Ficha Corrida

04/05/2015

República das Araucárias made in PSDB

O sonho da República das Araucárias é botar no Governo do Estado Alberto Youssef. Há uma tentativa clara de se metamorfosear Youssef de bandido confesso em herói. Isso só poderia acontecer sob a bandeira do PSDB. A falta de viabilidade política pelo voto leva ao golpismo paraguaio. O verdadeiro choque de gestão  do PSDB é o choque pela violência, choque elétrico. A meritocracia made in PSDB é a prática do filho da mãe, do Beto Richa em relação à própria mãe…

Felizmente, até as torcidas de futebol conseguem ter uma visão menos manipulada do que sonha o vã golpismo dos grupos mafiomidiáticos. Sob fogo cerrado da bandidagem golpista instalado nos assoCIAdos do Instituto Millenium, ainda sobra  a internet para desmentir todas as montagens da mentalidade nazi-fascista que se instalou nos anencefálicos da direita hidrófoba.

Apesar de ser um Estado em que a mídia guinda a heróis Fernando Francischini, Beto Richa, Álvaro Dias e Alberto Youssef, ainda há esperança. Na República das Araucárias, vê-se, pelas manifestações das torcidas e pela reação dos professores, que na pinha tem pinhão.

‘Fora, Beto Richa’ pedem torcedores na final do Campeonato Paranaense

Quatro dias depois do violento confronto travado entre professores em greve e policiais militares no Centro de Curitiba, o governador Beto Richa (PSDB) foi vaiado e criticado neste domingo por cerca de 25 mil pessoas que assistiam à final do Campeonato Paranaense. Juntas, no Estádio Couto Pereira, as torcidas do Operário e do Coritiba gritaram em coro frases como “Fora, Beto Richa!”.

A manifestação não foi, no entanto, a primeira a acontecer num estádio de futebol e a ter como alvo o tucano. No sábado, na Arena da Baixada, a torcida do Atlético Paranaense também se manifestou de forma contrária a Richa e em apoio aos professores. Na quinta-feira, na comemoração do título do Londrina, que conquistou o Campeonato do Interior do Paraná, o meia Rafael Bastos, reserva do time, pegou um cartaz na torcida e o ergueu em campo. Nele, liam-se as frases “Beto Richa tirano! Que vergonha bater em trabalhador. #ForçaProfessores!”.

As vaias de hoje — capazes de unir as duas torcidas — aconteceram quando as equipes do Operário e do Coritiba já estavam alinhadas para ouvir a execução do Hino Nacional. Pouco antes, na arquibancada, uma faixa que dizia “Todo apoio aos professores” foi estendida, mas precisou ser recolhida em seguida, já que o regulamento da competição proíbe a exibição de faixas com teor político.

Os policiais militares que faziam a segurança da final do campeonato também foram verbalmente hostilizados pela torcida. Vídeos com gravações desses momentos foram postados na internet e geraram repercussão nas redes sociais. Havia no Couto Pereira cerca de 25 mil pessoas.

No sábado, o público que foi assistir ao show do rapper Criolo, no Teatro Guaíra, em Curitiba, também pediram fora, Beto Richa durante o espetáculo.

Na última quarta-feira, a Polícia Militar do Paraná lançou bombas de efeito moral e disparou balas de borracha contra professores e manifestantes que tentaram invadir o prédio da Assembleia Legislativa do Paraná (Alep). Segundo a Secretaria Estadual de Segurança Pública, 62 pessoas ficaram feridas, entre elas 22 policiais. De acordo com a prefeitura de Curitiba, no entanto, foram 213.

Ao comentar o episódio, Richa disse que os policiais agiram para proteger suas próprias vidas e o comando da PM, que seus homens não cometeram qualquer erro.

Em meio a uma crise financeira, Richa enviou à Alep uma proposta que muda as regras de pagamento do fundo de previdência estadual, o Paraná Previdência. O projeto propõe que 33 mil beneficiários com 73 anos ou mais sejam transferidos do Fundo Financeiro, mantido pelo Tesouro estadual, para o Fundo Previdenciário, bancado por contribuições dos servidores e do poder público. O governo deixaria, assim, de pagar sozinho essas aposentadorias e dividiria a conta com os servidores, que são contra a medida. O Globo

Secretário de Segurança do PR se cala após 200 feridos em protesto
Fernando Francischini (SD),é do partido do Paulinho da Força Sindical
O secretário de Segurança do Paraná, Fernando Francischini (SD), gosta de falar em público e dar entrevistas. Mas desde a operação policial que deixou quase 200 feridos –a maioria professores– em um protesto de servidores, na quarta (29), ele anda calado.

Secretário de Segurança do Paraná ostenta arma na cintura em programa de TV
Deputado federal licenciado e delegado da PF, Fransischini, 45, usa o mote "tolerância zero". Assumiu a pasta a convite do governador Beto Richa (PSDB) em dezembro e, como ex-PM, ganhou apoio da corporação.

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Os Amigos do Presidente Lula

1 Comentário »

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