Ficha Corrida

12/05/2015

Bin Laden, um conto americano para vira-latas

Filed under: Assassinato made in USA,Bin Laden,EUA,Mercenários,SEALS,Terrorismo de Estado — Gilmar Crestani @ 8:49 am
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BinSantiagoBem, agora sabemos que o assassinato de Bin Laden custou 25 milhões de dólares. Se o terrorista tivesse se escondido no Brasil, William Waack teria entregado de graça. O PSDB teria feito reunião pagando para os EUA virem assassina-lo.

Este é o serviço secreto mais eficiente do mundo. A investigação parte sempre de uma conta bancária. Como o saldo é grande a eficiência é maior. Isso em outros lugares. Na terra onde o governo admitia que seus diplomatas tirassem os sapatos para entrarem nos EUA, a CIA tem seu serviço facilitado. O MBL, que já recebe antecipadamente para serviços menos perigosos, se não fosse de coxinhas nike, também poderia dar uma ajudinha. No Paquistão teria sido difícil o Barão de Itararé cunhar a famosa frase: “homem que se vende sempre recebe mais do que vale”, mas no Brasil é barbada. Por qualquer trinta dinheiros entregam de graça a Vale do Rio Doce, Meridional, CRT e Petrobrás.

Por esta história se entende porque o PSDB é contra o financiamento público das campanhas eleitorais. Ele quer continuar se abastecendo pela privada. O HSBC é um bom caminho para trazer dinheiro cheirando a novo. Nada que a entrega do Pré-sal não quite depois, via Chevron.

Como são previsíveis este pessoal do PSDB seus parceiros do lumpenjornalismo.

EUA mentiram sobre morte de Bin Laden, diz jornalista

Ação foi combinada entre americanos e paquistaneses, afirma Seymour Hersh

Terrorista morreu em operação unilateral dos EUA, diz a Casa Branca; para analistas, relato é ‘teoria da conspiração’

GIULIANA VALLONEDE NOVA YORK

Quatro após a operação que matou Osama Bin Laden, no Paquistão, um dos mais aclamados jornalistas investigativos dos EUA acusou no domingo (10) o governo americano de mentir sobre os principais detalhes da missão.

Em texto na revista "London Review of Books", Seymour Hersh, 78, afirma que EUA e Paquistão colaboraram de perto na ação e, em seguida, inventaram uma versão segundo a qual Washington teria agido por conta própria.

Bin Laden foi morto em 2 de maio de 2011, em um ataque realizado por Seals (forças especiais da Marinha dos EUA) na cidade de Abbottabad. Seu esconderijo foi invadido durante a madrugada pela equipe, que voou de helicóptero do Afeganistão.

Pelo relato de Hersh, o líder da rede terrorista Al Qaeda era mantido prisioneiro secretamente desde 2006 pelo governo paquistanês, que pretendia usá-lo como moeda de troca em negociações com grupos terroristas.

Os EUA teriam descoberto o esconderijo por meio de um agente de inteligência do Paquistão, que traiu seu governo em troca da recompensa de US$ 25 milhões dos americanos por informações sobre Bin Laden, diz o jornalista.

A versão oficial é que o terrorista foi localizado pela CIA (agência de inteligência americana) após agentes terem rastreado seus mensageiros.

No texto, Hersh afirma ainda que dois dos principais oficiais do Paquistão sabiam da operação antes de ela acontecer e se certificaram de que os helicópteros pudessem circular no espaço aéreo do Afeganistão sem problemas.

Desde a divulgação da morte de Bin Laden, a Casa Branca sustenta que a missão foi unilateral e não contou com o conhecimento do governo do Paquistão.

Autoridades americanas reagiram à versão. Para o porta-voz do Departamento de Segurança Nacional, Ned Price, a história "tem imprecisões demais e muitas afirmações infundadas" para que se cheque cada uma delas.

"A premissa de que Bin Laden foi morto em qualquer missão que não tenha sido unilateralmente conduzida pelos EUA é totalmente falsa", acrescentou o porta-voz.

Embora as circunstâncias que levaram à morte de Bin Laden em uma das mais secretas ações do Pentágono já tenham sido questionadas, analistas e jornalistas norte-americanos também rejeitaram a versão de Hersh.

"Levantar questões sobre a história oficial não é o mesmo que provar uma espetacular teoria da conspiração", escreveu Max Fischer, diretor do conteúdo do site Vox.

Vencedor do Prêmio Pulitzer pela revelação do massacre de My Lai durante a Guerra do Vietnã, em 1968, Hersh é um dos grandes nomes do jornalismo americano. Nos últimos anos, no entanto, suas principais reportagens têm sido criticadas por excesso de fontes questionáveis.

No texto publicado no domingo, ele afirma que sua versão se baseia nos depoimentos de um general aposentado das forças de segurança paquistanesas e de um oficial americano que não quis revelar sua identidade.

