Ficha Corrida

17/03/2015

Para esquecer Malhães, Folha se fixa em Durst

ditadruanHavia, no Brasil, um torturador louco para contar as sessões de tortura, estupro e morte ocorridas nos porões da ditadura, Paulo Malhães. Nenhum jornal brasileiros, todos filiados ao Instituto Millenium, foi atrás destas personagens sinistras da ditadura. Por que O Globo iria, se em editorial saudou a chegada da ditadura. Pior, se aliou ao ditadores e deu a eles cobertura midiática.

A Folha de São Paulo não só fez às vezes de porta-voz dos ditadores como emprestou peruas para os torturadores, estupradores e assassinos escondessem as vítimas em valas clandestinas, como aquela encontrada no Cemitério de Perus, em São Paulo. É evidente que a Folha não iria atrás dos sádicos da ditadura. As histórias macabras, como aquelas praticadas e confessadas por Paulo Malhães, só vieram à tona graça à Comissão da Verdade. A Comissão da Verdade não é outra coisa senão a simples busca da verdade que os jornais, caso fossem livres para buscarem informações, teriam feito. Daí também decorre porque de todo ódio que marcha de zumbis chamada pela Folha & Globo pedido a volta da ditadura. Eles estão sedentos por sessões de tortura, estupro e morte. Dizem que o velho Frias, assim como o honorável Cidadão Boilensen, finanCIAdores da OBAN, assistiam pessoalmente as sessões nos calabouços do DOI-CODI.

Até a escolha do dia 15/03 para que os zumbis da ditadura saíssem às ruas não foi mera casualidade. A data coincide com a posse de alguns dos facínoras da ditadura. Era no dia 15/03 que eles se substituíam no comando ditatorial. É até engraçado que a Folha dê importância a um assassino norte-americano e esquece de informar sobre os muitos assassinos que faziam parte das sessões que o velho Frias presenciava. Quantas pessoas foram torturadas, estupradas e assassinadas na presença do progenitor da famiglia Frias sem que a Folha trouxesse o assunto aos seus leitores? Não é por outro motivo que, com ódio à Lula e Dilma, simplesmente porque as histórias macabras da ditadura, que eles, da Folha, entendem que foi uma ditabranda, viesse à tona com a Comissão da Verdade.

É pelo mesmo motivo que a régua que a Lava Jato passou no PP gaúcho não comoveu a Folha para uma reportagem. É pelos mesmos motivos que nada falaram a respeito do sequestro e estupro do Caso Ana Lídia, de apenas 7 anos, durante a ditadura, por um senador da ARENA, avó do PP.

 

Sem querer, magnata dos EUA confessa ter matado 3

‘Matei todos eles’, admitiu milionário de NY Robert Durst em série de TV

Confissão ocorre em programa sobre vida de Durst; promotoria o acusa, e ele pode ser condenado à morte

GIULIANA VALLONEDE NOVA YORK

Sem se lembrar de que estava sendo gravado, o milionário excêntrico de Nova York Robert Durst, 71, confessou em um programa de TV exibido neste domingo (15) que assassinou três pessoas.

No domingo, foi ao ar o último episódio da série documental: "The Jinx: A Vida e As Mortes de Robert Durst", do canal HBO. "Jinx", ironicamente, significa algo como "mau agouro" em inglês.

Ao término de uma entrevista, Durst aparentemente esquece-se que ainda está usando um microfone ligado e vai ao banheiro.

Lá, em uma conversa confusa consigo mesmo, diz: "Aí está, você foi pego". "Que diabos eu fiz?", pergunta-se. "Matei todos eles, claro."

A direção do documentário afirma que o magnata do setor imobiliário, cuja família tem fortuna estimada em US$ 4,4 bilhões, sabia estar com o microfone ativo.

As vítimas às quais Durst se refere seriam sua primeira mulher, Kathleen, cujo corpo nunca foi encontrado, a melhor amiga dele, Susan Berman, e um vizinho, esquartejado no período em que ele viveu disfarçado como uma mulher muda no Texas.

Durante a pesquisa para o documentário, o diretor e sua equipe acabaram descobrindo uma carta escrita por Durst a Berman cuja grafia é praticamente idêntica à de um bilhete que foi enviado pelo assassino à polícia na época do crime.

Confrontado com essa prova obtida pela produção, Durst negou novamente, durante o programa, o seu envolvimento nos casos. Logo depois, porém, saiu para o banheiro e fez a declaração que o incriminou.

Na noite de sábado (14), a polícia de New Orleans, que já havia sido informada da "confissão" antes de o programa ir ao ar, o prendeu sob acusação de assassinato.

Nesta segunda, a Promotoria de Los Angeles o acusou formalmente pela morte de Berman, e o milionário pode ser condenado à morte.

