Ficha Corrida

24/09/2014

Só quando Itália, França, Alemanha & EUA tiverem tanta mata quanto o Brasil!

Filed under: CIA,Desmatamento,EUA — Gilmar Crestani @ 9:14 am
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EUAGloboÉ até engraçado que nestas horas a mídia da cobertura, como se todo mundo fosse burro e não tivesse condições de entender o que está em jogo. Os EUA dizimou os índios e celebrou o feito por meio da propaganda hollywoodiana do Faroeste. Não há mais matas nos EUA, Alemanha, França, Itália, Inglaterra, mas eles querem as nossas. Por quê? Por que eles não querem o Brasil crescendo, produzindo mais alimentos. Não nos esqueçamos, o Brasil é novo, foi ocupado apenas a partir de 1500, mas só ficou independente em 1822. Agora compare nossa história com a deste países aí atrás…

Se querem que o Brasil assine desmatamento zero porque não cobram para que os EUA assinem arma atômica zero, armamento zero, espionagem zero, guerra zero. Aliás, por que os EUA não se subordina ao Tribunal Internacional de Haia? Não sejamos burros, se os EUA apoiam alguma coisa esta coisa só é boa para eles.

O que é bom para os EUA é péssimo para nós! 

Brasil fica fora de acordo para zerar desmatamento até 2030

Compromisso foi assinado por 31 países e a União Europeia na Cúpula do Clima na ONU

Governo discorda da falta de distinção entre desmate ilegal e legal, como o manejo para extração de madeira

MARCELO LEITEENVIADO ESPECIAL A NOVA YORKISABEL FLECKGIULIANA VALLONEDE NOVA YORK

A presidente Dilma Rousseff, em seu discurso na Cúpula do Clima em Nova York, limitou-se a listar avanços obtidos pelo Brasil na questão do desmatamento, que caiu 79% desde 2004. Apesar desse trunfo, não endossou o principal documento da cúpula, a Declaração de Nova York sobre Florestas.

A redução no desmatamento evitou lançar na atmosfera, a cada ano, 650 milhões de toneladas de CO2. "O Brasil, portanto, não anuncia promessas. Mostra resultados", afirmou a presidente.

A Declaração de Nova York é mais uma carta de boas intenções do que um plano para cortar pela metade o desmate até 2020 e zerá-lo até 2030. O Brasil não aderiu à declaração por discordar, segundo a Folha apurou, do compromisso de desmatamento zero. O governo considera que a questão não precisa ser decidida agora, e há resistências à linguagem não diplomática do texto.

A ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, alega que o país não foi convidado para a preparação do texto. Disse que uma cópia foi enviada só no final de agosto. A organização do documento diz que tentou engajar o Brasil, sem sucesso.

LEGAL OU ILEGAL

A maior restrição do Planalto diz respeito à ausência de distinção, no texto, entre desmatamento legal e ilegal.

Como no Brasil se permite manejo sustentável de florestas para extração de madeira e derrubada de áreas para agricultura, o país não poderia aderir ao desmatamento zero. Isso implicaria, na visão do governo, impedir derrubadas que hoje são legais.

O Plano Nacional sobre Mudança do Clima do Brasil, adotado por decreto em 2007, estipulava eliminar a perda líquida de área de cobertura florestal até 2015.

O tema esquentou a campanha eleitoral brasileira. Dilma, que como ministra de Minas e Energia de Lula vivia às turras com a do Ambiente, Marina Silva, disse em Nova York que a adversária está "mentindo" ao dizer que o desmatamento na Amazônia cresceu no último ano. Segundo a presidente, houve um "aumentinho" em 2013.

Dados do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) mostram que o desmatamento cresceu 29% entre 2012 e 2013. Com 5.891 km² de florestas destruídas, porém, esta foi a segunda menor taxa registrada desde 1988.

Com o desmate zero proposto no texto, deixariam de ser emitidos por ano, a partir de 2030, de 4,5 bilhões a 8,8 bilhões de toneladas CO2, valor estimado para o que a destruição de florestas lança de poluição anualmente. Seria o mesmo que tirar de circulação o bilhão de carros que há hoje no mundo.

EUA e União Europeia apoiam a declaração. China e Índia, não. Outros países com floresta tropical assinaram (Peru, Colômbia, Guiana, República Democrática do Congo e Indonésia). Mas nenhum chega perto dos 4 milhões de km2 de mata amazônica do Brasil.

O jornalista MARCELO LEITE viajou para Nova York a convite da Burness Communications e da Fundação Ford

1 Comentário »

  1. […] CIA. Muita sujeira feita em parceria com a Ronald Reagan e Lech Walesa merecem vir a tona… 2h Só quando Itália, França, Alemanha & EUA tiverem tanta mata quanto o Brasil! É até engraçado que nestas horas a mídia da cobertura, como se todo mundo fosse burro e não […]

    Pingback por Putaria na Globo | MANHAS & MANHÃS — 24/09/2014 @ 11:50 am | Responder


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