04/01/2013

A$$oCIA e finanCIA

Filed under: Bin Laden,CIA,Isto é EUA!,Terrorismo de Estado — Gilmar Crestani @ 8:58 am

 

El Senado de EE UU investigará a la CIA por su colaboración en una película

‘La noche más oscura’ se estrena este viernes en España

EFE Washington4 ENE 2013 – 06:01 CET2

El Comité de Inteligencia del Senado de EE UU ha abierto una investigación sobre el uso de la tortura que refleja la película La noche más oscura, para lo que interrogará a la CIA sobre qué información compartió con los responsables del filme.

Tres senadores estadounidenses que hace dos meses calificaron de "inexacta y engañosa" la cinta, basada en la operación militar que acabó con Osama bin Laden, anunciaron hoy en un comunicado que investigarán si la directora, Kathryn Bigelow, y el guionista, Mark Boal, tuvieron acceso "inapropiado" a información confidencial.

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"La película implica claramente que las técnicas de interrogación coercitiva de la CIA fueron efectivas para extraer información importante relacionada con un ‘mensajero’ de Osama bin Laden. Hemos revisado los documentos de la CIA y sabemos que eso es incorrecto", señalaron.

"No se puede responsabilizar a la CIA de cómo la agencia y sus actividades quedan reflejadas en la película, pero aún así estamos preocupados, dada la cooperación de la CIA con los responsables del filme y la consistencia de su narrativa con declaraciones públicas equivocadas que hicieron en el pasado algunos exfuncionarios de la CIA, por la posibilidad de que los guionistas pudieran haberse confundido por información que les proporcionó la CIA", escribieron.

Los senadores son la presidenta del Comité de Inteligencia del Senado, la demócrata Dianne Feinstein; el presidente del Comité de Fuerzas Armadas del Senado, el también demócrata Carl Levin, y el legislador republicano John McCain. Los tres exigen obtener "toda la información y los documentos proporcionados a los responsables del filme por funcionarios de la CIA".

Una fuente de la CIA, que pidió el anonimato, dijo a la cadena CNN que la agencia prevé cumplir con la petición de los senadores. El director en funciones de la CIA, Michael Morell, trató de distanciar a la agencia de la película en una carta enviada a los senadores hace dos semanas.

"Lo que quiero que sepan es que ‘La noche más oscura’ es una dramatización, no un relato realista de los hechos", escribió Morell, quien subrayó que la CIA colaboró con los responsables del filme pero "no controla el producto final".

Morell admitió que "parte (de la información) provino de detenidos sujetos a técnicas coercitivas", como el ahogamiento simulado, "pero hubo muchas otras fuentes", y subrayó que "nunca podrá saberse" si esos métodos, ahora prohibidos, eran "la única forma apropiada y eficaz" de obtener los datos.

Los senadores enviaron este lunes una carta a Morell en la que se mostraron contrariados por esa última declaración y le pidieron proporcionar "ejemplos de información apropiada y eficaz" que se obtuviera a través de esos métodos. El propio Morell y el jefe de la unidad antiterrorista de la CIA hablaron con el guionista del filme mientras este investigaba para escribirlo.

Los legisladores también han enviado otra carta a Michael Lynton, presidente de la productora de la película, Sony Pictures, en la que le reclaman su "obligación de declarar que el papel de la tortura en la caza de Osama bin Laden no está basado en los hechos, sino que es parte de la narrativa ficcional del filme".

El Senado de EE UU investigará a la CIA por su colaboración en una película | Internacional | EL PAÍS

12/10/2012

Obeidi fala sobre a execução de Khaddafi

Filed under: Bin Laden,Isto é EUA!,Kadafi,Saddam Hussein,Terrorismo de Estado — Gilmar Crestani @ 7:52 pm

Não foi só a morte de Kadafi que inspira uma matriz mafiosa, da Omertá. A lei do silêncio já havia sido introduzida com sucesso pelos EUA com relação à Saddam Husseim e depois com Osama Bin Laden. Todos estes foram em algum momento úteis aos interesses ditos ocidentais, notadamente norte-americano. E todos foram posterioresmente mortos como queima de arquivo. Hoje o principal executor internacional extrajudicial são os EUA, onde oTerrorismo de Estado é a principal ramo da política exterior.

Enviado por luisnassif, sex, 12/10/2012 – 18:29

Por Adir Tavares

Do Jornal de Angola

A compra do silêncio

por José Goulão [*]

Sarkozy e KadafiChama-se Rami el Obeidi, o nome talvez não diga nada à maioria dos leitores, mas ficam um pouco mais informados se lhes disser que foi o chefe dos serviços de espionagem do Conselho Nacional de Transição (CNT), a organização montada por países europeus e da Península Arábica e sustentada militarmente pela OTAN que derrubou Muammar Khaddafi na Líbia há um ano. Obeidi, segundo reza a biografia sintética publicada em algumas agências e jornais europeus, era uma espécie de interface com os serviços secretos europeus envolvidos na operação de mudança de regime em Tripoli. Obeidi não era, portanto, uma pessoa qualquer, e muito menos desinformada nos assuntos que diziam respeito à sua actividade.

