Ficha Corrida

27/08/2014

Os alckmistas estão chegando

PSDB unica obra boaChoque de gestão made in PSDB. Esta história já ocorreu na Paraíba de Cássio Cunha Lima, na Alagoas do Teotônio Vilella Filho, no Rio Grande do Sul de Yeda RBS Crusius!

Agora começa, enfim, vazar em São Paulo.

Os sucessivos governos de São Paulo, capitaneados pelo PSDB, foram blindados pela velha mídia.  A parceria que se resolvia, de um lado no silêncio sobre o descalabro administrativo (quebra da USP, crise d’água, PCC, insegurança crescente, Siemens, Alstom…), e de outro, na distribuição de assinatura de Veja, Folha & Estadão nas escolas públicas de SP.

O PSDB sempre se vangloriou dizendo que tinha os melhores quadros. Sim, Hitler, depois que saqueou museus da França, também tinha….

De longe, o melhor quadro do PSDB foi posto no STF: Gilmar Mendes

Diante do descalabro, o correto seria dizer: os alckministas estão achacando!

UNIVERSIDADES EM CRISE

Unicamp cobra de Alckmin repasse de verba prometida

Universidade afirma que o Estado não cumpriu acordo assinado em 2005

Escola abriu campus sob a condição de que houvesse aumento de repasse; USP tem situação semelhante

FÁBIO TAKAHASHIDE SÃO PAULO

Em meio à crise financeira nas universidades públicas paulistas, a Unicamp cobra o governo estadual a cumprir um acordo de 2005 que prevê aumento de recursos para a instituição.

O acordo determinou que o repasse do Estado para a universidade cresceria se fosse aberto um campus em Limeira (interior de SP), que aumentou em 17% as vagas de graduação da instituição.

O campus foi inaugurado em 2008, mas a mudança no Orçamento não ocorreu.

O acordo foi assinado pelo secretário de Ciência e Tecnologia do então primeiro governo Geraldo Alckmin (PSDB), João Carlos Meirelles. Previa aumento de repasses a partir de 2006.

Cálculo da reportagem aponta que a escola deveria ter recebido cerca de R$ 300 milhões adicionais desde então, em valores corrigidos.

O montante seria suficiente para sustentar por mais de seis meses o sistema hospitalar universitário da Unicamp, que faz 22 mil internações.

Questionada pela Folha sobre o acordo assinado com o governo estadual, a universidade afirmou que "mantém a expectativa de que o termo assinado em 2005 seja efetivamente cumprido".

A escola disse também que o campus –que possui 2.200 alunos em cursos como engenharia, administração e nutrição– representa "o maior crescimento já realizado de uma só vez na Unicamp".

Pelo acordo, o crescimento de receita se daria por meio do aumento no repasse do ICMS (principal imposto paulista), maior fonte de financiamento das universidades públicas de São Paulo.

O incremento representaria acréscimo de 2% do que a Unicamp recebe hoje.

Como a USP, a Unicamp afirma estar em dificuldades financeiras e não apresentou proposta de reajuste salarial para seus servidores para este ano, o que tradicionalmente ocorre em maio.

Parte dos servidores das duas universidades, além dos da Unesp, está em greve.

USP EM LORENA

Também em 2005, o então secretário Meirelles assinou ofício em que se comprometia a aumentar o repasse para a USP caso ela incorporasse uma faculdade estadual de engenharia, em Lorena.

A unidade foi incorporada, mas não foi implementado o crescimento de cerca de 5% na fatia do ICMS transferida para a universidade.

A assessoria de imprensa da USP diz que a instituição não cobra o governo porque boa parte dos gastos da faculdade ainda são custeados pelo Estado (a maior parte da folha de pagamento).

A unidade representa 0,3% de todo o gasto da USP, mais do que a Faculdade de Direito de Ribeirão Preto.

A reitoria diz também que a faculdade de Lorena não tem grande impacto na crise financeira da universidade, que gasta 106% do Orçamento com folha de pagamento.

Setores da universidade, porém, entendem que a reitoria deveria negociar com o governo aumento de verbas, considerando a expansão de vagas, em vez da adoção de medidas de corte, como o plano de demissão voluntária de funcionários, proposto pelo reitor Marco Antonio Zago.

Colaborou FELIPE SOUZA

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1 Comentário »

  1. […] Choque de gestão made in PSDB. Esta história já ocorreu na Paraíba de Cássio Cunha Lima, na Alagoas do Teotônio Vilella Filho, no Rio Grande do Sul de Yeda RBS Crusius! Agora começa, enfim, vazar e…  […]

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