Ficha Corrida

25/07/2014

De pigmeus a PIG teus!

Filed under: Anão,Benjamin Netanyahu,Israel,Mauro Santayana,Yigal Palmor — Gilmar Crestani @ 10:34 pm
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israel obama onu

Santayana trata de cegos e anões

Depois de apoiar o apartheid, Bibi quer uma Soweto em Gaza ? – PHA

A caminho de Soweto

O Conversa Afiada reproduz excelente artigo de Mauro Santayana:

DE CEGOS E DE ANÕES

Se não me engano, creio que foi em uma aldeia da Galícia que escutei, na década de 70, de camponês de baixíssima estatura, a história do cego e do anão que foram lançados, por um rei, dentro de um labirinto escuro e pejado de monstros. Apavorado, o cego, que não podia avançar sem a ajuda do outro, prometia-lhe sorte e fortuna, caso ficasse com ele, e, desesperado, começou a cantar árias para distraí-lo.
O anão, ao ver que o barulho feito pelo cego iria atrair inevitavelmente as criaturas, e que o cego, ao cantar cada vez mais alto, se negava a ouvi-lo, escalou, com ajuda das mãos pequenas e das fortes pernas, uma parede, e, caminhando por cima dos muros, chegou, com a ajuda da luz da Lua, ao limite do labirinto, de onde saltou para  densa floresta, enquanto o cego, ao sentir que ele havia partido, o amaldiçoava em altos brados, sendo, por isso, rapidamente localizado e devorado pelos monstros que espreitavam do escuro.    
Ao final do relato, na taverna galega, meu interlocutor virou-se para mim, tomou um gole de vinho e, depois de limpar a boca com o braço do casaco, pontificou, sorrindo, referindo-se à sua altura: como ve usted, compañero… con el perdón de Dios y de los ciegos, aun prefiro, mil veces, ser enano…
Lembrei-me do episódio — e da história — ao ler sobre a convocação do embaixador brasileiro em Telaviv para consultas, devido ao massacre em Gaza, e da resposta do governo israelense, qualificando o Brasil como irrelevante, do ponto de vista geopolítico, e acusando o nosso país de ser um “anão diplomático”.  
Chamar o Brasil de anão diplomático, no momento em que nosso país acaba de receber a imensa maioria dos chefes de Estado da América Latina, e os líderes de três das maiores potências espaciais e atômicas do planeta, além do presidente do país mais avançado da África, país com o qual Israel cooperava intimamente na época do Apartheid, mostra o grau de cegueira e de ignorância a que chegou Telaviv.

O governo israelense não consegue mais enxergar além do próprio umbigo, que confunde com o microcosmo geopolítico que o cerca, impelido e dirigido pelo papel executado, como obediente cão de caça dos EUA no Oriente Médio.
O que o impede de reconhecer a importância geopolítica brasileira, como fizeram milhões de pessoas, em todo o mundo, nos últimos dias, no contexto da criação do Banco do Brics e do Fundo de reservas do grupo, como primeiras instituições a se colocarem como alternativa ao FMI e ao Banco Mundial, é a mesma cegueira que não lhe permite ver o labirinto de morte e destruição em que se meteu Israel, no Oriente Médio, nas últimas décadas.  
Se quisessem sair do labirinto, os sionistas aprenderiam com o Brasil, país que tem profundos laços com os países árabes e uma das maiores colônias hebraicas do mundo, como se constrói a paz na diversidade, e o valor da busca pacífica da prosperidade na superação dos desafios, e da adversidade.
O Brasil coordena, na América do Sul e na América Latina, numerosas instituições multilaterais. E coopera com os estados vizinhos — com os quais não tem conflitos políticos ou territoriais — em áreas como a infraestrutura, a saúde, o combate à pobreza.
No máximo, em nossa condição de “anões irrelevantes”, o que poderíamos aprender com o governo israelense, no campo da diplomacia, é como nos isolarmos de todos os povos da nossa região e engordar, cegos pela raiva e pelo preconceito, o ódio visceral de nossos vizinhos — destruindo e ocupando suas casas, bombardeando e ferindo seus pais e avós, matando e mutilando as suas mães e esposas, explodindo a cabeça de seus filhos.
Antes de criticar a diplomacia brasileira, o porta-voz da Chancelaria israelense, Yigal Palmor, deveria ler os livros de história para constatar que, se o Brasil fosse um país irrelevante, do ponto de vista diplomático, sua nação não existiria, já que o Brasil não apenas apoiou e coordenou como também presidiu, nas Nações Unidas, com Osvaldo Aranha, a criação do Estado de Israel.  
Talvez, assim, ele também descobrisse por quais razões o país que disse ser irrelevante foi o único da América Latina a enviar milhares de soldados à Europa para combater os genocidas   nazistas; comanda órgãos como a OMC e a FAO; bloqueou, com os BRICS, a intervenção da Europa e dos Estados Unidos na Síria, defendida por Israel, condenou, com eles, a destruição do Iraque e da Líbia; obteve o primeiro compromisso sério do Irã, na questão nuclear; abre, todos os anos, com o discurso de seu máximo representante, a Assembleia Geral da Nações Unidas; e porque — como lembrou o ministro Luiz Alberto Figueiredo, em sua réplica — somos uma das únicas 11 nações do mundo que possuem relações diplomáticas, sem exceção – e sem problemas – com todos os membros da ONU.

Santayana trata de cegos e anões | Conversa Afiada

25/05/2013

De que vivem os ditadores, além da subserviência dos subordinados?

Filed under: Benjamin Netanyahu — Gilmar Crestani @ 10:22 am
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Os sorvetes de pistache do Netanyahu bota os sapatos da Imelda Marcos no chinelo…

La estudiante que desnudó al rey Netanyahu

Maquillaje, peluquería y hasta dos mil euros en helados

La sociedad israelí, ahogada por los recortes, enfurece con las cuentas de los Netanyahu

Caprichosos gastos que destapó una joven estudiante que tiene en España “su segundo hogar”

David Alandete Jerusalén 24 MAY 2013 – 15:53 CET59

El primer ministro israelí Benjamin Netanyahu y su esposa, Sara, en enero de este año. / AP

Para muchos de sus fundadores, Israel nació para ser un paraíso socialista. Hoy, 65 años después, tiene todo un monarca, que se gasta 21.000 euros mensuales en la limpieza de sus tres residencias, se instala habitaciones en aviones para vuelos de algo más de cinco horas y viaja, como las estrellas, con maquilladores y peluqueros. Una estudiante de Derecho de 27 años ha dejado al rey Bibi al desnudo. Durante tres meses trató de que el primer ministro revelara sus gastos de vivienda y manutención. Finalmente, aunando fuerzas con el Movimiento para la Libertad de Información, acudió a los juzgados. El resultado: hoy, los israelíes, que protestan en las calles ante la amenaza de amargos recortes y medidas de austeridad, saben que Benjamín Netanyahu se gastó en su pasada legislatura dos millones de euros de las arcas públicas en su residencia oficial.

La estudiante Orian Weitzman.