Rami el Obeidi falou durante os últimos dias. E disse, sem hesitar, que Khaddafi "foi executado directamente por agentes franceses" numa "operação comandada pela DGSE (os serviços franceses de espionagem externa) e por responsáveis do Eliseu", o palácio presidencial de Paris, então habitado por Nicolas Sarkozy. Em português directo e sem rodeios, o ex-chefe de Estado da Líbia foi executado por altos responsáveis do Estado francês, com envolvimento do próprio palácio presidencial.

Para Obeidi, dirigentes líbios actuais e jornalistas que investigaram o escândalo, o móbil do crime também não é segredo: Sarkozy recebeu do seu antigo amigo Khaddafi a módica quantia de 50 milhões de euros com que financiou a campanha e se fez eleger Presidente de França em 2007. A justiça francesa está, aliás, a tratar do assunto e o ex-espião do CNT líbio não tem dúvidas de que o assunto, e também a escusa de Khaddafi em honrar alguns contratos milionários de energia e armamento combinados com Sarkozy, fizeram com que "alguém no Eliseu quisesse a morte rápida" do antigo dirigente máximo da Líbia. Tanto mais que – o que acelerou o processo – Khaddafi fez saber que ou o deixavam em paz ou, em português vernáculo, punha a boca no trombone sobre os financiamentos. 
A execução extrajudicial de Khaddafi às mãos de agentes franceses funcionou assim como uma "compra de silêncio", uma atitude que os italianos se habituaram a qualificar como "de matriz mafiosa" e que na Mafia se reduz a uma palavra: "omertà", boca calada. 
Até aqui tínhamos vindo a discorrer sobre questões, peculiares é certo, de política internacional e, num ápice, entrámos com naturalidade por terrenos mafiosos. 
Deveríamos supor que assuntos internacionais e Mafia não poderiam confundir-se, são até antagónicos, por definição. A realidade, como se percebe, é outra. Há comportamentos de "matriz mafiosa" na política internacional envolvendo entidades que deveriam encarnar em si mesmas as virtudes da democracia e da transparência. O que é não apenas escandaloso como inquietante. 
Mahmmud Jibril, antigo superior hierárquico de Obeidi e ex-presidente do Conselho Nacional de Transição disse um dia destes a uma televisão egípcia que "muitos serviços secretos árabes e ocidentais estavam interessados em que Khaddafi se calasse para sempre". Afinal os podres conhecidos pelo ex-chefe líbio não se limitavam ao financiamento da campanha de Sarkozy e contratos de armas e petróleo não cumpridos. 
O pelotão de fuzilamento comandado pela DGSE francesa serviu muitos outros interesses. Afinal, a velha tradição mafiosa da "omertà" está viva e recomenda-se, alargou horizontes para os assuntos internacionais e graças a ela presidentes, reis, emires e sheiks podem reinar e dormir de consciência tranquila.

Outubro/2012

[*] Jornalista, especialista em Médio Oriente. 
O original encontra-se em http://jornaldeangola.sapo.ao/19/46/a_compra_do_silencio

Este artigo encontra-se em http://resistir.info/ .

Obeidi fala sobre a execução de Khaddafi | Brasilianas.Org

14/09/2012

Os amigos de Bin Laden

Filed under: Al Qaeda,Bin Laden,Isto é EUA! — Gilmar Crestani @ 7:13 am

 

"Los Estados Unidos hace mucho tiempo que trabajan con Al Qaeda"

Efrain Chury Iribarne

CX36, Radio Centenario

Efraín Chury Iribarne: Estamos saludando a James Petras a quien tenemos en contacto telefónico desde Estados Unidos. Buen día, ¿cómo estás?

James Petras: Estamos muy bien aquí, con varios temas para considerar, entre los cuales elijo para empezar el 9/11 después de 10 años y más.

EChI: Muy bien, te escuchamos.

JP: Debemos tomar en cuenta las consecuencias del 9/11, pero en primera instancia el cuestionamiento sobre el informe de lo que ocurrió ese día. Hay muchas preguntas sin contestar por el gobierno, incluso han ocultado muchas pruebas que demostrarían que fue algo provocado por el gobierno.Incluso informes de la Policía Federal respecto a que hubo un esfuerzo de ubicar a los terroristas que falló por la falta de interés en las cúpula de los grupos de Inteligencia interna.

Una hipótesis es que el gobierno permitió los actos terroristas para usarlos para lanzar una serie de guerras subsecuentes. Otra teoría es que incluso el atentado fue hecho por el gobierno a partir de detonaciones dentro de los mismos edificios que provocó la caída de los mismos. Otra hipótesis, habla del Estado de Israel involucrado porque en el momento de tumbar los edificios, media docena de agentes del Mossad estaban haciendo un video y luego, saltando y bailando o sea festejando el acontecimiento; todavía no se explica como los israelitas estaban enterados de que iban a ocurrir esos hechos y por qué lo celebraron.