O histórico criminal do milionário começou em 1982, quando sua primeira mulher, Kathleen, desapareceu. O casamento era conturbado, e o próprio Durst admite que a agredia, mas sua culpa no caso nunca foi comprovada.

No ano 2000, as autoridades de NY reabriram o caso e convocaram para depoimento Berman, que tinha 55 anos, era confidente de Durst e atuou como sua porta-voz na década de 1980.

Um mês depois, Berman foi assassinada. Mais uma vez, a polícia não conseguiu provar a participação de Durst nesse crime.

Para fugir das repercussões, o milionário mudou-se para o Texas. Em 2001, seu vizinho, Morris Black, foi morto e esquartejado.

Durst confessou ter cortado o corpo do homem, mas afirmou que o homicídio aconteceu em legítima defesa. Segundo ele, o vizinho morreu acidentalmente –os dois estariam brigando e caíram ao chão quando a arma do milionário teria disparado e atingido Black. O júri comprou a tese de Durst, e ele foi considerado inocente.

Em 2010, o documentário "The Jinx" começou a ser produzido depois que o diretor Andrew Jarecki lançou o filme "Entre Segredos e Mentiras", inspirado na vida de Durst. O retratado assistiu ao longa e ligou para Jarecki: queria dar uma entrevista e contar sua visão dos fatos.

O diretor e o produtor Marc Smerling entrevistaram também familiares e amigos das vítimas, além de advogados do milionário.

16/10/2014

“Areia” do Grêmio

Filed under: Apropriação Indébita,ARENA,Grêmio,OAS — Gilmar Crestani @ 9:23 am
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ARENA DA OAS GREMIO FOTO RBS SITE 2013

Arena do Gremio: posse do terreno também é polêmica

A jornalista e ativista social Tânia Jamardo Faillace investigou todo o processo de transferência do terreno no bairro Humaitá, onde foi construida a Arena do Gremio.

A área de 38 hectares pertencia ao governo do Estado e foi vendida por R$ 50 milhões para a Humaitá Empreendimentos, controlada pela OAS.

Oito hectares estao ocupados com a Arena, no restante estão sendo construídos predios comerciais e residenciais pela OAS.

A jornalista recorreu ao Ministério Público pedindo uma investigação oficial sobre o negócio.

Ela garante: “Há inúmeras ilegalidades e houve quebra de contrato , a  transferência é nula, o terreno ainda ainda é propriedade do governo, ou seja, área pública”.

Reproduzimos o relato da jornalista:.

Histórico

Em 1963, o Estado do Rio Grande do Sul doou uma área de 38 hectares, perfeitamente definida, na zona Norte de Porto Alegre, à Federação dos Círculos Operários do Rio Grande do Sul para a instalação de uma universidade do trabalho, como então se chamavam escolas profissionais  técnicas em nível de Segundo Grau (tipo Escola Parobé).

O local era um banhado imprestável, a não ser para as espécies (aves) que lá faziam ninhos ou pouso de passagem, e como esponja natural de drenagem para o interior do bairro Humaitá.
A FCORS plantou no local centenas de árvores de espécies diferentes, aterrou onde era necessário, e criou uma excelente escola técnica, a Santo Inácio, com um belíssimo ginásio, permitindo o uso livre do resto do terreno pela população, como um parque popular. Havia na área  oito campos de futebol de várzea, mais uma sede de cultura tradicionalista.

Situado na zona Norte, a tradicional zona industrial da cidade, a escola estava então no local certo.

Sendo uma escola particular, embora destinada à profissionalização de técnicos da classe  trabalhadora, dependia em grande parte de convênios e sistema de bolsas.

Lá pelas tantas, o Estado e a Prefeitura não renovaram os convênios, e a escola passou a ter prejuízos, porque seu ensino era custoso e de alto nível (tirou mais de uma vez o segundo lugar em qualidade de ensino no Enem, segundo informação do presidente da entidade).

A construtora OAS, na ocasião – cinco ou seis anos atrás, – procurava um terreno barato para construir um estádio que pudesse oferecer (alugar/vender/permutar) ao Grêmio Futebol Portoalegrense em troca do Olímpico Monumental, cujo terreno era ambicionado para construções de luxo.

A OAS procurou os terrenos menos dispendiosos. Tentou o da Habitasul, achou caro. Procurou a FCORS.

A Federação não podia vender, nem arrendar, nem penhorar. As doações públicas são sempre condicionadas e limitadas.

O donatário não pode desistir do que faz nem mudar de ramo, ou perderá a doação, sem direito a indenizações pelas benfeitorias realizadas no local.

O então presidente do Grêmio pertencia ao staff do governo Crusius. Sabia da situação difícil da FCORS.

Elaborou-se, pois, um plano, ilegal e inconstitucional, e até delituoso, mas que foi empacotado e apresentado sob o pretexto do PAC da Copa.

