Ficha Corrida

06/09/2014

Filha de Porcão, p. é…

Ali Aranha comeu KamelÉ, esse reis dos camarotes  vip do Itaquerão  não tem jeito mesmo. Eles acham que dinheiro dá educação.

Negativo, educação se tem de berço, com exemplo dos pais, sem precisar frequentar escola. A escola ajuda, mas  o dinheiro não atrapalha os que não tem caráter. É o tipo de gente que faz a alegria do Banco Itaú e da Multilaser, as empresas que patrocinaram cartazes para xingar a Dilma na abertura da Copa.

São os mesmos que querem administrar a (in)dependência do Banco Central e por isso escolheram uma ventríloqua, Marina Silva. São da manada do Jornal Nacional, comandado por Ali Kamel, o cara que escreveu um livro (Não somos racistas) para provar que não há racismo no Brasil.  Eis aí de onde sai o adubo que fomenta o ódio da Globo contra Lula, Dilma e o PT. Eles não suportam que os três sejam responsáveis pelas políticas afirmativas como cotas raciais, o Bolsa Família condicionado à frequência escolar. Isso cala fundo nas crenças da Rede Globo e seus financiadores ideológicos. Não é por acaso que o Itaú seja o banco que está em toda programação de todos os veículos do Grupo Globo & RBS.

Filha de fundador do Porcão é presa no Rio

Amanda Mocellin foi acusada de furto de brincos; defesa alegou uso abusivo de álcool

BRUNA FANTTICOLABORAÇÃO PARA A FOLHA, DO RIO

Amanda Mocellin, 36, filha de um dos fundadores da rede de churrascarias Porcão, Neodi Mocellin, foi presa nesta quinta (4) sob acusação de furtar um par de brincos avaliado em R$ 386. O furto ocorreu em uma joalheria em um shopping da Barra da Tijuca, zona oeste do Rio.

Ela também foi indiciada por injúria por preconceito, pois teria chamado uma das funcionárias da loja de "negrinha". O crime é inafiançável.

Amanda trabalha como gerente de outra rede de churrascarias da família.

O juiz Alberto Salomão Júnior, titular da 33ª Vara Criminal do Rio, indeferiu nesta sexta-feira (5) o pedido de liberdade de Amanda.

No pedido de habeas corpus, a defesa alegou que a conduta de Amanda teria sido em decorrência do uso abusivo de álcool. Foi apresentado um laudo médico apontando a necessidade de tratamento.

O juiz, no entanto, considerou que o argumento não era satisfatório para isentar a indiciada de culpa.Salomão Júnior também disse que a forma como Amanda agiu com a funcionária da joalheria "afronta a patente cruzada contra o preconceito, em prol da igualdade social".

A Folha não conseguiu contato com os advogados de Amanda, que está presa no Complexo Penitenciário de Bangu, na zona oeste do Rio.

Em 2011, a família Mocellin vendeu quatro unidades e a marca Porcão para a Brasil FoodService. O valor da transação não foi divulgado. A venda ocorreu após a falta de retorno de unidades abertas no exterior. Duas unidades da antiga Porcão foram mantidas, mas com o sobrenome da família.

Em 2006, Amanda foi denunciada por vizinhos por dar festas todos os dias. Em 2013, foi condenada nesse processo a pagar cerca de R$ 1 milhão, mas recorreu.

"Ela tem uma conduta de estar acima da lei por ter dinheiro. Representa uma elite desdenhosa", afirmou Érika Gavino, advogada do casal que moveu a ação.

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