Ficha Corrida

24/03/2016

PÓde tudo ou tudo PÓde?

Filed under: Aécio Neves,Lista Odebrecht,Mineirinho — Gilmar Crestani @ 6:13 pm
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Dinheiro do mineirinho PÓde ter sido o estopim que levou à expulsão de Marcelo Reis, líder dos Revoltados Online, da Paulista. Pela teoria do domínio do fato, a parcela da marcha dos zumbis acusaram-no de ser pago por Aécio Neves.

O repentino vazamento da Lista Odebrecht pode ter explicações na briga de bugio nos intestinos do PSDB. Depois que José Serra & Andrea Matarazzo perderam para João Dória Jr & Geraldo Alckmin, mais informações sobre Aécio Neves têm aparecido na imprensa. O enfraquecimento de Aécio Neves interessa ao candidato do PSDB à prefeitura de São Paulo, João Dória, e aos seus amigos da LIDE.

Se ninguém deu bola antes, e até acharam normal que o NaPÓleão das Alterosas disponibilizasse o jatinho do estado até para Gilmar Mendes, Roberto Civita, Zezé Perrella, e construísse aeroportos clandestinos nas terras do Tio Quedo, sem contar toda participação pregressa, por que iriam agora se interessar por mais este ‘pequeno detalhe’ na sua biografia?! Só há um motivo para entrega-lo agora: safar os demais. Joga-lo como boi de piranha para que a boiada da Lista Odebrecht passe o Rubicão sem ser molestada. Por trás, pode estar Geraldo Alckmin. Mas, lembrando uma velha lição da Folha de São Paulo, “não pode ser assegurada -bem como não pode ser descartada”, outro personagem paulista, também conhecido por ter estrelado o show da bolinha de papel, já acostumado a detonar eventuais concorrentes, vide Caso Lunus… O tarja preta José Serra! Exatamente aquele que pretende entregar a Petrobrás, conforme combinado com FHC no Convescote de Foz do Iguaçu, à Chevron.

Há precedentes das digitais paulistas na revelação do Mineirinho. Os mesmos interesses “republicanos” dos paulistas vieram à luz pelas mãos do articulista do Estadão, Mauro Chaves: “Pó pará, governador”, que O Estado de Minas respondeu à moda maneira, método caro às famílias mafiosas: “Minas a reboque, não”. Mesmo com todas as informações anteriores o playboy continuou sendo útil ao interesses da Rede Goebbels, porque descarta-lo-ia agora?! Só como boi de piranha…

Agora é que vem a dúvida: quem tem mais foro privilegiado, Aécio ou Andrea Neves? Se ela, com todas as citações, nunca recebeu um oi do japonês bonzinho, porque ele receberia um olá?! Ou eles PÓdem tudo? É a enésima citação de Aécio Neves na Lava Jato. Curioso, e que ódio, nem Dilma nem Lula aparecem…

Fica cada vez mais claro que o golpe paraguaio buscar derrubar Dilma para proteger os corruptos de sempre.

Listão da Odebrecht cita dono do avião de Aécio

:

Diálogo de 19 de setembro de 2014, entre Marcelo Odebrecht e o presidente da Odebrecht Infraestrutura, Benedicto Junior, trata de uma doação de R$ 15 milhões para um personagem identificado como "Mineirinho"; os recursos são viabilizados por Sergio Neves, diretor da construtora em Minas Gerais, preso nesta semana na Operação Xepa, para repasse a uma pessoa identificada como "Oswaldo"; ao que tudo indica, trata-se de Oswaldo Borges da Costa Filho, um dos personagens mais próximos ao senador Aécio Neves (PSDB-MG), que foi nomeado por ele presidente da Companhia de Desenvolvimento de Minas Gerais (Codemig) e é um dos donos do jato usado pelo presidente nacional do PSDB para voar pelos céus do País; listão da Odebrecht, que mostra os repasses ao "Mineirinho", teve seu sigilo determinado pelo juiz Sergio Moro, que conduz a Operação Lava Jato

24 de Março de 2016 às 14:06

Minas 247 – Uma das prisões da mais recente fase da Operação Lava Jato, batizada como Xepa pela Polícia Federal, pode trazer problemas para o senador Aécio Neves (PSDB-MG). Isso porque um dos presos foi Sergio Neves, diretor da Odebrecht que cuidava dos repasses a um personagem batizado como "Mineirinho".

