Ficha Corrida

20/10/2014

Neto de dinossauro encontrado vivo na Bahia

Filed under: ACM,ACM Neto,DEMo,Jorge Bornhausen — Gilmar Crestani @ 9:08 am
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ACM Neto, cavalgando a turma do avô, abraça programa de governo do Jorge Bornhausen: “O que disse foi que o mais importante era tirar o PT do poder.” Por que todo troglodita da direita só tem por projeto tirar o PT do poder? Por que, ao invés de propostas para melhorar o Brasil, o programa se resume em disseminar o ódio contra uma agremiação?

O anão nem nome político tem, vive do legado do avô, e sobe nas tamancas como se fosse gente grande?

Já que o Neto não se digna em mostrar, ACM subiu na vida por ser braço midiático da Globo na Bahia. Foi assim, como mostra o documentário Muito Além do Cidadão Kane, que ACM ascendeu ao poder. Quando Tancredo Neves morreu, Antonio Britto, porta-voz, fazia a abertura do Jornal Nacional, diretamente do Hospital de Base de Brasília, dizendo: “Senhores, trago boas notícias”, que lhe valeu o título de “vivo do ano” pelo Pasquim Sul.

Tancredo, tio avô do Aécio, estava morto, mas Sarney precisava tomar posse, por isso era mantido vivo por aparelhos (Globo), enquanto se engendrava a indicação de ACM para Ministro das Comunicações de Sarney. Sarney, que viria a distribuir concessões de rádios a políticos como Aécio Neves. Aécio ganhou uma rádio do Sarney, a mesma que a irmã dele, Andreia Neves, distribuída verbas enquanto ele era governador de Minas.

Não fosse a ditadura, não fosse o Rede Globo, não fosse Sarney, não fosse a distribuição de rádios em troca de mais um ano para Sarney, não teríamos nem Aécio Neves nem ACM Neto. Ambos são fruto da corrupção comandada por Sarney, Rede Globo, ACM.

Quem não conhece o passado acaba repetindo no presente os mesmos erros, os mesmos personagens, as mesmas práticas.

ENTREVISTA DA 2ª – ACM NETO

PT quer ser dono do Nordeste, diz prefeito de Salvador

Líder do DEM, baiano ataca estratégia da campanha de Dilma de disseminar medo e estimular divisão entre norte e sul do país

Um dos principais aliados do presidenciável Aécio Neves (PSDB) na região Nordeste, o prefeito de Salvador, ACM Neto (DEM), critica a estratégia petista de disseminar no eleitorado nordestino o "medo" de uma possível vitória do tucano.

Em entrevista à Folha, o neto do senador e governador baiano Antônio Carlos Magalhães (1927-2007) diz que o PT "quer tomar para si a condição de proprietário" do Nordeste.

"Não vamos aceitar", disse o prefeito, que ainda criticou o governador baiano Jaques Wagner (PT) por relativizar a importância do tema "corrupção" na disputa presidencial.

Folha – Há cerca de 20 dias, o cenário da eleição era outro. O presidente do DEM, José Agripino, defendeu o apoio a Marina Silva no 2º turno. O sr. também disse que apoiaria Marina, caso Aécio não tivesse sucesso. Não acreditavam mais em Aécio?

ACM Neto – A declaração de Agripino foi distorcida. Em nenhum momento ele deixou de ter confiança na ida de Aécio para o segundo turno. Eu também mostrei toda minha confiança. O que disse foi que o mais importante era tirar o PT do poder.

Sempre estive nesse projeto muito menos por expectativa de poder e muito mais por compromisso de vida. Estou há dez anos na oposição e mantive minha coerência.

Aécio se preparou para ser presidente e ocupou funções públicas de forma muito honrada. E, com todo o respeito que tenho aos candidatos de oposição que nos lideraram em outras eleições, ele é o mais preparado.

A presidente Dilma teve mais que o dobro de votos de Aécio no Nordeste no 1º turno. Como reverter esse cenário?

Procuramos fazer o esforço máximo. Crescemos em relação a 2010 no primeiro turno e queremos crescer mais no segundo turno. O desempenho de Aécio no Nordeste foi superior ao de Serra em 2010.

O fundamental é enfrentar a tática do medo e mostrar que qualquer alinhamento tem que ser programático. Também acho inadmissível a tática do PT de querer dividir o Brasil. E o único capaz de unificar o Brasil é Aécio. Ele, aliás, foi o único candidato que desenhou um plano específico para o Nordeste.

