Ficha Corrida

24/12/2015

Quer saber como o nazismo se tornou viável?

Filed under: Eduardo Cunha,Fascismo,MPF,Nazismo — Gilmar Crestani @ 11:19 am
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Há um livro que ajudam a entender a marcha nazi-fascista no Brasil, Os Carrascos Voluntários de Hitler. Hoje, o MPF abriga uma corja que engrossa a marcha insensatez. O proselitismo político em que deveria zelar pela legalidade, sem qualquer eufemismo, torna possível o que se pensava impossível alguns anos atrás, o renascimento nazi-fascismo. A atitude isolada de magarefe do direito somada aos zumbis que cercam nas ruas e restaurantes pessoas como Guido Mantega e Chico Buarque são exemplo de que não estamos livres de retrocessos institucionais. A cobertura a atitudes como a deste militante dos toxicômanos pelos grupos mafiomidiáticos ajuda a explicar a marcha dos zumbis que querem derrubar uma Presidente recém eleita contra a qual não pesa, admitido até por alguns dos seus mais ferozes adversários políticos, nenhum irregularidade.

Ao se somar a personagens como Aécio Neves e Eduardo CUnha resta o velho ditado: diga-me com quem andas e direi quem és!

O procurador militante do TCU

qui, 24/12/2015 – 09:56 Atualizado em 24/12/2015 – 10:16 – Luis Nassif

O Procurador Júlio Marcelo de Oliveira, do Ministério Público do Tribunal de Contas, é militante político. Comparece a passeatas a favor do impeachment e, em sua página do Facebook, ele é a esposa conclamam as pessoas a aderirem à movimentos como ˆVai pra rua".

É direito do cidadão, é imprudência do procurador. Do servidor público exige-se isenção política. O servidor que se vale de preferências políticas no exercício das funções de Estado desrespeita a cidadania, o serviço público e compromete sua própria corporação.

***

Quando levantou as "pedaladas", Júlio comportou-se tecnicamente, inclusive quando apontou as diferenças de dimensão entre 2014 e anos passados. Quando passou a superdimensionado seus efeitos, a botar fogo no TCU por uma punição radical, exagerou. Mas, ainda assim, se poderia atribuir ao excesso de zelo com a Lei de Responsabilidade Fiscal.

Não ficou nisso. Passou a torpedear, uma a uma, as tentativas de amenizar os efeitos da Lava Jato na economia. Não se limitava apenas a torpedear as parcas iniciativas do governo, mas a proferir juízo de valor sobre temas como a lei de leniência.

Quando crítica o fato de haver muitas instâncias de leniência e o acusado poder fazer um leilão com a mais leniente, é uma opinião técnica. Quando investe contra qualquer acordo, e defende que a única punição correta é aquela que líquida com as empresas, age politicamente – e irresponsavelmente.

***

Como também age politicamente quando recorre a esse execrável expediente de barganhar reportagens e de alimentar blogs e publicações empenhadas na campanha do impeachment. E tira de vez a máscara quando avança decididamente para além das chinelas e, em entrevista à BBC Brasil defende claramente o impeachment como punição para as pedaladas.

Ontem, mais uma vez exerceu a militância, ao entrar em juízo de valores sobre a motivação do vice-presidente Michel Temer em assinar medidas que podem ser caracterizadas como pedaladas, como se o jurista e parlamentar ladino fosse um insuficiente necessitando de apoio da autoridade pública.

O fato de aparecer em passeatas pró-impeachment e de todos – literalmente todos – seus pareceres serem contra o governo compromete não apenas a ele. Ele é o responsável por sua biografia. Mas afeta a imagem de todos os procuradores que trabalham seriamente e respeitam princípios como o da impessoalidade no serviço público

***

A crise política e a Lava Jato – somada à inação do governo – já derrubaram o PIB em 2 pontos percentuais adicionais. Não dá mais para usar a crise como holofote para exibicionismos irresponsáveis, valendo-se do poder que foi conferido pelo Estado.

Seja a favor ou contra o governo de plantão, é um ativismo irresponsável para com o país.

O procurador militante do TCU | GGN

2 Comentários »

  1. […] Paulo o PCC governa, em Brasília o Marcola seria chefe da Polícia Federal, e Rodrigo de Grandis e Júlio Marcelo de Oliveira disputariam o a […]

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  2. […] Há um livro que ajudam a entender a marcha nazi-fascista no Brasil, Os Carrascos Voluntários de Hitler. Hoje, o MPF abriga uma corja que engrossa a marcha insensatez. O proselitismo político em que deveria zelar pela legalidade, sem qualquer eufemismo, torna possível o que se pensava impossível alguns anos atrás, o renascimento nazi-fascismo. A atitude…  […]

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