Ficha Corrida

14/03/2015

A crise é causada por gente branca de olhos azuis, já havia dito Lula

bandeira manifestantePor isso odeiam o Brasil e financiam movimentos para derrubarem governos democráticos, como fizeram em 1964!

Se todo aquele que aparece na Lista Janot é ladrão, por que não se diz a mesma coisa de quem aparece na Lista Falciani?! Por que os julgamentos apressados só são feitos em relação aos seus inimigos políticos, mas não aplicados quando envolve exatamente quem usa e abuso do direito de assassinar reputação alheia?!

Agora fica explicado porque aquela Rede se chama BAND. BANDidos! Jornais do mundo todo estão cobrindo a mega corrupção acobertada pelo HSBC. No Brasil, as cinco irmãs estão na Lista Falciani. É por isso que venho chamando há muito tempo de grupos mafiomidiáticos.

Os componentes brasileiros da Lista Falciani são “brancos de olhos azuis”… Lula já sabia quem são os verdadeiros sanguessugas do Brasil: “Lula diz que crise é causada por ‘gente branca de olhos azuis’”.

O presidente da AMBEV, pelo seus múltiplos finanCIAmentos golpistas, ainda não apareceu no SwissLeaks porque deve ter sua Suíça particular em algum outro paraíso fiscal…

Descoberta, enfim, finalidade do Instituto Millenium!

Swissleaks fisga barões da mídia e jornalistas

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Entre os personagens que mantêm ou mantiveram contas numeradas no HSBC da Suíça estão nomes como Otávio Frias, que fundou a a Folha de S. Paulo, Johnny Saad, dono do grupo Bandeirantes, Lily Marinho, viúva de Roberto Marinho, do Globo, José Roberto Guzzo, colunista e membro do conselho editorial da Abril, Ratinho, apresentador do HSBC, e Mona Dorf, jornalista ligada à Rádio Eldorado; todos alegam que não cometeram irregularidades; presença de barões da mídia na lista também revela seletividade do jornalista Fernando Rodrigues, do Uol, que foi escolhido pelo Consórcio Internacional de Jornalistas Investigativos, do qual faz parte, para divulgar o material; afinal, seu empregador, Otavinho Frias, não teve o nome divulgado por ele

14 de Março de 2015 às 07:02

247 – O escândalo Swissleaks, das contas numeradas secretas mantidas na Suíça, fisgou alguns dos mais poderosos barões da mídia brasileira, assim como influentes jornalistas da imprensa nacional.

Na lista vazada por Hervé Falciani, ex-funcionário do HSBC, estão nomes poderosos como Otávio Frias, fundador já falecido da Folha de S. Paulo, e João Jorge Saad, o Johnny Saad, dono do grupo Bandeirantes – ambos tinham contas zeradas em 2007, ano dos registros obtidos por Falciani. A conta de Otávio Frias, depois, passou a apontar seu filho Luís Frias, um dos donos do Uol, como beneficiário.

Outro personagem curioso que aparece na lista é José Roberto Guzzo, ex-diretor de Veja e Exame e hoje conselheiro editorial da Abril, além de um dos colunistas mais mal-humorados da imprensa brasileira.

A lista também fisgou Carlos Massa, o Ratinho, do SBT, com US$ 12,4 milhões, e Lily Marinho, viúva de Roberto Marinho, da Globo, com US$ 750,2 mil.

A maior soma na lista é a de Aloysio de Andrade Faria, dono da Rede Transamérica, com US$ 120,5 milhões. Depois dele, aparecem Yolanda Queiroz, Lenise Queiroz Rocha, Paula Frota Queiroz e Edson Queiroz Filho, do grupo Verdes Mares, afiliado da Globo no Ceará, com US$ 83,9 milhões. Fernando João Pereira dos Santos, da Rádio Tribuna, do Espírito Santo, mantinha US$ 9,9 milhões.

Além deles, aparece ainda Luiz Fernando Levy, que quebrou a Gazeta Mercantil, deixando um rastro de dívidas tributárias e trabalhistas.