La estudiante, Orian Weitzman, vivió en Madrid dos años y medio. Trabajaba en la aerolínea israelí El Al en el aeropuerto de Barajas. Se mudó a Israel hace dos años, para estudiar Derecho, aunque dice que en España tiene “su segundo hogar”. La suya no es una batalla contra Netanyahu. No habla de política. Solo quiere, según dice a este diario, aportar su pequeño grano de arena en la mejora de la democracia. En febrero leyó en los medios israelíes que en el presupuesto del primer ministro se habían reservado cerca de 2.000 euros anuales para la compra de helado de sus sabores favoritos, pistacho y vainilla.

“Me pregunté: si se gastaba ese dinero en helado, ¿cuál sería el presupuesto de toda su residencia?”, dice Weitzman. “En su web no venía la información, así que decidí contactar con la oficina del primer ministro, que tiene un departamento de transparencia informativa”. Le dijeron que tardarían 30 días en ofrecerle la información. Luego le pidieron una prórroga de otro mes.

Finalmente, ante las evasivas, Weitzman decidió acudir a los juzgados. Junto al Movimiento de Libertad de Información, presentó una demanda. Por la vía legal, la oficina de Netanyahu respondió con una velocidad inusitada. “Al día siguiente ya tenía en mi correo un informe con los gastos del primer ministro desde 2009 hasta 2012”, explica esta joven. Tras sus gestiones, el auditor oficial del Gobierno, Joseph Shapira, ha anunciado que abrirá una investigación sobre los gastos de los altos funcionarios en Israel y en sus visitas al extranjero.

“Si gastaba ese dinero en helado, ¿cuál sería el coste de su residencia?”, se preguntó Orian

La vivienda oficial del primer ministro se halla en la calle Balfour de Jerusalén. Los gastos de mantenerla aumentaron un 73% en los cuatro años de la pasada legislatura de Netanyahu, de unos 400.000 euros en 2009 a 690.000 euros en 2012. El Estado también paga diversos gastos de manutención de las residencias privadas de Netanyahu, una en el exclusivo barrio de Rehavia, en Jerusalén, y otra en la localidad costera de Cesárea. Para limpiar esta última, en 2012, el Gobierno les concedió a los Netanyahu 66.000 euros. El último presupuesto anual de su familia para comidas y recepciones es de 100.000 euros. El de limpieza de la vivienda oficial asciende a 250.000 euros. Bibi y su mujer también necesitan maquillaje y peluquería.

El periodista del diario israelí Yedioth Ahronoth Shimon Shiffer recuerda que hace un año acompañó a Netanyahu a la ciudad de Eilat, en una visita a una mejorada valla de separación con Egipto. En el helicóptero le acompañaban varios asesores y guardaespaldas, además de dos misteriosos jóvenes con grandes maletas. “Bajo la influencia de las películas sobre lo que puede suceder en el avión del presidente norteamericano, pensé que podía tratarse de las maletas que contienen los códigos que activan las armas nucleares que se supone que Israel tiene”, dijo Shiffer. “Una breve investigación reveló algo menos heroico: los dos hombres eran peluqueros, que habían sido trasladados con el primer ministro a Eilat para que su cabello apareciera arreglado y peinado”.

Dos son, de hecho, los peluqueros y maquilladores que arreglan cada mañana al primer ministro y a su mujer, Sara. En 2012, el gasto mensual para esos menesteres fue de más de 1.200 euros. En 2009 se hicieron instalar en su residencia oficial un salón de peluquería, pagado, esta vez sí, de sus propios bolsillos. Los motivos que dio Netanyahu: de ese modo no tenía que cortar las calles de Jerusalén cada vez que él y su mujer decidieran desplazarse a la peluquería.

La primera ministra Golda Meir recibía a los miembros de su Gobierno en su cocina, mientras preparaba ella misma la comida, y sabía poco o nada de maquilladores. Su sucesor, Menájem Beguin, fundador de Likud, el partido de Netanyahu, solía desplazarse en aviones comerciales. El fotógrafo David Rubinger publicó recientemente en Yedioth Ahronoth una foto de ese primer ministro durmiendo incómodamente, encajado en dos butacas, en un viaje transatlántico. “Creo que la foto conmovió a la gente porque le recordó que en el pasado hubo un tiempo de humildad”, dijo Rubinger. Ehud Olmert lavaba los platos delante de los periodistas que le entrevistaban, por orden de su mujer, Aliza.

Los vuelos han sido el talón de Aquiles del rey Bibi. La furia israelí por su estilo de vida la desató la revelación, hace dos semanas, de que él y su mujer se habían hecho instalar una habitación en un avión de la compañía nacional El Al para viajar las 5 horas y 20 minutos de trayecto entre Tel Aviv y Londres, donde asistieron al funeral de Margaret Thatcher. El coste para las arcas del Estado fue de unos 105.500 euros.

En un reciente viaje a Shanghái con su mujer y sus dos hijos, Yir y Avner, Netanyahu se alojó en una suite cuyo coste habitual es de 14.600 euros por noche, según estimaron los medios de Israel. Finalmente, Pekín se hizo cargo de la factura, y lo que los israelíes no tuvieron que pagar se les cargó a los contribuyentes chinos. El sueldo medio de un israelí, según la Oficina Central de Estadísticas, es de unos 1.900 euros brutos mensuales.

La estudiante que desnudó al rey Netanyahu | Gente | EL PAÍS

30/11/2012

Golpe de Europa a Netanyahu

Filed under: Benjamin Netanyahu,Israel,Oriente Médio,Palestina,Robert Fisk — Gilmar Crestani @ 8:55 am

Robert Fisk

Así pues, ya no tengo que poner Palestina entre comillas. Sólo Palestina. De vuelta al feudo otomano de Palestina, a la Palestina del mandato británico y al cumplimiento –si alguna vez llega– de la Palestina dividida por la ONU en 1947, hace exactamente 65 años: la Palestina árabe, que el viejo rey Abdalá –el padre de Hussein– anexó a Jordania. Si es que hay, desde luego, suficiente espacio para la Palestina árabe entre la maraña de colonias judías y caminos coloniales ya construidos y los que se siguen construyendo, con total impunidad y contra el derecho internacional, por todo el Estado viable de Palestina del que lord Blair de Kut al-Amara y el resto de nuestros amos hablan con tanto desparpajo.

Pero no se trata de eso ahora, ni para los palestinos ni para los israelíes. Lo que los palestinos y la izquierda israelí necesitan ahora es una sustancial votación europea occidental por un Estado palestino no miembro en la Organización de Naciones Unidas. Ya supimos ayer que Francia está a bordo, junto con Luxemburgo y España. François Hollande se puso un poco histérico en semanas recientes, reculando de su promesa de campaña de apoyar el reconocimiento internacional de un Estado palesino al decir a Benjamin Netanyahu, hace un mes, que quería negociaciones sin precondiciones entre israelíes y palestinos más que una votación en la ONU. Pero obviamente el Quaid’Orsay lo pensó mejor.

Para la izquierda israelí eso era esencial. Temía que si únicamente los países no democráticos del mundo votaban por Palestina, Netanyahu estaría en condiciones de decir que, como Mahmoud Abbas sólo pudo ganar la votación con ayuda de extremistas, déspotas y potentados, Israel podía clamar una victoria moral y desentenderse de la cuestión. Pero si las verdaderas democracias de Europa apoyaban a Palestina, sería una catástrofe para Netanyahu. Desde luego, hasta esta mañana –si se cumplió el plazo– no sabíamos cómo votaría Alemania. Y todos sabemos por qué.