Aécio vai ter um olhar muito especial para o Nordeste. Isso incomoda o PT porque eles querem chamar para si a condição de donos, de proprietários de uma região. E, isso, não vamos aceitar.

O ex-presidente FHC afirmou que o PT se apoia em "setores sobretudo mal informados". O sr. concorda?

Não acho, de jeito nenhum. Acho que a fala de FHC foi descontextualizada e não vamos aceitar essa injustiça que o PT procurou fazer com o ex-presidente.

Refuto qualquer tentativa de dividir regiões e classes sociais. Isso não existe. Tanto é que a gente encontra eleitores do PT nas classes economicamente mais avantajadas e antipetistas nas classes mais pobres. Não acho que seja divisão de classe.

O DEM tinha uma meta de eleger 30 deputados e um governador. Elegeu 22 deputados e nenhum governador. Onde o partido errou nas eleições?

Todos os deputados do partido que disputaram foram reeleitos. E Ronaldo Caiado [DEM-GO] e Davi Alcolumbre [DEM-AP] agora são senadores. Por isso, acho que o partido teve uma estratégia mais corajosa, pensando no médio e no longo prazo.

Temos cinco senadores, podendo chegar a seis, se Aécio for eleito, 22 deputados e algumas prefeituras importantes como Salvador e Aracaju. Passada a eleição, vamos fazer um conjunto de debates para refinar a estratégia de futuro do partido.

O futuro passa por uma fusão?

Isso não está em pauta. Não quero nem descartar nem carimbar nenhuma hipótese. Vamos esperar passar a eleição e refletir as alternativas para o partido ganhar força e crescer. Mas estamos tranquilos. Nosso capital é importante, sobretudo pelo valor dos quadros do partido. O partido está unido, coeso e tem grandes quadros.

O governador Jaques Wagner disse que a corrupção é um tema rejeitado pela população. O sr. concorda com ele?

O PT, infelizmente, procurou banalizar o tema corrupção numa tentativa de nivelar todos os políticos por baixo.

O governador [Jaques Wagner] certamente é uma das últimas pessoas que têm autoridade para falar sobre corrupção. Seja por sua relação direta com os petistas envolvidos em escândalos recentes, seja pelo fato de ter colocado [o ex-presidente da Petrobras] José Sérgio Gabrielli como um secretário forte de seu governo.

Essa nomeação traz para o governo da Bahia essa conexão com o escândalo da Petrobras, empresa que é o maior patrimônio dos brasileiros, mas que foi tomada de assalto pelo governo petista.

Considera correta essa estratégia de opor as candidaturas no campo ético?

Isso não é uma estratégia, é um fato. Os petistas estão atrás das grades, fruto do mensalão, e agora estão envolvidos com o escândalo da Petrobras.

Os fatos mostram quem são os políticos que estão do lado de uma verdadeira mudança, da defesa de um novo momento da política, e aqueles que são o símbolo da corrupção na história recente da política brasileira.

Aécio tem uma trajetória política tradicional. Porque ele representaria um novo momento na política?

Aécio está disposto a fazer reformas e promover mudanças extremamente profundas. Não é mais possível continuar com um tipo de relação do poder Executivo com o Legislativo que foi construída pelo PT na base do toma-lá-dá-cá, da cooptação dos partidos, na base da troca de favores.

Aécio está determinado a promover essa ruptura. Ele vai não só usar toda sua força e capital político para promover uma reforma política, mas estabelecer uma relação com o Legislativo acerca de ideais e propostas. O tipo de relação [com o Congresso] construída pelo PT é a causa dos principais escândalos do governo petista.

Caso eleito, Aécio deve buscar o apoio do PMDB?

O Aécio deve dialogar com todo os partidos e com todos os deputados e senadores que queiram discutir um projeto para o Brasil.

A maioria congressual ele terá por um reconhecimento de deputados e senadores do resultado das urnas, do que a sociedade está indicando.

As negociações têm que se dar em torno da pauta que for encaminhada para o Congresso. Tenho a confiança de que, eleito, Aécio vai reunir capital político necessário para ter uma maioria em torno das propostas que são desejadas pela sociedade.

O que o senhor defende como reforma política?

É fundamental rever a quantidade de partidos políticos. Não dá mais para ter essa facilidade para criação de um partido.

Sou a favor do fim da reeleição, com mandato de cinco anos e com coincidência de eleições. Eleição de dois em dois anos é um problema.

É preciso acabar com a mercantilização do tempo de TV e reforçar a fidelidade partidária. A reforma tem que fortalecer os partidos.

Seu partido perdeu, novamente, as eleições para o governo da Bahia. Acha que subestimou a força do governador?

