Ficha Corrida

25/07/2016

Plebiscito separatista é para poderem comemorar mais uma derrota

O hino rio-grandense é a única música para muitos gaúchos. Mas, de tão embotados, sequer se dão conta, ou quiçá por isso, do que cantam: “povo que não tem virtude acaba por ser escravo”, e “sirvam nossas façanhas de modelo a toda terra”. Tudo isso vem sendo cuidadosamente cevado, por anos a fio, pela RBS. Os negros e índios viraram escravos porque “não tem virtude”?! Que façanha deve ser vista por toda terra além do Manpituba? A derrota dos farroupilhas?!

Pois é, então vamos buscar algumas razões para separar do Brasil os três estados do sul:

A Ponte da Amizade com o Paraguai, por onde um dos heróis da república separatista fazia escambo, Newton Ishii?!

Álvaro Dias como nosso embaixador no Paraguai?!

Beto Richa e Yeda Crusius, com Fernando Francischini, de executivo, seriam exemplos para a educação do novo país?!

Lírio Parisotto para a Secretaria das Mulheres?!

Se Paulo Odone fosse o Presidente do novo país, a OAS construiria todas as sedes. O primeiro decreto seria para financiar a compra da Arena pelo Grêmio só para depois poder vender o Grêmio e a Arena juntos para a empreiteira do Piffero;

Luis Carlos Heinze cuidaria da nossa Funai e da igualdade racial?!

Luis Carlos Prates seria responsável pelo trânsito?!

A família Germano ocuparia, além da distribuição de Biscoitos Zezé, também dos assuntos da famiglia?!

O Gerdau cuidaria, além da fábrica de parafusos financiada pelo FUNDOPEN, também dos julgamentos do CARF?!

Augusto Nardes seria o Presidente do nosso tCU?!

Nosso banco central seria comandado pelos donos ou pelos correntistas do Portocred?!

PP gaúcho cuidaria do braço gaúcho da Petrobrás ou daria origem ao ramo da Família Real!?

O presidente do parlamento seria Jardel?!

Se não temos mais a CRT o que o PMDB terá de entregar à RBS?!

Sem IBOPE ou DataFalha, a CEPA terá exclusividade para abastecer a RBS com pesquisas?

Olívio Dutra seria conduzido coercitivamente para qual presídio, de Charqueadas, Presídio Central ou Ilha do Presídio?!

Políbio Braga seria o porta-voz?

O Tiririca da Serra seria Ministro das Obras da Tumeleiro?!

Rodin seria considerado herói da nova pátria?

Só tenho uma certeza: a vitória dos separatistas garantiria a continuidade das comemorações pela perda da Revolução Farroupilha, mas logo esqueceriam a vitória plebiscitária.

Grupo organiza plebiscito informal para separar o Sul do resto do Brasil

Edu Andrade – 22.jul.2016/Folhapress

Os separatistas Gilberto Miranda, Edison Estivalete Bilhalva, Anidria Rocha e Liziney Barreiro

Os separatistas Gilberto Miranda, Edison Estivalete Bilhalva, Anidria Rocha e Liziney Barreiro

PAULA SPERB
DE COLABORAÇÃO PARA A FOLHA, EM PORTO ALEGRE

25/07/2016 00h58

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A gaúcha Anidria Rocha, 46, administra 20 grupos de Whatsapp e acompanha centenas de outros. O requisito para fazer parte é simpatizar com a causa "O Sul é Meu País", que deseja separar Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul do Brasil.

Moradora de São Jerônimo (a 70 km de Porto Alegre), a empresária lidera o movimento que organiza um plebiscito informal marcado para outubro, com 4.000 "urnas" nos três Estados.

A votação ocorrerá no dia 2 de outubro, simultaneamente às eleições municipais, das 8h às 17h. As urnas estarão a pelo menos cem metros dos colégios eleitorais.

A cédula fará a pergunta: "Você quer que o Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul formem um país independente?".

A meta é alcançar 1 milhão de pessoas, o equivalente a 5% dos eleitores do Sul. Voluntários irão bancar custos de urnas e cédulas.

Segundo o promotor gaúcho Rodrigo Zilio, do gabinete eleitoral, a votação não tem legalidade, mas é permitida. Para ter algum valor, o plebiscito deveria seguir a lei 9.709, o que exigiria que fosse aprovado pelo Congresso e sob regulação da Justiça Eleitoral.

PELO MUNDO

O grupo argumenta que movimentos separatistas são comuns. "Falam em 400 movimentos por independência no mundo. A cada ano, três ou quatro países se separam", diz Anidria.

O último país a se tornar independente foi o Sudão do Sul, em 2011. Além deste, ela cita Namíbia, Timor-Leste, Eritreia e Palau como frutos de processos de separação.

Apesar de o primeiro artigo da Constituição definir que a república brasileira é "formada pela união indissolúvel dos Estados", o grupo pretende pleitear a ideia junto a órgãos internacionais.

Além da ONU, o resultado será levado para a Unpo, organização internacional que defende minorias não reconhecidas e seus territórios.

Os militantes comparam a iniciativa com o desejo separatista da Catalunha, na Espanha. Um jornal catalão publicou em março matéria com o título "El sur de Brasil sigue los pasos de Catalunya".

O movimento sulista, porém, é mais jovem. Foi fundado há 23 anos, em um congresso em Laguna (SC), com o liderança de Adílcio Cadorin, ex-prefeito da cidade.

‘XENOFOBIA’

O historiador Tau Golin, da UPF (Universidade de Passo Fundo), define o ato como "xenófobo". "É um movimento antibrasileiro que mostra a dificuldade certos grupos têm de se integrar à nação".

Os separatistas, diz, "não admitem a ideia de pluralidade" e consideram descendentes de italianos e alemães, comuns no Sul, como "especiais" ou "raça superior".

O atrito ecoa no MTG (Movimento Tradicionalista Gaúcho). Para o autor de músicas típicas gaúchas Daniel Brasil, 54, o MTG não defende abertamente o separatismo.

"Os caras comemoram uma coisa que ninguém ganhou nada", diz o artista sobre a Revolução Farroupilha, que queria criar a República Rio-Grandense e declarar independência do Império.

A disputa foi perdida, mas é intensamente comemorada em setembro pelos gaúchos. "Quando conseguirmos separar o Sul, eu mudo meu sobrenome", brinca Brasil.

23/12/2015

Para delírio do Aécio, PSDB paranaense vira pó

O Napoleão das Alterosas deve estar em delirium tremens com a notícia. Em síndrome de abstinência eleitoral, o candidato à Miss Colômbia, provavelmente esteja indo rumo ao aeroporto de Cláudio para pegar o avião do Estado, que lhe é de direito divido, para rumar a CUritiba.

PSDB é um partido que bate. Aécio bate cabeça, FHC, como Atlas, se debate com o fardo de seu passado corrupto, Beto Richa bate em professor, Geraldo Alckmin bate em aluno.

Vem daí a explicação para sua enlouquecida cavalgada em busca do golpe paraguaio… Bater em Dilma!

Os ratos já começam abandonar o navio fantasma… Aliás, por falar em fantasma, onde está o valentão das Araucárias, também conhecido por fujão, Fernando Francischini?!