Ahora, el legado de todo esto es que a partir del 9/11 el gobierno lanzó una enorme red de Inteligencia, llamada La Seguridad de la Patria – Homeland Security- con más de 800 mil funcionarios, montando un control sobre todos los medios de comunicación, encarcelando a miles de supuestos sospechosos musulmanes. Y más allá del problema policíaco interno, el montaje de un Estado Policial con la violación de todos los derechos constitucionales, han montado una serie de guerras usando el pretexto de ‘guerra contra el terrorismo’, que empezó en Afganistán dejando miles de muertos y millones de desplazados; después Irak con más de un millón de muertos y siguen hoy las consecuencias con el asesinato ayer de 80 personas y 400 heridos, producto de la manipulación de grupos sectarios por parte del imperialismo. Y siguen con las agresiones contra Somalia, Yemen, Pakistán; así como invadiendo países como Libia, Siria.

Del 9/11 en si mismo, los 3000 muertos son insignificantes frente a los millones de musulmanes muertos en la ‘guerra contra el terrorismo’, la guerra contra el mundo musulmán, y ahora tenemos todo un aparato policíaco aquí, sin protección constitucional.

Pero en la actualidad, casi nadie presta atención al 9/11. Es más, el problema de ‘terrorismo’ ha caído al 1.5% de la población como ‘preocupación’.Incluso los oficiales, que los primeros años montaban un show teatral con grandes discursos, han dejado de tratar de manipular con fines políticos este tema porque nadie les da bola, nadie los toma enserio. Los problemas provocados por la crisis económica, la quiebra del sector financiero, del sector de hipotecas, es lo que domina la noticia, la campaña electoral, y todos los grandes temas para el pueblo están enfocados por fuera del 9/11.

Este tema ha dejado de tener significado para la gente, aparte de 1as declaraciones formales del Presidente, los Congresistas.Casi nadie va a las ceremonias que se realizan cada tanto.

EChI: El presidente Barack Obama destaca como ‘logro’ en su campaña electoral que mataron a Osama Bin Laden y al mencionar a Al Qaeda lo hace como enemigo del mundo, cuando en muchos lugares Al Qaeda funciona aliado a los Estados Unidos.

JP: Es evidente que los Estados Unidos hace mucho tiempo que trabajan con Al Qaeda y con Bin Laden en particular. Financiaron a Al Qaeda y a Bin Laden en la guerra contra Afganistán, cuando éste era un aliado soviético; luego utilizaron a Bin Laden en la lucha para la división de Yugoslavia, incluso armándolos y trayéndolos desde el exterior para luchar en Kosovo; actualmente usan a Al Qaeda como grupo terrorista contra Irak, Irán, Siria, Libia. Al mismo tiempo matan a los de Al Qaeda en Libano, Arabia Saudí, y los países del Golfo.

Es decir, cuando quieren tumbar un gobierno independiente, crítico y antiimperialista, usan a Al Qaeda; y cuando defienden una monarquía absolutista, un gobierno pronorteamericano, los mata. Tiene una doble política, como la tiene también en relación a otros fuerzas por ejemplo los narcotraficantes en Colombia entre los banqueros. Por un lado toleran el narcotráfico y por otro buscan encarcelarlos.

Es un doble juego que utilizan en muchos lugares, un doble discurso, por una parte antiterrorista y por otra proterrorista, depende del criterio político y clasista.

Narcotraficantes y fundamentalistas que son funcionales al imperio están tolerados incluso respaldados, cuando están en contra de un personaje proimperialista los mata.

EChI: Estados Unidos traspasó hoy al gobierno afgano el control del centro de detención de Bagram, llamada el "Guantánamo afgano", pero en realidad Estados Unidos se queda con más de 650 presos bajo su control en ese centro de detención.

JP: Si, es que es como todas las políticas de Obama, decía que iba a cambiar cosas y en vez de cambiar lo que pasó con Bush, las cárceles secretas, la tortura, el rapto de personas; sigue igual, e incluso se profundizó esa política. Hay un continuismo estructural en Estados Unidos para justificar el enorme presupuesto militar y policial, para justificar las agresiones tiene que cocinar el cuento de que todavía hay terrorismo, amenazas terroristas, que están luchando contra el terrorismo.Mientras están practicando el más amplio y profundo terrorismo, incluso contra la población interna.

Tenemos últimamente aquí grupos de derechos civiles, grandes asociaciones de abogados que fueron a juicio sobre el uso de espías en todas las iglesias musulmanas y el Juez dijo que es cierto que el gobierno monta ese espionaje, que es ilegal pero por razones de Estado no puede implicar al gobierno porque puede poner en peligro la Seguridad Nacional.