Inútil decir que ya los palestinos celebraban 24 horas antes de la votación. En Medio Oriente las celebraciones son un asunto riesgoso. Las esperanzas siempre resultan defraudadas. Pero la votación debe ser también un golpe para Estados Unidos, cuyo presidente ha mantenido su acostumbrada obediencia perruna a Netanyahu, suplicando en vano al mundo que siga la línea israelí-estadunidense: negociaciones directas de paz con los palestinos, aun si la construcción de colonias israelíes prosigue a un ritmo colosal, en vez de cualquier reconocimiento. Luego que Israel entregó a Hamas el enorme reconocimiento político de un cese del fuego, la semana pasada, Abbas necesitaba un reconocimiento infinitamente más importante para toda Palestina en las primeras horas de la mañana.

Los israelíes habían hecho circular entre los ministros del exterior del mundo sus esperanzas de que Palestina no sería reconocida en la ONU, y en privado sugerían toda clase de cochinadas si no se conceden sus deseos: construcción en masa de colonias, cese de toda negociación, mayor retención del dinero que se adeuda legalmente a la Autoridad Palestina. Pero, a decir verdad, son amenazas del Likud y de la derecha, más que de Israel. El país en conjunto –en especial la izquierda– no parece compartir esta visión del mundo. La paz a cualquier precio no sería un buen punto de partida, pero la paz al precio de Netanyahu no es atractiva para todos los israelíes.

Y para la mañana del sábado habremos descubierto si David Cameron se apegó a lo que parece ser el sentir de millones de británicos –una votación por Palestina en la ONU– o si prefirió el estatus de lord Blair, el de verdadero sirviente de la Casa Blanca y de Israel.

© The Independent

Traducción: Jorge Anaya

La Jornada: Golpe de Europa a Netanyahu

24/11/2012

Quantos votos valem um bebê assassinado?

Filed under: Benjamin Netanyahu,Israel,Palestina,Robert Fisk,Terrorismo de Estado — Gilmar Crestani @ 7:59 am

 

¿Qué se ganó, además de la relección de Netanyahu?

Robert Fisk

¿Para qué sirvió todo? El bebé palestino de 11 meses asesinado junto con toda su familia por un piloto israelí; los más de 150 palestinos muertos, dos tercios de ellos civiles, seis israelíes fallecidos, mil 500 ataques aéreos sobre Gaza, mil 500 cohetes lanzados contra Israel. ¡Qué simetría tan terrorífica! ¿Todo esto se hizo para que se nos olviden los miles de millones de dólares que Israel gastó para lograr un cese el fuego? No un tratado de paz, ni siquiera una tregua, antes de la próxima guerra contra Gaza.

Los cínicos abundan en Israel, no sin razón: Fin de la operación militar, comienza la campaña electoral, fue el encabezado de este jueves del diario Jerusalem Post, pese a que el rotativo dio su acostumbrado apoyo a la guerra contra Gaza.

Es seguro que la campaña del primer ministro Benjamin Netanyahu para las elecciones de enero comenzó en el momento en que ordenó el asesinato del líder militar de Hamas, Ahmed Jaabari, hace poco más de una semana.

En efecto, el bombardeo a Gaza se transforma sin transiciones en el proyecto de relección de Netanyahu: si lo que los israelíes quieren es seguridad, ya saben por quién votar.

¿De verdad lo saben? Fue evidente que después de que comenzó el cese del fuego la noche del miércoles, Netanyahu estaba preocupado.

Estoy consciente de que hay ciudadanos que esperaban acciones militares aún más duras, dijo. Pero los retos de Israel se han vuelto más complejos al transcurrir los años. Bajo estas condiciones debemos dar un golpe de timón hacia la responsabilidad de Estado con sabiduría. Muy interesantes las palabras que escogió, aunque ninguna fue digna de Churchill.

Durante años Netanyahu ha estado presionando con la cada vez más intensa colonización de Cisjordania con la construcción de asentamientos en tierras robadas a los árabes y negando, para todo efecto, la posibilidad de un futuro Estado palestino, con lo que ha dado un golpe de timón hacia una tempestad futura. Si los palestinos no logran un Estado, Israel no tendrá paz y los cohetes que hasta ahora ha lanzado Hamas serán una simple molestia comparados con lo que está por venir.

Benjamin Netanyahu, con toda seguridad, ha mejorado las posibilidades electorales de Hamas y, más o menos arruinado el futuro político de Mahmoud Abbas, quien es el interlocutor palestino aceptado tanto por Israel como por Estados Unidos. Abbas ha desperdiciado su tiempo en su palacio de Ramalá, volviéndose más irrelevante con cada ataque aéreo israelí. Por más que luche por el reconocimiento de Palestina como Estado no miembro de la ONU, si es que ese es todavía su plan, de todos modos no podrá igualar la nueva popularidad de Hamas ni la importancia que ahora tienen los nexos del grupo palestino con el presidente Mohamed Mursi de Egipto. Estadistas, por así llamarlos, de Egipto, Turquía y países del Golfo viajaron a Gaza para dar su apoyo moral a los palestinos, no a Ramalá.

De manera muy extraña, las políticas de autoengaño de las que Israel se alimenta con frecuencia desde la segunda guerra contra Líbano en 1982, por ejemplo, regresaron este mes. En Washington, el embajador israelí, Michael Oren, argumentó que la guerra contra Gaza comenzó en 1948, el día que las fuerzas árabes se movilizaron para destruir al recién declarado de Israel, pero esto no es verdad.

La guerra en Gaza comenzó cuando Israel expulsó a 750 mil palestinos de sus hogares en ese mismo año, y obligó a miles de ellos a instalarse en campos de refugiados en Gaza. Son los hijos y nietos de esos refugiados los que han lanzado proyectiles contra Israel, apuntando muchas veces a las tierras que alguna vez fueron propiedad de sus familias.

Pero Michael Oren continúa con su extraño recuento histórico. Al parecer, él cree que en 1948 los árabes estaban enardecidos por su extremismo religioso, y que la crisis de Suez de 1956, planeada con anticipación por Israel, Gran Bretaña y Francia después de que Nasser nacionalizó el canal, fue un intento árabe por destruir a Israel.

Este jueves Ophir Falk, del Instituto Internacional para el Contraterrorismo en la ciudad costera israelí de Herzliya, tuvo el descaro de escribir que el ejército israelí practicó la contención al limitarse a atacar únicamente a combatientes y sus instalaciones, mientras Hamas premeditadamente lanzó cohetes contra civiles israelíes y sus hogares.

Pero si los pilotos israelíes se limitaron a atacar a combatientes ¿por qué dos tercios de los más de 150 palestinos muertos eran hombres, mujeres y niños; no combatientes? ¿Tan mal entrenados están los pilotos israelíes?

Usted no entiende lo serio que son estos ataques de cohetes para nuestro pueblo, me regañó el jueves un funcionario del gobierno israelí. No estoy tan seguro, y me pregunto si él entiende lo serio que son los ataques israelíes para el pueblo palestino.