Contra efeito Richa, Dias vai deixar o PSDB

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Segundo o colunista Ilimar Franco, o senador Álvaro Dias está de malas prontas para o PV; desembarca do PSDB para fugir da brutal queda de avaliação do governador Beto Richa no Paraná; com o Estado ‘quebrado’, a reeleição do tucano também foi marcada pelo massacre da PM em protesto de professores em Curitiba, que deixou mais de 200 professores feridos; além disso, seus aliados afirmam que a intenção de Dias é disputar as eleições presidenciais em 2018; o PV lançou Eduardo Jorge (SP) em 2014; o governador tucano de São Paulo, Geraldo Alckmin, também mantém conversas com o PSB para uma eventual filiação, de olho em 2018

23 de Dezembro de 2015 às 06:30

247 – Mais um nome de peso do PSDB se prepara para ‘abandonar o navio’. Segundo o colunista Ilimar Franco, o senador Álvaro Dias está de malas prontas para o PV. Desembarca do PSDB para fugir da brutal queda de avaliação do governador Beto Richa no Paraná.

Com o Estado ‘quebrado’, a reeleição do tucano também foi marcada pelo massacre da PM em protesto de professores em Curitiba, que deixou mais de 200 professores feridos.

Além disso, diz, seus aliados afirmam que sua intenção é disputar as eleições presidenciais em 2018. O PV lançou Eduardo Jorge (SP) em 2014.

O governador tucano de São Paulo, Geraldo Alckmin, também mantém conversas com o PSB para uma eventual filiação, de olho em 2018. Reclama que se sente preterido na gestão de Aécio Neves.

Contra efeito Richa, Dias vai deixar o PSDB | Brasil 24/7

29/09/2015

Corrupção generalizada na República das Araucárias

PARANÁDe cabo a rabo, de fio a pavio, a República das Araucárias não é República, é Ré Pública. Então, ai que ódio do PT!

Tudo culpa do PT, da Dilma e do Grande Molusco. A Folha até mostra a corrupção, mas não criminaliza os corruptos. Tudo é lavado, no melhor estilo HSBC, na linguagem mais asséptica possível. Quase como se estivesse pedindo perdão por mostrar o de sempre. Como não há ninguém do PT na reportagem, faz-se de conta que é um problema menor. Agora comparece-se o que está nas entrelinhas da reportagem com a condenação à José Genoíno. Pelo teoria do domínio do fato aplicada ao José Dirceu teriam de fechar o Estado do Paraná entrega-lo ao Paraguai. E ainda pedirem desculpas pelo presente de grego…

Não é que não haja corruptos no PT. Não se trata de tapar o sol com a peneira, mas observa-se o tratamento diferenciado quando a corrupção é praticada pelos queridinhos da grupos mafiomidiáticos. Não criminalização dos partidos envolvidos, muito menos e cobrado dos líderes partidários explicações a respeito da corrupção praticada por seus membros.

Por que ninguém cobra do Fernando Francischini que explique o que seu partido, o Solidariedade, está fazendo no Paraná para punir seus corruptos. Neste caso, não é só a mídia que de forma vexaminosa se mostra solidária com os corruptos, o partido do Francischini também faz jus ao nome. Por que não cobram do governador Beto Richa? Seria porque ele é do PSDB?

Fica por demais evidente que a obsessão em marcar na paleta do PT como partido corrupto diz respeito à uma prática surrada de julgar os outros tomando a si por medida. É diversionismo, uma cortina de fumaça para encobrir os que sempre se locupletaram com a corrupção. Quando atacam o PT, não se trata de combater a corrupção, querem apenas eliminar a concorrência da corrupção.

ONGs fraudulentas fazem papel de prefeituras no PR

TCE quer devolução de R$ 82 mi repassados a entidades por municípios

Entre casos examinados pelo tribunal de contas estão organizações com endereços fictícios ou conexões políticas

ESTELITA HASS CARAZZAIDE CURITIBA

Elas recebem milhões do poder público. Não pagam impostos, e algumas não têm sequer funcionários. Formaram no interior do Paraná o que o TCE (Tribunal de Contas do Estado) classificou de "indústria de ONGs", que assumem tarefas de prefeituras e atuam de forma fraudulenta.

Nos últimos três anos, organizações sem fins lucrativos movimentaram ao menos R$ 400 milhões em contratos com prefeituras do Estado. O TCE ordenou que 12 delas devolvam R$ 82 milhões e aplicou R$ 7 milhões em multas.

"É um filão. O dinheiro escoou diretamente para o bolso de alguém", diz o presidente do TCE, Ivan Bonilha.

Na prática, as Oscips (organizações de interesse público) administram hospitais, contratam médicos e assistentes sociais, fazem a limpeza das ruas e cuidam de campanhas contra a dengue.

Tudo é feito sem licitação, por termos de parceria, que são previstos em lei.

"O modelo é constitucional, isso foi resolvido pelo STF [Supremo Tribunal Federal]", diz o advogado e consultor em terceiro setor Fernando Mânica. "O problema é que há uma lacuna legislativa, que abre caminho para a apropriação indevida por pessoas mal-intencionadas."

Entre as 12 Oscips condenadas pelo TCE, em pelo menos um caso, do Instituto Confiancce, auditores identificaram a subcontratação de empresas fantasmas, que ficavam no meio de um matagal ou em endereços fictícios.

Em outros casos, há vínculos políticos entre as organizações e gestores públicos.

Em São Miguel do Iguaçu, o Instituto Confiancce subcontratou, em 2010, a empresa de um vereador, Marquinhos Murbak (SD), para a limpeza das ruas da cidade.

O prefeito à época, Armando Polita (PMDB), orientava como e quando seriam feitos os pagamentos. Eles negam irregularidades.

Em Corbélia, a fundação da Indecorb foi prestigiada pelo então prefeito Eliezer Fontana (PP) –que, em seguida, firmou com a ONG parceria de R$ 5,8 milhões nas áreas de saúde e assistência social.

"Fica evidente que ela foi criada para atender os interesses da administração municipal", escreveram os auditores. O ex-prefeito, que deve recorrer, nega e diz que a prestação de serviços foi comprovada.

Nesta semana, o TCE encaminhou ao Ministério da Justiça pedido para que oito Oscips tenham sua certificação cancelada –o que, atualmente, as isenta de impostos.

A lista inclui organizações que foram multadas pelo órgão 18 anos atrás. Pelo menos seis delas já foram acionadas na Justiça estadual.

29/07/2015

Alckmin & Richa: PSDB senta com PCC e bate em professor

PCCO PSDB sempre se mostrou refratário ao Bolsa Família, mas, ao que parece, nunca negou a Bolsa PCC. De onde vem esta preferência por bater em professor e confraternizar com bandidos? A virtude de conviver pacificamente com o crime organizado tem alguma influência o entendimento de parcela do Poder Judiciário, como diria Jorge Pozzobom, de que o PSDB goza de imunidade? Ou seria porque os crimes praticados pelo PCC são contra a pessoa, algo “menor” para a mentalidade tucana, se comparados aos crimes contra o patrimônio, conceito caro à massa cheirosa?!

Só midiotas empedernidos continuam acreditando na canonização do PSDB e na criminalização do PT diuturnamente perpetrado pelos assoCIAdos do Instituto Millenium.

