Ficha Corrida

29/07/2015

A Veja em inglês, The Economist, está pedido água à SABESP

Filed under: Bíblia,Neoliberalismo,The Economist — Gilmar Crestani @ 9:28 am
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Sabe a bíblia dos vira-latas e vira-bostas, a The Economist, que ensina ao mundo como lidar com as leis de mercado, pois é, ela encontrou o rumo. O mesmo rumo que seus seguidores deram ao Brasil no auge do Neoliberalismo. Sorte dela. A Economist vai quebrar uma vez só, as lições dela ao pateta da Miriam Dutra quebrou o Brasil três vezes. Claro, com um presidente que era traído até pela amante podia muito bem ser manipulado. Agora são outros quinhentos, e quem está quebrando é ela. Logo que eles que se arvoram em professores de economia para o mundo.

A liberdade das leis de mercado não favoreceram a livre iniciativa da Economist. A revista levou tão a sérios os próprios ensinamentos que não deu outra. Vai entrar de onde nunca deveria ter saído.

Sabe aquela revista inglesa que vive dando aula para o Brasil? Está à venda. Por Paulo Nogueira

Postado em 27 jul 2015 – por : Paulo Nogueira

Em apuros

Em apuros

Sabe aquela revista que vive dando lições para o Brasil? Façam isso, façam aquilo, sempre pontificando, sempre doutoral.

A inglesa Economist.

Ela está à venda. Não está conseguindo sobreviver à Era Digital. Tão boa para oferecer soluções para o Brasil e para o mundo, a Economist não encontra saída para si própria.

E não está também encontrando comprador.

A Economist é 50% da Pearson, que acaba de vender para um grupo japonês o também professoral diário Financial Times.

Algumas grandes editoras — Bloomberg, Thomson Reuters e Axel Springer — foram procuradas para ver se se interessavam pela Economist.

Nenhuma topou.

Calcula-se que a fatia da Pearson valha 400 milhões de libras, quase 2 bilhões de reais.

A Pearson, aparentemente, quer se encontrar apenas em seus negócios no campo da educação.

Mas quem quer comprar jornal e revista em pleno ano de 2015?

Talvez em países emergentes, por razões específicas. Chineses, no ano passado, arrebataram a Forbes, que foi símbolo de publicação de negócios nos Estados Unidos durante décadas.

No caso do FT, o comprador é também asiático — japonês.

Pode ser importante para países emergentes, em sua escalada internacional, ter a posse de companhias respeitadas de mídia.

E aí chegamos a uma situação anedótica.

Os donos das grandes empresas de jornalismo do Brasil não podem vendê-las para compradores de fora.

Isso por causa da reserva de mercado.

Foi uma forma de protegê-las da competição externa. Quando quase todos os setores da economia brasileira já tinham sido abertos ao mundo, a proteção – algo que vai contra o espírito puro do capitalismo — continuou a vigorar para a mídia, tamanha a força do lobby da mídia.

Era mais uma mamata, até virar uma desvantagem.

Presumivelmente, a China gostaria de comprar alguma empresa relevante de mídia brasileira, dada a importância do Brasil em sua geopolítica.

Digamos a Abril, ou o Estadão, as duas grandes empresas familiares em situação mais dramática.

Mas isso não vai acontecer.

Pela lei, apenas 30% das ações das empresas de mídia podem estar em mãos estrangeiras.

Privilégios, depois de algum tempo, podem virar o oposto: esta é a lição da reserva de mercado para a mídia.

Quanto à Economist, que salva a humanidade toda semana mas não a si própria, convém ler com cuidado cada vez que ela disser o que o governo brasileiro deve fazer ou não fazer.

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Paulo Nogueira

Sobre o Autor

O jornalista Paulo Nogueira é fundador e diretor editorial do site de notícias e análises Diário do Centro do Mundo

Diário do Centro do Mundo » Sabe aquela revista inglesa que vive dando aula para o Brasil? Está à venda. Por Paulo Nogueira

23/06/2015

A todos os que usam a religião para foder com a biografia de Cristo

DeusQuando eu era seminarista e via religiosos se comprazerem com a ditadura descobri que havia algo errado, uma paradoxo inaceitável.

Não podia entender como alguém que se dizia seguidor de São Francisco de Assis tinha espaço para admitir a opressão como forma de expurgação do demônio.

Uma religião que transforma em fábrica de mentiras e ódio é qualquer coisa menos religião. É um baita negócio. NEGOCIATA!

