Ficha Corrida

28/09/2015

Depois de Carlos Sampaio, outro herói do MBL vira pó

Filed under: Eduardo Cunha,FIFA,Kim Kataguiri,Marcha dos Zumbis,PC Farias,PSDB — Gilmar Crestani @ 10:03 am
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Eduardo Cunha rouba mas fazSei, não, mas a vida de Kim Kataguiri não anda nada fácil.

Como Cazuza, seus heróis ou morrem de overdose, como o que abateu em pleno voo a Folha hoje, ou viram bagaço ambulante como este Eduardo CUnha.

Os aprendizes de fascistas não sabem vestir a camisa da FIFA nem a CBF, botam tudo pelo avesso pelos simples prazer de entrarem na moda dos assoCIAdos do Instituto Millenium.

Enquanto dão caldo, ganham espaço e promovem a marcha dos zumbis, depois viram pilhéria, e são expostos nus para vergonha alheia.

Um dia algum seguidor de Umberco Eco, que entenda da semiologia, ainda vai estudar porque tantos jovens empunharam a bandeira da FIFA, vestindo camisas com escudo da CBF, para defender Educação e Saúde Padrão FIFA, e defendendo que sonegação não é crime.

Se descobrirem quem finanCIA a marcha dos zumbis desvendaram também o segredo de porque o PSDB quer entregar o pré-sal à Chevron.

Diante das novas descobertas e da revelação que está escapando entre os dedos dos grupos mafiomidiáticos, só resta ao Eduardo Cunha, para fugir de investigações e prisão, se filiar ao PSDB, o único partido com imunidade para roubar.

A Prece valeu dinheiro para Eduardo Cunha, mostra a Folha

Por Fernando Brito · 28/09/2015

cumbuca

É Rubens Valente – autor do detalhadíssimo Operação Banqueiro, sobre as falcatruas do “imprendível” Daniel Dantas – que nos traz hoje na Folha a revelação de que está apurado e pronto para providências punitivas  mais um escândalo de Eduardo Cunha, que nunca deixou de praticar, desde o início de sua vida como operador do mercado financeiro, a sua devoção pelo dinheiro.

Diz ele que Cunha “lucrou indevidamente” R$ 900 mil em negócios conduzidos pela pela Corretora Laeta, que operava recursos seus, particulares, e da Prece, instituto de previdência da companhia de água e  esgoto do Rio, a Cedae. Simplificadamente, funcionava assim: a corretora aplicava os recursos em bloco e, naturalmente, fazia negócios que davam lucro e e em outros, registrava prejuízo. Na hora de identificar quanto pertencia a quem, as aplicações para Cunha ficava com os bons negócios e os “micos” eram atribuídos a Prece.

Isso só era possível porque, claro, a Prece aceitava aplicar o dinheiro dos servidores com uma corretora que lhe dava prejuízos, sistematicamente. A Cedae, nesta época, era presidida por Lutero de Castro Cardoso, ex-funcionário da extinta Telerj na época em que Cunha a presidia, por indicação de PC Farias, no Governo Collor.

Depois da revelações de Júlio Camargo e de Fernando “Baiano” Soares de que pegou US$ 40 milhões em propinas na contratação de navios, convenhamos, desvio de R$ 900 mil é “trocado” na longa lista de irregularidades apontadas a Eduardo Cunha.

Mas abre a porta de um longa e tenebrosa estrada de cumplicidades entre Cunha e Lúcio Bolonha Funaro, condenado na mesma operação e envolvido  em dúzias de episódios sombrios, entre eles um negócio milionário com Furnas Centrais Elétricas, no tempo em que esta era dirigida pelo falecido Luiz Paulo Conde, amigo de Cunha no PMDB.

A Prece valeu dinheiro para Eduardo Cunha, mostra a Folha – TIJOLAÇO | “A política, sem polêmica, é a arma das elites.”

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