Deputados vão convocar envolvidos no caso PCC

ALEXANDRE HISAYASU

ALEXANDRE HISAYASU – O ESTADO DE S. PAULO

29 Julho 2015 | 03h 00

Delegado José Luiz Ramos Cavalcanti, que revelou acordo com a facção em 2006 em depoimento, e ex-secretário devem depor

A Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa de São Paulo vai convocar o delegado José Luiz Ramos Cavalcanti, o ex-secretário de Administração Penitenciária Nagashi Furukawa e a advogada Iracema Vasciaveo para prestar esclarecimentos sobre o acordo firmado entre o Estado e o chefe do Primeiro Comando da Capital (PCC), Marco Willians Herbas Camacho, o Marcola, para encerrar os ataques da facção contra policiais civis, militares e agentes penitenciários, em maio de 2006.

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A convocação foi anunciada pelo deputado Raul Marcelo (PSOL), integrante da comissão, após o Estado ter revelado, na segunda-feira, o conteúdo do depoimento do delegado Cavalcanti. No processo 1352/06, aberto para apurar a ligação de advogados com o PCC, ele afirmou que, no dia 14 de maio de 2006, dois dias após o início dos atentados, foi chamado para uma missão oficial. E deu detalhes do encontro entre governo e facção criminosa, com exigências e garantias. Na ocasião, o Estado já contabilizava dezenas de policiais mortos e de delegacias atacadas por bandidos.

“Temos a obrigação de esclarecer esses fatos. Se não é aceitável sentar na mesma mesa com um representante de uma facção criminosa, quanto mais fazer acordo”, disse Marcelo. Segundo o parlamentar, os requerimentos para a convocação serão feitos na semana que vem, quando termina o recesso parlamentar. O então secretário de Segurança Pública, Saulo de Castro Abreu Filho, e o ex-governador Claudio Lembo serão chamados posteriormente.

Marco Willians Herbas Camacho, o Marcola

Marco Willians Herbas Camacho, o Marcola

O deputado Zé Américo (PT), membro da Comissão de Fiscalização da Assembleia, afirmou ontem que convidará o atual secretário de Segurança Pública, Alexandre de Moraes, para prestar esclarecimentos. O governo Geraldo Alckmin (PSDB) e todos os envolvidos no caso negam qualquer tipo de acordo com o PCC.

Em 2006, parte dos líderes do PCC – cerca de 750 presos – havia sido isolada no Presídio de Presidente Venceslau 2 e a outra, 17 homens, incluindo Marcola, estava no Departamento de Investigação Contra o Crime Organizado (Deic) para depor. Depois, Marcola foi transferido para o Regime Disciplinar Diferenciado (RDD), no Presídio de Segurança Máxima, em Presidente Bernardes.

Proposta. A advogada Iracema Vasciaveo, presidente da ONG Nova Ordem, que defendia o direito dos presos, apresentou uma proposta da liderança dos criminosos que estavam nas ruas: se ficasse comprovado que Marcola não tinha sido torturado pela polícia e que os presos rebelados em diversos presídios não fossem agredidos, os ataques seriam encerrados. Iracema propôs ir até o presídio para tentar convencer Marcola a aceitar a proposta.

A cúpula das Secretarias de Segurança Pública e da Administração Penitenciária aceitou. Cavalcanti foi um dos escolhidos para representar o Estado na missão. Além dele, um coronel da PM e o corregedor da Secretaria de Administração Penitenciária (SAP), Antonio Ruiz Lopes, foram designados para acompanhar a advogada. Com autorização do então governador Claudio Lembo, todos seguiram até Presidente Prudente no avião da Polícia Militar.

No presídio, ainda segundo Cavalcanti, Iracema tentava convencer Marcola a falar ao celular e avisar os presos que estava bem. Depois de muita insistência, ele concordou e mandou chamar o preso Luis Henrique Fernandes, o LH, que recebeu a ordem de dar o recado.

Segundo Cavalcanti, LH pegou o celular da advogada, que já tinha um número gravado, conversou com um criminoso e avisou que os ataques poderiam parar. Por fim, o delegado explicou que os ataques cessaram no dia seguinte ao encontro com Marcola.

08/07/2015

Crime premeditado: cacetada pode; pedalada, não!

Beto BurristaQuem é o sujeito de “Geha foi repreendido e destituído do comando da ação”? Lula, claro, ou a Dilma. Se não foi nenhum destes, certamente foi alguém do PT, diria Fernando Francischini, Beto Richa, Aécio Neves, Álvaro Dias, FHC, José Serra, Geraldo Alckmin ou a Folha. Claro, e onde mais isto poderia estar acontecendo senão no Estado onde os sociopatas estão na vitrine?!

Como foi premeditado no seio do partido queridinho da mídia, Poder Judiciário, Polícia Federal e Ministério Público, o jornal porta-voz da bandidagem tucana também se encarrega de construir, no meio da reportagem, a justificativa: “A lei gerou uma economia bilionária ao governo, que enfrenta uma crise financeira.” Quer dizer dar pedaladas fiscais é crime, se feitas pela Dilma, mas se forem pauladas nos professores, pelo PSDB, pode? Esse é o sentido da frase da Folha. A voz passiva empregada é a sentença de absolvição de quem exonerou o comandante: “Na terça, porém, após conduzir negociação para aproximar o carro de som dos manifestantes da Assembleia, Geha foi repreendido e destituído do comando da ação.” Embora o tCU ainda sequer tenha se manifestado, todo dia a velha mídia insiste em dizer que Dilma deu uma pedala fiscal. Criam na cabeça das pessoas aquilo que os a$$oCIAdos do Instituto Millenium querem usar de subterfúgio lacerdista para cassar o poder, e quiçá o mandato, e colocar no lugar o toxicômano das alterosas. Aquele que acha que a Presidência lhe pertence por direito divino.

Lei Rubens Ricúpero 

O que me deixa indignado em relação ao comportamento de nossa velha mídia é este tergiversionismo quanto envolve violência de seus parceiros ideológicos. E é um comportamento que vem desde sempre, a começar pelo Massacre de Eldorado dos Carajás

Fosse um governo de esquerda, no título já estaria a criminalização do partido e o nome de quem os coxinhas precisariam linchar. Para o PSDB, continua a aplicação da lei perpetrada nos estúdios da Rede Globo, entre Carlos Monforte e Rubens Ricúpero: “o que é bom a gente mostra, o que é ruim a gente esconde”.

Estou convencido que os bandidos mais perigosos não são os entregadores de pó, como Fernandinho Beira-Mar. Estes só entregam aos celerados que consomem. Quem, além de consumir o produto do Beira-Mar endossa crimes e incentiva golpe, criminaliza inocentes e alcovita bandidos é criminoso infinitamente mais perigoso. Afinal, o que é pior, entregar cocaína ao Casagrande ou insuflar golpe de Estado? Até porque Casagrande se limpou, mas seus patrões, não. Continuam fazendo editorial clamando por golpe de Estado.

Como no caso do helipóptero, que, num passe de mágica, virou pó no noticiário, as barbaridades do PSDB em direção ao golpe, inclusive o massacre de professores, são todas perdoadas. É por isso que um Napoleão de hospício, como Aécio Neves, como um alucinado pela síndrome de abstinência, perpetra os mais absurdos atropelos éticos, linguísticos e institucionais e, como se fosse um inimputável, nada lhe é cobrado, como se o aloprado das alterosas não fosse um ex-candidato à Presidência e Presidente do PSDB.

Ou o Brasil acaba com as bestas golpistas encasteladas nos grupos mafiomidiáticos, ou eles ainda vão reimplantar outra ditabranda, digo, ditadura.

