Ficha Corrida

27/12/2014

Golpe paraguaio: quem planta vento colhe tempestade

Filed under: Álvaro Dias,Fernando Lugo,Golpe Paraguaio,PSDB — Gilmar Crestani @ 12:00 pm
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alvaro dias filha fora do casamentoOs primeiros frutos do golpe paraguaio já estão no mercado. Pode-se, em menos de 24 horas, arrumar uma maneira constitucional de golpear a própria constituição. O que não se consegue é impedir que as pessoas percebam a mão que balança e dá o golpe. Triste coincidência. O maior porta-voz do  Paraguai no Brasil, que fez e faz a a defesa do golpe, é Álvaro Dias, do vizinho Paraná. Por osmose, o método paraguaio adentrou Paraná adentro e por lá tem fervorosos defensores. Além de Álvaro Dias, outros herói de facebook, Fernando Francischini. Uma procura do google por “alvaro dias paraguai” traça um bom perfil do senador tucano pelo Paraná…

Como sói acontecer, sempre que há um golpe, os mais prejudicados são os movimentos sociais. Então o jeito é criminaliza-lo. Exatamente como fizeram os sucessivos governos em relação ao MST. Para isso contam com o apoio dos mesmos veículos que se locupletaram com a ditadura. O Instituto Millenium é o braço de apoio ideológico por traz da criminalização dos movimentos sociais. O agricultor Ilton Brum……

SAIBA MAIS

Organização tem como bandeira reforma agrária

DE SÃO PAULO

O Exército do Povo Paraguaio (EPP) é uma guerrilha marxista, considerada terrorista pelo governo, que teria ligação com as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc).

A principal demanda é por reforma agrária. As ações mais visíveis do grupo envolvem sequestros, não raro de brasiguaios, ou ataques à polícia e ao Exército. O ex-presidente Fernando Lugo foi criticado por ser pouco rígido com eles.

O tamanho é desconhecido, mas não é um grupo grande. Um cartaz que oferecia recompensas por eles em novembro tinha 26 fotos.

Em 2004, o EPP era uma ala radical do Partido Pátria Livre quando sequestrou e matou a filha do ex-presidente Raúl Cubas.

Em 2008, sequestraram o pecuarista Luis Alberto Lindstrom. Solto após resgate, foi morto em 2013 numa cilada atribuída ao EPP.

O grupo ainda mantém um refém: o policial Edelio Morinigo. Neste ano, uma facção criou a Agrupação Camponesa Armada (ACA).

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