Não acho. O histórico das últimas eleições nos impediria de subestimar. Disputamos contra uma máquina fortíssima operando em alta velocidade com prefeitos e lideranças políticas. Foram vários convênios firmados de última hora e ruas sendo asfaltadas nas vésperas das eleições. Além disso, enfrentamos uma das campanhas mais caras de todo do Brasil.

A gente construiu uma aliança que nos deu expectativa de vitória até momentos antes das eleições, mas que não se confirmou. Agora, é respeitar a vontade do povo.

O resultado, ao contrário de me desanimar, me dá muita confiança. Tivemos o melhor desempenho dos últimos anos. É um dado que aponta para o futuro. Ganhar e perder é do jogo, esta eleição não será a última.

ENTREVISTA DA 2ª – ACM NETO

PT quer ser dono do Nordeste, diz prefeito de Salvador

Líder do DEM, baiano ataca estratégia da campanha de Dilma de disseminar medo e estimular divisão entre norte e sul do país

Um dos principais aliados do presidenciável Aécio Neves (PSDB) na região Nordeste, o prefeito de Salvador, ACM Neto (DEM), critica a estratégia petista de disseminar no eleitorado nordestino o "medo" de uma possível vitória do tucano.

Em entrevista à Folha, o neto do senador e governador baiano Antônio Carlos Magalhães (1927-2007) diz que o PT "quer tomar para si a condição de proprietário" do Nordeste.

"Não vamos aceitar", disse o prefeito, que ainda criticou o governador baiano Jaques Wagner (PT) por relativizar a importância do tema "corrupção" na disputa presidencial.

Folha – Há cerca de 20 dias, o cenário da eleição era outro. O presidente do DEM, José Agripino, defendeu o apoio a Marina Silva no 2º turno. O sr. também disse que apoiaria Marina, caso Aécio não tivesse sucesso. Não acreditavam mais em Aécio?

ACM Neto – A declaração de Agripino foi distorcida. Em nenhum momento ele deixou de ter confiança na ida de Aécio para o segundo turno. Eu também mostrei toda minha confiança. O que disse foi que o mais importante era tirar o PT do poder.

Sempre estive nesse projeto muito menos por expectativa de poder e muito mais por compromisso de vida. Estou há dez anos na oposição e mantive minha coerência.

Aécio se preparou para ser presidente e ocupou funções públicas de forma muito honrada. E, com todo o respeito que tenho aos candidatos de oposição que nos lideraram em outras eleições, ele é o mais preparado.

A presidente Dilma teve mais que o dobro de votos de Aécio no Nordeste no 1º turno. Como reverter esse cenário?

Procuramos fazer o esforço máximo. Crescemos em relação a 2010 no primeiro turno e queremos crescer mais no segundo turno. O desempenho de Aécio no Nordeste foi superior ao de Serra em 2010.

O fundamental é enfrentar a tática do medo e mostrar que qualquer alinhamento tem que ser programático. Também acho inadmissível a tática do PT de querer dividir o Brasil. E o único capaz de unificar o Brasil é Aécio. Ele, aliás, foi o único candidato que desenhou um plano específico para o Nordeste.

Aécio vai ter um olhar muito especial para o Nordeste. Isso incomoda o PT porque eles querem chamar para si a condição de donos, de proprietários de uma região. E, isso, não vamos aceitar.

O ex-presidente FHC afirmou que o PT se apoia em "setores sobretudo mal informados". O sr. concorda?

Não acho, de jeito nenhum. Acho que a fala de FHC foi descontextualizada e não vamos aceitar essa injustiça que o PT procurou fazer com o ex-presidente.

Refuto qualquer tentativa de dividir regiões e classes sociais. Isso não existe. Tanto é que a gente encontra eleitores do PT nas classes economicamente mais avantajadas e antipetistas nas classes mais pobres. Não acho que seja divisão de classe.

O DEM tinha uma meta de eleger 30 deputados e um governador. Elegeu 22 deputados e nenhum governador. Onde o partido errou nas eleições?

Todos os deputados do partido que disputaram foram reeleitos. E Ronaldo Caiado [DEM-GO] e Davi Alcolumbre [DEM-AP] agora são senadores. Por isso, acho que o partido teve uma estratégia mais corajosa, pensando no médio e no longo prazo.

Temos cinco senadores, podendo chegar a seis, se Aécio for eleito, 22 deputados e algumas prefeituras importantes como Salvador e Aracaju. Passada a eleição, vamos fazer um conjunto de debates para refinar a estratégia de futuro do partido.