Coronel alertou sobre ‘abuso’ antes de ação policial no Paraná

Geha foi afastado no dia anterior ao confronto com professores

ESTELITA HASS CARAZZAIDE CURITIBA

Comandante inicial da operação que deixou quase 200 feridos num protesto contra o governo Beto Richa (PSDB), o coronel da Polícia Militar do Paraná Chehade Elias Geha alertou os superiores sobre o "flagrante abuso de autoridade" da ação e acabou afastado um dia antes do confronto, em abril.

Geha depôs ao Ministério Público do Estado sobre o episódio, no qual manifestantes, a maioria professores, foram alvos de balas de borracha.

Ele era um dos militares a cargo da operação, que pretendia impedir a invasão da Assembleia e permitir a votação do projeto que alterou a previdência dos servidores. A lei gerou uma economia bilionária ao governo, que enfrenta uma crise financeira.

Em mensagem de celular ao então subcomandante-geral da PM, Geha disse que impedir o acesso aos arredores do prédio criaria "um grave problema" para "a imagem do Estado, governo, PM e da segurança da Assembleia".

"Não vejo como impedir o acesso de pessoas, caminhão de som, montagem de barracas. Nossa missão é garantir que a Assembleia não seja invadida e, caso ocorra, reintegrar a mesma. Outras providências caracterizam abuso de autoridade", escreveu ele.

O plano das autoridades era impedir a circulação e manifestação de pessoas no entorno da Assembleia. O governo queria "blindar" o prédio, invadido no início do ano por manifestantes.

Geha se opôs ao plano. "Gostaria que reestudassem o que planejaram anteriormente", escreveu no domingo, a três dias da operação.

Na segunda, Geha se reuniu com o então secretário de Segurança, Fernando Francischini, e com o comando da polícia e fez novos alertas.

Na terça, porém, após conduzir negociação para aproximar o carro de som dos manifestantes da Assembleia, Geha foi repreendido e destituído do comando da ação.

Segundo a Promotoria, a "abrupta e temerária" mudança no comando mostra que as autoridades estavam dispostas "a utilizar seu poderio militar para impedir qualquer manifestação democrática".

Na semana passada, o órgão ingressou com ação de improbidade contra Richa, Francischini e quatro comandantes da operação, por violarem o direito à reunião e à livre manifestação.

OUTRO LADO

A PM informou que não iria comentar a troca de comando, pois investiga a operação num inquérito próprio, que deve ser concluído até o final do mês. Richa refuta as acusações. Geha não quis dar entrevista.

17/06/2015

Vetado na Venezuela, Aécio pode visitar presos do governo Richa

Deu no blog do ESMAEL MORAIS uma dica de viagem para o reis do aeroportos particulares, Aécio Neves. Diz-se que ele não vai lá para criticar Madura. Ele vai sugerir a construção de aecioportos… A dúvida é se ele estava querendo ir mesmo para a Venezuela ou seria para a Colômbia. Turismo às vezes tem disso. Depois de protestar contra Madura na Venezuela, Aécio deve peregrinar à Colômbia para rezar ao Padim Pablo Escobar!

Se preferir o Paraná, Aécio poderá visitar a cunhada do Vaccari. Ou atravessar a Ponte da Amizade cantando Língua de Trapo: Tudo para o Paraguai

16 jun 2015 – 22:30

maduro_aecio_richaOs senadores Aécio Neves (MG) e Aloísio Nunes (SP), ambos do PSDB, foram impedidos de pousar com jato da FAB (Força Aérea Brasileira) na Venezuela, onde visitariam presos oposicionistas ao governo de Nicolás Maduro.

Segundo o senador Roberto Requião (PMDB-PR), os tucanos só conseguirão autorização para aterrissar a aeronave militar se antes visitarem os presos do governo Beto Richa (PSDB).

“Venezuela só para licença de pouso para avião de Aécio se antes passar no Paraná para visitar os presos do governo do Beto Richa”, ironizou o peemedebista em uma tuitada ácida.

No Paraná, mais de uma centena de integrantes graduados do governo Beto Richa estão presos por cobrarem propina ou participar de esquema de corrupção contra o erário. Todos os chefes de fiscalização indicados pelo tucano estão na cadeia e, curiosamente, a arrecadação do estado cresceu nesse período.

Vetado na Venezuela, Aécio pode visitar presos do governo Richa | Esmael Morais

12/06/2015

Entenda porque é do Paraná que saem os ataques a Lula e ao PT

A proximidade com o Paraguai fez do Paraná, por osmose e identidade política, um laboratório de tentativas golpistas. Álvaro Dias, Fernando Francischini, Beto Richa são da terra que acolheu o exílio do ditador Alfredo Stroessner. O abrigo ao ditador rendeu lições que agora estão sendo postas em prática. E não estou falando no massacre dos professores. Aliás, a violência contra professores é bem vendida pela Veja, quando publica que precisamos de “menos escolas, mais prisões”. Enquanto não entendermos a linha de montagem entre os pregadores ideológicos da Veja e as práticas de seus parceiros na política jamais conseguiremos nos desvencilhar dos fascistas incrustados nas instituições públicas como se está vendo no Paraná.

O grupo Língua de Trapo canta que pela Ponte da Amizade tudo pode, “PÓde cocaína, Póde Guaraná”. O golpe paraguaio no Fernando Lugo foi mais rápido que emissão de multa de trânsito. É mais fácil derrubar um presidente no Paraguai do que o Aécio Neves fazer o teste do bafômetro no Brasil.

Como diria o Jorge Pozzobom, o PSDB goza de imunidade judiciária. Tudo PÓde. Diante da máquina montada para derrotar o PT, vê-se que no Paraná não é apenas a incubadora de vícios paraguaios, mas também de locupletamento com toda sorte de crimes. Como não há nenhum movimento nos governos Lula e Dilma para impedir investigações, o PSDB resolveu instrumentalizar seus simpatizantes nas instituições públicas para desencadear toda sorte de acusações daquilo que põe em prática. É o velho ditado latino ("Acometter, pera vencer") em ação: “a melhor defesa é o ataque”. Enquanto vende, em parceria com os mesmos grupos que deram sustentação à privataria e  à ditadura, que o PT, Lula e Dilma são os problemas do Brasil, no Paraná montam esquema de exploração sexual, de ataque aos professores, e de apropriação das receitas fazendárias. Por aí se entende porque é do Paraná que partem toda sorte de acusações. O laboratório made in Paraguai é apenas uma tática diversionista. Enquanto atacam, o PSDB e seus agentes praticam exatamente o que acusam adversários.

E se tudo isso acontece sem que haja qualquer tipo de reação da sociedade é  porque essa mesma sociedade prefere um narcotraficante da Presidência da República do que qualquer pessoa ligada ao PT. Para a direita brasileira, pode ser ditador, bêbado, toxicômano, ladrão, bandido, só não pode ser do PT. Pode ser Fernandinho Beira-Mar, Aécio Neves, Silas Malafaia, Marco Feliciano ou FHC que não faz a menor diferença. Só não pode ser Lula.

Primo de Richa é filiado ao PSDB de Londrina

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Empresário Luiz Abi Antoun se entregou na noite desta quinta-feira (11) na sede do Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado), após mandado de prisão por suspeita de corrupção; além de ser primo, ex-assessor parlamentar e amigo do governador do Paraná Beto Richa, ele é filiado ao PSDB de Londrina

12 de Junho de 2015 às 07:43

247 – O empresário Luiz Abi Antoun, primo do governador do Paraná, Beto Richa (PSDB), suspeito de corrução, se entregou na noite desta quinta-feira (11) na sede do Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado), em Londrina (PR).

