Ficha Corrida

13/11/2014

Entornou o café com leite

Filed under: Aécio Neves,Café-com-leite,FHC,Fracassomaníacos,Geraldo Alckmin,PSDB — Gilmar Crestani @ 8:49 am
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Tuc AnusO pior inimigo do PSDB é o próprio PSDB. Numa gangue, a tiro virá sempre do parceiro. Aécio abraçou FHC e naufragou. Como mau perdedor, acha que caiu pra cima. Pior, perdeu exatamente nos dois Estados que melhor o conhecem: Minas e Rio de Janeiro. Triste coincidência, fez mais votos nos Estados mais racistas e preconceituosos. Ao contrário do que afirma Aécio, todas as principais denúncias contra ele não partiram do PT, mas do PSDB paulista, desde o clássico Pó pará, governador!. Nestas eleições, as principais denúncias contra Aécio (como a do aeroporto de Cláudio com as chaves com o tio Quedo), não foram petistas mas da Folha de São Paulo, que funciona como Secretaria de Comunicações do PSDB paulista.

Agora, enquanto Aécio pinga no Senado seu café amargo, Geraldo Alckmin contorna o alambrado e descanta o verso golpista do seu correligionário. Alckmin se recusa a pingar o leite no café indigesto do mau perdedor. Aécio abraçou o despeito de FHC e vende um Brasil mais amargurado que seus cafés, Geraldo Alckimin vai se cacifando para ser o candidato do PSDB para 2018. Só não sei se vai ter água para lavar toda sujeira acumulada pelo PSDB nestes 20 anos. Até o Poder Judiciário está deixando de ser braço Direito do PSDB e está se renovando. Os golpistas estão saindo pendurados na bengala.

"Às vezes na imprensa, como na economia e na política, há muita ansiedade. Então às vezes nós vamos para os extremos. O Brasil de alguns anos atrás era a bola da vez. E não era bem assim, havia um conjunto de desafios que não estavam vencidos", afirmou. "Agora é o contrário. Vai tudo mal, um pessimismo total. E isso também não é verdade." Geraldo Alckmin

Alckmin critica pessimismo na economia

‘Passamos do Brasil mania para o Brasil fobia’, disse governador, que defendeu a realização de uma reforma política

Em discurso para empresários em Nova York, tucano pregou enfrentamento rápido da questão fiscal

GIULIANA VALLONEDE NOVA YORK

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), criticou nesta quarta-feira (12) o pessimismo exagerado sobre o Brasil e afirmou que a presidente Dilma Rousseff deve fazer as reformas necessárias no país já no início do novo mandato, dando prioridade à reforma política.

"Passamos do Brasil mania para o Brasil fobia", disse, em visita a Nova York.

"Às vezes na imprensa, como na economia e na política, há muita ansiedade. Então às vezes nós vamos para os extremos. O Brasil de alguns anos atrás era a bola da vez. E não era bem assim, havia um conjunto de desafios que não estavam vencidos", afirmou. "Agora é o contrário. Vai tudo mal, um pessimismo total. E isso também não é verdade."

O governador ressaltou, no entanto, que há desafios que precisam ser enfrentados já no início de 2015. "Eu destacaria a reforma política. Nós temos hoje no Brasil 32 partidos que disputaram a eleição. Três já obtiveram registro no tribunal e 26 estão pegando assinaturas. Poderemos chegar a 61, é inacreditável."

"A fragmentação enfraquece os partidos, exacerba o personalismo, dificulta a governabilidade."

Em discurso para empresários e advogados em evento da Câmara de Comércio Brasil-EUA, Alckmin afirmou também que é preciso enfrentar rapidamente a questão fiscal para voltar "ao bom caminho do desenvolvimento". "O país é vocacionado para crescer, mas precisa competir. O Brasil ficou caro antes de ficar rico", disse.

Para fazer as reformas, segundo ele, Dilma deve usar a força política conquistada após a eleição. "A presidente Dilma e o Aécio [Neves, candidato pelo PSDB] tiveram juntos 110 milhões de votos. Isso dá uma legitimidade que a presidente tem de aproveitar para fazer as reformas no comecinho do mandato", disse.

"E fazer reformas com 28 partidos no Congresso é uma tarefa hercúlea. Por isso, a primeira delas tem que ser a reforma política, para poder ter um ambiente de trabalho mais adequado."

Perguntado sobre a disputa travada entre PT e PSDB pelo Palácio do Planalto, Alckmin afirmou que, no mundo moderno, as diferenças ideológicas diminuem.

"Hoje, eu diria que a principal diferença talvez seja entre o populismo e a responsabilidade fiscal. Cabe a nós permanentemente mostrar para as pessoas como isso poder melhorar suas vidas", afirmou.

1 Comentário »

  1. Discurso bem PSDB. Nada a acrescentar.

    Comentário por L. Santos — 16/11/2014 @ 10:54 pm | Responder


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