A direção do clube não hesitou em colocar os interesses dos construtores acima dos interesses do clube, então em difícil situação financeira (tal e qual a FCORS),

A governadora, por outro lado, não se inibiu em passar por cima das leis do Estado e da União, e até dos interesses da educação no Estado.

a operação

A Federação não podia ser simplesmente expulsa do pedaço, porque cumpria exatamente com suas obrigações contratuais.

A governadora resolveu transferir as obrigações contratuais para outro terreno.

Em 2008, doou, pela lei 13.093 um outro terreno para a Federação, na estrada Costa Gama, no Extremo Sul do município. O terreno pertencia ao Circulo Operário de Porto Alegre, instituição privada independente da Federação.
Normalmente, para isso, ela teria antes que comprar esse terreno, desapropriá-lo ou confiscá-lo, a fim de dispor do mesmo para as suas doações.

Não poderia comprá-lo sem licitação e não tinha base legal para fazer uma licitação apenas para atender aos interesses indiretos da construtora.

Não podia desapropriá-lo, a menos que tivesse um projeto público que o exigisse, e então não teria como passá-lo adiante, e sim executar o tal projeto público.

Não podia confiscá-lo, porque não existiam dívidas fiscais que autorizassem a tomada do imóvel por dívidas.

Então, fez uma doação “de mentirinha”. O objetivo era passar os gravames para a Costa Gama e liberar o terreno de Humaitá.  A Assembléia Legislativa aprovou o monstro jurídico por unanimidade, ao que se soube.

Todos os partidos, pois, foram cúmplices dessa farsa explícita, que, num país mais respeitador das leis, renderia processos criminais para todo o mundo.

Dois anos depois, a Federação comprou o mesmo terreno (que ficticiamente lhe tinha sido doado) do Círculo Operário.

Uma transação normal, a dinheiro (provável adiantamento do que viria a receber pela negociação do terreno Humaitá por parte da interessada em lá construir).

Se quisesse, a Federação poderia simplesmente ignorar os tais gravames, já que se tratava de uma compra e não de uma doação.

Não, conscienciosamente, a FCORS averbou os gravames da falsa doação, onerando o terreno comprado normalmente.

Temos aí, vários atos de falsidade ideológica, cometidos por vários personagens, a começar pelas autoridades e os poderes públicos.

Com essa compra e averbação, foi então procedido o parcelamento da área do Humaitá.

Até janeiro de 2011, havia a mesma sido dividida em quatro porções.

Duas foram vendidas à Nova Humaitá Empreendimentos Imobiliários, com sede no mesmo endereço da construtora OAS.

Duas permaneceram em poder da Federação, estas ainda com os gravames de impenhorabilidade e inalienabilidade.

Mas o assunto não estava terminado, como ainda não está.

Uma outra empresa, a Arena Portoalegrense S/A, criada para ser a dona do estádio no Humaitá, entrou no CREA com uma “Anotação de Responsabilidade Técnica”, ART.

É o pedido de licença para construir. Apresentava-se como proprietária do terreno, o que não era verdade. Naquele ano, apenas metade fora vendida à Nova Humaitá Empreendimentos, e metade permanecia com a Federação.

Essa empresa, a Humaitá Empreendimentos, com um capital social de um mil reais, dizia-se proprietária do terreno e contratante da OAS para construir um estádio de 400 milhões de reais.

Casualmente, seu endereço de então era o mesmo da construtora OAS e da Nova Humaitá Empreendimentos, na avenida Mostardeiro 366/ 802, próximo à Florêncio Ygartua.
Conclusão

O terreno legalmente continua pertencendo ao Estado, e deve ser devolvido ao mesmo, já que todas as transações assinaladas se basearam numa lei inválida, sobre informações inverídicas, e portanto devem ser reconhecidas como NULAS.

Com base nas cláusulas do contrato original de doação, houve alteração do uso do imóvel, o que caracteriza a quebra do contrato, e obriga a devolução da área ao Estado, sem direito a indenizações por benfeitorias.

Tudo o que estiver construído no local, se estivermos vivendo num Estado de Direito e de normalidade jurídica, deve ser imediatamente entregue ao Estado, sem direito a compensações ao inadimplente e seus associados.

Estão disponíveis ao acesso público, os documentos legislativos e cartoriais referentes a todos esses movimentos até janeiro de 2011, segundo a listagem constante do Adendo, mais abaixo.

Denunciado o esquema ao Ministério Público Estadual ainda em julho de 2010, e municiado esse processo com diversos adendos e fotos posteriores, o MP ainda não se pronunciou.

