Ficha Corrida

26/02/2015

Este é padrão de administração pública que o PSDB quer para o Brasil

SABESP X MIDIATodo ódio à Dilma e ao PT se explica pela incapacidade administrativa do parceiros do Instituto Millenium. As cinco irmãs e seus finanCIAdores ideológicos têm uma obsessão, destruir o PT simplesmente não porque sejam contra a corrupção, mas porque odeiam políticas sociais que beneficiem brasileiros. Se forem políticas que beneficiem espanhóis, alemãs, ingleses ou ianques, tudo bem. O que não pode é retirar milhares de brasileiros da miséria. Se fossem contra a corrupção, condenariam os correligionários pegos corrompendo, mas DEM e PSDB têm licença do coronelismo eletrônico para roubar.

Não condenam nem fazem campanha sistemática contra a corrupção nos Tremsalão. Por que não condenam o Suiçalão do HSBC?! Por que não denigrem toda o DEM quando Agripino Maia é pego? Por que não atacam todo o Poder Judeiciário quando um de seus membros é pego dirigindo carro do Eike Batista? Claro que é errado incluir todos no mesmo balaio, mas quando se trata do PT não há este cuidado. Todo o partido entra na manchete. Que os partidos se degladiem por espaço, é da natureza da política desde Péricles. Agora, quando a velha mídia, que é uma concessão pública adote um lado, como admitiu Judith Brito e a própria ANJ, aí já temos algo mais próximo com a quebra da legalidade e a infiltração da máfia na política.

Onde está o choque de gestão à moda tucana? Por que o massacre da Petrobrás e o perdão à SABESP?! Por que os ataquem à Dilma e o esquecimento do Geraldo Alckmin?! O que acontece na Petrobrás, fruto da cartelização das empreiteiras e de seus agentes infiltrados não é diferente do que acontece na SABESP. Contudo, embora tenhamos combustíveis, não temos água, e ainda assim os grupos mafiomidiáticos, finanCIAdos pela Chevron, atacam a Petrobrás.

Sabesp não cumpre regra de pressão da água e desdiz Alckmin

O presidente da Sabesp, Jerson Kelman, admitiu que a empresa mantém
a pressão em tubulações da Grande São Paulo abaixo do nível fixado
pela norma técnica. A estratégia impede que a água chegue a lugares altos

CRISE D’ÁGUA

Para economizar água, SP descumpre regra

Ao admitir redução de pressão nos encanamentos fora das normas, Sabesp contradiz governador Geraldo Alckmin

Estado nega contradição e diz que manobras adotadas desde 2014 podem gerar oscilação no abastecimento

GUSTAVO URIBE FABRÍCIO LOBELDE SÃO PAULO

A Sabesp, empresa do governo paulista, reconheceu que, para economizar água e evitar o colapso do abastecimento na Grande SP, tem reduzido a pressão nos encanamentos abaixo das regras.

A informação contradiz o governador Geraldo Alckmin (PSDB), que, no final do ano passado, negou que a empresa de água do Estado estivesse descumprindo norma da ABNT (Associação Brasileiras de Normas Técnicas).

A redução da pressão nos encanamentos é uma estratégia ampliada desde o ano passado pelo governo de SP, em especial nas áreas atendidas pelo sistema Cantareira.

Ao diminuir a pressão, a Sabesp "empurra" menos água na rede de abastecimento. Por um lado, reduz os vazamentos nos canos, já que há menos água em circulação. Por outro, deixa casas sem água, em especial as localizadas em pontos mais altos.

Pela norma brasileira, empresas de saneamento devem garantir, pelo menos, dez metros de coluna de água. A altura é necessária para que a caixa-d’água de um sobrado, por exemplo, possa ser constantemente abastecida.

Com apenas um metro de coluna de água, como a Sabesp reconheceu, a água não teria força para avançar nas tubulações da casa.

Em sessão de CPI na Câmara Municipal, o diretor metropolitano da companhia, Paulo Massato, afirmou que não seria possível atender milhões de pessoas abastecidas pelo sistema Cantareira se fosse mantida a "normalidade".

"Nós estamos garantindo um metro da coluna de água, preservando a rede de distribuição. Mas não tem pressão suficiente para chegar na caixa-d’água", disse Massato.

Questionado também na CPI, o presidente da Sabesp, Jerson Kelman, confirmou o descumprimento e disse que, em situações em que o direito coletivo está ameaçado, regras devem ser "relativizadas".

"Normas da ABNT e direitos individuais, em situação em que o direito coletivo está ameaçado, devem ser relativizados", disse Kelman.

Contraditoriamente, a Sabesp sempre afirmou que, para ter o abastecimento garantido, o morador de São Paulo deveria obedecer justamente às regras da ABNT, que recomenda a instalação de caixa-d’água nas residências.

A Arsesp (agência reguladora de São Paulo) informou que pedirá esclarecimentos à Sabesp. Em dezembro, ela já havia constatado que a empresa vinha diminuindo a pressão abaixo do recomendado.

Procurada, a assessoria de Alckmin afirmou que "não existe nenhuma contradição entre as declarações citadas". Segundo ela, as manobras de redução de pressão podem eventualmente gerar oscilação no abastecimento.

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