Além de ser primo, ex-assessor parlamentar e amigo de Richa, ele é filiado ao PSDB de Londrina. Sua prisão foi decretada na quarta-feira (10) e ele era considerado foragido até então.

A operação do Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime, vinculado ao Ministério Público) apura a existência de um esquema organizado que cobra propina de empresários do Paraná. Auditores exigiam dinheiro de empresários para abater ou anular dívidas.

Abi Antoun é considerado um dos mais influentes e importantes membros da organização criminosa, segundo denúncia dos promotores. "É evidente que Luiz Abi Antoun atua não apenas como ascendência sobre os maiores escalões da Receita, mas também com toda sua influência política no governo estadual", segundo trecho da denúncia do Gaeco.

O documento traz foto de Richa ao lado de Abi Antoun e de Márcio de Albuquerque Lima, companheiro de corridas do governador e ex-inspetor geral de fiscalização da receita. Lima foi preso na quarta-feira. A denúncia também aponta que dinheiro da propina recolhida dos empresários abasteceu a campanha de reeleição de Richa, em 2014. O PSDB e o governador tucano negam a denúncia.

Primo de Richa é filiado ao PSDB de Londrina | Brasil 24/7

24/05/2015

Vietnã? Não, Paraná!

OBScenas: o Vietnã é logo ali no Paraná!

Para Fernando Francischini e Beto Richa, professor é inimigo! E contra inimigo tanto faz Napalm ou Gás de Pimenta. Ou, como diria o velho Führer parodiando seu conterrâneo, Goethe: “Lich, mehr licht; gás, mais gás!”

Vietnã - Phan Thị Kim Phúc

Vietná das aruacárias
Vietna 2 Vietnã das Araucárias 2

06/05/2015

De República das Araucárias para República dos Ratos

Filed under: Ódio de Classe,Beto Richa,Fernando Francischini,PSDB — Gilmar Crestani @ 9:51 am
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É estarrecedor, não fosse trágico. Nada diferente do que se viu no RS no tempo do Cel. Mendes e da cruela Yeda Crusius. A violência institucional nos governos do PSDB é uma marca implantada ainda no Governo do FHC. Não é sem motivo que FHC descende gorilas. Não seria de se espantar se sobrasse para os soldados o que os facínoras engendram nos gabinetes. De toda sorte, o soldado que cegamente faz o que seu chefe manda já foi corretamente analisado no livro Os carrascos voluntários de Hitler.  Não se trata apenas dos soldados e capitães, mas da sociedade que dissemina ódio e se banha em sangue.

Quando ficamos sabendo que empresários como Frias, da Folha, Mesquita, do Estadão, não só apoiavam a ditadura, mas também presenciavam sessões de tortura, estupro e morte também se entende porque o Grupo Folha da Manhã, que edita a Folha, emprestava as peruas para esconder os corpos dilacerados que havia sido objeto de prazer sádico na véspera. Também se entende por que a sociedade que cultua a violência por prazer pessoal pede a maioridade penal. Por que não pedem pena de morte? Peçam pena de morte para Secretários de Segurança, do tipo Fernando Francischini, que mesmo tendo curso superior, casa, comida, educação, saúde e dinheiro no bolso comete insanidades injustificáveis, como massacrar professores públicos? Esta é, na minha opinião, a única situação em que se pode admitir pena de morte. Infelizmente, Jorge Pozzobom tem razão. Há justiça e inJustiças!

Colunista entrou na contramão da rua, Francischini na contramão da História

qua, 06/05/2015 – 07:58

Jornal GGN – Em 22 de janeiro de 2015, antes de terminar o primeiro mês do mandato de Beto Richa, Celso Nascimento, colunista do jornal Gazeta do Povo, publicava artigo em que relatava o apelo feito por um coronel da PM de que deveriam alertar o governador sobre o erro de nomear Francischini. Alertava o coronel que o nominado estava implantando a ‘cultura da violência’ no estado. O colunista ouviu o apelo mas não entendeu o real alcance do alerta profético recebido. Isso até ser vítima desta PM que agia com as unhas de Francischini. Leia o artigo a seguir.

Sugestão de Almeida

Um texto profético:

da Gazeta do Povo

Leia depoimento do colunista da Gazeta do Povo Celso Nascimento sobre as acusações feitas pelo secretário de Segurança Pública do Paraná, Fernando Francischini

Um secretário na contramão, por Celso Nascimento

Dia 15 de janeiro, precisamente às 14h34, toca o meu celular. Do outro lado da linha, o coronel Elizeo Furquim, presidente da Associação de Defesa dos Policiais Militares Ativos e Inativos (Amai), surpreendeu-me com o que disse: "Nascimento: precisamos urgentemente da sua pena! Você, como jornalista, pode nos ajudar: o governador ainda vai se arrepender de ter colocado esse Francischini na secretaria; ele está implantando a ‘cultura da violência’ nas polícias do Paraná. Vai dar porcaria. Precisamos alertar o governador".

Não tive consciência, naquele momento, de que tinha ouvido uma declaração profética: apenas sete horas depois, a partir das 21h30 do mesmo dia 15, experimentei pessoalmente a violência policial de que falara Furquim. Na escuridão de ruas mal iluminadas e mal sinalizadas do Prado Velho, bairro para mim praticamente desconhecido, cometi uma infração de trânsito: entrei numa contramão! Dei-me conta imediatamente do erro ao ver o fluxo contrário de veículos e, após trafegar poucos metros, já procurava uma guia rebaixada que me permitisse fazer o retorno à mão certa.

Neste momento, uma viatura do BPTran, com sirenes ligadas, encosta no meu carro. Dela saltam dois soldados apontando pistolas para mim e berrando: "Desce do carro!!! Desce do carro!!!" Embora sem entender a razão de tanto autoritarismo, cumpri obedientemente (nem teria como ser diferente, né?) a primeira ordem e recebi outras em seguida: "Mãos na cabeça!!! Encoste no carro!!! E a senhora saia daí e se afaste! Se afaste!!! (Referiam-se à minha mulher, professora Regina Freire Maia, que ocupava o banco do passageiro)."

Fui, então, submetido a uma vexatória revista corporal. Protestei educadamente. Meus resmungos, já que não conseguia completar uma frase, eram interrompidos com ordens do tipo "cala a boca", "fique quieto porque podemos prender você por desacato". Pediram-me os documentos. Prontamente lhes entreguei a Carteira de Habilitação e documentos do carro. Enquanto um dos soldados mantinha a pistola apontada para a minha cabeça, o outro buscava informações pelo rádio acerca da regularidade documental. Não poderia obter outro tipo de respostas: CNH normal, válida até 2018, motorista sem pontuação; veículo em situação regular, IPVA e licenciamento pagos e absolutamente em dia. Estas informações não bastavam: o soldado queria mais – pedia, também pelo rádio, informações sobre antecedentes criminais; passagens policiais, mandados de prisão pendentes etc. Ouviu a voz do interlocutor: "nada consta, nada consta, nada consta".

Ou seja: naquele momento os policiais poderiam ter-se dado conta de que estavam diante de um cidadão de bem e que não representava qualquer perigo – mesmo porque, com meus quase 70 anos de idade, 1,65m e 57 quilos, certamente não tenho condições sequer físicas para enfrentar jovens policiais fortemente armados e vestindo coletes à prova de bala. Estava diante deles tão somente uma pessoa normal que havia cometido involuntariamente uma infração de trânsito, logo reconhecida e prestes a ser corrigida. Bastava-lhes notificar-me da multa e liberar-me. Isto seria o normal.