© The Independent

Traducción: Gabriela Fonseca

La Jornada: ¿Qué se ganó, además de la relección de Netanyahu?

04/10/2012

Los dibujitos de Netanhayu

Filed under: Benjamin Netanyahu,Irã,Israel,Terrorismo de Estado — Gilmar Crestani @ 7:56 am

#Cartoon - Netanyahu speaking about bombs at @UN General Assembly - #Iran #Israel 

Por Juan Gelman

El primer ministro israelí, Benjamin Netanhayu, se robó el show cuando le tocó hablar ante la reciente Asamblea General de las Naciones Unidas. Tras 25 minutos de discurso desembolsó un cartón con un diseño: “Esto es una bomba”, dijo señalando un círculo negro, “esto es un fusible”, agregó señalando un fusible en su extremo superior y pasó a explicar. La figura simulaba una bomba nuclear iraní, una línea negra horizontal marcaba un 70 por ciento de la primera etapa de su construcción que, según el premier, Irán ya habría completado. A continuación, Netanhayu marcó otra línea roja que indicaba el 90 por ciento de la segunda y el 10 por ciento restante su culminación (www.ctpost.com, 28/9/12). Había que actuar contra Teherán antes de que llegara a la segunda etapa.

El gesto centró la atención de la Asamblea, aunque no escasearon las risas y las pullas. Tampoco la confusión: el centrista periódico israelí Yediot Aharonot publicó el viernes 28 una interpretación absolutamente distinta. “Asumió erróneamente que Netanhayu no se refería al proceso de avance iraní, sino al porcentaje de enriquecimiento de uranio logrado por Irán según la denominada ‘bomba de Bibi’, apodo del premier” (www.nytimes.com, 28/9/12).

Nahum Barnea, columnista de dicho diario, señaló en primera plana: “Suponiendo que estamos hablando de porcentajes de enriquecimiento (de uranio), los iraníes han alcanzado hasta ahora niveles que oscilan entre el 3,5 y el 20 por ciento. Netanhayu dijo que habían llegado al 70 por ciento, una diferencia considerable… volvió a lo básico, a las historietas de su niñez” (www.ynetnews.com, 28/9/12). Que esta consideración sea equivocada no quita que Netanhayu tenga apuro en bombardear Irán ni que su análisis choque con las evaluaciones de la inteligencia estadounidense y aun las del propio Mossad: el programa nuclear iraní no está a punto de fabricar una bomba nuclear.

…Cabe recordar un espectáculo similar que la Casa Blanca, ya empeñada en invadir Irak, presentó ante la Asamblea General de las Naciones Unidas en febrero del 2003: el general Colin Powell, entonces secretario de Estado de W. Bush, afirmó que el régimen iraquí poseía un arsenal de armas de destrucción masiva y mostró fotos tomadas por satélite que indicarían la presencia de tanques de almacenamiento de armas biológicas y la ubicación de la planta que las produciría.

El propio Bush afirmó que Saddam Hussein había iniciado un proyecto de obtención de bombas atómicas. EE.UU. invadió Irak, consiguió decenas de miles de civiles iraquíes muertos y más de cuatro millones de refugiados, pero esas armas nunca aparecieron. Colin Powell reconoció en 2007 que se había equivocado y les echó la culpa a los servicios de espionaje de su país. Aunque débil, un pretexto no deja de serlo.

Netanhayu proclama por todos los medios que Irán tendrá su bomba a mediados del año que viene y que, en consecuencia, hay que intervenir ya. Como bien señala Robert Fisk, el notorio corresponsal de guerra especializado en Medio Oriente, el premier israelí olvida otras profecías de dirigentes israelíes, incluso una de él mismo (www.independent.co.uk, 28/9/12).

El premier israelí dijo en 1996 que Irán tenía la bomba. El actual presidente israelí, Shimon Peres, predijo en 1992 que Teherán la obtendría en 1995. Ehud Barak, quien dirigió la Operación Plomo Fundido que segó la vida de miles de civiles palestinos, hoy ministro de Defensa, afirmó en 1996 que Irán sería potencia nuclear en el 2004. Como supo decir la escritora gala Elsa Triolet, para ser profeta basta con ser pesimista, pero éstos no se acuerdan bien del futuro.

En tanto, según fuentes de inteligencia estadounidenses, Israel entrena, arma y financia a terroristas iraníes para asesinar a científicos nucleares de Irán y llevar a cabo otros atentados (//rockcenter.abcnews.com, 9/2/12). Pertenecen a la organización Mujaidines del Pueblo de Irán o MEK, que figuraba hasta el primer semestre de este año en la lista de entidades terroristas de EE.UU. y de la OTAN hasta que aceptaron jugar ese papel. Se ve que hay terroristas buenos.

Los operativos del MEK se atribuyen a la oposición, pero los coordina el Mossad israelí. Se trata de las llamadas “operaciones con bandera falsa” que permiten culpar a otros por las actividades terroristas que un país promueve y organiza. Israel las practica hace mucho y hoy admite –un ejemplo– que una célula terrorista israelí que operaba en Egipto fue la que hizo estallar varias bombas en lugares frecuentados por turistas de El Cairo y Alejandría en 1954 (www.ynetnews.com, 30/3/05), dejando en cada lugar “evidencias” de que los árabes las habían plantado. La finalidad israelí era obstaculizar el acercamiento EE.UU./Egipto, pero un artefacto estalló antes de lo debido y permitió a la policía egipcia detener a los autores. Algunos confesaron.

Poco costaría organizar una acción de esa naturaleza a fin de apaciguar el apuro de Netanyahu. Robert David Steele, ex agente de la CIA y miembro de los servicios de inteligencia de la Marina, señaló que algunos funcionarios del gobierno, empeñados en que la Casa Blanca apoye una guerra contra Irán, podrían organizar con ese fin una operación de bandera falsa (www.phibetaiota.net, octubre 2011). Total, qué les cuesta, sus escritorios son muy cómodos.

Página/12 :: Contratapa :: Los dibujitos de Netanhayu

29/09/2012

Os brimos: Netanyahu vs. Ahmadineyad

Filed under: Ahmadinejad,Benjamin Netanyahu,Irã,Israel — Gilmar Crestani @ 8:20 am

Enfim, alguma racionalidade sobre o Oriente Médio. Outro jornalista que se pode ler sobre este assunto é Robert Fisk.

Netanyahu vs. Ahmadineyad

Por: Ángeles Espinosa| 28 de septiembre de 2012

NetanyHamadi
Un visitante pasa ante las fotos de Ahmadineyad y Netanyahu en la exposición "Rostros del poder"./ AP

Curioso lugar la Asamblea General de la ONU donde cada líder se dedica a señalar la paja en el ojo ajeno obviando la viga en el propio. El primer ministro israelí, Benjamín Netanyahu, dedicó su discurso del jueves a darnos una lección sobre los peligros del programa nuclear de Irán, sin hacer referencia a sus violaciones de los derechos de los palestinos (sobre las que también hay resoluciones del Consejo de Seguridad). El día anterior, su homólogo iraní, Mahmud Ahmadineyad, apuntó incluso más alto y, tras referirse al chantaje de las potencias nucleares, esquivó la inquietud que su régimen despierta entre sus vecinos y optó por profetizar el advenimiento de un mundo feliz.