Incluso el Poder Judicial ha declarado que los secretos del Estado tienen prioridad sobre los derechos constitucionales de los ciudadanos.Lo que permite cualquier violación de los derechos constitucionales aquí y afuera, o sea, no sólo en Estados Unidos. Por tanto Estados Unidos declara que sus intervenciones son legales en cualquier parte del mundo, de acuerdo a la Seguridad Nacional de los Estados Unidos. Es la nueva doctrina del imperialismo.

EChI: Cómo se entiende el alejamiento de Andrés Manuel López Obrador del movimiento progresista que apoyó su candidatura a la Presidencia de México.

JP: Es que una parte importante de los partidos electorales que lo respaldaron, decidieron aceptar el resultado a pesar de que era un fraude, porque querían entraren el Parlamento, en las negociaciones políticas.

Mientras López Obrador tenía enorme respaldo más allá de los partidos, que exigen justicia, que no confían más en un sistema parlamentario corrupto ni en un Presidente que ganó por fraude.

Entonces, en una forma muy amable, muy amigable, López Obrador decidió separarse de su partido y de los aliados, para lanzar un nuevo movimiento y tratar de crear una dinámica movimientista que pudiera seguir el proceso afuera del Parlamento, a partir de la desobediencia civil, con acciones directas.Para ver si puede -de alguna forma- mantener la dinámica de su campaña electoral, con los movimientos sociales que realmente movilizan las grandes masas en las grandes plazas.

Es un rechazo a las transacciones y negociaciones típicas de la izquierda parlamentaria, y la búsqueda de otro camino frente a este continuo fraude. Porque no es la primer vez que pasa ni va a ser la última; tenemos que recordar el fraude en 2006, donde ganaba López Obrador hasta último momento; y el fraude de 1988 cuando robaron otra elección.

Es constante en México este tipo de fraude y los medios de comunicación niegan los hechos.Por esa razón López Obrador decide que hay que buscar de otra forma el cambio en México.

EChI: En el marco de la crisis del euro, el presidente francés François Hollande, anuncia el mayor ajuste de las últimas tres décadas.

JP: Francia está en crisis y Hollande no ha demostrado iniciativa ni capacidad de solucionar los problemas.Hay mucha angustia, mucha frustración entre el electorado que votó por Hollande.Tanto es así que el apoyo cayó por debajo del 50%.

En ese marco anunció el domingo un programa para cortar el déficit y estimular la economía; pero el déficit que él maneja para el futuro, va a eliminar la posibilidad de grandes estímulos para la economía. No ha cambiado nada en relación con los grandes temas económicos, sólo busca ajustarse con los planes de Alemania sobre el déficit.

Aumenta los impuestos a las empresas, a los ricos, pero al mismo tiempo anuncia recortes sociales que van a afectar a el pueblo.

Está haciendo un balance que ni gana la derecha mientras pierda la izquierda, y se va a caer entre las dos sillas porque no quiere definirse.Trata de hacer una política equilibrada, donde hay poco margen de maniobra. Encima de eso, quiere profundizar la guerra contra Siria, canalizando dinero supuestamente humanitario a los grupos terroristas.

Es un fracaso en ambos lados. Primero los grandes capitales se están quejando del programa de altos impuestos, mientras que los sindicatos también están criticando porque siguen los despidos en las empresas. Y esto, me parece, va a terminar en una situación muy grave para Hollande, por su incapacidad de situarse política y socialmente con alguna coherencia.

EChI: Para finalizar, Petras, no se si quieres referirte a algún otro tema en el que estés trabajando.

JP: Estoy trabajando mucho sobre el diálogo entre las FARC y Santos, el presidente de Colombia. Que analizándolo cuidadosamente, podemos decir que no somos muy optimistas y voy a explicar porqué.

Primero, el rechazo del gobierno de cualquier cese del fuego es un indicador de que Santos va intensificando la guerra mientras habla de paz.

Segundo, el anuncio inicial de Santos ocurre en una cámara llena de militares, policías y capitalistas, sin la presencia de ninguna organización popular, y eso indica que excluye la justicia social en cualquier arreglo de paz. Está actuando con la concurrencia de policías, militares y capitalistas.

Y uno tiene que analizar qué propone la agenda del señor Santos como punto de análisis. Dice primero que “tenemos que excluir cualquier cambio en el modelo económico”, dice que las 40 millones de hectáreas de tierra que están en manos de la gran minería y de las grandes empresas petroleras, están excluidos de cualquier debate. Eso significa que los millones de desplazados por la guerra, que son de los territorios donde operan las mineras y petroleras, no pueden volver a sus casas.

El cambio agrario que propone Santos y la reforma agraria que él supuestamente está organizando, es para territorios afuera de los mercados, tierras no fértiles, tierras de frontera que no son aptas para generar vida.

