Ficha Corrida

16/12/2014

Perseguição é cerco obsessivo à Petrobrás

Petroleo guerraTão logo foi anunciada a descoberta do Pré-Sal os bombardeios contra a empresa foram abertos pelos órgão finanCIAdos pelas sete irmãs.

Nada de novo, pois o que não se diz é que a entrega até já tinha sido selada quando da tentativa de transformação de Petrobrás em Petrobrax.

As informações acabam se encaixando como num jogo de lego. Durante a campanha eleitoral o principal porta-voz do Aécio Neves, como se fosse o verdadeiro articulador, foi FHC. Agora vaza a informação que Aécio já o tinha nomeado para Chanceler do seu ex-futuro governo. Há outras coincidências todas apontando para o norte. Na campanha de 2010, enquanto José Serra se fazia de bolinha de papel FHC fazia pré-venda da Petrobrás em convescote em Foz do Iguaçu. Aliás, o WikiLeaks já havia filtrado um “cable” em que a CIA recrutava intensamente segmentos da mídia que trabalhavam pelo esfacelamento da Petrobrás e a consequente entrega às petrolíferas norte-americanas. Como Serra perdeu, a Petrobrás ganhou uma sobrevida na primeira gestão da Dilma.  De repente a Polícia Federal e o Ministério Público Federal obtém com certa facilidade acesso à informações que muito bem poderiam ter sido previamente plantadas pela CIA. Conseguem pegar todas as empreiteiras atuando de forma cartelizada, como o fazem em tudo, desde a ditadura. A mesma forma cartelizada com que atua o Instituto Millenium em relação aos seus a$$oCIAdos, ou alguém obtém das cinco irmãs (Veja, Globo, Folha, Estadão, RBS) informação sobre as falcatruas da outra? Quem das cinco irmãs divulgou a milionária sonegação da Globo?!

A batalha pela entrega da Petrobrás pode dar sobrevida aos grupos mafiomidiáticos. O cartel das empreiteiras é irmão siamês do cartel da velha mídia. A atuação foi e continua sendo conjunta, tanto que todas as denúncias são contra o Governo Federal, sem qualquer condenação aos grupos empresariais. Aliás, método exatamente oposto ao que acontece com a cartelização nos metrôs de São Paulo. Enquanto na Petrobrás a culpa é do Governo Federal, tremsalão o partido envolvido nunca aparece, nem seus principais dirigentes. E isto que as justiças onde se situam as matrizes da Alstom e Siemens já as condenaram. Inclusive, Robson Marinho continua comandando o Tribunal de Contas de São Paulo. Imagine o que aconteceria se acontecesse com um petista saído da Petrobrás comandando o TCU….

NSA, do Edward Snowden, estava dentro da Petrobrás, provavelmente armazenando as informações que seriam utilizadas a qualquer momento. A versão, qualquer que seja, desde que atenda aos interesses de esfacelar e entregar a Petrobrás pode facilmente ser montada pela CIA. Vide o que fizeram com as armas de destruição em massa do Iraque. Ou teria sido por outro motivo que o atual bombardeiro contra a Petrobrás tenha começado em Pasadena, nos EUA?!

A maneira indisfarçada com que o pessoal do Instituto Millenium festejam a queda do preço das ações da Petrobrás é sintomático. Até porque ninguém as viu festejarem quando as ações estavam alcançando valores estratosféricos que comprovaria a atual queda…

 

Petrobras cai 9% e fica abaixo de R$ 10 pela 1ª vez desde 2004

Papel da estatal teve maior queda desde outubro e chegou a ter negociação suspensa

Falta de balanço do 3º trimestre é um dos motivos para queda; dólar tem maior valor desde março de 2005

ANDERSON FIGODE SÃO PAULO

A decisão da Petrobras de adiar mais uma vez a divulgação do balanço do terceiro trimestre, na sexta (12), derrubou com força os papéis da estatal, que baixaram do patamar dos R$ 10 pela primeira vez em mais de dez anos.

As ações preferenciais da companhia, as mais negociadas, caíram 9,2% nesta segunda-feira (15), a maior queda desde 27 de outubro, primeiro pregão após a eleição que deu a vitória para a presidente Dilma Rousseff. Os papéis terminaram o dia cotados a R$ 9,18, menor valor desde 14 de junho de 2004.

Como chegaram a cair mais de 10%, os papéis da Petrobras foram negociados em leilão durante um período. Esse mecanismo é automático –entra em vigor quando uma ação tem queda expressiva– e visa impedir uma desvalorização mais forte do papel.

As ações ordinárias (com direito a voto) caíram ainda mais: 9,94%, para R$ 8,52 –menor valor desde 5 de novembro de 2003.

Além da ausência de balanço e das denúncias de corrupção, pesaram para a desvalorização a queda no preço do petróleo na cena externa e o corte em recomendações de grandes bancos, como o Credit Suisse.