Mas para eles, não. Um dos policiais decidiu atravessar a rua e, na calçada oposta, usou o celular para falar com alguém. Não sei com quem nem sobre o quê conversaram durante cerca de cinco minutos. Ao voltar, nova ordem berrada: "Vamos vistoriar esse carro!!!" O PM provavelmente esperava encontrar armas e drogas dentro dele: revirou o porta-malas, levantou tapetes, remexeu objetos no porta-luvas, espiou todos os cantos do interior do carro. E nada!!!

Enquanto ele se decepcionava com o resultado frustrado de sua vistoria, eu cuidava para não ser vítima de uma "plantação" que lhes permitisse criar um falso flagrante para levar-me preso. Tudo pronto? Feito isto eu já poderia receber a notificação e ser liberado? Não, ledo engano. Fui empurrado para dentro da viatura policial para ser levado na esquina de trás, onde os dois policiais haviam iniciado antes o atendimento de um acidente. Minha mulher fez menção de assumir a direção do nosso carro para seguir a viatura. Foi impedida e obrigada a ir a pé enquanto o PM mais agitado (o outro era o encarregado de manter-me na mira da sua pistola) pegou o meu carro, – aliás, um bem privado que a ninguém é dado utilizar sem autorização.

A promessa era de que lá no novo local preencheriam a notificação. Normalmente, cinco minutos, se tanto, seriam necessários. Não foi o que aconteceu: os policiais retomaram o atendimento ao acidente enquanto me retinham ao lado da viatura deles. Neste momento, arrisquei-me a ligar para o coronel Furquim para contar-lhe o quão profética tinha sido a afirmação que me fizera à tarde. Nada lhe pedi, mesmo porque nem eu queria e nem cometeria o desrespeito de pedir a um líder militar com grandes serviços prestados à Corporação que mandasse suspender a notificação de multa; muito menos que repreendesse os policiais. Mas também por estar estarrecido com o que acontecia, o coronel pediu que eu passasse a ligação a um dos policiais, a quem simplesmente argumentou sobre a desnecessidade do constrangimento a que estavam submetendo um casal que não podia ser confundido com uma dupla de bandidos perigosos. E só. Isto é "carteiraço"? Diga-se de passagem: a sugestão de Furquim aos policiais não foi levada em consideração. Esperamos ainda mais meia hora para que me apresentassem o auto de infração e nos liberassem.

Pergunto: haveria necessidade para tanta violência, abuso de autoridade e desrespeito? Desobedeci ordens? Dirigi palavrões ou protestos? Pedi privilégios? Eu pretendia, por acaso, tratamento diferente daquele que uma polícia sensata, que se comporta com tranquilidade em situações que não ofereçam quaisquer riscos à sociedade, deve naturalmente dispensar a todos os cidadãos, independentemente de sua condição, ricos ou pobres, instruídos ou não?

Infelizmente, agora sob orientação do suposto secretário da Segurança – aquele mesmo que construiu o mito de que teria prendido sozinho o mega-traficante Abadía – a Polícia Militar parece se voltar para as trevas. Seria ele herdeiro dos tempos cruéis do "prendo e arrebento"? Está nas mãos do governador do estado fazer-se acompanhar de quem escolher.

No domingo, dia 18, saiu a coluna que assino na Gazeta do Povo, com o título "Cultura da violência na PM". Ela foi resultado do convite que recebi do coronel Elizeo Furquim para que ouvisse opiniões de oficiais que se reuniriam na sede da Amai sexta-feira (16) coincidentemente dia seguinte ao episódio de truculência de que fui vítima. Na coluna, resumi fielmente, jornalisticamente, sem emoções ou motivações pessoais, o que me disseram os oficiais na Amai – e nada faria diferente mesmo que não tivesse sofrido os efeitos da "cultura da violência" que se dissemina nos quarteis insistentemente referida na reunião e que ajudei a denunciar.

Meu texto foi suficiente para que o suposto secretário de Segurança armasse, maliciosamente, boletins de ocorrência e depoimentos tomados às pressas de um dos policiais que agiram no meu caso para espalhar falsidades pelas redes sociais. Eu entrei na contramão da rua. O secretário entrou na contramão da História.

Veja também: Secretário ataca colunista em rede social

Colunista entrou na contramão da rua, Francischini na contramão da História | GGN

05/05/2015

Beto Richa é a parte boa do Aécio Neves

Filed under: Aécio Neves,Beto Richa — Gilmar Crestani @ 10:06 pm
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Francischini: valentão num dia, cagão no outro

O valentão das araucárias, que dava entrevista de revólver na cintura, Fernando Francischini, é um Revoltado Online… Na vida real, um cagão incompetente.

É como, como todo Fernandinho Beira-mar, um valentão com arma na mão. Apertou, afrouxa. São sempre assim estes valentões de araque. Como na ditadura, bate em quem não pode se defender. No mano a mano, amarela.

Estes cafajestes que, ao invés de assumirem postos de comando, deveriam ser mandados para reformatórios. Primeiro festeja o massacre, quando a sociedade descobre sua covardia, prova a própria covardia. Não assume os próprios e joga a culpa para cima dos comandados. Prova que não tem comando. E se não tem comando não passa de ventríloquo dos comandados.

A escolha do Fascistinha das Araucárias é prova pronta e acabada da meritocraCIA  made in PSDB. O choque de gestão do PSDB é deixar a sociedade chocada. O que aconteceu no Paraná não é diferente do que aconteceu no RS com Yeda Crusius, com uma diferença. Aqui no RS a RBS deu total apoio à violência perpetrada pela funcionária e seus subordinados a Cel. Mendes.

Francischini: ‘Nada justifica ação da PM do PR’

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Depois que o presidente do PSDB-PR, Valdir Rossoni, pediu sua cabeça em nota, secretário de Segurança do Estado, Fernando Francischini, muda postura para se manter no cargo e condena a violência da PM contra professores: "Não tem justificativa. Nós lamentamos, as imagens são terríveis. Nunca imaginávamos que ia acabar nisso"; ele prometeu uma "apuração rigorosa", com acompanhamento do Ministério Público; apontado por inimigos como ‘fascischini’, ele é pressionado pela mídia a assumir a responsabilidade pelo ato para ‘salvar’ a pele do governador tucano Beto Richa

5 de Maio de 2015 às 05:28

247 – Ameaçado por nota do presidente do PSDB-PR, Valdir Rossoni, que pede ‘sua cabeça’, o secretário de Segurança do Paraná, Fernando Francischini, mudou de postura sobre o massacre da PM contra professores para se manter no cargo.

"Não tem justificativa. Nós lamentamos, as imagens são terríveis. Nunca imaginávamos que ia acabar nisso", disse em entrevista coletiva. Ele prometeu uma "apuração rigorosa", com acompanhamento do Ministério Público.

Rossoni pediu nas redes sociais que os responsáveis pela ação policial "sejam demitidos ou peçam para sair". Eke classificou o episódio de "desproporcional e desnecessário".

Apontado por inimigos como ‘fascischini’, ele é pressionado pela mídia a assumir a responsabilidade pelo ato para ‘salvar’ a pele do governador tucano Beto Richa.