A los iraníes más que a nadie debió de resultarles paradójico que su presidente hablara de amor y fraternidad ante la ONU, cuando en su país andan a puñaladas traperas entre las diferentes facciones que se disputan el poder. Encaja sin embargo con el personaje que se fuera por peteneras glosando la pronta llegada del Mahdi, el Mesías del chiísmo, que va a salvarnos de todos los males. Si acaso, llamó la atención la ausencia de las provocaciones a las que nos había acostumbrado en años anteriores. Claro que en sus encuentros previos con la prensa se había despachado a gusto afirmando que los israelíes sólo llevan en la zona “60 o 70 años frente a los varios milenios de civilización persa".

El hambre y las ganas de comer. Netanyahu no pudo contenerse y empezó su discurso hablando de los 3.000 años de presencia del pueblo judío en Oriente Próximo. Está bien que los políticos conozcan la historia de sus países (miren sino el apuro que pasó David Cameron en el show de Letterman). Otra cosa es cuando se utiliza la historia como arma arrojadiza. La pulla entre ambos sería casi cómica sino estuviera de por medio el riesgo de una guerra.

Nadie pone en duda que la incontenible verborrea de Ahmadineyad ha dado motivos a Israel para recelar de las intenciones de la República Islámica. Pero cualquiera que conozca Irán sabe que ni su negación del Holocausto, ni sus pronósticos sobre la pronta desaparición de Israel, son compartidos no ya por la mayoría de los iraníes, sino siquiera por las élites gobernantes. Aún así, pocos se han atrevido a levantar la voz para desautorizarle, lo que ha permitido que los halcones israelíes saquen partido a sus exabruptos.

Lo uno lleva a lo otro. Pero hay un límite que es la distorsión de la verdad. Traspasarlo resulta mucho más grave en el caso de un dirigente elegido democráticamente. Netanyahu repitió el error del ex presidente Bush (junior) al equiparar Irán con Al Qaeda (“No hay ninguna diferencia en que esas armas letales [nucleares] estén en manos del régimen terrorista más peligroso del mundo o de la organización terrorista más peligrosa”, afirmó). Nada más opuesto ideológicamente al islamismo chií en el que se funda el régimen iraní que el extremismo suní de Al Qaeda. Además de que esta organización considera herejes a los chiíes, ninguna investigación seria ha podido demostrar ni vínculos ni objetivos comunes.

El primer ministro israelí también rechazó que la posibilidad de disuadir a Irán al estilo de lo que se hizo con la Unión Soviética porque dijo “los militantes yihadistas se comportan de forma muy diferente a los marxistas laicos. No había terroristas suicidas soviéticos. Sin embargo Irán produce hordas de ellos”. Tampoco es cierto. Los militantes yihadistas son los de Al Qaeda y organizaciones afines. A la espera de que se aclare el obscuro atentado contra turistas israelíes en Bulgaria, nunca se ha identificado a un iraní entre los autores de atentados suicidas, pero sí a paquistaníes, saudíes, yemeníes, jordanos, libios e incluso occidentales.

Ahora bien, los radicales iraníes juegan peligrosamente con los miedos de Occidente. Durante la guerra de Israel contra Hezbolá en 2006, varios cientos se presuntos voluntarios al martirio desfilaron ante las cámaras occidentales en Teherán envueltos en sábanas blancas a modo de sudarios. No obstante, cuando la asociación a la que pertenecían anunció que iba a fletar autobuses para viajar hasta Líbano a ayudar a sus hermanos chiíes, el líder supremo, Ali Jamenei, intervino para decir que nadie iba a ninguna parte. Algo similar sucedió cuatro años después cuando la Media Luna Roja iraní anunció el envío de un barco de ayuda a Gaza, a imagen del turco Mavi Marmara. Todo se quedó en fanfarria.

El régimen iraní no es un modelo de democracia ni está libre de amistades peligrosas. Ya lo sabemos. Sin embargo, demonizarlo y arrinconarlo, exagerando sus intenciones agresivas, o dando por hecho algo que hoy por hoy sólo es una sospecha (que su programa nuclear tenga intenciones militares), sólo agrava el desencuentro y dificulta la posibilidad de encontrar una salida diplomática.

Netanyahu no cree que eso sea posible. Comparte, como dejó claro durante su discurso, el análisis de Bernard Lewis sobre el carácter milenarista de la ideología de los dirigentes iraníes. Un repaso a su política exterior desde el triunfo de la revolución de 1979 hasta hoy contradice esa lectura. El régimen iraní se ha movido más por intereses nacionales que ideológicos. Hace mucho que abandonó el sueño de exportar la revolución y no tiene empacho en aliarse con la cristiana armenia, el heterodoxo Chávez o el ateo Castro. En realidad ha dado múltiples bandazos en busca de aliados con el objetivo último (aunque mal encauzado) de lograr el reconocimiento de EEUU, con el que desea hablarse de igual a igual.

Más allá de rivalidades históricas y regionales, Israel, o más bien sus halcones, lleva advirtiendo de la inminencia de que Irán se haga con la bomba desde 2003, cuando su entonces ministro de Defensa, Shaul Mofaz, anunció que su programa cruzaría el “punto de no retorno” en el plazo de un año. Ni lo cruzó entonces ni parece que esté a punto de hacerlo ahora, según se infiere de la gestión de la crisis que está haciendo Washington (donde existen dudas de que el líder supremo haya tomado siquiera esa decisión). El ilustrativo gráfico que Netanyahu llevó a la ONU para marcar su nueva línea roja, no cambia eso.

La posibilidad de que Teherán consiga armas nucleares es una preocupación no sólo para Israel, sino también para sus vecinos árabes, los europeos, EEUU e incluso Rusia (como ha demostrado retrasando las obras de la central de Bushehr). Exagerar el avance de su programa, su amenaza o incluso la supuesta irracionalidad de sus líderes no ayuda a resolver la crisis. Al contrario, contribuye a enquistarla más para desánimo de los iraníes de a pie y hartazgo del resto del planeta.

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Ángeles Espinosa lleva dos décadas informando sobre Oriente Próximo. Al principio desde Beirut y El Cairo, más tarde desde Bagdad y ahora, tras seis años en la orilla persa del Golfo, desde Dubái, el emirato que ha osado desafiar todos los clichés habituales del mundo árabe diversificando su economía y abriendo sus puertas a ciudadanos de todo el mundo con sueños de mejorar (aunque también hay casos de pesadilla). Ha escrito El Reino del Desierto (Aguilar, 2006) sobre Arabia Saudí, y Días de Guerra (Siglo XXI, 2003) sobre la invasión estadounidense de Irak.

