Ficha Corrida

01/05/2015

Equipe de Haddad conversou com FHC

Filed under: Cracolândia,Fernando Haddad,Folha de São Paulo,Manipulação — Gilmar Crestani @ 8:21 am
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OBScena: uma droga defende a outra; as duas, a Folha

MACONHA TRIP FHCA capa da Folha de São Paulo deste primeiro de maio é coisa de bandidos para bandidos. Não há meio termo para esta safadeza. As sucessivas tentativas da Folha de usar do pior tipo de expediente para incriminar Fernando Haddad é de uma baixeza sem precedentes, ao melhor estilo José Serra. Nunca é demais lembrar do famoso artigo do Mauro Chaves: “Pó pará, governador!” A pergunta que não quer calar, que tipo de droga une as práticas de José Serra às da Folha?!

A bem da verdade, é do modus operandi do famiglia Frias. Está no seu DNA. Nada mal para quem não só apoiava suporte à ditadura, como emprestava as peruas para transportar os corpos dilacerados para as valas comuns no Cemitério de Perus. Segundo a Comissão da Verdade, empresários que finanCIAvam a Operação Bandeirantes, OBAN, presenciavam as sessões de tortura, estupro e morte dos presos clandestinos do DOI-CODI. Lá estaria Frias presenciando um agente estuprando alguém só por pensar diferente. Só pode ser esta memória do estupro que justifica esta obsessão da Folha em estuprar os fatos. Ao colocar foto de Haddad em assuntos do tempo de Gilberto Kassab, por exemplo, a folha copia da ROTA 66 o método de implantar para incriminar a vítima.

Se a Folha conversa com FHC, um propagandista das drogas, que defende a liberação de drogas ilegais, diríamos que  a Folha conversa com traficantes? Quando a Globo, sabendo, conversa com Casagrande ou todos os seus cheiradores, ou com Aécio Neves, ou Zezé Perella, a Folha diz que a Globo conversa com traficantes?

A Folha é a verdadeira drogolândia!

Equipe de Haddad conversou com traficantes para agir na cracolândia

Assessores municipais dialogaram com homens que se identificaram como líderes de usuários

Prefeitura diz que não houve acordo com tráfico; operação terminou com feridos e corre-corre no centro

GIBA BERGAMIM JR.SIDNEY GONÇALVES DO CARMODE SÃO PAULO

Auxiliares do prefeito Fernando Haddad (PT) conversaram com traficantes da cracolândia, na região central de São Paulo, e anteciparam a eles detalhes da operação realizada na quarta (29) e que terminou em confronto entre usuários de drogas e policiais.

Esse diálogo foi mantido entre assessores do gabinete do prefeito paulistano e ao menos seis pessoas que se identificavam como "líderes" dos ocupantes da chamada "favelinha", um conjunto de barracos dos viciados.

O objetivo era evitar uma reação violenta dos frequentadores durante a operação.

Mas, segundo a Folha apurou, a prefeitura foi surpreendida minutos antes da ação: os que se diziam líderes sumiram, e outros traficantes assumiram como interlocutores.

Temendo descontrole, a gestão Haddad decidiu, então, acionar a PM –que foi ao local e acabou se envolvendo em tumulto e confronto.

Questionado nesta quinta (30) sobre a operação, Haddad não mencionou conversas de equipes da prefeitura com traficantes. Disse, porém, que havia negociado com os usuários de crack, há pelo menos três semanas, sobre como seria a ação.

Segundo Haddad, em razão desse "acordo" com os dependentes, não foi necessário solicitar apoio policial antes de iniciar a operação.

"Alexandre [de Moraes, secretário estadual da Segurança Pública] foi avisado por mim da operação. Falei com ele que não precisaria de apoio da PM porque havia firmado compromisso. Quando o acordo foi rompido, liguei para ele e disse que poderia haver incidente", disse.

Segundo guardas civis metropolitanos que também participaram das conversas com os traficantes da região, não houve nenhum acordo com esses homens, apenas um aviso de que as barracas dos usuários de drogas seriam removidas e não mais poderiam ser reerguidas na área.

É dentro de algumas dessas barracas que ocorre a venda de drogas na cracolândia –a prefeitura cuida da ação social no local e diz que o combate ao tráfico é de responsabilidade da polícia, subordinada ao governo estadual.

‘NÃO ERAM ZUMBIS’

Segundo alguns dos envolvidos nessas conversas prévias com traficantes, foi possível identificá-los porque tinham características diferentes dos viciados –geralmente debilitados fisicamente e sem condições de diálogo.

"Não eram como zumbis", disse um dos responsáveis pela operação da prefeitura.

A ação teve como foco retirar barracos da cracolândia de forma permanente –assim como ações anteriores também previram, mas não conseguiram evitar a volta dessas moradias precárias.

Na quarta, a confusão começou depois que PMs à paisana se infiltraram na região e foram descobertos por dependentes, que os atacaram. Um dos PMs sacou sua arma e disparou para o chão. Os estilhaços atingiram a perna de um homem e o pescoço de outro –só com ferimentos leves.

A sequência disso foi um corre-corre de viciados. Ele atiraram pedras em policiais, que reagiam com bombas.

Apesar da ação desarticulada com a gestão Geraldo Alckmin (PSDB), que alega não ter sido alertada pela prefeitura, Haddad disse que "a operação foi um sucesso."

A prefeitura afirma que o fluxo de usuários caiu e que 80 pessoas entraram no programa que dá emprego e moradia a dependentes.

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