Ficha Corrida

01/02/2014

Quando parceiros são pegos, mostra-se os corruptores e escondem-se parceiros…

Depois da parceria com a Naspers, a com o PSDB rendeu mais dividendos à Abril. Valeu cada centavo das assinaturas da Veja distribuídas, por José Serra e Geraldo Alckmin, pelas escolas de São Paulo… Uma mão lava a outra; as duas, a bunda!

Veja: manual de propina da Alstom omite Matarazzo

Reportagem que poderia ser bombástica da revista frustra leitores; anunciado como exclusivo, "O manual de priopina da Alstom" poderia representar a entrada definitiva da Editora Abril na apuração do escândalo que atinge o PSDB em São Paulo; que nada! Reportagem asséptica apenas indica que propinas deveriam ser pagas por meio de consultorias de subsidiárias, como a Cegelec; se Veja pesquisasse seu próprio arquivo, encontraria uma reportagem em que acusava Andrea Matarazzo, ex-secretário de Energia de São Paulo e atual vereador, de arrecadar US$ 3 milhões para o caixa dois da reeleição de FHC, em 1998; de onde vinha o dinheiro? Da Alstom

Brasil 24/7

21/01/2014

Conheça mais um rosto dos que odeiam Lula

 

Suborno à pasta de Matarazzo foi parcelado

Documento apreendido na sede da Alstom na França detalha pagamento de propina à secretaria de Energia e a três diretorias da EPTE (Empresa Paulista de Transmissão de Energia), em 1998, para "melhorar o clima" com o cliente e obter um contrato de US$ 45,7 milhões; na época da negociação, Andrea Matarazzo era o secretário, mas ele joga responsabilidade a "governos anteriores"; governador Geraldo Alckmin (PSDB) não quis comentar envolvimento do vereador, que sempre fez parte da cúpula tucana no Estado; Alckmin, no entanto, defendeu investigações

Brasil 24/7

16/10/2013

Quem é o sujeito oculto que paga?

Filed under: Andrea Matarazzo,Folha de São Paulo,Propinoduto Tucano — Gilmar Crestani @ 8:48 am
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Quer saber como funciona o  dom de contar o crime sem entregar o autor? Leia a Folha. Lá o PSDB é sempre sujeito oculto… Parceria é isso, o resto é imitação!

Ex-diretor de estatal de trens é suspeito de receber propina

Ministério Público aponta pagamento de US$ 836 mil para favorecer Alstom

Defesa de João Zaniboni nega irregularidades e diz que executivo prestou consultorias antes de assumir cargo

FLÁVIO FERREIRADE SÃO PAULO

O Ministério Público aponta que o ex-diretor da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) João Roberto Zaniboni recebeu US$ 836 mil (o equivalente a R$ 1,8 milhão) em propinas pagas pela empresa Alstom em uma conta na Suíça.

A acusação tem por base documentos e rastreamentos financeiros enviados ao Brasil por autoridades suíças.

As investigações indicaram a participação dos consultores Arthur Teixeira e Sérgio Teixeira (que já morreu) nos repasses. O Ministério Público e a Polícia Federal suspeitam que eles também intermediaram propinas pagas pela multinacional alemã Siemens a servidores paulistas, em inquérito aberto em 2008.

A apuração suíça apontou que a Alstom fez depósitos em contas de empresas sediadas no exterior controladas por Arthur Teixeira e Sérgio Teixeira, e essas companhias fizeram repasses para Zaniboni a partir de 1999 que totalizaram US$ 836 mil.

Nesse ano, Zaniboni assumiu o cargo de diretor de Operação e Manutenção da CPTM, no mandato do governador Mário Covas (PSDB), morto em 2001. Zaniboni permaneceu no posto até 2003.

Segundo as apurações, parte do dinheiro recebido por Zaniboni naquele país foi repassado para conta de sua filha nos Estados Unidos.

As autoridades suíças encontraram um contrato de consultoria assinado entre a Alstom e uma dessas empresas estrangeiras, a Gantown, sediada no Uruguai, datado de setembro de 1999.

O documento aponta que a Gantown deveria prestar serviços de consultoria em relação a contratações da CPTM para a reforma e modernização de 129 carros de trens.

Para os investigadores, esse contrato foi simulado e a Gantown não prestou qualquer serviço à Alstom.

Pelo menos um aditivo a esses contratos foi assinado por Zaniboni, segundo as apurações. Porém, para a Promotoria do Patrimônio Público e Social do Ministério Público estadual, Zaniboni teria recebido a propina para favorecer a Alstom em vários outras contratações da CPTM que são alvo de uma força-tarefa de promotores.

O advogado de Zaniboni, Luiz Fernando Pacheco, nega que o ex-diretor da CPTM tenha recebido propinas.