"Atualmente a maior preocupação da Petrobras é a publicação do balanço, pois sem resultado não há rolagem da dívida nem possível captação via ações", diz o analista Ricardo Kim, da XP Investimentos, em relatório.

Para Eduardo Velho, economista-chefe da gestora de recursos Invx Global, a aversão ao risco global deve continuar. "O movimento é mais estrutural (perene) do que conjuntural. Não se deve esperar recuperação dos preços das commodities. Com o dólar mais forte, elas devem continuar um patamar mais baixo nos próximos anos."

A derrocada das ações da Petrobras pesou no Ibovespa, principal índice da Bolsa, que fechou em queda de 2,05%, para 47.018 pontos, menor nível desde 19 de março.

Mas não foi só a Bolsa brasileira que teve um dia negativo. Os principais índices mundiais fecharam no vermelho, movidos pela preocupação com o petróleo, que ontem recuou mais 2%, para US$ 60. No ano, a cotação do barril caiu cerca de 45%.

Os mercado europeus estão entre os que mais sofreram: Frankfurt caiu 2,7%, Paris, 2,5%, e Londres, 1,9%.

No México, grande produtor de óleo, a queda foi de 3,3%, e, na Bolsa da Argentina, o recuo foi de 8,3%, influenciada pelo desempenho da Petrobras no país.

DÓLAR

No câmbio, o dólar à vista, referência no mercado financeiro, subiu 0,97%, para R$ 2,688 na venda –maior cotação desde 29 de março de 2005. O dólar comercial subiu 1,28%, para R$ 2,685, valor mais elevado desde 29 de março de 2005.

 

Ataque a Petrobras na Bolsa tem nome: entreguem o pré-sal

15 de dezembro de 2014 | 17:36 Autor: Fernando Brito

presal

O ataque especulativo que as ações da Petrobras estão sofrendo tem um significado muito claro.

Não corresponde, em hipótese alguma aos “perigos” que os desvios de recursos produzidos por Paulo Roberto Costa e Cia possam ter produzido.

Mesmo que tenham atingido o bilhão de reais que a mídia acena, isso não corresponde, sequer, a um mês de lucro da companhia.

Há razões objetivas óbvias para a queda que passam muito longe deste motivo: a queda de 40% no preço do petróleo no mercado internacional.

Que só é mencionada, nas análises de nosso jornalismo econômico muito en passant.

As perdas das petroleiras no mercado acionário são generalizadas. Chevron, Shell e BP caíram, desde outubro, algo em torno de 20%

Claro que as da Petrobras, com ataque desfechado contra a empresa, no último mês, ultrapassaram com folga as demais.

Qual é a chance que o mercado vê?

A primeira, é óbvio, é impor uma derrota a Dilma forçando-a a entregar a cabeça de Graça Foster, em nome de deter o vórtice onde o mercado está lançando a petroleira brasileira.

Mas isso é o tático. O estratégico é…

Deixo que O Globo responda, no editorial que publicou ontem.

“A política brasileira para o petróleo, extremamente concentrada na Petrobras, terá de passar por uma revisão. Há sinais que isso começará a ocorrer em 2015. A Agência Nacional do Petróleo (ANP) vai propor ao Conselho Nacional de Política Energética uma rodada de licitações no ano que vem com uma oferta que englobe de 200 a 300 novas áreas destinadas à exploração. Após tantos anos sem rodadas ou com ofertas minguadas a potenciais investidores, 2015 pode marcar uma reviravolta na política do petróleo.”

Leiloar áreas petrolíferas, numa hora de depreciação do mercado é uma loucura que não pode ir em frente. Porque as petroleiras, que não estão dando conta de tudo o que investiram em exploração de novos campos na hora do petróleo em alta darão o que para assumirem novos compromissos? Nada, é claro, ainda mais tendo que se submeter a políticas de conteúdo nacional e prazos. Mas, aí, para atraí-las, revogam-se as primeiras e dilatam-se os segundos, não é?

Mas tem mais, querem ver?

“O próprio pré-sal também precisa de uma revisão nas regras de exploração de futuros blocos. O governo Lula instituiu o modelo de partilha de produção no pré-sal, tornando a Petrobras operadora única desses blocos, e com uma participação de no mínimo 30% no consórcio investidor. Na prática, ressuscitou o monopólio para essas áreas. Ambas as condições são inexequíveis para a realidade financeira e gerencial da Petrobras.(…)Ainda que mantenha o modelo de partilha para o pré-sal, o governo terá então de rever a obrigação de a Petrobras ser a operadora única dos futuros blocos e ter um limite mínimo de participação nos consórcios.”

Perto do que pretendem fazer com o petróleo brasileiro, Paulo Roberto Costa era ladrão de galinhas…

Ataque a Petrobras na Bolsa tem nome: entreguem o pré-sal | TIJOLAÇO | “A política, sem polêmica, é a arma das elites.”

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