ADENDO

Para quem quiser comprovar pessoalmente as asserções acima, segue lista dos principais  documentos a elas referentes até  janeiro de 2011, e como localizá-los:

– registro de imóveis da 4ª zona de Porto Alegre, livro 3-BX, fls. 126, nº 65.646

– registro de imóveis da 4ª zona, Torrens 22.940

– registro de imóveis da 4ª zona de Porto Alegre, Livro 3-D, fls. 138, nº 6.422, data 25/03.1965

– lei estadual 13.093, de 18/12/2008

– lei estadual 4.610, consolidada com a anterior, 18/12/2008

-  lei municipal 610, de 8/01/2009

– 4º tabelionato de notas de Porto Alegre, Livro 204-C, compra e venda, fls.95, nº52.657

– registro de imóveis 3ª Zona de Porto Alegre – matrícula 149.419

– registro de imóveis 4ª zona,  matrícula 157.918

– registro de imóveis 4ª zona, matrícula 157.921

– registro de imóveis 4ª zona, matrícula 157.919

– registro de imóveis 4ª zona, matrícula 157.920

– ART 5473176, Arena Porto Alegrense S/A – CREA/RS,  14/09/2010

– CNPJ 10938980/0001-21 – end. Mostardeiro 366/802 – Porto Alegre, RS

– ISSQN 53677722 – Arena Portoalegrense S/A – end. Mostardeiro 366/802 – Porto Alegre, RS

– CNPJ 10938773/0001-77 – Nova Humaitá Empreendimentos Imobiliários S/A – end. Mostardeiro 366/802 – Porto Alegre, RS

– Alvará de localização 4120043 – 13/11/2009 – Construtora OAS Ltda. – end. Mostardeiro 366/802 – Porto Alegre , RS

– Alvará de localização 451892 – 17/10/2011 – Empreendimentos Imobiliários OAS26 SPE – end. Mostardeiro 366/802 – Porto Alegre, RS

Tania Jamardo Faillace, jornalista e escritora

Arena do Gremio: posse do terreno também é polêmica | Jornal Já | Porto Alegre | Rio Grande do Sul

06/08/2013

Imagem de cadeira defecada na Arena do Grêmio era piada entre torcedores

Filed under: ARENA,Barriga,Grêmio,Merda,Wianey Carlet — Gilmar Crestani @ 11:03 pm
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Eu nem posso culpar os gremistas. Já foi demais terem de ficar sem estádio. E agora mais essa, resvalaram na própria merda. Os gremistas não reconhecem a própria merda e aí contratam o perito em merda, Wianey Carlet, da RBS, para diagnosticar. Depois de algumas lambidas, a acusação: É colorada! Depois que a Globo contratou o perito Molina para dizer que uma bolinha de papel era um objeto contundente, nada mais surpreende nesta putaria mafiomidiática. A RBS, depois que o Inter fechou o contrato com a Andrade Gutierres sem a participação dela, deram para buscar sempre desmerecer o campeão de tudo. Eles, sim, são uns campeões de merda!

Fezes em cadeira seriam brincadeira entre torcedores Foto: Reprodução Fezes em cadeira seriam brincadeira entre torcedores Foto: Reprodução

Tudo não passou de uma brincadeira. A imagem publicada na Internet por um torcedor do Internacional, supostamente após ter defecado em uma das cadeiras da Arena do Grêmio durante o clássico Gre-Nal, foi desmentida nesta terça-feira. O próprio rapaz que divulgou a imagem, creditando o ‘feito’ a um amigo, fez piada com a repercussão do episódio:

No perfil original do "acusado", que faz parte de uma torcida organizada do Internacional, algumas pessoas alteraram entre piadas, mensagens agressivas e até racistas, enquanto um grupo defendeu o rapaz.

​Outro fator confirma que a foto não aconteceu na Arena: nenhum dos encostos da cadeira do estádio tem o formato que aparece na foto. Procurados pela reportagem, um dos administradores da Arena Porto-Alegrense disse que não houve nenhum movimento suspeito durante o período no qual os 1, 5 mil torcedores do Inter estiveram nas arquibancadas, e as pessoas na limpeza não identificaram nenhum grande incidente.

Imagem de cadeira defecada na Arena do Grêmio era piada entre torcedores – Terra Brasil

15/04/2013

Se a Arena fosse do Grêmio isto não aconteceria

Filed under: ARENA,Grêmio — Gilmar Crestani @ 9:21 am
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Grêmio poderá pedir mudança de data do seu jogo contra o São Luiz

14 de abril de 20130

O Grêmio poderá solicitar à Federação Gaúcha de Futebol uma mudança da data de seu jogo contra o São Luiz, pelas quartas de final da Taça Farroupilha.

Tudo para poder usar a Arena, o que seria impossível dia 21, em face do show de Roberto Carlos na véspera.

A ideia é passar o jogo para o dia 24, quarta-feira.

Antes de fazer a solicitação, a direção quer ter a certeza de que sua estreia nas oitavas de final da Libertadores também não será dia 24, uma das datas cogitadas pela Conmebol.