Segundo o defensor, antes de assumir o cargo na CPTM Zaniboni prestou consultoria para Arthur Teixeira e Sérgio Teixeira e recebeu como pagamento US$ 250 mil (R$ 545 mil) em uma conta na Suíça.

De acordo com Pacheco, a conta também foi abastecida com recursos obtidos em razão de outras consultorias prestadas por Zaniboni mas ele "não reconhece" o valor total de U$ 836 mil apontado pelas autoridades suíças

Em nota a Alstom afirmou que desconhece totalmente as transações mencionadas nas investigações e está colaborando com as autoridades.

A Folha procurou a assessoria da CPTM na noite de ontem, mas a companhia não se manifestou.

A reportagem não conseguiu localizar Arthur Teixeira ontem.

05/10/2013

I$$o você não vê na Globo, Folha, Veja, Estadão

Instituto Millenium: ”- não dá para comparar nossos corruptos são melhores preparados do que os outros!”

Istoé detalha conexão Paris-PSDB paulista

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Esquema tinha como peça central Andrea Matarazzo; nasceu na área de energia e migrou, depois, para o setor de transportes; propinoduto tucano movimentou mais de R$ 425 milhões; investigações da Polícia Federal, a partir dos apontamentos feitos pelo Ministério Público, podem estar chegando em sua etapa conclusiva: relação entre a empresa francesa Alstom e os tucanos paulistas começam a ficar mais claras, para provar caso de superfaturamento; reportagem também aponta os lobistas dos esquemas de energia e transporte:  um deles é Jorge Fagali Neto, ex-secretário de Transportes Metropolitanos do Estado de São Paulo e diretor dos Correios na gestão FHC

4 de Outubro de 2013 às 21:34

247 – Os tucanos Andrea Matarazzo, ministro do governo FHC e secretário estadual nas gestões Serra e Covas, Henrique Fingermann e Eduardo José Bernini, ex-dirigentes da Empresa Paulista de Transmissão de Energia Elétrica (EPTE) são apontados em nova reportagem da revista Istoé que chega neste sábado (5) às bancas, como peças centrais nos escândalos que envolveram os governos paulistas em São Paulo. Primeiro na área de energia, depois no transporte público, atravessando as gestões de Mário Covas (1995-2001), de Geraldo Alckmin (2001-2006) e de José Serra (2007-2010). Esquemas envolveram pelo menos R$ 425 milhões dos cofres públicos. "Parte da propina paga pela empresa francesa Alstom abasteceu os cofres do PSDB paulista”, diz a matéria

“Documentos e depoimentos obtidos também já foram considerados suficientes para Milton Fornazari Júnior, delegado da Polícia Federal, estabelecer que as ordens dos executivos franceses Pierre Chazot e de Philippe Jaffré eram suficientes para convencer os mais altos escalões do governo estadual a conceder a Alstom vitórias em contratos superfaturados para o fornecimento de equipamentos no setor de energia. Eles usavam aquilo que um executivo da empresa francesa qualificou de “política de poder pela remuneração””, anota.

Confira a reportagem na íntegra:

Operação França

Investigações chegam ao topo do esquema e mostram que líderes tucanos operaram junto com executivos franceses para montar o propinoduto do PSDB paulista. Os acordos começaram na área de energia e se reproduziram no setor de transporte trilhos em SP

As investigações sobre o escândalo do Metrô em São Paulo entraram num momento crucial. Seguindo o rastro do dinheiro, a Polícia Federal e procuradores envolvidos na apuração do caso concluíram que o esquema do propinoduto tucano começou a ser montado na área de energia, ainda no governo de Mário Covas (1995-2001), se reproduziu no transporte público – trens e metrô – durante as gestões também de Geraldo Alckmin (2001-2006) e de José Serra (2007-2010) e drenou ao menos R$ 425 milhões dos cofres públicos. Para as autoridades, os dois escândalos estão interligados. Há semelhanças principalmente no modo de operação do pagamento de propina por executivos da multinacional francesa Alstom a políticos e pessoas com trânsito no tucanato para obtenção de contratos vantajosos com estatais paulistas. Nos dois casos, os recursos circulavam por meio de uma sofisticada engenharia financeira promovida pelos mesmos lobistas, que usavam offshores, contas bancárias em paraísos fiscais, consultorias de fachadas e fundações para não deixar rastros. A partir dessas constatações, a PF e o MP conseguiram chegar ao topo do esquema. Ou seja, em nomes da alta cúpula do PSDB paulista que podem ter tido voz ativa e poder de decisão no escândalo que foi o embrião da máfia dos transportes sobre trilhos. São eles os tucanos Andrea Matarazzo, ministro do governo FHC e secretário estadual nas gestões Serra e Covas, Henrique Fingermann e Eduardo José Bernini, ex-dirigentes da Empresa Paulista de Transmissão de Energia Elétrica (EPTE). Serrista de primeira hora, Matarazzo é acusado de corrupção por ter se beneficiado de “vantagens oferecidas pela Alstom”. De acordo com relatório do MP, as operações aconteciam por meio dos executivos Pierre Chazot e Philippe Jaffré, representantes da Alstom no esquema que teria distribuído mais de US$ 20 milhões em suborno no País. É a chamada conexão franco-tucana.