29/04/2012

Netanyahu, vai tomar no c…

Filed under: Benjamin Netanyahu,Irã,Israel — Gilmar Crestani @ 10:51 am

 

Ex-chefe de segurança ridiculariza premiê de Israel e questiona plano de atacar Irã

Guila Flint

De Tel Aviv para a BBC Brasil

Atualizado em  28 de abril, 2012 – 10:31 (Brasília) 13:31 GMT

Yuval Diskin, em foto de maio de 2005

Yuval Diskin chefiou o serviço de segurança de Israel entre 2005 e 2011

Em um pronunciamento sem precedentes, o ex-chefe do Shin Bet (serviço de segurança do governo israelense) ridicularizou a figura do primeiro-ministro Binyamin Netanyahu e advertiu que um ataque israelense ao Irã pode "acelerar dramaticamente" o projeto nuclear iraniano.

Em um encontro com um algumas dezenas de pessoas, nesta sexta-feira, Yuval Diskin, que foi chefe do Shin Bet entre 2005 e 2011, disse que não confia em Netanyahu nem no ministro da Defesa, Ehud Barak, e que não gostaria que "essas pessoas" conduzissem Israel para uma ação "da dimensão de uma guerra com o Irã".

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Ainda não está claro se Diskin sabia que o encontro estava sendo gravado, mas rapidamente o vídeo com seu pronunciamento começou a ser divulgado por redes sociais na internet e, algumas horas depois, as duras criticas que fez aos lideres do país se tornaram manchete dos principais veículos de comunicação.

Diskin ridicularizou Netanyahu e Barak, chamando-os de "messias de Akirov e Keisaria", em referência aos bairros luxuosos onde o premiê e o ministro da Defesa possuem propriedades.

"Eu os vi de perto, e posso dizer a vocês que eles não são messias", afirmou, questionando a imagem que tanto Netanyahu como Barak tentam criar de si mesmos como "salvadores do povo de Israel".

Latidos

Em termos duros, Diskin fez ataques pessoais aos principais lideres do país.

"Sabemos que cachorros que latem não mordem. Infelizmente tenho ouvido latidos demais ultimamente", disse o ex-chefe do Shin Bet.

Diskin afirmou que os lideres do país apresentam ao público um "quadro incorreto sobre a questão iraniana, tentando criar a impressão de que se Israel não agir, o Irã terá uma bomba atômica".

"Eles se dirigem a um publico tolo ou ignorante, dizendo que, se Israel agir, o Irã não terá a bomba, mas isso é incorreto", afirmou Diskin. "Muitos analistas dizem que uma das consequências de um ataque israelense pode ser uma aceleração dramática do projeto nuclear iraniano", disse.

"O que os iranianos fazem hoje devagar e silenciosamente, (depois de um ataque) terão legitimidade para fazer muito mais rápido", afirmou.

Escândalo

Netanyahu e Barak

Netanyahu e Barak teriam um plano para atacar as instalações nucleares do Irã

As declarações de Diskin, um dos mais respeitados militares israelenses, criaram um escândalo no país.

O vice-primeiro ministro, Silvan Shalom, declarou que tem "muito respeito por Yuval Diskin, que foi um ótimo chefe do Shin Bet". "Porém seu pronunciamento foi um erro, coisas assim não precisam ser ditas", acrescentou Shalom.

O ministro dos Transportes, Israel Katz, qualificou as palavras de Diskin como "grosseiras e inadequadas".

Diskin não é o primeiro militar importante em Israel que critica o plano, atribuído a Netanyahu e Barak, de atacar as instalações nucleares do Irã.

No ano passado, o ex-chefe do Mossad, Meir Dagan, qualificou o plano como "estúpido".

Na semana passada o chefe do Estado-Maior do Exército israelense, general Benny Gantz, também fez um pronunciamento que foi interpretado como discordância ao plano de ataque ao Irã.

Gantz afirmou que não acredita que o Irã vá produzir armas nucleares. Segundo o general, o governo iraniano é "racional e sabe que seria um erro enorme produzir armas nucleares".

Gantz também afirmou que as sanções econômicas contra o Irã "começam a dar resultados".

BBC Brasil – Notícias – Ex-chefe de segurança ridiculariza premiê de Israel e questiona plano de atacar Irã

06/03/2012

Todo David tem um Golias por detrás!

Filed under: Barack Obama,Benjamin Netanyahu,Irã,Terrorismo de Estado — Gilmar Crestani @ 7:20 am

O menor vira-lata se transforma em rottweiller  quando a cabresto do dono…

Obama dice que EE UU siempre "cubrirá las espaldas a Israel" ante Irán

El presidente de EE UU cree que “aún hay oportunidad de solución diplomática" del conflicto iraní

Antonio Caño Washington 6 MAR 2012 – 07:13 CET833

 

El presidente de EE UU, Barack Obama, y el primer ministro israelí, Benjamin Netanyahu en Washington. / JASON REED (REUTERS)

Por encima de cualquier discrepancia temporal, Barack Obama y Benjamin Netanyahu han exhibido este lunes una unidad inquebrantable ante la posibilidad de una guerra con Irán. “Estados Unidos siempre le cubrirá las espaldas a Israel”, ha asegurado el presidente norteamericano ante lo que pronosticó como “una serie de meses difíciles a lo largo de 2012”.

Las palabras elegidas por Obama para exponer su apoyo a Israel, precisamente cuando el Gobierno de Netanyahu ha manifestado su voluntad de paralizar el programa nuclear iraní por la fuerza de forma urgente, hacen pensar que el presidente norteamericano comprende la ansiedad de su aliado y da luz verde a una acción militar.

Obama ha introducido, sin embargo, algunos elementos de precaución y ha insistido, como dijo el domingo ante la conferencia del Comité de Asuntos Públicos Americano Israelí (AIPAC), que “todavía hay una oportunidad de solución diplomática de este conflicto”.

La entrevista de Obama y Netanyahu en la Casa Blanca ha dejado la impresión de que esa oportunidad es cada día más escasa. El primer ministro israelí ha recordado que “Israel tiene el derecho soberano a tomar sus propias decisiones” en materia de seguridad, y Obama ha admitido su sospecha de que nos esperan momentos muy comprometidos este año.

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Ante esa eventualidad, que no es más que el peligro cierto de una guerra con Irán, ambos líderes han hecho una demostración de unidad como nunca se había visto desde que están al frente de sus respectivos países. Netanyahu, con su claridad habitual, lo ha manifestado en los siguientes términos: “Para ellos (los líderes iraníes), ustedes son el gran Satán y nosotros, el pequeño Satán. Para ellos, ustedes son nosotros y nosotros somos ustedes. Y, al menos en este punto, creo que tienen razón: nosotros somos ustedes y ustedes son nosotros. Estamos juntos”.

De forma más precisa, Obama ha añadido: “Los niveles de coordinación entre nuestro Ejército y nuestros servicios de inteligencia sobre este asunto no tienen precedentes. Quiero que esto quede claro durante lo que serán, sospecho, una serie de meses difíciles a lo largo de 2012”.

El mensaje para Irán no puede ser más claro: si se empeña en la construcción de una bomba atómica tendrá que enfrentarse a una guerra contra Israel y contra EE UU. Israel no va a actuar por su cuenta –al menos, no sin advertir antes a EE UU–, pero, aún si lo hace, tendrá a Washington al día siguiente protegiendo sus espaldas.