O fracasso das religiões foi terem criado ideia mais convincente de inferno do que do céu. Se vamos para um lugar para fugir de outro, não é uma opção. É uma imposição. Como um contrato com cláusula leoninas.

Lembro que Cristo expulsou os vendilhões do templo! Hoje a corja escolta os vendilhões para o templo, uma espécie de saladeiro. Templo é dinheiro!

Querido pastor, sermão de Jesus a Malafaia, via Gregorio Duvivier

22 de junho de 2015 | 18:45 Autor: Fernando Brito

camelo

Repercutiu pouco nas redes, e merecia muito mais, o magnífico texto do guri Gregorio Duvivier, hoje, na Folha. Tirante a parcela alucinada, é de fazer parar um bonde, porque é duríssimo nas verdades, sem jamais perder a delicadeza. Bato palmas e transcrevo:

Querido pastor,

Aqui quem fala é Jesus. Não costumo falar assim, diretamente -mas é que você não tem entendido minhas indiretas. Imagino que já tenha ouvido falar em mim -já que se intitula cristão. Durante um tempo achei que falasse de outro Jesus -talvez do DJ que namorava a Madonna- ou de outro Cristo -aquele que embrulha prédios pra presente- já que nunca recebi um centavo do dinheiro que você coleta em meu nome (nem quero receber, muito obrigado). Às vezes parece que você não me conhece.

Caso queira me conhecer mais, saiu uma biografia bem bacana a meu respeito. Chama-se Bíblia. Já está à venda nas melhores casas do ramo. Sei que você não gosta muito de ler, então pode pular todo o Velho Testamento. Só apareço na segunda temporada.

Se você ler direitinho vai perceber, pastor-deputado, que eu sou de esquerda. Tem uma hora do livro em que isso fica bastante claro (atenção: SPOILER), quando um jovem rico quer ser meu amigo. Digo que, para se juntar a mim, ele tem que doar tudo para os pobres. “É mais fácil um camelo passar pelo buraco de uma agulha do que um rico entrar no reino dos céus”.

Analisando a sua conta bancária, percebo que o senhor talvez não esteja familiarizado com um camelo ou com o buraco de uma agulha. Vou esclarecer a metáfora. Um camelo é 3.000 vezes maior do que o buraco de uma agulha. Sou mais socialista que Marx, Engels e Bakunin -esse bando de esquerda-caviar. Sou da esquerda-roots, esquerda-pé-no-chão, esquerda-mujica. Distribuo pão e multiplico peixe -só depois é que ensino a pescar.

Se não quiser ler o livro, não tem problema. Basta olhar as imagens. Passei a vida descalço, pastor. Nunca fiz a barba. Eu abraçava leproso. E na época não existia álcool gel.

Fui crucificado com ladrões e disse, com todas as letras (Mateus, Lucas, todos estão de prova), que eles também iriam para o paraíso. Você acha mesmo que eu seria a favor da redução da maioridade penal?

Soube que vocês estão me esperando voltar à terra. Más notícias, pastor. Já voltei algumas vezes. Vocês é que não perceberam. Na Idade Média, voltei prostituta e cristãos me queimaram. Depois voltei negro e fui escravizado -os mesmos cristãos afirmavam que eu não tinha alma. Recentemente voltei transexual e morri espancado. Peço, por favor, que preste mais atenção à sua volta. Uma dica: olha para baixo. Agora mesmo, devo estar apanhando -de gente que segue o senhor.

Querido pastor, sermão de Jesus a Malafaia, via Gregorio Duvivier | TIJOLAÇO | “A política, sem polêmica, é a arma das elites.”

11/09/2014

As mentiras da Marina não suportam um simples “colar e pesquisar” no Google

Filed under: Bíblia,Marina Silva,Mentira,Obsessão,Pinóquio — Gilmar Crestani @ 11:09 pm
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O que chama a atenção não é a mentira contumaz da Marina. Até aí, dá-se por ser ela uma política profissional. E como boa profissional da política, pula de galho em galho mais rapidamente dos que outras velhas raposas da política. Uma vez visitei o Instituo Psiquiátrico Maurício Cardoso. Vi lá pessoas que faziam as afirmações mais taxativas sem pejo e sem desviar o olho.

Será que Marina Silva desconhece o poder da Internet? Será que ela não sabe que tudo o que ela diz pode ser descoberto com alguns clics? E se sabe e continua mentindo prova que ela precisa do seu lado mais de um psiquiatra do que de uma banqueira. Não há dinheiro que limpe a barra de uma mentirosa contumaz.