Entre os jornalistas assalariados, além de Guzzo, destaque para Mona Dorf, ligada à Rádio Eldorado, com US$ 310 mil. Arnaldo Bloch, colunista do Globo, também foi correntista do HSBC de Genebra, assim como a família Dines, que, à época manteve US$ 1,3 milhão no banco suíço.

Todos os personagens citados alegam manter contas regulares e declaradas – o que deve ser verificado pela Receita Federal. A divulgação da lista de barões da mídia, no entanto, coloca em xeque o trabalho de Fernando Rodrigues, jornalista do Uol que foi escolhido pelo Consórcio Internacional de Jornalistas Investigativos para receber o material. Não foi Rodrigues quem divulgou o nome de seu patrão, Luís Frias, mas sim os repórteres Chico Otávio, Cristina Tartáguila e Ruben Berta, do jornal O Globo.

Swissleaks fisga barões da mídia e jornalistas | Brasil 24/7

05/01/2015

Por que as ONGs norte-americanas só querem a Amazônia?!

bandeira eua idiotas-paulistaNão visitam São Paulo para protestar contra o racionamento d’água.  Não visitam o nordeste para combater a pobreza e a seca. Não visitam as favelas para propor melhorias.

Por que não fazem ONGs para combater o Ébola? Quem devastou florestas e assassinou índios vem querer nos ensinar como conserva florestas e índios. Quem foi que, além de dizimar índios, inventou um estilo de cinema para se vangloriar disso? O faroeste é o que senão a segunda morte dos índios, que é a construção cultural para justificar o crime?!

Por que não há nenhuma ONG norte-americana cuidando para não aumentar o deserto do Alegrete?

Os gringos ocupam até Marte, as calotas polares para fincarem a bandeira deles. Em todos os filmes da máquina de propaganda de Hollywood, as cenas de maior emoção são sempre assoCIAdas à bandeira. De alguma forma ela aparece, mesmo que no formato de cortina. Nas guerras, a bandeira é símbolo da dominação. No Brasil dos entreguistas já se vende um amor à bandeira norte-americana maior do que à nossa.

Simples. Porque no Brasil a opinião pública é privada. Privada de sentidos! Nossos vira-latas são conduzidos como manada pela velha mídia, por isso combatem nossa bandeira sob a bandeira ianque!

Belo Monte: ocupar a Amazônia para não entregar!

A Amazônia deveria ser possuída por hidrelétricas

A respeito do post “China sabe: o que eles querem é o petróleo“, o amigo navegante Gilson Leite nos enviou o seguinte comentário:
“O nacionalismo despertado pelo vibrante artigo de PHA, da última semana me fez lembrar do artigo que escrevi há algum tempo sobre a usina de Belo Monte. Continuo achando que devemos ocupar a Amazônia com a construção de mais hidroelétricas. As ongs estrangeiras principalmente as americanas não gostam de índio. Gostam mesmo é do território que eles habitam. Esses senhores eliminaram seus índios de pele vermelha imagine os nossos de pele marrom. De olho Neles!!!”
O Conversa Afiada solicitou e o Gilson nos enviou o artigo:

QUESTÃO DE SOBERANIA

bandeira manifestantePrecisamos da energia para o nosso progresso.
Acontece que construir uma usina do porte de Belo Monte, a segunda do Brasil e terceira do mundo, nos dá a sensação segura de que estamos assumindo e tomando posse definitiva do que sempre foi nosso, com uma atitude concreta e determinada.                                                                                     Como sabemos, qualquer área na Amazônia sempre foi bastante cobiçada por nações alheias aos nossos interesses que de maneira indireta nomeiam ONGs e a própria ONU que só na aparência pretendem representar o pensamento ecológico do planeta.  
Esse governo paralelo das ONGs, estupidamente custeadas pelos recursos do povo, tenta embargar nossos projetos, mas preferem agir em surdina e continuar camuflados no “escurinho da floresta” torcendo para que nossos governos oficiais fiquem cada vez mais ausentes, principalmente em áreas de dimensões amazônicas. Sabemos de muito tempo que o interesse real se esconde atrás de fatos econômicos.
Tentam parecer preocupados com o meio ambiente e com o aspecto social, mas essa mesma preocupação não se verifica nem se verificou nas ocupações históricas, dos países por eles explorados no passado, e por isso, hoje despojados de recursos naturais que antes possuíam, bem como da desagregação social que sofreram apesar dos países ditos civilizados chamarem isso de progresso.
A aparente preocupação social tão apregoada pela ONU e ONGs estrangeiras não se confirma com um rápido exame da realidade, quando constatamos a indiferença do “mundo civilizado” com relação à miséria e a fome.
É coincidência demais verificarmos tantas ONGs na Amazônia como também coincidência maior a ausência das mesmas no Nordeste brasileiro, tão precisado de soluções sociais, bem como na África com sua história triste de fome, porém, já que justificam seus trabalhos e sua presença aqui entre nós pelo aspecto social e assistencial queria sugerir à tão “caridosas entidades” que os morros e as favelas do nosso lindo Rio de Janeiro os receberiam de braços abertos para nos ajudar a resolver o problema dos nossos drogados.
Somente inocente não percebe após rápido olhar na história que os países pobres erraram demais ouvindo os seus colonizadores mesmo após a declaração histórica de independência quando se libertaram dos seus carrascos colonizadores.   
Construir essas usinas em território Amazônico, para nós brasileiros, é um ato de posse, uma questão de soberania e de independência. Se isso acarreta prejuízo social e ambiental queremos lembrar que maior poluidor tem sido o automóvel, mas nem por isso as ONGs sugerem fechar as fábricas de automóveis do TIO SAN implantadas em nosso território. Teríamos que, por motivos até mais fortes fechar a grande quantidade de indústrias de bens supérfluos que só se justificam nesse consumismo incentivado ditado por um capitalismo completamente alheio as consequências ambientais.
Com os recursos do planeta se exaurindo não tem mais sentido canalizá-los para meia dúzia de exploradores que sempre ditaram as normas da maneira mais egoísta e truculenta possível. O capitalismo sempre soube multiplicar para si, mas nunca aprendeu dividir porque aí envolve “o outro”, o povo.
Nosso ar piora com os automóveis, mas os economistas do grande capital juram de pés juntos que o mundo não existiria sem ele e até justificam pela grande mão de obra gerada. No entanto, há contrassenso maior continuar colocando automóvel nas ruas de São Paulo quando já se provou que até de bicicleta se chega mais rápido ao destino?
Quanto a mim prefiro admitir que o mundo realmente não existiria era sem “feijão”, o “biocombustível” que realmente movimenta essa nação, observando também que a mão de obra mais socialmente adequada ao nosso momento histórico seria na construção civil e na agricultura. Uma, alimenta e a outra constrói moradia dando dignidade, gerando mais emprego, mais felicidade e movimentando todas as indústrias afins que não são poucas e por consequência, favorecendo o crescimento real do país.
Pelas mesmas razões ecológicas apontadas pelas famigeradas ONGs, teríamos muito mais razão para interditar a produção das energias provenientes do carvão ou da fissão nuclear, que boa parte da Europa e o mundo dito “civilizado” produzem, mas parece que lá, na terra do Tio Sam e na Europa,…Pode!
O que nos tem parecido verdade é que se a implantação dessa hidrelétrica de Belo Monte fosse condição para montar grandes indústrias inglesas ou norte-americanas na área, as ONGs alienígenas não estariam nesse “frisson” e aí, logo justificariam a construção da referida hidrelétrica com todos os argumentos marotos que já conhecemos e até já cansamos de ouvir.
Em um mundo onde já não confiamos mais em muitos dos que se dizem cientistas e onde até Al Gore gaiatamente se tornou um deles e até recebeu o Oscar, a quem devemos consultar? Frequentemente somos injustos com alguns patriotas que bradam,(Bautista Vidal, Molion, etc…) mas suas vozes apesar de verdadeiras não tem eco nem rende “recursos financeiros” aos grupos que sustentam a mídia, e esses heróis ficam no anonimato ou às vezes até impedidos de publicar suas ideias.
Na dúvida, consulto aquela velha mestra chamada HITÓRIA e a CAÇULA INTERNET, e logo constato que as pessoas que ditam e ditaram normas ao nosso “progresso” foram as mesmas que no passado provocaram o desastre da fome na Mãe África, mataram seus índios e os índios dos outros e destruíram ao redor do mundo os recursos naturais e minerais que foram carreados para seus cofres em território seguro para eles.
Acho que, quem não soube fazer o “dever” não pode nos ensinar lição e lembrem-se; Na dúvida, A HISTÓRIA é a MESTRA da vida. Essa MESTRA, nunca poderá ser a GRANDE MÌDIA. Essa é corrompida a preço de ouro e tem o rabo preso.
A INTERNET é esse posto avançado, veiculando a informação à velocidade da luz, onde com os devidos cuidados podemos aprender e transmitir rápido aquilo que aprendemos.  Só precisamos continuar atentos e continuar de cucas  livres.
Na HISTÓRIA, o que passou, ficou! Não dá pra voltar no tempo e mudar. Os exploradores do planeta no passado, mesmo muito ricos hoje, não conseguem a magia de escrever a história que já escreveram. Quanto a nós não mais podemos aceitar um colonialismo que agora pretende se manifestar através do “suave” ambientalismo imposto por pretensos ecologistas que apesar de já terem escrito a sua história querem no presente em vão apagá-la mascarando sua verdadeira face.
Gilson Leite de Moura
Escrito em 03/04/2010