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En segundo lugar, ha nombrado negociadores implicados en la represión y le terrorismo de Estado. Y en tercer lugar, excluye al sector económico que concentra toda la riqueza, todo lo que han desplazado a los campesinos.

El gran tema de la desigualdad queda afuera. El tema de la riqueza mineral, la explotación de materias primas, está excluido. La presencia de grandes multinacionales y banqueros está excluida. Entonces ¿qué queda?

Según esto, queda para Santos que los guerrilleros dejen las armas para insertarse en el sistema político bipartidario existente, donde pueden gritar pero no tienen ninguna capacidad de influir políticamente.

La pregunta es por qué Santos, que declara que está ganando la guerra, que está avanzando en el programa, pide un diálogo. ¿Por qué? Si asegura que han desplazado a las FARC y que éstas han bajado sus fuerzas, que supuestamente las están debilitando para facilitar la entrega. Pero no discute el hecho de que las FARC tiene su mayor fuerza precisamente en los territorios donde está concentrado el modelo mineral petrolero. Es decir, las FARC controlan el territorio donde están los sectores más dinámicos del modelo Santos y han mostrado en los últimos seis meses una enorme capacidad de acción, creando riesgos para el gran capital, que no entra en territorios donde la guerrilla está fuerte.

Entonces, por esta razón y sólo por esta razón, Santos quiere bajar el conflicto, eliminar a las FARC para aumentar el flujo de grandes capitales en estos territorios. Por eso habla de las dos cosas, de paz sin cambio económico, porque justamente la razón de la paz es disminuir el riesgo para el gran capital.

Ahora, ¿cómo entendemos este proceso?

Existe la posibilidad de que las FARC crean que pueden obtener concesiones de este diálogo. Y hay algunos sectores que van a decir que cualquiera que critique el proceso de paz está haciendo el juego del imperialismo.Pero este tipo de imbecilidades limita la capacidad de negociar porque hay que tomar en cuenta que significa la paz frente a los grandes temas de reforma agraria, reforma minera. Pro lo menos hay que renegociar los contratos mineros, que en Colombia son los mejores para las multinacionales de toda las Américas. El pago de royalties, el no pago de impuestos, son los más beneficiosos de todo el continente y es por eso que atrae al gran capital.

Por lo tanto, si no se va a hablar de nacionalización, se puede plantear por lo menos una renegociación de los contratos, para que se les pueda subir los impuestos y financiar programas sociales. Pero dejarlos fuera de cualquier agenda me parece que es algo inaceptable.

EChI: Bien Petras, estupendo análisis que te agradecemos mucho. Hasta la semana próxima.

JP: Gracias y el lunes continuamos.

(*) Escuche en vivo los lunes a las 11:30 horas (hora local) la audición de James Petras por CX36, Radio Centenario desde Montevideo (Uruguay) para todo el mundo a través de www.radio36.com.uy

Rebelion. "Los Estados Unidos hace mucho tiempo que trabajan con Al Qaeda"

24/05/2012

Bin Laden é um produto típico, made in USA (D.O.C.)

Filed under: Bin Laden,Isto é EUA!,Terrorismo de Estado,Unabomber — Gilmar Crestani @ 8:43 am

Unabomber, 'beffa' all'università di HarvardOs EUA criaram, treinaram e armaram Bin Laden para lutar no Afeganistão contra o Império Soviético (URSS). Terminada aquela batalha, a criatura voltou-se contra os criadores. Nos atos e nos pensamentos, Bin Laden é o que os italianos chamam de Denominazione di Origine Controllata – DOC. É sintomática a notícia no jornal italiano, La Repubblica, de hoje, a seguir:

Negli Stati Uniti, si sa, le rimpatriate con i vecchi compagni di liceo o di università sono la norma: sono le scuole o gli atenei stessi a organizzarle. E quest’anno tocca alla classe dei nati nel ’42, così l’università di Harvard ha aperto uno spazio sul proprio sito per gli ex utenti: cosa fate oggi? Dove siete? Che premi avete vinto?
L’ateneo forse non si ricordava che quell’anno si laureò anche Ted Kaczynski, meglio conosciuto come Unabomber, il serial killer bombarolo che ha terrorizzato per anni gli States. E proprio lui ha deciso di rispondere, prendendosi gioco dell’università. Indirizzo: penitenziario di massima sicurezza. Occupazione: Carcerato. Premi: Otto ergastoli.
Queste informazioni sono poi state inviate e tutti gli ex alunni, un gesto criticato da molti che ha costretto l’Harvard Alumni Association a chiedere scusa "per l’eventuale angoscia causata"

Correos evidencian que el filme sobre Bin Laden contó con datos confidenciales

Un congresista denuncia que unos correos evidencian la estrecha relación entre la CIA y la directora Kathryn Bigelow

Eva Sáiz Washington 24 MAY 2012 – 04:16 CET5

La directora Kathryn Bigelow en los Oscar de 2008. / AFP

La versión de Hollywood sobre la muerte de Osama bin Laden cuenta con el asesoramiento directo de la CIA y el Pentágono. Esta colaboración tan estrecha ha suscitado los recelos del Capitolio acerca de la posibilidad de que la directora de la película, Kathryn Bigelow, haya tenido acceso a información privilegiada. Este miércoles, uno de los líderes republicanos en la Cámara de Representantes, Peter King, ha denunciado en un comunicado que unos correos entre oficiales de la Administración Obama y la cineasta evidencian “una estrecha colaboración, sin precedentes y potencialmente peligrosa para la seguridad del país”.

