Ficha Corrida

12/06/2015

Entenda porque as entidades médicas odeiam os médicos cubanos

caiadoTodo dia aparece alguma falcatrua perpetrada exatamente por quem deveria dar o exemplo. As entidade médicas, como o SIMERS, parecem ter adotado o método tucano de atacar para se defender. Em nível nacional, os médicos cubanos sofreram toda sorte de ataques. As entidades médicas que se aliaram aos políticos corruptos para atacar os médicos cubanos deveriam trocar Esculápio por Roger Abdelmassih.

A máfia de branco aparece quase todos os dias com o jaleco manchado de corrupção. Com professores como esse, não é de admirar que os novos médicos saiam da faculdades defendendo as mesmas práticas. Infelizmente, a mentalidade não é a de preparar pessoas voltadas aos cuidados da saúde, mas o de encher, a qualquer preço, as burras de dinheiro.

Manchete de O GLOBO é sintomática do que virou a medicina de mercado: ”Quinze médicos são denunciados por dia em São Paulo”. E assim fica fácil entender porque a máfia é contra a vinda de médicos melhores preparados para atenderem, gratuitamente, a população.

Precisamos de mais médicos e menos hipocrisia. O ódio da direita e dos seus profissionais da corrupção é notório e todo dia aparecem mais exemplos. Ronaldo Caiado, o modelo dos combatentes, recebeu uma avaliação demolidora de seu correligionário Demóstenes Torres: “uma voz à procura de um cérebro”. E no entanto é, para os sem noção, alguém a ser levado a sério.

 

Professor da UFSM é condenado por estelionato

Profissional tinha contrato de dedicação exclusiva como docente, mas atendia em consultório particular

Profissional tinha contrato de dedicação exclusiva como docente, mas atendia em consultório particular | Foto: Ítalo Padilha / Divulgação / CP Memória

Profissional tinha contrato de dedicação exclusiva como docente, mas atendia em consultório particular | Foto: Ítalo Padilha / Divulgação / CP Memória

A 3ª Vara Federal de Santa Maria condenou um professor da UFSM pelo crime de estelionato. De acordo com a denúncia oferecida pelo Ministério Público Federal (MPF), ele exercia atividade remunerada em consultório particular enquanto era contratado para atuar, com dedicação exclusiva, como docente no Centro de Ciências da Saúde.
Segundo o MPF, o réu induziu a universidade ao erro ao obter autorização para eventualmente colaborar em assuntos da especialidade dele, quando, na verdade, pretendia atender como médico, fora do ambiente acadêmico. A prática se estendeu por cinco anos, conforme o processo.
O acusado se defendeu alegando que as consultas, realizadas em casa, eram esporádicas e autorizadas pelo Conselho Departamental de Microbiologia e Parasitologia da UFSM. Sustentou, ainda, que a renda extra declarada à Receita Federal, em um total de mais de R$ 200 mil, era decorrente de aplicações de vacinas em pacientes que, eventualmente, o procuraram.
O juiz federal substituto Gustavo Chies Cignachi entendeu que ficaram comprovadas a materialidade e a autoria do crime. Ele condenou o médico a dois anos e oito meses de reclusão em regime aberto. A pena restritiva de liberdade, porém, foi substituída pela prestação de serviços à comunidade – pelo período de uma hora para cada dia de condenação – e pelo pagamento do correspondente a 30 salários mínimos. Ele ainda deve restituir aos cofres públicos o valor do dano. Cabe recurso da decisão ao TRF da 4ª Região.

Correio do Povo | Notícias | Professor da UFSM é condenado por estelionato

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