Esta es la realidad en la que, a partir de ahora, habrá que afrontar el problema iraní. Obama va a seguir haciendo esfuerzos para que el régimen islámico se avenga a la negociación y llegue a un acuerdo para permitir la inspección de su programa nuclear por parte de la ONU. Obama aún confía en que las sanciones económicas actuales, más las que los países europeos aplicarán a partir de julio a la industria del petróleo, más otras medidas de presión que aún están bajo consideración sirvan para doblegar a las autoridades iraníes. Pero, si eso no ocurre, habrá otra guerra en Oriente Medio antes de final de año.

El plazo es, precisamente, el principal factor de incertidumbre en estos momentos. El Gobierno israelí tiene su propio cálculo sobre el momento en que Irán entrará en lo que los israelíes llaman “la zona roja”, es decir la fase en la que el proceso de producción de armas nucleares sea ya irreversible. Washington cree que esa fase es todavía lejana y que el liderazgo iraní ni siquiera ha decidido aún si dar ese paso. Israel, en cambio, entiende que esa amenaza es ya inminente.

Tras lo observado este lunes en el Despacho Oval, esa discrepancia empieza a ser ya irrelevante. Dentro de la lealtad que Netanyahu ha garantizado y que le obligaría a comunicar a EE UU sus intenciones, la guerra podría empezar cuando quisiera Israel.

Obama ha aceptado que “es inaceptable para Israel la perspectiva de tener un país con armas nucleares que ha prometido la destrucción de Israel”. Ha dicho “la perspectiva”, que es lo mismo que dar el respaldo a una acción preventiva. Además, ha advertido que “también se corresponde profundamente con los intereses de EE UU prevenir que Irán obtenga un arma nuclear”.

Obama y Netanyahu han tenido múltiples disputas desde que se sientan cara a cara –lo que ha ocurrido ya nueve veces en tres años–, casi todas relacionadas con el proceso de negociación con los palestinos. Pero, en esta ocasión, ninguno de los dos podía darse el lujo de un desacuerdo. Obama no puede aparecer antiisraelí en un año electoral y Netanyahu no puede pretender ganar el respaldo de sus ciudadanos a una guerra a la que se opone EE UU.

Tras el encuentro con Obama, el primer ministro israelí ha insistido en su postura ante otro público –esta vez, el principal grupo de presión judío en EE UU–. Netanyahu ha advertido de que "nunca" pondrá en riesgo la seguridad de Israel. "Ninguno de nosotros puede esperar más tiempo. Nunca permitiré que mi gente viva a la sombra de la aniquilación", ha insistido.

Obama dice que EE UU siempre "cubrirá las espaldas a Israel" ante Irán | Internacional | EL PAÍS

Netanyahu foi buscar armas, dinheiro e apoio nos EUA

Filed under: Benjamin Netanyahu,Irã,Israel,Isto é EUA! — Gilmar Crestani @ 6:37 am

Como cãezinhos de madame, Netanyahu latiu grosso depois que os EUA deram aval para mais uma aventura militar no Oriente Médio. E, diante do que já fizeram com os Palestinos, não seria de se admirar que se o ódio ao diferente não os conduzisse ao Irã. Por pior que se possa imaginar o Irã, nunca é demais lembrar que jamais invadiu outro país. As guerras sempre foram para se defenderem, inclusive quando os EUA armaram Saddam Hussein na famosa guerra Irá-Iraque. Como todos sabemos, o aliado Saddam teve um fim merecido, dados pelos seus próprios aliados. Saddam é Netanyahu amanhã! ENFORCADO PELOS ALIADOS DE ANTES!

Netanyahu admite possibilidade de ataque contra o Irã

Primeiro-ministro discursou no Comitê de Ação Pública Americano Israelense (Aipac)

06 de março de 2012 | 1h 21

WASHINGTON – O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, afirmou nesta segunda-feira, 5, diante do principal grupo de pressão judeu nos Estados Unidos que"nunca" porá em risco a segurança israelense. Horas antes, o presidente americano, Barack Obama, dissera que Israel deve ser "dono de seu destino" com relação ao Irã.

'Como primeiro-ministro, nunca porei em risco a segurança do Estado de Israel', disse Netanyahu - Cliff Owen/AP

Cliff Owen/AP

‘Como primeiro-ministro, nunca porei em risco a segurança do Estado de Israel’, disse Netanyahu

"Como primeiro-ministro, nunca porei em risco a segurança do Estado de Israel", disse Netanyahu, durante um discurso de quase meia hora, ao ser recebido com uma prolongada ovação na gala anual do Comitê de Ação Pública Americano Israelense (Aipac).

O primeiro-ministro israelense se queixou que "incrivelmente" muitos na comunidade internacional não reconhecem que o Irã está tentando produzir armas nucleares, além de construir instalações para enriquecimento de urânio. Além disso, assinalou que o presidente Obama, com quem se reuniu no Salão Oval da Casa Branca, reiterou seu compromisso de impedir que o Irã obtenha essas armas.

Netanyahu acrescentou que o Irã é responsável pela morte de centenas ou até milhares de americanos, e advertiu que, se o Irã age assim sem armas nucleares, seria ainda pior se as obtivesse. "Nenhum de nós pode esperar mais tempo. Nunca permitirei que minha gente viva à sombra da aniquilação", enfatizou o premiê israelense, que antes comunicara a Obama que "sempre devemos ser os donos do nosso destino".

Netanyahu e Obama se reuniram de forma privada no Salão Oval durante cerca de três horas para discutir, quase exclusivamente, a crescente ameaça do programa nuclear iraniano. Obama disse que tanto ele como o primeiro-ministro israelense preferem resolver o assunto pela via diplomática porque sabem "dos custos de qualquer ação militar".

Netanyahu, por sua vez, disse que Israel tomará uma decisão sobre lançar ou não um ataque militar preventivo contra o Irã, com ou sem os Estados Unidos. No entanto, ao Governo de Obama não interessa uma medida que poderia suscitar outra guerra no Oriente Médio, em pleno ano eleitoral e quando os EUA acabam de dar por terminada a Guerra do Iraque e buscam pôr fim à do Afeganistão em dois anos e meio.

Netanyahu admite possibilidade de ataque contra o Irã – internacional – geral – Estadão

10/11/2011

Insanidade de Israel põe o mundo em tensão

Filed under: Benjamin Netanyahu,Israel,Mário Augusto Jakobskind — Gilmar Crestani @ 7:36 am
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O mundo está em estado de tensão. Além da crise grega, que ocupa grandes espaços na mídia de mercado com advertências dos neoliberais sobre reflexos de uma quebra do país em outras partes do mundo, o primeiro-ministro de Israel, o militarista Benyamin Netanyahu mostrou mais uma vez a sua cara. Primeiro, ao cortar a contribuição anual de Israel à Unesco em represália ao ingresso da Palestina no organismo da ONU para a cultura, além da suspensão da cota destinada ao país que Israel não quer reconhecer e usa sofismas para não deixar claro a sua posição. Os EUA fez a mesma coisa que Israel em relação à Unesco.