Los mensajes que este martes publicó la organización conservadora Judicial Watch en su web –obtenidos en virtud de la Ley de Libertad de Información- contienen transcripciones de encuentros y conversaciones entre Bigelow y el guionista Mark Boal y altos cargos de la CIA, el Departamento de Estado, la Casa Blanca y el lobby demócrata Glover Park Group. King, que preside el Comité de Seguridad de la Cámara de Representantes, consiguió, a principios de este año, que el Pentágono iniciara una investigación para averiguar si ambos cineastas habían tenido acceso a información privilegiada para el rodaje.

Los correos indican que se les permitió acceder a centros que son tan secretos que hasta su nombre aparece tachado"

Peter King

Este miércoles, el político ha remitido sendas cartas al subsecretario de Defensa para asuntos de Inteligencia, Muchael G. Vickers, y al subdirector de la CIA, Michael Morell, expresándoles su renovada preocupación tras la aparición de los correos. En ellos se revelan reuniones de los creadores de En tierra hostil con Vickers o visitas del guionista al Pentágono y a un edificio de la Agencia de Inteligencia descrito como “el que se usó para albergar algunos de los planes tácticos para la captura de Bin Laden”.

“Los correos indican que a los cineastas se les permitió acceder a centros que son tan secretos que hasta su nombre aparece tachado”, se queja King en su comunicado. “Su contenido evidencia que fueron autorizados para visitar las cámaras acorazadas de la CIA, algo sorprendente para los que sabemos el carácter confidencial y delicado de los documentos que se guardan allí”.

Un artículo publicado en agosto del año pasado por The New York Times que informaba de que Bigelow y Boal “estaban obteniendo acceso privilegiado a la misión más secreta de la historia por una Administración que ha intentado detener a más gente por filtrar información que el Gobierno de Bush”, levantó las suspicacias de King que, desde entonces, no ha cesado de alertar de que la Casa Blanca podría estar poniendo en peligro la seguridad de EE UU. Ante la nueva denuncia del político republicano, un portavoz del Consejo de Seguridad Nacional se ha remitido a las declaraciones que el secretario de Comunicación de Obama ofreció al conocerse las primeras quejas de King. Entonces, Jay Carney tildó de “ridícula y falsa” la posibilidad de una filtración.

Los mensajes revelan encuentros entre Bigelow y el guionista Mark Boal y altos cargos de la CIA, el Departamento de Estado, la Casa Blanca

El rodaje de una película sobre la caza del líder de Al Qaeda es una idea en la que Bigelow y Boal llevan trabajando décadas, según indicó el guionista cuando comenzó la polémica en agosto pasado. Desde entonces, el proyecto ha estado plagado de contratiempos. Al inconveniente de colocarse en el punto de mira de King y el Pentágono, hay que sumar los problemas que la única directora ganadora de un Oscar ha tenido para grabar la película. En un principio se iba a rodar en Pakistán, pero la prohibición del Gobierno del país asiático obligó a cambiar la localización a la ciudad india de Chandigarth, donde Bigelow se ha encontrado con la oposición de los hindúes radicales.

Además, la película ha cambiado de título en varias ocasiones –se iba a llamar Kill Bin Laden (Matar a Bin Laden), luego pasó a conocerse como Hunt (Caza) y ahora se denomina Zero Dark Thrity-, y se ha alterado su fecha de estreno, del 12 de octubre al 19 de diciembre. El momento de su lanzamiento también ha sido objeto de controversia. Se dijo que se había planeado hacerlo justo antes de las elecciones presidenciales para ayudar a Obama a mejorar su imagen de cara a los comicios.

Correos evidencian que el filme sobre Bin Laden contó con datos confidenciales | Internacional | EL PAÍS

22/10/2011

O petróleo e o sangue

Filed under: Bin Laden,Democracia made in USA,Kadafi,Petróleo,Saddam Hussein — Gilmar Crestani @ 9:15 am
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As mentiras continuam. Muhamad Jibril, primeiro ministro interino, mentiu descaradamente, ao afirmar que Kadafi fora morto em “fogo cruzado” dos rebeldes com tropas leais ao dirigente líbio. As imagens, divulgadas no mundo inteiro, mostram Kadafi ainda vivo, caminhando, levantando o braço, até ser derrubado a socos e pontapés, para ser, finalmente, assassinado.