Esta obsessão pela mentira, contando com a complacência da plateia, foi levada ao paroxismo por Paulo Francis. Em seus textos multiplicava citações, misturando autores e frases, sem qualquer lastro com a realidade. De imaginação fértil, Paulo Francis  contava com o silêncio da velha mídia para a qual passou a trabalhar, num tempo em que não havia internet. Hoje as patacoadas de um Paulo Francis seria tão anacrônicas quanto as afirmações definitivas que Marina descanta no verso seguinte.

Dia sim outro também Marina vai ficando cada vez mais parecida com Pinóquio!

Marina Silva não contrariou projeto de bíblias em bibliotecas

qui, 11/09/2014 – 19:05

Atualizado em 11/09/2014 – 19:05

Jornal GGN – O blog Preto no Branco, de checagem sobre o que é discursado ou respondido pelos candidatos à presidência, mostrou que Marina Silva (PSB) mentiu ao afirmar que deu parecer contrário a um projeto de obrigar bíblias em bibliotecas públicas. Segundo os registros, ela foi relatora do projeto e não deu qualquer parecer.

De O Globo

Marina e bíblias

Por Letícia Fernandes

Na sabatina realizada nesta quinta-feira, 11 de setembro, pelo GLOBO, a candidata do PSB à Presidência, Marina Silva, falou sobre um projeto de lei do deputado Filipe Pereira (PSC-RJ) que dispunha "sobre a obrigatoriedade de manutenção de exemplares da Bíblia Sagrada nos acervos das bibliotecas públicas". Nesse momento, ela afirmou:

"Me deram um relatório de um projeto que obrigava a colocar bíblias em todas as bibliotecas. Eu dei parecer contrário"

Segundo "tramitação" registrada no site do Senado, a ex-senadora Marina Silva foi relatora do Projeto de Lei da Câmara n° 16, de 2009, julgado pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania da Casa, e não deu qualquer parecer sobre a matéria.
Como relatora, Marina recebeu o projeto em 19 de março de 2009. Mas, um ano depois, em 20 de dezembro de 2010, devolveu o projeto por conta do fim da legislatura.

Em um parecer posterior, de 2011, o então relator, senador Marcelo Crivella (PRB-RJ), destacou, na página 2, que "o projeto foi despachado inicialmente a esta CCJ e distribuído à relatoria da Senadora Marina Silva que, no entanto, até o encerramento da Legislatura passada, não chegou a apresentar o seu relatório".

Marina Silva não contrariou projeto de bíblias em bibliotecas | GGN

01/09/2014

Com a Bíblia na mão Marina fará o povo lembrar do Marques de Sade

Filed under: Banco Itaú,Bíblia,Marina Silva,Pentecostalismo — Gilmar Crestani @ 8:20 am
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Marina jatinhoQuando leio que a Marina usará a Bíblia para governar, como nesta matéria da Folha de São Paulo, me lembro dos meus tempos de seminarista. Li a Bíblia de cabo a rabo. A expressão é esta mesmo, também na Bíblia cabe muito rabo, como aquele da Judith que ia nos campos de centeio e volta com a bolsa cheia. Como este pentecostalismo de meia tigela aplica tudo ao pé da letra, Marina faz crer que ela vai ao Banco Itaú para fazer a mesma coisa que Judith nos campos de centeio. A diferença é que a personagem bíblica se prostituía para sustentar a própria família, enquanto Marina quer prostituir toda nação.

Outra passagem bíblica que se presta para o momento está no Livro de Tobias. Quando ele chegava em casa, seu cachorro balançava o rabo. Quando a providência divina deixou Eduardo Campos sozinho no avião, Marina sorriu e seus amestrados, balançam o rabo.

Enquanto tenho fé de menos, Marina fé de mais!

Decidindo com a fé

Evangélica desde o fim da década de 90, Marina Silva costuma recorrer à Bíblia para tomar decisões em momentos difíceis, como quando virou vice de Campos

NATUZA NERYRANIER BRAGONANDRÉIA SADIDE BRASÍLIA

Em momentos difíceis, a presidenciável Marina Silva (PSB) costuma recorrer em seu processo decisório à orientação de uma companheira que esteve ao seu lado em boa parte de seus 56 anos de vida, a Bíblia.