Segundo o Blog do Esmael, desde a manhã de domingo, trama-se no Palácio Iguaçu, sede do governo do Paraná, a queda do secretário. "Francischini está deitado no caixão, com algodão no nariz. A demissão é questão de horas. É o método Beto Richa de exonerar auxiliares", avaliou para o Blog do Esmael um deputado governista.

Francischini: ‘Nada justifica ação da PM do PR’ | Brasil 24/7

04/05/2015

República das Araucárias made in PSDB

O sonho da República das Araucárias é botar no Governo do Estado Alberto Youssef. Há uma tentativa clara de se metamorfosear Youssef de bandido confesso em herói. Isso só poderia acontecer sob a bandeira do PSDB. A falta de viabilidade política pelo voto leva ao golpismo paraguaio. O verdadeiro choque de gestão  do PSDB é o choque pela violência, choque elétrico. A meritocracia made in PSDB é a prática do filho da mãe, do Beto Richa em relação à própria mãe…

Felizmente, até as torcidas de futebol conseguem ter uma visão menos manipulada do que sonha o vã golpismo dos grupos mafiomidiáticos. Sob fogo cerrado da bandidagem golpista instalado nos assoCIAdos do Instituto Millenium, ainda sobra  a internet para desmentir todas as montagens da mentalidade nazi-fascista que se instalou nos anencefálicos da direita hidrófoba.

Apesar de ser um Estado em que a mídia guinda a heróis Fernando Francischini, Beto Richa, Álvaro Dias e Alberto Youssef, ainda há esperança. Na República das Araucárias, vê-se, pelas manifestações das torcidas e pela reação dos professores, que na pinha tem pinhão.

‘Fora, Beto Richa’ pedem torcedores na final do Campeonato Paranaense

Quatro dias depois do violento confronto travado entre professores em greve e policiais militares no Centro de Curitiba, o governador Beto Richa (PSDB) foi vaiado e criticado neste domingo por cerca de 25 mil pessoas que assistiam à final do Campeonato Paranaense. Juntas, no Estádio Couto Pereira, as torcidas do Operário e do Coritiba gritaram em coro frases como “Fora, Beto Richa!”.

A manifestação não foi, no entanto, a primeira a acontecer num estádio de futebol e a ter como alvo o tucano. No sábado, na Arena da Baixada, a torcida do Atlético Paranaense também se manifestou de forma contrária a Richa e em apoio aos professores. Na quinta-feira, na comemoração do título do Londrina, que conquistou o Campeonato do Interior do Paraná, o meia Rafael Bastos, reserva do time, pegou um cartaz na torcida e o ergueu em campo. Nele, liam-se as frases “Beto Richa tirano! Que vergonha bater em trabalhador. #ForçaProfessores!”.

As vaias de hoje — capazes de unir as duas torcidas — aconteceram quando as equipes do Operário e do Coritiba já estavam alinhadas para ouvir a execução do Hino Nacional. Pouco antes, na arquibancada, uma faixa que dizia “Todo apoio aos professores” foi estendida, mas precisou ser recolhida em seguida, já que o regulamento da competição proíbe a exibição de faixas com teor político.

Os policiais militares que faziam a segurança da final do campeonato também foram verbalmente hostilizados pela torcida. Vídeos com gravações desses momentos foram postados na internet e geraram repercussão nas redes sociais. Havia no Couto Pereira cerca de 25 mil pessoas.

No sábado, o público que foi assistir ao show do rapper Criolo, no Teatro Guaíra, em Curitiba, também pediram fora, Beto Richa durante o espetáculo.

Na última quarta-feira, a Polícia Militar do Paraná lançou bombas de efeito moral e disparou balas de borracha contra professores e manifestantes que tentaram invadir o prédio da Assembleia Legislativa do Paraná (Alep). Segundo a Secretaria Estadual de Segurança Pública, 62 pessoas ficaram feridas, entre elas 22 policiais. De acordo com a prefeitura de Curitiba, no entanto, foram 213.

Ao comentar o episódio, Richa disse que os policiais agiram para proteger suas próprias vidas e o comando da PM, que seus homens não cometeram qualquer erro.

Em meio a uma crise financeira, Richa enviou à Alep uma proposta que muda as regras de pagamento do fundo de previdência estadual, o Paraná Previdência. O projeto propõe que 33 mil beneficiários com 73 anos ou mais sejam transferidos do Fundo Financeiro, mantido pelo Tesouro estadual, para o Fundo Previdenciário, bancado por contribuições dos servidores e do poder público. O governo deixaria, assim, de pagar sozinho essas aposentadorias e dividiria a conta com os servidores, que são contra a medida. O Globo

Secretário de Segurança do PR se cala após 200 feridos em protesto
Fernando Francischini (SD),é do partido do Paulinho da Força Sindical
O secretário de Segurança do Paraná, Fernando Francischini (SD), gosta de falar em público e dar entrevistas. Mas desde a operação policial que deixou quase 200 feridos –a maioria professores– em um protesto de servidores, na quarta (29), ele anda calado.

Secretário de Segurança do Paraná ostenta arma na cintura em programa de TV
Deputado federal licenciado e delegado da PF, Fransischini, 45, usa o mote "tolerância zero". Assumiu a pasta a convite do governador Beto Richa (PSDB) em dezembro e, como ex-PM, ganhou apoio da corporação.

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Os Amigos do Presidente Lula

03/05/2015

O dedo que alivia o rabo

Filed under: Beto Richa,Educação Pública,Fernando Francischini,PSDB — Gilmar Crestani @ 8:41 pm
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beto richa recebe mensagem de jogador do londrina

O valentão das araucárias, Fernando Francischini, que dá entrevista com revólver na cintura num dia e no outro foge com o dedo entre as nádegas, botou o dedo do gatilho para servir Beto Richa. O dedo que alivia o rabo, é do valentão, mas quem pediu para ele puxar o porrete foi Beto Richa. Jogar a culpa no valentão de holofote não alivia para quem foi gravado em vídeo comemorando o porretaço nos professores. Não causa espanto porque esta prática está no DNA do PSDB. Fez assim Yeda Crusius no RS, faz assim Geraldo Alckmin em São Paulo. Botar toda culpa neste Fascistinha seria merecida, mas sabemos que a SS seguia o comando de Hitler.

Durante a campanha eleitoral Francischini rivalizou com Álvaro Dias a disputa pelo troféu asqueroso. Com um discurso de ódio e truculência agredia diuturnamente Dilma e Lula. A condição de agressor inconsequente guindou-o a Secretário de Segurança. Não é de admirar que a besta esteja solta no Paraná. Aliás, como um corrupto confesso, como Alberto Youssef, vira herói, alguma coisa está errada, não é mesmo?!

Valentão de Richa, Francischini deve cair

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Demissão de Fernando Francischini, o secretário de segurança responsável pelo massacre da Polícia Militar paranaense contra os professores na última quarta-feira, foi exigida, neste domingo, por ninguém menos que Valdir Rossoni, deputado federal e presidente do PSDB no Paraná; "A ação da policia foi desproporcional e desnecessária. Mas sei que se a tropa agiu daquela maneira, foi por ordem do comando. Não era o caso de se fazer uso de balas de borracha, cães, etc", disse Rossoni, por meio do Facebook; "espero – e tenho certeza – que o governador, com profunda análise dos fatos, tenha clareza para tomar as medidas necessárias que restabeleçam com urgência a verdade e a tranquilidade do povo paranaense. A começar pelos responsáveis pelas atitudes desmedidas, pelos desmandos, pelos exageros. Que sejam exonerados ou que peçam para sair"

3 de Maio de 2015 às 15:06

Paraná 247 – A permanência de Fernando Francischini à frente da secretaria de Segurança do Paraná se tornou insustentável. Quem pede, em público, sua demissão é ninguém menos que o deputado federal Valdir Rossoni (PSDB-PR), que também preside o diretório estadual dos tucanos. Leia, abaixo, texto postado pelo jornalista Esmael Morais:

Do blog do Esmael – O deputado federal Valdir Rossoni, presidente estadual do PSDB do Paraná, neste domingo (3), pelo Facebook, pediu as demissões do secretário da Educação, Fernando Xavier, e da Segurança Pública, Fernando Francischini.

