Andrés Sanchez,Brasileirão,CBF,Rede Globo de Corrupção,Ricardo Teixeira — Gilmar Crestani @ 11:11 pm

 

Mr. Teixeira e Globo dão o Brasileirinho ao Corinthians

Mr Teixeira, Sanchez … só falta o Galvão

Duas rodadas antes de acabar o Brasileirinho da Globo, sai a notícia sobre quem passa a mandar na CBF e, portanto, no Brasilerinho e nas duas rodadas que faltam:
Saiu na capa de seção de Esportes do Globo:
“Começou a sucessão”.
“Ricardo Teixeira nomeia Andrés Sanchez diretor de seleções da CBF e presidente do Corinthians surge como nome mais forte para assumir o comando da entidade em 2015.”

 

NavalhaVamos ver como se sairão os juízes nos dois últimos jogos do Brasileirinho.

Vamos ver quem quer ser juiz brasileiro na FIFA.

Como se sabe, Mr. Teixeira tem agora a Justiça da Suíça e brasileira em seu encalço.

O PRB, sob a presidência de Marcos Pereira, entrou no Ministério Público para destronar o Mr. Teixeira da Comissão brasileira que organiza a Copa.

Tem muito dinheiro público envolvido, pondera, sensatamente, o Marcos.

Por que não fazer como a França e a Alemanha que, em lugar de um Mr. Teixeira, nomearam Platini e Beckenbauer ?

O que a PF e o MPF têm a ver com essa nomeação antecipada do Sanchez ?

Mistério profundo.

Agora, uma coisa é certa.

A Globo deve estar muito feliz.

O que é melhor para a Globo ?, amigo navegante ?

Um Corinthans campeão, ou o Vasco e o Fluminense ?

Golpe de mestre !

(O Sanchez é aquele que chama a Globo de conjunto de gangsters. Clique aqui para ver. Eles se amam !)

Viva o Brasil !

Paulo Henrique Amorim

Mr. Teixeira e Globo dão o Brasileirinho ao Corinthians | Conversa Afiada

27/09/2011

Sob o domínio do garfo

Filed under: Brasileirão,Futebol,Rede Globo de Corrupção — Gilmar Crestani @ 9:41 pm

Há uma boa explicação. CBF e Rede Globo são do Sudeste. Assim como no gauchão quando juiz erra sempre em benefício da dupla Grenal, nos jogos do brasileirão estamos carecas de ver juiz roubando para times paulistas e cariocas. As garfadas são de fazer inveja à Posídon (Netuno). A cobertura da mídia que detém o direitos de imagem não deixa a menor dúvida. Nenhum outro time brasileiro igual o Inter nesta década, mas o volume de patrocínio continua sendo ditado pelo aparecimento na telinha. Não foi mero acaso que a Globo boicotou Dunga, e que Dunga foi mais teimoso que Dunga. Agora, esta aliança mafiomidiática de Ricardo Teixeira & Rede Globo não pauta editoria de esporte, mas de polícia. Então, Polícia Federal neles!

As forças do Eixo dominam o Brasileiro!

Alemanha, Itália e Japão não reagruparam as forças da Segunda Guerra e decidiram atacar nosso país tropical, amado por Deus e bonito por natureza. O Eixo é outro: o Rio-São Paulo. E o Brasileiro, no caso, é apenas o campeonato nacional. Em breve nosso campeonato nacional pode se transformar num reles Rio-São Paulo.