Para avançar ainda mais nas investigações e conseguir esquadrinhar com precisão o papel de cada um no esquema, a procuradoria da República obteve judicialmente a quebra dos sigilos bancários e fiscais dos três líderes tucanos e de mais oito pessoas. Constam da lista lobistas, intermediários e secretários ou presidentes de estatais durante a gestão de Mário Covas (PSDB) em São Paulo. A ordem judicial também solicitou informações sobre o paradeiro dos dois executivos franceses. As investigações conduzidas até agora já produziram avanços importantes. Concluíram que parte da propina paga pela Alstom abasteceu os cofres do PSDB paulista. Documentos e depoimentos obtidos também já foram considerados suficientes para Milton Fornazari Júnior, delegado da Polícia Federal, estabelecer que as ordens dos executivos franceses Pierre Chazot e de Philippe Jaffré eram suficientes para convencer os mais altos escalões do governo estadual a conceder a Alstom vitórias em contratos superfaturados para o fornecimento de equipamentos no setor de energia. Eles usavam aquilo que um executivo da empresa francesa qualificou de “política de poder pela remuneração”.

Uma série de evidências demonstra que a máfia na área de energia serviu como uma espécie de embrião do cartel dos trens. Ao elencar os motivos do pedido de quebra de sigilo, o procurador da República Rodrigo de Grandis faz a ligação entre os dois esquemas ao destacar a existência de “contratos de consultoria fictícios utilizados para o pagamento, entre abril e outubro de 1998, quando a Alstom T&D (por meio do consórcio franco-brasileiro Gisel) e a Eletropaulo negociavam um contrato aditivo à obra de reforma e expansão do Metrô de São Paulo”.

Os métodos para acobertar os pagamentos de suborno utilizados pela Alstom se assemelham aos de outras empresas do cartel dos trens, a exemplo da Siemens. Como ISTOÉ mostrou em julho, a multinacional alemã, por meio de sua matriz ou filial brasileira, contratava as offshores uruguaias Leraway Consulting S/A e Gantown Consulting S/A, controladas pelos lobistas Arthur Teixeira e Sérgio Teixeira, falecido. Os irmãos ficavam encarregados de intermediar ou distribuir o dinheiro da propina. Porém, o número de empresas em paraísos fiscais usadas pela Alstom para encobrir o pagamento dos subornos pode ter sido bem maior. Pelo menos cinco já foram identificadas: a MCA, comandada por Romeu Pinto Júnior e com sede no Uruguai, a Taltos, a Andros, a Janus e a Splendore. Elas eram operadas pelos franceses Pierre Chazot e Philippe Jaffré, então executivos da Alstom, por meio de procurações. Eles abriam contas nos Estados Unidos e na Suíça e distribuíam os recursos. Foi através dessa engrenagem que o conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE) e homem forte do governo Mário Covas, Robson Marinho, recebeu cerca de US$ 1 milhão em uma conta na Suíça. O montante encontra-se bloqueado pela Justiça do país europeu.

Se alguém preferisse receber no Brasil, os executivos da francesa Alstom também se encarregavam de fazer o caminho de volta por um doleiro. Em depoimento ao Ministério Público, Romeu Pinto Júnior confirmou que recebia os valores em notas e que o executivo Pierre Chazot “lhe ordenava entregar os pacotes com dinheiro em espécie a pessoas”. Porém, inacreditavelmente, declarou “que desconhece a identidade” daqueles que foram os destinatários dos polpudos envelopes. Parte do dinheiro que chegou às mãos de Romeu veio pelo doleiro Luiz Filipe Malhão e Sousa. Ele assumiu para as autoridades ter feito duas remessas de contas da MCA do Exterior para o Brasil. “A primeira no valor de US$ 209.659,57”, destaca documento do MPF. “A segunda no valor de US$ 298.856,47”, consta em outro trecho. A origem de ambas as operações era uma conta da MCA no banco Union Bacaire Privée, de Zurique, na Suíça.