Neves foi citado num diálogo realizado no dia 19 de setembro de 2014, em plena campanha presidencial, entre Marcelo Odebrecht e Benedicto Júnior, presidente da construtora. Nele, os dois falam de um repasse de R$ 15 milhões ao "Mineirinho", que seria feito por Neves a um personagem chamado "Oswaldo".

Eis um trecho de reportagem de Fausto Macedo sobre o caso:

Alguns nomes não identificados, contudo, chamaram a atenção dos investigadores, sobretudo pelo grande volume de recursos que teriam recebido, como é o caso de “Mineirinho”, apontado como destinatário de R$ 15 milhões entre 7 de outubro e 23 de dezembro de 2014. As entregas, segundo as planilhas, teriam sido feitas em Belo Horizonte, capital de Minas Gerais.

A quantia foi solicitada pelo diretor superintendente da Odebrecht Infraestrutura para Minas Gerais, Espírito Santo e Região Norte, Sérgio Neves, à secretária Maria Lúcia Tavares, que fez delação e admitiu operar a “contabilidade paralela” da empresa a mando de seus superiores. O pedido foi intermediado por Fernando Migliaccio, ex-executivo da empreiteira que fazia o contato com Maria Lúcia e que foi preso na Suíça.

A solicitação foi encaminhada no dia 30 de setembro de 2014, 13 dias após o então presidente da holding Odebrecht Marcelo Odebrecht conversar com o presidente da Odebrecht Infraestrutura Benedicto Junior sobre a “viabilização” de “15” a um destinatário que até então não estava claro para a PF. “Diante das novas informações ora colacionadas, resta claro que os ’15’ representam, na verdade, R$ 15 milhões, o total de recursos disponibilizados a Mineirinho, via Sérgio Neves”, assinala a Polícia Federal no relatório que embasou a 26ª fase da operação.

Ao que tudo indica, o "Mineirinho" que recebeu R$ 15 milhões durante a campanha presidencial, e também depois, é o senador Aécio Neves (PSDB-MG). Especialmente porque o pedido de recursos teria sido feito por "Oswaldo", que seria Oswaldo Borges da Costa, uma das pessoas mais próximas do senador tucano, que o nomeou presidente da Companhia de Desenvolvimento de Minas Gerais (Codemig). Oswaldo é também dono do avião Learjet que Aécio usa em suas viagens pelo País (a esse respeito, leia "Dono do Aeciojato ganhou estatal").

Na última terça-feira, a Odebrecht anunciou o desejo de realizar uma ampla colaboração com a Justiça, falando de todas as suas doações ao sistema político. Em nota, o Ministério Público Federal negou estar negociando uma delação com a Odebrecht. O "listão" da empreiteira, com doações a mais de 200 políticos, teve seu sigilo determinado pelo juiz Sergio Moro, que conduz a Lava Jato. Se Sergio Neves decidir falar, ele poderá esclarecer suas relações com "Oswaldo" e as doações de R$ 15 milhões ao "Mineirinho".

Listão da Odebrecht cita dono do avião de Aécio | Brasil 24/7

1 Comentário »

  1. […] Dinheiro do mineirinho PÓde ter sido o estopim que levou à expulsão de Marcelo Reis, líder dos Revoltados Online, da Paulista. Pela teoria do domínio do fato, a parcela da marcha dos zumbis acusaram-no de ser pago por Aécio Neves.  […]

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