Mauro Santayana

Ao que parece, a Terra cobra, em sangue, o petróleo que é retirado de suas entranhas. Mas tem cobrado mal: não são os que os que consomem o óleo alucinadamente os que pagam a dívida para com o planeta, mas sim os que tiveram a maldição de o ter em abundância, como os paises árabes e muçulmanos. Todas as teorias – a defesa dos direitos humanos, da democracia, da civilização ocidental, e, até mesmo, do cristianismo – são ociosas para explicar a sangueira dos tempos modernos. No caso do Oriente Médio, a cobiça pelo petróleo, desde o início do século passado, tem sido a causa de todos os males.
As imagens divulgadas ontem, da prisão, da tortura e da morte do coronel Kadafi são semelhantes às da prisão, da farsa do julgamento, e da execução de Saddam Hussein. Da execução de Osama bin Laden ainda não conhecemos todas as imagens, mas é provável que um dia sejam divulgadas.
A biografia desses três homens é semelhante. Todos eles tiveram, em um tempo ou outro, as melhores relações com os países ocidentais, democráticos e cristãos. Em livro que será publicado nos próximos dias, a Sra. Condoleeza Rice confessou um certo fascínio por Kadafi, que a ela se referia como “minha princesa africana”. Hillary Clinton reagiu com interjeição de alegre surpresa, ao ver as imagens do trucidamento do coronel. Terça-feira, em Trípoli, ela disse claramente que Kadafi devia ser preso ou morto, imediatamente.
Osama bin Laden, como é sabido, foi sócio de Bush pai em negócios de petróleo. No Afeganistão se uniu à CIA e ao Pentágono, no trabalho político junto aos combatentes anti-soviéticos. Essas ligações devem ter influído no ódio de pai e filho ao combatente muçulmano.
O caso de Saddam é ainda mais significativo. O Iraque não podia ser considerado um país obscurantista. Ainda que não fosse democrático – e, segundo os indignados norte-americanos, tampouco há democracia nos Estados Unidos – era um regime tolerante, que dava relativa liberdade às mulheres, autorizadas a freqüentar as universidades e a usar trajes ocidentais, e não exercia perseguição aos não islamitas, tanto assim que o segundo homem do governo, Tariq Aziz, era cristão católico do rito caldeu.
Nessa cruzada disfarçada de conflito de civilizações, as mentiras foram as mais importantes armas dos Estados Unidos. Suspeita-se que todas elas decorram de uma mentira ainda maior: a de que o ataque às Torres Gêmeas de Nova Iorque tenha sido uma operação determinada por bin Laden. Que Saddam Hussein nada tinha a ver com isso, é hoje fora de dúvida.
Para justificar a invasão ao Iraque, os Estados Unidos apresentaram “provas” forjadas, como fotografias de caminhões e de galpões, como sendo de instalações nucleares. Afirmaram ao mundo, por Collin Powell e outros, que Saddam, além de desenvolver seu arsenal atômico, dispunha de outras armas de destruição em massa, como produtos químicos letais. O embaixador brasileiro José Maurício Bustani, então diretor da Organização das Nações Unidas para a Proibição de Armas Químicas, e conhecia a realidade iraquiana, sabia que se tratava de uma mentira, e tentava obter a adesão de Saddam ao tratado internacional contra as armas químicas – o que desmentiria as acusações americanas – foi destituído de seu cargo pelas pressões do governo Bush. Hoje, é o embaixador do Brasil em Paris.
A terceira peça do tabuleiro, a ser eliminada, foi o governante líbio. Ele fora declarado “limpo” pelos governos ocidentais, e privava da intimidade dos líderes norte-americanos e europeus. Caiu na esparrela de acreditar nisso, e enfrentou, ao mesmo tempo, os que o consideravam um renegado e os sedentos de seu petróleo e, por isso mesmo, sedentos de sangue.
Esses três casos são uma forte advertência aos países árabes que têm sido vassalos fiéis de Washington. Os príncipes da Arábia Saudita que se cuidem. O Paquistão, ao que parece, já está com suas barbas no molho.
E as mentiras continuam. Muhamad Jibril, que é o primeiro ministro interino e terá que vencer facções que lhe são contrárias, mentiu descaradamente, ao afirmar que Kadafi fora morto em “fogo cruzado” dos rebeldes com as tropas leais ao dirigente líbio. As imagens, divulgadas no mundo inteiro, mostram Kadafi ainda vivo, caminhando, levantando o braço, até ser derrubado a socos e pontapés, para ser, finalmente, assassinado.

Mauro Santayana é colunista político do Jornal do Brasil, diário de que foi correspondente na Europa (1968 a 1973). Foi redator-secretário da Ultima Hora (1959), e trabalhou nos principais jornais brasileiros, entre eles, a Folha de S. Paulo (1976-82), de que foi colunista político e correspondente na Península Ibérica e na África do Norte.

Carta Maior – Mauro Santayana – O petróleo e o sangue

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