Blog Dupla Explosiva: tudo sobre a dupla Gre-Nal | clicRBS

22/03/2013

Se um gremista diz isto, o que sobra a um colorado?

Filed under: ARENA,Grêmio,Grupo RBS,OAS — Gilmar Crestani @ 9:03 am
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Como colorado gosto de pegar no pé dos gremistas, mas esta história da ARENA até os colorados já estão ficando com pena. Levados ao charco dos arrabaldes por uma administração fake, que contou com o conluio do maior grupo de comunicação do RS, tudo indica também que a nova direção já foi capturada e já dá sinais de que a única saída é cair, via direitos de transmissão (luvas), nos braços da RBS. Quem foi que organizou o evento Jogo contra a miséria”? Quem está promovendo o Show do Roberto Carlos? Os torcedores gremistas deveriam começar a observar os passos da GEO EVENTOS. O atual presidente Gremista havia declarado às emissoras de tv, quando da inauguração, que a ARENA colocaria cadeiras onde estava prevista a Avalanche do Paulo Odone. O SPORTV repórter de ontem, 21/03/2013, sobre a violência nos estádios, mostra Fábio Koff hipotecando sua palavra. Alguns meses depois, e já começa a pipocar. Koff já foi capturado pelos “royalties” do televisionamento… (Royalty é uma palavra inglesa derivada da palavra "royal", que significa ", aquilo que pertence ao Chefe de Estado, ou é relativo ao rei…).

Procure por informação no jornal azul, Zero Hora, a respeito do que está envolvido no imbróglio ARENA versus Grêmio e só vais encontrar excelências, ufanismo, bajulação. Até parece que informar é proibido. Aliás, informar, no Grupo RBS, é tabu. A RBS não informa, faz negócios!  Quando há “interésses”, como diria Brizola, bajulação é tabu. Mas, como diria aquele tal de Milton Friedman, não existe elogio grátis, daí que…

E por aí se explica o ódio destilado contra o Inter quando da negociação com a Andrade Gutierrez.

MORTE ANUNCIADA

Postado por Hiltor Mombach em 18 de março de 2013Esportes

MORTE ANUNCIADA
Dentre os inúmeros fatos que compõe  esse imbroglio da Arena, um se  apresenta evidente: o repentino aparecimento, na mídia e fora dela,  de uma legião de engenheiros de obra (mal) feita, a tecer críticas sobre tudo no Projeto. Se é bem verdade que muitos dos verborrágicos e midiáticos censores atuais, na realidade encontravam-se desde sempre imobilizados  porque sitiados, dentro e fora do clube, pela massa de róseas informações oficiais  sobre o novo estádio, bem como  pela permanente,   intensa e extensa propaganda laudatória acerca do belo negócio ajustado, tudo à conta da direção anterior e seus acólitos, também é verdade que uma boa parte dos atuais censores embarcou nesse trem oportunisticamente, nessa última baldeação. Profetas do acontecido. Outros, até pouco tempo engajados na tropa de choque virtual  que blindou o andar triunfal do empreendimento, chegaram, no clube,  a  liderar -  inclusive  oficialmente -  os procedimentos tendentes ao desenvolvimento dessa maravilha que aí está e que, hoje , ou cinicamente a vituperam ou procuram sofismaticamente  elidir  seus nocivos efeitos.
Isso se chama mimetismo. Quem sabe, impulsos camaleônicos.
Passou-se, nestes 4 anos e meio, por sobre regras normativas e éticas de todos os naipes para levar a cabo essa obra. Nos aspectos legais, administrativos e sociais. Só uma enciclopédia poderia abrigar a descrição de tantos  desvios, irregularidades e infringências cometidas por avatares em função de uma cega  perseguição à redenção existencial  do clube, o qual, diga-se de passagem, nunca pediu isso. Não precisava. Tinha – e sempre teve – um exercito à disposição, para resolver todos os problemas sem socorros, como historicamente, por mais de cem anos, o fizera.
Inventaram uma necessidade.
Desde maio de 2010 encontra-se à disposição do público a obra “Títulos patrimoniais e outras obrigações internas das associações sócio desportivas” – Reflexos no Projeto Arena do Grêmio”, de minha autoria, Ed. Sérgio Fabris, onde estão narrados minuciosamente os fatos que ilustraram tanto as vésperas quanto o nascimento dessas vinculações civis do clube com a OAS, bem como  descritas as expressivas  invalidades delas, ocorrentes desde o berço.
Talvez, por isso, tenham, os resistentes, como eu,   sido alcunhados de “secadores”, por um respeitável  ex-dirigente , no auge de sua euforia  pedrafundamentalista, imediatamente depois de um simulacro do Exodus, o  tupiniquim, ou seja, travessia Olímpico/Arena, a pé,  por legiões de gremistas iludidos e deslumbrados.
Na visão pretensamente messiânica desses caçadores de nuvens, Xangri-lá só podia ser  em Humaitá.
Também, para livre consulta, encontram-se no blog gremiopatrimonial.blogspot.com, um rosário de textos críticos efetuados pela Associação dos Gremistas Patrimoniais ao negócio Arena, no tempo subsequente à assinatura do contrato, inseridos em artigos intitulados Editoriais, produzidos em número de sete, neste quase cinco anos.
A consulta a essas duas fontes permitirá ao investigador, ao curioso, ao efetivo jornalismo investigatório uma visita, no tempo exato, aos eventos que, paulatinamente, nesse período,  vieram a provocar  esse tsunami que aparenta vir por aí. Dispensa-se  decifrar o enigma da Esfinge.
Tampouco se tratam de obras feitas. Nem motivadas por alpinismo social ou tropismo da notoriedade.
Consultem.
O que está acontecendo patrimonialmente com o Grêmio é morte anunciada.
ANTONIO CARLOS DE AZAMBUJA