Para preservar o “chefe” — o governador Beto Richa (PSDB) — do massacre contra os professores no último dia 29 de abril, Rossoni, que é ex-presidente da Assembleia Legislativa, se apressa em culpar os dois “mordomos”.

Rossoni apenas verbaliza o que pensa o governador, que não tem coragem de vir a público para assumir a responsabilidade pela tragédia do Centro Cívico.

“O secretário da Educação está fora do contexto da pasta. É um ótimo técnico, seria muito útil em outra área, mas não está preparado para a área da Educação”, sentenciou Rossoni, cotado para assumir a chefia da Casa Civil no lugar de Eduardo Sciarra (PSD).

Para Rossoni, que fez uma nota calibrada pelo Palácio Iguaçu, se fosse durante sua gestão, a Assembleia e o governo não passariam tamanho vexame internacional.

“A começar pelos responsáveis pelas atitudes desmedidas, pelos desmandos, pelos exageros [Francischini]. Que sejam exonerados ou que peçam para sair”, recomendou o xerife Valdir Rossoni.

O diabo é que os professores que foram massacrados não se contentam com as cabeças de Francischini e Xavier. Os educadores e servidores públicos, que foram alvo de covardes ataques de bombas e cães da PM, querem a ‘renúncia já’ do governador Beto Richa. O tucano não tem condições políticas e morais para continuar no cargo.

Leia a íntegra da opinião de Rossoni:

Nos dias das votações que geraram confronto na praça eu estava em Brasília. Lá, tomei conhecimento dos fatos através da imprensa, com informações desencontradas. Ao voltar ao Paraná, assisti as imagens e, a partir do que vi, tirei algumas conclusões, que seguem:

1) A ação da policia foi desproporcional e desnecessária. Mas sei que se a tropa agiu daquela maneira, foi por ordem do comando. Não era o caso de se fazer uso de balas de borracha, cães, etc

2) O secretário da Educação está fora do contexto da pasta. É um ótimo técnico, seria muito útil em outro área, mas não está preparado para a área da Educação.

3) Espero que o governador, em nome dos seus eleitores e do seu partido, tome medidas imediatas para mudar o rumo da situação. Por mais que a APP-Sindicato faça o jogo do PT, o diálogo é fundamental na articulação política na preservação dos princípios democráticos. Do contrário, estarão dando munição a um sindicato pelego do PT.

4) A grande maioria dos professores e dos funcionários públicos não tem informação correta do que foi aprovado. É preciso esclarecimento.

Sim, houve excessos por parte do comando da Segurança. Também houve má fé por parte da APP e pessoas estranhas que desvirtuou a verdadeira intenção do projeto. Somos todos paranaenses e esta situação interessa somente a quem tem olhos para os votos da próxima eleição.

Espero – e tenho certeza – que o governador, com profunda análise dos fatos, tenha clareza para tomar as medidas necessárias que restabeleçam com urgência a verdade e a tranquilidade do povo paranaense. A começar pelos responsáveis pelas atitudes desmedidas, pelos desmandos, pelos exageros. Que sejam exonerados ou que peçam para sair.

Em nome da paz, do entendimento, do estado do Paraná e de seu povo.

Valdir Rossoni
Dep Federal
Presidente do PSDB

Valentão de Richa, Francischini deve cair | Brasil 24/7

01/05/2015

Porrada educadora made in PSDB!

Filed under: Beto Richa,Educação Pública,PSDB,Violência — Gilmar Crestani @ 10:39 pm
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AliceRuiz (1)

Insanidade Mental

Filed under: Beto Richa,Diploma,Educação Pública — Gilmar Crestani @ 10:15 pm
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beto richadO jornal curitibano, Gazeta do Povo, publica uma matéria que diz tudo a respeito do porque certas coisas só acontecem no Paraná.

Em se acreditando no que diz o jornal, os policiais deveriam aplicar em Beto Richa o mesmo pedagógico aplicado aos professores para ver melhora a cabeça do filho da mãe.

Afirmar que o estudo atrapalha a subordinação, o comando, é o mesmo que dizer só os ignorantes o seguem, porque não não pensam. Beto Richa nunca deve ter lido Fernando Pessoa. O bardo português diz que “só as crianças e os loucos são felizes, mas eles não sabem”.

Quando a gente pensa que já ouviu tudo em termos de insanidade aparece mais esta conclusão antológica do estrupício das araucárias. Ora, assim se justifica porque houve o massacre dos professores. É que eles, os professores, são os responsáveis pela independência das pessoas. São os professores os responsáveis pelos diplomas que dificultam o comando de um energúmeno.

De fato, é por asneiras como esta que se diz que a má educação está no DNA do PSDB. Agora dá para entender porque o PSDB odeia tanto professor. Os gestos da Yeda Crusius na greve dos professores gaúchos se repetem no Paraná. O PDV de FHC que expulsou os melhores cérebros das universidades foi apenas um aperitivo. Para competir com Dilma inventou a  tal de porrada educadora.

Demóstenes Torres atirou em quem via,  Ronaldo Caiado, mas acertou em quem não via, Beto Richa: “uma voz a procura de um cérebro”. O cérebro de Beto Richa é Fernando Francischini mas eles só consegue falar com arma na mão. É pelo cano que saem seus melhores argumentos.

Richa não quer PMs com estudo porque eles “se insubordinariam”

60885 988 47

O governador Beto Richa (PSDB) disse em entrevista à rádio CBN, nesta quinta-feira, que acha positivo que os policiais militares do estado não tenham diploma de curso superior.

A polêmica entre o governo e as associações que representam os policiais militares, que queriam que o governo passasse a exigir diploma dos que entram na corporação.

Segundo Richa, é bom que os policiais não tenham diploma, porque gente formada normalmente é muito insubordinada.

“Outra questão é de insubordinação também, uma pessoa com curso superior muitas vezes não aceita cumprir ordens de um oficial ou um superior, uma patente maior”, afirmou o governador.

A declaração do governador é um desestímulo à educação e à cultura dentro da corporação. Nitidamente, o que Richa defende, em sua declaração, é que a PM dê preferência a pessoas que não estudem.

Além de tudo, mostra uma miopia em relação à realidade do mundo. Como se pessoas sem estudo superior não pudessem ser contestadoras ou insubordinadas (pela versão de Richa, as greves comandadas por Lula no ABC nunca existiram).

A função do Estado é estimular o estudo, e não o contrário. Mais do que isso: o governador não deveria desejar uma corporação de gente que simplesmente atende ordens cegamente, como ele parece querer. E, sim, fomentar um ambiente em que as pessoas sejam capazes de autonomia.

Richa poderia, sem nenhum problema, defender que não é preciso diploma para ser policial. Mas com outros argumentos.

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