Ficha Corrida

22/06/2015

Entenda porque a Rede Globo canonizou Eduardo Cunha

sonegacao nao eh corrupcao marcha de ontemQuem quiser entender como funciona golpe mafiosos via sonegação de impostos, o canal 254  da Sky, History, vez que outra passa O Guia Completo da Máfia. Neste documentário Michael Franzese, o ex-capitão da família Colombo, explica de forma didática como ele fez funcionar um esquema, dentre muitos outros, de distribuição de combustíveis que lhes dava milhões de dólares por semana.

Os esquemas de sonegação, que a turba da marcha dos zumbis diz que não é crime, é o crime mais praticado exatamente por aqueles que cobram austeridade, ética e estado mínimo. Quer saber quem são eles? É fácil, consulte a Lista Falciani, do HSBC. Ou então descubra quem está envolvido na Operação Zelotes. Encontrarás toda semelhança aos métodos descritos por Franzese.

Como nossa sociedade é hiPÓcrita, o sonegador de milhões é aplaudido. O batedor de carteira, linchado. Veja se tem falatório encima da sonegação milionária da Rede Globo, da RBS ou da Gerdau!? Necas pitibiriba.

Para entender como Eduardo CUnha chegou à presidência da Câmara Federal basta ler nas entrelinhas o poema Quadrilha, do Carlos Drummond de Andrade:

Severino Cavalcanti amava Augusto Nardes que amava Eduardo Cunha
que amava
Solange Almeida que amava Alberto Youssef que amava o Paulo Roberto Costa
que não amava ninguém.
Severino foi para os Nova York, Nardes para o tCU,
CUnha morreu de rir, Solange ficou pra laranja,
Youssef delatou Aécio Neves que casou com Igor Romário de Paula
que ainda não tinha entrado na história

Golpista das relações de Eduardo Cunha é suspeito do golpe no Postalis

dom, 21/06/2015 – 21:02

Atualizado em 21/06/2015 – 21:21

Jornal GGN – O presidente da Câmara Eduardo Cunha pode alegar, em sua defesa, nunca ter sido condenado.

Mas é inegável o extraordinário grau de conhecimento que tem de pessoas envolvidas em algumas das grandes patifarias da República.

A IstoÉ desta semana traz denúncia sobre um desdobramento do golpe ocorrido com o Fundo Postalis. A denúncia se baseia em delação de funcionário do grupo Galileo Educacional (http://migre.me/qnwXs).

Com base nos recebíveis dos alunos, o grupo lançou debêntures do mercado que acabaram adquiridas pelo Postalis e ela Petros. Depois se constatou que as duas principais universidades do grupo estavam em crise séria, prestes a serem fechadas pelo MEC (Ministério da Educação).

Segundo a matéria o dinheiro desviado teria ido para os senadores Renan Calheiros, Lindbergh Farias e o deputado Luiz Sérgio.

Curiosamente, a revista apresenta uma pista mas não vai atrás. Segundo a fonte da Polícia federal, o dinheiro do Postalis pode ter ido parar na conta de Ricardo Magro, dono da Refinaria de Manguinhos, alvo de inquéritos da polícia por fazer parte do grupo de aventureiros que passou a dar golpes do setor petrolífero através da sonegação de ICMS.

Magro é estreitamente ligado ao presidente da Câmara Eduardo Cunha.

Em reportagem de Chico Otávio, em O Globo de 22.11.2010 (http://migre.me/qnwZD) fala-se das investigações  da Polícia Civil para apurar o envolvimento de Eduardo Cunha com um esquema de fraude envolvendo a refinaria.

Cunha admitiu relações com Magro, mas disse “não ter qualquer atividade comercial de nenhuma natureza com ele”.

A Polícia grampeou conversas de Magro com um deputado que prometera a ele pressionar determinada empresa a retomar a venda de gasolina de Manguinhos, vendida no mercado fluminense em operações ilegais de sonegação de ICMS.

O tal deputado falava de um telefone da rádio Melodia, de propriedade do próprio Cunha.

Na época, Cunha não tinha ainda retomado a aliança com a Globo e atribuiu a reportagem a uma “desavença pessoal com o diretor do mais importante órgão das Organizações Globo”.

O episódio da sonegação de Manguinhos foi relatado pelo GGN em 14 de maio de 2013 (http://migre.me/qnxgi).

Cunha foi livrado do inquérito pelo então Procurador Geral da República Roberto Gurgel. A alegação era a de que a empresa que teria sido pressionada – a Brasken -  é uma sociedade anônima. Portanto, não haveria como enquadrá-lo no artigo 312 do Código Penal, que menciona especificamente órgãos da administração pública. Essa opinião foi acatada pelo Ministro Celso de Mello. 

Magro é um empresário com tão pouca visibilidade que as únicas menções a ele no Google são relativos a golpes que aplicou. E a única foto é uma ¾ amarelada, que a revista Época conseguiu anos atrás.

Golpista das relações de Eduardo Cunha é suspeito do golpe no Postalis | GGN

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