Como se não bastasse, o governo de Netanyahu ampliou a represália ao anunciar a construção de mais assentamentos em Jerusalém Oriental e na Cisjordânia. Se um acordo de paz entre israelenses e palestinos estava difícil, com o novo anúncio a paz torna-se praticamente inviável. No fundo é exatamente isso que quer Netanyahu tendo sido o ingresso da Palestina na Unesco mero pretexto para fortalecer o projeto do Grande Israel.  

Em seguida, o mundo ficou sabendo que Netanyahu e seu ministro da Defesa Ehud Barak estão tentando convencer os seus pares para uma possível ação militar contra o Irã. Conseguiram a adesão do racista que ocupa o Ministério do Exterior, Avigdor Lieberman. O presidente Shimon

Perez admitiu que a possibilidade de uma ação militar estava ficando mais próxima. Mas nem todos estão convencidos e pode ter sido por isso que a informação vazou. 

O governo israelense usa como argumento o fato de o Irã estar preparando uma bomba atômica, o que é negado por Teerã. Pelo que se sabe, o único país da região que possui ogivas nucleares é Israel, mas protestos nesse sentido são tímidos e se limitam até agora a movimentos pacifistas. Os Estados Unidos, onde o loby sionista é forte, na pratica aceita a realidade de Israel nuclear. E convenhamos, um país controlado por um governo de extrema direita, como o de Netanyahu, torna-se um perigo para o mundo ter ao seu alcance bombas nucleares. Mas sobre isso os dirigentes ocidentais silenciam.

O noticiário em torno de uma possível ação militar contra o Irã já provocou a advertência de Teerã, que garante estar em condições de responder a um ataque com graves consequências para os países que decidirem a ação, Israel e os Estados Unidos. A OTAN por enquanto limitou-se a afirmar que não pretende agir no Irã. Em outras ocasiões a organização dizia o mesmo e acabava aderindo.

A única coisa que pode deter a insanidade de Netanyahu e do complexo industrial militar estadunidense é exatamente a possível resposta iraniana. O Irã, diga-se de passagem, pode ter o controle do estreito de Ormuz onde passa o petróleo do Golfo Pérsico que vai para o Ocidente. Na advertência iraniana foi lembrado que o estreito de Ormuz, da mesma forma que o território israelense, está ao alcance dos mísseis de Teerã.

Quer dizer, se a insanidade do extremista Netanyahu realmente prevalecer, o ataque de Israel ao Irã afetará muitos outros países e poderá resultar numa crise mundial sem precedentes.

Analistas acreditam que como o Ocidente não quer pagar para ver o que aconteceria depois de uma ação militar nos moldes contra o Irã, o noticiário alarmista objetiva na prática conseguir o apoio para a ampliação de ações diplomáticas visando maior isolamento do regime dos aiatolás e do presidente Ahmadinejad. Mas mesmo assim, todo cuidado é pouco, porque o governo israelense já agiu em outras ocasiões de forma isolada, como em 1981 ao atacar um complexo nuclear do Iraque. E quem garante que os EUA não estão estimulando Israel a realizar uma aventura militar?

Como o Irã não é o Iraque e está em melhores condições para reagir a um ataque, o Ocidente prefere por enquanto agir com mais cautela. A próxima semana poderá ser decisiva, porque a Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) divulgará mais um relatório sobre a questão nuclear no Irã. Analistas já estão prevendo que a AIEA poderá confirmar a existência de um programa militar que levará a bomba atômica iraniana. Por enquanto são apenas especulações. O governo do Irã já acusou a AIEA de preparar um relatório mentiroso. Resta aguardar então o desenrolar dos acontecimentos.

Já na Grécia, depois do anúncio do primeiro ministro George Papandreu sobre a possível realização de um referendo para o povo decidir se o país aceita ou não o pacote econômico neoliberal, Nicolas Sarkozy e Angela Merkel subiram pelas paredes. Ameaçaram mundos e fundos se isso acontecesse, demonstrando que não são tão democratas como dizem, pois quem teme a palavra do povo não é propriamente democrata. Na verdade os dirigentes só aceitam o que diz o mercado, que por sua vez é incompatível com qualquer tipo de consulta popula.

Com a intensificação das pressões, Papandreu voltou atrás com a ideia da convocação do referendo e conseguiu um voto de confiança no Parlamento. Agora pode convocar um governo de união nacional, que a oposição mais a direita não aceita, porque quer antecipar as eleições gerais.

É possível que Papandreu apelou para o referendo como jogada política, mas de qualquer forma colocou no tabuleiro a possibilidade. O que está em questão verdadeiramente é o fato da União Europeia exigir que o povo grego pague a conta da crise provocada pelo capital financeiro.

Os gregos, heroicamente, saem diariamente às ruas para dar o recado: não aceitam as medidas draconianas contra os trabalhadores. Reduzir salários, aumentar o tempo para a aposentadoria e acabar com outras conquistas sociais, fora as privatizações e enfraquecimento do Estado é a receita europeia para enfrentar a crise que os trabalhadores não são responsáveis. Só resta ao povo grego reagir às imposições neoliberais.

Mário Augusto JakobskindÉ correspondente no Brasil do semanário uruguaio Brecha. Foi colaborador do Pasquim, repórter da Folha de São Paulo e editor internacional da Tribuna da Imprensa. Integra o Conselho Editorial do seminário Brasil de Fato. É autor, entre outros livros, de América que não está na mídia, Dossiê Tim Lopes – Fantástico/IBOPE Insanidade de Israel põe o mundo em tensão | Direto da Redação – 10 anos

09/11/2011

A parabólica do Sarkozy

Filed under: Barack Obama,Benjamin Netanyahu,Sarkozy — Gilmar Crestani @ 9:10 am
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Rubens Ricúpero, à moda tucana, fazendo escola na Europa!

“Wikifone” deixa Sarkozy e Obama mal com Israel

Da Reuters, agora há pouco:

” O presidente francês, Nicolas Sarkozy, chamou o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, de “mentiroso” em uma conversa particular com o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, que foi acidentalmente transmitida a jornalistas durante a cúpula da semana passada do G20 em Cannes.

“Eu não suporto o Netanyahu, ele é um mentiroso”, disse Sarkozy a Obama, sem saber que os microfones em sua sala de reunião haviam sido ligados, permitindo a repórteres em um local separado escutar por meio de tradução simultânea.

“Você está de saco cheio dele, mas eu tenho que lidar com ele com mais freqüência do que você”, respondeu Obama, de acordo com um intérprete francês.

A gafe técnica pode causar grande embaraço para os três líderes à medida que eles procuram trabalhar em conjunto para intensificar a pressão internacional sobre o Irã por causa de suas ambições nucleares.

A conversa não foi inicialmente divulgada pelo pequeno grupo de jornalistas que a ouviu porque ela foi considerada privada e confidencial. Mas os comentários surgiram depois em sites franceses e podem ser confirmados pela Reuters.

O aparente fracasso de Obama em defender Netanyahu deve ser aproveitado pelos adversários republicanos, que estão de olho em derrotá-lo na eleição presidencial do próximo ano e já o retrataram como sendo hostil a Israel, o principal aliado de Washington na região.

O gabinete de Netanyahu não comentou o assunto.”

PS. Vocês conseguem imaginar um repórter da Veja, da Folha ou da Globo considerando uma conversa

Tijolaço – O Blog do Brizola Neto

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