Ficha Corrida

11/03/2015

Os paneleiros do PSDB

Filed under: Corrupção,Corruptores,Paneleiro,PSDB — Gilmar Crestani @ 9:09 am
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Como diria o ateniense Apeles, que o PSDB não vá além das panelas. Batedores de caçarolas e carteira, o PSDB só conta com a cumplicidade dos a$$oCIAdos do Instituto Millenium. Como sempre, o moralista de dedo em riste, sempre pronto a apontar as falhas alheias é aquele que recém tirou o dedo do próprio rabo.

O PSDB não quer combater a corrupção. Quer o monopólio da corrupção, por isso quer eliminar concorrentes. Que o diga, Alstom, Siemens, Rodrigo de Grandis e Robson Marinho

O deputado paneleiro também teve dinheiro da Odebrecht…

10 de março de 2015 | 22:21 Autor: Fernando Brito

cavalcanti

O líder do PSDB na Câmara, Deputado Bruno Cavalcanti Araújo ( não sei se ele corta o “Cavalcanti” por conta dos versos do tempo da Revolução Praieira, ainda hoje conhecidos: “”Quem viver em Pernambuco, há de estar desenganado; ou há de ser Cavalcanti, ou há de ser cavalgado“) prestou-se à ridícula cena de tornar-se, da tribuna, mais um paneleiro.

O deputado deve se cuidar: afinal de contas, apanhou R$ 130 mil em doações de campanha da Construtora Norberto Odebrecht, e é capaz de aparecer alguma língua ferina sugerindo que ela não se deveu apenas ao fervor moral do deputado, compartilhado por aquela empresa. E mais R$ 80 mil da Queiroz Galvão, como a Odebrecht metida no escãndalo da Lava Jato.

Ou para lembrar que ele era o “queridinho” de Sérgio Guerra, que com os R$ 10 milhões apanhados de Alberto Youssef para dar fim á CPI da Petrobras, em 2010, só não entrou na lista do Janot porque morreu.

Tudo em 2014, porque em 2010, a fontes do deputado eram as indústrias farmacêuticas, de quem Araújo foi acusado pela Istoé de ser lobista – quando elas defendiam a liberação de inibidores de apetite proibidos, como a sibutramina, a anfepramona, o femproporex e o mazindol- que financiaram sua eleição.

Aliás, com circunstâncias muito curiosas, que poderiam fazer alguém pensar em “formação de cartel” de doadores de campanha: além da associação desta indústria, que lhe deu R$ 50 mil, oficialmente, Araújo teve o apoio de cinco laboratórios (Aché, Biolab Sanus, Eurofarma, Libbs e Infan), num total de R$ 405 mil, cada uma delas doando, harmonicamente, três parcelas de R$ 27 mil.

Coincidência, apenas, não foi combinado, claro…

Mas é capaz de algum maledicente sugerir que isso era um “cartel de doadores”, deputado…

O deputado paneleiro também teve dinheiro da Odebrecht… | TIJOLAÇO | “A política, sem polêmica, é a arma das elites.”

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