Assim como outras empresas do cartel, o conglomerado francês também lavava o dinheiro da propina em território nacional. O esquema consistia em contratar empresas brasileiras que emitiam notas de serviços que nunca foram prestados. Em troca de comissão, os valores pagos eram repassados pelos contratados a políticos e servidores públicos, sempre seguindo as ordens dos executivos do grupo francês. Era esse serviço que a Acqua Lux Engenharia e Empreendimentos, com um único funcionário, desempenhava. “A principal origem de receitas (da Acqua Lux) advém de serviços prestados à Alstom T&D Ltda.”, destaca documento do MPF. “Os peritos verificaram a possibilidade de a empresa, nos anos 2000 e 2001, não ter prestado efetivamente serviços para a Alstom”, diz o MP em outro trecho. O proprietário da companhia, Sabino Indelicato, figura entre os indiciados pela Polícia Federal. Na Siemens, a encarregada dessa função era a MGE Transportes, dirigida por Ronaldo Moriyama. De acordo com uma planilha de pagamentos do conglomerado alemão, já revelada por ISTOÉ, a empresa alemã pagou à MGE R$ 2,8 milhões até junho de 2006. Desse total, pelo menos R$ 2,1 milhões foram sacados na boca do caixa por representantes da MGE para serem distribuídos a políticos e diretores da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM).

Também chama a atenção da Polícia Federal e do Ministério Público o fato de os dois escândalos utilizarem lobistas e consultores em comum. Um deles é Jorge Fagali Neto. Ex-secretário de Transportes Metropolitanos do Estado de São Paulo (1994) e diretor dos Correios na gestão Fernando Henrique Cardoso, Fagali Neto é conhecido pelo seu bom trânsito entre os tucanos. Seu irmão José Jorge Fagali foi presidente do Metrô na gestão de José Serra e é investigado pelo MP e pelo Tribunal de Contas Estadual por fraudar licitações e assinar contratos superfaturados à frente do estatal. Em 2009, autoridades suíças sequestraram uma conta conjunta com US$ 7,5 milhões de Fagali Neto com José Geraldo Villas Boas – também indiciado pela PF. A quantia depositada no banco Leumi Private Bank AG teve como origem o caixa da francesa Alstom. Agenda e e-mails entregues por uma ex-funcionária de Fagali Neto ao MP mostram que ele prestava serviços também a outras empresas da área de transporte sobre trilhos relacionadas ao cartel. Entre elas, a canadense Bombardier e Tejofran. O seu interesse pelo setor é tamanho que, por e-mail, ele recebeu irregularmente planilhas de um projeto ainda em desenvolvimento de Pedro Benvenuto, dirigente da Secretaria de Transportes Metropolitanos de São Paulo demitido nas esteiras das acusações. Em outra troca de mensagens com agentes públicos, Fagali Neto também mostra preocupação com a obtenção de financiamento junto ao Banco Mundial (Bird), BNDES ou JBIC para as obras das linhas 2 e 4 do Metrô paulista. Tamanha interligação entre os esquemas, segundo o Ministério Público e a Polícia Federal, não é mera coincidência.

Istoé detalha conexão Paris-PSDB paulista | Brasil 24/7

01/10/2013

Quem tem amigos tem tudo, quem tem a mídia do seu lado tem mais

Filed under: ALSTOM,Andrea Matarazzo,PSDB,Siemens — Gilmar Crestani @ 7:37 am
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Não há outra saída. O filho do Lula precisa comprar estes a$$oCIAdos do Instituto Millenium: UOL, Estadão, Veja, Globo. Quando vi a manchete lembrei imediatamente de um livro do Graham Greene que li nos meus tempos de colégio: “Nosso homem en volvido”… Não duvidem, quando acabar esta história a mídia ainda vai acabar botando José Dirceu no meio. Só uma saída para o Tarso Genro, fazer que  Alckmin fez com aa assinaturas da Veja, Folha e Estadão, comprar milhares de assinatura da Zero Hora e distribuir nas pet shop…

Mídia esconde devassa em Andrea, o faz tudo do PSDB

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Segundo vereador mais votado de São Paulo e do Brasil, embaixador do Brasil em Roma no governo Fernando Henrique, de quem foi tesoureiro da campanha à reeleição, secretário de Energia de Mario Covas, chefe das Subprefeituras com José Serra e secretário de Cultura de Geraldo Alckmin; largo currículo de Andrea Matarazzo não foi suficiente para que seu nome fosse destacado pela mídia tradicional na notícia da quebra, pela Justiça, de seus sigilos bancário e fiscal sob suspeita de envolvimento no escândalo de corrupção Alstom-Siemens; seria como informar que a AP 470 tem 42 réus, sem lembrar que os famosos José Dirceu, José Genoíno e Delúbio Soares, do PT, estão entre eles

Brasil 24/7

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