Ficha Corrida

29/07/2015

Entenda porque os eleitores do Tiririca da Serra, amestrados pela RBS, odeiam Tarso e o PT

rbs (2)

Eta povinho besta. Os midiotas acreditam na RBS, aquela pega na Operação Zelotes, consomem lei com detergente, queijo com amido de milho, iogurte com soda cáustica e cantam “sirvam nossas façanhas de modelo a toda terra”. O PP gaúcho, pego por inteiro na Lava Jato, comanda a manada amestrada pela RBS no ódio aos movimentos sociais. Para cada Luis Carlos Prates da RBS há um Luis Carlos Heinze no PP. Para cada Ana Amélia Lemos na RBS, há um Augusto Nardes no TCU. Por que a RBS não condena o PMDB do Eduardo CUnha? Ora, porque precisa deles para se safar da Zelotes…

Os idiotas gaúchos adoram a política de segurança do Governo Sartori porque ela é feita com dinheiro retirado das diárias dos policiais para ser investido em propaganda. A RBS, como fiel filial da Rede Globo, também adota a Lei Rubens Ricúpero: esconde o que é ruim para Sartori e tenta impingir porcaria como se fosse coisa boa.

E o Tiririca da Serra, no mesmo diapasão do Geraldo Alckmin, sempre consegue uma boquinha para o Farid Germano Filho na TVE e assim consegue mais amestrado para sua plateia de imbecis. A Política de Segurança é a mesma do governo Yeda Crusius, que por sua vez foi importada de São Paulo, via PCC. Vide Operação Rodin! Mas o Tiririca da Serra é capaz de confundir PCC com PVC e mandar procurar segurança na Tumeleiro.

Agora no RS, como em São Paulo e Paraná, é mais fácil os governadores sentarem com o PCC do que com os professores ou com os policiais. E a manada abestalhada come capim, até porque o salário dos funcionários vem parcelado. Mas o dele e do marketing, em dia!

“O Tribunal de Contas do Estado aprovou por unanimidade as contas do nosso governo e fez um excelente diagnóstico da situação financeira do RS. Reproduzo aqui a fala do conselheiro/relator, Algir Lorenzon, sobre a nossa gestão das finanças:
“Ele sacou bastante do Caixa Único? Sacou, é verdade! Mas ele aplicou mais do que qualquer outro, em qualquer período do estado do Rio Grande do Sul na Educação, na Saúde, no pagamento de precatórios, no reajuste de servidores públicos, no pagamento em dias destes servidores e na reposição de pessoal nas áreas da segurança, saúde e educação.
Se formos confrontar toda a situação, mostrando que não há nenhuma incompatibilidade ou irregularidade na contabilização dos gastos, aquilo que hoje a imprensa nacional vem chamando de pedaladas, observamos que no Rio Grande não teve nada disso. Tudo foi às claras, está tudo contabilizado.
É um quadro ruim? É! Mas no ano passado era também, no governo passado também foi, no anterior também foi. Quando eu disse que estou examinando pelo vigésimo sexto ano consecutivo contas de governador, me recordo, pela memória que ainda tenho, de que o quadro também era ruim em 1990.
Se o governador Tarso Genro tivesse agido com dolo, com ma fé, com atos de corrupção, com qualquer coisa desse tipo, nós estaríamos propondo o voto desfavorável. Mas nada disso ocorreu.
Ele retirou recursos do Caixa Único e aplicou em Saúde, Educação e Segurança atingindo os melhores índices, de todos os tempos, no quadro do Estado.”

Praia de Xangri-Lá

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