José Roberto Torero

Calma, não é nada disso que você está pensando, historiadora leitora e histórico leitor.
Alemanha, Itália e Japão não reagruparam as forças da Segunda Guerra e decidiram atacar nosso país tropical, amado por Deus e bonito por natureza. O Eixo é outro: o Rio-São Paulo. E o Brasileiro, no caso, é apenas o campeonato nacional.
Se ele terminasse hoje, os seis representantes do país na próxima Libertadores seriam dos estados de São Paulo e Rio de Janeiro: o Santos por ser o último campeão do torneio continental, o Vasco pela vitória na Copa do Brasil, e Corinthians, São Paulo, Botafogo e Fluminense por sua posição no campeonato nacional.
Os dois estados mais ricos tomaram conta do futebol de tal forma que sete dos oito líderes do Brasileiro são do Eixo, e o Santos só não está neste bolo porque no começo do campeonato estava ocupado com as finais da Libertadores e jogou várias vezes com o time reserva.
Mas não é só isso. Na Série B, quatro dos seis primeiros colocados são paulistas: Portuguesa, Ponte Preta, Americana e Bragantino. O domínio só não é completo graças à boa performance de dois tradicionais times pernambucanos: Náutico e Sport, que estão em terceiro e quarto lugares.
Hoje, na Série A, os únicos representantes das regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste são Bahia, Ceará e Atlético Goianiense, o melhor dos três, na décima-segunda posição. Traduzindo em porcentagens, as três regiões que correspondem a 82% de nossa área têm apenas 15% dos times da primeira divisão nacional.
Mesmo equipes de estados tradicionais, que já ganharam vários títulos nacionais, como Rio Grande do Sul e Minas Gerais, não estão muito bem. Os gaúchos não venceram nenhum Brasileiro na era dos pontos corridos e os três times mineiros correm risco de rebaixamento.
Esse domínio do Eixo faz o Brasileiro ser menos brasileiro. Em breve nosso campeonato nacional pode se transformar num reles Rio-São Paulo.
O curioso, e de certa forma triste, é que os times paulistas e fluminenses se apóiam em jogadores dos outros estados.
Há, por exemplo, vários centroavantes baianos. No Santos, Borges, líder da artilharia, é de Salvador. Liédson, de quem o Corinthians é dependente, veio de Cairú. E Élton, do Vasco, nasceu em Iramaia.
Quereis comandantes? Dou-vos.
O principal articulador do líder Vasco é Juninho Pernambucano, que traz a origem na alcunha. Élkeson, o habilidoso meia do Botafogo e artilheiro do time, veio de Coelho Neto, Maranhão. O São Paulo venceu no domingo graças a um gol do craque Rivaldo, que nasceu em Paulista, cidade que, apesar do nome, é de Pernambuco.
E alguns times até se especializam em importar jogadores de determinados estados, como o Botafogo, que tem uma zaga paraibana com Fábio Ferreira e Márcio Azevedo; o Fluminense, com Fred e Rafael Moura, seus centroavantes mineiros, e o Santos, com os paraenses Pará, Moisés e Ganso.
O domínio do Eixo é um reflexo do que acontece no próprio país. Mas no futebol ele é mais explícito, sem eufemismos. Dentro das quatro linhas pode-se ver que a distância entre o Sul Maravilha e o resto do país não está diminuindo.
Não acho que seja o caso de a CBF criar algo como as Sudene, Sudam e Sudeco, superintendências ressuscitadas pelo governo Lula (e que ainda não disseram a que voltaram). Mas é preciso fazer algo para o futebol fora do Eixo. E por vários motivos:
-o povo além da Via Dutra também ama o futebol (basta dar uma olhada na torcida do jogo Brasil x Argentina, amanhã, em Belém do Pará);
-o futebol tem uma função de integração nacional;
-e para não fechar um celeiro de craques, piorando o nosso futebol.
Seja por causas futebolísticas, humanísticas, políticas ou econômicas, deixar o futebol fora do Eixo enfraquecer é um grave problema. Inclusive para o Eixo.

José Roberto Torero é formado em Letras e Jornalismo pela USP, publicou 24 livros, entre eles O Chalaça (Prêmio Jabuti e Livro do ano em 1995), Pequenos Amores (Prêmio Jabuti 2004) e, mais recentemente, O Evangelho de Barrabás. É colunista de futebol na Folha de S.Paulo desde 1998. Escreveu também para o Jornal da Tarde e para a revista Placar. Dirigiu alguns curtas-metragens e o longa Como fazer um filme de amor. É roteirista de cinema e tevê, onde por oito anos escreveu o Retrato Falado.

Carta Maior – José Roberto Torero – As forças do Eixo dominam o Brasileiro!

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