Ficha Corrida

23/08/2015

Boimate, a ciência segundo a Veja

Filed under: Boimate,Elio Gaspari,Eurípdes Alcântara,Paulo Nilson,Veja — Gilmar Crestani @ 11:01 am
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imageA história do Boimate constitui-se no exemplo pronto e acabado do tipo de informação que a revista Veja mais preza. Não foi o primeiro nem o último caso.

Tempos depois também embarcou no caso da cidade Paraguaia colonizada só com alemães da cidade natal de Kant, Nueva Konigsberg.  É claro que a cidade só existe no imaginário da Veja.

Todo dia surge uma nova patacoada perpetrada pela revista finanCIAda pelo grupo racista NASPERS. Felizmente, a Veja só serve de adubo para uma manada cujo maior mérito é não perder o ódio por quem desenvolve políticas públicas de integração e promoção social. Eles odeiam a situação atual dos aeroportos e o tipo de convivência nos vôos, cuja maior representante é Danusa Leão.

Graças às Danusas, aos Luis Carlos Prates e ao Luis Carlos Heinze, a manada amestrada pasta bovinamente. Vida longa ao imbecis, para que possam apreciar em vida o sucesso das políticas de esquerda, tanto mal fazem ao cruzamento do Boimate com a Nueva Konigsberg…

32 anos depois, ilustrador confessa que desenhou o Boimate da Veja

Postado em 22 de agosto de 2015 às 2:31 pm

Em seu Facebook, o ilustrador Paulo Nilson desfez um mistério de mais de três décadas: ele foi o autor do desenho do Boimate.

Foi uma das maiores barrigadas da história da imprensa brasileira.

A Veja tomou como verdade uma nota de 1.o de abril de uma revista estrangeira que dissera que os cientistas tinham conseguido cruzar um boi e um tomate.

A versão de Paulo:

CONFESSO! EU DESENHEI O BOIMATE!

Eu trabalhava na Veja, na zona da senzala, onde ficavam os ilustradores, os diagramadores e digitadores. Ouvi um zun-zun sobre uma descoberta fan-tás-ti-ca, e meus pelos se arrepiaram. Logo veio o jovem foca, recém promovido a Editor de Ciência e Tecnologia, Eurípedes Alcântara, brandindo uma revista amarrotada, exigindo uma ilustração. Coube a mim ilustrar (na época não existia o neologismo “infográfico”). A Dorrit deu de ombros, como sempre fazia. Elio Gaspari veio com suas gracinhas sem graça, e o velho Guzzo, o mão peluda, rosnou: “Bate o martelo”. Fui obrigado a desenhar, mas não coloquei meu crédito, que não nasci ontem. Deu no que deu…

Diário do Centro do Mundo » 32 anos depois, ilustrador confessa que desenhou o Boimate da Veja

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