Ficha Corrida

13/08/2015

Sartori é um Eduardo Cunha com patrocínio da RBS

Sucessivos governos do RS têm sido agraciados com o oferecimento do serviço de relações públicas  pela RBS. Empregando a velha Lei Rubens Ricúpero, só saem notícias que engrandecem o governador ou que diminuam seus críticos. Mesmo um calote nos servidores públicos foi jogado nas costas do anterior. Basta ver a diferença de tratamento na comparação entre os governos Tarso e Sartori. Além de atacarem Tarso, botam no pacote a criminalização do PT. As patifarias do atual do governo não envolve, por exemplo,  a criminalização do PMDB. Alguém consegue imaginar o que teria sido dito na RBS se no governo Tarso a Secretaria de Segurança tivesse sido objeto de assalto?!

Não fosse um povo teleguiado pela RBS, teriam se dado conta dos passos que nos trouxeram até aqui. Afinal, qual foi a primeira medida do novo ventríloquo da RBS? Aumentou o próprio salário. Só voltou atrás depois de muita pressão popular. Mas aí partiu para um plano B, deu status de Secretária à mulher. E a mulher, Maria Helena Sartori, está fazendo gato e sapato, indicando CCs nos mais diversos cabides do Estado. Infelizmente, nossa imprensa é parceira desta putaria, na medida que faz descer uma cortina de silêncio sobre o desmonte do Estado perpetrado pelo Tiririca da Serra.

O conhecimento das finanças do Estado pelo Incrível Exército de Brancaleone é tão grande que vaticinou o pagamento da segunda parcela para o dia 25 mas, diante da avalanche de reclamações da sociedade contra sua apropriação do erário, já no dia 10 quitava o pagamento dos salários de julho. Sartori não entende nada de finanças nem de política, mas desempenha muito bem o papel de ventríloquo. Com seu humor de fundo de quintal, manda todo mundo resolver os problemas na Tumeleiro. Para cúmulo dos cúmulos, a quadrilha que se apossou do Estado preparou um abate coletivo dos barnabés, fazendo divulgar pelos inúmeros veículos da RBS, que o Banrisul estava pronto para degolar os que pretendiam uma sobrevida. Quando o governo do Estado corta o salário e manda seu banco oferecer empréstimos com juros escorchantes as já vítimas do próprio Estado, para poderem honrarem os compromissos familiares, é porque chegamos a um ponto sem volta. A falta de caráter se reveste de ignominia. Não bastava retirar o dinheiro, tinha de espezinhar sobre honra dos próprios funcionários. E o que fez a famiglia Sirotsky? Festejou os cobres que entravam no formato de marketing do Banrisul. Era o retorno de um investimento eleitoral.

O PMDB são muitos. O que tem de ficar claro para os gaúchos é que o PMDB de Sartori é o mesmo de Cunha. É da ala do PMDB que se aliou ao Napoleão das Alterosas. É a ala do PMDB que fragiliza a democracia e as instituições com o único objetivo de se apropriar do Estado. Querem saber como funciona, busquem as indicações da Maria Helena Sartori espalhadas pelos órgãos do Estado.

Fôssemos um povo com façanhas honestas para contar a toda terra, já teríamos reagido à desfaçatez de modo muito mais enérgico. Infelizmente, a máquina de fazer senadores no RS, a RBS, cavalga a manada gaúcha.

Sartori, a coerencia segundo Pedro Simonsartori & nepotismo

Governador do RS nega calote e pede solidariedade

Tesouro bloqueou contas do Estado, que não pagou dívida de R$ 263 mi

‘Não temos condição nenhuma de atender as necessidades dos que precisam de recursos públicos’, diz secretário

(ISABEL VERSIANI, FÁBIO MONTEIRO E PAULA SPERB)DE BRASÍLIA COLABORAÇÃO PARA A FOLHA, DE CAXIAS DO SUL (RS)

O governador do Rio Grande do Sul, José Ivo Sartori (PMDB), negou nesta quarta (12) que tenha dado calote na União e disse que o Estado espera "compreensão" e "solidariedade ativa" diante da situação das finanças gaúchas.

O governador se reuniu com o secretário do Tesouro Nacional, Marcelo Saintive. Segundo Sartori, em 10 ou 15 dias haverá uma reunião entre técnicos do Estado e do Tesouro para tentar avançar em uma saída para o Estado.

Na terça (11), o Tesouro informou que, como o Rio Grande do Sul não pagou à União parcela da sua dívida vencida em julho, o governo federal bloqueou as contas do Estado e executou garantias previstas em contrato.

O dinheiro do Estado foi bloqueado para o pagamento de uma parcela da dívida de R$ 263 milhões –que corresponde a 13% de toda receita líquida do RS. Como o governo não tem esse dinheiro em caixa, a arrecadação será sacada pela União até o quitamento do total devido.

"Ninguém deu calote, nós apenas não cumprimos uma parte", afirmou Sartori.

Ele não esclareceu como o Estado pretende agir em relação aos próximos vencimentos da dívida, mas afirmou que pretende manter um "diálogo permanente" sobre as finanças do governo.

Sartori disse ainda que a decisão de atrasar o pagamento da dívida com a União para quitar salários de servidores do Estado não foi política.

"Não quisemos nem fazer um confronto nem estabelecer uma questão política", afirmou. "Quanto ao futuro, por enquanto, o que eu posso dizer é que os servidores foram pagos."

SEM CONDIÇÕES

Com o bloqueio das contas pelo Tesouro, o governo gaúcho "perdeu a condição de gerenciamento das contas públicas", disse nesta quarta o secretário-geral do Estado, Carlos Búrigo.

"Não temos condição nenhuma de atender as necessidades dos que precisam de recursos públicos", afirmou.

Os principais afetados com o congelamento das finanças são hospitais, a segurança pública e as prefeituras.

O governador optou por pagar os salários atrasados para os servidores e atrasar mais a quitação da dívida.

No último dia 31, o peemedebista anunciou o parcelamento dos salários dos servidores. Três dias depois foi decretada paralisação de 24 horas dos funcionários públicos.

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