MORTE ANUNCIADA Hiltor Mombach – Correio do Povo | O portal de notícias dos gaúchos

19/03/2013

OAS – Orçamento da Arena Sarcófago

Filed under: ARENA,OAS — Gilmar Crestani @ 8:59 pm
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Se as empresas privadas construtoras, como OAS e Andrade Gutierez, cuja razão da própria existência são as obras, erram em seus orçamentos na construção da ARENA e na reforma do Beira-Rio, fica difícil atacar os orçamentos públicos para as obras das olimpíadas e para a Copa. Será pura mania de atacar o que é público para legitimar a inicitava nas privadas?!

Custo da Arena do Grêmio teve aumento superior a 50%

Orçamento saltou de R$ 300 milhões para R$ 475 milhões

Orçamento saltou de R$ 300 milhões para R$ 475 milhões<br /><b>Crédito: </b> Mauro Schaefer / CP Memória

Orçamento saltou de R$ 300 milhões para R$ 475 milhões
Crédito: Mauro Schaefer / CP Memória

De pouco mais de R$ 300 milhões, quando foi assinado o contrato em dezembro de 2008, o custo da Arena do Grêmio saltou para R$ 475 milhões, no início das obras em setembro de 2010. Um aumento superior a 50% em menos de dois anos. Em agosto de 2011, a OAS fez os esclarecimentos da razão deste crescimento de valores na construção do estádio tricolor.
Obtido pelo Correio do Povo, este documento tornou-se um dos itens centrais no debate entre o clube e a construtora. "No momento prefiro não me manifestar sobre esse assunto", declarou o integrante do Conselho de Administração, Adalberto Preis, encarregado por Fábio Koff de cuidar da transição e das tratativas com a empreiteira.
Do aumento orçado em R$ 169 milhões, mais de um terço provém do crescimento dos gastos com a mão de obra. Ao longo da construção, foi preciso negociar com o sindicato um aumento no salário dos operários, além de garantir passagens aéreas para a visita deles às cidades natal, já que a maioria tinha origem no Nordeste. Esses gastos redundaram em um aumento de R$ 70 milhões.
Foi preciso também recalcular a quantidade necessária de estruturas metálicas, aumentando em 1 tonelada e gerando mais R$ 25 milhões de custos. Além disso, houve um aumento das estacas de fundação, somando outros R$ 7 milhões.
Há ainda a construção de uma praça para o acesso dos torcedores, que se trata do mezanino que fica sobre o estacionamento, apontado no item II do documento encaminhado pela OAS. O projeto original foi alterado e o estádio não foi construído sobre um shopping como previsto inicialmente, acarretando em mais R$ 65 milhões para a construção da obra.


Com informações de Hiltor Mombach e William Lampert

Correio do Povo | Esportes | Custo da Arena do Grêmio teve aumento superior a 50%

16/03/2013

Ninguém compra o que é seu!

Filed under: ARENA,Futebol,Grêmio,OAS — Gilmar Crestani @ 9:59 am
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Mas vende o que não é. Como fez Odono do Grêmio… Engraçado é ver Pedro (des)Ernesto Denardin defender, em nome da RBS, a OAS. “O Grêmio não precisa comprar a Arena porque é dela”, bradava seu Ernesto. Como diria Brizola, ah! os interé$$es… O contrato de compra e venda estabelece que o Grêmio tem de pagar a OAS todas vez que clube, como mandante, jogar em outro lugar, como no Olímpico. Parecem os contratos da era FHC, vendendo o que era público, emprestando dinheiro público (BNDES) à iniciativa privada, e proibindo as Agências Reguladoras de… regularem.