Belo Monte: ocupar a Amazônia para não entregar! | Conversa Afiada

23/02/2014

Rebeldes de aluguel

Filed under: Bandeira do Brasil,Complexo de Vira-Lata,Copa 2014,Rebeldes de Aluguel — Gilmar Crestani @ 10:28 am
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bandeira-manifestanteManifestantes queimam bandeira do Brasil em ato contra Copa em Fortaleza

Cerca de 30 estudantes participaram do protesto na Avenida Beira-Mar

22 de fevereiro de 2014 | 22h 00

Lauriberto Braga – Especial para o Estado

FORTALEZA – A manifestação deste sábado, 22, em Fortaleza contra a realização da Copa do Mundo terminou com a queima da bandeira do Brasil. Cerca de 30 estudantes atearam fogo sob vaias dos frequentadores do calçadão da Avenida Beira-Mar. O protesto acabou sendo contido pela Polícia Militar (PM), que recolheu a bandeira que estava sendo queimada, em frente ao Monumento do Interceptor Oceânico, na Praia do Náutico.

Veja também:
link Protesto contra Copa do Mundo reúne apenas 30 pessoas em Manaus

Panfleto questiona legado da Copa do Mundo

Manifestantes com rostos cobertos gritaram palavras de ordem contra a PM. "A bala de polícia para a favela não é de borracha. A bala da polícia para a favela mata", entoaram. Eles insultaram ainda os PMs colocando as faixas contra a Copa no Brasil nas proximidades das viaturas estacionadas na Beira-Mar. Ninguém foi preso e não houve registro de confronto mais violento.

O ato contra a Copa em Fortaleza começou sem conflito com a distribuição de panfletos em frente ao Jardim Japonês, ainda na Beira-Mar. O papel que os manifestantes distribuíram para os praticantes de cooper dizia que "um povo consciente é o maior medo de um governo mal intencionado".

"Não temos saúde, escolas, direitos e transporte público", destaca o panfleto, recebido e lido pelas centenas de pessoas que passeavam pela Beira-Mar.

O manifesto questiona o gasto de R$ 33 bilhões para a Copa no Brasil. "O que ganhamos?", perguntam os manifestantes. E eles tentam responder: "Prostituição infantil, remoções, agravamento da dívida externa e submissão às exigências da Fifa". O manifesto termina com uma provocação: "Copa pra quem?".

A manifestação feita por três dezenas de estudantes do movimento Intervenção Anarquista foi acompanhada pela Cavalaria, pelo Batalhão de Choque e pela Polícia do Turista.

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