Católica que quase se tornou freira na adolescência, ela converteu-se à fé evangélica no fim da década de 1990. Adotou o pentecostalismo, corrente que professa a intervenção direta do Espírito Santo na vida das pessoas, após receber de médicos "a terceira sentença de morte" devido a problemas de saúde.

Curada, segundo diz, graças a uma mensagem divina, Marina Silva é, desde 2004, missionária da Assembleia de Deus do Plano Piloto (Novo Dia), na capital federal. Antes, pertenceu à Assembleia Bíblica da Graça, de Brasília.

Em pelo menos dois momentos serviu-se da chamada "roleta bíblica" para tomar decisões. Trata-se de uma escolha aleatória de versículos das escrituras para obter orientação espiritual.

Uma delas, conforme um auxiliar próximo, foi na madrugada de 4 de outubro de 2013, horas antes de surpreender o mundo político com o anúncio da adesão ao projeto presidencial de Eduardo Campos (PSB).

O então governador de Pernambuco, morto em um acidente aéreo no último dia 13, também relatou à Folha, na ocasião, que a união decorrera de uma inspiração bíblica.

A outra experiência é descrita em sua biografia autorizada, "Marina, a Vida por uma Causa", de Marília de Camargo César (Editora Mundo Cristão, 2010).

Antes de concordar com o livro, Marina precisou "ouvir a opinião de outra pessoa". "Levantou-se do sofá e foi buscar uma Bíblia", descreveu a autora. O aval para o projeto veio após "um recado pessoal de Deus", expresso no salmo obtido na abertura aleatória.

"Ela, para tomar uma decisão, santo Deus, demora, porque, além de consultar a terra, ela tem que consultar o céu. Tem de ouvir todo mundo, aí amadurece", afirma a pastora Valnice Milhomens, da Igreja Nacional do Senhor Jesus Cristo, amiga de oração há mais de uma década. "Ela nunca [misturou fé e política], não faz parte da bancada evangélica."

Apesar da forte religiosidade, Marina sofre resistência de setores da igreja por não se posicionar firmemente em questões como aborto e casamento gay. Entretanto, desidratou sua proposta para a comunidade LGBT em meio a críticas do pastor Silas Malafaia na internet no sábado (30).

Nos tempos de ministra do Meio Ambiente (2003-2008), além de frequentar cultos junto a servidores nas dependências do ministério, costumava levar pastores para orar pelo então presidente Lula.

Sobre o acidente de Eduardo Campos, atribuiu à "providência divina" o fato de não ter embarcado no avião.

REVELAÇÃO

A relação de Marina com a religião começou no catolicismo, pelas mãos da avó paterna, quando vivia no paupérrimo seringal Bagaço (AC), a 70 km de Rio Branco.

Vítima seguidas vezes de malária, hepatite, leishmaniose e contaminação por metais pesados (como mercúrio) que a levam até hoje a ter uma dieta bastante restrita, a presidenciável diz ter tido a epifania que a levaria a se tornar evangélica após mais um problema de saúde, em 1997.

Foi seu médico quem a colocou em contato telefônico com um jovem pastor da Assembleia de Deus, André Salles. "Achava que aquilo era uma coisa fora do prumo para um médico", relatou Marina em um vídeo de pregação disponível na internet. "Aí o pastor André falou para mim: Olha, eu tenho o dom de revelação do Espírito Santo’."

O pastor André Salles hoje está em uma igreja de São Paulo, a Plenitude do Trono de Deus, que tem como um de seus principais pregadores convidados o deputado Marco Feliciano (PSC-SP), protagonista de polêmicas com ativistas LGBT na Comissão de Direitos Humanos.

Marina então se converteu à Assembleia de Deus e, dois anos depois, ainda doente, disse ter tido uma revelação divina na fila da unção para os enfermos da igreja.

Veio à sua mente as letras "DMSA". Lembrou-se mais tarde se tratar de um remédio dos EUA que se recusara a tomar anos antes. Ela tomou a droga, e o mercúrio em seu corpo foi reduzido.

O atual pastor presidente da igreja de Marina, Hadman Daniel, afirma que a ex-senadora não precisa de guia espiritual. "Ela tem o relacionamento dela com Deus, ela conhece Deus."

Segundo ele, Marina recorre à igreja em momentos difíceis, como quando aceitou ser vice de Campos e quando um incêndio se abateu sobre a região Norte ainda na gestão dela no ministério. "Nós oramos. Choveu no mesmo dia, em um tempo que não era de chuva", conta Daniel.

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