Se a ARENA não é do Grêmio, o que aquele “do” está fazendo ali no meio da placa do nome?! Em todo caso, é sintomático o nome do local: “ARENA do GRÊMIO”. Este “do” parece meio envergonhado, espremido entre um casal em litígio de separação, como filho enjeitado… Como pais envergonhados, resolveram depositar o filho da relação num arrabalde, fora da civilização. Será o Humaitá uma sucursal da FEBEM!? Ou será só uma FASE?!

E não é que descobriram só agora que o Grêmio foi convidado para entrar na Arena apenas para ser comido pelo leão!

Impasse na Arena: OAS diz que não venderá estádio, Grêmio busca alternativas

Inaugurada no final do ano passado, Arena está dando mais manchetes fora do que dentro de campo | Foto: Ramiro Furquim/Sul21

Da Redação

Ainda não há acordo entre Grêmio e OAS sobre o que será feito do contrato envolvendo a Arena — e, a julgar pelos últimos acontecimentos, qualquer aperto de mãos ainda está longe de acontecer. O Grêmio busca mecanismos para fechar um potencial rombo financeiro, causado pelo comprometimento das rendas do quadro social — mas a OAS deixa claro não ter nenhum interesse em repassar ao Grêmio sua parte no empreendimento, a partir de uma opção contratual de compra que ganhou vulto na última semana.

Leia mais: Para evitar crise financeira, Grêmio pede à OAS revisão do contrato da Arena

O Grêmio está especialmente preocupado com a gestão de recursos envolvendo os sócios do clube. No momento, o Grêmio aluga parte da área destinada aos associados, em um valor que chega aos R$ 42 milhões ao ano e compromete quase a totalidade do valor arrecadado pelo clube a partir de seu quadro social. Para diminuir esse rombo, o clube tenta renegociar esse aluguel, o que pode passar por um aumento do tempo de parceria com a OAS — o que diminuiria, em teoria, o valor mensal do aluguel — ou, como vem sendo ventilado, a compra por parte do Grêmio da parte pertencente à construtora.

“Essa especulação surgiu apenas na mídia”, afirma Carlos Eduardo Barreto, diretor da OAS/Arenas, praticamente descartando qualquer negociação nesse sentido. “Não achamos que caiba tratar de questões relativas ao investimento feito para viabilizar a obra”, acentuou, acrescentando que não houve discussão sobre redução do aluguel na reunião com o Grêmio ocorrida na quinta-feira (14). Segundo ele, é preciso respeitar as condições originais do contrato, uma vez que a OAS contraiu obrigações com parceiros comerciais e bancos que financiaram o empreendimento.

Adalberto Preis, que representou o Grêmio na reunião, preferiu adotar um tom otimista, mas cauteloso. Embora diga que acredita em uma solução “bastante próxima”, preferiu não entrar em detalhes sobre os rumos da negociação. “Ambas as partes buscam uma solução equilibrada. O Grêmio não pode ter prejuízo nenhum. O equilíbrio orçamentário é importante para que o Grêmio possa ter um time vencedor, o que é fundamental para o sucesso da própria Arena”, ressaltou Preis, que disse ter saído “muito satisfeito” da reunião.

Um elemento que pode ajudar (ou dificultar) em um eventual acordo envolve as partidas do Campeonato Gaúcho disputadas no Olímpico no começo deste ano, quando já havia sido concluída a migração de sócios e a previsão era de jogos apenas na Arena do Grêmio. Como a solicitação para mudança de estádio nessas partidas foi feita pela Arena Porto-Alegrense, empresa responsável pela gestão do estádio, o Grêmio acredita que o valor a ser pago pelo Grêmio (ainda não quitado pelo clube) pode — ou deve — ser diminuído.

“Há muita reclamação de sócios (que não puderam ver jogos na Arena)”, acentua Adalberto Preis. “Nem Grêmio nem OAS sabem qual o valor a ser pago. O Grêmio tem consciência de que precisa pagar, pois disputamos três jogos na Arena até aqui. Mas não há um montante fixo definido. Penso que é possível que paguemos menos (do que o valor originalmente previsto)”.

Com informações de Correio do Povo, Jornal do Comércio e Zero Hora

Sul 21 » Impasse na Arena: OAS diz que não venderá estádio, Grêmio busca alternativas

19/12/2012

ARENA é do Grêmio; Polo Norte, do Papai Noel

Filed under: ARENA,Grêmio,OAS,Papai Noel — Gilmar Crestani @ 9:18 am

Diretor da OAS diz: "A Arena é do Grêmio"

O presidente da Arena Porto-alegrense, Eduardo Pinto (na foto, ao lado do deputado federal Danrlei), acredita que Fábio Koff possa ter interpretado de forma errada algum ponto do contrato entre Grêmio e OAS, ao dizer que a Arena não pertence ao clube.

Presente à cerimônia de posse do novo presidente, ocorrida ontem, Pinto ressaltou que "a parceria é fantástica".