O futuro passa por uma fusão?

Isso não está em pauta. Não quero nem descartar nem carimbar nenhuma hipótese. Vamos esperar passar a eleição e refletir as alternativas para o partido ganhar força e crescer. Mas estamos tranquilos. Nosso capital é importante, sobretudo pelo valor dos quadros do partido. O partido está unido, coeso e tem grandes quadros.

O governador Jaques Wagner disse que a corrupção é um tema rejeitado pela população. O sr. concorda com ele?

O PT, infelizmente, procurou banalizar o tema corrupção numa tentativa de nivelar todos os políticos por baixo.

O governador [Jaques Wagner] certamente é uma das últimas pessoas que têm autoridade para falar sobre corrupção. Seja por sua relação direta com os petistas envolvidos em escândalos recentes, seja pelo fato de ter colocado [o ex-presidente da Petrobras] José Sérgio Gabrielli como um secretário forte de seu governo.

Essa nomeação traz para o governo da Bahia essa conexão com o escândalo da Petrobras, empresa que é o maior patrimônio dos brasileiros, mas que foi tomada de assalto pelo governo petista.

Considera correta essa estratégia de opor as candidaturas no campo ético?

Isso não é uma estratégia, é um fato. Os petistas estão atrás das grades, fruto do mensalão, e agora estão envolvidos com o escândalo da Petrobras.

Os fatos mostram quem são os políticos que estão do lado de uma verdadeira mudança, da defesa de um novo momento da política, e aqueles que são o símbolo da corrupção na história recente da política brasileira.

Aécio tem uma trajetória política tradicional. Porque ele representaria um novo momento na política?

Aécio está disposto a fazer reformas e promover mudanças extremamente profundas. Não é mais possível continuar com um tipo de relação do poder Executivo com o Legislativo que foi construída pelo PT na base do toma-lá-dá-cá, da cooptação dos partidos, na base da troca de favores.

Aécio está determinado a promover essa ruptura. Ele vai não só usar toda sua força e capital político para promover uma reforma política, mas estabelecer uma relação com o Legislativo acerca de ideais e propostas. O tipo de relação [com o Congresso] construída pelo PT é a causa dos principais escândalos do governo petista.

Caso eleito, Aécio deve buscar o apoio do PMDB?

O Aécio deve dialogar com todo os partidos e com todos os deputados e senadores que queiram discutir um projeto para o Brasil.

A maioria congressual ele terá por um reconhecimento de deputados e senadores do resultado das urnas, do que a sociedade está indicando.

As negociações têm que se dar em torno da pauta que for encaminhada para o Congresso. Tenho a confiança de que, eleito, Aécio vai reunir capital político necessário para ter uma maioria em torno das propostas que são desejadas pela sociedade.

O que o senhor defende como reforma política?

É fundamental rever a quantidade de partidos políticos. Não dá mais para ter essa facilidade para criação de um partido.

Sou a favor do fim da reeleição, com mandato de cinco anos e com coincidência de eleições. Eleição de dois em dois anos é um problema.

É preciso acabar com a mercantilização do tempo de TV e reforçar a fidelidade partidária. A reforma tem que fortalecer os partidos.

Seu partido perdeu, novamente, as eleições para o governo da Bahia. Acha que subestimou a força do governador?

Não acho. O histórico das últimas eleições nos impediria de subestimar. Disputamos contra uma máquina fortíssima operando em alta velocidade com prefeitos e lideranças políticas. Foram vários convênios firmados de última hora e ruas sendo asfaltadas nas vésperas das eleições. Além disso, enfrentamos uma das campanhas mais caras de todo do Brasil.

A gente construiu uma aliança que nos deu expectativa de vitória até momentos antes das eleições, mas que não se confirmou. Agora, é respeitar a vontade do povo.

O resultado, ao contrário de me desanimar, me dá muita confiança. Tivemos o melhor desempenho dos últimos anos. É um dado que aponta para o futuro. Ganhar e perder é do jogo, esta eleição não será a última.

2 Comentários »

  1. […] Neto de dinossauro encontrado vivo na Bahia […]

    Pingback por Neto de dinossauro encontrado vivo na Bahia | MANHAS & MANHÃS — 20/10/2014 @ 2:26 pm | Responder

  2. […] Neto de dinossauro encontrado vivo na Bahia ACM Neto, cavalgando a turma do avô, abraça programa de governo do Jorge Bornhausen: “O que […]

    Pingback por Pinóquio das gerais | MANHAS & MANHÃS — 20/10/2014 @ 12:14 pm | Responder


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