Ficha Corrida

02/01/2015

Brasil x EUA: demonstração de protagonismo começa se fazendo respeitar

Filed under: Brasil,EUA,Imperialismo Colonial,Petrobrax,Petrobrás,Tio Sam — Gilmar Crestani @ 9:17 am
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estamos unidosO Brasil deixou de ser uma republiqueta de bananas. Não devemos esquecer que nos dois governos de FHC nossos diplomatas precisavam tirar os sapatos para entrarem nos EUA. Esta subserviência do passado não pode voltar sob pena de regredirem os avanços democráticos alcançados. Submeter-se aos EUA é o primeiro passo para a regressão institucional. Faz-se respeitar quem primeiro se respeita, quem não tem complexo de vira-lata.

Como diz o ditado, o inimigo parece maior quando o olhamos de joelhos. Olho no olho vê-se que não passam de uma máquina de propaganda de Hollywood que recruta, mediante trinta dinheiros, uma mídia subserviente e seus colonistas de quinta coluna.

Dilma não pode esquecer que as espionagem da NSA, denunciada por Edward Snowden, visa a destruição da Petrobrás para que, uma vez em frangalhos, possam adquiri-l a preço de banana. FHC tentou quando no governo, via Petrobrax, depois ainda a prometeu, caso José Serra fosse eleito, à Chevron.

O próximo passo deveria ser aumentar do dólar para impedir que nossos vira-latas continuem indo à Miami comprar quinquilharias de fabricação chinesa.

Vice dos EUA pede ajuda do Brasil com Cuba

Visita de Joe Biden à posse de Dilma Rousseff é vista como passo para retomar relações, abaladas por espionagem

Integrantes do governo afirmam que presidente fará visita de Estado aos EUA, cancelada em 2013, até setembro

ANDRÉIA SADIFLÁVIA FOREQUEVALDO CRUZDE BRASÍLIA

A presidente Dilma Rousseff e o vice-presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, discutiram nesta quinta-feira (1º) em Brasília formas de o Brasil ajudar no processo de reaproximação dos norte-americanos com Cuba.

fhc submissoBiden acompanhou a posse de Dilma no Palácio do Planalto e se reuniu com ela por cerca de uma hora no Itamaraty, no início da noite. Integrantes do governo disseram que a intenção de Dilma é fazer uma visita de Estado aos EUA até setembro.

A vinda de Biden ao Brasil representa mais um gesto da Casa Branca após o estremecimento causado pelas revelações de espionagem em setembro de 2013.

O vice de Barack Obama é a autoridade mais graduada enviada para uma posse presidencial brasileira desde Fernando Collor –em 1990 o então vice-presidente, Dan Quayle, veio para a posse do primeiro mandatário eleito pelo voto direto após a ditadura militar (1964-1985).

No encontro desta quinta, realizado a portas fechadas, Dilma e Biden discutiram o que pode ser feito e o papel do Brasil para auxiliar na distensão da relação com a ilha de Fidel e Raúl Castro.

Os Estados Unidos e Cuba retomaram relações diplomáticas em dezembro após 53 anos. O acordo histórico foi mediado pelo papa Francisco e prevê reabertura de embaixadas e medidas em setores como comunicações, turismo e bancos.

Na ocasião, o Brasil chegou a ser informado do acordo momentos antes da declaração oficial.

Integrantes do Itamaraty afirmam que a participação de Cuba na Organização dos Estados Americanos (OEA) também foi discutida por Dilma e Joe Biden.

Ao deixar o Itamaraty, o vice-presidente dos EUA falou rapidamente com a imprensa e demonstrou otimismo. "É um novo começo."

Após as revelações de que foi um dos alvos da espionagem norte-americana, Dilma chegou a cancelar a visita de Estado que faria a Washington, em outubro de 2013.

Questionado se a presidente brasileira planeja retomar a viagem, Biden respondeu: "Espero que sim".

À noite, a Casa Branca divulgou nota sobre o encontro afirmando que Dilma e o vice-presidente dos EUA "concordaram sobre a necessidade de [os dois países] trabalharem em uma parceria equitativa para o desenvolvimento de uma agenda robusta e ambiciosa de cooperação bilateral, regional e global renovadas".

Na tarde desta quinta (1º), Dilma deu posse ao novo chanceler brasileiro, Mauro Vieira, então embaixador do país em Washington.

Ao lado de seu antecessor, Luiz Alberto Figueiredo, o novo titular do Ministério das Relações Exteriores acompanhou o encontro com Biden.

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