Ficha Corrida

05/07/2015

DASLU & MP comemoram Bodas de Estanho

Filed under: Corrupção,DASLU,Fraude,Geraldo Alckmin,MPF,Parmalat,PSDB — Gilmar Crestani @ 8:59 am
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OBScena: printscreen da Folha de São Paulo de 15/09/2005:Filha de ALckmin intercedeu pela DASLU

daslu alckminDASLU & Mistério Púbico comemoram Bodas de Estanho. São dez anos enrolados nos lençóis da inércia. É assim que funciona a rapidez do MP quando envolve patrocinadores ideológicos: 10 anos para oferecer denúncia. Como se vê, faz todo sentido criar um site e pintar faixas com dizeres #corrupçãonão. Na vida real, a prática só atende interesses golpistas.

Se a Polícia Federal também não estivesse preocupada em cercar Lula e Dilma bem que poderia dar umas Parmaladas na bunda do MP!

Imagine, meu amigo, se a DASLU, ao invés de envolver a famiglia Alckmin, tivesse algum parente da Dilma. O MP já teria vazado pra Veja e pedido a destituição da Dilma.

Procuradoria denuncia ex-donos da Daslu e da Parmalat por fraude

Empresários teriam provocado prejuízo de mais de R$ 2,5 bilhões

DE SÃO PAULO, 05/07/2015

O Ministério Público Federal denunciou os ex-donos da butique Daslu e da marca Parmalat no Brasil por crimes que causaram prejuízo de mais de R$ 2,5 bilhões a investidores, a partir de operações fraudulentas com títulos emitidos por uma de suas empresas.

De acordo com os procuradores, somando outros delitos e dívidas tributárias, o empresário Marcus Elias, seus sócios e executivos teriam deixado prejuízo total de quase R$ 5 bilhões na praça. A CVM (Comissão de Valores Mobiliários) também processa o grupo.

"Não há muito para comentar porque ainda não tive acesso à denúncia. Mas posso dizer que esse caso ainda vai ter muitas reviravoltas", afirmou o advogado Antônio Sérgio Moraes Pitombo, que defende os executivos.

O grupo foi acusado por crimes contra o mercado de capitais e sistema financeiro, lavagem de dinheiro e organização criminosa, entre outros. Segundo a acusação, Marcus Elias criou em 2006 a empresa Laep Investments, com sede nas Ilhas Bermudas, para fugir do controle das autoridades brasileiras.

Sediada no Caribe, a Laep passou a negociar no Brasil papéis usados por empresas de outros países, chamados BDRs (Brazilian Depositary Receipts). De acordo com o Ministério Público Federal, os executivos divulgaram fatos relevantes falsos ou incompletos e usaram informações privilegiadas para manipular o mercado, aumentar a demanda por seus papéis e valorizá-los.

A descoberta das fraudes provocou uma desvalorização de 99,9% nos títulos da Laep, que viraram pó nas mãos dos investidores. Os procuradores acusam o grupo também de desviar dinheiro e patrimônio da companhia, que acabaram sendo apropriados pelos executivos e seus familiares.

1 Comentário »

  1. Republicou isso em O LADO ESCURO DA LUA.

    Comentário por anisioluiz2008 — 05/07/2015 @ 9:04 am | Responder


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