– Foi uma interpretação errada de algum ponto. Eu tenho certeza de que ele sabe da grandiosidade desse projeto para o Grêmio. Quem dá as garantias e paga as dívidas, caso ocorra algum problema, é a OAS. O torcedor gremista tem certeza de que a casa é dele – destacou o dirigente, que ainda não falou com Koff depois da entrevista do presidente eleito a Zero Hora.

Pinto comparou o contrato entre OAS e Grêmio ao financiamento de uma casa ou de um carro. Nos dois casos, existe a obrigatoriedade do pagamento de prestações, "mas o comprador tem a certeza de que o objeto é 100% seu".

Ele considerou "totalmente descabido" o projeto de tombamento do Estádio Olímpico, apresentado ontem na Câmara pelo vereador Pedro Ruas (PSOL).

18/12/2012

Koff! Koff! Sniff!

Filed under: ARENA,Fábio Koff,Grêmio,PMDB,RBS — Gilmar Crestani @ 7:19 am

Quando dizíamos que o Grêmio havia abandonado o Olímpico pelos maus resultados e alugado o palco da OAS, nos dias em que não há show, os gremistas diziam que era mentira de colorado. Cansado de ouvir gremistas tentando desmentir, o próprio presidente dos azuizinhos saiu a campo e confessou: Colorados, “A Arena não é nossa”! A Arena não é, mas e o PMDB de Odone?

Tanto a Arena não é do Grêmio que a OAS já alugou para a RBS se promover com o jogo contra a pobreza e a favor dela.

Outra novidade que passou batida na entrevista do Fábio Koff. Como os colorados sabemos, a RBS, entusiasta e sócia da ARENA, é ávida por todos os lados, pois também queria ser sócia do Beira-Rio e por isso ficou semanas torpedeando o acordo com a Andrade Gutierres. A RBS odeia tudo o que ela não pode ser sócia! A RBS quis também se associar ao Estado do RS, por isso botou seu ex-funcionário Antonio Britto lá. Conseguiu a CRT, mas os espanhóis passaram a perna nela. Por vingança, infiltrou uma bomba com efeito retardado, a também ex-funcionária Yeda Crusius, para destruir o RS. Quase conseguiu. Já armou outras bombas que estão boiando por aí: Ana Amélia Lemos, Afonso Motta, Lasier Martins…

A perseverança da RBS e do Grêmio são admiráveis. Talvez um dia eles chegarão ao padrão FIFA e aí saberão a delícia de sediar uma Copa do Mundo, em 2096.

Gremio_Koff

14/11/2012

JB já tem partido para concorrer à Presidência

Filed under: ARENA — Gilmar Crestani @ 7:52 am

‘Nova Arena’ diz que lutará contra ‘comunização’ do país

DE SÃO PAULO

O grupo que tenta refundar a Arena (Aliança Renovadora Nacional) -partido que deu sustentação à ditadura militar (1964-1985)- publicou ontem no "Diário Oficial da União" seu estatuto e seu programa de atuação prometendo uma "luta contra a comunização da sociedade".

A publicação é uma das etapas que antecedem o registro do partido na Justiça Eleitoral. Agora, a sigla precisa coletar assinaturas de apoio de cerca de 500 mil pessoas em nove Estados do país para obter seu registro.

Depois disso, o partido passa a poder disputar eleições e a ter direito a uma parcela do Fundo Partidário, formado por recursos públicos.

Presidente nacional da sigla, a estudante de direito Cibele Baginski, 23, diz não se importar com a associação do partido ao regime militar.

"[Conotação] negativa ou positiva é questão de ponto de vista. Ter um nome desse traz um grande histórico, mas o saldo ainda foi positivo. O Brasil ainda estaria na idade da pedra se não tivesse existido essa época [da ditadura]", afirmou à Folha.

O secretário-geral do grupo, João Maganelli, 25, estudante de engenharia no Rio Grande do Sul, disse que há ao menos três membros da antiga Arena entre os fundadores do partido atual.

No documento registrado, o grupo elenca como um de seus objetivos a "defesa de preceitos democráticos". "Em respeito à convicções ideológicas de direita, não coligará com partidos que declaram a defesa do comunismo, bem como vertentes marxistas."

A instância superior do partido é um órgão chamado de "Conselho Ideológico", que tem nove membros, cinco deles vitalícios.

Entre suas bandeiras, defende a "abolição de quaisquer sistemas de cotas raciais, de gênero ou condições ‘especiais’", a maioridade penal aos 16 anos e o retorno ao currículo escolar da Educação Moral e Cívica -disciplina imposta em 1969 e tirada das grades em 1993.

Baginski disse que o partido já conversa com políticos com mandato, mas não quis dar nomes. Disse apenas que entre as pessoas "muito respeitadas" estão os deputados Jair Bolsonaro (PP-RJ) e Romário (PSB-RJ).

(PAULO GAMA)

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